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  • Filme

    A Bruta Flor do Querer tenta manter o tesão diante da morte do cinema brasileiro

    9 de abril de 2016 /

    Curioso como três filmes brasileiros mostraram em 2016, ainda que rapidamente, cenas de membros masculinos enrijecidos nas telas: “Boi Neon”, de Gabriel Mascaro, “Para Minha Amada Morta”, de Aly Muritiba, e agora este “A Bruta Flor do Querer”, da dupla Andradina Azevedo e Dida Andrade. Pode ser sinal de que o cinema brasileiro está vivo, pulsando e que ainda existe tesão. Faz algum sentido, especialmente diante das obras desses jovens e talentosos cineastas. “A Bruta Flor do Querer” conta a história de um jovem cineasta (o próprio diretor Dida Andrade) que, devido à dificuldade de conseguir sobreviver com sua arte, ganha alguns trocados trabalhando como cinegrafista de casamentos. Quando lhe é perguntado se ele gosta desse trabalho, ele diz: “óbvio”, com aquele ar de escárnio. Aos poucos, vamos sendo apresentados à sua vida pouco agradável, entre drogas para escapar dos problemas e uma tentativa frustrada de se aproximar de uma moça por quem está apaixonado – uma paixão platônica. O filme embarca na crise existencial sem parecer adolescente demais. Cria, inclusive, empatia com o drama do personagem, especialmente nas cenas em que ele tenta se aproximar de Diana (interpretada por Diana Motta), a sua paixão, que para ele aparece ao som de “Baby”, do Caetano Veloso – em versões cantada por Gal Costa e pelos Mutantes. O título de “A Bruta Flor do Querer”, por sinal, vem de outra música de Caetano, “Quereres”. Por ironia, a ótima trilha sonora foi determinante para que o filme levasse tanto tempo para chegar às telas, desde sua exibição premiada no Festival de Gramado, em 2013. Não só foi difícil conseguir a liberação das músicas (há outras) como os pagamentos de seus direitos autorais consumiram 50% do valor do pequeno orçamento (R$ 100 mil) da produção. Mas valeu a pena ter conseguido esse feito. O filme consegue parecer mais sofisticado com elas. E falando em sofisticação, há uma vontade explícita de emular Godard em várias cenas, especialmente as que se passam dentro de carro. Sem esquecer da questão central da trama, bastante godardiana, que é a tese, manifestada na condição do cineasta de casamento, de que o cinema morreu – e assistir ao filme em uma sala quase vazia contribui enormemente para dar razão a essa teoria. Claro, o longa de estreia de Andradina e Andrade poderia ter ousado mais, inclusive na cena de sexo na praia, um pouco tímida, mas a inquietação, a frustração, a dor e a paixão conseguem ser transmitidas e sentidas do lado de cá da tela. A angústia existencial e as boas cenas de conversa entre amigos num carro – que para alguns também remetem ao cinema de John Cassavetes – , quase provam o contrário, que o cinema está bem vivo. O problema é que não basta só tesão, como demonstra o lançamento da obra, com cópias reduzidas, em poucas cidades e sem nenhuma divulgação. Este destino não é exclusividade de “A Bruta Flor do Querer”, mas da grande maioria dos filmes brasileiros contemporâneos. Afinal, de que adianta filmar com tesão, se o mercado é tão broxante?

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  • Série

    Melissa McCarthy confirma sua participação no revival de Gilmore Girls

    9 de abril de 2016 /

    Após a saia-justa entre a comediante Melissa McCarthy e a produtora Amy Sherman-Palladino, a atriz confirmou que encontrou espaço em sua agenda para participar da volta da série “Gilmore Girls”. “Estão fazendo quatro filmes sobre ‘Gilmore Girls’, um programa que morou no meu coração por anos, e estava difícil encaixar o cronograma na minha agenda”, ela disse, no programa da apresentadora Ellen DeGeneres, revelando que, graças a uma mudança, poderá participar. “Estou muito empolgada, será maravilhoso!”, completou. Melissa já tinha lamentado publicamente não ter sido convidada a participar da produção, após Sherman-Palladino ter dito que a atriz não teria tempo de gravar o programa. Na ocasião, ela usou o Twitter para reclamar. “Infelizmente, ninguém convidou a mim ou à Sookie para voltar a Stars Hollow”, escreveu, em referência ao nome de sua personagem e à cidade fictícia da atração, desmentindo a produtora. A produtora, por sua vez, explicou que a confusão foi causada pela equipe de McCarthy, que teria tomado a decisão de ignorar seu convite, mas manteve as portas abertas para a intérprete da cozinheira Sookie St. James. “Se Melissa estiver disponível durante uma tarde qualquer, nós vamos escrever uma cena para ela. Até se for algo de última hora, podemos improvisar”, disse a produtora. Como boa parte das filmagens já aconteceram, Melissa deve aparecer apenas no último dos quatro capítulos. A Produzida para o serviço de streaming Netflix, a série de quatro filmes (cada um passado numa estação diferente do ano) vai dar um desfecho para a história de “Gilmore Girls”, originalmente exibida de 2000 a 2007. A atração companhava o cotidiano da mãe solteira Lorelai Victoria Gilmore (Lauren Graham) e sua filha Lorelai “Rory” Leigh Gilmore (Alexis Bledel) na cidadezinha fictícia de Stars Hollow, aproveitando para explorar diversos temas de relacionamentos, como família, amizades, conflitos geracionais e classes sociais. Repleta de personagens bem peculiares, a atração ainda serviu para lançar a carreira de muitos astros, como a comediante Melissa McCarthy (“As Bem Armadas”) e os então adolescentes Jared Padalecki (série “Supernatural”) e Milo Ventimiglia (série “Heroes”). Com a confirmação da participação de Melissa, agora todo o elenco original (menos o falecido ator Edward Herrmann, intérprete do pai de Lorelai) voltará a se reunir para essa produção especial. Ainda não há previsão de estreia dos novos capítulos.

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  • Filme

    É Tudo Verdade exibe o vencedor do Festival de Berlim e 22 estreias mundiais

    9 de abril de 2016 /

    O festival É Tudo Verdade abre ao público sua 21ª edição com a exibição de 85 títulos, dentre os quais 22 são estreias mundiais. Os filmes serão exibidos até o dia 17 de abril em São Paulo e no Rio de Janeiro, com entrada gratuita. O primeiro documentário a vencer o Festival de Berlim, “Fogo no Mar” (“Fuocoammare”, no original), de Gianfranco Rosi, inaugurou o festival em São Paulo, abordando o impacto da onda de refugiados sobre o cotidiano da pequena ilha mediterrânea de Lampedusa. O cineasta italiano já havia vencido o Festival em Veneza em 2013 com outro documentário, “Sacro GRA”. Já a abertura carioca do É Tudo Verdade marca a estreia mundial de “As Incríveis Artimanhas da Nuvem Cigana”, de Paola Ribeiro e Cláudio Lobato. O longa resgata o movimento de “poesia marginal” do coletivo de poetas Nuvem Cigada, da Zona Sul do Rio nos anos 1970, em plena ditadura militar. Por meio de livros mimeografados e encontros híbridos, entre “happenings” e saraus, batizados de “Artimanhas”, uma nova geração lançou-se na literatura nacional: Bernardo Vilhena, Chacal, Charles, Ronaldo Santos, além do próprio diretor Cláudio Lobato, entre outros. Após as sessões de abertura para convidados, os dois filmes começam agora a ser exibidos para o público dentro da programação do festival, que fará ainda uma retrospectiva da obra do diretor Carlos Nader. Haverá também uma mostra especial com documentários sobre Olimpíadas e sessões dedicadas aos cineastas Chantal Akerman, Ruy Guerra, Claude Lanzmann e Haskell Wexler. Em nota, o fundador e diretor do festival, Amir Labaki, afirmou ser “um privilégio apresentarmos uma safra tão excepcional, tanto da produção brasileira, quanto internacional, com a marca muito expressiva de 22 estreias mundiais”. “Foi um processo de seleção particularmente difícil, devido à alta qualidade e ao recorde de inscrições, superando 1,7 mil títulos dos cinco continentes”, completou. Confira, abaixo, a lista dos filmes selecionados para o festival. FESTIVAL É TUDO VERDADE 2016 Competição brasileira: longas ou médias-metragens “Cacaso na corda bamba”, de José Joaquim Salles e Ph Souza Cícero Dias, o compadre de Picasso”, de Vladimir Carvalho “Galeria F”, de Emília Silveira “Imagens do Estado Novo 1937-45”, de Eduardo Escorel “Jonas e o circo sem lona”, de Paula Gomes “Manter a linha da cordilheira sem o desmaio da planície”, de Walter Carvalho “O futebol”, de Sergio Oksman Competição internacional: longas ou médias-metragens “327 cadernos”, de Andrés Di Tella (Argentina/Chile) “Anos claros, de Frédéric Guillaume (Bélgica) “Catástrofe”, de Alina Rudnitskaya (Rússia) “Chicago boys”, de Carola Fuentes e Rafael Valdeavellano (Chile) “Gigante”, de Zhao Liang (França) “Kate interpreta Christine”, de Robert Greene (EUA) “No limbo”, de Antoine Viviani (França) “Nuts!”, de Penny Lane (EUA) “Paciente”, de Jorge Caballero Ramos (Colômbia) “Sob o sol”, de Vitaly Mansky (Rússia/Letônia/Alemanha/República Checa/Coreia do Norte) “Tudo começou pelo fim”, de Luis Ospina (Colômbia) “Um caso de família”, de Tom Fassaert (Holanda/Bélgica/Dinamarca) Competição brasileira: curtas-metragens “A culpa é da foto”, de Eraldo Peres, André Dusek e Joédson Alves “Abissal”, de Arthur Leite “Aqueles anos em dezembro”, de Felipe Arrojo Poroger “Buscando Helena”, de Roberto Berliner e Ana Amélia Macedo “Fora de quadro”, de Txai Ferraz “O oco da fala”, de Miriam Chnaiderman “Praça de guerra”, de Edi Junior “Sem título # 3 : E para que poetas em tempo de pobreza?”, de Carlos Adriano “Vida como rizoma”, de Lisi Kieling Competição internacional: curtas metragens “A visita”, de Pippo Delbono (França) “Caracóis”, de Grzegorz Szczepaniak (Polônia) “Carmen”, de Mariano Samengo (Argentina) “Cosmopolitanismo”, de Erik Gandini (Suécia) “Eu tenho uma arma”, de Ahmad Shawar (Palestina) “Fatima”, de Nina Khada (Alemanha) “Munique 72 e além”, de Stephen Crisman (EUA) “O atirador de elite de Kobani”, de Reber Dosky (Holanda) Programas especiais “Cidadão rebelde”, de Pamela Yates (EUA) “Claude Lanzmann: Espectros do Shoah”, de Adam Benzine (Canadá/Reino Unido/EUA) “Não pertenço a lugar algum – O cinema de Chantal Akerman”, de Marianne Lambert (Bélgica) “O homem que matou John Wayne”, de Diogo Oliveira e Bruno Laet (Brasil) O estado das coisas “Atentados: As faces do terror”, de Stéphane Bentura (França) “Danado de bom”, de Deby Brennand (Brasil) “Faraóis do Egito Moderno (Mubarak/Nasser/Sadat)”, de Jihan El Tahri (França) “Lampião da esquina”, de Lívia Perez (Brasil) “O deserto do deserto”, de Samir Abujamra e Tito Gonzalez Garcia (Brasil) “Overgames”, de Lutz Dammbeck (Alemanha) “Vida ativa – O espírito de Hannah Arendt, de Ada Ushpiz (Israel/Canadá) Foco latino-americano “Allende meu avô Allende”, de Marcia Tambutti Allende (Chile/México) “Favio, a estética da ternura”, de Luis Rodríguez e Andrés Rodríguez (Venezuela) “Gabo: A criação de Gabriel García Márquez”, de Justin Webster (Espanha/Colômbia) “Toponímia”, de Jonathan Perel (Argentina) Retrospectiva brasileira – Carlos Nader “A paixão de JL” “Carlos Nader” “Chelpa Ferro” “Concepção” “Eduardo Coutinho, 7 de outubro” “Homem comum” “O beijoqueiro: Portrait of a serial kisser” “O fim da viagem” “Pan-cinema permanente” “Preto e branco” “Tela” “Trovoada” Mostra especial: Cinema Olympia “Anéis do mundo”, de Sergey Miroshnichenko (Rússia) “Espírito em movimento”, de Sofia Geveyler,Yulia Byvsheva e Sofia Kucher (Rússia) “Olympia 52”, de Chris Marker (Finlândia/França) “Os campeões de Hitler”, de Jean-Christophe Rosé (França) “Um novo olhar sobre Olympia 52”, de Julien Faraut (França) É tudo verdade no Itaú Cultural “Mataram meu irmão”, de Cristiano Burlan (Brasil) “O longo amanhecer – Cinebiografia de Celso Furtado”, de José Mariani (Brasil) “Rocha que voa”, de Eryk Rocha (Brasil) É tudo verdade no Circuito de Cinema: Cine Olido – Documentários olímpicos brasileiros “As incríveis histórias de um navio fantasma”, de André Bomfim “Bete do peso”, de Kiko Mollica “João do voo – A história de uma medalha roubada”, de Sergio Miranda e Pedro Simão “Maria Lenk, a essência do espírito olímpico”, de Iberê Carvalho “Meninas”, de Carla Gallo “México 1968 – A última Olimpíada livre”, de Ugo Giorgetti “Ouro, suor e lágrimas”, de Helena Sroulevich “Se essa vila não fosse minha”, de Felipe Pena “Reinado Conrad – A origem do iatismo vencedor”, de Murilo Salles É tudo verdade no Circuito SPCine de cinema: CEUS Butantã, Jaçaná, Meninos e Quinta do Sol “Cidade cinza”, de Marcelo Mesquita e Guilherme Valiengo (Brasil) “Premê – Quase lindo”, de Alexandre Sorriso e Danilo Moraes (Brasil)

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  • Série

    Jack Bauer pode reaparecer na nova série derivada de 24 Horas

    9 de abril de 2016 /

    O ator Kiefer Sutherland deu a entender que seu personagem, o agente Jack Bauer pode aparecer na nova série “24: Legacy”, derivado do sucesso “24 Horas”. Em entrevista à revista americana Rolling Stone, o ator elogiou a atração, da qual é produtor, e praticamente se escalou para fazer uma participação especial. “O roteiro é fenomenal. Acho que vai ser libertador para os roteiristas não ter que inventar um novo dia ruim para Jack Bauer. Eles vão escrever para novos personagens. E Bauer ainda está por aí, então nunca se sabe o que pode acontecer”, ele disse, lembrando que já havia aposentado o personagem antes. “Já disse duas vezes [que não voltaria a interpretar Bauer] e acabei fazendo, por isso não falarei mais”, concluiu Sutherland. Jack Bauer apareceu pela última vez na minissérie “24 Horas: Viva um Novo Dia” (2014), que terminou com sua prisão por agentes do serviço secreto russo. Os produtores pretendiam continuar a história do personagem, mas a relutância do ator em estrelar uma nova temporada alimentou a ideia do spin-off, que acabou aprovado pela rede Fox no começo de 2016. Intitulada “24: Legacy”, a série será estrelada por Corey Hawkins (o Dr. Dre de “Straight Outta Compton”) no papel de um herói de guerra chamado Eric Carter, que retorna do Oriente Médio aos EUA. Entretanto, uma ameaça contra ele faz com que procure a CTU (Agência de Contra-Terrorismo) para salvar sua vida, enquanto tenta impedir um grande ataque terrorista. A atração não deve repetir personagens da série original, mas fará referências à tramas anteriores. Além de Hawkins, também participam do elenco Miranda Otto (que estrelou a última temporada de “Homeland”), Teddy Sears (série “The Flash”), Jimmy Smits (série “Sons of Anarchy”), Dan Bucatinsky (série “Scandal”), Anna Diop (série “The Messengers”), Ashley Thomas (série “Beowulf: Return to the Shieldlands”) e Charlie Hofheimer (série “Mad Men”). “24: Legacy” deve manter a estrutura da ação em tempo real, com produção dos mesmos executivos de “24 Horas”, Howard Gordon, Manny Coto e Evan Katz. Mas terá uma duração menor por temporada, com apenas 13 episódios, como a minissérie de 2014.

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  • Filme

    Continuação de No Limite do Amanhã contrata roteiristas

    9 de abril de 2016 /

    A Warner contratou os roteiristas Joe Shrapnel e Anna Waterhouse (autores de “Race”, cinebiografia do atleta Jesse Owens) para escreverem a sequência de “No Limite do Amanhã” (2014). Mas, segundo o site Deadline, o autor do roteiro original, Christopher McQuarrie, parceiro favorito do ator Tom Cruise, vai supervisionar o trabalho, além de produzir o filme. A direção, por sua vez, voltará a ser exercida pelo cineasta Doug Liman. Vale observar que o mangá “All You Need Is Kill”, em que “No Limite do Amanhã” foi baseado, também vai ganhar uma sequência. Considerado um dos melhores filmes de ação da carreira de Tom Cruise, o filme arrancou muitos elogios da crítica, mas não foi um grande sucesso de público. Com um robusto orçamento de US$ 178 milhões, o filme arrecadou apenas US$ 100 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos, mas compensou com um ótimo desempenho nos demais países, chegando a um total de US$ 369,2 milhões. O filme original acompanhava o Tenente Bill Cage (Cruise), enviado sem preparo para lutar contra uma invasão de alienígenas na Terra, que acaba morto em minutos. Mas o contato direto com a espécie extraterrestre o lança de volta no tempo, fazendo-o reviver os mesmos eventos outra vez. O efeito se repete cada vez que ele morre, o que o leva a lutar a mesma batalha várias vezes. Até descobrir que a personagem de Emily Blunt também enfrentou o mesmo paradoxo e se oferece para treiná-lo e transformá-lo num militar experiente em “apenas um dia”. O retorno de Tom Cruise está assegurado, e ele já começou a fazer campanha para contar com Emily Blunt na continuação. Enquanto isso, o ator se prepara para a estreia de sua nova parceria com o diretor Doug Liman, o suspense “Mena”, que chega aos cinemas em janeiro de 2017.

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  • Filme

    Colin Firth vai participar da continuação de Kingsman

    9 de abril de 2016 /

    Em época de adaptações de quadrinhos, até quem morre no cinema pode voltar no filme seguinte. Parece ser o caso do personagem de Colin Firth na franquia “Kingsman”. Morto no primeiro filme, “Kingsman: Serviço Secreto” (2014) ele vai reaparecer na continuação, informou seu parceiro de elenco, o ator Taron Egerton, via Twitter. Ele postou um cartaz, descrito como “uma mensagem de um velho amigo”, em que se lê a famosa máxima atribuída à Mark Twain, “As notícias da minha morte foram muito exageradas”, sob o óculos usado pelo personagem de Firth no primeiro filme. A arte também revela o subtítulo do filme, que será lançado como “Kingsman: The Golden Circle” (Kingsman: O Círculo Dourado). Veja logo abaixo. Além dos protagonistas Taron Egerton e Colin Fith, também Mark Strong retornará na continuação, que ainda deve incluir participações de Halle Berry (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) e Julianne Moore (“Para Sempre Alice”). Por enquanto, não há detalhes sobre a trama, que deve continuar adaptando as histórias dos quadrinhos de Mark Millar (criador também de “Kickass”). O filme será novamente roteirizado por Jane Goldman e dirigido por Matthew Vaughn, e tem estreia marcada para 16 de junho de 2017 nos EUA.

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  • Música

    Playlist (The Sound of Silence): Veja 15 clipes de clássicos do folk rock

    8 de abril de 2016 /

    O “fracasso” de “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” teve um efeito colateral curioso: a viralização de um vídeo sobre as críticas negativas, que enfatizavam a reação – ou falta dela – de Ben Affleck, com trilha do clássico “The Sound of Silence”, de Simon & Garfunkel. Em consequência dessa brincadeira, 50 anos após estrear no topo das paradas, a música de 1966 voltou às paradas de sucesso americanas: em 6º lugar no ranking de Hot Rock Songs da revista Billboard e em 2º entre as mais ouvidas em sites de streaming, com 5,6 milhões de execuções apenas na semana passada. Originalmente um gênero de grandes narrativas, criadas por bardos medievais para espalhar lendas, louvar feitos ou zombar dos poderosos, o folk se provou um instrumento poderoso nas vozes dos cantores de protesto dos anos 1960. Mas também evoluiu com o rock, adotando a temática hippie para falar de amor ao violão. “The Sound of Silence” surgiu justamente durante um momento de transição do folk, quando o gênero trocava a preocupação social por canções existenciais. A diferença é visivelmente traçada entre os festivais de Newport e Woodstock, mas no meio desse caminho ainda houve a trilha de “A Primeira Noite de um Homem” (The Graduate, 1967). O filme com músicas de Simon & Garfunkel deu imagens à sensação de vazio e desapego que emergia no final da década de 1960, transformando “The Sound of Silence” numa espécie de hino da depressão. Aproveite para ver abaixo este e outros clássicos da época em que o folk entrou na história do rock.

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  • Série

    Salem: 3ª temporada ganha trailer macabro

    8 de abril de 2016 /

    O canal pago WGN America divulgou um novo trailer da 3ª temporada de “Salem”, série de bruxas que se tornou o primeiro sucesso da emissora americana. A prévia macabra revela o diabo solto na cidade que dá título à produção, enquanto sua mãe, Mary Sibley (Janet Montgomery), volta dos mortos. Criada pelos roteiristas Brannon Braga (“Jornada nas Estrelas: Primeiro Contato”) e Adam Simon (“Evocando Espíritos”), “Salem” se passa durante o infame período da caça às bruxas do século 17, mas troca o realismo histórico pelo princípio de que as bruxas eram reais. O elenco é formado por Janet Montgomery (série “Made in Jersey”), Shane West (série “Nikita”), Seth Gabel (série “Fringe”), Elise Eberle (“Tão Descolada Quanto Eu”), Tamzin Merchant (série “The Tudors”) e Ashley Madekwe (série “Revenge”). Embora a 2ª temporada tenha estreado em abril de 2015, os próximos episódios só devem ser exibidos em outubro – o vídeo cita lançamento na “semana do Halloween”.

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  • Filme

    Anne Hathaway já é mamãe

    8 de abril de 2016 /

    Nasceu o primeiro filho de Anne Hathaway. A atriz, que venceu o Oscar por “Os Miseráveis”, e seu marido Adam Shulman, tiveram o primeiro filho, Jonathan Rosebanks Shulman, em 24 de março, informou sua assessoria de imprensa. A atriz de 33 anos havia confirmado no início do ano que estava grávida, publicando diversas fotos de seu barrigão no Instagram, e alguns sites já especulavam sobre o nascimento da criança.

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  • Etc,  Filme,  TV

    Flávio Guarnieri (1959 – 2016)

    8 de abril de 2016 /

    Morreu o ator Flávio Guarnieri, que seguiu os passos do pai, o grande dramaturgo Gianfracesco Guarnieri, no teatro, no cinema e na televisão. Ele faleceu na noite de quinta (7/4), aos 54 anos, em São Paulo. Em nota, a assessoria de imprensa não informou a causa da morte e pediu privacidade à família. Flávio nasceu em Lisboa, em 26 de setembro de 1959, e sob influência do pai começou a atuar nos palcos desde a infância. Com dezenas de peças de teatro no currículo, ele ganhou o prêmio da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de ator-revelação aos 21 anos de idade, por conta de seu papel na novela “Os Adolescentes” (1981), da Band, na pele de Caíto. A produção marcou época por trazer temas até então considerados tabus para a televisão, como vício em drogas, gravidez adolescente, pedofilia e homossexualidade. O personagem de Flávio era um jovem gay, que enfrentava preconceito. Além dele, o elenco de jovens protagonistas contava com Júlia Lemmertz, Tássia Camargo e André di Biasi, que acabaram tendo maior projeção na TV. Depois da consagração crítica de “Os Adolescentes”, Flávio emplacou mais duas novelas na Band, “Ninho da Serpente” (1982) e “O Campeão” (1982), além da minissérie “O Cometa” (1989), mas a baixa audiência implodiu o projeto de dramaturgia do canal paulista. Ele fez apenas uma novela da Globo, “Transas e Caretas” (1984), por isso não se tornou tão conhecido quanto seu irmão mais novo Paulo, que apareceu em diversas obras populares da emissora carioca. A estreia no cinema foi aos 18 anos, na rara sci-fi distópica “Parada 88 – O Limite de Alerta” (1977), que também foi o primeiro filme de Paulo, então com 15 anos. Participou ainda da pornochanchada “Viúvas Precisam de Consolo” (1979), produção da Boca do Lixo dirigida pelo ator Ewerton de Castro, antes de trabalhar com o pai no clássico “Eles Não Usam Black-Tie” (1981), adaptação da peça escrita por Gianfrancesco, que girava em torno de uma greve sindical. Seu papel de maior destaque veio em “Janete” (1983), de Chico Botelho, sobre uma prostituta da Boca do Lixo. Com trilha de Arrigo Barnabé, o filme foi premiado no Festival de Gramado, mas seu realismo não agradou ao governo, que na época ainda exercia poder de censura na cultura, obrigando diversos cortes, o que prejudicou seu lançamento. Flávio nunca mais fez outro filme. O ator reclamava da falta de espaço até na TV. Seu último personagem foi Juca Ramos na novela “Amigas e Rivais”, no SBT, em 2008. Mesmo assim, continuava a atuar no palco. Flávio esteve em cartaz recentemente com o irmão Paulo na peça “Irmãos, Irmãos… Negócios à Parte”.

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  • Música

    Yorimatã resgata a carreira musical de Luli e Lucina

    8 de abril de 2016 /

    “Yorimatã” é um documentário que procura recuperar a rica história musical da dupla de cantoras e compositoras Luli e Lucina, que esteve no centro dos acontecimentos da MPB, nas décadas de 1970 e 1980. Conviveu e trabalhou com grandes talentos desses períodos, mas, por razões diversas, sempre acabou se afastando da ribalta, sem poder colher os frutos de seus inegáveis méritos. Para viver o amor que pulsava entre elas, junto com a música. Para construir uma família a três, com o fotógrafo Luís Fernando Borges da Fonseca. Para viver uma vida hippie no mato, longe da cidade, em economia de subsistência, por opção ideológica. E, também, retornando às origens da natureza, quando um câncer acometeu Luís Fernando, para estar com ele na doença. Com tantos percalços e opções viscerais ou radicais, a dupla não alcançou o sucesso que sempre esteve por perto. Mas tem muito o que mostrar, nas imagens recuperadas das filmagens em VHS e fotos que Luís Fernando registrou por longos anos. E nos depoimentos atuais delas, de Gilberto Gil, Zélia Duncan, Tetê Espíndola, Ney Matogrosso, Antonio Adolfo, Joyce e outros mais. Para quem não conhece, ou conhece pouco, o filme mostra as músicas e o universo cultural da produção delas muito bem. O título “Yorimatã”, segundo a dupla, é uma espécie de palavra mágica que significa “salve a criança da mata”. Primeiro longa do diretor Rafael Saar, o filme venceu o festival In-Edit Brasil, dedicado a documentários musicais. https://www.youtube.com/watch?v=Yc-RDFzgDIk

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  • Série

    The Ranch: Ashton Kutcher “canta” música de Sérgio Reis para promover sua nova série no Brasil

    8 de abril de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou um vídeo em que o ator Ashton Kutcher “canta” uma música do artista sertanejo brasileiro Sérgio Reis, para divulgar sua nova série “The Ranch”, do Netflix. A canção escolhida foi “Saudade da Minha Terra”, cuja letra faz sentido no contexto da produção. No vídeo, Kutcher explica que cantar uma música era a melhor maneira de explicar a trama da série, sobre um filho que retorna à fazenda da sua família, abandonando a cidade grande. Ele, então, começa a dublar a música, acompanhado, ao violão por Danny Masterson, que interpreta seu irmão na atração. Os dois trabalharam juntos antes, na sitcom “That ’70s Show”, que estreou há 18 anos. “De que me adianta viver na cidade/ Se a felicidade não me acompanhar/ Adeus, paulistinha do meu coração/ Lá pro meu sertão eu quero voltar”, dizem alguns versos. Na série, Kutcher é um jogador de futebol semi-profissional, que, após uma rápida carreira, retorna ao rancho da família, no Colorado, ao lado de seu irmão (Masterson), visando gerir os negócios do pai (Sam Elliott, da série “Justified”). O elenco também inclui a atriz veterana Debra Winger (“O Casamento de Rachel”). “The Ranch” é uma criação de Jim Patterson e Don Reo, roteiristas e produtores da série “Dois Homens e Meio” (Two and a Half Men). A série está disponível no Netflix desde 1 de abril.

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  • Filme

    Charlize Theron será a vilã de Velozes & Furiosos 8

    7 de abril de 2016 /

    A atriz Charlize Theron (“Mad Max: Estrada da Fúria”) fechou contrato para estrelar “Velozes e Furiosos 8” ao lado de Vin Diesel, Dwayne Johnson e companhia. O anúncio foi feito pelo Twitter oficial da produção, que deu boas-vindas à atriz e revelou que ela interpretará a vilã da trama. “Nossa equipe enfrentará sua maior adversária em nosso próximo filme. Seja bem-vinda à família ‘Velozes’, Charlize Theron”, resumiu o post, que também incluiu a foto acima. Ainda não há muitos detalhes sobre a personagem da atriz, que estendeu sua negociação com a Universal Pictures por dois meses, esperando o roteiro ficar pronto para tomar a sua decisão. Embora os filmes anteriores já tenham incluído vilãs, o papel de Theron deve ser maior que as pequenas participações das lutadoras Gina Carano (“Velozes & Furiosos 6”) e Ronda Rousey (“Velozes & Furiosos 7”), envolvidas em lutas paralelas com as mocinhas da trama. Tudo indica que ela será a primeira grande antagonista da franquia. A sequência será dirigida por F. Gary Gray (“Straight Outta Compton – A História do NWA”) e deve voltar a reunir todo o elenco de “Velozes & Furiosos 7”, menos, obviamente, Paul Walker, que faleceu em novembro de 2013. A estreia está marcada para 14 de abril de 2017.

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