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    Logan: Trailer “para maiores” do filme de Wolverine tem mais violência

    22 de outubro de 2016 /

    A 20th Century Fox divulgou uma versão alternativa, que divulgou como sendo “para maiores”, do trailer de “Logan”, o terceiro filme solo de Wolverine. Mas a diferença para a versão oficial se resume a poucos segundos de cenas mais violentas. São exatamente três takes e uma imagem retocada. O retoque é ridículo: armas reaparecem numa cena centrada em Charles Xavier (Patrick Stewart), que o trailer convencional fez sumir, ao estilo do que realizou Steven Spielberg no lançamento de “E.T.” (1982) para Blu-ray. O primeiro dos takes inéditos, por sua vez, é tão curto que não dura nem uma piscadela, mostrando a jovem mutante interpretada por Dafne Keen (série “The Refugees”) dando um terceiro golpe contra os Carniceiros – o trailer convencional registra dois golpes. O maior destaque fica para o desfecho, em que Wolverine (Hugh Jackman) mostra as garras num corredor e, no take seguinte, aproxima-se para enfiá-las na cabeça de um vilão. Detalhe: não há close da penetração, nem sangue espirrado pelo ataque. Enfim, não há nada no trailer que realmente justifique uma “red band”, a tarja vermelha de impropriedade. E quem pesquisar o vídeo no YouTube vai perceber que a tarja vermelha não aparece em nenhuma versão disponível. Ou seja, nem o MPA considerou o trailer impróprio para menores. Mesmo assim, há vislumbres “promissores” de violência, que devem atiçar os fãs mais sanguinários do personagem. O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Doutor Estranho: Veja três cenas completas do filme

    22 de outubro de 2016 /

    A Marvel divulgou três cenas completas de “Doutor Estranho”. Duas delas se passam antes da conversão de Stephen Strange (Benedict Cumbarbatch, de “O Jogo da Imitação”) no mago mais poderoso do universo Marvel, focando o relacionamento do cirurgião com a médica Christine Palmer (Rachel McAdams, de “Uma Questão de Tempo”) e seu ceticismo diante do encontro inicial com a Anciã (Tilda Swinton, de “Expresso do Amanhã”). Mas é o terceiro que demonstra o potencial do filme, numa cena de luta contra o vilão Kaecilius (Mads Mikkelsen, da série “Hannibal”), repleta de efeitos e tensão. Com roteiro de C. Robert Cargill (“A Entidade”), Thomas Dean Donnelly (do remake de “Conan, o Bárbaro”) e Dan Hamon (criador da série “Cummunity”) e direção de Scott Derrickson (“A Entidade”, “Livrai-Nos do Mal”), “Doutor Estranho” tem sua estreia marcada para o dia 3 de novembro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Deadpool 2: Diretor abandona sequência após se desentender com Ryan Reynolds

    22 de outubro de 2016 /

    “Deadpool 2” perdeu seu diretor. Segundo o site Deadline, Tim Miller pediu para sair depois de se desentender com Ryan Reynolds, intérprete do personagem-título e produtor da franquia. O mesmo Reynolds, por sinal, foi quem convenceu a 20th Century Fox a dar ao iniciante Tim Miller a oportunidade de dirigir o primeiro filme, com total liberdade para ousar. Miller ainda não havia formalmente assinado contrato para dirigir a sequência da adaptação dos quadrinhos, mas estava tocando o projeto junto à Fox, trabalhando com os roteiristas e planejava comandar o filme. Fontes ouvidas pelo site afirmam que, apesar da saída do diretor acontecer por diferenças criativas, Miller continua em alta com o estúdio, após o sucesso de “Deadpool”, e irá trabalhar em outro projeto para a Fox. “Deadpool” estreou em fevereiro deste ano e transformou seu orçamento “modesto” de US$ 58 milhões num blockbuster de US$ 782 milhões. Um sucesso mundial. A sequência terá Reynolds novamente como protagonista e deve estrear em 2018. Recentemente, veio à tona que a produção teria começado a fazer a testes para definir a intérprete da mutante Dominó na trama. Teria isto relação com a saída de Miller?

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    Temporada de premiações é aberta com as indicações do Gotham Awards

    22 de outubro de 2016 /

    A temporada de premiações do cinema americano foi inaugurada com a primeira lista de indicados a troféus do ano. Voltado ao reconhecimento da produção independente, o Gotham Awards divulgou os filmes de concorrem a seus prêmios. E o drama “Manchester à Beira-Mar”, de Kenneth Lonergan, se destacou com quatro indicações. “Manchester à Beira-Mar” vai disputar categorias de Melhor Filme, Ator (Casey Affleck), Roteiro (Lonergan) e Ator Revelação (Lucas Hedge). O filme é queridinho da crítica, situação atestada pelo trailer que destaca elogios rasgados. A trama gira em torno do personagem de Affleck, que é obrigado a cuidar do sobrinho após a morte do pai do garoto, apesar de ter abandonado sua família há muito tempo atrás. Seu principal concorrente é “Moonlight”, de Barry Jenkins, que obteve três indicações nas mesmas categorias: Melhor Filme, Roteiro (Jenkins) e Revelação (todo o elenco). Além dos dois longas, a disputa de Melhor Filme ainda inclui “Paterson”, de Jim Jarmusch, “Certas Mulheres”, de Kelly Reichardt, vencedor do Festival de Londres, e “Jovens, Loucos e Mais Rebeldes!!”, de Richard Linklater, que estreou nos cinemas brasileiros neste fim de semana. A cerimônia de premiação do Gotham Awards acontece em 28 de novembro, em Nova York, bem antes da estreia de diversos candidatos em potencial ao Oscar, que chegam aos cinemas na época do Natal. Mas vale observar que os dois últimos vencedores do Gotham Awards também venceram o Oscar: “Spotlight” (2015) e “Birdman” (2014).

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    Mulher Maravilha vira Embaixadora da ONU e ganha novos inimigos: feministas

    22 de outubro de 2016 /

    A Mulher-Maravilha, personagem famosa dos quadrinhos da editora DC, foi nomeada na sexta-feira (21/10) embaixadora da ONU para promover os direitos das mulheres. Apesar do caráter simbólico e do alcance global da personagem, especialmente entre crianças, a cerimônia aconteceu em meio a críticas de organizações feministas e de membros da própria ONU. A cerimônia aconteceu na sede da ONU em Nova York e contou com a presença das atrizes Lynda Carter, que encarnou a Mulher-Maravilha na série de TV da década de 1970, e Gal Gadot, que interpreta a super-heroína no filme “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” e na produção solo da personagem que estreia em 2017. Foi a primeira vez que as duas se encontraram num evento público, mas pareciam amigas de longa data. De acordo com a organização, a Mulher-Maravilha foi escolhida por ser “símbolo da paz, justiça e igualdade”. Agora, a personagem irá colocar seus super-poderes a serviço da campanha anual da ONU para promover a emancipação de meninas e mulheres. Em seu discurso, Gadot valorizou o aspecto simbólico da escolha: “Às vezes, precisamos de algo ou alguém para aspirar, para ajudar a informar nossas escolhas e dar o exemplo. Esse exemplo pode ser um super-herói como Mulher Maravilha, que pode nos inspirar a ser mais, exigir mais e fazer mais”. Mas a escolha não agradou, surpreendendo a comunidade geek. Durante a cerimônia, uma dezena de manifestantes, de ambos os sexos, deram as costas e alguns ergueram o punho. Um grupo de 350 funcionários da ONU também firmou uma petição para que Ban Ki-moon desista do projeto. O secretário-geral da ONU, entretanto, não compareceu ao evento. Shazia Rafi, dirigente do movimento She4SG, que luta pela nomeação de uma mulher para o cargo de secretária-geral da ONU, considerou “ridícula” a escolha de uma personagem de ficção. “Há tantas mulheres muito reais que poderiam ter sido eleitas”. A funcionária da ONU Cass Durant, que segurava uma placa dizendo “mulheres reais merecem embaixadoras reais” falou que as manifestantes “não acreditam que uma ficção em quadrinhos, com uma mulher vestida como ‘coelhinha da Playboy’, pode passar a mensagem correta para meninas e meninos sobre o que realmente importa”. Para completar, um site criado por manifestantes acusa a Mulher-Maravilha de ser uma pin-up, “a encarnação da garota do calendário – branca, de seios generosos e medidas improváveis – e ainda se veste com a bandeira dos Estados Unidos”. O lançamento da campanha da ONU coincide com o 75º aniversário da primeira aparição da Mulher-Maravilha nos quadrinhos, durante a 2ª Guerra mundial, e ajuda a promover o filme da Warner Bros. que está em produção.

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    Leonardo DiCaprio vai descobrir Elvis Presley e inventar o rock na cinebiografia de Sam Phillips

    21 de outubro de 2016 /

    Leonardo DiCaprio vai viver “o homem que inventou o rock’n’roll” na cinebiografia de Sam Phillips. Segundo o site The Wrap, a Paramount Pictures adquiriu os direitos do livro “Sam Phillips: The Man Who Invented Rock‘N’Roll” para o astro produzir e estrelar. O filme será desenvolvido pela produtora Appian Way, de DiCaprio, e contará a história de como o dono de uma pequena gravadora do interior dos EUA descobriu Elvis Presley, Jerry Lee Lewis, Roy Orbison, Johnny Cash, Carl Perkins, Ike Turner e muitos outros, gravando um som que ninguém nunca tinha ouvido antes. A história de Sam Phillips é metade fato e metade ficção. Virou folclore oral, de tantos causos que originou. Desde a premissa de que ele ficaria milionário se encontrasse um branco que cantasse música negra, numa deixa para a entrada acidental de Elvis em sua empresa, querendo gravar um disco de presente para sua mãe, até a origem do primeiro compacto do rock, “Rocket 88”, que registou som distorcido porque o amplificador de Ike Turner caiu do carro a caminho do estúdio. O fato é que os discos lançados pela pequena Sun Records, no Memphis, mudaram a história da música popular americana. Ou melhor, a música do planeta. E se há dois filmes sobre o estouro do blues via Chess Records, já era hora de alguém contar a origem do rock nos anos 1950, tendo como guia a discografia da Sun Records. Embora um roteirista ainda não tenha sido contratado, a boa notícia é que autor do livro é Peter Guralnick, um dos maiores especialistas na história da música popular americana e maior autoridade crítica sobre Elvis Presley, graças a duas obras obrigatórias, “Last Train to Memphis: The Rise of Elvis Presley” e “Careless Love: The Unmaking of Elvis Presley”, sobre a ascensão e a queda do Rei do Rock. Curiosamente, antes de virar livro, “Sam Phillips: The Man Who Invented Rock‘N’Roll” foi filme: um documentário do canal pago americano A&E, exibido em 2000, com roteiro do próprio Guralnick e direção de Morgan Neville, vencedor do Oscar de Melhor Documentário por “A Um Passo do Estrelato” (2013). O livro só foi publicado no ano passado.

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    Jennifer Lawrence vai viver Zelda Fitzgerald em filme do diretor de Inferno

    21 de outubro de 2016 /

    A atriz Jennifer Lawrence vai estrelar um novo filme com potencial de Oscar. Segundo o site The Hollywood Reporter, ela viverá a socialite, escritora e símbolo da era do jazz Zelda Fitzgerald numa cinebiografia intitulada simplesmente “Zelda”. O projeto está sendo desenvolvido por Ron Howard (“Inferno”), que ainda não definiu se, além de produzir, irá dirigi-lo. Ele vem de uma série de fracassos de bilheterias que custaram fortunas e minaram a confiança em seu talento, embora “Rush” (2013) tenha, ao menos, rendido elogios da crítica – o mesmo não pode ser dito de “No Coração do Mar” (2015) e “Inferno” (2016). O roteiro foi escrito por Emma Frost (minissérie “The White Queen”) e adapta a biografia homônima, assinada pela escritora Nancy Milford, sobre a tumultuada vida de Fitzgerald, seu casamento com o autor F. Scott Fitzgerald e sua tentativa desesperada de afirmar-se através de sua própria arte. Segundo o site, o filme vai questionar se o amor é realmente possível entre pessoas de igual capacidade criativa. Como é regra em Hollywood, o projeto vem à tona poucos meses após o anúncio de outra produção sobre o mesmo tema. O estúdio Millennium está produzindo “The Beautiful and The Damned”, que terá Scarlett Johansson no papel de Zelda.

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    Star Wars: Donald Glover é confirmado como novo Lando Calrissian no spin-off de Han Solo

    21 de outubro de 2016 /

    A Disney e a LucasFilm confirmaram oficialmente a escalação de Donald Glover como a versão jovem de Lando Calrissian no novo spin-off de “Star Wars” centrado em Han Solo. Glover é mais conhecido por estrelar quatro temporadas da série “Community”, mas neste ano conquistou uma nova façanha com o lançamento de “Atlanta”, que registrou a maior audiência de uma série estreante na história do canal pago FX. Além de estrelar, ele criou “Atlanta”, baseado em suas próprias experiências como rapper – ele tem um disco indicado ao Grammy sob a alcunha de Childish Gambino. Além disso, o ator apareceu no filme indicado ao Oscar “Perdido em Marte” (2015) e está no elenco do novo “Homem-Aranha”. Originalmente vivido por Billy Dee Williams nos clássicos “O Império Contra-Ataca” (1980) e “O Retorno de Jedi” (1983), o contrabandista Lando Calrissian era o dono original da Millenium Falcon, mas perdeu a nave para Han Solo após apostá-la em uma partida de sabacc. Como lembrou recentemente a série “Stranger Things”, ele também ficou marcado por trair o companheiro para o Império, mas teve um arco redentor, ao se juntar aos rebeldes em “O Retorno de Jedi”. O novo filme vai mostrar Lando em suas primeiras aventuras, como um canalha em ascensão no submundo da galáxia. “Temos sorte de contar com um artista tão talentoso como Donald”, disseram os diretores Phil Lord e Christopher Miller (dupla de “Anjos da Lei” e “Uma Aventura Lego”), num divertido comunicado. “Ele tem grandes sapatos para preencher, e um capa ainda maior, e tudo lhe cai perfeitamente, o que vai nos poupar dinheiro em reformas de figurino. Aproveitando, gostaríamos de pedir desculpas publicamente para Donald por arruinar sua chance de voltar a aproveitar anonimamente a Comic-Con para sempre.” O intérprete do jovem Han Solo será Alden Ehrenreich (“Ave, César!”) e o roteiro será escrito pelo veterano Lawrence Kasdan, roteirista dos dois filmes citados da trilogia original e do blockbuster “Star Wars: O Despertar da Força” (2015), que assinará a nova história com seu filho Jon Kasdan. O filme de Han Solo estreia em maio de 2018.

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    Pipoca Moderna também está no Flipboard

    21 de outubro de 2016 /

    Ficou mais fácil acompanhar o site e compartilhar nossas notícias pelo celular. A Pipoca Moderna também está no Flipboard. Confira neste link a revista da Pipoca Moderna e não se esqueça de “flipá-la”. Se preferir, também estamos no Facebook e no Twitter.

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  • Música

    Diretor de clipes de Beyoncé vai filmar cinebiografia da banda de black metal Mayhem

    21 de outubro de 2016 /

    O diretor sueco Jonas Akerlund (“Spun – Sem Limites”), que fez clipes de Madonna e trabalhou no aclamado “Lemonade”, de Beyoncé, vai trocar o pop pelo black metal. Ele finalmente vai tirar do papel um projeto anunciado em 2015, sua cinebiografia da polêmica banda Mayhem. Um fato pouco mencionado é que o diretor das divas da música pop foi membro fundador do Bathory, um dos primeiros grupos de black metal nos anos 1980. Ele era o baterista original da banda sueca formada em 1983 – bem antes, portanto, do Mayhem colocar o gênero nas colunas policiais. Intitulado “Lords of Chaos”, o filme definiu seu elenco com uma contratação inusitada, a cantora pop Sky Ferreira (“Canibais”). Segundo o site Deadline, Rory Culkin (“Pânico 4”), irmão mais novo de Macaulay Culkin, Jack Kilmer (“Dois Caras Legais”), filho de Val Kilmer, e Emory Cohen (“Brooklyn”) interpretarão os integrantes da banda. Valter Skarsgård, irmão mais novo de Alexander Skarsgård, também está no elenco. Escrito pelo próprio Akerlund, em parceria com Dennis Magnusson (“Inferno na Ilha”), o longa vai contar a história real dos jovens de Oslo, na Noruega, que popularizaram um novo gênero musical nos anos 1980, o “black metal norueguês”, combinando a música da sua banda com atitudes chocantes. Mas a linha entre realidade e publicidade logo começou a se fundir, e a banda se viu envolvida em crimes incendiários, violência, suicídio e até assassinato. Para quem não lembra, o Mayhem se tornou notório pelo acúmulo de histórias bizarras. Alguns anos após sua formação, os músicos decidiram se mudar para uma casa no meio de uma floresta em Oslo, onde ensaiavam, compunham odes a Satã, enchiam a cara e planejavam atentados incendiários contra igrejas católicas. Com a convivência, o vocalista, apelidado de Dead, e o guitarrista Euronymous brigaram diversas vezes. Em 1991, Dead se suicidou dentro casa, deixando um bilhete em que pedia desculpas pelo sangue derramado. Em vez de chamar a polícia, Euronymous comprou uma câmera descartável e fotografou o corpo. Dois anos depois, o recém-admitido Varg Vikernes matou Euronymous com 23 facadas. Segundo Varg, ele atacou antes que o guitarrista levasse adiante um plano para torturá-lo até a morte enquanto filmava. No filme, Culkin será Euronymous, Cohen viverá Varg, Jack Kilmer interpretará Dead, Valter Skarsgård incorporará Faust e Sky Ferreira dará vida a uma personagem chamada Ann-Marit, que não faz parte de nenhuma banda da época. Uma possibilidade é Ann-Marit Sæbønes, prefeita de Oslo no período do assassinato de Euronymus. Já Faust deve ser Bård Faust, integrante da banda Emperor, que no início dos anos 1990 matou um gay à facadas e queimou igrejas com Euronymous e Varg. Em nova formação, o Mayhem acaba de passar pelo Brasil em turnê.

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    Dupla de O Amor É Estranho desenvolve série sobre Nova York na década de 1980

    21 de outubro de 2016 /

    Os parceiros Mauricio Zacharias e Ira Sachs estão desenvolvendo sua primeira série. Autores de filmes indies badalados como “Deixe a Luz Acesa” (2012), “O Amor É Estranho” (2014) e “Melhores Amigos”, recém-exibido no Festival do Rio, eles vão adaptar o romance “Christodora”, de Tim Murphy, com produção da Paramount. A série se passa na década de 1980, em Nova York, em meio ao surto da Aids. “Não é uma série gay, mas os personagens vivem numa parte da cidade em que literalmente se tropeçava com gente contaminada pelo HIV”, disse o brasileiro Zacharias, em entrevista ao jornal O Globo. “Eu adoro séries, e há muito tempo queria trabalhar em uma. Ainda estamos escrevendo o piloto, para depois desenvolver o resto. Então é cedo para falar sobre data de estreia”, explicou. O roteirista de 53 anos começou a carreira no cinema brasileiro com o texto de “Madame Satã” (2002) e começou a ser premiado internacionalmente pela história de “O Céu de Suely” (2006). Atualmente, ele mora nos Estados Unidos, onde se destaca nas premiações de cinema indie, especialmente por filmes de temática LGBT. Seu recente entusiasmo com a televisão vem da boa relação com o canal pago HBO no desenvolvimento de outro projeto. Zacharias e Sachs escreveram o roteiro de uma telebiografia do ator americano Montgomery Clift (1920-1966), quatro vezes indicado ao Oscar e, claro, gay – numa época em que astros de Hollywood precisavam ficar no armário. “É muito bom trabalhar com uma vida rica como a dele. E a HBO está nos dando liberdade para criar. Eles pedem algumas coisas, claro, mas nunca são impositivos. Eles pediram, por exemplo, para colocarmos mais Elizabeth Taylor no filme. E faz sentido, porque ela foi muito presente na vida do Clift”, contou o roteirista. O telefilme será estrelado por Matt Bomer (“Magic Mike”) e ainda não tem data para estrear. Já “Melhores Amigos”, sobre dois adolescentes divididos pelo embate entre uma inquilina e o proprietário que quer aumentar seu aluguel, chega aos cinemas brasileiros em janeiro de 2017, após vencer o Grande Prêmio do Festival de Deauville.

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    Mom: Chris Pratt vai aparecer na série de sua mulher Anna Faris

    21 de outubro de 2016 /

    O ator Chris Pratt fará uma participação especial na série “Mom”, comédia estrelada por sua esposa Anna Faris. O astro das franquias “Guardiões da Galáxia” e “Jurassic World” dará vida a Nick, um charmoso instrutor de equitação que chama a atenção de Christy (Faris). O problema? Ele é sobrinho de sua amiga, Marjorie (Mimi Kennedy), que proíbe o relacionamento. Não será a primeira vez que o casal trabalhará junto. Os dois se conheceram durante as filmagens de “Uma Noite Mais Que Louca” em 2007, noivaram no ano seguinte e se casaram em 2009. E o filme só foi exibido nos cinemas em 2011, no mesmo ano em que também apareceram em “Qual Seu Número?” (2011). Na época, porém, Pratt ainda era pouco conhecido. A celebridade era Faris, graças à franquia “Todo Mundo em Pânico”. Ainda não foi divulgado o título nem a data de exibição do episódio especial que promoverá a reunião do casal nas telinhas. A 4ª temporada de “Mom” estreia dia 27 de outubro na rede americana CBS. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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    Anderson Silva vai criar série e apresentar programa produzido por Sylvester Stallone na Netflix

    21 de outubro de 2016 /

    O lutador Anderson Silva não pretende voltar tão cedo ao octógono. Aos 41 anos, Spider virou parceiro da Netflix, onde vai apresentar um programa de competição, produzido por Sylvester Stallone (“Os Mercenários”), e onde pretende lançar uma série que ele criou. “Ultimate Beastmaster”, produzida por Dave Broome (criador de “The Biggest Loser”) e Stallone, será um programa de competição internacional, exibido simultaneamente com seis versões diferentes. Anderson Silva (que já foi ator em “Até que a Sorte nos Separe 2”) e o comediante Rafinha Bastos (do vindouro “Internet, o Filme”) apresentarão a versão brasileira, enquanto o ator Terry Crews (também de “Os Mercenários”) e a repórter esportiva Charissa Thompson serão âncoras da versão americana. Os outros países que terão versões locais do programa são Coreia do Sul, México, Alemanha e Japão. O programa será composto por 10 episódios, que reunirá um total de 108 competidores, sendo 18 de cada um dos seis país. Cada episódio terá 12 participantes, dois por nação, que definirão um campeão. O último capítulo será a disputa final, que juntará os campeões de cada episódio anterior. Já o outro projeto de Anderson Silva se trata de uma série policial, escrita por ele mesmo, que ainda não tem cronograma de produção. Em entrevista por ocasião da divulgação de “Ultimate Beastmaster”, ele contou que escreveu o esboço da série há bastante tempo, mas vinha encontrando dificuldades de tirá-lo do papel por não ser do meio televisivo. A situação mudou com sua aproximação da Netflix.

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