PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Filme

    Kleber Mendonça Filho diz que manterá Aquarius na disputa por uma vaga ao Oscar

    25 de agosto de 2016 /

    É oficial. O diretor Kleber Mendonça Filho disse que manterá a inscrição de “Aquarius” na disputa pela vaga brasileira no Oscar 2017. O cineasta pernambucano não vai aderir ao protesto que ele próprio incentivou, ao insinuar-se perseguido politicamente, e que culminou na desistência de dois de seus concorrentes, “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro, e “Mãe Só Há Uma”, de Anna Muylaert. Mascaro e Muylaert anunciaram a retirada de seus filmes em solidariedade a Filho, que estaria sofrendo retaliações, após denunciar que “O Brasil não é mais uma democracia”, com placas contra um “golpe de estado” no país, durante o Festival de Cannes. Filho, porém, assumiu que não tem intenção de realizar o mesmo gesto. “Tenho interesse em ver o processo se completar dentro das regras democráticas”, ele afirmou ao jornal Folha de S. Paulo. Assim, se valerá da vantagem de não contar com dois de seus concorrentes mais destacados para tentar conquistar a vaga. E só não terá o caminho mais facilitado porque outros diretores optaram por não servir de tapete vermelho para seu “interesse”. Os três diretores e Roberto Berliner, que também mantém “Nise: No Coração da Loucura” na competição, protestam contra a inclusão do crítico Marcos Petrucelli na comissão que escolherá o candidato brasileiro ao Oscar. Para eles, é inadmissível que o jornalista tenha sido escolhido após emitir opinião contrária à manifestação de Filho e da equipe de “Aquarius” em Cannes, e assim decidiram denunciar a “imparcialidade questionável” da comissão, no dizer de Mascaro. É importante lembrar que os mesmos defensores da imparcialidade desta comissão do Ministério da Cultura, que perseguem e atacam um jornalista exclusivamente por conta de suas opiniões, não realizaram qualquer tipo de manifestação quando “Lula, o Filho do Brasil” foi vergonhosamente escolhido como representante do Brasil ao Oscar em 2010, em pleno governo Lula. Uma falta de ética como nunca se viu antes na história deste país. “Acho incrível o que [Mascaro e Muylaert] fizeram”, disse Filho à Folha de S. Paulo. “O governo interino não tem familiaridade com a área da cultura e com a forma como nós somos unidos.” Curiosamente, esta união parece ter limites, já que o incentivador não pretende pular no mesmo abismo, após ver a concorrência pular sozinha, de forma inocente e muito útil, por sinal. Por sua vez, o Ministério da Cultura emitiu um comunicado, reiterando sua “confiança na comissão de seleção do filme” e na “isenção do processo de escolha”. “A comissão é formada por nomes de reconhecida reputação e conhecimento técnico, que passaram, inclusive, pelo crivo da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Destaca-se que a seleção do filme representante será feita à margem de critérios de natureza política, sendo inócua a criação de ambiente de pressão ou constrangimento com vistas a favorecer ou prejudicar qualquer produção. Passada a etapa de seleção, o Ministério estará engajado na torcida para que nosso filme figure entre os cinco finalistas.”

    Leia mais
  • Filme

    Joseph Gordon-Levitt, astro do filme Snowden, dirige curta estrelado pelo próprio Edward Snowden

    25 de agosto de 2016 /

    O ator Joseph Gordon-Levitt, que estrela o vindouro filme “Snowden”, também dirigiu um curta estrelado pelo próprio Edward Snowden, como parte de seu projeto de produção coletiva Hitrecord. O vídeo traz o ex-espião falando sobre o impacto que a tecnologia pode ter no futuro e na democracia. Mas o que inicia como resposta a uma pergunta ganha outra conotação na pós-produção, com animações criativas, que ilustram e completam o depoimento do símbolo-vivo da defesa da privacidade no mundo contemporâneo O filme em que Gordon-Levitt vive Snowden vai estrear em 22 de setembro no Brasil, com roteiro de direção de Oliver Stone (“Selvagens”). Here is the short film I directed feat. Edward @Snowden..https://t.co/JIsGGjtG45 — Joseph Gordon-Levitt (@hitRECordJoe) August 23, 2016

    Leia mais
  • Série

    Narcos: Vídeo antecipa estreia da 2ª temporada, irritando Pablo Escobar

    25 de agosto de 2016 /

    A plataforma de streaming Netflix “antecipou” a estreia da 2ª temporada de “Narcos” com a exibição dos primeiros 12 minutos do primeiro episódio. Divulgado como uma transmissão pirateada, o vídeo é subitamente interrompido ao final por Wagner Moura, que, caracterizado como Pablo Escobar, avisa em espanhol que ninguém rouba dele! Com produção do cineasta José Padilha, a série também é estrelada pelos atores Boyd Holbrook e Pedro Pascal, nos papéis dos agentes Steve Murphy e Javier Peña, do Departamento de Narcóticos dos EUA. Todos os 10 episódios da 2ª temporada estreiam mundialmente no dia 2 de setembro no Netflix.

    Leia mais
  • Filme

    Britney Spears terá a vida transformada em telefilme

    25 de agosto de 2016 /

    O canal pago americano Lifetime anunciou que vai transformar a vida da cantora pop Britney Spears num telefilme. Intitulado “Britney”, o projeto será estrelado pela australiana Natasha Bassett (“Ave, César!”) e, no padrão sensacionalista que caracteriza as produções do canal, vai se concentrar em sua fama meteórica no final dos anos 1990, na conturbada vida privada, na relação com Justin Timberlake, nos momentos de loucura e em sua inevitável decadência. Claro que o final sempre pode ser reescrito, já que a cantora vai lançar seu nono álbum, “Glory”, nesta sexta-feira (26/8), e no domingo cantará na cerimônia de entrega do MTV Video Music Awards.

    Leia mais
  • Filme

    Hacker promove novo ataque racista e sexista contra Leslie Jones

    25 de agosto de 2016 /

    O site da atriz Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”) sofreu um ataque de hacker na tarde de quarta-feira (24/8). Ele foi invadido e passou a mostrar fotos da atriz e comediante nua, além de informações pessoais, como passaporte e carteira de motorista. A página www.justLeslie.com foi em seguida tirada do ar. De acordo com a imprensa americana, o site teria sido acessado através do celular pessoal da atriz ou de sua conta do iCloud, que permite que usuários armazenem fotos e outros conteúdos on-line e acessem isso de qualquer aparelho da Apple. Representantes da Apple e o agente de Leslie Jones não responderam aos pedidos de entrevista. Entre as imagens publicadas no site da atriz, segundo a imprensa, havia um vídeo de Harambe, o gorila morto pelo zoológico de Cincinnati depois que um menino de 3 anos caiu na sua jaula em maio. Em julho, Leslie Jones já tinha sofrido um ataque racista violento no Twitter, que a fez considerar deixar a rede social. Ela acabou voltando atrás, usando o Twitter para torcer pelo Team USA nas Olimpíadas do Rio – foram 1,704 tuítes que geraram 276 milhões de impressões – e agora o mesmo Twitter se manifesta com posts de apoio à atriz. “Esses atos contra Leslie Jones… São revoltantes. É racista & sexista. Isso é crime de ódio. Isso não são ‘garotos brincando’, tuitou o músico Questlove Gomez, baterista da banda The Roots, que toca no talk show americano “Late Night with Jimmy Fallon”.

    Leia mais
  • Filme

    Anna Muylaert retira Mãe Só Há Uma da disputa pela vaga brasileira no Oscar 2017

    25 de agosto de 2016 /

    A diretora Anna Muylaert revelou que pretende seguir o gesto de Gabriel Mascaro e também retirar seu filme “Mãe Só Há Uma” da disputa pela indicação do Brasil à categoria de Melhor Filme Estrangeiro no Oscar 2017. Mascaro retirou “Boi Neon” para prestar solidariedade ao filme “Aquarius”, num protesto à parcialidade – ou “imparcialidade questionável”, como se expressou – com que o processo seletivo estaria sendo conduzido. A razão para as duas desistências seria a inclusão do crítico paulista Marcos Petrucelli na comissão do Ministério da Cultura que escolherá o representante brasileiro. Ele virou alvo por discordar da postura política e igualmente pública do diretor Kleber Mendonça Filho, de “Aquarius”. Com isso, já são dois cineastas que tomam para si a decisão que não foi tomada por Kleber Mendonça Filho, que se diz perseguido após a photo-op do Festival de Cannes para denunciar que “O Brasil não é mais uma Democracia”, devido a um “golpe de estado” – o processo de Impeachment de Dilma Rousseff. Em nome da defesa da liberdade de expressão da equipe de “Aquarius”, Muylaert, Mascaro e Filho lançam assim um inacreditável movimento contra a liberdade de expressão de um crítico, que discordou do uso político de verbas públicas no protesto realizado em Cannes. Como o próprio Filho assumiu, seu filme foi realizado com verbas incentivadas e sua viagem à França financiada pelo Programa de Apoio à Participação de Filmes Brasileiros em Festivais Internacionais e de Projetos de Obras Audiovisuais Brasileiras em Laboratórios e Workshops Internacionais, da Ancine. A propósito, estas são as frases do crítico, publicadas em seu Facebook, que geraram a polêmica. “Vergonha é o mínimo que se pode dizer sobre a equipe e o elenco de ‘Aquarius’”, ele opinou na data do protesto com os cartazes em Cannes. Cinco dias depois, quando saiu o anúncio dos vencedores, ele completou: “Então foi assim: filme feito com dinheiro público vai a Cannes representar o Brasil e não leva prêmio algum. Ou seja, a mentira sobre o suposto golpe no País por meio de frases em papel A4 no tapete vermelho não adiantou muito além de expor o Brasil ao ridículo.” Aparentemente, três dos nossos cineastas mais brilhantes acharam ruim que um dos eleitores do representante do Brasil no Oscar tenha feito o que se espera de sua profissão: um comentário crítico. Ou, de forma reducionista, manifestado-se publicamente a respeito de uma manifestação pública. Trata-se de um ataque mal-disfarçado à liberdade de expressão e opinião, a ponto de visar até o símbolo máximo da democracia: o direito ao voto. Não querem que um crítico vote, porque não gostarão de seu voto. É isso, simplesmente. “Achamos que este é o ano de ‘Aquarius’. É o filme certo”, disse Muylaert ao jornal Folha de S. Paulo, num prato cheio para quem gosta de teorias de conspiração e já delira com Kleber Mendonça Filho segurando placas de “Yankees Go Home” no tapete vermelho do Oscar 2017. Além da dupla de cineastas desistentes, o diretor e produtor mineiro Guilherme Fiúza Zenha, um dos nove integrantes da comissão do governo, também anunciou que não irá mais participar do comitê “por questões pessoais”. Procurado, o diretor de “O Menino no Espelho” (2014) disse que não falaria com a imprensa. Mas é pouco provável que muitos outros se juntem a eles. Ouvidos pela Folha de S. Paulo, os diretores de alguns dos filmes concorrentes mantiveram a postura de disputar a vaga. E encontram o caminho menos apinhado, com a saída de “Boi Neon” e “Mãe É Só Uma” do páreo. “Por que tirar o filme? Acredito nele. Respeito a atitude [dos outros diretores], mas não pretendo retirar. A decisão é do comitê”, disse Afonso Poyart, de “Mais Forte que o Mundo – A História de José Aldo”. Ele é ecoado pelo diretor David Schurmann, para quem seu filme “Pequeno Segredo” “tem uma temática que pode interessar ao Oscar”. “Investimos muito tempo e paixão para fazer um filme tecnicamente impecável e emocionante”, resumiu. Já Roberto Berliner decidiu manter “Nise: No Coração da Loucura”, mas não sem emitir um comunicado de solidariedade a Filho, dizendo que compartilha “das mesmas posições políticas”, sem esquecer de atacar o crítico em questão por suas “declarações infelizes” – em defesa da “liberdade de expressão”, é claro – , e incluindo até a um anedótico “Fora Temer!” no texto. Fazendo a ressalva que Muylaert e Mascaro preferiram ignorar, Berliner lembrou do respeito que deve “à equipe do filme, aos milhares de espectadores, aos outros jurados e demais concorrentes”, salientando a “confiança no filme que fizemos e pela importância de levar essa história ao conhecimento do maior público possível”. Mas completa propondo escorraçar o crítico da comissão, numa celebração de totalitarismo – ou, pelo menos, falta de capacidade de convívio democrático. Afinal, como se chama mesmo quem busca enquadrar opositores, calar os dissidentes e buscar impedir o direito de votar? De todo modo, o “martírio” dos colegas está sendo tratado, até aqui, com mesquinharia por Filho, que tem se aproveitado das desistências para reforçar sua posição na eleição e aparecer ainda mais na mídia. Após a desistência de Mascaro e Muylaert, em solidariedade à perseguição que o cineasta estaria sofrendo – e isto inclui a classificação etária elevada de seu filme – , ele mantém “Aquarius” na disputa.

    Leia mais
  • Filme

    Joseph Fiennes será líder de um futuro distópico em nova série sci-fi

    25 de agosto de 2016 /

    O ator Joseph Fiennes (“Ressurreição”) vai estrelar a nova série sci-fi “The Handmaid’s Tale”, produção do serviço de streaming Hulu que tem tudo para dar o que falar. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele terá o papel do Comandante Fred Waterford, um dos fundadores de uma sociedade distópica. Baseada no livro de Margaret Atwood, traduzido no Brasil como “O Conto da Aia” e já filmado em 1990 como “A Decadência de uma Espécie”, a trama acompanha uma sociedade futurista e fundamentalista que, diante de desastres ambientais e uma taxa de natalidade em queda, passa a explorar as mulheres como propriedade do estado. O elenco traz Elizabeth Moss como a protagonista feminina, Offred, forçada à servidão sexual para, na condição de uma das últimas mulheres férteis, cumprir seu papel na repopulação do planeta. Assim, ela é forçada a transitar entre comandantes, suas esposas cruéis e outros tipos perigosos, lidando com todos com um objetivo em mente: encontrar a filha que lhe tiraram. Para isso, conta com a ajuda de sua melhor amiga, vivida por Samira Wiley (série “Orange Is the New Black”), que está passando pelo mesmo tipo de treinamento e que serve como conexão de Offred com uma vida anterior a todo essa humilhação. Max Minghella (“Amaldiçoado”), Madeline Brewer (série “Hemlock Grove”) e Ann Dowd (série “The Leftovers”) completam o elenco confirmado até aqui. A adaptação está sendo desenvolvendo por Bruce Miller (roteirista da série “The 100”) para uma estreia em 2017 no Hulu.

    Leia mais
  • Filme

    Pets – A Vida Secreta dos Bichos é a maior estreia de uma boa semana para ir ao cinema

    25 de agosto de 2016 /

    A programação dos cinemas está bem animada nesta semana. A animação “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” é a maior estreia, mas todas as opções oferecem bom entretenimento. São menos lançamentos, mas melhores que a média do ano. Cinco filmes capazes de agradar diferentes faixas etárias, e quatro deles com distribuição ampla. “Pets – A Vida Secreta dos Bichos” chega ao Brasil em 1.105 salas (das quais 583 são telas 3D e sete IMAX), mais de um mês após quebrar recorde de estreia nos EUA. Trata-se de novo acerto da Illumination, o estúdio de “Meu Malvado Favorito” (2010) e “Minions” (2015). Com 76% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a animação imagina como é o cotidiano dos bichos de estimação, quando os donos os deixam sozinhos em casa, e extrapola a premissa para uma aventura nas ruas perigosas da cidade grande. Os personagens são fofos, a história envolvente e as piadas mais engraçadas que as comédias atuais. Apesar da concentração de telas pelo título de censura livre, os suspenses “Águas Rasas” e “Nerve – Um Jogo sem Regras” também chegam aos principais shoppings do país com boa distribuição – respectivamente, em 393 e 322 salas. Ambos investem na tensão, mas o primeiro, que gira em torno de uma surfista (Blake Lively, de “A Incrível História de Adaline”) atacada por tubarão, é mais efetivo. A premissa simples esconde um thriller excepcional, que rendeu os mesmos 76% de “Pets” no Rotten Tomatoes. Mais complexo, “Nerve” busca inspiração no vício das redes sociais e games online para colocar sua protagonista (Emma Roberts, da série “Scream Queens”) num jogo movido a adrenalina, que tende a terminar de forma fatal. Mesmo com alguns furos no roteiro, alcançou 61% de aprovação. A nova comédia de Woody Allen, “Café Society”, estreia em 112 salas. E é um dos bons filmes do velho mestre, que vem encantando desde sua première na abertura do Festival de Cannes. Aprovado por 70% da crítica americana, a produção também é um novo exercício de nostalgia do cineasta, que usa seu alter-ego, desta vez vivido por Jesse Eisenberg (“Batman vs. Superman”), para visitar o glamour da era de ouro de Hollywood e a época do Café Society nova-iorquino – nome dado tanto a um nightclub quanto à geração elegante que passou a se reunir com os amigos e realizar festas em lugares públicos no começo do século 20. Kristen Stewart (“Acima das Nuvens”) e novamente Blake Lively representam as atrações exercidas por cada um desses estilos de vida. Único lançamento com distribuição limitada, a comédia francesa “Lolo – O Filho da Minha Namorada” alcança apenas 23 telas e a menor cotação entre a crítica nos EUA – 50%. Escrito, dirigido e estrelado por Julie Delpy (da trilogia “Antes do Amanhecer”) com boa dose de humor negro, mostra como um filho mimado (Vincent Lacoste, de “O Diário de Uma Camareira”) é capaz de sabotar o namoro de sua mãe. O resultado é uma comédia romântica pouco convencional e pouco verossível, mas perspicaz em sua perspectiva feminina.

    Leia mais
  • Filme

    Monolith: Minissérie da DC Comics vai virar filme com produção do diretor de Deadpool

    24 de agosto de 2016 /

    Outra adaptação da DC Comics, a minissérie “Monolith”, vai virar filme. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto será produzido por Tim Miller, o diretor de “Deadpool”, e marcará a estreia na direção de Dan Wilson, seu parceiro na produtora de efeitos visuais Blur Studios. Wilson já trabalhou com super-heróis antes, tendo desenvolvido alguns dos efeitos vistos em “Vingadores: A Era de Ultron” (2015). O roteiro também está sendo escrito por um novato, Barnett Brettler (“20 Mississippi”), que recentemente tentou emplacar uma nova adaptação do velho herói pulp “Allan Quartermain”. “Monolith” é uma versão moderna e em quadrinhos do mito do Golem. Criada por Jimmy Palmiotti e Justin Gray, a publicação acompanha Alice Cohen, uma jovem judia que, enquanto lida com seu vício de drogas, herda a casa de sua avó, no Brooklyn. Lá, ela encontra um diário que narra uma história de injustiça nos anos 1930 e como sua avó ajudou a criar um monstro obstinado para realizar sua vingança. O detalhe é que o monstro permanece ativo e faz parte da sua herança. Os quadrinhos chegaram a incluir participação de Batman e concluíram a história após 12 edições, revelando a verdadeira identidade do Golem. Ao contrário das demais adaptações da DC Comics, “Monolith” não será uma produção da Warner, mas da Lionsgate. Ainda não há cronograma de produção nem previsão para sua estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Diretor de Identidade Bourne filmará Liga da Justiça Sombria, grupo de heróis sobrenaturais da DC Comics

    24 de agosto de 2016 /

    O cineasta Doug Liman, responsável por sucessos como “Identidade Bourne” (2002), “Sr. e Sra. Smith” (2005) e “No Limite do Amanhã” (2014), foi contratado pela Warner para dirigir “Dark Universe”, filme baseado nos personagens sobrenaturais dos quadrinhos da “Liga da Justiça Sombria”, da DC Comics. A informação é do site da revista Variety. Na prática, ele trocou a Marvel pela DC, pois precisou abandonar o projeto do filme solo de “Gambit”, personagem do universo dos “X-Men”, que seria estrelado por Channing Tatum (“Anjos da Lei”) para a 20th Century Fox. Detalhes sobre a trama de “Dark Universe” não foram divulgados, nem se o estúdio aproveitará o roteiro escrito em 2014 pelo diretor Guillermo Del Toro (“A Colina Escarlate”), que passou um bom tempo desenvolvendo o projeto. Segundo a Variety, o texto está sendo escrito por Michael Gilio, que escreveu e dirigiu um único filme em 2001, a comédia indie “Kwik Stop”. Se a premissa de Del Toro for parcialmente seguida, o filme terá John Constantine como o personagem principal, além de incluir o Monstro do Pântano, o demônio Etrigan, a maga Zatanna, o fantasma Desafiador e o espírito Espectro. “Na trama, Constantine está basicamente tentando recrutar os demais”, revelou del Toro em entrevista de 2014. “O Monstro do Pântano está em paz com quem é, mas o Desafiador ainda tenta descobrir quem o matou”, completou, referindo-se à origem do personagem nos quadrinhos – o Desafiador (Deadman) é o fantasma de um trapezista de circo, que foi assassinado. Além disso, a história incorporaria o passado de Jason Blood, a forma humana do demônio Etrigan. “Liga da Justiça Sombria” também vai ganhar um longa animado da Warner, que será lançado em Blu-ray ainda este ano, com dublagem de Matt Ryan, o intérprete televisivo de John Constantine. Liman está atualmente trabalhando na pós-produção do narco-thriller “American Made”, com Tom Cruise (“Missão Impossível”), e o drama de guerra “The Wall”, com Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: A Era de Ultron”).

    Leia mais
  • Filme

    Stan Lee e James Gunn são convocados para defender escolha de Zendaya como Mary Jane

    24 de agosto de 2016 /

    Uma década após Keanu Reeves ser criticado por não ser loiro e britânico, ao estrelar “Constantine” (2005), as características físicas dos personagens de quadrinhos são cada vez menos levadas em conta pelos diretores de casting de Hollywood. Depois do Tocha Humana negro – e vários outros personagens originalmente brancos – é a vez de Mary Jane Watson, a icônica ruiva da vida do Homem-Aranha, ser interpretada por uma atriz negra, Zendaya (série “No Ritmo”). Hollywood é mesmo consistente em reprisar seus erros, veja-se a quantidade de remakes fracassados que lança todo o ano. A discussão sobre a alteração racial dos personagens de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” – além de Mary Jane, os colegas de escola de Peter Parker, como Flash Thompson, Ned Leeds e Liz Allen, serão todos negros – já domina as redes sociais. Mas a polêmica podia ser evitada, pois reprisa a discussão do Tocha Humana negro e até da Mulher-Invisível latina, do “Quarteto Fantástico” de 2005. Há quem defenda que os fãs estão errados. Que meio século de quadrinhos não devam ser levados em consideração. E que é bacana decepcionar quem lê os gibis, porque… sabe-se por qual lógica de mercado, acreditam que o consumidor nunca tem razão. Vai ver que é por isso que todos os filmes em que Hollywood apostou contra os fãs se provaram fracassos de bilheteria. É certo que o subtítulo “De Volta ao Lar” (Homecoming) já soa como propaganda enganosa, pois não há sensação alguma de retorno a ambiente conhecido com um elenco tão diferente dos personagens clássicos. Diante da rejeição, a Marvel já começou a seguir a dica da Sony, sua parceira na produção, que enfrentou o mesmo problema de relações públicas com sua versão feminina de “Os Caça-Fantasmas” – taí outra prova da reincidência de Hollywood. Para começar, já explora a tática de que é racismo não aprovar o elenco negro do filme – como era machismo achar que “Caça-Fantasmas” não tinha graça… O segundo capítulo do manual dos spin doctors é escalar porta-vozes influentes para defender a escolha considerada equivocada. Os primeiros funcionários da Marvel convocados para a missão foram Stan Lee, criador do Homem-Aranha, e James Gunn, diretor de “Guardiões da Galáxia”. Stan Lee deu sua declaração dizendo não é contra Zendaya viver Mary Jane. “Se ela for uma boa atriz, como eu tenho escutado que é, ela vai se sair muito bem”, disse, de forma suscita. Mas James Gunn preferiu ir além, defendendo o marketing estilo patrulha ideológica ao dizer-se incomodado com os “racistas”: “Para mim, se uma característica básica da personagem – o que faz delas icônicos – é a cor de sua pele, a cor de seu cabelo, francamente, essa característica é superficial e não presta. Pra mim, o que faz MJ ser MJ é a sua descontração de uma fêmea alfa, e se a atriz captar isso, logo, ela funcionará. E, pra constar, eu acho que Zendaya combina com o que eu considero as características físicas básicas de MJ – uma modelo alta e magra – muito mais que atrizes [que a interpretaram] no passado. Qualquer que seja o caso, se nós continuarmos fazendo filmes baseados nos heróis e personagens secundários quase todos brancos dos quadrinhos do último século, nós teremos que nos acostumar com eles sendo mais reflexivos da diversidade do nosso mundo atual. Talvez possamos ser abertos à ideia de que, embora alguém inicialmente não combine com como pessoalmente imaginamos um personagem, nós podemos ser – e frequentemente somos – surpreendidos positivamente”, afirmou Gunn. É importante completar dizendo duas coisas sobre isso. O mesmo James Gunn criou vários personagens coadjuvantes especialmente para o filme “Guardiões da Galáxia”. Todos eles foram interpretados por atores brancos. Teoria 10 x 0 Prática = Falácia 1000. Finalmente, a característica “superficial” da personagem foi o que a definiu nos quadrinhos. A escolha da cor do cabelo foi importante para o impacto que sua primeira aparição causou em Peter Parker. Na época, o desenhista John Romita assumiu ter se inspirado na atriz Ann-Margret, que virava a cabeça dos homens dos anos 1960, inclusive de Elvis Presley, citando sua personagem no filme “Adeus, Amor” (1963) como base para a criação de Mary Jane. Ann-Margret, por sinal, era insinuante, sexy e cheia de curvas. Ela nunca foi “uma modelo alta e magra”, as “características físicas básicas de MJ”, segundo James Gunn.

    Leia mais
  • Etc,  Filme,  Série

    Steven Hill (1922 – 2016)

    24 de agosto de 2016 /

    Morreu o ator Steven Hill, que, durante 10 temporadas, deu vida ao promotor Adam Schiff, da série policial “Law & Order”. Ele faleceu na terça-feira (23/8) aos 94 anos, de causa desconhecida. Filho de imigrantes russos judeus, ele nasceu em Seattle, no ano de 1922, como Solomon Krakovsky. Serviu na marinha durante a 2ª Guerra Mundial e só adotou o nome artístico americanizado após decidir seguir a carreira artística. Seu primeiro trabalho como ator foi na Broadway, com o espetáculo “A Flag Is Born”, em 1946, contracenando com um ainda desconhecido Marlon Brando. Sua estreia no cinema aconteceu em 1950, no noir “A Mulher sem Nome”, estrelado por Hedy Lamarr, e ele conseguiu algum destaque em “A Deusa” (1958), baseado na vida de Marilyn Monroe, além de ter sido dirigido por John Cassavettes em “Minha Esperança é Você” (1963). Mas sua filmografia inicial é insignificante perto da quantidade de séries de que participou no mesmo período. Hill apareceu em dezenas de produções televisivas clássicas, desde “Actor’s Studio” e “Suspense”, ainda em 1949. A lista inclui, entre muitas outras, “Alfred Hitchcock Apresenta”, “Rota 66”, “Os Intocáveis”, “O Fugitivo”, “Cidade Nua”, “Dr. Kildare”, “Ben Casey” e “Couro Cru” (Rawhide), até que ele foi escalado para seu primeiro papel fixo na TV. Em 1966, Hill foi contratado para viver um agente secreto chamado Dan Briggs, líder de uma força tarefa especial, que lidaria com as missões mais, digamos, impossíveis já mostradas na televisão. O nome da série era justamente “Missão Impossível”. Hill estrelou o piloto e comandou a equipe original por toda a 1ª temporada de 28 episódios. Mas o destaque não perdurou, já que o ator, judeu ortodoxo, teve problemas com a produção por se recusar a filmar às sextas-feiras depois das 16h. Na temporada seguinte, seu personagem foi substituído por Jim Phelps, papel do ator Peter Graves, que virou símbolo da série. A frustração com a demissão de “Missão Impossível” o afastou das telas por um longo período. Ele passou o final dos anos 1960 e toda a década seguinte trabalhando em montagens teatrais. Mas voltou com tudo ao cinema nos anos 1980, participando de diversos filmes relevantes, numa lista que alterna sucessos de crítica e blockbusters, e privilegia grandes cineastas. A fase inclui o drama “Esta é Minha Chance” (1980), de Claudia Weill, “Testemunha Fatal” (1981), de Peter Yates, “Ricas e Famosas” (1981), de George Cukor, “Yentl” (1983), de Barbra Streisand, “Jogo Bruto” (1986), de John Irvin, “Perigosamente Juntos” (1986), de Ivan Reitman, “A Difícil Arte de Amar” (1986), de Mike Nichols, “Confissões de um Adolescente” (1986), de Gene Saks, e “O Peso de um Passado” (1988), de Sidney Lumet. O ritmo intenso durou até 1990, quando Hill foi convidado pelo produtor Dick Wolf a voltar ao mundo das séries. Ele virou protagonista de uma nova atração procedimental, sobre polícia, crimes e tribunais, chamada “Law & Order”. A série virou um fenômeno, que rendeu derivados e inspirou inúmeras produções similares, estabelecendo uma fórmula duradoura entre os seriados americanos. Por conta de seu envolvimento com as gravações, Hill fez poucos filmes durante a década. Entre eles, o maior destaque foi “A Firma” (1993), em que representou um lado mais sombrio do judiciário americano, contracenando com Tom Cruise. Ele integrou o elenco de “Law & Order” por 10 temporadas, além de ter aparecido como seu personagem, o promotor Adam Schiff, no spin-off “Law & Order: SVU” em 2000. Naquele mesmo ano, decidiu se aposentar, encerrando sua carreira na franquia que lhe deu seu maior reconhecimento popular.

    Leia mais
  • Filme

    Bella Thorne beija outra menina e gosta, assumindo-se bissexual

    24 de agosto de 2016 /

    A atriz Bella Thorne, que se destacou ao lado de Zendaya na série “No Ritmo” (2010-2013) do Disney Channel, viveu no começo desta semana a letra de uma música de Katy Perry. Ela beijou uma menina e gostou. A confissão aconteceu após a publicação de fotos e um vídeo no Snapchat em que ela aparece toda feliz, beijando uma garota. Perguntada à queima-roupa no Twitter se era bissexual, ela não teve dúvida em responder com um “Sim” categórico. A partir daí, Bella recebeu milhares de mensagens positivas por ter se assumido tão abertamente. “É tão bacana quando um artista se assume e ajuda seus fãs a se aceitarem. Você arrasou!”, escreveu um fã. “Bella, você é maravilhosa! Obrigada por se assumir, isso é muito importante para várias pessoas que você influencia”, elogiou outro. “Fiquei até emocionado. É assim mesmo que as coisas são: naturais! Nada de criar problema ou fazer da sexualidade um monstro. Temos que nos libertar, respeitar e desse jeito seremos felizes!”, acrescentou mais um. Pega de surpresa pela onda de solidariedade, ela agradeceu aos fãs. “Aww! Obrigado por todas as mensagens de aceitação de vocês. Eu amo vocês! #orgulho”, escreveu. A atriz também deu um retuíte numa mensagem, que dizia: “Às vezes você precisa deixar a vida te virar de cabeça para baixo, para que você possa aprender a viver do lado certo”. Bella Thorne terminou neste mês seu namoro de mais de um ano com o ator Gregg Sulkin, que também era do elenco do canal da Disney, tendo participado da série “Os Feiticeiros de Waverly Place”. E os fãs descobriram que a menina que ela aparece beijando é sua xará Bella Pendergast, que, curiosamente, é ex-namorada de seu irmão. Ela será vista a seguir estrelando uma nova série do canal pago Freeform, “Famous in Love”, baseada no romance homônimo de Rebecca Serle e desenvolvida por I. Marlene King (criadora de “Pretty Little Liars”).

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie