Kat Graham anuncia que vai sair de The Vampire Diaries
A série “The Vampire Diaries” vai perder outra integrante importante. Após a saída de Nina Dobrev na temporada passada, a atriz Kat Graham, que interpreta a bruxinha Bonnie, anunciou que vai deixar o programa ao final da 8ª temporada, previsto para 2017. A atriz comentou que será muito difícil se despedir da equipe, mas lembra que ainda tem um ano inteiro para trabalhar com todo mundo. “Eu apenas espero que, no quer que eu faça depois, a equipe possa vir comigo”, disse a atriz à revista US Weekly. “A equipe será a coisa mais difícil de deixar, porque nós somos uma família”, confessou a atriz. A série está atualmente em seu sétimo ano e já foi renovada pela rede CW. Mas a grande curiosidade, que o anúncio da atriz desperta, é se “The Vampire Diaries” terá condição de continuar depois disso, após mais esta perda significativa em seu elenco. O presidente da rede CW, Mark Pedowitz, já disse que a série continuará enquanto Paul Wesley e Ian Somerhalder, intérpretes dos irmãos vampiros Stefan e Damon Salvatore, quiserem. Mas quando os dois decidirem que chegou a hora, a atração sairá do ar. Atualização: Ian Somerhalder diz que The Vampire Diaries vai acabar na próxima temporada
Grimm é renovada para a 6ª temporada
A rede americana NBC renovou a série sobrenatural “Grimm” para a 6ª temporada. Em comunicado, a presidente da NBC Entertainment, Jennifer Salke, celebrou a continuidade da produção. “Nós amamos totalmente o que os nossos produtores e elenco têm feito ao longo das últimas cinco temporadas. Eles criaram um mundo novo de criaturas e têm uma base de fãs verdadeiramente dedicados. Mal podemos esperar para ver o que vem a seguir”. Criada por dois veteranos do buffyverso, David Greenwalt (que além de escrever “Buffy” foi cocriador do spin-off “Angel”) e Jim Kouf (roteirista de “Angel”), a série resgata as tramas de mitologia, conspiração e personagens sobrenaturais que marcaram a trajetória de “Buffy” e “Angel” na televisão. Os dois desenvolveram a série em parceria com o cineasta Stephen Carpenter (do cult “Criação Monstruosa”) partindo da premissa que as fábulas encantadas eram baseadas em criaturas reais, e que um submundo habitado por monstros coexiste, desde a antiguidade, com a humanidade. Na temporada atual, “Grimm” tem registrado em média 4 milhões de espectadores nas noites de sexta-feira, que historicamente registra o pior público da semana televisiva. Esses números chegam a crescer até 90% quando consideradas gravações digitais e outras plataformas nos 7 dias seguintes à exibição original. Atualização: A 6ª temporada teve sua estreia adiada nos EUA e será a última da série. “Grimm” foi cancelada!
Batman vs. Superman supera US$ 700 milhões de arrecadação mundial
“Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” superou US$ 700 milhões de arrecadação mundial na terça-feira (5/4), apurou o site da revista Variety. A marca, atingida antes que o filme completasse duas semanas em cartaz, faz de “Batman vs. Superman” a terceira maior bilheteria de 2016, logo atrás de “Deadpool” (US$ 753 milhões) e “Zootopia” (US$ 805 milhões). Mesmo assim, há quem garanta que, apesar desse início avassalador, o filme não conseguirá entrar no seleto clube dos bilionários (filmes que arrecadaram mais de US$ 1 bilhão). A razão está na queda da arrecadação em sua segunda semana, de 68% em relação ao fim de semana inaugural. Foi um dos maiores desabamentos de um filme de super-herói já registrados, atrás apenas do fraco “X-Men Origens: Wolverine” (2009), que vazou 69% em sua segunda semana. Entretanto, o desempenho não representa a queda mais brusca de um blockbuster. “Transformers: A Vingança dos Derrotados” perdeu 73% do público em sua segunda semana e mesmo assim foi a segunda maior bilheteria de 2009, perdendo somente de “Avatar”. A própria Warner experimentou solavanco maior com seu campeão de ingressos vendidos, “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2”, que caiu 72% antes de bater o recorde de faturamento do estúdio. Analistas do mercado consideraram que filmes baseados em franquias populares costumam perder tração em sua segunda semana, devido ao grande número de ingressos adquiridos em pré-venda pelos fãs mais ansiosos. Como não caiu mais de 70% como nos casos mencionados e permanece em cartaz em muitos cinemas, a perda de público pode ser considerada normal e não deve virar motivo real de preocupação para a Warner. “Não estamos preocupados com a queda”, disse, por sinal, o diretor de distribuição doméstica da Warner Jeff Goldstein ao site The Hollywood Reporter. “Estamos mais focados no total que atingimos. E nosso número global é gigantesco”.
Pedro Almodóvar abandona divulgação de seu novo filme após aparecer no escândalo dos Panama Papers
O diretor espanhol Pedro Almodóvar resolveu cancelar sua participação na divulgação de seu novo filme, “Julieta”, que estreia nesta sexta-feira (8/4) na Espanha. Embora o luto pela morte da atriz Chus Lampreave pudesse justificar um recolhimento do cineasta, a nota oficial da produtora El Deseo, de Almodóvar e seu irmão Augustín, apontou uma causa menos nobre: o vazamento dos documentos conhecidos como “Panama Papers”. Segundo o comunicado, as exibições do filme para a imprensa, bem como as coletivas e fotos com o diretor foram canceladas por causa da “prioridade informativa” de questões não relacionadas a “Julieta”. É que o nome dos irmãos Almodóvar aparece entre os 11,5 milhões de documentos vazados do escritório panamenho Mossak Fonseca, especializado na criação de empresas offshore. Esse tipo de empresa pode ser absolutamente legal, mas, muitas vezes, alimenta esquemas de lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio em paraísos fiscais. Entre 1991 e 1994, Pedro e Augustín Almodóvar foram os proprietários da Glen Valley Corporation, criada pelo escritório Mossak Fonseca nas Ilhas Virgens Britânicas, consideradas um paraíso fiscal. O irmão menos famoso assumiu a responsabilidade pela parte administrativa do negócio. “Desde que fundamos a El Deseo, Pedro e eu dividimos as responsabilidades de forma clara. Eu controlo tudo que se refere à administração, e ele se dedica a todos os aspectos criativos. Lamento o dano que a imagem pública de meu irmão vem sofrendo, provocado única e exclusivamente pela minha falta de experiência nos primeiros anos de nossa empresa familiar”, declarou Augustín, em uma nota divulgada na segunda-feira (5/4). As atrizes Emma Suárez e Adriana Ugarte, protagonistas de “Julieta” continuarão a participar da divulgação do filme, que ainda não tem data de estreia no Brasil.
Playlist (Vapour Trail): 15 clipes que inauguraram o indie rock nos anos 1980
Existem várias teorias para explicar como surgiu o rock indie. Há quem prefira apontar os primeiros discos (EPs e singles) independentes, lançados pelas próprias bandas a partir de 1977, durante o auge da estética DIY (Do It Yourself) do punk rock. Em 1980, já havia tantos compactos de gravadoras independentes circulando que o semanário britânico Record Week criou a primeira parada de sucessos voltada apenas para refletir os hits com distribuição alternativa, influenciando outras publicações a seguirem a iniciativa. Mas foi só na metade daquela década que o termo “indie” passou a ser usado como definição musical e não apenas econômica. Em novembro de 1985, o primeiro álbum radicalmente diferente do que havia surgido no pós-punk chegou às lojas: “Psychocandy”, de The Jesus and Mary Chain. Sem saber direito como lidar com a banda, a crítica a rotulou como “o novo Sex Pistols”, tecendo uma analogia entre seu som barulhento e os tumultos que marcavam seus primeiros shows. Mas havia sinais que aquele barulho não era isolado. O empresário do Jesus and Mary Chain, Alan McGee, lotava seu clube londrino, The Living Room, com bandas novas. Ele mesmo era integrante de uma delas (Biff Bang Pow) e dava os primeiros passos com sua própria gravadora, a Creation Records, por onde lançaria a banda paralela do baterista do Jesus, chamada Primal Scream. A verdade é que desde 1984 as bandas se multiplicavam, alimentando, por sua vez, o surgimento de diversas gravadoras pequenas. E foi um movimento tão súbito e intenso que deixou até a imprensa musical perdida, sem conseguir identificar para seus leitores os inúmeros artistas que pareciam surgir de uma só vez. Para cumprir essa tarefa, o semanário NME (New Musical Express) teve a ideia de lançar uma amostragem desses novatos, disponibilizando uma fita K7 junto de uma de suas edições. A iniciativa rendeu a primeira coletânea indie de todos os tempos, a “C86”, assim batizada em homenagem à “classe de 1986”. A “C86”, que completa 30 anos, acabou simbolizando o ponto de virada da música indie. Além de reunir diversos artistas diferentes, ela foi acompanhada por uma longa reportagem da publicação, contextualizando sua representatividade. O objetivo de seus idealizadores era demonstrar como a nova música britânica independente tinha evoluído nos últimos anos, afastando-se do pós-punk, de forma quase desapercebida, enquanto o pop com sintetizadores e influenciado pelo R&B americano dominava as paradas de sucesso. Em contraste, a nova geração priorizava guitarras sobre os sons eletrônicos do período, o que também rendeu a definição genérica “guitar bands” para definir aquela geração no Brasil. O impacto do lançamento do “C86” uniu a imprensa musical britânica em torno da bandeira indie. As publicações rivais da NME, como Melody Maker e Sounds, passaram a incluir novas reflexões sobre a revolução em andamento, nem que fosse para declarar que aquele K7 não era, assim, tão representativo. De fato, se lá havia Primal Scream, The Pastels, Close Lobsters e The Wedding Present, por exemplo, sobravam bandas que não foram a lugar algum, enquanto as ausências de The Jesus and Mary Chain, Spaceman 3 e The Loft, entre outros, gritavam. Aproveitando a discussão, a Creation Records passou a lançar suas próprias coletâneas, revelando My Bloody Valentine, House of Love, Jasmine Minks, The Weather Prophets (sucessor de The Loft) e a geração shoegazer. O fato é que 1986 representou uma grande virada. Ainda havia muitos artistas interessados em levar adiante a sonoridade pós-punk, influenciados por PIL e até Echo and the Bunnymen, por exemplo. Mas os talentos que passaram a monopolizar a atenção da crítica citavam influências mais antigas, incomuns até então, de artistas dos anos 1960: o jangle pop de bandas como The Byrds e outros artistas com guitarras de 12 cordas, o wall of sound dos girl groups como Shangri-Las e The Ronettes e a explosão de microfonia entronizada no clássico “Sister Ray”, do Velvet Underground, banda que também contava com os vocais “frágeis” de Lou Reed e “gélidos” de Nico. Essas sementes, que renderam as primeiras bandas da música indie, acabaram frutificando em novas ramificações musicais na década seguinte, o twee pop e o shoegazer. Em suma, foi assim que tudo começou. Relembre, abaixo, os sons mais distorcidos dessa era, responsáveis por tirar o Velvet Underground da obscuridade para transformá-la na banda mais influente do mundo – como atestam as microfonias, as melodias murmuradas e os kits minimalistas de bateria (tocada em pé) que, desde então, se tornaram indissociáveis da cena indie.
Fotos revelam o elenco de Class, novo spin-off da série Doctor Who
A rede britânica BBC divulgou as primeiras fotos do elenco do novo spin-off da série “Doctor Who”, intitulado “Class”. As imagens (veja abaixo) trazem os atores no cenário da atração, mas as gravações só vão começar na próxima semana. Apesar da divulgação, ainda não há informações sobre a trama ou os nomes dos personagens. Desde que o projeto foi anunciado, o título se prestou a diversas especulações, alimentando a possibilidade de ser uma atração derivada da atual encarnação da série principal. Afinal, a última companheira do Doutor, Clara Oswald (Jenna Coleman), era uma professora e vários de seus jovens alunos apareceram em aventuras da série, inclusive viajando a bordo da Tardis. Infelizmente, essa possibilidade foi apenas parcialmente contemplada. Com o triste desfecho da 9ª temporada, Clara saiu definitivamente da série. E, ao que parece, seus alunos também. Entretanto, sua escola continuará a fazer parte da mitologia da produção em “Class”. Na verdade, a escola de Clara, Coal Hill School, tem uma longa tradição como cenário “Doctor Who”. Ela aparece no próprio piloto da atração, “An Unearthly Child”, exibido em novembro de 1963. Depois, porém, só voltou a ser lembrada num episódio de 1988, quando o Doutor viajou no tempo de volta a 1963, para resolver problemas que deixara inacabados em sua primeira aparição na Terra. Foi necessário outro longo hiato para o lugar voltar a ganhar destaque. Isto aconteceu no especial de 50 anos da série, quando a nova companheira do Doutor, Clara, tornou-se professora de Inglês da escola londrina. Isto mudou a relação da série com o colégio fictício. A partir da 8ª temporada, a maioria dos episódios incluiu cenas relacionadas com o local, destacando professores e alunos. “Class”, porém, não deve retomar nenhum dos personagens já conhecidos. Pelos menos, é o que indica o elenco divulgado. Ele será encabeçado por Katherine Kelly (séries “Mr. Selfridge” e “Happy Valley”), que deve viver uma professora, e os jovens Greg Austin (também de “Mr. Selfridge”), Fady Elsayed (visto em “Penny Dreadful”), Sophie Hopkins (“The Devil Knows You’re Here”) e a estreante Vivian Oparah, escalados como estudantes da Coal Hill School. Criada por Patrick Ness (roteirista da vindoura fantasia “Sete Minutos Depois da Meia-Noite”), a série está sendo descrita como uma espécie de “Buffy – A Caça Vampiros” britânica. “Eu sempre me perguntei se poderia haver uma ‘Buffy’ britânica, e só mesmo o brilhante Patrick Ness para descobrir como fazer isso acontecer”, disse o produtor executivo Steven Moffat (“Doctor Who”) no press release divulgado pela BBC. O novo spin-off vem suprir uma lacuna no universo de “Doctor Who”, que nos últimos anos chegou a ter duas séries derivadas, “Torchwood”, para um público mais velho, e “The Sarah Jane Adventures”, para crianças. Ainda não há previsão de estreia para a nova atração.
Os Dez Mandamentos vira segundo filme mais visto do cinema brasileiro
Após dez semanas em cartaz, “Os Dez Mandamentos” se tornou o segundo filme mais visto do cinema brasileiro. A produção da Record já acumula 10,8 milhões de espectadores, agora à frente “Dona Flor e seus Dois Maridos” (10,7 milhões), e só é superado pelo campeão “Tropa de Elite 2” (11,1 milhões). Os dados são da empresa comScore, que faz a análise das bilheterias nacionais. A diferença para “Tropa de Elite 2” é de apenas 400 mil espectadores. A reta final é sempre mais árdua de ser superada, mas o filme da novela ainda demonstra fôlego. Atualmente, ocupa o 3º lugar no ranking semanal – atrás de “Zootopia” e “Batman vs. Superman”. Ao todo, “Os Dez Mandamentos” já rendeu R$ 114 milhões nos cinemas. Mas seu sucesso se estende a outros negócios, como a venda para canais pagos de filmes – acordo inédito para uma produção que iniciou sua trajetória como novela. E ao lançamento, na televisão, de “Dez Mandamentos – Segunda Temporada”, nova fase da novela, que estreou na segunda (5/4) com aumento de 56% na audiência em relação à estreia da produção original. O fenômeno continua.
Final da temporada de The Walking Dead gera revolta nas redes sociais
O final da 6ª temporada de “The Walking Dead” foi assistido por 14,2 milhões de espectadores ao vivo nos EUA, a segunda maior audiência da temporada (abaixo apenas da estreia), mas gerou uma avalanche de comentários negativos nas redes sociais, devido à forma como o episódio terminou. Embora vários personagens queridos já tenham morrido na série, os produtores resolveram fazer suspense, ao mostrar o novo vilão Negan (interpretado por Jeffrey Dean Morgan) assassinando um dos sobreviventes do grupo de Rick (Andrew Lincoln), sem revelar a identidade da vítima. O que seria um gancho para aumentar a expectativa pela próxima temporada acabou sendo lamentado pelos fãs como mera “sacanagem”. Segundo análise da companhia Canvs, que analisa o conteúdo emocional de mensagens de mídias sociais, mais de 70% das reações ao desfecho do episódio no Twitter foram negativas, expressas em palavras de revolta como “loucura”, “não gostei”, “ódio” e “chateado”. A palavra “amei” foi usada em 15,2% dos comentários, enquanto a palavra “bom” em apenas 6,4%. Não é a primeira vez que os fãs lamentam os rumos da série, mas desde que Scott M. Gimple virou showrunner, na 4ª temporada, os questionamentos vem aumentando. Entre os eventos mais recentes, até hoje rende polêmica a explicação meia-boca sobre como Glenn (Steve Yeun) poderia ter sobrevivido a um cerco de zumbis na primeira metade da temporada. Será que Glenn finalmente morreu, no episódio de domingo? Ou a vítima teria sido um personagem menos popular, diferente do que aconteceu nos quadrinhos? O público só saberá em outubro, quando a série retornar para a 7ª temporada.
Porsche não teve culpa no acidente que matou Paul Walker, decreta juiz americano
Quase três anos depois do acidente que matou o ator Paul Walker (franquia “Velozes E Furiosos”), a montadora Porsche foi inocentada de qualquer responsabilidade pela Corte de Los Angeles. Segundo o site TMZ, o juiz responsável por examinar o caso rebateu as acusações de que o veículo não tinha reforço nas laterais e apresentava uma falha na suspensão. Durante o processo, os advogados da Porsche afirmaram que o ator tinha consciência dos riscos de dirigir um carro esportivo em alta velocidade, nas condições apresentadas por uma via pública. Desta forma, o juiz declarou que o motorista, Roger Rodas, seria o culpado da própria morte e do amigo, Paul Walker. No entanto, a decisão, proferida nesta terça (5/3), aplica-se apenas ao caso de Rodas, num processo aberto por sua viúva contra a montadora por alegados “defeitos de fabricação”. A decisão é uma importante vitória para a Porche, que estava sendo acusada de responsabilidade pelo acidente, ocorrido em novembro de 2013. Além deste processo, a fabricante de automóveis também enfrenta uma ação movida por Meadow, filha de Paul Walker, num processo que ainda aguarda a decisão judicial.
O Bom Gigante Amigo: Novo filme de Steven Spielberg ganha trailer legendado
A Disney divulgou o primeiro trailer legendado de “O Bom Gigante Amigo”, novo longa de Steven Spielberg (“Ponte dos Espiões”), que marca o retorno do diretor aos filmes juvenis de fantasia. A prévia retoma a introdução feita no primeiro teaser, em que uma menina, ao ficar acordada até tarde, descobre a existência de um gigante. A partir daí, o vídeo revela o maravilhamento e também o perigo que a acompanha, conforme ela descobre a terra mágica e a missão de seu novo bom amigo. O longa é estrelado pela pequena inglesa Ruby Barnhill, que faz sua estreia no cinema aos 10 anos de idade, e traz Mark Rylance (“Ponte de Espiões”) como a voz, o rosto e os movimentos (por captura de performance) do gigante bonzinho. A história, por sua vez, é uma adaptação do livro infantil escrito por Roald Dahl (autor de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”) em 1982. Infelizmente, seu roteiro rendeu um registro agridoce, ao marcar um reencontro e uma despedida para Spielberg. Para filmar o livro, o diretor tirou da aposentadoria a roteirista Melissa Mathison (“Kundun”), com quem ele havia trabalhado no clássico “E.T. – O Extraterrestre” (1982) e no segmento dirigido por ele na antologia “No Limite da Realidade” (1983). Especialista em filmes estrelados por crianças, Melissa já lutava com um câncer durante o trabalho e veio a falecer após entregar o roteiro finalizado, em novembro passado. “O Bom Gigante Amigo” estreia em 28 de julho no Brasil, praticamente um mês após o lançamento nos EUA.
Roteirista de A Série Divergente: Insurgente vai escrever sequência de O Iluminado
O roteirista Akiva Goldsman (“A Série Divergente: Insurgente”) vai escrever a adaptação de “Doctor Sleep”, de Stephen King, continuação oficial do terror clássico “O Iluminado”, informou o site Tracking Board. A trama acompanha Danny Torrence, o menino cujo pai (Jack Nicholson no cinema) enlouqueceu e tentou matar a família no Overlook Hotel. Já adulto, o rapaz se tornou traumatizado, mas continua desenvolvendo seus poderes psíquicos, até que entra em contato com uma garota perseguida por um perigoso grupo de paranormais. O livro “Doctor Sleep” venceu o Bram Stoker Award (dedicado a publicações de terror) de Melhor Romance de 2013. Goldsman tem uma carreira irregular. Ele já venceu o Oscar – por “Uma Mente Brilhante” (2001) – , mas escreveu algumas das piores histórias já filmadas, como “Batman & Robin” (1997), “Perdidos no Espaço – O Filme” (1998) e “Um Conto do Destino” (2014), que ele próprio dirigiu. Seu roteiro mais recente foi o fracasso de bilheteria “A 5ª Onda” (2016) e entre suas próximas produções está a adaptação de “A Torre Negra”, também de Stephen King, que será filmada nos próximos meses. Stephen King, que já disse diversas vezes detestar a versão cinematográfica de “O Iluminado” (1980), será o produtor executivo de “Doctor Sleep”, que ainda não tem diretor definido.
Atriz, diretor e roteirista de Jovens Adultos voltarão a se juntar em novo filme
O trio responsável por “Jovens Adultos” (2011), a roteirista Diablo Coby, o diretor Jason Reitman e a atriz Charlize Theron, está preparando um novo projeto, informou o site da revista The Hollywood Reporter. Ainda sem título, a produção representará a terceira parceria entre Reitman e Cody. Os dois também fizeram o premiado “Juno” (2007), trabalho mais bem-sucedido da carreira de ambos. Assim como naquela produção, o novo filme abordará a questão da maternidade. Não há maiores informações, cronograma de produção ou previsão de estreia.
Batman: Animação inspirada na graphic novel A Piada Mortal ganha primeiro trailer
A Warner divulgou o primeiro trailer e um vídeo de bastidores da animação “Batman: A Piada Mortal”, que adapta a história mais famosa do Coringa, a graphic novel homônima de 1988, escrita por Alan Moore (“Watchmen” e “V de Vingança”) e desenhada por Brian Bolland. A prévia mostra imagens que reproduzem cenas icônicas dos quadrinhos, como a tortura do Comissário Gordon, a luta entre Batman e o vilão na lama de um circo abandonado, flashes da origem do Coringa e detalhes do atentado contra Barbara Gordon. O Coringa aparece com a camisa havaiana e o revólver que ele disparou quando deixou a jovem paraplégica. Entretanto, o trailer também mostra a Batgirl, que não aparece na história. Nos quadrinhos clássicos, a heroína é representada apenas em sua identidade civil, como Barbara, a vítima da tragédia. A mudança foi proposital, revela o produtor executivo Bruce Timm no vídeo de bastidores. As imagens também são bem menos sofisticadas na animação do que no traço marcante de Brian Bolland. O destaque da dublagem fica por conta da participação de Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”), que se consagrou como a voz do Coringa desde “Batman – A Série Animada”, de 1992. Quem faz a voz de Batman, por sua vez, é Kevin Conroy, o dublador original do herói na animação de clássica 1992. Com direção de Sam Liu (“Justice League vs. Teen Titans”), a animação será lançada diretamente em DVD e Blu-ray, com première em julho durante a San Diego Comic-Con.












