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  • Filme,  Série

    Interestelar e Game of Thrones foram o filme e a série mais pirateados de 2015

    28 de dezembro de 2015 /

    Os sites Torrent Freak e Excipio divulgaram suas listas de séries e filmes mais pirateados na internet em 2015. E, entre as produções televisivas, deu “Game of Thrones” pelo quarto ano consecutivo, como campeão da pirataria. Foram ao todo 14,4 milhões downloads ilegais da série em 2015, subindo em mais de 60% a quantidade de episódios baixados em relação ao ano passado, quando liderou o ranking com 8,1 milhões downloads ilegais. A segunda série mais pirateada em 2015 foi “The Walking Dead”, com 6,9 milhões downloads, seguida por “The Big Bang Theory”, com 4,4 milhões. A seleção também destaca que não houve distinção entre atrações da TV paga e aberta entre os consumidores de episódios piratas. De fato, o Top 10 foi dividido igualmente entre os dois segmentos, com cinco representantes das grandes redes americanas e cinco dos canais fechados. A pirataria, porém, é muito mais exacerbada em relação ao cinema. Os números do campeão de 2015, a sci-fi “Interestelar”, dirigida por Christopher Nolan, impressionam: cerca de 47 milhões downloads ilegais. Considerando o preço do ingresso de cinema cobrado nos EUA, isso representaria em torno de US$ 366 milhões de bilheteria não computada. “Interestelar” rendeu US$ 188 milhões nas bilheterias dos EUA e US$ 487 milhões no mercado internacional. Na segunda posição ficou “Velozes e Furiosos 7”, com quase 45 milhões de downloads ilegais, seguido por “Vingadores: Era de Ultron”, com 41,5 milhões. Na lista dos dez filmes mais pirateados neste ano também aparecem “Jurassic World”, “Mad Max: Estrada da Fúria”, “Sniper Americano”, “Cinquenta Tons de Cinza”, “O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos”, “O Exterminador do Futuro: Gênesis” e “Kingsman – Serviço Secreto”. Destes todos, apenas o novo “O Exterminador do Futuro” fracassou nas bilheterias. [symple_toggle title=”Clique aqui para conferir o Top 10 de séries e filmes mais pirateados em 2015″ state=”closed”] Os campeões da pirataria em 2015 Séries Game of Thrones – 14,4 milhões de downloads The Walking Dead – 6,9 milhões de downloads The Big Bang Theory – 4,4 milhões de downloads Arrow – 3,9 milhões de downloads The Flash – 3,6 milhões de downloads Mr. Robot – 3,5 milhões de downloads Vikings – 3,3 milhões de downloads Supergirl – 3 milhões de downloads The Blacklist – 2,9 milhões de downloads Suits – 2,6 milhões de downloads Filmes Interstellar – 46,7 milhões de downloads Velozes e Furiosos 7 – 44,7 milhões de downloads Vingadores – Era de Ultron – 41,5 milhões de downloads Jurassic World – 36,8 milhões de downloads Mad Max: Estrada da Fúria – 36,4 milhões de downloads Sniper Americano – 33,9 milhões de downloads Cinquenta Tons de Cinza – 32,1 milhões de downloads O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos – 31,5 milhões de downloads O Extermimador do Futuro – Gênesis – 31 milhões de downloads Kingsman – Serviço Secreto – 30,9 milhões de downloads [/symple_toggle]

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  • Etc,  Filme

    Haskell Wexler (1922 – 2015)

    28 de dezembro de 2015 /

    Morreu o diretor de fotografia Haskell Wexler, que venceu dois Oscar e ficou conhecido como um dos cinematógrafos mais inovadores e engajados de Hollywood. Sua politização, que o fez ser considerado subversivo pelo FBI, também rendeu diversos documentários sobre minorias políticas, entre eles um filme de denúncia contra a ditadura militar brasileira nos anos 1970. Ele faleceu no domingo (27/12), enquanto dormia num centro médico de Santa Monica, na Califórnia, aos 93 anos de idade. Haskell Wexler nasceu em Chicago, em 6 de janeiro de 1922, e começou a trabalhar em cinema após servir na Marinha durante a 2ª Guerra Mundial. Seu começo foi a lado de seu pai. Os dois criaram um pequeno estúdio em Des Plaines, onde produziram filmes educativos sob encomenda até 1947. A experiência o levou a trabalhar com o cineasta John W. Barnes, especialista neste tipo de produção. Os dois codirigiram e coproduziram “The Living City” (1953), que rendeu a Wexler sua primeira indicação ao Oscar, como Melhor Curta de Documentário. A transição para o cinema de ficção aconteceu com “Stakeout on Dope Street” (1958), dirigido por Irvin Kershner (o futuro diretor de “O Império Contra-Ataca”), sobre três adolescentes (um deles Yale Wexler, irmão de Haskell) que encontram pacotes de heroína e tentam vendê-la. Como teve dificuldades para se tornar membro do sindicato, Wexler rodou o filme sob o pseudônimo de Mark Jeffrey (os nomes de seus dois filhos). Usando câmeras manuais pela primeira vez, ele também filmou em locação nas ruas, em vez de em um estúdio. Wexler se especializou em fotografar dramas naturalistas, em sua maioria em preto e branco, voltando a trabalhar com Kershner em “Almas Redimidas” (1961) e “Face in the Rain” (1963), no qual se tornou o primeiro cinematógrafo a correr com câmera na mão, para registrar a fuga de um ator. Por sua ousadia e vontade de experimentar, caiu rapidamente na preferência dos grandes diretores de Hollywood. Ele fotografou para Paul Wendkos em “O Diabo da Carne” (1961), Elia Kazan em “Terra do Sonho Distante” e Franklin Schaffner J em “Vassalos da Ambição” (1964), até finalmente ser reconhecido pela Academia pela fotografia de “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?” (1966). Em “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?”, Wexler explorou os rostos das duas estrelas, Elizabeth Taylor e Richard Burton, em grandes closes que não lhes prestavam favores, mostrando suas rugas e caretas, enquanto discutiam sem parar. Mas para conseguir o resultado que visava, Wexler gerou mal-estar entre os demais profissionais, metendo-se na iluminação e optando por câmeras portáteis, que ele manipulava com as próprias mãos, enquanto se amarrava, com cordas, nos atores, para ter sempre a sensação de distância sem precisar tirar os olhos do equipamento. Isto horrorizou os técnicos mais antigos e Wexler só conseguiu sustentar suas demandas porque o diretor era estreante, ninguém menos que Mike Nichols em seu primeiro longa-metragem. Inexperiente, Nichols se deixou levar por Wexler e o Oscar lhe sorriu. O filme foi indicado a nada menos que 13 Oscars, inclusive de Melhor Direção, dando a Wexler sua estatueta de consagração. O reconhecimento o levou a filmes comerciais coloridos. Ele firmou uma parceria bem-sucedida com o cineasta Norman Jewison em “No Calor da Noite” (1967) e “Crown, o Magnífico” (1968), dois clássicos do cinema de ação. O primeiro ainda tinha um fundo realista, como a maioria dos trabalhos do cinematógrafo, o que permitiu a Wexler transformar detalhes do urbanismo em cenografia. Mas o segundo era completamente fantasioso, o que rendeu um surto de criatividade, com multiplicação de imagens, divisões de tela e zooms. Para uma elaborada cena de assalto, Wexler utilizou quatro câmeras para capturar os rostos dos ladrões e a precisão do roubo, sob pontos de vista diferentes. A técnica fez escola e passou a ser copiada em dezenas de filmes que se seguiram. Wexler se impôs mais desafios ao assumir a direção de seu primeiro longa, “Dias de Fogo” (1969), filmado durante a caótica convenção democrata de Chicago em 1968. Escrito pelo próprio Wexler, o filme combinava cenário real com ficção, acompanhando um cameraman de telenoticiário (Robert Forster) em meio à violência campal que acaba se desenrolando. O confronto com a polícia não foi encenado e o próprio diretor foi atingido por gás lacrimogêneo enquanto filmava. A experiência o inspirou a retomar os documentários, influenciado pela onda de protestos do período. Um destes trabalhos marcou época, o curta “Interviews with My Lai Veterans” (1971), que ele fotografou para o diretor Joseph Strick. Vencedor do Oscar de sua categoria, o filme chocou pela forma como veteranos da Guerra do Vietnã descreviam as barbaridades que cometeram ou presenciaram, sob ordens de “atirar em todo o mundo”, inclusive em mulheres e crianças. O trabalho foi fundamental para colocar a opinião pública contra a guerra. Atendo ao mundo, ele se focou até no Brasil, dirigindo um documentário que ficou proibido no país por mais de uma década, “Brazil: A Report on Torture” (1971), em que entrevistou estudantes, exilados e outras vítimas da perseguição política da ditadura brasileira, extraindo depoimentos sobre a tortura que sofreram nos porões do regime. Sua simpatia por movimentos de esquerda ainda rendeu o controverso documentário “Underground” (1976), em que entrevistou integrantes do grupo terrorista Weather Underground, que pregava a derrubada violenta do governo dos EUA. Isto lhe valeu uma ficha no FBI, que o classificava como “potencialmente perigoso por causa de sua instabilidade emocional ou atividade em grupos que exercem atividades hostis aos Estados Unidos”. Ele não se deixou intimidar e, em plena época de vigilância, embarcou rumo ao Vietnã, ao lado da atriz Jane Fonda, para filmar “Introduction to the Enemy” (1974), em que buscou mostrar quem realmente era “o inimigo”, colhendo depoimentos dos chamados vietcongs. Jane Fonda quase implodiu sua carreira na ocasião, sendo considerada por muitos uma traidora dos EUA. Mas os dois também mostraram o outro lado da moeda em “Amargo Regresso” (1978), drama dirigido por Hal Ashby, focado nos traumas físicos e psicológicos dos veteranos americanos. Além de fotografar, Wexler ainda fez uma figuração no longa, entregando medalhas a soldados que retornavam mutilados da guerra. O engajamento político não impediu sua carreira de prosperar. Depois de servir como “consultor visual” de George Lucas em “Loucura de Verão” (1973), ele seguiu fotografando clássicos como “A Conversação” (1974), de Francis Ford Coppola, e “Um Estranho no Ninho” (1974), de Milos Forman, pelo qual foi indicado ao Oscar. E não demorou a vencer outro Oscar. O filme que lhe deu sua segunda estatueta da Academia, “Esta Terra É Minha” (1976), também dirigido por Ashby, era uma cinebiografia do cantor folk Woody Guthrie (que Wexler tinha conhecido durante seu tempo na Marinha), que evocava a miséria americana em cores esmaecidas. Mas o que fez a produção entrar para a história foi o uso pioneiro da steadycam, a câmera manual que não treme. Usada pela primeira vez, a steadycam permitiu ao cinematógrafo realizar uma tomada antológica, que começava em um guindaste e continuava sem cortes no nível do solo, avançando a passos largos em direção ao cenário e fazendo a boca dos técnicos de Hollywood cair em seus colos. A sequência teve impacto profundo e mudou completamente a forma como se faria cinema dali em diante. Ele ainda trabalhou com Terrence Mallick no belíssimo “Cinzas no Paraíso” (1978) e com Ridley Scott no cultuado “Blade Runner” (1982), fazendo fotografia adicional nos dois filmes, que ficaram marcados como visualmente inovadores. Mas preferia ser reconhecido por seus filmes mais politizados. Tanto que voltou a criticar o governo americano em “Latino” (1985), a segunda e última ficção que ele escreveu e dirigiu. O longa atacava o apoio americano aos guerrilheiros que tentavam derrubar o governo sandinista da Nicarágua. Vieram mais duas indicações ao Oscar, por “Matewan – A Luta Final” (1987), sobre a luta de mineiros sindicalizados, dirigido por John Sayles, e “Blaze – O Escândalo” (1989), em que Paul Newman viveu um político que se apaixona por uma stripper, colocando em risco sua carreira. Além disso, Wexler também deixou sua marca no drama policial “As Cores da Violência” (1988), de Dennis Hopper, trazendo grande realismo ao retrato do submundo das gangues de Los Angeles. A idade não lhe impunha restrições físicas, fazendo com que continuasse atarefado após os 70 anos. Mas não é segredo que seus trabalhos nos anos 1990 já não transmitiam a mesma paixão. Nem tanto pela disposição de trabalhar, mas porque muitos eram projetos de encomenda, como a cinebiografia do jogador de beisebol Babe Ruth, “Ânsia de Viver” (1992), e o neonoir “O Preço da Traição” (1996). Nesta fase final, seu principal parceiro foi o cineasta John Sayles, com quem, depois de “Matewan”, ainda filmou “O Mistério da Ilha” (1994), “Limbo” (1999) e “Silver City” (2004), seu último longa de ficção. Paralelamente, Wextler ainda dirigiu mais três documentários politizados, sendo o último bem recente, “Four Days in Chicago” (2013), sobre os protestos do movimento Ocupy, rodado quando ele tinha 91 anos. Eleito um dos dez diretores de fotografia mais influentes da história em uma pesquisa realizada com os membros do Sindicato Internacional de Cinematógrafos, Wexler teve seu nome incluído na Calçada da Fama de Hollywood em 1996 e virou tema de dois documentários, “Tell Them Who You Are” (2004), de seu filho Mark Wexler, e “Rebel Citizen” (2015), de Pamela Yates, lançado há apenas dois meses nos EUA.

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  • Série

    Adaptação da sci-fi O Homem do Castelo Alto se torna a série de maior audiência da Amazon

    27 de dezembro de 2015 /

    O Amazon Studios anunciou que “The Man in the High Castle”, recém-renovada para sua 2ª temporada, foi a série original mais vista em seu serviço de streaming on-demand, superando os números dos antigos líderes de audiência, o policial “Bosch” e a premiada comédia “Transparent”, ambos igualmente renovados. Assim como os demais serviços de streaming (Netflix e Hulu, por exemplo), o Amazon também não divulgou os números de visualizações dos episódios. Mesmo assim, insiste que “The Man in The High Castle” superou as expectativas. Em comunicado, o vice-presidente da Amazon Studios, Roy Price, declarou-se muito orgulhoso “dessa maravilhosa série”, criada pelo roteirista Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott (“Prometheus”). A série adapta a sci-fi clássica “O Homem do Castelo Alto”, de Phillip K. Dick (“Blade Runner”), sobre uma linha histórica alternativa em que os nazistas venceram a 2ª Guerra Mundial. “Nós esperávamos que, ao juntar novamente o trabalho de Phillip K. Dick com a visão de Ridley Scott, que nos deram o clássico filme ‘Blade Runner’, poderíamos cumprir nossa promessa de criar um dos melhores programas da televisão para nossos clientes e acreditamos que conseguimos”, completou Price.

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  • Série

    Hunters: Nova série sci-fi ganha primeiro comercial

    27 de dezembro de 2015 /

    O canal pago americano Syfy divulgou o primeiro comercial de “Hunters”. A série é uma espécie de “Homens de Preto” sem humor, acompanhando uma unidade especial que enfrenta atos terroristas praticados por alienígenas na Terra. A série é baseada no best-seller “Alien Hunter”, de Whitney Strieber (autor dos livros que viraram os filmes “Fome de Viver”, “Lobos” e “Estranhos Visitantes”) e foi desenvolvida por Natalie Chaidez (produtora-roteirista de “12 Monkeys” e “V: Visitantes”). A trama acompanha um policial condecorado da Filadélfia (Nathan Phillips, de “Wolf Creek – Viagem ao Inferno”), que, após o rapto de sua esposa, é recrutado por uma unidade governamental secreta para caçar um grupo de terroristas de outro mundo. O elenco também inclui Britne Oldford (série “Ravenswood”) e Julian McMahon (série “Nip/Tuck”). “Hunters” tem estreia prevista para abril nos EUA.

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  • Série

    American Crime Story: Série sobre o julgamento de O. J. Simpson ganha 10 comerciais

    27 de dezembro de 2015 /

    O canal pago americano FX divulgou dez comerciais de “American Crime Story”, nova série com formato de antologia dos produtores Ryan Murphy e Brad Falchuk (ambos de “American Horror Story” e “Scream Queens”), que desta vez é baseada em crimes reais. Subtitulada “The People vs. O.J. Simpson”, a 1ª temporada acompanhará o julgamento do ator e astro do futebol americano O.J. Simpson (“Corra que a Polícia Vem Aí”), acusado de ter assassinado sua ex-mulher e um amigo dela. As prévias destacam o elenco grandioso, que inclui Cuba Gooding Jr. (“O Mordomo da Casa Branca”) no papel do acusado, além de Sarah Paulson (série “American Horror Story”), John Travolta (“Selvagens”), Courtney B. Vance (série “State of Affairs”), David Schwimmer (série “Friends”), Connie Britton (série “Nashville”), Jordana Brewster (franquia “Velozes & Furiosos”), Bruce Greenwood (“Star Trek”), Nathan Lane (“Espelho, Espelho Meu”) e Selma Blair (“Hellboy”). “American Crime Story” estreia dia 2 de fevereiro nos EUA.

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  • Filme

    Próximo filme de Christopher Nolan pode se passar na 2ª Guerra Mundial

    27 de dezembro de 2015 /

    O próximo filme de Christopher Nolan (“Interestelar”) pode ser baseado numa das maiores operações militares da 2ª Guerra Mundial. Segundo a publicação francesa La Voix Du Nord, o cineasta está desenvolvendo um drama focado na Operação Dínamo, responsável por evacuar pelo mar quase 340 mil soldados aliados da cidade francesa de Dunquerque, que foram cercados pelos nazistas durante a Batalha da França. A logística para levar todo o contingente com segurança até a Inglaterra foi considerada uma das realizações mais ousadas da guerra. O prefeito de Dunquerque, Patrice Vergriete, havia declarado anteriormente que “um diretor de renome mundial” filmaria uma superprodução norte-americana em junho de 2016 no local. As fontes do La Voix Du Nord garantem que o tal diretor é Christopher Nolan. Ainda segundo a publicação, Nolan e seu irmão roteirista, Jonathan, fizeram visitas recentes à cidade para “absorver o território, seu passado e as consequências do conflito histórico”. Não há mais detalhes sobre a produção, mas Christopher Nolan tem um projeto, mantido em sigilo, que a Warner Bros. pretende lançar em 21 de julho de 2017.

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  • Série

    The Americans: Veja os primeiros teasers da 4ª temporada

    27 de dezembro de 2015 /

    O canal pago americano FX divulgou os primeiros teasers da 4ª temporada de “The Americans”, série de espionagem estrelada por Keri Russell (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e Matthew Rhys (série “Brothers & Sisters”). As prévias mostram apenas os protagonistas disparando tiros. Criada por Joseph Weisberg (roteirista da série “Falling Skies”), a série se passa nos anos 1980 e gira em torno de um casal de agentes da União Soviética que se infiltra na sociedade americana no auge da Guerra Fria para espionar o governo dos EUA. Sua lealdade os leva a missões cada vez mais arriscadas, enquanto seus filhos americanos crescem e os fazem questionar tudo. No último teaser, de maior simbolismo, é possível ver a filha mais velha (Holly Taylor) olhando em direção oposta aos pais. A 4ª temporada de “The Americans” tem previsão de estreia para março nos EUA.

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    2015 foi o ano que mais exibiu séries em todos os tempos

    27 de dezembro de 2015 /

    Há alguns meses, o CEO do canal pago FX, John Landgraf, deu o que falar quando decretou que “Há simplesmente televisão demais”. Pois seu canal fez uma pesquisa que comprovou a tese. Segundo a pesquisa, nunca se exibiu tantas séries antes na TV americana. Ao todo, foram 409 atrações, entre minisséries, séries dramáticas e comédias, produzidas para a TV aberta, TV paga e serviços de streaming em 2015. Este número representa um acréscimo de 9% em relação a 2014 (409 x 376) e um aumento de quase 100% em relação ao final da década passada (409 x 211 em 2009). Para a responsável pela pesquisa, Julie Piepenkotter, essa estatística é “impressionante e quase inimaginável há uma década”. E comprovam que a sensação de cada vez há mais séries não é apenas uma impressão. Vale notar que esses números não incluem reality shows, telefilmes, especiais, noticiários, programas esportivos nem infantis. Em seu famoso desabafo, durante um painel patrocinado pela TCA (Associação dos Críticos de Televisão dos EUA), Landgraf previu que, já na próxima temporada, as séries de TV atingirão o pico de saturação, levando a um declínio inevitável. “Há muita concorrência… É difícil encontrar bons programas… Acredito que será impossível manter um nível de qualidade”, ele proclamou. Os números parecem apontar realmente nesta direção.

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  • Série

    Matt Bommer será O Último Magnata, em série baseada no romance de F. Scott Fitzgerald

    27 de dezembro de 2015 /

    O ator Matt Bommer (série “American Horror Story: Hotel”) vai protagonizar o piloto da série baseada no romance “O Último Magnata”, de F. Scott Fitzgerald. Segundo o site Deadline, o elenco da produção ainda terá Kelsey Grammer (“Transformers: A Era da Extinção”) e Rosemarie DeWitt (“Homens, Mulheres e Filhos”). Desenvolvido para o serviço de streaming da Amazon, “The Last Tycoon” (título original) vai acompanhar a trajetória de Monroe Stahr, um produtor prodígio de Hollywood na década 1930, que em sua ascensão se coloca contra seu mentor e atual chefe do estúdio, Pat Brady (Grammer). Dewitt irá interpretar a esposa de Brady, Rose, que acaba envolvida com Stahr. O livro original foi inspirado na vida do lendário produtor cinematográfico Irving Thalberg, um dos homens mais poderosos da era de ouro de Hollywood, e em sua rivalidade com Louis B. Mayer. (o segundo M da MGM). Mas Fitzgerald morreu antes de completá-lo, aos 44 anos. Os rascunhos foram coletados por seu amigo e crítico literário Edmund Wilson, e publicados com sucesso em 1941. A obra, inclusive, já foi transformada em filme, dirigido por Elia Kazan (“Vidas Amargas”) e estrelada por Robert De Niro (“O Lado Bom da Vida”) em 1976. A adaptação para série está sendo desenvolvida pelo roteirista Billy Ray, que também pretende dirigir o piloto, assim como fez em sua mais recente adaptação para o cinema (“Olhos da Justiça”, remake do suspense argentino “O Segredo dos Seus Olhos”). Ray contará com o auxílio de A. Scott Berg, especialista na obra de Fitzgerald e autor do livro “Genius”, transformado recentemente em filme (com première marcada para o Festival de Berlim), que trabalhará como consultor para ajudar a expandir a história original inacabada. O piloto de “The Last Tycoon” será gravado em fevereiro. Após ficar pronto, deverá ser submetido à aprovação do público da Amazon, que definirá, por meio de votação, se a produção tem potencial para virar série.

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  • Filme

    Star Wars: O Despertar da Força fatura US$ 1 bilhão em tempo recorde

    27 de dezembro de 2015 /

    “Star Wars: O Despertar da Força” chegou em tempo recorde a US$ 1 bilhão de arrecadação mundial. Foram necessários apenas 12 dias (de 16 a 27/12) para o filme entrar no clube dos bilionários de Hollywood, batendo o recorde anterior, que pertencia a “Jurassic World”. O longa dos dinossauros tornou-se bilionário em 13 dias, contando com o impulso do mercado chinês – onde, por sinal, o novo “Star Wars” ainda não estreou. A maior parte da arrecadação vem mesmo dos EUA, onde a sci-fi dirigida por J.J. Abrams quebrou outro recorde, como o filme que mais rapidamente superou os US$ 500 milhões. Em menos de duas semanas, o longa faturou US$ 544 milhões e já se posicionou como a segunda maior bilheteria do país em 2015 – ainda atrás de “Jurassic World”, mas não por muito tempo, segundo projeções dos analistas de mercado. As apostas agora nem se preocupam mais com a liderança da bilheteria anual, pois será atingida em poucos dias, centrando-se na superação de limites mais ambiciosos. Há quem preveja até a quebra dos recordes doméstico e mundial, com a ultrapassagem de “Avatar” nos EUA (onde o filme de James Cameron fez US$ 760,5 milhões) e no mundo (US$ 2,7 bilhões). Com US$ 153,5 milhões arrecadados apenas no fim de semana do Natal nos EUA, “Star Wars: O Despertar da Força” não deu muito espaço para as diversas estreias marcadas para o período. Quem se saiu melhor foi a comédia “Pai em Dose Dupla”, estrelada por Will Ferrell e Mark Wahlberg. Apesar de destruída pela crítica (28% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes), faturou US$ 38,8 milhões, garantindo-se em 2º lugar no ranking do feriadão. A comédia “Joy”, estrelada por Jennifer Lawrence, abriu em 3º lugar, com US$ 17,5 milhões. Cotada para o Oscar, acabou dividindo a crítica americana, com média de 57% de aprovação no Rotten Tomatoes. O clima do ho-ho-ho natalino rendeu mais duas comédias no Top 5: “Irmãs”, estrelada por Tina Fey e Amy Poehler, e o infantil “Alvin e os Esquilos: Na Estrada”. As estreias do Top 10 foram retomadas logo abaixo, com “Um Homem Entre Gigantes”, drama de medicina esportiva estrelado por Will Smith, que rendeu US$ 11 milhões em 6º lugar, seguida pela implosão catastrófica de “Caçadores de Emoção – Além do Limite”. O público simplesmente não teve interesse em ver a nova versão do filme estrelado por Keanu Reeves e Patrick Swayze em 1991. O recado para a indústria e seus remakes não poderia ter sido mais sonoro: o pior desempenho por sala de todas as estreias da semana. Lançado em quase 3 mil cinemas, a refilmagem abriu em 8º lugar, com US$ 10,2 milhões e humilhantes 4% de “aprovação” crítica. A programação de estreias ainda incluiu dois lançamentos bastante aguardados no circuito limitado, focados na qualificação para o Oscar. Mesmo enfrentando vazamento de cópias piratas, os westerns “Os Oito Odiados”, de Quentin Tarantino, e “O Regresso”, estrelado por Leonardo DiCaprio, impressionaram com as maiores bilheterias por sala da semana, superando inclusive o próprio “Star Wars”. Lançado em 100 cinemas, o longa de Tarantino fez US$ 4,5 milhões em 11º lugar, enquanto o filme de Alejandro González Iñárritu faturou impressionantes US$ 471 mil em apenas quatro salas. Além disso, ambos agradaram a crítica. O primeiro foi avaliado com 76% no RT, enquanto o segundo atingiu 80% de satisfação. [symple_toggle title=”Clique aqui para conferir as 10 maiores bilheterias do fim de semana nos EUA ” state=”closed”] BILHETERIA: TOP 10 EUA [symple_column size=”one-half” position=”first” fade_in=”false”] 1. Star Wars: O Despertar da Força Fim de semana: US$ 153,5 milhões Total EUA: US$ 544,5 milhões Total Mundo: US$ 1 bilhão 2. Pai Em Dose Dupla Fim de semana: US$ 38,8 milhões Total EUA: US$ 38,8 milhões Total Mundo: US$ 43,2 milhões 3. Joy – O Nome do Sucesso Fim de semana: US$ 17,5 milhões Total EUA: US$ 17,5 milhões Total Mundo: US$ 19,5 milhões 4. Irmãs Fim de semana: US$ 13,8 milhões Total EUA: US$ 37,1 milhões Total Mundo: US$ 40 milhões 5. Alvin e os Esquilos: Na Estrada Fim de semana: US$ 12,7 milhões Total EUA: US$ 39,3 milhões Total Mundo: US$ 47,5 milhões [/symple_column] [symple_column size=”one-half” position=”last” fade_in=”false”] 6. Um Homem Entre Gigantes Fim de semana: US$ 11 milhões Total EUA: US$ 11 milhões Total Mundo: US$ 11 milhões 7. A Grande Aposta Fim de semana: US$ 10,5 milhões Total EUA: US$ 16 milhões Total Mundo: US$ 17,4 milhões 8. Caçadores de Emoção – Além do Limite Fim de semana: US$ 10,2 milhões Total EUA: US$ 10,2 milhões Total Mundo: US$ 53,4 milhões 9. Jogos Vorazes: A Esperança – O Final Fim de semana: US$ 5,3 milhões Total EUA: US$ 264,6 milhões Total Mundo: US$ 616,8 milhões 10. Creed: Nascido para Lutar Fim de semana: US$ 4,6 milhões Total EUA: US$ 96,3 milhões Total Mundo: US$ 106,5 milhões [/symple_column] [/symple_toggle]

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  • Filme

    Trailer de suspense com atores de Harry Potter e The Walking Dead explora paranoia entre vizinhos

    27 de dezembro de 2015 /

    A Icon Film divulgou o primeiro trailer, o pôster e fotos do suspense britânico “The Ones Below”, que marca a estreia na direção de David Farr, autor de teatro e roteirista do thriller “Hanna” (2011). A trama explora a inveja e o desejo de distância que existe entre vizinhos, centrando-se em dois casais que esperam filhos. A francesa Clémence Poésy (franquia “Harry Potter”) é a verdadeira protagonista, como a vizinha mais pobre, casada com Stephen Campbell Moore (“Pegando Fogo”), enquanto o casal da cobertura é vivido pela finlandesa Laura Birn (“Caçada Mortal”) e David Morrissey (o Governador da série “The Walking Dead”). Após passar um período evitando os vizinhos de cima, um encontro fortuito revela as condições similares das futuras mães e leva, inevitavelmente, ao convite para um jantar. E é a partir do momento em que os casais passam a se conhecer melhor que a tensão se instala, levando à comparações, questionamentos e ao clima de paranoia dos primeiros filmes de Roman Polanski. Exibido nos festivais de Toronto e Londres, “The Ones Below” estreia em 11 de março no Reino Unido e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Vídeos de animação italiana revelam Cinderela noir e futurista

    27 de dezembro de 2015 /

    O estúdio italiano Mad Entertainment divulgou dois vídeos promocionais de “Gatta Cenerentola” (Cinderella The Cat), como parte de uma campanha de financiamento coletivo para finalizar seu segundo longa-metragem – o anterior foi “L’Arte della Felicità”, primeira animação adulta da Itália, premiada pela Academia de Cinema Europeu como a Melhor Animação da Europa em 2014. Enquanto um dos vídeos mostra os bastidores e artes produzidas, o outro apresenta duas sequências completas de tirar o fôlego, revelando uma versão noir de “Cinderela” passada no futuro, na cidade de Nápoles. A arte, que remete ao melhor dos quadrinhos sci-fi europeus (popularizados em todo o mundo pela revista “Heavy Metal” americana), é assinada pelo ilustrador de graphic novels Marco Galli. Já a direção ficou nas mãos de Ivan Cappiello, diretor assistente de “L’Arte della Felicità”. Na trama, Cinderela se insurge contra o Rei de Nápoles, responsável pela morte de seu pai e por transformá-la em criada de sua madrasta, planejando sua vingança no grande baile real. A inspiração original vem da ópera “La Gatta Cenerentola” (1976), de Roberto de Simone, e os produtores esperam lançar o filme ainda em 2016, para coincidir com os 40 anos da ópera.

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  • Filme

    Veja trailer de drama indie que recria a fuga de José e Maria nos dias de hoje

    27 de dezembro de 2015 /

    “Ma”, premiado como filme revelação do festival AFI (do American Film Institute), ganhou seu primeiro trailer e pôster. A prévia é belíssima, acompanhando a jornada de um casal entre cenas de desejo latente e sublimação, que se revela religiosa. Estreia na direção de Celia Rowlson-Hall, o drama indie também foi escrito e estrelado pela cineasta e recria a viagem da Nossa Senhora do Desterro, a fuga de José e Maria pelo deserto egípcio, levada adiante pela protagonista Ma nos dias de hoje, na fronteira dos EUA com o México. O filme também foi exibido nos festivais de Veneza, Tribeca e estreia em 19 de abril nos EUA. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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