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  • Filme

    George Takei não gostou da homenagem e preferia que Sulu não virasse gay

    7 de julho de 2016 /

    O veterano ator George Takei, que interpretou o Sr. Sulu na série clássica “Jornada nas Estrelas” e nos primeiros filmes derivados da franquia, revelou que já sabia que o personagem apareceria como gay em “Star Trek: Sem Fronteiras”, mas preferia que isso não tivesse acontecido. Em entrevista ao site da revista The Hollywood Reporter, Takei, que é gay assumido e participa ativamente do movimento pelos direitos LGBT, contou que foi informado por John Cho, o novo intérprete do personagem, e que tentou demover o diretor Justin Lin da ideia, pois o personagem sempre foi retratado como heterossexual. “Estou maravilhado que exista um personagem gay, mas não precisava ser Sulu. Infelizmente, é uma distorção da criação de Gene Roddenberry”, ele se manifestou. “Eu penso que este filme será lançado durante o aniversário dos 50 anos de ‘Star Trek’, o que é uma forma de prestar homenagem a Roddenberry, o homem cuja visão nos motivou por meio século. E a melhor forma de honrá-lo seria criar outro personagem, não alterar uma de suas criações”. Ironicamente, a decisão partiu do roteirista Simon Pegg, intérprete de Scotty no filme, que imaginava assim prestar uma homenagem a Takei, o único ator da série clássica a se assumir gay – em 2005. Pegg chegou a enviar um email elogiando a dedicação de Takei tanto à franquia quanto à causa LGBT, que o ator diz ter confundido com um sinal de que tinha sido ouvido e que Sulu não seria mais apresentado como homossexual. Para Takei, o problema de mostrar Sulu gay agora é basicamente considerar que o personagem vivia “no armário”, escondendo sua verdadeira sexualidade nas histórias anteriores, o que seria uma péssima mensagem. Afinal, no século 23, onde ele vive, a sexualidade já não deveria precisar ser disfarçada.

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  • Filme

    Selena Gomez bate recorde de foto mais curtida no Instagram

    7 de julho de 2016 /

    Além de ter a conta mais seguida do Instagram, Selena Gomez (“Vizinhos 2”) bateu um novo recorde nesta semana. A cantora postou a foto mais curtida em toda a rede social. A imagem acima, com Selena bebendo um refrigerante que usa um verso de suas músicas como rótulo, atingiu 3,8 milhões de curtidas. Trata-se de uma propaganda da Coca-Cola, que pagou US$ 500 mil à cantora pelo product placement, uma forma mais sutil de publicidade. Tão sutil que os fãs nem repararam. Mas o refrigerante tentou esclarecer, ao batizar a imagem de “Share a Coke and a Song” em seu site oficial. Antes de Selena fazer parceria com a Coca-Cola, o recorde era de Justin Bieber, com uma foto da época em que ele e a cantora namoravam, com 3,7 milhões de curtidas. A cantora e atriz será vista a seguir no drama indie “In Dubious Battle”, adaptação do clássico “Batalha Incerta”, de John Steinbeck, com direção de James Franco, que estreia ainda este ano.

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  • Filme

    Star Trek: Sulu será gay no novo filme da franquia espacial

    7 de julho de 2016 /

    O Sr. Sulu será apresentado como gay no próximo filme da franquia “Star Trek”. A novidade foi compartilhada pelo ator John Cho, que interpreta Sulu em “Star Trek: Sem Fronteiras”, numa entrevista ao jornal australiano Herald Sun. “Eu gostei da abordagem, que é de não chamar muito a atenção para isso, pois espero que este seja o caminho que nós, como espécie, vamos seguir no futuro, de não politizar as orientações pessoais”, afirmou Cho. Cho também disse que o roteirista Simon Pegg e o diretor Justin Lin tomaram a decisão de fazer Sulu gay em homenagem a George Takei, o intérprete original do personagem na série dos anos 1960, que hoje tem 79 anos e em 2005 se assumiu gay, sendo casado com um homem na vida real. Assim como Takei, o personagem terá um marido. Além disso, Sulu e seu companheiro serão pais de uma menina adotada. “Star Trek: Sem Fronteiras” estreia em 22 de julho nos EUA, mas teve seu lançamento adiado para 1 de setembro no Brasil.

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  • Filme

    Justin Timberlake vai estrelar próximo filme de Woody Allen

    7 de julho de 2016 /

    O cantor Justin Timberlake (“Aposta Máxima) e a atriz Juno Temple (série “Vynil”) vão integrar o elenco do próximo filme de Woody Allen, informou nesta o site da revista Variety. Eles estão se juntando a Kate Winslet (“O Leitor”) e Jim Belushi (série “According to Jim”), anteriormente anunciados, no filme que ainda não tem título definido. Até o momento, a única informação divulgada sobre a obra é que se passará em Nova York nos anos 1950. A previsão é que o longa comece a ser rodado no final do outono norte-americano. Nenhuma distribuidora embarcou por enquanto, mas pelo bom relacionamento criado com a Amazon recentemente, é provável que a empresa assuma o projeto. O mais recente filme de Allen, “Café Society”, que abriu o Festival de Cannes deste ano, tem estreia marcada no Brasil para 27 de outubro.

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  • Filme

    Ben-Hur: Personagens do remake ilustram 10 pôsteres individuais

    7 de julho de 2016 /

    A Paramount Pictures divulgou duas coleções de pôsteres do remake de “Ben-Hur”, que destacam os cinco personagens principais, vividos por Jack Huston (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Toby Kebbell (“Quarteto Fantástico”), Morgan Freeman (“Truque de Mestre”), Nazanin Boniadi (série “Homeland”) e Rodrigo Santoro (“Os 33”). Nova versão do clássico de 1959, vencedor de 11 Oscars, o filme traz Jack Huston no papel-título e Toby Kebbell como um Messala mais vilanesco que nunca. Criados como irmãos, os dois se tornam inimigos após a traição de Messala, que destrói a família de Ben-Hur para agradar ao império romano. Vendido como escravo, ele retorna querendo vingança, que culmina num duelo de bigas no coliseu, mas Ben-Hur também se vê tocado pela mensagem pacifista do único homem que lhe ofereceu conforto em sua desgraça, Jesus de Nazaré (Santoro). O elenco multinacional ainda inclui Ayelet Zurer (“O Homem de Aço”), Marwan Kenzari (“A Acusada”), Pilou Asbaek (“Lucy”), Moises Arias (“Os Reis do Verão”) e Sofia Black-D’Elia (“Projeto Almanaque”). O roteiro, adaptado do célebre livro de Lew Wallace, foi escrito por John Ridley (“12 Anos de Escravidão”) e Keith R. Clarke (“Caminho da Liberdade”). A direção é de Timur Bekmambetov (“Abraham Lincoln: Caça-Vampiros”) e a estreia está marcada para 18 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    A Bela e a Fera: Nova versão da fábula com Emma Watson ganha primeiro pôster

    7 de julho de 2016 /

    A Disney divulgou o primeiro pôster de “A Bela e a Fera”, sua nova adaptação de fábula encantada. A arte destaca a rosa que levou Bela para a mansão da Fera. Assim como “Mogli, o Menino Lobo”, atualmente em cartaz, o filme é uma adaptação com atores de um desenho clássico do estúdio, portanto mais fiel à versão da própria Disney do que à fábula original. Isto o diferencia de outros filmes baseados na história medieval, como a recente adaptação francesa, com Vincent Cassel (“Em Transe”) e Léa Seydoux (“007 Contra Spectre”). O filme traz Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como a Bela, Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) como o vilão Gaston e um elenco de coadjuvantes famosos, formado por Josh Gad (“Jobs”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”), Emma Thompson (“Walt nos Bastidores de Mary Poppins”), Kevin Kline (“Última Viagem a Vegas”), Ewan McGregor (“Jack, o Caçador de Gigantes”) e Ian McKellen (franquia “O Hobbit”). A direção é de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), o roteiro de Stephen Chbosky (que dirigiu Emma Watson no drama adolescente “As Vantagens de Ser Invisível”) e a trilha de Alan Menken, que ganhou dois Oscars pelo clássico animado em 1991. Por sinal, o filme contará com regravações das canções originais, além de várias músicas inéditas compostas por Menken e Tim Rice. Ou seja, “A Bela e a Fera” preservará a característica musical da animação. A estreia está marcada para o dia 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank adotam menina africana

    7 de julho de 2016 /

    A assessoria dos atores Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank confirmaram a adoção pelo casal de uma menina africana. A criança se chama Chissomo, tem 2 anos, e é natural do Malauí, na África. Na língua nianja, falada no Malaui, Chissomo significa “Graça”. A menina foi carinhosamente apelidada de Titi, chegou com os atores ao Brasil na última segunda-feira (4/7) e já teve uma foto compartilhada no Instagram (veja acima). Segundo a assessoria, eles estão “vivendo um momento muito especial, de muita alegria”. Giovanna conheceu a criança durante uma visita ao país pelo “Domingão do Faustão”, em julho de 2015. Na ocasião, a atriz posou com uma menina e os fãs sugeriram que ela a adotasse. Desde então, ela e Bruno fizeram constantes viagens a Malauí, onde passaram por uma série de entrevistas que envolveram a adoção. Eles precisaram manter sigilo absoluto sobre o caso até que o processo estivesse completamente concluído. A atriz, inclusive, teria aberto mão de alguns trabalhos para conseguir viajar e cumprir exigências do governo do país africano. Há cerca de três meses, Giovanni voltou a aparecer em fotos cercada de crianças, disparando os rumores de adoção, o que, num primeiro momento, foi negado pelos assessores do casal. “Não procede. Bruno e Giovanna estão envolvidos com a ONG Little Dresses for Africa e vão lá com frequência para fazer o trabalho social”, afirmaram os representantes dos artistas na época.

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  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Guilherme Karam (1957 – 2016)

    7 de julho de 2016 /

    Morreu o ator Guilherme Karam, que ficou conhecido por papéis marcantes no humorístico “TV Pirata”, em novelas da rede Globo e nos filmes da Xuxa. Ele sofria da doença de Machado-Joseph, uma síndrome degenerativa que compromete a coordenação motora, e estava internado no Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio, vindo a falecer na manhã desta quinta-feira (7/7), aos 58 anos de idade. Karam estreou no cinema em 1978, no filme “Tudo Bem”, de Arnaldo Jabor, e se destacou como um travesti em “Luz del Fuego” (1982), de David Neves, antes de estrear na televisão em 1984, na novela “Partido Alto”, no papel de Políbio, um charlatão explorador. O personagem caiu nas graças do público e abriu-lhe as portas para demonstrar sua capacidade cômica, o que o levou a estrelar o clássico do teatro besteirol brasileiro “As Sereias da Zona Sul”, fazendo par com Miguel Falabella, e integrar o elenco do revolucionário “TV Pirata”, ambos em 1988. Com a proposta de renovar o formato dos humorísticos da Globo, “TV Pirata” reuniu atores jovens de novelas com experiência teatral, em vez dos velhos comediantes tradicionais, e focou sua sátira na própria TV – com “tipos” icônicos como o personagem Zeca Bordoada, apresentador da TV Macho (um contraponto à TV Mulher), que Karam eternizou. Ao lado de Débora Bloch, foi o único ator a fazer parte de todas as temporadas do programa, até 1992. Paralelamente ao “TV Pirata”, ele ainda estrelou seu papel mais popular nas novelas, como o mordomo Porfírio de “Meu Bem, Meu Mal” (1990). Fofoqueiro, Porfírio sempre se intrometia na vida dos patrões e era obcecado por Magda, a personagem vivida por Vera Zimmerman, a quem chamava de “divina Magda”. Depois desse sucesso, participou de “Perigosas Peruas” (1992), “Explode Coração” (1995), “Pecado Capital” (1998), “O Clone” (2001) e a minissérie “Hilda Furacão” (1998). Ele também se notabilizou por fazer parte do elenco dos filmes da apresentadora Xuxa Meneghel, consagrando-se como o vilão favorito das crianças: o Baixo Astral em “Super Xuxa contra Baixo Astral” (1988) e Gorgom em “Xuxa e os Duendes” (2001) e “Xuxa e os Duendes 2” (2002). Ao todo, o ator participou de 17 filmes, entre eles “O Homem da Capa Preta (1986), de Sergio Rezende, “Rock Estrela” (1986), de Lael Rodrigues, “Leila Diniz” (1987), de Luiz Carlos Lacerda, e “Bela Donna” (1998), de Fábio Barreto, no qual contracenou com a americana Natasha Henstridge (“A Experiência”). Afastado do público desde 2005, quando integrou a novela “América”, Karam passou os últimos anos lutando contra sua doença, herdada da mãe, que morreu devido à mesma anomalia genética. Além do ator, outros três irmãos também tiveram a doença, que é rara, incurável e fatal. Diversos amigos tentaram visitá-lo durante o tratamento, mas ele se recusou a ser visto. “Ele não quis nos receber, preferiu que a gente não visse como ele estava. Então, a lembrança que tenho dele é muito saudável, de muita alegria”, contou Claudia Raia ao jornal O Globo, citando também os demais integrantes do elenco do “TV Pirata”, que ele não deixou visitá-lo. Em 2015, a atriz Vera Zimmerman, a divina Magda, já lamentava não poder lhe prestar solidariedade, durante participação no programa “Domingo Show”, da Record. “Ninguém merece passar por isso. A minha vontade é de dar um abraço no Guilherme. Mas se [não receber visitas] é a vontade dele.” Dois de seus maiores sucessos televisivos estão atualmente no ar, em reprises do canal pago Viva: o humorístico “TV Pirata” e a novela “Meu Bem, Meu Mal”.

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  • Filme

    Estreias: A Era do Gelo – O Big Bang derrete em mais de mil cinemas

    7 de julho de 2016 /

    “A Era do Gelo – O Big Bang” é o blockbuster da semana. Trata-se de mais uma continuação animada, como “Procurando Dory”. A diferença é que já é o quinto episódio da franquia, que a esta altura já está parecendo uma série e faria mais sentido na TV. O filme leva a 1.159 salas mais um desastre natural que Manny e seus amigos terão que sobreviver, sendo 619 em 3D e 12 salas IMAX. A história não só parece, como é repetitiva, resultando em algumas das piores críticas de uma animação em 2016 – só 8% de aprovação no Rotten Tomatoes. A versão brasileira ainda destaca dublagem de certo Youtuber, o que pode ser considerado incentivo ou o prego final, dependendo do ponto de vista. Como ainda há muitos blockbusters em cartaz, os demais lançamentos ficaram restritos a um circuito bem menor. O maior deles é “Florence – Quem é essa Mulher?”, estrelado por Meryl Streep, que leva a 90 salas um déja vu. Vítima do cronograma de estreias nacionais, o filme chega aos cinemas apenas duas semanas após o francês “Marguerite” contar basicamente a mesma história, com outra personagem real. Tanto Florence quanto Marguerite foram socialites ricas que, paparicadas pelos amigos, convenceram-se que eram grandes cantoras de ópera, sem sequer soarem afinadas. Detalhe: ambos os filmes são ótimos, com qualidades próprias. A programação, por sinal, está bastante feminina. Outro longa intitulado com nome de mulher é “Julieta”, de Pedro Almodóvar (“A Pele que Habito”). Selecionado no último Festival de Cannes, leva a 55 telas uma adaptação livre de contos da escritora canadense Alice Munro, vencedora do Nobel de literatura, acompanhando a personagem-título por várias décadas e duas atrizes diferentes. Ainda que mais dramático que o costume, o filme repete o tema da mãe com problemas emocionais e carrega as cores que tanto marcam a filmografia do espanhol. “Janis – Little Girl Blue” é um documentário sobre a cantora Janis Joplin, da premiada documentarista Amy Berg (“West of Memphis”), narrado por outra cantora, Cat Power, através de cartas escritas pela própria Janis ao longo dos anos. Sensível, talvez seja a obra mais reveladora sobre a roqueira que amava o blues, mas também o sexo, as drogas e o álcool, e nesse sentido não deixa de ter eco no impactante “Amy”. Em 39 salas. O único lançamento nacional da semana também é um documentário, “Menino 23”, de Belisário Franca (“Amazônia Eterna”), sobre um projeto criminoso de eugenia conduzido por admiradores do nazismo no Brasil, nos anos 1930. O testemunho dos únicos sobreviventes é um escândalo que os livros de história não contam. Muito bem conduzido, com ritmo de investigação, o trabalho de Franca contextualiza o horror racista que chegou a fazer até parte da Constituição brasileira da época. Impressionante e obrigatório, o filme não teve seu circuito divulgado. A programação se completa com o drama “Um Belo Verão”, que ocupa duas salas em São Paulo. Infelizmente para poucos, o longa de Catherine Corsini (“Partir”) foi um dos destaques do cinema francês do ano passado, premiado em festivais e indicado ao César. Passado nos anos 1970, acompanha o romance entre uma professora feminista e uma jovem que esconde seu lesbianismo da família, até que têm sua ligação testada quando se mudam para o interior, numa época de preconceitos irredutíveis.

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  • Música

    Clipe clássico das Spice Girls ganha remake feminista para campanha da ONU

    6 de julho de 2016 /

    Em celebração aos 20 anos do hit “Wannabe”, o clipe clássico das Spice Girls ganhou um remake feminista, dirigido pela cineasta M.J. Delaney (“Entre Amigas”) para o projeto The Global Goals, um braço da ONU para metas de mudanças sociais. O clipe usa a letra da música para destacar as mudanças que as jovens do século 21 esperam atingir, desenvolvendo a campanha em torno da hashtag #WhatIReallyReallyWant. Entre as reivindicações apresentadas no vídeo, estão temas como o fim da violência contra as mulheres, a igualdade salarial e o combate ao abuso sexual de crianças. Entre as mulheres participantes da produção, estão o grupo britânico de hip-hop M.O., a atriz de Bollywood Jacqueline Fernandez, a dançarina americana Taylor Hatala e outras artistas de todo o mundo. Integrantes originais das Spice Girls, como Victoria Beckham, Emma Bunton e Melanie C, aprovaram e compartilharam o vídeo nas redes sociais. “Sinto-me lisonjeada e honrada por nossa música louca estar sendo usada de forma tão bonita por uma causa tão incrível”, escreveu Mel C, a “Sporty” Spice. Confira abaixo o remake e o clipe original, lançado em 8 de julho de 1996.

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  • Série

    Uncle Buck é primeiro cancelamento da temporada americana de verão

    6 de julho de 2016 /

    A rede americana ABC anunciou o cancelamento da série de comédia “Uncle Buck”, que estreou no mês passado nos EUA. Primeiro desastre do verão, a série era uma versão da comédia clássica de John Hughes “Quem Vê Cara Não Vê Coração” (Uncle Bluck, 1989), famosa Sessão da Tarde em que o gordinho John Candy vivia o tio irresponsável que aprendia a ser um adulto ao cuidar dos seus sobrinhos. O Tio Buck da versão televisiva não só era bem mais magro que Candy, como também de outra raça. O personagem foi vivido por Mike Epps (o Doug negro de “Se Beber Não Case!”), que na TV cuida dos sobrinhos durante o fim de semana como favor para os pais. Obviamente, não bastou mudou a raça dos personagens para a trama ganhar novidade, uma vez que, esgotada a premissa do filme no primeiro episódio, a série passou a repetir as mesmas situações e piadas. E pior: duas vezes seguidas. Como a série não agradou (32% de aprovação no site Rotten Tomatoes), a emissora exibiu os episódios a toque de caixa, passando dois capítulos consecutivos por semana. O último dos 8 capítulos produzidos foi exibido na terça (5/7), diante de 3,4 milhões de telespectadores. “Uncle Buck” foi desenvolvida por Steven Cragg e Brian Bradley (ambos da série “MADtv”) e produzida por Will Packer (“Pense como Eles Também”), que se envolveram em polêmica já na concepção do projeto por não terem consultado as famílias dos falecidos Hughes e Candy.

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  • Série

    Shooter: Série de ação baseada no filme Atirador ganha novo comercial

    6 de julho de 2016 /

    O canal pago americano USA divulgou um novo comercial da série “Shooter”, baseada no filme “Atirador” (2007), estrelado por Mark Wahlberg. A prévia explica o que é ser um “sniper americano”, ao mesmo tempo em que revela o mesmo complô do filme, mostrando como o atirador de elite Bob Lee Swagger, contratado como consultor de segurança de uma agência federal, é implicado no assassinato do presidente dos EUA. Ryan Phillippe (série “Secrets and Lies”) vive o protagonista, um fuzileiro americano e exímio atirador, que usa suas habilidades militares para evitar sua captura, enquanto inicia um plano para expor os verdadeiros traidores que o incriminaram. A atriz Cynthia Addai-Robinson (a Amanda Waller da série “Arrow”) será a agente do FBI responsável por sua perseguição e o elenco ainda inclui Omar Epps (série “House”) e Shantel VanSanten (a Patty Spivot da série “The Flash”). A adaptação foi desenvolvida por John Hlavin (roteirista de “Anjos da Noite: O Despertar”) e será coproduzida pelos astros do filme e da série, Mark Wahlberg e Ryan Phillippe. A estreia está marcada para 19 de julho nos EUA.

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  • Filme

    Ghost in the Shell: Foto registra encontro de Scarlett Johansson com lendas do anime

    6 de julho de 2016 /

    O estúdio japonês de animação Production I.G divulgou uma foto dos bastidores do filme “Ghost in the Shell”, que mostra três lendas do anime ao lado da atriz Scarlett Johansson (“Capitão América: Guerra Civil”) e do diretor Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”). As visitas ilustres são Mamoru Oshii, Kenji Kawai e Kenji Kamiyama, todos ligados à franquia “Ghost in the Shell”. Oshii foi o diretor do filme animado que adaptou os quadrinhos de Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) em 1995, Kawai compôs sua trilha sonora e Kamiayama escreveu e dirigiu toda a série “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex” (da I.G.). A legenda da foto (acima) agradece à equipe e ao elenco do filme pela visita e o respeito demonstrado pelo trabalho dos artistas japoneses. Trata-se de um claro esforço de relações públicas, que tenta suavizar as críticas contra a escalação de Scarlett Johanson no papel principal. Ela, obviamente, não é japonesa como a personagem do mangá e do anime “Ghost in the Shell”, o que gerou protestos, tanto dos fãs da obra quanto de ativistas inconformados com o embranquecimento de papeis de outras raças nos filmes de Hollywood. Além de Johansson, o filme inclui um elenco de multiétnico, com o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”), o americano Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”), a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) e os japoneses Takeshi Kitano (“Zatoichi”), Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”) e Yutaka Izumihara (“Invencível”). A previsão de lançamento é para 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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