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    Animal Kingdom: Veja 10 comerciais da série baseada no filme Reino Animal

    24 de maio de 2016 /

    O canal pago americano TNT divulgou 10 comerciais de “Animal Kingdom”, série baseada no excelente thriller criminal australiano “Reino Animal”, escrito e dirigido por David Michôd (“The Rover – A Caçada”), que lançou ao estrelato internacional vários atores hoje estabelecidos em Hollywood, como Joel Edgerton (“O Presente”), Jacki Weaver (“O Lado Bom da Vida”) e Sullivan Stapleton (série “Blindspot”). As prévias replicam a premissa do filme e revelam o surgimento de uma nova vilã formidável no mundo das séries, interpretada pela veterana Ellen Barkin (“Treze Homens e um Novo Segredo”). A série vai reencenar a trama australiana nas praias do sul da Califórnia, centrando-se, como no filme, no parente mais jovem de uma família de criminosos, Joshua, um garoto de 17 anos que passa a morar com a avó (Barkin) e os tios após a morte da mãe, vítima de uma overdose de heroína. Mas assim que mergulha na rotina familiar, ele descobre que seu novo cotidiano é bancado por atividades criminosas. Além de Ellen Barkin como a matriarca impiedosa, papel que consagrou Jacki Weaver no cinema, o elenco destaca Scott Speedman (franquia “Anjos da Noite”), no papel do brutamontes vivido por Edgerton em 2010. Os demais atores são Shawn Hatosy (série “Southland”), Ben Robson (série “Vikings”), Jake Weary (série “Pretty Little Liars”), Daniella Alonso (série “Revolution”), Molly Gordon (série “Orange is the New Black”) e o jovem Finn Cole (série “Peaky Blinders”) como o protagonista Joshua. O cineasta David Michôd vai participar da produção, que foi desenvolvida pelo roteirista John Wells (responsável também pelo remake de “Shameless”). A 1ª temporada, com 10 episódios, estreia em 14 de junho nos EUA.

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    Artistas brasileiros lançam manifesto em vídeo contra o governo

    24 de maio de 2016 /

    Artistas que apoiam as ocupações nas sedes do Ministério da Cultura (MinC) divulgaram na segunda-feira (23/5) um manifesto em vídeo contra o presidente em exercício Michel Temer. Mesmo após a posse do novo Ministro da Cultura, eles anunciaram que continuarão com as manifestações, que já não se restringe mais a um protesto contra a extinção do órgão. Atrizes como Marieta Severo, Patrícia Pillar e Andréa Beltrão aparecem no vídeo e afirmam que não reconhecem o atual governo. “Qualquer tipo de negociação com o planalto é uma forma de legitimar o golpe. Golpe de Estado! Faremos a governança real e simbólica na luta por nossos direitos. Ocupando de forma pacifica, mas contundente, sedes do MinC em todo o Brasil”, diz o texto, lido pelos artistas. Além do Rio, as imagens mostraram ocupações em Belo Horizonte, Brasília e Recife. Eles citaram retrocessos em áreas como direitos humanos e políticas para povos indígenas, mulheres e igualdade racial. “Não se trata só de garantir a sobrevivência de um setor. As ocupações nas sedes do MinC no Brasil são sobretudo contra o fim do governo ilegítimo”, diz o texto. No fim, Marieta Severo afirma: “A luta pela democracia não tem data para terminar”. O tom solene, ao som de Carl Orff, capricha no clima tenebroso.

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    Burt Kwouk (1930 – 2016)

    24 de maio de 2016 /

    Morreu o ator britânico Burt Kwouk, que ficou conhecido pelo papel de Cato Fong, o fiel criado oriental do Inspetor Clouseau na franquia de comédia “A Pantera Cor de Rosa”. Ele faleceu nesta terça-feira (24/5) aos 85 anos de idade, comunicou seu agente. Nascido no norte da Inglaterra, mas criado em Xangai, na China, Kwouk iniciou sua carreira na televisão britânica nos anos 1950 e, ao longo das seis décadas seguintes, fez participações em diversas atrações famosas, como “Danger Man”, “O Santo”, “Man of the World”, “Seres do Amanhã” e “Doctor Who” chegando a estrelar, nos últimos anos, 78 episódios da longeva soup opera “Last of the Summer Wine”, entre 2002 e 2010. Ele também atuou em vários filmes, alguns considerados clássicos, como “A Morada da Sexta Felicidade” (1958), estrelado por Ingrid Bergman, “As Sandálias do Pescador” (1968), com Anthony Quinn, e “Império do Sol (1987), de Steven Spielberg, além de produções B cultuadas – “A Seita do Dragão Vermelho” (1961), “As 13 Noivas de Fu Manchu” (1966), etc – e três longas do espião James Bond, incluindo o famoso “007 Contra Goldfinger” (1964) – quatro, se também contar a sátira “Cassino Royale” (1967). Mas será sempre mais lembrado por ter estrelado seis filmes da franquia “A Pantera Cor-de-Rosa”, desde “Um Tiro no Escuro” (1964) até os filmados após a morte de Peter Sellers, como o criado que realizava ataques de surpresa nos momentos mais inesperados, seguindo a orientação de testar a prontidão do Inspetor Clouseau a qualquer momento. Sua performance rendeu alguns dos momentos mais memoráveis da franquia e entronizou Cato entre os personagens mais conhecidos do cinema.

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  • Etc

    Ator de Fear the Walking Dead é preso após brigar com seguranças de estúdio

    24 de maio de 2016 /

    O ator Frank Dillane, da série “Fear the Walking Dead”, envolveu-se numa briga com seguranças do estúdio CBS e acabou preso, de acordo com o site TMZ. A confusão teria acontecido na noite do último domingo (22/5), quando o ator tentou forçar a passagem por um dos postos de segurança que dá acesso aos estúdios da emissora. Dillane teve sua entrada impedida pelos guardas, principalmente porque não acontecia nenhuma gravação de “Fear the Walking Dead” naquele local. O ator teria, então, acertado um soco em um dos seguranças. Em seguida, a polícia de Los Angeles foi chamada para prender Dillane por seu comportamento, descrito por um dos guardas ouvidos pelo TMZ como “instável”. Até o momento, o ator não se pronunciou sobre o caso. No spin-off “Fear the Walking Dead”, atualmente na sua segunda temporada, Dillane interpreta um dos personagens principais, que lida com um problema com drogas. No cinema, ele também viveu a versão jovem do Lord Voldemort em “Harry Potter e o Enigma do Príncipe” (2009).

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  • Filme

    O Caseiro: Terror brasileiro de assombração ganha trailer e fotos

    24 de maio de 2016 /

    A Europa Filmes divulgou o pôster, as fotos e o primeiro trailer do filme brasileiro “O Caseiro”, segundo longa de terror dirigido pelo jovem Julio Santi (“O Circo da Noite”), com idade para figurar como estudante na trama. A prévia exibe diversos clichês do gênero, com um bicho papão originário de lenda urbana, uma casa isolada mal-assombrada, a menina que vê fantasmas e o vulto que acompanha o protagonista nas sombras. O próprio protagonista é um personagem conhecido, o professor que estuda o sobrenatural e é convidado a investigar o caso. No elenco, estão Bruno Garcia (“De Pernas pro Ar”), Malu Rodrigues (“Confissões de Adolescente”), Leopoldo Pacheco (“Aparecida: O Milagre”) e Denise Weinberg (também de “De Pernas pro Ar”), entre outros. A estreia está prevista para 23 de junho no Brasil. https://www.youtube.com/watch?v=u6aBW2VaBh8

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  • Filme

    Novo X-Men decepciona, mas não chega a ser um apocalipse

    24 de maio de 2016 /

    Não foi Christopher Nolan, com a trilogia do “Cavaleiro das Trevas”, que levou a sério um filme de super-herói pela primeira vez. Foi Bryan Singer no “X-Men” original de 2000, abrindo as portas para um novo universo nos cinemas, mais realista que as tentativas anteriores. Só que, desta vez, o diretor que praticamente definiu um gênero, perdeu o rumo ao abraçar o irreal com todas as forças em “X-Men: Apocalipse”, seu trabalho mais fraco à frente da franquia e o pior da trilogia estrelada pela nova geração, como fala Jean Grey numa cena, em que a brincadeirinha com “O Retorno de Jedi” (1983) saiu pela culatra: “Well, at least we can all agree, the third one is always the worst”. Estaria tudo certo se Bryan Singer seguisse o que ele mesmo ensinou: os mutantes são tão ou mais humanos que nós, homo sapiens. Seus poderes extraordinários sempre ficaram em segundo plano. Mas não neste filme, que exige dos X-Men um esforço para a utilização máxima de suas habilidades, para deter um vilão poderosíssimo, o primeiro mutante a andar na Terra, vindo da era de Imhotep e Anck Su Namun, colecionando os atributos de outros mutantes e se vendendo como uma divindade. Na verdade, porém, Apocalipse não passa de um fanfarrão que quer mandar tudo pelos ares. E ele acorda na década de 1980, dez anos após os eventos de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), graças a uma solução vergonhosa do superestimado roteirista Simon Kinberg, que Singer jamais deveria ter aprovado. Se você não conseguiu enxergar (e não é culpa sua), pode acreditar que Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) é o ator por trás da maquiagem e o “cospobre” de Apocalipse, que daria orgulho aos profissionais que trabalharam em “Power Rangers”, “Jaspion” e “Spectreman”, heroicos artistas que fizeram milagres com um orçamento ridículo. O vilão patético surge com voz de megafone e mais imobilizado, sem expressões ou personalidade, que Darth Vader e RoboCop, o que lhe deixa inerte em cena e obriga a trama e os X-Men a reagirem à sua presença. Então, é hora de dar porrada e descarregar os poderes em cima da criatura estúpida. Pior que a franquia sempre se concentrou em vilões humanos como contraponto aos mutantes. E agora… isso. Desta vez, infelizmente, qualquer traço de humanidade valorizado por Singer nos filmes anteriores foi deixado de lado, apesar do início intrigante. Especialmente a boa parte dramática envolvendo Magneto (Michael Fassbender). Mas é um filme cheio de repetecos, como os dilemas de Jean Grey (agora a talentosa Sophie Turner, de “Game of Thrones”) e o retorno de Mercúrio (o excelente Evan Peters) fazendo exatamente o mesmo de “Dias de um Futuro Esquecido”, mas numa versão estendida em cenário diferente. E, claro, Mística (Jennifer Lawrence), pela milésima vez, tentando nos enganar ao se passar por outra pessoa. Sem esquecer do showzinho básico do Magneto voador arremessando metais para todos os lados. Mas tirando Oscar Isaac, embora seja injusto colocar o mico do figurino em sua conta, o elenco garante a diversão com sua competência indiscutível. Destaque, de novo, para James McAvoy (Charles Xavier) e os já citados Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Evan Peters e Sophie Turner. Vale ainda apontar o jovem Tye Sheridan, que se sai muito melhor que o ex-Ciclope, o insosso James Marsden. Singer só esqueceu de dar um pouco de voz aos “seguranças” do vilão, os quatro modernos cavaleiros do apocalipse. Magneto é o único que não entra mudo e sai calado. Também não espere discussões profundas sobre a origem de Apocalipse e consequentes interpretações bíblicas, embora houvesse material de sobra para agitar um debate interessante sobre o assunto, mas talvez tenha faltado coragem para jogar lenha na fogueira. Fora isso, não há muito o que dizer nessa história, que está lá para servir de apoio para o clímax apoteótico, dominado por uma avalanche de efeitos visuais que fazem o filme de 2000 parecer uma produção rodada no quintal da casa de Bryan Singer, embora tivesse um roteiro bem melhor e personagens mais ricos em humanidade. Aqui, o exagero toma conta da tela, embora a solução final para a batalha pudesse vir a qualquer momento – mas isso transformaria o filme num curta. Apesar de pouco inspirado, Bryan Singer tem crédito, ainda consegue prender a atenção e divertir na medida do possível – não tem como ficar indiferente, por exemplo a uma participação especial lá pela metade do filme, em alusão à história clássica dos quadrinhos “Arma X”. Os fãs piram. E temos uma competente reconstrução dos coloridos e exagerados anos 1980 – que talvez seja uma desculpa para o filme ir pelo mesmo caminho. O fato é que “X-Men: Apocalipse” tem problemas, mas (desculpe-me por isso) não chega a ser o fim do mundo. Verdadeiro apocalipse foram “X-Men: O Confronto Final” (2006) e “X-Men Origens: Wolverine” (2009).

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  • Filme

    Sem sentido e bom senso, Angry Birds deve virar a pior animação do ano

    24 de maio de 2016 /

    Baixe e aproveite todos os aplicativos da série “Angry Birds”, mas esqueça a animação feita para o cinema, porque deve disputar a condição de pior do ano. Sem graça, nexo, inspiração e uma mínima noção de bom senso, “Angry Birds – O Filme” entra para a coleção de filmes para levar filhos e sobrinhos ao cinema em que dizemos a eles no fim da sessão – como prova de amor – que gostamos do que vimos. Mas, cuidado, a “melhor cena” envolve pássaros bebendo e fazendo gargarejo com xixi. Ou seja, não dá para acreditar que deram dinheiro para produzir essa bomba. Compreensível pelo sucesso da marca, mas é uma bola fora da Sony tratar isso como cinema. A parte do xixi pode ser a “melhor”, porém o mau gosto domina e é difícil escolher qual é o momento mais embaraçoso. Mas antes de citá-los, vamos recapitular o que é “Angry Birds”: surgiu como um app para jogar no ônibus ou no trem. Sem história alguma. A missão é arremessar passarinhos raivosos contra porcos verdes que roubaram seus ovos. É isso. Embora se espere que isso aconteça no filme, a adaptação teria um roteiro que parte praticamente do zero e sem limites para explorar a criatividade. Mas apostaram numa trama para lá de manjada. Até chegar a hora que remete ao game, sobram desdobramentos enfadonhos sobre personagens nada carismáticos, liderados por um protagonista estressado – mesmo vivendo numa ilha paradisíaca – , que não tem graça nenhuma. Todos os exemplos utilizados para ele demonstrar sua raiva foram vistos em diversos filmes. Pior: não há explicação alguma para o personagem ser assim e ainda tentam dizer lá na frente que é bom ser estressado. Ok, ninguém é de ferro, entendo, mas isso deveria ser um filme para crianças. Prepare-se para cenas com flatulências, insinuações machistas, bundas na cara de outros pássaros e piadas sobre sexo, como em um momento inacreditável: você sabe que os porcos roubarão os ovos do pobres pássaros, certo? Antes de decidir pelo resgate, um dos personagens principais sugere que basta substituir os filhotes “reunindo a mulherada num cantinho e mandar ver”. Quantas crianças entenderam isso? E qual é a necessidade disso? Mas vamos nos concentrar na estrutura do roteiro de Jon Vitti (“Alvin e os Esquilos”). Quando chega a tão esperada parte dos pássaros atacando os porcos, ela não faz o menor sentido. Não há preparação para esse momento. Nenhum personagem estava acostumado a ser arremessado por estilingues gigantes até ali. Eles simplesmente acham que é a melhor estratégia para o ataque. Enfim, não há muito para dizer. Apenas para o filho ou o sobrinho. Enquanto eles consomem a última pipoca, você pode contar a eles que “Angry Birds” (o filme, não o game) não foi o melhor filme que vocês já viram. Não se preocupe, porque provavelmente eles concordarão.

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  • Filme

    Certo Agora, Errado Antes busca se diferenciar pela repetição

    24 de maio de 2016 /

    Hong Sang-soo, o diretor sul-coreano de “Certo Agora, Errado Antes”, já teve alguns filmes exibidos no circuito comercial dos cinemas por aqui: “Ha Ha Ha” (2010), “A Visitante Francesa” (2012) e “Filha de Ninguém” (2013). É um cineasta que trabalha com a sutileza, com a inibição e com as demais dificuldades que se dão nos contatos humanos, com o uso do álcool e dos ambientes de bares e restaurantes, onde coisas acontecem, às vezes de forma abrupta ou inesperada. E também com a repetição de situações, ou com as diferentes visões de determinados acontecimentos. “Certo Agora, Errado Antes” também pode inverter a chamada para “Certo Antes, Errado Agora”. É uma situação que se repete de forma diferente, em alguns aspectos, mostrando que as ações de cada um, por pequenas que sejam, podem transformar significativamente as relações que se estabelecem e o que resta na lembrança e na vida de cada um dos envolvidos. A trama é simples. Um diretor de cinema se dirige para a cidade de Suwon, onde seu novo filme será exibido e haverá um debate após a projeção. Mas ele chega, por engano, um dia antes e fica sem nada para fazer. O que ocorre nesse dia livre é que ele conhecerá uma ex-modelo, que se dedica agora à pintura, e se estabelecerá uma intimidade entre eles, ao longo de todo esse dia em que convivem e se encontram também com pessoas da cidade, que conhecem a pintora. O repertório dos dois protagonistas para estabelecerem esse relacionamento é um tanto pobre, inibido, bloqueado. Ao mesmo tempo, expressam um afeto genuíno um pelo outro, ainda que contido e até envergonhado. O encontro dura metade do filme. A outra metade é uma reprise da mesma situação, com algumas diferenças. Acompanhar esse jogo relacional em duas versões é bastante curioso e nos leva a repensar as formas como os relacionamentos podem se estabelecer e o que pode comprometê-los desde o início. Mas é preciso aceitar a repetição de cenas, porque, em cada uma das versões, grande parte das coisas simplesmente se repetem sem mudanças. O longa tem um clima delicado e suave, como de costume, no trabalho de Hong Sang-soo. E os conflitos não tomam a forma de grandes dramas. Apesar de conter situações intensas e inesperadas, tudo se passa num tom menor, ainda que a bebida jogue como fator desestabilizador. Um filme que se foca no ritmo da vida pacata de uma pequena cidade, sem pressa, mostrando por meio de planos-sequência filmados com sutileza e uma bela fotografia como as relações humanas se dão. Os protagonistas Jeong Jae-yeong (“Nossa Sunhi”) e Kim Min-Hee (“Assassino Profissional”) encontraram o tom certo e minimalista de expressão, para viver essa relação amorosa fugaz.

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  • Série

    Cleverman: Série sci-fi aborígene ganha primeiro trailer

    24 de maio de 2016 /

    O canal pago SundanceTV divulgou o trailer de “Cleverman”, sua primeira série sci-fi. A prévia revela um mundo dividido entre humanos e sub-humanos, uma raça coberta de pelos, que parece uma mistura de aborígenes e lobisomens. Segregados e perseguidos, eles precisam lutar pela sobrevivência quando o governo os responsabiliza por um série de assassinatos brutais e decide usar de violência para isolá-los. O problema é que os cabeludos não são a única raça nova que emergiu subitamente. Outras criaturas, mais poderosas, começam a se manifestar. E cabe a dois irmãos, um deles dotado de grandes poderes, identificar e impedir os misteriosos inimigos, antes que um banho de sangue aconteça. “Cleverman” é uma coprodução australiana e neozelandesa, criada por Ryan Griffen (estagiário em “Música da Alma”), que a define como uma produção de super-heróis aborígenes. Passada no futuro próximo, a trama também se apropria de lendas aborígenes para dar vida a seus personagens. O elenco inclui alguns atores britânicos famosos, como Iain Glen (série “Game of Thrones”) e Frances O’Connor (série “The Missing”), mas a maioria dos atores é australiana. Os mais conhecidos são o jovem protagonista Hunter Page-Lochard e Deborah Mailman, ambos do filme “Música da Alma”. Série limitada, a produção terá apenas seis episódios com estreia prevista para 2 de junho nos EUA.

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  • Série

    Will: Veja o primeiro trailer da série sobre o jovem Shakespeare, do roteirista de O Grande Gatsby

    24 de maio de 2016 /

    O canal pago TNT divulgou o primeiro trailer de “Will”, nova série aprovada para a próxima temporada, que contará a chegada do jovem William Shakespeare ao cenário teatral londrino do século 16. Repleta de cores e vivacidade, a prévia revela uma abordagem estilizada, com influência de videoclipes e mais violência que se espera de um drama de época. De fato, a produção lembra mais um filme dirigido por Baz Luhrmann. E não é coincidência. Ela foi criada por Craig Pearce, roteirista de quatro dos cinco longas do diretor de “O Grande Gatsby” (2013). A direção ficou a cargo do cineasta indiano Shekhar Kapur (“Elizabeth”), que também divide a produção com Pearce. Já o elenco destaca o estreante britânico Laurie Davidson como o personagem-título, Jamie Campbell Bower (“Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos”), como Christopher Marlowe, escritor rival de Shakespeare, Ewen Bremner (“Trainspotting”), como Richard Topcliffe, um representante da lei, Colm Meaney (série “Hell on Wheels”) como James Burbage, carpinteiro, produtor e empreendedor que tem o sonho de construir o primeiro teatro de Londres com 3 mil assentos, Mattias Inwood (série “The Shannara Chronicles”) como seu filho e a australiana Olivia DeJonge (“A Visita”) como sua filha rebelde, que testa os limites de sua sociedade ao buscar uma carreira artística no teatro do pai. A previsão de estreia é apenas para 2017.

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    Good Behavior: Série estrelada por Michelle Dockery ganha novo trailer

    24 de maio de 2016 /

    O canal pago TNT divulgou o segundo trailer de “Good Behavior”, nova série aprovada para a próxima temporada, que marca a estreia da atriz inglesa Michelle Dockery (série “Downton Abbey”) na TV americana. Na prévia, ela aparece com várias perucas, movida à álcool, sedução e autopiedade. Desenvolvida por Chad Hodge (criador de “Wayward Pines”), “Good Behavior” traz Dockery como Letty Dobesh, uma ladra e trapaceira cuja vida sempre esteve um pouco fora dos eixos — exatamente como ela gosta. Recentemente libertada da prisão, Letty se reúne com seu filho de 10 anos que está sendo criado por sua mãe, Estelle, mas precisa manter encontros regulares com seu conselheiro Christian, um viciado com motivos questionáveis para ajudá-la. O caos retorna para sua vida quando um das suas vítimas se revela um assassino profissional, com quem ela acaba se envolvendo num jogo perigoso de sedução. O elenco também inclui o argentino Juan Diego Botto (“Roma, Um Nome de Mulher”), Terry Kinney (minissérie “Show Me a Hero”) e Lusia Strus (série “Wayward Pines”). A 1ª temporada terá 10 episódios, com estreia prevista para a temporada de outono, entre setembro e novembro, nos EUA.

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    Shooter: Série de ação baseada no filme Atirador ganha primeiro trailer

    24 de maio de 2016 /

    O canal pago americano USA divulgou o primeiro trailer de “Shooter”, nova série aprovada para a próxima temporada, que se baseia no filme “Atirador” (2007), estrelado por Mark Wahlberg. A prévia revela o mesmo complô do filme, mostrando como o atirador de elite Bob Lee Swagger, contratado como consultor de segurança de uma agência federal, é implicado no assassinato do presidente dos EUA. Os demais capítulos devem estender sua fuga e a luta para limpar seu nome – a velha fórmula televisiva de “O Fugitivo” (1963–1967). Ryan Phillippe (série “Secrets and Lies”) vive o protagonista, um fuzileiro americano e exímio atirador, que usa suas habilidades militares para evitar sua captura, enquanto inicia um plano para expor os verdadeiros traidores que o incriminaram. A atriz Cynthia Addai-Robinson (a Amanda Waller da série “Arrow”) será a agente do FBI responsável por sua perseguição e o elenco ainda inclui Omar Epps (série “House”) e Shantel VanSanten (a Patty Spivot da série “The Flash”). A adaptação foi desenvolvida por John Hlavin (roteirista de “Anjos da Noite: O Despertar”) e será coproduzida pelos astros do filme e da série, Mark Wahlberg e Ryan Phillippe. A estreia está marcada para 19 de julho nos EUA.

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  • Série

    Falling Water: Série de mistério passada no mundo dos sonhos ganha primeiro trailer

    23 de maio de 2016 /

    O canal pago americano USA divulgou o primeiro trailer de “Falling Water”, nova série aprovada para a próxima temporada. A prévia mostra experiências científicas e sonhos compartilhados sem dar muitas explicações, embora chegue a lembrar o clássico sci-fi “A Morte nos Sonhos” (1984). O clima de tensão é cortesia do cineasta espanhol Juan Carlos Frenadillo (“Extermínio 2”), que assina a direção do piloto. Criada por Blake Masters (série “Brotherhood”) e o já falecido Henry Bromell (produtor da série “Homeland”), a série acompanha três pessoas que percebem que estão compartilhando pedaços do mesmo sonho. Cada uma delas está em busca de algo que só pode ser encontrado no seu subconsciente, mas à medida que eles procuram desvendar os sonhos, suas vidas passam a correr perigo. Os três sonhadores são David Ajala (“O Destino de Júpiter”), Will Yun Lee (“Wolverine: Imortal”) e a francesa Lizzie Brocheré (série “The Strain”), e o elenco ainda inclui Zak Orth (série “Revolution”), William Hill (“O Ano Mais Violento”), Cindy Cheung (“Mistress America”), Kai Lennox (“A Vida Secreta de Walter Mitty”) e Melanie Nicholls-King (série “Rookie Blue”). O projeto começou a ser desenvolvido em 2013, mas ficou engavetado após a morte de Bromell naquele ano, até despertar o interesse da produtora Gale Anne Hurd (série “The Walking Dead”), que assumiu a frente da produção. A série vai estrear na próxima temporada de outono, entre setembro e novembro, nos EUA.

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