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    Amy Adams denuncia David O. Russell por fazê-la chorar durante as filmagens de Trapaça

    6 de março de 2016 /

    Jennifer Lawrence pode adorar filmar com o diretor David O. Russell, com quem já fez três filmes, mas muitos atores contam histórias de arrepiar sobre o cineasta, jurando jamais voltar a filmar com ele após a primeira experiência. É o caso de Amy Adams. Na matéria de capa da revista britânica GQ de abril, ela abre o jogo, relatando dificuldades de relacionamento com o diretor, a ponto de declarar ter chorado durante as filmagens de “Trapaça”, pelo qual obteve uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz em 2014. “Ele (David O. Russell) me fez chorar. Eu ficava completamente devastada no set de filmagem. Não chegava a ser todos os dias, mas acontecia na maioria das vezes”, disse a atriz, afirmando não possuir a mesma capacidade da colega de elenco, Jennifer Lawrence, em passar incólume pelo clima de terror imposto pelo cineasta. “Não gosto de ver outras pessoas sendo tratadas de maneira ruim. Para mim, não é certo. A vida é mais importante que os filmes. É muito duro para mim separar casa do trabalho. Não posso levar esse tipo de experiência para casa com a minha filha”, ela declarou. Emails vazados na época do ataque hacker à Sony já apontavam para um clima de pânico nos bastidores de “Trapaça”. O jornalista Jonathan Alter questionou o cunhado Michael Lynton, CEO da Sony Entertainment, sobre possíveis abusos de Russell durante as filmagens, querendo saber como o estúdio estava tratando o problema. “Ele pegou um cara pela gola da camisa, repetidamente xingou pessoas na frente dos outros e abusou tanto da Amy Adams que o Christian Bale o enfrentou, cara a cara, dizendo para que parasse de agir como um babaca”, dizia o email hackeado. Mas os relatos de violência, tanto psicológica quanto física, não se resumem apenas à “Trapaça”. Vêm de longa data. Durante a produção “Três Reis” (1999), por exemplo, o diretor teria saído no tapa com George Clooney após uma reclamação mais enérgica contra um membro da produção. E nem tudo é boataria sem fundamento. Há provas de seu comportamento abusivo, graças a um vídeo que registrou os bastidores de “Huckbees – A Vida é uma Comédia” (2004), no qual Russell dá um piti tão grande que chega a destruir o cenário, num ataque visceral contra a atriz Lily Tomlin. Confira abaixo.

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    Participação de Jena Malone é cortada de Batman vs. Superman

    5 de março de 2016 /

    A participação de Jena Malone (franquia “Jogos Vorazes”) em “Batman vs. Superman – A Origem da Justiça” gerou muito especulação na internet. E, confirmando a futilidade das “fofocas geeks”, todos esse esforço foi à toa. Sua participação foi cordada do filme, informou o site da revista Entertainment Weekly. O motivo do corte da atriz não foi explicado pela produção. O mais provável é que tenha sido uma decisão de montagem, para diminuir o tempo da projeção, que já estaria longa, com duas horas e meia de duração. Mas também é possível que sua participação envolvesse alguma cena imprópria para a classificação etária PG-13 (para maiores de 13 anos). Rumores indicavam que Jena viveria Barbara Gordon, filha do Comissário Gordon e identidade secreta da Batgirl, mas algumas pitonisas também cravaram que ela seria Carrie Kelly, a versão feminina de Robin. De todo modo, tratava-se de uma participação irrelevante, como seu corte demonstra. Ainda é possível que atriz apareça na versão em DVD e Blu-ray do filme. Informações dão conta, inclusive, que “Batman Vs Superman” terá uma versão com censura mais elevada em home video. Se sua participação envolver uma cena mais violenta (como, por exemplo, o ataque que deixou Barbara Gordon tetraplégica nos quadrinhos), poderia até virar destaque no marketing do lançamento em vídeo. Jena Malone já trabalhou com Zack Snyder no filme “Sucker Punch” (2011) e poderá ser vista a seguir no terror “The Neon Demon”, de Nicolas Winding Refn (“Drive”), previsto para 18 de agosto. “Batman vs. Superman – A Origem da Justiça” estreia no Brasil em 24 de março.

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    Emmy passará a premiar vídeos do YouTube

    5 de março de 2016 /

    A Academia da Televisão americana anunciou a inclusão de uma nova categoria no prêmio Emmy 2016. Para refletir as mudanças trazidas pelas novas mídias, a premiação passará, a partir de agora, a contemplar produções curtas criadas para a internet, como vídeos do YouTube, Crackle, Adult Swim, Maker Studios e Fullscreen. “Nossos diretores reconhecem o volume de trabalho realmente excepcional de nossos membros em outras plataformas”, disse o CEO e presidente de honra da Academia da Televisão, Bruce Rosenblum, ao site The Hollywood Reporter. “Veja a qualidade do talento acontecendo nesse espaço. É responsabilidade de nossa organização reconhecer isso”, completou. A nova categoria irá premiar séries compostas por um mínimo de seis episódios com duração de até 15 minutos, feitos para a internet, além de atores e atrizes desse formato. A Academia anunciou ainda que ampliará as listas de indicados que concorrem ao Emmy de Roteiro e Direção – de cinco para seis candidatos – entre as séries de Drama e Comédia. A justificativa também é a qualidade crescente da produção televisiva. A premiação do Emmy 2016 acontecerá em setembro, dividida em dois fins de semana consecutivos. Apenas a entrega dos Emmy principais, destinados às categorias mais populares de séries, minisséries e telefilmes, serão televisados, no segundo fim de semana da premiação. As datas oficiais ainda não foram confirmadas.

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    The Adderall Diaries: Trailer traz James Franco como escritor em crise

    5 de março de 2016 /

    A Arrow Films divulgou o três fotos, o pôster e o trailer de “The Adderall Diaries”, novo drama estrelado por James Franco (“A Entrevista”), baseado no livro de memórias de Stephen Elliott. A prévia não explica a história, juntando flashbacks, problemas de família e investigação criminal, que inspiram o trabalho do escritor vivido por Franco. A trama acompanha Stephen Elliott (Franco), que, em crise, enfrenta problemas com a namorada (Amber Heard, de “A Garota Dinamarquesa”), com o pai (Ed Harris, de “Medo da Verdade”), com a dificuldade de escrever e com a sua dependência de drogas, especialmente de Adderall. Como se não tivesse problemas suficientes, ele fica fascinado pela história de um programador de sistemas (Christian Slater, da série “Mr. Robot”) acusado de matar a própria esposa, e resolve procurar o suspeito para escrever sobre ele. Roteiro e direção são de Pamela Romanowsky (“The Color of Time”) e a estreia está marcada para 15 de abril nos EUA. Não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Sylvester Stallone entra no elenco de Guardiões da Galáxia Vol. 2

    5 de março de 2016 /

    O jornal New York Daily News afirma que o ator Sylvester Stallone (“Creed”) se juntou ao elenco de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. A notícia é baseada numa foto, tirada por um paparazzi, que flagra o veterano astro da franquia “Rocky” saindo do mesmo hotel em Atlanta em que se encontra o elenco do filme, com um script nas mãos. Seria o roteiro da sequência do blockbuster de 2014, e Stallone estaria se dirigindo para o estúdio Pinewood, na Georgia, para se juntar aos demais e filmar suas cenas. Veja abaixo. O elenco que foi confirmado contará com os retornos de Chris Pratt (Peter Quill/Senhor das Estrelas), Zoë Saldaña (Gamora), Dave Bautista (Drax), as vozes de Bradley Cooper (Rocket Raccoon) e Vin Diesel (mini-Groot), Michael Rooker (Yondu) e Sean Gunn (Kraglin), além das novas adições de Pom Klementieff (“Oldboy”), que viverá a heroína Mantis, Tommy Flanagan (série “Sons of Anarchy”), que será um dos Ravagers, Elizabeth Debicki (“O Grande Gatsby”), Chris Sullivan (série “The Knick”) e Kurt Russell (“Os 8 Odiados”), os três últimos em papéis não especificados. Ainda não foram revelados muitos destalhes sobre a trama da continuação, mas tudo indica que o filme realmente abordará a identidade do pai de Peter Quill. A estreia está marcada para 4 de maio de 2017 no Brasil.

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    Protagonistas de Anjos da Lei vão mesmo se encontrar com os Homens de Preto

    5 de março de 2016 /

    Após os fãs demonstrarem seu descontentamento com o trailer do reboot de “Caça-Fantasmas”, a Sony deu sinal verde para outro projeto envolvendo abordagens “diferentes” de suas franquias. Desta vez, não será um reboot feminino, mas um encontro entre os personagens de “Anjos da Lei” e “Homens de Preto”. A ideia já era conhecida, mas agora deixou de ser uma brincadeira. Segundo o site da revista Variety, o cineasta James Bobin (“Os Muppets”) negocia dirigir a comédia de ação, que deve começar a ser rodada em junho. A trama foi escrita por Rodney Rothman (“Anjos da lei 2”) e vai se concentrar em Jenko e Schmidt, os personagens vividos por Channing Tatum e Jonah Hill em “Anjos da Lei”, que já toparam retomar seus papeis para enfrentarem uma ameaça alienígena. Apesar de ser concebida como um crossover entre franquias, os agentes Jay e Kay, interpretados por Will Smith e Tommy Lee Jones, não participarão da aventura. A ideia do estúdio é aproveitar para relançar “Homens de Preto” com atores mais jovens. Ou seja, “Homens de Preto” sem os astros originais, como, por exemplo, o reboot dos “Caça-Fantasmas”. Os fãs vão adorar. O projeto veio à tona durante o vazamento de emails confidencias da Sony, durante o ataque hacker estimulado pela Coreia do Norte em retaliação ao lançamento de “A Entrevista” (2014). Na época, os fãs acharam a premissa ridícula e duvidaram que sairia do papel. Como a ideia dos “Caça-Fantasmas” com elenco feminino. As fontes da Variety garantem que a Sony está bastante feliz com o roteiro de Rothman, mas não quer que ninguém, além de um círculo restrito, tenha acesso a ele. Para se definir em relação ao projeto, Bobin teve que ler o roteiro no próprio estúdio. O próximo filme do diretor também será uma sequência, “Alice Através do Espelho”, que estreia em 26 de maio no Brasil.

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    A Bruxa não vulgariza sustos para invocar seu impressionante clima macabro

    5 de março de 2016 /

    Com seu longa-metragem de estreia, Robert Eggers encantou a crítica, assustou Stephen King e foi premiado como Melhor Diretor do Festival de Sundance do ano passado. E o que tem causado tanta comoção em torno de “A Bruxa”, além da condução intrigante e muitas vezes aterroridora, é sua proposta de não vulgarizar os sustos. O filme se passa na Nova Inglaterra, nos anos 1630, algumas décadas antes dos acontecimentos terríveis de Salem, quando a histeria coletiva, alimentada pela ignorância e o medo do desconhecido, fez com que 14 mulheres fossem condenadas à morte por bruxaria. Na trama, uma família de ingleses puritanos se muda para um lugar bonito e verdejante, à beira de uma floresta, devido a uma divergência de ordem dogmática, e passa a ser alvo dos ataques de uma força estranha que habita as redondezas. A tragédia começa a partir do desaparecimento de um bebê, enquanto a filha mais velha, Thomasin (a revelação Anya Taylor-Joy, excelente), brinca com a criança. Eggers não esconde o fato de que existe uma bruxa, de que a criança foi mesmo sequestrada por ela. E o pouco que é mostrado dessa misteriosa mulher basta para alimentar um clima macabro impressionante, que só cresce à medida que a história avança e os ataques à família aumentam. Há, por sinal, uma tradição do cinema de horror de usar crianças em cenas particularmente perturbadoras. E “A Bruxa” não foge à regra. As duas crianças gêmeas, que cantam e pulam alegremente, mesmo diante de uma tragédia familiar, costumam brincar com um bode preto. O bode, esse animal que costuma ser associado à figura do diabo em muitos filmes e livros. O jovem cineasta investe no macabro dessas associações satânicas para construir uma história sobre bruxaria e possessão, cheia de mistério e momentos sinistros, e potencializada pela sensação de paranoia, que explora a ideia de que a jovem Thomasin teria feito um pacto demoníaco. É possível ver a “Bruxa” como uma parábola sobre como o diabo se aproveita da dúvida e da fragilidade humana em geral. Mas o filme também pode ser taxado de satanista, pelo viés libertador que prega, ainda que de maneira relativamente sutil – o filme tem endosso do Templo Satânico. Isto porque “A Bruxa” segue na contramão da maioria dos filmes do gênero, que evidenciam conceitos cristãos, aproximando-se mais de filmes pagãos como o clássico “O Homem de Palha” (1973), de Robin Hardy. Além do excelente trabalho de condução dessa atmosfera, “A Bruxa” ainda se mostra transgressor em vários níveis, já que a simpatia inicial despertada pela família puritana vai diminuindo, à medida que a trama revela o modo como o patriarca (Ralph Ineson, da franquia “Harry Potter”) e sua esposa (Kate Dickie, de “Game of Thrones”) tornam pesado o fardo dos jovens. Eggers se utiliza de símbolos e superstição para fazer uma saudável crítica à ideia de que todos nascem com pecado, mostrando o quanto isso mexe com a cabeça das pessoas, deixando-as à mercê de um sentimento de culpa que lhes dilacera a alma. O fato é que a história é muito boa, mas a direção e o modo como o filme se desenvolve – lentamente, com planos curtos e minimalistas – é que fazem a diferença nessa obra, cuja beleza está definitivamente associada ao que de mais tétrico o cinema já invocou.

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    Fica Comigo encontra humor surreal e amargo na solidão

    5 de março de 2016 /

    Tudo parece indicar o contrário, já que no mundo virtual as pessoas têm centenas de amigos. Verdadeiras bobagens viralizam, como se diz, entusiasmando os que as postaram. Pessoas mais conhecidas podem ter milhões de “seguidores”. Mas a solidão permanece um dos maiores problemas psicológicos do nosso tempo. De muitas maneiras, o sentimento de estar só, de não ser amado ou desejado genuinamente, de não encontrar sentido para a própria existência ou de se sentir isolado em meio à multidão continuam a ser fontes de grande sofrimento. A falta de uma vida interior mais rica deixa muita gente sem o chão sob os próprios pés. O cinema já abordou essa questão pelos mais diversos ângulos, geralmente no enfoque dramático. Em “Fique Comigo”, o diretor francês Samuel Benchetrit buscou rever o assunto pela comédia, ao adaptar um livro que ele próprio escreveu, “Les Chroniques de L’Asphalte”. Mais do que isso, fez uma comédia ligeira, em que os personagens aparecem em situações bizarras, um tanto surrealistas. Num prédio de apartamentos, na periferia de Paris, o elevador vive quebrado, causando transtorno a seus moradores. Há um homem que, por morar no 1º andar, não quer pagar o conserto do elevador, mas uma overdose de esteira ergométrica o deixa numa cadeira de rodas por algum tempo. Vai daí que ele se encontra casualmente com uma enfermeira de semblante triste e tenta conquistá-la, passando-se por fotógrafo, que já rodou boa parte do mundo. Engraçado? Um pouco, mas beirando o constrangedor. A falta de espontaneidade, o passar-se por quem não é, se torna embaraçoso, digno de pena. Essa é uma das histórias/relacionamentos que o filme mostra. Há a da mulher emigrante de origem argelina, cujo único filho está na prisão, que recebe a “visita” de um astronauta americano, diretamente do espaço. E há, ainda, a história do adolescente que parece abandonado pelos pais e que descobre uma estrela morando a seu lado. A atriz, hoje decadente, traz uma nova dimensão à vida dele. “Fique Comigo” mostra, alternadamente, os três casos. Todos em busca de reter alguém que, de algum modo, preencheu a vida de outro alguém, mesmo que de forma passageira, fluida, improvável. Com isso, se acentua a necessidade humana de afeto, uma necessidade desesperada, por sinal. E o custo da solidão. As histórias são diferentes entre si, mas dialogam a partir desse eixo central, que é relevante e sério. E não deixa de ser divertido, também. O elenco é um dos trunfos do filme, a começar pela excelente Isabelle Huppert (“Amor”), no papel da atriz Jeanne Meyer, aquela que já teve melhores dias quando mais jovem. Logo Huppert, que está no auge da força interpretativa, ainda que o papel de Jeanne não exija tanto assim dela. Jules Benchetrit (“Um Reencontro”), filho do diretor, é o adolescente que contracena com ela. Valeria Bruni Tedeschi (“Um Castelo na Itália”), a enfermeira triste, e o suposto fotógrafo, vivido por Gustave Kervern (“Em um Pátio de Paris”), formam um par angustiante e revelador da solidão que procuram retratar. E o fazem muito bem. A argelina Tassadit Mandi (“Dheepan: o Refúgio”), muito boa, faz Hamida e seu par improvável é o astronauta, papel do americano Michael Pitt (“Violência Gratuita”). A dupla também funciona bem. O conjunto continua dando a ideia de uma junção de histórias, apesar do elo que as une. Mas cada uma das três histórias é digna de atenção, e o tema está bem abordado no registro escolhido da comédia, algo dramática.

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    Trailer das Caça-Fantasmas sofre rejeição maciça na internet

    5 de março de 2016 /

    A Sony e o cineasta Paul Feig (“A Espião que Sabia de Menos”) acharam que seria uma boa ideia fazer uma versão feminina de “Os Caça-Fantasmas” (1984). Os fãs reclamaram. Eles não deram ouvidos e outras “versões femininas” de franquias antigas começaram a ser desenvolvidas. Pois bastou o primeiro trailer das “Caça-Fantasmas” chegar na internet para os protestos atingirem níveis que não podem mais ser ignorados. O trailer teve um índice altíssimo de rejeição no canal oficial da Sony Pictures no YouTube. Estrelado por Melissa McCarthy (“A Espião que Sabia de Menos”), Kristen Wiig (“Zoolander 2”), Kate McKinnon e Leslie Jones (ambas do humorístico “Saturday Night Live”), o reboot somou mais de 260 mil “dislikes” (não curti) em suas primeiras 48 horas de exibição, praticamente o dobro dos que gostaram, 137 mil. Além disso, foram feitos mais de 100 mil comentários sobre o vídeo, quase todos negativos. Além de reclamarem do elenco, os comentários perguntam onde estão as piadas do trailer, sinalizando a falta de humor da produção, que, para piorar a situação, parece ter se levado muito a sério. Isto significa que o estúdio tem uma bomba nas mãos, o que geralmente implica numa situação sem saída – mais gastos em publicidade para tentar tornar o filme palatável para o grande público, o que aumenta as despesas e as chances de a produção dar prejuízo. Vale observar que a Sony brasileira nem sequer legendou o trailer até o momento. A estreia está marcada para 14 de julho no Brasil.

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    Lady Gaga confirma que participará da 6ª temporada de American Horror Story

    5 de março de 2016 /

    A cantora e agora atriz Lady Gaga confirmou que participará da 6ª temporada de “American Horror Story”. Ela deu a notícia em entrevista à rádio Z100, de Nova York, mas não revelou qual será o tema do novo arco narrativo. Lady Gaga venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz em janeiro por seu papel como a Condessa Elizabeth, dona do misterioso Hotel Cortez da 5ª temporada da série. Ainda não há muitas informações sobre a próxima temporada de “American Horror Story”, mas John Landgraf, executivo do canal FX, já adiantou que a nova leva de episódios, prevista para o final do ano, será situada no presente, porém com “ecos do passado”.

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    Juventude de Barack Obama inspira dois filmes indies

    5 de março de 2016 /

    Prestes a sair da Casa Branca, o presidente americano Barack Obama pode se mudar para o cinema. Dois filmes sobre sua juventude estão atualmente sendo desenvolvidos em Hollywood, informou o jornal britânico The Guardian. Ambas as produções são independentes e já escalaram os intérpretes do presidente. “Barry”, que vai mostrar a época em que Obama foi estudante universitário em Nova York, será estrelado por Devon Terrell (série “Codes of Conduct”). A atriz Anya Taylor-Joy, revelação de “A Bruxa”, também está confirmada no elenco do drama, que começa a ser filmado no final de março por Vikram Gandhi, diretor do documentário “Kumaré” (2011) sobre um falso guru indiano. Já o filme “Southside With You” tem como foco o romance entre Barack e Michelle Obama. Nesta produção, Parker Sawyers (“Monsters: Dark Continent”) viverá o presidente, enquanto Tika Sumpter (“Get on Up”) será a primeira-dama. As filmagens estão marcadas para agosto na cidade de Chicago, com roteiro e direção de Richard Tanne (roteirista de “Worst Friends”). Nenhum dos dois filmes têm previsão de estreia.

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    Surgem fotos das locações de Star Wars: Episódio VIII em cidade histórica da Croácia

    5 de março de 2016 /

    A equipe de “Star Wars: Episódio VIII” desembarcou na cidade de Dubrovnik, na Croácia, onde vai filmar algumas das cenas principais da produção. E as primeiras fotos das locações já surgiram na internet, revelando que a cenografia vai combinar os aspectos medievais do lugar com tecnologia futurista e naves espaciais. Confira abaixo. Dubrovnik é uma das cidades medievais mais bem preservadas do mundo, por isso costuma servir de locação para diversos filmes e até séries, como “Game of Thrones”. Segundo seu prefeito, o local será o cenário principal da continuação de “Star Wars: O Despertar da Força” (2015). “Certamente trata-se de um dos projetos cinematográficos mais complexos da história. É um processo muito exigente e nós estamos felizes que Dubrovnik seja cenário para um filme tão importante”, declarou o prefeito da cidade, Andro Vlahusic, à agência de notícias croata Hina. As cenas da produção serão filmadas à noite nos palácios medievais da cidade e cercadas de grande sigilo e segurança, para evitar qualquer vazamento sobre seu conteúdo antes do estreia. O oitavo filme da saga de ficção científica tem direção de Rian Johnson (“Looper”) e será rodado em Dubrovnik até o dia 17 de março. As filmagens croatas já representam a segunda fase da produção, que começou a rodar suas primeiras cenas em fevereiro, na ilha de Skellig Michael, na Irlanda, e passará por várias cidades no mundo. Ainda sem título oficial, “Star Wars: Episódio VIII” tem estreia marcada para 15 de dezembro de 2017 no Brasil.

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    Nicole Scherzinger entra no remake televisivo de Dirty Dancing

    4 de março de 2016 /

    A cantora Nicole Scherzinger, ex-líder do girl group Pussycat Dolls, entrou no elenco do remake televisivo de “Dirty Dancing: Ritmo Quente” (1987), informou o site The Hollywood Reporter. A nova versão está sendo desenvolvida para rede ABC, no embalo dos musicais ao vivo que tem feito sucesso na TV americana, desde que a NBC produziu “A Noviça Rebelde Ao Vivo!” com a cantora country Carrie Underwood em 2013. Nicole vai interpretar a personagem Penny Johnson, vivida no filme dos anos 1980 por Cynthia Rhodes. O elenco também inclui Abigail Breslin (série “Scream Queens”) como a protagonista Baby, originalmente interpretada por Jennifer Grey, e o dançarino Colt Prattes como Johnny, papel de Patrick Swayze no cinema. A atração será a segunda tentativa de capitalizar o sucesso do filme na TV. A primeira foi uma série lançada na NBC em 1988, um ano após a estreia do filme, que acabou cancelada no começo da 1ª temporada, provando-se um grande fracasso. Na época, a conclusão era que “Dirty Dancing” não era “Dirty Dancing” sem Patrick Swayze e Jennifer Grey. A teoria foi comprovada durante o lançamento cinematográfico de “Dirty Dancing – Noites de Havana” (2004), uma reimaginação da trama clássica em outro contexto. Também fracassou na bilheteria. A Lionsgate está produzindo a nova adaptação, que tem roteiro de Jessica Sharzer (série “American Horror Story”) e direção de Wayne Blair (“Música da Alma”). Ao contrário de outras adaptações de musicais que têm sido exibidas como especiais de fim de ano pela TV americana, o novo “Dirty Dancing” não será apresentado ao vivo, mas gravado. Ainda não há previsão para sua exibição.

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