Bilheterias: Sully mantém liderança faturando mais que Bruxa de Blair e O Bebê de Bridget Jones juntos
Novo drama estrelado por Tom Hanks, “Sully: O Herói do Rio Hudson” se manteve na liderança das bilheterias norte-americanas (EUA e Canadá) pelo segundo fim de semana consecutivo, faturando mais que a soma da estreia de duas continuações de franquias famosas, que tiveram grande investimento em marketing para sua divulgação. O filme dirigido por Clint Eastwood, baseado na história real do piloto que evitou uma tragédia recente na aviação americana, fez US$ 21,8 milhões e já se aproximou dos US$ 100 milhões mundiais, um desempenho promissor para seu orçamento de US$ 60 milhões. “É uma história bem feita”, disse Jeff Goldstein, vice-presidente-executivo de distribuição da Warner Bros. em comunicado, ressaltando ainda que “o boca a boca é sensacional”. As continuações que decepcionaram foram “Bruxa de Blair” e “O Bebê de Bridget Jones”, sequências de filmes que chegaram ao cinema uma geração atrás. Nenhum dos dois longas rendeu grandes filas, arrecadando US$ 9,7 milhões e US$ 8,2 milhões, respectivamente. O valor só não representa um fracasso para “Bruxa de Blair”, porque foi filmado com câmeras portáteis e pouco investimento, com um orçamento de produção de US$ 5 milhões – menor, inclusive, que seus gastos de marketing. Já o “O Bebê de Bridget Jones” custou US$ 35 milhões e provavelmente o dobro disso em marketing, tamanha a presença do filme na mídia. A estreia no Brasil está marcada para 29 de setembro. O terceiro lançamento da semana, “Snowden”, de Oliver Stone, abriu em 4º lugar, mas não muito distante dos demais, com US$ 8 milhões. Cinebiografia do informante Edward Snowden, que denunciou o programa de espionagem da NSA (Agência de Segurança Nacional) americana, responsável pela vigilância da internet e dos celulares de todos os cidadãos, a produção custou US$ 40 milhões, mas foi econômica em sua divulgação, apostando na repercussão de sua première no Festival de Toronto. O problema é que a crítica não se entusiasmou. O longa teve 58% de aprovação na média do Rotten Tomatoes, bem mais que os 37% de “Bruxa de Blair”, mas bem menos que os 78% do terceiro “Bridget Jones”. Para piorar sua perspectiva de rendimento internacional, “Snowden” não tem previsão de lançamento no Brasil. O terror “O Homem nas Trevas” fecha o Top 5, atingindo uma arrecadação doméstica de US$ 75,3 milhões, que o consolida como o segundo maior sucesso do gênero na América do Norte em 2016 – atrás somente de “Invocação do Mal 2”, com US$ 102,4 milhões nos EUA e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 EUA 1. Sully – O Herói do Rio Hudson Fim de semana: US$ 22 milhões Total EUA: US$ 70,5 milhões Total Mundo: US$ 93,9 milhões 2. Bruxa de Blair Fim de semana: US$ 9,6 milhões Total EUA: US$ 9,6 milhões Total Mundo: US$ 14,5 milhões 3. O Bebê de Bridget Jones Fim de semana: US$ 8,2 milhões Total EUA: US$ 8,2 milhões Total Mundo: US$ 38,1 milhões 4. Snowden Fim de semana: US$ 8 milhões Total EUA: US$ 8 milhões Total Mundo: US$ 8 milhões 5. O Homem nas Trevas Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 75,3 milhões Total Mundo: US$ 107 milhões 6. When the Bough Breaks Fim de semana: US$ 5,5 milhões Total EUA: US$ 22,6 milhões Total Mundo: US$ 22,6 milhões 7. Esquadrão Suicida Fim de semana: US$ 4,7 milhões Total EUA: US$ 313,7 milhões Total Mundo: US$ 718,8 milhões 8. As Aventuras de Robinson Crusoé Fim de semana: US$ 2,6 milhões Total EUA: US$ 6,6 milhões Total Mundo: US$ 27,5 milhões 9. Kubo e as Cordas Mágicas Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 44,2 milhões Total Mundo: US$ 54,6 milhões 10. Meu Amigo, O Dragão Fim de semana: US$ 2 milhões Total EUA: US$ 72,8 milhões Total Mundo: US$ 113 milhões
Emmy premia o melhor da televisão americana neste domingo
A 68ª edição anual da premiação da Academia da Televisão dos EUA, os Emmy Awards, acontece neste domingo (18/9), com transmissão ao vivo pela TV e pela internet. O público brasileiro poderá assistir à premiação dos melhores programas e artistas da televisão americana a partir das 20h (horário de Brasília), em transmissão ao vivo pelo canal pago Warner, que terá tradução instantânea, e também pelo próprio canal do Emmy no YouTube. A cerimônia que anunciará os vencedores contará com apresentação do comediante Jimmy Kimmel (do talk show “Jimmy Kimmel Live!”), que já esteve à frente da premiação de 2012. O que mais chama atenção na seleção dos indicados deste ano é sua qualidade. Após muitos anos de distanciamento do gosto popular e até mesmo da preferência da crítica, a seleção de 2016 sinaliza que a entrada em cena das plataformas de streaming conspirou para elevar o padrão da disputa. Não é que a Netflix e a Amazon sejam favoritas a dominar a premiação, mas suas séries possibilitaram que atrações da TV paga premium (com assinaturas mais caras e padrão mais elevado) deixassem de ser vistas como exceção para se tornar a regra. Não por acaso, três séries premium lideram a lista de indicações: “Game of Thrones”, do HBO, e as antologias “American Crime Story: The People v. O.J. Simpson” e “Fargo”, ambas do FX. Entre as surpresas, está a tardia descoberta de “The Americans”, indicada pela primeira vez em sua 4ª temporada, e de cara a três prêmios, incluindo Melhor Ator e Atriz para Matthew Rhys e Keri Russell. Assim como “The Americans”, outras séries incensadas pela crítica – e já premiadas no Critics Choice Television Awards – surgem pela primeira vez entre as categorias principais, como “Orphan Black”, num merecido reconhecimento à interpretação de Tatiana Maslani, e “Mr. Robot”, vencedora da mais recente edição do Critics Choice, além do Globo de Ouro 2016. Entre as comédias, as produções com mais nomeações foram “Veep” e “Silicon Valley”. Ou seja, o canal pago HBO liderou não só na categoria dramática (com “Game of Thrones”), mas também emplacou as duas comédias mais indicadas. Com a ajuda dos telefilmes “All the Way” e “Confirmation”, o canal se estabeleceu como força dominante do Emmy 2016 e padrão pelo qual se passa a medir a qualidade de uma produção televisiva. Graças a suas antologias, o segundo canal com mais indicações foi o FX, quase empatado com um surpreendente desempenho do serviço de streaming Netflix, que apareceu em 3º lugar, superando todas as redes abertas e os demais canais pagos. Façanha de tirar o chapéu e bastante importante para definir os rumos da “TV” nos próximos anos. Como a televisão é atualmente mais diversificada que o cinema, o Emmy não teve dificuldades em reunir representantes de diferenças raças em sua seleção, passando ao largo da polêmica que sacudiu o Oscar deste ano. Assim, 21 artistas negros aparecem em 16 categorias de atuação (contra 0 no Oscar). E vale observar que essa diversidade não acontece apenas diante das câmeras, com a inclusão de roteiristas e diretores negros. Não só isso, mulheres diretoras e roteiristas também têm seu espaço na disputa. Parte dos troféus deste ano já foram entregues, antecipadamente, no fim de semana passado. E na cerimônia do chamado Emmy das Artes Criativas, os prêmios técnicos, deu “Game of Thrones” disparado, com nove vitórias. Com isso, a série bateu um recorde, tornando-se a produção dramática mais premiada da história do Emmy, com 35 troféus conquistados ao longo de sua carreira. Se vencer mais dois troféus neste domingo, empatará com as comédia “Frasier” como a série mais premiada de todos os tempos. A série do canal pago HBO venceu, inclusive, o principal prêmio “técnico” do Emmy, como Melhor Elenco de Série de Drama. O equivalente de Comédia foi para “Veep”, enquanto “The People v O.J. Simpson: American Crime Story” venceu como Melhor Elenco de Minissérie ou Telefilme. A premiação das artes criativas também reconheceu os Melhores Atores Convidados. Hank Azaria e Margo Martindale venceram em Drama, por suas participações em “Ray Donovan” e “The Americans”, enquanto Peter Scolari e a dupla Tina Fey e Amy Poehler foram os vitoriosos em Comédia, respectivamente por “Girls” e o programa “Saturday Night Live”. Já a categoria de Documentário foi dominada pelo Netflix, que venceu Melhor Série (“Making a Murderer”), Melhor Telefilme (“What Happened, Miss Simone?”) e todos os prêmios técnicos (com “Making a Murderer”). Outras vitórias de destaque incluíram “Archer” como Melhor Série Animada e “Grease Live” como Melhor Especial. A lista completa dos premiados pode ser conferida aqui. Confira abaixo os concorrentes finais deste domingo. INDICADOS AO EMMY 2016 Melhor série dramática The Americans Better Call Saul Downton Abbey Game of Thrones Homeland House of Cards Mr. Robot Melhor atriz em série dramática Claire Danes – Homeland Viola Davis – How To Get Away With Murder Taraji P. Henson – Empire Tatiana Maslany – Orphan Black Keri Russell – The Americans Robin Wright – House of Cards Melhor ator em série dramática Kyle Chandler – Bloodline Rami Malek -Mr. Robot Bob Odenkirk – Better Call Saul Matthew Rhys – The Americans Liev Schreiber – Ray Donovan Kevin Spacey – House of Cards Melhor atriz coadjuvante em série dramática Maura Tierney – The Affair Maggie Smith – Downton Abbey Lena Headey – Game of Thrones Emilia Clarke – Game of Thrones Maisie Williams – Game of Thrones Constance Zimmer – UnREAL Melhor ator coadjuvante em série dramática Jonathan Banks – Better Call Saul Ben Mendelsohn – Bloodline Peter Dinklage – Game of Thrones Kit Harington – Game of Thrones Michael Kelly – House of Cards Jon Voight – Ray Donovan Melhor direção em série dramática Michael Engler por Episódio 9 – Downton Abbey Miguel Sapochnik por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones Jack Bender por “The Door” – Game of Thrones Lesli Linka Glatter por “The Tradition Of Hospitality” – Homeland Steven Soderbergh por “This is All We Are” – The Knick David Hollander por “Exsuscito” – Ray Donovan Melhor roteiro em série dramática Joel Fields e Joe Weisberg por “Persona Non Grata” – The Americans Julian Fellowes por Episódio 8 – Downton Abbey David Beniof e D.B. Weiss por “Battle Of The Bastards” – Game of Thrones Robert King e Michelle King por “End” – The Good Wife Sam Esmail por “eps1.0_hellofriend.mov (Pilot)” – Mr. Robot Marti Noxon e Sarah Gertrude Shapiro por “Return” – UnREAL Melhor série cômica black-ish Master of None Modern Family Silicon Valley Transparent Unbreakable Kimmy Schmidt Veep Melhor atriz em série cômica Julia Louis-Dreyfus – Veep Amy Schumer – Inside Amy Schumer Lily Tomlin – Grace And Frankie Ellie Kemper – Unbreakable Kimmy Schmidt Tracee Ellis Ross – black-ish Laurie Metcalf – Getting On Melhor ator em série cômica Anthony Anderson – black-ish Aziz Ansari – Master of None Will Forte – The Last Man on Earth William H. Macy – Shameless Thomas Middleditch – Silicon Valley Jeffrey Tambor – Transparent Melhor atriz coadjuvante em série cômica Niecy Nash – Getting On Allison Janney – Mom Kate McKinnon – Saturday Night Live Judith Light – Transparent Gaby Hoffmann – Transparent Anna Chlumsky – Veep Melhor ator coadjuvante em série cômica Louie Anderson – Baskets Andre Braugher – Brooklyn Nine-Nine Keegan-Michael Key – Key & Peele Ty Burrell – Modern Family Tituss Burgess – Unbreakable Kimmy Schmidt Tony Hale – Veep Matt Walsh – Veep Melhor direção série cômica Aziz Ansari por “Parents” – Master of None Alec Berg por “Daily Active Users” – Silicon Valley Mike Judge por “Founder Friendly” – Silicon Valley Jill Soloway por “Man On The Land” – Transparent Dave Mandel por “Kissing Your Sister” – Veep Chris Addison por “Morning After” – Veep Dale Stern por “Mother” – Veep Melhor roteiro em série cômica Rob Delaney e Sharon Horgan por Episódio 1 – Catastrophe Aziz Ansari e Alan Yang por “Parents” – Master of None Dan O’Keef por “Founder Friendly” – Silicon Valley Alec Berg por “The Uptick” – Silicon Valley David Mandel por “Morning After” – Veep Alex Gregory e Peter Huyck por “Mother” – Veep Melhor série limitada (minissérie) American Crime Fargo The Night Manager American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Roots Melhor telefilme All The Way Confirmation Luther Sherlock: The Abominable Bride A Very Murray Christmas Melhor atriz em minissérie ou telefilme Sarah Paulson – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Kerry Washington – Confirmation Kirsten Dunst – Fargo Felicity Huffman – American Crime Audra McDonald – Lady Day at Emerson’s Bar & Grill Lili Taylor – American Crime Melhor ator em minissérie ou telefilme Bryan Cranston – All The Way Benedict Cumberbatch – Sherlock: The Abominable Bride Idris Elba – Luther Cuba Gooding Jr. – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Tom Hiddleston – The Night Manager Courtney B. Vance – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou telefilme Melissa Leo – All The Way Regina King – American Crime Sarah Paulson – American Horror Story: Hotel Kathy Bates – American Horror Story: Hotel Jean Smart – Fargo Olivia Colman – The Night Manager Melhor ator coadjuvante em minissérie ou telefilme Jesse Plemons – Fargo Bokeem Woodbine – Fargo Hugh Laurie – The Night Manager Sterling K. Brown – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson David Schwimmer – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson John Travolta – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor roteiro em minissérie ou telefilme Bob DeLaurentis por “Loplop” – Fargo Noah Hawley por “Palindrome” – Fargo David Farr por The Night Manager Scott Alexander e Larry Karaszewski por “From The Ashes Of Tragedy” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson D.V. DeVincentis por “Marcia, Marcia, Marcia” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Joe Robert Cole por “The Race Card” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor direção em minissérie ou telefilme Jay Roach por All The Way Noah Hawley por “Before The Law” – Fargo Susanne Bier por The Night Manager Ryan Murphy por “From The Ashes Of Tragedy” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Anthony Hemingway por “Manna From Heaven” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson John Singleton por “The Race Card” – American Crime Story: The People v. O.J. Simpson Melhor talk show ou programa variedades Comedians In Cars Getting Coffee Jimmy Kimmel Live Last Week Tonight With John Oliver The Late Late Show With James Corden Real Time With Bill Maher The Tonight Show Starring Jimmy Fallon Melhor programa de esquete e variedades Documentary Now! Drunk History Inside Amy Schumer Key & Peele Portlandia Saturday Night Live Melhor especial de variedades Adele Live In New York City Amy Schumer: Live At The Apollo The Kennedy Center Honors The Late Late Show Carpool Karaoke Prime Time Special Lemonade Melhor reality show ou programa de competição The Amazing Race American Ninja Warrior Dancing With The Stars Project Runway Top Chef The Voice Melhor apresentador de reality show Ryan Seacrest – American Idol Tom Bergeron – Dancing With The Stars Jane Lynch – Hollywood Game Night Steve Harvey – Little Big Shots starring Steve Harvey Tim Gunn – Project Runway RuPaul Charles – RuPaul’s Drag Race
Filme inspirado em lenda urbana da banda The Smiths define elenco
A história do garoto que amava The Smiths a ponto de invadir uma rádio armado para exigir que tocassem as músicas da banda vai mesmo virar filme. A produção já definiu o elenco, que irá trazer dois jovens integrantes do elenco de “Boyhood”, Nick Krause e Ellar Coltrane (o próprio “boy”), além da revelação de “American Honey” Sasha Lane, a já veterana adolescente Isabelle Fuhrman (“Jogos Vorazes”) e o fortão Joe Maganiello (“Magic Mike”). Maganiello será o “refém” e é quem está ajudando a tirar o projeto do papel, como produtor executivo. O filme é basicamente uma encenação do hit “Panic” de 1986, em que os Smiths conclamavam seus fãs a enforcarem os DJs das rádios que não tocavam músicas que tinham a ver com suas vidas. Poucos meses depois deste lançamento, a letra inspirou um fã incondicional de 18 anos a tentar invadir uma rádio americana, em Denver, para manter o DJ como refém, obrigando-o a tocar repetidamente as músicas dos Smiths. Com o passar dos anos, esta história ganhou status de lenda urbana e o sequestro radiofônico até inspirou a trama de uma comédia, “Os Cabeça-de-Vento” (1994). Mas, agora, a “lenda real” de 1987 finalmente será mostrada nos cinemas, e com o título de outra música famosa dos Smiths, “Shoplifters of the World”. A verdade, porém, é que há mais lenda que realidade nessa história. Foi o próprio cantor dos Smiths, Morrissey, quem começou a espalhar o mito, contando detalhes em entrevistas e até em sua biografia. Mas, segundo a imprensa de Denver da época, o jovem fã de 18 anos que teria cometido o crime se arrependeu em cima da hora e se entregou para a polícia no estacionamento da rádio. Apesar de armado com um rifle, um LP e sete fitas K7 dos Smiths, ele nunca entrou na emissora, sendo recolhido pela polícia para uma avaliação psiquiátrica. Os policiais acreditavam que só mesmo um louco poderia adorar – naquela época e naquele lugar – aquela banda inglesa obscura, com letras depravadas e ainda por cima liderada por um cantor de inclinação sexual suspeitíssima. O roteiro e a direção da versão lendária do fato real estão a cargo de Stephen Kijak, responsável por documentários musicais sobre os Rolling Stones, Scott Walker e Jaco Pastorius. E, para completar, o projeto conta com a benção de Morrissey, que facilitou a negociação dos direitos das músicas da banda para a produção. As filmagens vão começar no fim do ano. Além deste longa, há outro filme sobre os Smiths em desenvolvimento: uma cinebiografia de Morrissey intitulada “Steven”, com roteiro e direção de Mark Gill, indicado ao Oscar pelo curta “The Voorman Problem” (2011), e estrelada por Jack Lowden (“71: Esquecido em Belfast”) e Jessica Brown Findlay (série “Downton Abbey”).
Denis Villeneuve diz que vai se especializar em sci-fi e gostaria de filmar remake de Duna
O cineasta canadense Denis Villeneuve está entusiasmado com a ficção científica. Após ganhar destaque em Hollywood pelos thrillers “Os Suspeitos” (2013) e “Sicario: Terra de Ninguém” (2015), ele arrancou diversos elogios no Festival de Veneza com sua primeira sci-fi, “A Visita”, e já começou a trabalhar em outra produção do gênero, nada menos que a continuação do clássico “Blade Runner” (1982). Mas não é só. Em entrevista ao site da revista Variety, Villeneuve revelou que pretende seguir no gênero, que é sua verdadeira paixão cinematográfica. Inclusive, revelou que seu sonho é fazer um versão definitiva de “Duna”, clássico sci-fi do escritor Frank Herbert, que já foi filmado por David Lynch em 1984, com um elenco que tinha Kyle MacLachlan, Patrick Stewart, Linda Hunt, Max von Sydow e até o cantor Sting. Enquanto esse sonho não sai do papel, ele diz já ter outras duas ideias dentro do gênero, que pretende filmar após a continuação, ainda sem título, de “Blade Runner”. Sua primeira sci-fi, “A Chegada”, com Amy Adams, Jeremy Renner e Forest Whitaker, estreia nos cinemas brasileiros no dia 9 de fevereiro.
Deadpool entra na Guerra Civil e zoa Homem-Aranha em vídeo perfeito criado por fã
Os fãs estão sempre produzindo mash-ups no YouTube, mas de vez em quando o resultado se revela tão bom que vale a pena divulgar. É o caso de um vídeo em que Deadpool é inserido no meio do conflito de “Capitão América: Guerra Civil” e tem um diálogo com o Homem-Aranha. A montagem dos dois filmes é perfeita, rendendo uma interação convincente, que mantém as características dos personagens e continuidade entre fundos e valores de produção, embora “Deadpool” seja um lançamento da Fox e “Capitão América” pertença à Disney. Apesar de curto, o vídeo ainda tem uma “cena extra”, tirada inteiramente do longa do Capitão América, para se autorreferenciar. O vídeo foi criado por Redditor –zach–, que, por sua vez, usou um GIF criado por outro Redditor, /u/riceandnori.
Chloë Moretz sai de A Pequena Sereia e cancela todos os filmes que faria para reavaliar a carreira
Há poucos dias, a atriz Chloë Grace Moretz revelou, em entrevista ao site The Hollywood Reporter, que iria cancelar todos seus contratos, tirando um tempo para reavaliar sua carreira. Muitos noticiaram que ela iria parar de filmar. Alguns até cravaram sua aposentadoria aos 19 anos de idade! Mas a explicação não tardou. Durante o Festival de Toronto, ela contou que a decisão não foi tão radical. Ela resolveu fazer autocrítica, após perceber que estava emendando um filme no outro, alguns sem tanta qualidade e tendo como critério principal a possibilidade de as produções se tornarem sucesso nas bilheterias. Isto a levou a uma crise, pois não foi por isso que tinha começado a atuar. A decisão de cancelar os contratos seria uma forma de zerar tudo, reencontrar o foco e selecionar apenas o que realmente lhe interessar. “Não é exatamente um tempo. Eu apenas estou me tornando mais exigente e minuciosa com os papéis que eu escolho. Acho que, como ator, você tem a grande oportunidade de se encontrar através de personagens que você escolhe. Acho que é a minha hora de descobrir quem eu sou, o que eu quero e o que a indústria significa para mim”, disse a jovem ao canal americano E!. Essa decisão da atriz foi tomada logo após o fim das gravações de três filmes que ela rodou em sequência, os dramas “Brain on Fire” e “Insana” e o suspense “November Criminals”. E, sim, afeta a produção da versão com atores de “A Pequena Sereia”, que ela iria estrelar. “Percebi que não preciso estar filmando sem parar, que posso colocar o pé no freio e me divertir como alguém de 19 anos”, ela comentou. Além disso, ela quer se dedicar mais à produção e já está desenvolvendo duas séries. Sem esquecer que vai aproveitar a abertura de um tempo em sua agenda para se dedicar a apoiar a campanha presidencial de Hillary Clinton. Apesar de ainda muito jovem, Chloë Grace Moretz já atuou em mais de 50 filmes, possuindo uma filmografia maior do que a de muitos astros veteranos famosos. A reavaliação na carreira acontece no momento em que ela decidiu também ficar solteira. Ela vinha namorando desde 2014 o adolescente Brooklyn Beckham, filho de Victoria e David Beckham, que tem apenas 17 anos. Os dois somente oficializaram o namoro em maio desse ano, mas o relacionamento chegou ao fim há poucas semanas.
The Walking Dead: 25 cartazes revelam imagens das novas comunidades da 7ª temporada
O canal pago americano AMC divulgou uma coleção com 25 banners da 7ª temporada de “The Walking Dead”, que destacam alguns detalhes das comunidades formadas pelos sobreviventes do holocausto zumbi. Há o conhecido muro de Alexandria e outras imagens características da fortificação que abriga o grupo de Rick (Andrew Lincoln), fotos de Hilltop, onde mora Jesus (Tom Payne), mas também de duas comunidades ainda não vistas. As cenas macabras identificam o Santuário, que é liderado por Negan (Jeffrey Dean Morgan), enquanto as fotos de lanças e o cetro pertencem ao Reino, comandado por Ezekiel (Khary Payton), que ainda não apareceu na série. As fotos também servem para alimentar o tom de mistério e suspense em torno do sétimo ano da série, que vai começar revelando quem foi a vítima de Negan, no instante final da temporada passada. A 7ª temporada de “The Walking Dead” estreia no dia 23 de outubro. No Brasil, a série tem estreia praticamente simultânea pelo canal pago Fox.
Diretor de Napoleon Dynamite vai filmar Bater ou Correr 3
A MGM contratou o diretor Jared Hess (“Napoleon Dynamite”) para comandar o terceiro “Bater ou Correr”. Caso os leitores precisem de ajuda para lembrar, já que o último filme da “franquia” passou há 13 anos, “Bater ou Correr” é uma comédia western de 2000, que junta os atores Jackie Chan e Owen Wilson. Para ajudar ainda mais: é basicamente “A Hora do Rush”, só que com cowboys. No primeiro filme, dirigido por Tom Dey (“Armações do Amor”), Chan vive um guarda imperial chinês que precisava resgatar uma princesa com a ajuda de um ladrão de trens interpretado por Wilson. No segundo, “Bater ou Correr em Londres”, sob o comando de David Dobkin (“Penetras Bons de Bico”), a dupla luta contra um grupo criminoso que assassinou o pai do personagem de Chan. Nenhum deles foi um estouro comercial. Juntos, os filmes arrecadaram US$ 187 milhões nas bilheterias mundiais. Segundo o site da revista The Hollywood Reporter, o terceiro longa vai se chamar “Shanghai Dawn” (título original). Detalhes sobre a nova trama ainda não foram revelados, mas a história foi novamente concebida por Miles Millar e Alfred Gough (criadores das séries “Smallville” e “Into the Badlands”), dupla que assinou as duas tramas anteriores, mas roteirizada pelos estreantes Theodore Riley e Aaron Buchsbaum. Antes disso, o diretor Jared Hess lança outra parceria com Owen Wilson: Gênios do Crime, comédia que ainda inclui no elenco Zach Galifianakis e Kristen Wiig, com estreia marcada para 29 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Matar ou Morrer será o próximo clássico a sofrer remake de Hollywood
Satisfeita com o fracasso épico de “Ben-Hur”, Hollywood já agendou seu próximo remake. Segundo o site da revista Variety, o estúdio Relativity adquiriu os direitos do clássico western “Matar ou Morrer” (1952) para uma refilmagem, que está sendo chamada de “modernização” da história. “‘Matar ou Morrer’ é um dos mais icônicos filmes de todos os tempos. Estou honrado em fazer parte da modernização desta história e trazê-la para novas gerações”, declarou o presidente da Relativity, Dana Brunetti. Dirigido por Fred Zinnermann, “Matar ou Morrer” trazia Gary Cooper como o xerife respeitado de uma cidadezinha, que está se aposentando quando recebe a notícia de que Frank Miller (Ian MacDonald), um bandido que tinha prendido, estava em liberdade e chegando de trem com seu bando para acertar contas. Diante da ameaça, toda a cidade dá as costas ao xerife, deixando-o sozinho para enfrentar a ameaça, que chega pontualmente ao meio-dia, diante do desespero da mocinha (Grace Kelly). Cooper venceu o Oscar pelo papel e a produção ainda conquistou as estatuetas de Melhor Trilha Sonora, Canção Original e Edição. Mas nem todos gostaram. Consta que o astro John Wayne e o diretor Howard Hawks ficaram tão furiosos com o filme, que era “antiamericano” por retratar um xerife medroso e uma população covarde, que resolveram recontar sua própria versão da história, e até hoje os fãs do gênero debatem qual é a melhor obra, “Matar ou Morrer” ou “Onde Começa o Inferno” (1959). Claro que há uma rica história de bastidores por trás dessa disputa, envolvendo o roteirista de “Matar ou Morrer”, Carl Foreman, que o macho John Wayne enviou para a lista negra dos comunistas de Hollywood. Muitos veem “Matar ou Morrer” como uma alegoria daquela época, quando Hollywood deu as costas a seus membros, que estavam sendo caçados por políticos ameaçadores e escorraçados da “cidade”. O filme sobre os bastidores dessa guerra de versões seria interessantíssimo. Já o remake de “Matar ou Morrer”…
Agents of SHIELD: 4ª temporada terá ligações com o filme do Doutor Estranho
A 4ª temporada de “Agents of SHIELD” terá ligações com o próximo filme da Marvel, “Doutor Estranho”. A revelação foi feita em entrevista dos produtores à revista Entertainment Weekly. “Nossas ligações com o cinema às vezes são temáticas e às vezes diretas, com participações. Nesse caso, será algo mais voltado a uma reflexão que o filme faz do que uma intervenção na trama”, disse a produtora Maurissa Tancharoen. “Algumas questões que apresentaremos antes da estreia de ‘Doutor Estranho’ serão respondidas no filme e continuarão a ser exploradas depois”. Segundo o produtor Jed Whedon, isto significa que a série vai explorar mais a magia, mas “também questões científicas que vêm junto com isso”. A estreia de “Doutor Estranho” já tinha sido citada anteriormente pelos produtores para justificar a inclusão do “Motoqueiro” Fantasma na série. “Com ‘Doutor Estranho’ chegando esse ano, o Universo Marvel está entrando em novas águas. Nós sentimos que esse era obviamente um grande personagem que gostaríamos de ver em nossa série, e que preenche essa vaga”, disse Whedon na San Diego Comic-Con. A 4ª temporada de “Agents of SHIELD” estreia em 20 de setembro na rede americana ABC. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Sony.
Sofía Vergara posta foto vestida como Mulher Maravilha para “projeto secreto”
A atriz Sofía Vergara postou no seu Instagram uma foto vestida de Mulher Maravilha, acompanhada da descrição: “Projeto secreto”. Imagina-se que a fantasia faça parte de um dos episódios da 8ª temporada de série “Modern Family”, mas sempre pode acontecer uma surpresa. Um detalhe curioso é que a Sofía é casada com Joe Manganiello, que pode enfrentar a Mulher Maravilha (Gal Gadot) no filme da “Liga da Justiça”. Ele foi confirmado como o vilão Exterminador, que aparecerá pelo menos no filme solo do Batman (Ben Affleck).
Liga da Justiça: Veja a primeira foto de J.K. Simmons como o Comissário Gordon
O diretor Zack Snyder postou, em seu Twitter, a primeira foto do ator J.K. Simmons (“Whiplash”) como o Comissário Gordon em “Liga da Justiça”. Em preto e branco, a foto traz Simmons diante de um imenso Batsinal. O filme que vai juntar Superman (Henry Cavill), Batman (Ben Affleck), Mulher Maravilha (Gal Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Ciborgue (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller) foi escrito por Chris Terrio e está sendo dirigido por Zack Snyder (ambos de “Batman vs Superman”), visando uma estreia em novembro de 2017.
Fofoca: Cara Delevingne estaria apaixonada por Margot Robbie
A fofoca mais apelativa da semana veio da revista americana Star. A publicação que inventa e aumenta afirmou que a modelo e atriz Cara Delevingne se apaixonou por Margot Robbie durante as filmagens de “Esquadrão Suicida”. Até aí, quem não se apaixonou por sua interpretação de Arlequina? Segundo uma fonte da Star, as duas supervilãs – Cara viveu Magia no filme – andam superboazinhas uma com a outra. Elas se tornaram amigas íntimas e estão constantemente saindo juntas, inclusive combinando roupas. E aí vem o veneno. Noite dessas, Cara e Robbie participaram de uma festa e a modelo inglesa ignorou completamente as mensagens que recebeu de sua namorada, a cantora St. Vincent,. “Alguma coisa está rolando ali”, disse a fonte da publicação sobre a proximidade entre as duas atrizes. Haja Redbull para a imaginação ganhar tantas asas.












