PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
TV

Globo anuncia parceria com a Amazon para transmitir a Ge TV na Prime Video

Canal esportivo estreia nesta quarta com Corinthians x Estudiantes e será oferecido sem custo adicional aos assinantes Prime no Brasil

Leia mais
16 de setembro de 2026
TV

SBT coloca The Voice Brasil no domingo para disputar com Luciano Huck

Reality de Tiago Leifert troca a quarta-feira pelo domingo às 18h, com estreia em 27 de setembro e transmissão simultânea na Disney+

Leia mais
16 de setembro de 2026
TV

SBT perde recurso e vai exibir resposta de Erika Hilton no Ratinho antes das eleições

Emissora alegou que veiculação durante a campanha poderia beneficiar a deputada, mas Justiça rejeitou novo pedido de suspensão

Leia mais
15 de setembro de 2026
  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Sérgio Mamberti (1939-2021)

    3 de setembro de 2021 /

    O ator Sérgio Mamberti morreu na madrugada desta sexta (3/9), em São Paulo, aos 82 anos, de falência múltipla dos órgãos. Enfrentando problemas de saúde ao longo deste ano, ele passou por três internações por disfunção renal e pneumonia, e estava intubado desde o último sábado no hospital da rede Prevent Senior para cuidar de uma infecção nos pulmões. Mamberti teve longa carreira no cinema, televisão e teatro. Formado em artes cênicas pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (EAD), foi, ao lado de seu irmão, Cláudio Mamberti, figura de extrema importância para a história do teatro brasileiro. Realizou montagens históricas, como “O Balcão”, do francês Jean Genet, em uma releitura de 1968 que remetia diretamente ao que passava na Ditadura Militar, e também “Réveillon”, conquistando o Prêmio Molière de Melhor Ator em 1975. A trajetória nas telas começou em 1966, na comédia “Nudista à Força”, estrelada pelo humorista Costinha, que foi seguida por diversos clássicos do cinema brasileiro, incluindo o marco marginal “O Bandido da Luz Vermelha” (1968), de Rogério Sganzerla, o fenômeno “Toda Nudez Será Castigada” (1973), de Arnaldo Jabor, a pioneira sci-fi distópica “Parada 88 – O Limite de Alerta” (1978), de José de Anchieta, e o tropicalista “O Homem do Pau-Brasil” (1982), de Joaquim Pedro de Andrade, entre muitos, muitos outros lançamentos cinematográficos. Mas foi na TV que ganhou popularidade. Ele apareceu em várias novelas desde “Ana”, da Record, em 1968. Foram mais de 40, apesar de ter chegado à Globo apenas em 1981, ocasião em que interpretou um dos seus personagens mais conhecidos, o Galeno de “Brilhante”. Outros papéis que marcaram época foram o mordomo Eugênio, de “Vale Tudo” (1988), e o carrasco Dionísio, de “Flor do Caribe” (2013). A despedida das novelas aconteceu em “Sol Nascente” (2016), no papel de Dom Manfredo. Seu personagem mais duradouro e querido, porém, ganhou vida numa produção infantil da TV Cultura, o Doutor Victor de “Castelo Rá-Tim-Bum” (1994–1997), dono do bordão “raios e trovões”. Graças à atração, ele virou referência entre as produções para crianças, chegando a trabalhar com Xuxa e Renato Aragão no cinema, respectivamente em “Xuxa Abracadabra” (2003) e “O Cavaleiro Didi e a Princesa Lili” (2006). Além disso, também se dedicou a desenvolver a Cultura nacional a nível federal, ocupando diversos cargos dentro do Ministério da Cultura durante o Governo Lula. Ele foi Secretário de Música e Artes Cênicas, Secretário da Identidade e da Diversidade Cultural, Presidente da Fundação Nacional de Artes FUNARTE e Secretário de Políticas Culturais. Sua atuação na política e seus posicionamentos sempre foram fortes. Ele se posicionou contrário ao processo de Impeachment de Dilma Rousseff e deu força para o movimento “Lula Livre”. Versátil, Mamberti manteve-se ativo em todas as mídias até o fim da carreira, trabalhando em filmes adultos como “Jogo das Decapitações” (2013), de Sergio Bianchi, na primeira série brasileira da Netflix, a sci-fi “3%” (2016), e na sitcom “Eu, Ela e um Milhão de Seguidores” (2017), do Multishow. Ele ainda deixou um filme ainda inédito, “O Pastor e o Guerrilheiro”, de José Belmonte. Quase como numa premonição, Mamberti lançou este ano sua autobiografia, “Senhor do Tempo”, em que contou várias histórias do teatro brasileiro e detalhes de sua vida, inclusive sua bissexualidade, que não era exatamente um segredo, assumindo seus dois amores: Vivian Mahr, com quem foi casado de 1964 a 1980, e Ednardo Torquarto, com quem viveu uma relação de 37 anos, até a morte do parceiro em 2019. O artista deixa três filhos, que também seguiram a carreira artística: o ator Duda Mamberti, o produtor Carlos Mamberti e o diretor de TV Fabrízio Mamberti.

    Leia mais
  • Etc,  TV

    China proíbe “homens maricas e outras estéticas anormais” na TV, música e cinema

    3 de setembro de 2021 /

    A agência reguladora de rádio e TV na China anunciou que vai banir a estética “afeminada” em programas de entretenimento, alegando que “influências vulgares” devem ser evitadas no país. Em vez do “conteúdo insalubre”, conforme a entidade define, a programação chinesa deve dar lugar a “conteúdo revolucionário”. Além de estimular programas que promovam uma atmosfera patriótica e o socialismo, a agência quer promover o que chama de homens másculos, criticando celebridades masculinas que usam muita maquiagem. A entidade, que tem status de ministério, declarou que critérios de conduta moral e política devem ser incluídos na seleção de pessoas que participarem de programas. Com isso, algumas competições de talentos, boy bands de Mandopop e K-Pop e “celebridades vulgares da internet” estão vetados. O tom da iniciativa foi apresentado num artigo de opinião publicado no final de agosto no jornal estatal Guangming Daily, que alegava que algumas celebridades “afeminadas” eram imorais e poderiam prejudicar os valores dos adolescentes chineses. No anúncio oficial, os reguladores usaram termos depreciativos e altamente homofóbicos – ao menos na tradução em inglês divulgada pela mídia ocidental – , afirmando que o objetivo é “pôr fim de forma definitiva nos homens maricas e outras estéticas anormais”. O anúncio, porém, não foi bem visto na rede social Weibo, bastante popular na China. Desafiando as autoridades, vários usuários criticaram a iniciativa, afirmando se tratar de discriminação e pedindo respeito à diversidade. A homossexualidade não é ilegal na China, mas autoridades fazem, em geral, censura rígida do tema. Todas as referências gays foram tiradas do filme “Bohemian Rhapsody”, sobre o cantor Freddie Mercury, por exemplo. E a situação já rendeu censuras bizarras. Em 2019, a agência reguladora mandou que as emissoras borrassem as orelhas de jovens pop stars em suas aparições na TV e na internet, para esconder seus brincos ou piercings. Tatuagens e rabos de cavalo em homens também costumam ser borrados na televisão. O recrudescimento faz parte de uma queda de braços do Partido Comunista chinês em relação à indústria do entretenimento chinesa. Para as autoridades, a maioria dos artistas famosos são antirrevolucionários, pois alimentam a ilusão de um estilo de vida burguês. Além de censurar a aparência, o governo também tem denunciado os salários elevados dos artistas, não compatíveis com os ideias socialistas, e a suposta evasão fiscal dessa indústria. Algumas atrizes famosas chegaram a “desaparecer” e ressurgir com pedidos de desculpas pela ostentação e multas milionárias para evitar a prisão. Apesar do cerco, o entretenimento chinês deve faturar em torno de US$ 358 bilhões neste ano, segundo um relatório recente da consultoria PwC.

    Leia mais
  • Série,  TV

    YouTube apresenta série de viagens de Whindersson Nunes pelo Brasil

    27 de agosto de 2021 /

    O YouTube divulgou o trailer da 2ª temporada da série de viagens de Whindersson Nunes, “Próxima Parada”. A produção estreia na segunda-feira (30/8) levando o humorista e YouTuber pelo interior de diversas regiões do Brasil. A prévia tem muito verde, rios e precipícios, combinando as inevitáveis palhaçadas de Whindersson e seus amigos com turismo ecológico. Cada passeio contará com convidados especiais, entre eles a cantora Joelma e a influenciadora Thaynara OG. Trata-se de um grande contraste em relação à temporada inaugural, que em 2019 mostrou uma turnê internacional de stand-up do comediante. Os oito episódios de “Whindersson – Próxima Parada 2” irão ao ar semanalmente, sempre às segundas-feiras, no canal oficial do YouTuber.

    Leia mais
  • Reality,  TV

    Xuxa como apresentadora do “Drag Race Brasil” polariza o Twitter

    25 de agosto de 2021 /

    Xuxa Meneghel foi parar nos tópicos mais comentados do Twitter nesta quarta (25/8) após a imprensa dedicar artigos aos boatos de que o reality de competição de drag queens “RuPaul’s Drag Race” deve ganhar uma versão nacional em 2022, que seria apresentada pela rainha dos baixinhos. Entre os comentários, não faltaram questionamentos sobre a escolha de uma apresentadora heterossexual para um programa essencialmente LGBTQIAP+. “Drag Race Brasil abandonou a representatividade em busca de audiência. Deixou de ser um dos poucos lugares onde LGBTs tinham protagonismo para ser mais do mesmo, outro programa comandado por gente branca e hetero. Nada contra a Xuxa mas essa escolha é lamentável”, postou o YouTuber e apresentador da MTV Spartakus. “Mas não tinha nenhuma das MIL drag queens que existem no Brasil para apresentar ‘RuPaul’s Drag Race Brasil’, meu deus do céu?”, lamentou Thiago Amparo, colunista da Folha. Mas houve quem aprovasse a opção Xuxa, que sempre se fantasiou para aparecer na TV. Além disso, seu carisma e influência atraem patrocinadores. Nesse caso, os produtores deveriam caprichar na escolha dos jurados. Sugestões passaram por Nany People, Gloria Groove, Silvetty Montilla, Alexia Twister e Pabllo Vittar. A drag queen Bianca Dellafancy deu até o email de contato. “Entendo escolherem a Xuxa como uma estratégia: para além do talento dela, o programa precisa de patrocínio. Quantas marcas vocês acham que apoiaram o projeto se a apresentadora fosse Silvetty, Nany, Lorelay, Rita, Bianca ou qualquer outra drag queen?”, disse Bianca, ao mesmo tempo em que pediu mais visibilidade para as pessoas LGBTQIAP+. “Isso escancara a falta de artistas LGBT+ fazendo sucesso no mainstream por falta de oportunidade, por falta de investimento na nossa arte, e é uma pena. Espero que seja um sucesso, e que convidem para o júri artistas que fazem de fato parte da comunidade. Meu e-mail tá na biografia”, afirmou. A também drag queen Ashley Granaj aprovou “ter uma pessoa do calibre da Xuxa”, porque “vai trazer muito mais visibilidade para o programa e consequentemente para as participantes”, além de “abrir muito mais portas para a arte drag, pois, pessoas fora do meio vão ter oportunidade de conhecer essa arte”. Ela acrescentou: “As pessoas com raiva dessa notícia, não deveriam ficar com raiva pela escolha da Xuxa, deveriam ficar com raiva da indústria que não valoriza drag queens a ponto de ter uma drag queen com influência o bastante pra comandar esse programa”. O projeto de uma “Drag Race Brasil” estaria em desenvolvimento na Globo. Procurada pela imprensa, a assessoria de Xuxa não desmentiu a informação, limitando-se a dizer que ela tem alguns projetos em vista, mas ainda sob sigilo. O programa original americano é apresentado por Ru Paul, uma conhecida drag queen americana, que não é hetero nem branca. Drag Race Brasil abandonou a representatividade em busca de audiência. Deixou de ser um dos poucos lugares onde LGBTs tinham protagonismo e se tornou mais do mesmo, outro programa comandando por gente branca e hetero. Nada contra a Xuxa mas essa escolha é lamentável — spartakus (@spartakus) August 25, 2021 P.S.: Nada contra a Xuxa participar como jurada, inclusive chamaria a audiência para o programa. Mas seria legal ter na liderança uma das várias drag queens brilhando hoje no Brasil. — Thiago Amparo (@thiamparo) August 25, 2021 Isso escancara a falta de artistas lgbt+ fazendo sucesso no mainstream por falta de oportunidade, por falta de investimento$ na nossa arte, e é uma pena. Espero que seja um sucesso, e que convidem pro júri artistas que fazem de fato parte da comunidade. Meu e-mail tá na bio 🥰✌🏽 — bianca 🏳️‍🌈 (@DELLAFANCY) August 25, 2021 Em um dos seus programas Xuxa foi nomeada pela própria comunidade como rainha dos gays;ela está pronta para apresentar o rupaul drag race Brasil #xuxa #rupaulsdragracebrasil pic.twitter.com/jL5ht9ltvZ — João Paulo Melo B (@joaopaulomelob) August 25, 2021 Eu sempre achei que a Xuxa fosse uma drag queen. Que ela saía de uma nave rosa em formato de beijo para abençoar todas as crianças queer. Que o Planeta Xuxa era o lugar onde ela pintou o arco-íris de energia pic.twitter.com/djQ59BaQjE — Chris – Diversidade Nerd (@chrisgonzatti) August 25, 2021 a xuxa apresentando o Drag Race Brasil pic.twitter.com/ahUFtNpTIh — CENTRAL UNNA MANAUS ⛓ (@gustavoosill) August 25, 2021 Como eu venho dizendo, Xuxa sempre foi uma drag Queen https://t.co/zQqXqGPjAW — deozinho (@deomota) August 25, 2021 A Xuxa é a minha maior inspiração enquanto drag eu comecei a me montar com base nas referências e looks que ela usava, sei que ela não é uma drag queen o que seria mais ideal para a apresentação do prog, mas ela sempre disse que era um sonho apresentar o Drag Race BR+ https://t.co/DDX1wvO027 — Baby X 🤍 (@baby_xis) August 25, 2021 NAO SABIA QUE A XUXA ERA DRAG QUEEN… — She-ra Prateada (@sheraprateada) August 26, 2021 Xuxa é uma excelente apresentadora mas faria muito mais sentido uma pessoa importante pra cultura drag brasileira apresentar um reality sobre ~drag queens~https://t.co/bIBSnMm4Hw — Alexandre Santana (@Iexandre) August 25, 2021 Eu adoro a Xuxa, mas eu como fã de Rupaul’s Drag Race penso que uma Drag Queen deve apresentar o programa!! — Mahmoud Baydoun 🔥 (@MahmoudOficial_) August 25, 2021 Não que à Xuxa não possa apresentar, ela tem muito talento! Porém tem teaaaaanta Drag queen talentosa tbm, muitas Drags maravilhosa. https://t.co/Ac24WUhamo — GuihPaes🦋 (@guihpaess) August 25, 2021 Minha opinião que ninguém pediu: Xuxa não é do meio drag, não fez carreira com isso. Quem tá defendendo está olhando pelo lado emocional por gostar dela. Mas está cagando pra cultura drag nacional que ainda é marginalizada por aqui. — draglicious.com.br (@dragliciouz) August 25, 2021 Acho que a Globo soltou que a possível apresentadora do RuPaul no Brasil pode ser a Xuxa pra sentir, e olha… não faz sentido, seria muito importante repensar isso #rupaulsdragrace #Xuxa #multishow — Lucas Mattar (@lucasmattou) August 26, 2021 Eu amo a #xuxa de verdade mas queria uma drag apresentando o programa drag race Brasil…. Essa é uma oportunidade pra revelar uma apresentadora drag, dar espaço pra ela…. enfim … #lgbt #lgbtqia #dragracebrasil #DragRaceBR — LionHeart (@_roohmelo) August 25, 2021 Pra mim As pessoas com raiva dessa notícia, não deveriam ficar com raiva pela escolha da Xuxa, deveriam ficar com raiva da indústria que não valoriza drag queens a ponto de ter uma drag queen com influência o bastante pra comandar esse programa — Ashley Granaj (@AGranaj) August 26, 2021 eu tô passada que a xuxa é uma drag queen enganou todos e todas — saint v (@vivianoia) August 25, 2021 pq a internet ta falando de xuxa e drag queen? vou voltar a dormir — biank (@biihku) August 25, 2021

    Leia mais
  • TV

    Marcius Melhem se manifesta sobre acusação de censura da revista Piauí

    25 de agosto de 2021 /

    A assessoria de Marcius Melhem, ex-diretor da Globo que a revista Piauí acusa de entrar na Justiça para censurar uma reportagem sobre desdobramentos de denúncias de assédio que supostamente teria cometido, emitiu uma nota em que o comediante rebate as acusações. “Não é verdade que meus advogados pediram à Justiça para censurar uma reportagem da Piauí”, diz Melhem na nota. “Meu pedido foi tão somente para que fosse apurado o vazamento de informações sigilosas e para que eu pudesse me defender com as provas que tenho. Não pedi segredo de justiça em nenhum processo. A Piauí, sim, pediu sigilo sobre um processo que movo contra a revista”. “O repórter João Batista alegou que fazia uma matéria sobre os ‘desdobramentos jurídicos’ do caso, apesar de não ter publicado uma linha sobre os 6 (seis) processos que abri após as mentiras publicadas. Como a investigação aberta no MP corre sob sigilo judicial, ele sabe que não posso comentar. Mesmo se tivesse acesso às minhas respostas e provas de minha inocência, João Batista não publicaria, pois algumas delas já vieram a público e foram cobertas amplamente pela imprensa – menos pela Piauí”, acrescenta Melhem. Ele ainda destaca: “Meus advogados jamais pediram censura à revista. Pedi tempo para responder porque tinha que consultar a juíza sobre quais fatos eu poderia mencionar em minha defesa, como mensagens trocadas com as supostas vítimas”. Neste ponto, vale lembrar que, no passado, ao se defender na imprensa com a revelação de mensagens privadas, Melhem sofreu novos processos por violação de privacidade. Entretanto, ele confirma que “a Juíza tomou as medidas de preservação do sigilo que julgou necessárias”. O ex-diretor da Globo ainda diz que a decisão judicial o mantém “proibido de divulgar provas a meu favor”, por isso comunicou que não poderia responder as perguntas enviadas pelo repórter. O tempo em que ele demorou para dar esta resposta foi registrado no texto da Piauí como sendo o suficiente para entrar com uma ação e barrar a reportagem. Na prática, o resultado da ação dos advogados de Melhem foi censura, já que a revista foi proibida de publicar a reportagem. Com ou sem intenção, o resultado foi denunciado pela Piauí. A alegação utilizada para impedir a publicação é que a reportagem contém informações sigilosas, vazadas de um processo que corre em segredo na Justiça com denúncias de assédio de diversas atrizes da Globo. No texto que chamou atenção para a censura judicial, João Batista lembrou que a imprensa não tem compromisso com sigilo judicial, pelo contrário. “No direito criminal, a guarda de sigilo judicial cabe aos funcionários da Justiça e às partes envolvidas no processo, e não aos jornalistas”, escreveu o repórter. De fato, algumas das principais reportagens da imprensa mundial foram feitas a partir de vazamentos de documentos sigilosos, situação que tem se repetido bastante na história recente do Brasil. Melhem, porém, acusa João Batista de divulgar “trechos ao pedaços” de documentos, ressaltando sua suposta “parcialidade” na cobertura do caso. O comediante também criticou o fato de a revista não ter se retratado ou mencionado os fatos que teriam sido comprovados como inverídicos na primeira reportagem-denúncia publicada contra ele em suas páginas. “Não escreveu uma linha para informar o público da Piauí sobre as provas que deixam claras as mentiras da primeira matéria”, ressaltou. Para completar, ele compara a posição da revista em duas situações similares como sendo contraditória – em relação ao inquérito em que é investigado, a Piauí se vale de vazamento, e no processo em que Melhem abriu contra a publicação, ela pede sigilo. “Por que a revista Piauí quer vazar um inquérito antes de ter minha defesa lá, ao mesmo tempo em que pede segredo de Justiça no processo que movi contra ela? Afinal, a Piauí é contra ou a favor do sigilo?”, conclui o texto. Veja abaixo a íntegra do comunicado enviado pela assessoria e assinado por Melhem. “Piauí pede segredo de justiça e mente sobre censura. Não é verdade que meus advogados pediram à Justiça para censurar uma reportagem da Piauí. Meu pedido foi tão somente para que fosse apurado o vazamento de informações sigilosas e para que eu pudesse me defender com as provas que tenho. Não pedi segredo de justiça em nenhum processo. A Piauí, sim, pediu sigilo sobre um processo que movo contra a revista. Eu luto por transparência e verdade e, por mim, este processo não teria segredo algum. Seria aberto a qualquer jornalista. Mas sou obrigado a obedecer a Justiça, inclusive pelo sigilo pedido pela Piauí. Assim que for possível, virei a público mostrar a verdade. Piauí, suponho, não publicará. O repórter João Batista alegou que fazia uma matéria sobre os “desdobramentos jurídicos” do caso, apesar de não ter publicado uma linha sobre os 6 (seis) processos que abri após as mentiras publicadas. Como a investigação aberta no MP corre sob sigilo judicial, ele sabe que não posso comentar. Mesmo se tivesse acesso às minhas respostas e provas de minha inocência, João Batista não publicaria, pois algumas delas já vieram a público e foram cobertas amplamente pela imprensa – menos pela Piauí. Meus advogados jamais pediram censura à revista. Pedi tempo para responder porque tinha que consultar a juíza sobre quais fatos eu poderia mencionar em minha defesa, como mensagens trocadas com as supostas vítimas. A Juíza tomou as medidas de preservação do sigilo que julgou necessárias e me manteve proibido de divulgar provas a meu favor. Se a revista se julga censurada por não poder quebrar um segredo de Justiça, por que não me considera também vítima da censura? O repórter divulgou trechos aos pedaços, como sempre fez em sua parcialidade. Omitiu por qual motivo ele não escreveu uma linha para informar o público da Piauí sobre as provas que deixam claras as mentiras da primeira matéria. Por que a revista Piauí quer vazar um inquérito antes de ter minha defesa lá, ao mesmo tempo em que pede segredo de Justiça no processo que movi contra ela? Afinal, a Piauí é contra ou a favor do sigilo?”

    Leia mais
  • TV

    Revista Piauí sofre censura judicial ao apurar novas denúncias de assédio contra Marcius Melhem

    25 de agosto de 2021 /

    A revista Piauí revelou que foi proibida de publicar uma nova reportagem sobre os desdobramentos do caso Marcius Melhem, ex-diretor da Globo acusado de assediar sexualmente pelo menos oito mulheres, todas funcionárias da emissora. O jornalista João Batista Jr. revelou no site da publicação que, enquanto negociava uma entrevista com Melhem, informando novas apurações feitas sobre o caso para sua assessoria de imprensa, os advogados do humorista entraram na Justiça para que a revista fosse submetida à censura prévia e, assim, impedida de publicar a reportagem. Segundo informa o jornalista, no dia 12 de agosto, a juíza Tula Corrêa de Mello, da 20ª Vara Criminal da Justiça do Rio de Janeiro, acatou o pedido de Melhem e determinou “a suspensão, pelo tempo que durarem as investigações, da publicação de matéria na revista Piauí ou seu respectivo site”. Em caso de descumprimento da medida judicial, a juíza estabeleceu multa de US$ 500 mil, além do recolhimento dos exemplares da revista nas bancas e da remoção da reportagem do seu site. Também mandou investigar o vazamento de informações da investigação em andamento sobre o caso. João Batista Jr. foi o autor da impactante reportagem publicada em dezembro de 2020 na Piauí, contestada publicamente por Melhem e que levou o ex-chefe do Humor da Globo a processar a revista. Ele questionou a credibilidade da apuração, feita apenas com declarações em “off”, sem ninguém assumir os relatos, e apontou erros simples, como o acusação de que ele teria ido aos camarins “dar uma conferida” em Dani Calabresa numa gravação que, segundo a reportagem, teria acontecido nos estúdios da Globo, mas que ele aponta que na verdade foi na praia de Grumari sem sua presença. Outro episódio rumoroso, lembrou o próprio jornalista no texto sobre a censura, envolvia um ataque à Calabresa ocorrido no bar Vizinha 123, em Botafogo, quando Melhem teria tentado beijá-la à força à saída do banheiro com a genitália exposta, forçando-a contra a parede. “Eu nunca imobilizei ninguém na vida, essa descrição é nojenta, é o que está me causando problemas. Essa descrição é um delírio, é de alguém que quer muito me prejudicar”, disse o humorista em uma entrevista a Roberto Cabrini, exibida no “Domingo Espetacular” logo após a circulação da revista. O juiz Eduardo Tobias de Aguiar Moeller, da 2ª Vara Cível do Foro Regional de Pinheiros, em São Paulo, julgou o processo do comediante contra a revista improcedente. Melhem está recorrendo contra a sentença. Após a publicação da Piauí, o jornal Folha de S. Paulo revelou que oito mulheres relataram casos de assédio de Melhem para a promotora Gabriela Manssur, da Ouvidoria Nacional do Ministério Público. Os relatos foram posteriormente remetidos ao Ministério Público do Rio de Janeiro. Mas a Piauí apurou que pelo menos três mulheres, que fizeram queixas à Globo, decidiram não falar com o MP por razões diversas. Uma delas havia decidido contar seu caso à promotora Manssur, mas, na última hora, voltou atrás com receio de sofrer represálias jurídicas. Investigado pela compliance da Globo durante meses, Melhem tirou uma licença da emissora em março de 2020 e acabou definitivamente afastado em agosto do mesmo ano. A Globo jamais admitiu publicamente que o rompimento do contrato aconteceu devido às denúncias contra o humorista. O Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro também pediu uma investigação sobre a conduta da Globo. A nova reportagem que Melhem conseguiu censurar na Justiça trazia mais acusações de assédio e revelava detalhes da investigação em andamento contra o comediante. A Piauí está contestando a decisão judicial que submete a revista à censura. O caso de censura prévia é o terceiro nos últimos dias determinado por juízes de primeira instância. O jornal O Globo também teve duas reportagens proibidas de serem publicadas sobre temas diferentes, a mais recente sobre movimentações financeiras de uma empresa investigada pela CPI da Covid por corrupção no Ministério da Saúde. Falando sobre a censura sofrida por O Globo, o presidente da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Marcelo Rech, alertou que a escalada de censura prévia judicial é autoritária e inconstitucional. “É lamentável que alguns magistrados ignorem preceitos básicos da Constituição, que não admite censura. A censura não existe no Brasil. A ANJ defende que, no âmbito da liberdade da imprensa, seja revisada a decisão o quanto antes, pois ela não afeta só o jornal O Globo mas também toda a imprensa brasileira. É um atentado à liberdade de imprensa e ao jornalismo investigativo. A população tem o direito de tomar conhecimento de todos os fatos de interesse público”, afirmou Rech.

    Leia mais
  • Etc,  TV

    Luísa Sonza e Pabllo Vittar lideram indicações do MTV Miaw 2021

    23 de agosto de 2021 /

    A MTV anunciou as categorias e indicados do MTV Miaw 2021, quarta edição da premiação que substituiu o prestigiado VMAs Brasil. São 33 categorias no total, todas batizadas por “gírias jovens” num portunglês que será o cringe da próxima geração. Luísa Sonza e Pabllo Vittar lideram a lista com nove indicações, seguidos por Anitta com oito e Xamã com sete. As votações já estão abertas e podem ser feitas pelo site (miaw.mtv.com.br) e pelo Twitter e Instagram, utilizando #PremiosMTVMIAW e a hashtag com o nome do indicado em tuítes e comentários. Como no ano passado, a premiação vai acontecer em estúdio, seguindo todos os protocolos de segurança e higienização estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mas o apresentador do evento ainda não foi definido. A MTV também vai divulgar mais adiante as atrações musicais do programa. Conheça abaixo todos os indicados ao troféu Gato Rosa Ícone Miaw Larissa Manoela Maisa Sasha Meneghel Juliette Ítalo Ferreira Rebeca Andrade Virgínia Fonseca Pequena Lo Realeza do Reality Gil do Vigor – BBB Ingrid O’Hara – De Férias Com o Ex Brasil: Celebs Isabella Scherer – MasterChef Brasil Jojo Todynho – A Fazenda Juliette – BBB Lipe – A Fazenda Matheus Novinho – Acapulco Shore Lucas Maciel – A Ilha Aposta Miaw Bielo Yasmin Castilho Favelado Investidor Fefê Lara Silva Mariah Nala MC Dricka Raphael Vicente Meme pra Vida Ai, dor Cringe Dogg Face Gabi AE4 Jacaré da Vacina O Brasil tá lascado Pfizer Shitty Flute Pet Influencer Amora, Bruna Marquezine Dionísio, Lipe Sol, Grazi Massafera Beethoven, Marina Ruy Barbosa Lilo, Viih Tube Nelson, Bianca e Fred Norbert Macedo, Anitta Valdemar, Larissa Manoela Hitmaker Absurdo Alok Vitor Kley Barões da Pisadinha Kevin o Chris Luísa Sonza MC Don Juan Pabllo Vittar Pedro Sampaio Girl Boss Anitta Boca Rosa Bruna Tavares Flávia Durante Lorena Maisa Manu Gavassi Marina Ruy Barbosa Style do Ano Bruna Marquezine Gloria Groove Matheus Pasquarelli Leo Picon Xamã Duda Beat Jão Sabrina Sato Podcast Nosso de Cada Dia Vênus Podcast Eu Fico Loko Flow PodDarPrado Não Ouvo Nerdcast Pod Delas PodPah Miawlicious Ana Maria Brogui Bela Gil Downlicia Mohamad Hindi Paola Carosella Receitas de Pai Rodrigo Hilbert Ana Maria Brogui Memeiro Ademaravilha Alvaro Brasil Que Deu Certo De Sola Melted Videos Pequena Lo Saquinho de Lixo Vittor Fernando Hitou no Passinho Ingrid O’Hara Klayver Pop Lara Silva Lucca Maciel Virgínia Fonseca Cínthia Cruz Orlandinho Vanessa Lopes Reeleire do ano Gustavo Tubarão Camilla de Lucas Yarley Lucas Guedez Pequena Lo Bielo Ruivinha de Marte Vittor Fernando Reeleiro Revelação Lorenza Valloto Josy Ramos Gabriel Holtz Lucca Najar Matheus Cardoso #EUSHIPPO Bianca e Fred Caíque Gama e Flavia Gabe Ícaro Silva e Lucas Leto Lahn Lahn e Nanda Costa Ludmilla e Brunna Sasha e João Figueiredo Vitória Strada e Marcella Rica Zé Felipe e Virgínia Orgulho do Vale Bruna Linzmeyer Dora Figueiredo Gil do Vigor Lia Clark Pepita Douglas Souza Spartakus Tarso Brant Ri Alto Afonso Padilha Evelyn Castro Bruna Louise Dani Calabresa Rafael Portugal Marcelo Adnet Renato Albani Thiago Ventura Feat Nacional Liberdade Quando o Grave Bate Forte – Alok, MC Don Juan e GBR Deixa de Onda – Dennis feat Ludmilla e Xamã Modo Turbo – Luísa Sonza, Pabllo Vittar e Anitta Bandida – Pabllo Vittar e Pocah Atenção – Pedro Sampaio e Luisa Sonza Fala Mal de Mim – Pedro Sampaio, Wesley Safadão e Daniel Caon Leão – Xamã e Marília Mendonça Tranquilita – Zé Felipe e Virgínia Beat BR BIN Djonga Filipe Ret L7nnon Lourena MC Cabelinho Tasha e Tracie Xamã Hino do Ano Deixa de Onda – Dennis, Ludmilla e Xamã Tipo Gin – Kevin o Chris Rainha da Favela – Ludmilla Modo Turbo – Luísa Sonza, Pabllo Vittar e Anitta Bipolar – MC Davi, MC Pedrinho e MC Don Juan Quero Ver É Me Esquecer – Barões da Pisadinha ft. Jorge e Matheus Bandida – Pabllo Vittar e Pocah Atenção – Pedro Sampaio e Luísa Sonza Deixa de Onda – Dennis, Ludmilla e Xamã Hit Global Positions – Ariana Grande Love Sick Girls – Black Pink Levitating – Dua Lipa Peaches – Justin Bieber Montero – Lil Nas X Midnight Sky – Miley Cyrus Good 4 U – Olivia Rodrigo Bad Habits – Ed Sheeran Positions – Ariana Grande Clipão da Porr* Não Passa Vontade – Anavitoria e Duda Beat Girl From Rio – Anitta Sistema Obtuso – Criolo e Tropkillaz Coringa – Jão Morena – Luan Santana Modo Turbo – Luísa Sonza, Pabllo Vittar e Anitta Lokko – Giulia Be Pensa – Vitão Não Passa Vontade – Anavitoria e Duda Beat Zika do Baile Kevin o Chris Kevinho MC Don Juan MC Dricka MC Hariel Tati Zaqui Rebecca MC WM Kevin o Chris DJ Lanso a Braba Alok Dennis DJ GM DJ Guuga GBR Lucas Beat Pedro Sampaio Rennan da Penha Alok Artista Musical Anitta Luisa Sonza Lagum Ludmilla Pabllo Vittar Papatinho Kevin o Chris Xamã Anitta Feat Gringo Girl Like Me – Black Eyed Pease e Shakira Kiss Me More – Doja Cat e Sza Beautiful Mistakes – Maroon5 e Megan Thee Stallion Qué Más Pues? – J.Bavin e Maria Becerra Prisoner – Miley Cyrus feat Dua Lipa Monster – Shawn Mendes e Justin Bieber Leave The Door Open – Silk Sonic (Bruno Mars e Anderson Paak) Save Your Tears – The Weekend e Ariana Grande Prestatenção BIN Nick Cruz Jovem Dex Hyperanhas Tília Morenna Duquesa Trap na Cena Hyperanhas Jovem Dex Kawe Keyblack Mautê Orochi Recayd Mob Sidoka Coreô Envolvente Gueto – Iza Errada Ela não tá – Jottapê, Kevinho e ARON Senta com Amor – Kevinho e Zé Felipe Rainha da Favela – Ludmilla Bilhete Premiado – Gabily, Kevin o Chris e MC Kevin Bandida – Pabllo Vittar e Pocah Atenção – Pedro Sampaio e Luísa Sonza Peligrosa – Urias Álbum ou EP do Ano Cor – Anavitória NU – Djonga Te Amo Lá Fora – Duda Beat Imaterial – Filipe Ret Doce 22 – Luísa Sonza Portas – Marisa Monte Batidão Tropical – Pabllo Vittar Zodíaco – Xamã Música de Challenge Amor ou Litrão – Petter Ferraz e Menor Nico Apaga a Luz e Apaga Tudo – MC Torpe Bipolar – MC Davi, MC Pedrinho e MC Don Juan Disco Arranhado – Malu e DJ Lucas Beat Em Homem a Gente Não Confia – MC Manu Meu Pedaço de Pecado – João Gomes Preta do Cabelo Cacheado – MC Don Juan, TH CDM, DG e Batidão Estronda Tipo Gin – Kevin o Chris Maratonei Bridgerton – Netflix Manhãs de Setembro – Amazon Prime Video Elite – Netflix Gossip Girl – HBO Max As Five – GloboPlay Pen15 – Paramount+ The Handmaid’s Tale – Paramount+ Wandavision – Disney+ Fandom_Real_Oficial Anitters – Anitta Beliebers – Justin Bieber Blink – Black Pink Boca Rosers – Bianca Andrade Gavassiers – Manu Gavassi Cactos – Juliette Little Monsters – Lady Gaga RBDManíacos – RBD

    Leia mais
  • TV

    Reportagens da Globo sobre a pandemia concorrem ao Emmy Internacional de Jornalismo

    20 de agosto de 2021 /

    A rede Globo foi indicada em duas categorias da edição de 2021 do prêmio Emmy Internacional de Jornalismo. O anúncio foi feito na noite de quinta-feira em Los Angeles, que equivale à madrugada desta sexta (20/8) no Brasil. A emissora brasileira chamou atenção do prêmio americano por sua cobertura da pandemia de covid-19 no país. O “Jornal Nacional” foi selecionado na categoria Notícias pelas reportagens sobre o caos criado pela pandemia, que mostraram hospitais lotados, pacientes em busca de tratamento, os brasileiros que tiveram suas vidas interrompidas pela doença e a luta de famílias para conseguir enterrar seus parentes. Os concorrentes vem do Reino Unido, do Catar e da Rússia. Além disso, a equipe do “Profissão Repórter” disputa a categoria Atualidades com uma matéria exibida no “Fantástico”, que mostrava a dura rotina de médicos no combate à pandemia, com imagens fortes gravadas pelos próprios profissionais do Hospital Geral de Vila Penteado, em São Paulo, entre o fim de maio e o início de junho. Os outros indicados representam o Quênia, a Holanda e o Reino Unido. Por sinal, foi a primeira vez que o Quênia foi indicado à premiação de jornalismo, com uma reportagem sobre tráfico de bebês. Os vencedores serão anunciados em uma cerimônia virtual marcada para 28 de setembro.

    Leia mais
  • Etc,  TV

    Emoção marca reações de artistas à morte de Tarcísio Meira

    12 de agosto de 2021 /

    Um dia depois da morte de Paulo José, as redes sociais voltaram a ser inundadas por depoimentos emocionados de artistas que admiravam Tarcísio Meira, um dos maiores ícones da TV brasileira, que faleceu nesta quinta (12/8) aos 85 anos em decorrência da covid-19. “Não esta sendo fácil”, desabafou Marcos Palmeira, que viveu o filho de Tarcísio em “Torre de Babel”, entre outras novelas, e interpretou o papel mais famoso do ator no remake de “Irmãos Coragem”. “Tarcísio, você é um exemplo pra mim. Tive a honra de fazer o remake de ‘Irmãos Coragem’ no papel de João Coragem! Já fui filho em vários trabalhos e sempre me divertia com seu humor maravilhoso! Muita saudade! Toda força pra amada Glória Menezes e meu irmãozinho Tarcísio Filho. Esse elenco lá de cima está ficando imbatível!”, completou. “Em menos de 24 horas despedindo de outro colega”, lamentou Rosa Maria Murtinho. “Dizem por aí que a vida é curta e devemos construir memórias e acredito que isso seja o mais importante quando fazemos trabalhos por aí com tantos amigos queridos de profissão. Assim aconteceu comigo e Tarcísio quando fomos par romântico em uma novela, não trabalhamos muito juntos mas foi suficiente para entender a pessoa bacana e profissional que era. Cultura em luto porque se foi um dos maiores que temos. Estendo meu abraço a Glória, Tarcisinho e Maria que consigam ter força e fé para atravessarem esse momento de dor”. O tom de tristeza marcou todos os comentários. “Todos amamos sempre Tarcísio por seu talento, por sua gentileza, por dignificar a profissão de ator. Seu amor por Glória foi dos mais lindos que já presenciei e desejo força pra ela e sua família. Qualquer homenagem será pequena. Vamos ficar sempre com muitas saudades”, exprimiu Serginho Groisman. A sensação é que houve um baque generalizado. “Estou em choque. Arrasado. Perdi um ídolo, um parceiro de trabalho e um amigo”, comentou Rodrigo Lombardi. “Inacreditável meu Deus do céu”, ecoou Eri Johnson. “Meu coração está despedaçado”, lamentou Vera Fischer. “Tarcisão, você foi meu companheiro desde a minha primeira novela de TV. Aprendi tudo com você: profissionalismo, parceria e lealdade. Obrigada por tantos trabalhos juntos, obrigada por teu grande coração”, ela acrescentou. Fernanda Paes Leme deu a medida do impacto que era contracenar com Tarcísio numa novela. “Eu era a Patty Telles de Mendonça, meu primeiro trabalho na TV! Chegou o episódio em que o pai da Patty finalmente aparecia pra ver a filha. Começou um burburinho nos bastidores e de repente me contaram: seu pai vai ser o Tarcisio Meira. Imaginem como eu fiquei! Imaginem a responsabilidade. Chegou o dia, eu nervosa e ele apareceu. A cena era de emoção e tava tudo ali no meu olhar, vendo aquele brilhante ator, que minha mãe sempre foi fã e que eu assistia e admirava desde pequena, na minha frente, lindo, generoso e muito cuidadoso. Fizemos a cena e foi incrível! Ali, eu tive a certeza que atuar era o que queria fazer pra sempre! Depois desse dia tivemos outros encontros que jamais esquecerei! Obrigada, Tarcísio Meira, por mim e por toda história da tv, cinema e teatro brasileiro”. Até quem não tem redes sociais, como Tony Ramos, manifestou sua dor. Ele mal conseguiu dar seu depoimento ao canal Globo News, demonstrando emoção à flor da pele. Veja abaixo algumas das reações à perda e homenagens ao talento de Tarcísio Meira. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marcos Palmeira (@marcospalmeiraoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rosamaria Murtinho (@roseiramur) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tainá Müller (@tainamuller) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fernanda Paes Leme (@fepaesleme) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Rodrigo Lombardi (@rodrigolombardi) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Zezé Motta (@zezemotta) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Lavinia Vlasak (@laviniavlasak4real) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Serginho Groisman (@serginhogroisman) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Vera Fischer 🎥🎭 (@verafischeroficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por miguelfalabellareal (@miguelfalabellareal) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Eri Johnson💥✨🎭 (@eri) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Erika Januza (@erikajanuza) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Claudia Ohana (@ohanareal) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jose de Abreu (@josedeabreu) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Fabio Assunção (@fabioassuncaooficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Marcos Pasquim (@pasquim) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Tata Werneck (@tatawerneck) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ary Fontoura (@aryfontoura) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gloria Pires (@gpiresoficial) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Boninho (@jbboninho) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Ana Maria Braga (@anamaria16) Descanse em paz Tarcísio Meira. E que Deus conforte os corações de amigos e familiares. Seu legado é eterno. Obrigada! 🙏🏼💙 pic.twitter.com/UvV11FPQiH — +a (@maisa) August 12, 2021 O ator Tony Ramos se emocionou ao falar do amigo Tarcísio Meira, que morreu de Covid-19, nesta quinta-feira (12), aos 85 anos. "Eu quero me lembrar dele com essa força, determinação", disse Tony. ➡ Assista na #GloboNews e nos #CanaisGlobo: https://t.co/bFwcwLHmLH pic.twitter.com/YOVQsUN4cK — GloboNews (@GloboNews) August 12, 2021 Hoje não tem clima pra humor. Só a tristeza por essas perdas em um intervalo tão curto. Paulo e Tarcísio são gigantes que nos inspiram a fazer sempre o melhor. A saudade ficará para sempre e os aplausos também. Obrigado por tanto 🖤 — Bruno Gagliasso – Pai de 3 (@brunogagliasso) August 12, 2021

    Leia mais
  • Etc,  Filme,  Série,  TV

    Tarcísio Meira (1935-2021)

    12 de agosto de 2021 /

    Morreu nesta quinta-feira (12/8), um dos atores mais famosos da TV brasileira. Após cinco dias internado na UTI do hospital Albert Einstein, em São Paulo, em tratamento contra a covid-19, Tarcísio Meira faleceu aos 85 anos. Ele estava internado junto com Glória Menezes, o grande amor de sua vida, com que estava casado há 59 anos, mas ela superou a doença e “deve ter alta em breve”, segundo a assessoria de imprensa da família. Tarcísio Meira se chamava Tarcísio Magalhães Sobrinho. O sobrenome Meira veio “emprestado” da mãe, Maria do Rosário Meira Jáio de Magalhães, por ser mais sonoro também por superstição: o nome artístico tinha 13 letras. Na juventude, ele sonhava em ingressar no Instituto Rio Branco para se tornar diplomata. Mas foi reprovado na prova, em 1957, e graças a isso o Brasil ganhou um ícone. Virou ator de teatro e foi quando ensaiava a peça “As Feiticeiras de Salém”, dirigida por Antunes Filho, que viu pela primeira vez Gloria Menezes. O contato mais próximo, porém, só aconteceu na TV, quando fizeram juntos o teleteatro “Uma Pires Camargo” (1961). Em entrevista ao jornal O Globo de 2015, ele conta que, depois de ficarem amigos, decidiu se aproximar mais. “Quando ela lançou o filme “O Pagador de Promessas” (1962) em Cannes, mandei flores e um cartão escrito ‘volte, volte, volte'”. Na volta, eles se tornaram inseparáveis. Marcando a trajetória da televisão brasileira, os dois protagonizaram a primeira telenovela diária do país, “2-5499 — Ocupado”, na Excelsior, em 1963. O sucesso do formato catapultou o casal ao estrelato. Eles fizeram mais nove novelas juntos antes de assinar com a Globo, onde se tornaram o casal favorito da televisão brasileira. O primeiro trabalho na Globo foi “Sangue e Areia”, em 1967, que também entrou para a História por inaugurar a famosa faixa das 20h na teledramaturgia do canal. Até então, as novelas eram adaptações de tramas importadas, geralmente de época, e por isso eram referidas como folhetins – um termo francês que definia a narrativa literária seriada de romances do século 19. Mas Tarcísio ajudou a mudar a trajetória do gênero ao protagonizar “Irmãos Coragem”, trama de Janete Clair de 1970 que combinava uma narrativa muito brasileira e atual, com garimpo e violência no sertão. O ator viveu João Coragem que, ao lado dos irmãos interpretados por Cláudio Cavalcanti (1940-2013) e Cláudio Marzo (1940-2015) – além de, claro, Gloria Menezes – , desafiavam a autoridade do Coronel Pedro Barros (Gilberto Martinho). O sucesso de “Irmãos Coragem” foi tanto que derrubou o preconceito masculino contra o gênero, levando homens a se engajarem na história. “Foi a primeira novela que os homens admitiam que viam. Até então, eles viam meio escondidos, porque novela era coisa de mulher”, contou Tarcísio ao site projeto Memória Globo, lembrando que a audiência do penúltimo capítulo foi maior que a da final da Copa do Mundo de 1970. Ao longo da carreira, Tarcísio atuou em mais de 60 obras na TV, entre novelas, minisséries e especiais, vivendo personagens marcantes. Ele chegou da interpretar papéis duplos duas vezes, como Hugo Leonardo e Raul em “O Semideus” (1973) e Diogo Maia e Ciro em “Espelho Mágico” (1977). Outros personagens que marcaram seu auge como protagonista foram Ciro Valdez em “O Homem que Deve Morrer” (1971), Rodrigo Soares em “Cavalo de Aço” (1973), Antônio Dias em “Escalada” (1975) e Fernando Lucas em “Os Gigantes” (1979), Juca Pitanga em “Coração Alado” (1980), Renato Villar em “Roda de Fogo” (1986), dando o que falar até em pequenas participações, feito o desempenho como Giusepe Berdinazi em “O Rei do Gado” (1996). “Os Gigantes”, por sinal, foi a primeira novela em que seu personagem viveu romance com outra mulher que não Gloria Menezes. Por curiosidade, apesar do longo romance histórico, ele chegou até mesmo a trair Gloria num casamento televisivo, com Natália do Vale na novela “Torre de Babel” (1998). Não foi a única vez que os autores de novela usaram sua trajetória para surpreender o público. Silvio de Abreu chegou a ser considerado ousado ao escalá-lo em “Guerra dos Sexos” em 1983, colocando Tarciso em sua primeira novela cômica. Mas não só o ator conhecido por papéis dramáticos correspondeu como protagonizou cenas de rolar de rir ao lado de Fernanda Montenegro e Paulo Autran. Ele se saiu tão bem que virou personagem-título de outra novela cômica, “Araponga” (1990), como o atrapalhado detetive Aristênio Catanduva, o Araponga. Além disso, estrelou uma sitcom com a esposa que tinha simplesmente o nome de “Tarcísio & Glória” (1988) – e um detalhe: Glória Menezes vivia uma alienígena! Versátil, o ator foi herói épico, vivendo o capitão Rodrigo Cambará na minissérie “O Tempo e o Vento” – dirigido pelo colega Paulo José, que morreu na quarta-feira (11/8) aos 84 anos – e também vilão marcante, como Renato Villar em “Roda de Fogo” e o terrível Dom Jerônimo da minissérie “A Muralha” (2000). Sua última novela foi “Orgulho e Paixão”, escrita por Marcos Bernstein em 2018, em que interpretou Lorde Williamson. Mas apesar de ter sido um dos atores mais ocupados da TV brasileira, Tarciso também criou uma obra significativa nos cinemas, iniciada por “Casinha Pequenina”, um dos maiores sucessos da filmografia de Mazzaropi, lançado em 1963. Seu talento contemplou mais de 20 produções cinematográficas, entre elas clássicos absolutos, como “A Idade da Terra” (1981), último filme de Glauber Rocha. “Um dia, Glauber me botou no meio de uma bateria de escola de samba. De uma hora para outra, na batida da música, notei algo: o que era para ser uma escola de samba virou uma banda militar, quase que numa marcha. Era um tipo de cinema que eu nunca tinha feito”, Tarcísio refletiu em outra entrevista para O Globo em 2010. Ele ainda foi o Dom Pedro Iº de “Independência ou Morte”, filme lançado em 1972 como grande destaque cultural do sesquicentenário da Independência Brasileira. Mas se agradou os militares na ocasião, ajudou a enfrentar e acabar com a censura ao protagonizar “O Beijo no Asfalto”, dirigido por Bruno Barreto em 1981. A adaptação da peça de Nelson Rodrigues gerou polêmica na época, devido ao beijo na boca do personagem de Tarcísio em Ney Latorraca. A lista de filmes históricos inclui a aventura “O Caçador de Esmeraldas” (1974) de Oswaldo de Oliveira, o drama “O Marginal” (1974) de Carlos Manga, o corajoso “República dos Assassinos” (1979) de Miguel Faria Jr, o sucesso “Eu Te Amo” (1981) de Arnaldo Jabor, o polêmico “Amor, Estranho Amor” (1982), de Walter Hugo Khouri, e o vibrante “Boca de Ouro” (1990), outra adaptação de Nelson Rodrigues, com direção de Walter Avancini. O último longa do ator foi a comédia “Não se Preocupe, Nada Vai Dar Certo!”, de Hugo Carvana, lançada em 2011. No fim de 2019, Tarcísio também se despediu dos palcos com a reencenação de “O Camareiro”, peça que já tinha estrelado em 2015 e lhe rendido o Prêmio Shell de Melhor Ator. Além da esposa, ele deixa o filho Tarcísio Filho, de 58 anos, além de Amélia Brito, 64, e João Paulo Brito, 62, frutos do casamento anterior de Glória com Arnaldo Brito.

    Leia mais
  • Etc,  Filme,  TV

    Paulo José (1937-2021)

    11 de agosto de 2021 /

    O ator Paulo José, um dos maiores intérpretes do cinema brasileiro, morreu nesta quarta (11/8) no Rio de Janeiro, aos 84 anos. Ele sofria de Parkinson há mais de duas décadas e estava internado há 20 dias com problemas respiratórios, vindo a falecer em decorrência de uma pneumonia. O gaúcho Paulo José Gómez de Souza nasceu em Lavras do Sul, interior do Rio Grande do Sul, e teve o primeiro contato com o teatro ainda na escola. A carreira decolou quando se mudou para São Paulo e começou a trabalhar no Teatro de Arena. Após estrear nos palcos paulistanos com “Testamento de um Cangaceiro”, em 1961, ele conheceu seu primeiro amor, a atriz Dina Sfat, com quem dividiu várias montagens – e depois filmes e novelas. Os dois se casaram em 1963 e ficaram juntos até 1981. Dos palcos, pulou para as telas, onde rapidamente se estabeleceu como ator requisitado, aparecendo em uma dezena de filmes entre 1966 e 1969, incluindo vários clássicos, antes de ser “revelado” pelas novelas. Seu primeiro trabalho no cinema foi direto como protagonista, compartilhando com Helena Ignez os papéis do título de “O Padre e a Moça” (1966), do mestre Joaquim Pedro de Andrade. Ele voltou a trabalhar com o diretor no clássico absoluto “Macunaíma” (1969), além de ter desenvolvido outra parceria vitoriosa com Domingos de Oliveira, desempenhando o papel principal em “Todas as Mulheres do Mundo” (1966), que recentemente foi adaptado como minissérie pela Globo. Além de voltar a filmar com Oliveira em “Edu, Coração de Ouro” (1967) e posteriormente “A Culpa” (1971), ele também foi “O Homem Nu” (1968), de Roberto Santos, e estrelou os célebres “Bebel, Garota Propaganda” (1968), de Maurice Capovilla, “A Vida Provisória” (1968), de Maurício Gomes Leite, e “As Amorosas” (1968) de Walter Hugo Khouri. Já era, portanto, um ator consagrado quando foi fazer sua primeira novela, “Véu de Noiva” (1969), e praticamente um veterano quando recebeu o Troféu Imprensa de “melhor estreante” por seu desempenho como Samuca na novela “Assim na Terra Como no Céu” (1971). Encarando maratonas de até 250 episódios nas produções da Globo, ele ainda estrelou um dos primeiros spin-offs da TV brasileira, “Shazan, Xerife & Cia.”, em que repetiu seu personagem de “O Primeiro Amor” (1972) ao lado do colega (também recentemente falecido) Flavio Migliaccio. Exibida de 1972 a 1974, a série marcou época nas tardes televisivas. Apesar do sucesso na telinha, Paulo José nunca deixou o cinema de lado. Mas a agenda cheia o tornou especialmente criterioso, o que resultou numa filmografia lotada de clássicos, como “Cassy Jones, o Magnífico Sedutor” (1972), de Luiz Sérgio Person, “O Rei da Noite” (1975), do grande Hector Babenco, “O Homem do Pau-Brasil” (1982), seu reencontro com Joaquim Pedro de Andrade, e a obra-prima “Eles Não Usam Black-Tie” (1982), de Leon Hirszman, sem esquecer de “Dias Melhores Virão” (1989), de Cacá Diegues, e “A Grande Arte” (1991), de Walter Salles, entre muitas outras produções. Tudo isso enquanto ainda fazia novelas – algumas reconhecidamente tão boas quanto filmes, como “O Casarão” (1975) – , telefilmes, minisséries – como “O Tempo e o Vento” (1985), “Engraçadinha… Seus Amores e Seus Pecados” (1995), “Labirinto” (1998) – e participações especiais nos programas da Globo. Além do Jarbas de “O Casarão”, ele marcou a teledramaturgia como o cigano Jairom em “Explode Coração” (1995) e principalmente o alcóolatra Orestes de “Por Amor” (1997). Sua contribuição para a História da Globo não ficou só diante das câmeras. Ele também dirigiu produções do canal, começando com alguns “Casos Especiais” nos anos 1970, telefilmes de “Jorge, um Brasileiro” (1978) e “Vestido de Noiva” (1979), e episódios de “Ciranda Cirandinha” (1978), “O Tempo e o Vento” (1985), etc., até se tornar o diretor principal das minisséries “Agosto” (1993) e “Incidente em Antares” (1994) e ajudar a implantar o programa “Você Decide”. Diagnosticado com Mal de Parkinson ainda nos anos 1990, em vez de diminuir, ele intensificou o trabalho. Começou a filmar com uma nova geração de cineastas estabelecida após a Retomada, como Monique Gardenberg (“Benjamim”, em 2003), Jorge Furtado (desde o curta “Ilha das Flores” até “O Homem que Copiava” e “Saneamento Básico, O Filme”, em 2003 e 2007), o colega Matheus Nachtergaele (“A Festa da Menina Morta”, 2008), a dupla Felipe Hirsch e Daniela Thomas (“Insolação”, 2009), Sergio Machado (“Quincas Berro d’Água”, 2010), André Ristum (“Meu País”, 2011) e Selton Mello (“O Palhaço”, 2011), além de retomar a antiga parceria com Domingos de Oliveira (“Juventude”, em 2008). Sua emocionante despedida da atuação foi como o vovô Benjamin na novela “Em Família” (2014), de Manoel Carlos, onde, como na vida real, seu personagem sofria de Mal de Parkinson. Vencedor de três troféus Candango de Melhor Ator no Festival de Brasília, homenageado com um Oscarito especial pela carreira no Festival de Gramado, o ator deixa quatro filhos e uma obra vasta, que faz parte do patrimônio nacional.

    Leia mais
  • Etc,  TV

    Premiação do Emmy 2021 vai acontecer ao ar livre

    11 de agosto de 2021 /

    A Academia de Televisão dos Estados Unidos anunciou que a cerimônia de premiação do Emmy deste ano será realizada ao ar livre em Los Angeles, por conta do aumento de infecções da variante delta do coronavírus. O evento deveria inicialmente acontecer em um espaço fechado diante de uma plateia limitada, composta apenas por um grupo seleto de indicados ao prêmio. Apesar da mudança, a premiação principal continua marcada para o mesmo dia: 19 de setembro. Além do aumento de diversidade e inclusão entre os indicados, o Emmy 2021 também se caracteriza por uma grande quantidade de indicações obtidas por séries de super-heróis. As produções do gênero surpreenderam com um total de 39 nomeações, mas parte desses troféus serão entregues com uma semana de antecedência em um evento prévio, batizado de Emmy das Artes Criativas, que não costuma ser televisado por reconhecer o trabalho de técnicos e artistas que não são celebridades. No Brasil, a cerimônia principal será transmitida ao vivo pelo canal pago TNT.

    Leia mais
  • TV

    Marcos Mion é contratado pela Globo para apresentar o “Caldeirão”

    6 de agosto de 2021 /

    O apresentador Marcos Mion foi contratado pela rede Globo nesta sexta-feira (6/8) para assumir o horário do antigo “Caldeirão do Huck” em sua programação de sábado. “Marcos Mion é o novo integrante do time de apresentadores da TV Globo e do Multishow, que aposta em toda sua versatilidade para comandar múltiplas atrações e cocriar produções inéditas”, disse a emissora em comunicado. “Mion apresentará uma nova versão do programa de sábado até dezembro.” As negociações da Globo com Mion começaram no início do ano, logo após ele ser demitido da Record. O artista era o favorito de J.B. Oliveira, o Boninho, para assumir o revival de “No Limite”, mas na época ainda precisava cumprir aviso prévio com a emissora de Edir Macedo. Por isso – e para sua sorte – ficou fora do programa, que acabou apresentado por Andre Marques. A frustração com essa negociação levou o ex-apresentador de “A Fazenda” a acertar um contrato com a Netflix em abril para apresentar reality shows e desenvolver documentários. E segundo a “narrativa” de vários sites especializados, isso quase bloqueou sua ida à Globo quando a proposta do “Caldeirão” se materializou. Mion teria que se demitir antes mesmo de iniciar suas atividades na plataforma. Não há informações sobre como ficou seu acordo com a Netflix, que a Globo encara como concorrente. Mas Mion não escondeu sua predileção pela emissora ao confirmar sua ida para a Globo. “Entrar para o time da Globo não é apenas um reconhecimento dos meus 22 anos de carreira como comunicador, mas sim o maior sonho da minha vida profissional realizado. Desde a honra indescritível de levar adiante o legado do ‘Caldeirão’ até comandar um formato original e inédito de reality no Multishow, a euforia de finalmente estar na maior organização de entretenimento, criação e jornalismo do nosso país é acachapante! Agradeço com todo coração a todos que torceram tanto para que isso acontecesse”, disse o apresentador em comunicado. Mion vai levar novos quadros para o “Caldeirão”, incluindo uma versão do “Vale a Pena Ver Direito”, que ele apresentava no “Legendários” sobre a programação da Record. Trata-se de uma necessidade, porque Huck vai levar as principais atrações de seu antigo programa para o “Domingão” – como “Quem Quer Ser Milionário?” e “The Wall”. A Globo já tinha anunciado, há duas semanas, a estreia de Luciano Huck no “Domingão” em 5 de setembro. Na ocasião, a emissora havia informado que um novo apresentador assumiria o “Caldeirão” em caráter esporádico, até o fim do ano. Mas a estratégia foi alterada após uma avaliação do impacto comercial que um “Caldeirão” desfigurado acarretaria. A “reestreia” de Mion na Globo, 22 anos após participar do elenco da série “Sandy & Júnior”, vai acontecer em primeira mão no programa “Lady Night”, de Tatá Werneck. A gravação de sua participação está marcada para a próxima semana. O novo “Caldeirão” do Mion deve ir ao ar em 4 de setembro, um dia antes do “Domingão” do Huck. Em seu comunicado, a Globo indicou que o programa irá ao ar, ao menos no atual formado, apenas até dezembro. Já o projeto do apresentador no Multishow ainda não teve nenhum detalhe vazado.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie