Norman Lear, gênio da TV americana, morre aos 101 anos
O lendário produtor e roteirista de televisão Norman Lear, criador de séries pioneiras como “Tudo em Família”, “Good Times”, “Maude”, “Os Jeffersons” e “One Day at a Time”, que abordaram pela primeira vez questões sociais como racismo, mães solteiras e aborto na televisão dos Estados Unidos, morreu na terça-feira (5/12) de causas naturais em sua casa, em Los Angeles, aos 101 anos. Vencedor de seis prêmios Emmy por seu trabalho na televisão, Lear também era conhecido por seu empenho em favor de causas progressistas e trabalhou de forma ativa até os 90 anos. Começo de carreira com indicação a Oscar A jornada de Norman Lear no mundo do entretenimento começou longe dos holofotes da televisão. Nascido em 27 de julho de 1922, em New Haven, Connecticut, Lear iniciou sua carreira após a 2ª Guerra Mundial, onde serviu na Força Aérea dos Estados Unidos. Após o serviço militar, ele mergulhou no mundo do entretenimento como agente de imprensa em Nova York, mas rapidamente transitou para a escrita de comédias. Seu primeiro grande trabalho foi como escritor para Dean Martin e Jerry Lewis no “The Colgate Comedy Hour”, um programa televisivo no início dos anos 1950. Norman estreou como roteirista de cinema em 1963, adaptando uma peça de Neil Simon no filme “O Bem Amado” (Come Blow Your Horn), estrelada por Frank Sinatra. O sucesso do filme estabeleceu um parceria entre o escritor e o diretor Bud Yorkin, que teve como ponto alto “Divórcio à Americana” (1967), comédia sobre um casal, interpretado por Dick Van Dyke e Debbie Reynolds, que se encontra em um processo turbulento de divórcio. Conseguindo equilibrar o humor com uma crítica social aguda, refletindo as mudanças culturais da época, o roteiro do então jovem Norman recebeu uma indicação ao Oscar, consagrando o escritor. Ele também escreveu a comédia “Quando o Strip-Tease Começou” (The Night They Raided Minsky’s, 1968), dirigida por William Friedkin (de “O Exorcista”), antes de cometer uma ousadia. Em 1971, Norman comandou seu único filme como diretor, “Uma Cidade Contra o Vício” (Cold Turkey), sátira sobre uma cidade cujos habitantes decidem parar de fumar para ganhar um desafio corporativo e o prêmio em dinheiro associado. Crítica mordaz à indústria do tabaco e à cultura do consumismo americano, o filme dividiu opiniões e encerrou a carreira cinematográfica do roteirista, mas desde então virou cult e ganhou reconhecimento por sua abordagem direta na discussão de questões sociais, um tema recorrente em muitos de seus trabalhos posteriores na televisão. A revolução de “Tudo em Família” Nesse meio tempo, Norman levou sua parceria criativa com Bud Yorkin para os negócios. Juntos, eles fundaram a Tandem Productions, que se tornou a plataforma para o desenvolvimento das séries do roteirista, combinando visão criativa com experiência de produção. Norman também estava no lugar certo na hora certa. No início dos 1970, houve uma mudança significativa no panorama da televisão americana. As redes estavam buscando conteúdos mais relevantes e realistas que refletissem as mudanças sociais e culturais da época. Então, Norman teve a ideia de adaptar a série britânica “Till Death Us Do Part” para o público americano, com foco em questões sociais relevantes. Lear e Yorkin adaptaram o conceito, trazendo para o centro da produção questões de racismo, sexismo e política, temas até então pouco explorados na TV. E, claro, a princípio houve hesitação das redes em aceitar uma série com temáticas tão polêmicas. A ABC inicialmente pegou o projeto, mas depois o abandonou devido ao seu conteúdo controverso. Mas a CBS, sob a nova liderança do executivo Robert Wood, queria modernizar sua programação e se mostrou mais aberta a assumir riscos. Norman apresentou sua versão do sitcom britânico, rebatizado como “Tudo em Família” (All in Family) à CBS, que aceitou produzir a série, reconhecendo seu potencial para conectar-se com as mudanças da época. “Tudo em Família” (All in the Family) estreou em 12 de janeiro de 1971 e rapidamente se tornou um marco na televisão americana. Os episódios giravam em torno da família Bunker, liderada por Archie Bunker, interpretado por Carroll O’Connor. Archie é um trabalhador de classe média, morador do bairro Queens, em Nova York, e notoriamente conservador, preconceituoso e de mentalidade fechada, refletindo as tensões sociais e políticas da época. Archie Bunker foi concebido como um retrato da classe trabalhadora americana da época, resistente às mudanças sociais e culturais que estavam ocorrendo nos Estados Unidos. Ele frequentemente expressava suas visões através de declarações racistas, sexistas e homofóbicas. A genialidade da série estava justamente em usar o personagem para satirizar e desafiar essas visões, expondo a ignorância e o absurdo de seus preconceitos. Apesar de suas falhas, Archie também era retratado como um personagem capaz de evolução e mudança, o que contribuiu para a profundidade e relevância da série. Com sua abordagem única e um humor afiado, “Tudo em Família” foi não apenas um sucesso de audiência, mas também um veículo para discussões sociais profundas. E, de quebra, venceu quatro vezes o Emmy, como Melhor Série Estreante e Melhor Série de Comédia. O universo de Norman Lear na TV Norman acabou criando um universo televisivo em torno do sucesso de “Tudo em Família”, expandido através de vários spin-offs. Este universo refletia e comentava a complexidade da sociedade americana da época. O melhor é que nada parecia forçado, já que os personagens foram introduzidos na série principal, causando repercussão suficiente para que se ramificassem em suas próprias narrativas. Por exemplo, a personagem Maude Findlay apareceu pela primeira vez em “Tudo em Família” como a prima liberal de Edith Bunker, antes de se tornar a protagonista de sua própria série, “Maude”, que estreou em 1972 e foi protagonizado por Bea Arthur no papel-título. A série destacou-se por abordar temas controversos, incluindo um episódio memorável sobre o aborto, um assunto raramente discutido na televisão naquela época. Cada spin-off abordava temas sociais do seu próprio ponto de vista único. Enquanto “Tudo em Família” se concentrava no conservadorismo e nas visões de mundo de Archie Bunker, “Maude” explorava questões feministas e liberais. Já “Good Times” e “Os Jeffersons” focavam em famílias afro-americanas, trazendo à tona questões de racismo e ascensão social. “Good Times” era tecnicamente um spin-off de um spin-off. A série surgiu em 1974 a partir de “Maude”, de onde veio a personagem Florida Evans (papel de Esther Rolle), que era a empregada da família Findlay. Florida e seu marido James Evans (interpretado por John Amos) eram os personagens centrais, vivendo em um conjunto habitacional em Chicago com seus três filhos. Eles não eram da classe média como os anteriores e lidavam com questões de pobreza, racismo e sonhos de ascensão social. Com personagens memoráveis como J.J., interpretado por Jimmie Walker, “Good Times” combinou comédia com um retrato realista dos desafios enfrentados pelas famílias negras urbanas. Mais bem-sucedida de todas as séries derivadas, “Os Jeffersons” estreou em 1975 e teve uma notável duração de 11 temporadas. A produção focava uma família afro-americana de classe média que se muda para um bairro de elite. George e Louise Jefferson, interpretados por Sherman Hemsley e Isabel Sanford, foram introduzidos em “Tudo em Família” como vizinhos de Archie e Edith Bunker. Inicialmente, George Jefferson foi concebido como um contraponto a Archie Bunker – ambos eram personagens orgulhosos e teimosos, mas com pontos de vista políticos e sociais opostos. Esta dinâmica proporcionou momentos de confronto e humor, refletindo as tensões raciais e de classe da sociedade americana. Em sua série própria, os Jeffersons se mudam para um apartamento de luxo em Manhattan após o sucesso dos negócios de limpeza a seco de George. Os episódios acompanhavam as aventuras e desafios da família em seu novo ambiente, inovando ao apresentar na TV uma família negra bem-sucedida financeiramente, e ainda ainda assim tendo que lidar com racismo e preconceito contra sua ascensão social. Pioneira em vários sentidos, a série ainda abordou relações interraciais e até questões de identidade de gênero. A última atração desse universo foi “Archie Bunker’s Place”, lançada em 1979 como uma continuação direta de “Tudo em Família”, com Archie Bunker gerenciando um bar. “Archie Bunker’s Place” tentou manter o espírito original, mas com uma abordagem um pouco mais suavizada. Outras Criações Notáveis Além dessas séries icônicas, Lear foi responsável por outras produções de sucesso, como “Sanford and Son”, uma adaptação americana da série britânica “Steptoe and Son”, e “One Day at a Time”, uma sitcom que abordou a vida de uma mãe solteira e seus dois filhos. “One Day at a Time” só durou menos que “Os Jeffersons”. Ambas foram lançadas no mesmo ano e tiveram mais de 200 episódios produzidos, mas “Os Jeffersons” ficou um ano a mais no ar, até 1985. A trama acompanhava Ann Romano, uma mãe recém-divorciada interpretada por Bonnie Franklin, que enfrentava os desafios de criar sozinha suas duas filhas adolescentes, Julie e Barbara Cooper, interpretadas por Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli, respectivamente. O que tornou “One Day at a Time” única na época foi seu foco em uma mãe solteira e as questões que ela enfrentava, uma premissa rara na televisão dos anos 1970. A série abordava temas como feminismo, namoro, violência doméstica e problemas financeiros, tudo sob a perspectiva de uma família liderada por mulheres. Após o sucesso estrondoso na décadas de 1970, Norman Lear deixou de lado os roteiros para se concentrar na produção. Neste papel, ele esteve envolvido em filmes icônicos como “A Princesa Prometida” (1987) e “Tomates Verdes Fritos” (1991), que se tornaram clássicos cult, além da popular série “Vivendo e Aprendendo” (The Facts of Life), que também teve mais de 200 episódios produzidos nos anos 1980. Recentemente, ele ainda se envolveu no remake de “One Day at a Time”, lançado em 2017 com uma nova abordagem e relevância para o público contemporâneo. A nova versão reimaginou a trama com um contexto latino, centrando-se em uma família cubano-americana. Inicialmente produzida pela Netflix, a série durou quatro temporadas seguindo Penelope Alvarez, uma mãe solteira e veterana do exército, interpretada por Justina Machado, que cria sua filha radical Elena e seu filho sociável Alex com a ajuda de sua mãe cubana tradicional, Lydia, interpretada pela vencedora do Oscar Rita Moreno. Além disso, ao longo da série, adolescente Elena (interpretada por Isabella Gomez) passa por um processo de autodescoberta e, eventualmente, se assume como lésbica. Tributos e legado Sua ousadia criativa e importância para a TV é considerada tão grande que o Sindicato dos Produtores dos EUA (PGA) batizou um prêmio com seu nome. O “Prêmio de Realização de Carreira Norman Lear” é uma homenagem concedida a produtores de televisão que demonstraram uma conquista vitalícia notável em sua profissão. Entre muitos outros tributos, ele também foi homenageado por instituições como o Television Hall of Fame e o Peabody Award, em reconhecimento ao seu trabalho pioneiro. Os tributos a Norman Lear enfatizam seu impacto profundo, com sua morte emocionando diversas personalidades e entidades nos EUA. A People for the American Way, organização que Norman co-fundou, destacou seu uso da cultura para gerar conversas e promover mudanças positivas. O Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA) destacou seu compromisso com a justiça social, reconhecendo sua habilidade de usar o humor para combater o racismo e os preconceitos. Rob Reiner, que trabalhou em “Tudo em Família” e dirigiu “A Princesa Prometida”, o chamou de “segundo pai” e expressou profunda gratidão e admiração pelo genial criador. O apresentador Jimmy Kimmel descreveu Lear como alguém cuja “coragem, integridade e bússola moral inigualável” o tornaram “um grande americano, um herói em todos os sentidos”. Jane Fonda destacou seu impacto significativo no “rosto e alma da comédia americana” e sua importância pessoal para muitos, incluindo ela mesma. E George Clooney refletiu que sua morte aos 101 anos foi “cedo demais”. Ele prestou homenagem ao artista como “o maior defensor da razão do mundo” e um “amigo querido” de sua família, além de reconhecê-lo como um gigante. Até Bob Iger, CEO da Walt Disney Company, enfatizou o “impacto monumental e legado” de Lear, reconhecendo-o como um ícone e uma das mentes mais brilhantes da história da...
Bia Miranda minimiza crise depressiva da mãe: “Ninguém acredita mais”
Bia Miranda se pronunciou nesta quarta-feira (6/12) sobre a crise depressiva da mãe, Jenny Miranda. A influencer publicou uma série de vídeos chorando e se despedindo dos fãs na noite anterior, dando a entender que se jogaria da varanda do apartamento. Ela foi acolhida pelo assessor e pela mãe biológica. A neta postiça de Gretchen revelou que não foi a primeira crise intensa de Jenny. “Como vocês sabem, ontem eu não me pronunciei sobre nada do ocorrido que todos já sabem, por causa da proporção que tomou. Bom, vocês sabem que eu sou nova, tenho 20 anos, e desde os meus sete passo por isso. Nessa idade eu estava presenciando um momento desse”, declarou Bia nos Stories do Instagram. Bia ainda contou que já precisou amparar a mãe num dos episódios depressivos quando ela ainda era criança: “Foram umas 150, 200 vezes. Estou tão acostumada com isso, que já perdi as contas de quantas vezes já aconteceu”. Apesar da gravidade, Bia Miranda pediu para o público respeitar sua decisão de não emitir um posicionamento sobre a situação. “Quero preservar minha saúde mental, que já não tenho muita por conta disso, presenciei coisas que crianças não tem que presenciar”, ela completou. A vice-campeão de “A Fazenda 14” também escreveu comentários nos vídeos, dando a entender que a crise de Jenny não passa de encenação: “Não quero briga nem discussão, só quero que parem o mimimi. Enquanto era para eu estar aprendendo a ler e escrever, eu começava a presenciar essa cena que vocês viram ontem aí [emoji de riso]. E a história continua se repetindo. A história do mentiroso, ele mente 10 vezes, quando chega na 11ª ninguém acredita mais”. Saúde de Jenny Miranda Jenny Miranda apareceu angustiada nas redes sociais na noite de terça-feira (5/12), onde ela publicou vídeos à beira da varanda do apartamento se despedindo e dizendo estar cansada de ser humilhada por haters e por sua própria família. Ela ainda diz que quem lhe quer morta vai conseguir seus desejos. Nesta manhã, a influencer tranquilizou seus seguidores com um novo vídeo, onde aparece com uma cânula no nariz e totalmente em silêncio. Ela foi encaminhada pela mãe para o hospital da Lapa (SP) e passa bem até o momento.
Jenny Miranda aparece no hospital após crise de choro em vídeos preocupantes
Jenny Miranda tranquilizou seus seguidores na madrugada desta quarta-feira (6/12) após surgir aos prantos em vídeos. A influenciadora foi encaminhada pela mãe para o hospital da Lapa (SP) e passa bem até o momento. Na noite anterior, ela publicou uma série de vídeos em que se despede dos fãs e pede acolhimento para o filho. “Estou no hospital apenas acompanhada da minha mãe. Estou na emergência. Estou bem até o momento. Passando para tranquilizá-los”, escreveu Jenny nos Stories do Instagram. Ela apenas se filmou com uma cânula no nariz e preferiu não falar nada na gravação. O assessor Irinaldo Oliver também se pronunciou sobre o estado de saúde da famosa: “A Jenny foi socorrida a tempo e está sendo atendida no Pronto Socorro Municipal da Lapa. Graças a Deus, o quadro já está relativamente controlado. Conforme tivermos novas informações vamos mantendo vocês informados.” O que aconteceu? Jenny Miranda apareceu angustiada nas redes sociais na noite de terça-feira (5/12), onde ela publicou vídeos à beira da varanda do apartamento se despedindo e dizendo estar cansada de ser humilhada por haters e por sua própria família. Ela ainda diz que quem lhe quer morta vai conseguir seus desejos. “Gente, foi muita humilhação o que passei até agora. Já passei por muita humilhação, tô cansada. Humilhação por ex, pós-Fazenda. Eu tô muito cansada. Acabou tudo pra mim, não tenho motivo mais pra estar aqui. Acabou carreira, acabou marido, acabou filhos”, ela desabafou. “Pensem o que vocês quiserem, mas já estou deixando tudo resolvido pro meu filho ficar com a avó. Acredito que ele vai crescer muito melhor sem mim. Eu amo muito meu filho e eu não quero que ele cresça com tudo isso em cima de mim. Os amiguinhos dele dizendo que a mãe dele é uma vergonha”. Vale lembrar que Jenny atravessa uma fase duríssima. Ela foi eliminada com rejeição em “A Fazenda 15” após causar a expulsão de Rachel Sheherazade, e ao sair do confinamento teve seu casamento encerrado por iniciativa do marido, Fábio Gontijo. Ela também é constantemente atacada pela filha, Bia Miranda, e chegou a ver indiretas de Gretchen, que planejou adotá-la, supostamente atacando seu fim de relacionamento. Se você está passando por um momento difícil e precisa de ajuda, ligue para o CVV (Centro de Valorização a Vida) pelo número 188. O serviço é gratuito e sigiloso.
A Fazenda | Adriane Galisteu confirma edição 16 do reality show
A apresentadora Adriane Galisteu revelou nesta terça (5/12) que “A Fazenda 16” está confirmadíssima na Record TV. A notícia foi dada durante a gravação da GalisTour, seu vídeo semanal para o canal de “A Fazenda” no YouTube. Numa sessão de perguntas e respostas, ela soltou: “O que você acha? Ô se vai ter! Bora de ‘A Fazenda 16’ que foguete não tem ré”. Galisteu também revelou que a reta final de “A Fazenda 15” terá “roça dupla pra dar, vender e emprestar” a partir dos próximos dias. Vale lembrar que faltam apenas 10 dias para a final. O vencedor será conhecido em 15 de dezembro.
Globo encerra contrato com Regina Casé após 40 anos
Regina Casé teve seu contrato encerrado com a Globo após 40 anos de parcerias ininterruptas. “Estou na Globo há mais de 40 anos, nunca deixei de trabalhar, tanto dentro e fora da emissora, quando em cinema e teatro. De lá para cá, vivi diversos momentos, diversas mudanças de gestão, formas de trabalhar e fazer”, ela comentou para o jornal O Globo. “Houve uma mudança no modelo de contrato da Globo, mas é como se não houvesse, porque continuo trabalhando aqui, e fora”, acrescentou. Ela lembrou que fechou o ano “com um sucesso estrondoso da Zoé em ‘Todas as Flores’ e com a volta de Dona Lurdes, que, de tão querida, seguiu a vida, de uma novela para um filme, que será lançado ano que vem no cinema e em todas plataformas da Globo”. A produção derivada da novela “Amor de Mãe” se chama “Dona Lurdes, o Filme” e é baseado no livro “Diário da Dona Lurdes”, escrito pela autora da novela, Manuela Dias. A atriz também revelou novos projetos. “Começo 2024 com dois novos projetos já programados na própria TV Globo. Continuo também com projetos fora, agora até com mais flexibilidade, dentre eles três filmes, todos já com data marcada para rodar. É a vida sendo vida. E que a vida, vida seja”, concluiu. Com a carreira já consolidada no teatro e no cinema, Regina estreou na Globo em 1983, na novela “Guerra dos Sexos”, mas não se limitou ao formato dos folhetins. Ela também fez sucesso no programa humorístico “TV Pirata” e como apresentadora do “Programa legal”, “Muvuca” e “Esquenta!”.
Ex-MTV Gil Brother Away morre aos 66 anos
Jaime Gil da Costa, que ficou conhecido como Gil Brother Away na MTV Brasil, morreu no último domingo (3/12) no Hospital Eduardo Rabello, em Senador Vasconcelos (RJ), aos 66 anos. Ele lutava contra cânceres de próstata e de bexiga. “A notícia não é boa. O nosso querido Away veio a falecer. Faleceu ontem, às 22h, mas conseguiram falar com a gente hoje cedo. Eu vim pra cá no hospital fazer todo o trâmite. Nosso Away foi morar com o Papai do céu”, contou William Passos, sobrinho do humorista, no Instagram. Gil ficou famoso ao participar dos esquetes da trupe humorística “Hermes e Renato”, sucesso da MTV Brasil entre 2000 e 2013. Ele descobriu que tinha dois cânceres após sofrer um acidente vascular cerebral e ser hospitalizado em maio deste ano. Na época, o sobrinho de Gil relatou à revista Quem que o humorista não estava trabalhando antes de adoecer. Ele acreditava que o estresse e as dificuldades financeiras contribuíram para o AVC. Gil ficou com sequelas, incluindo dificuldades de fala.
Modelo pede medida protetiva contra ex-participante de “No Limite”
A modelo Laiz Elizíaro solicitou medida protetiva contra o ex-namorado, Guilherme Holanda, que ficou conhecido por sua participação em “No Limite – Amazônia”. A influencer fez exame de corpo de delito após um episódio de violência doméstica na última quinta-feira (30/12). Eles estavam juntos havia sete meses. Segundo Laiz, o ator ficou nervoso depois que ela saiu para comemorar uma realização profissional com um amigo. A modelo apontou que essa não foi a primeira agressão da qual foi vítima. “Eu me relacionava com um narcisista e não consegui enxergar”, lamentou ela, que ainda mostrou hematomas no quadril e no rosto. “Eu estava me afundando nessa relação muito antes! Se não fosse para ele, com ele e por ele, sempre… Dava briga! Brigas horríveis. Eu me relacionava com um narcisista e não conseguia enxergar o quão mal isso estava me fazendo há meses”, escreveu a modelo no Instagram. “Nossa vida era uma montanha russa de céu e inferno constante (ele chamava isso de intensidade). Até porque um homem controlador e abusivo não vai chegar tratando a pessoa mal. Muito pelo contrário, ele me fazia sentir especial. Eu era apaixonada e amava muito ele.” Laiz também expôs trocas de mensagens com Holanda na noite em que estava reunida com seus amigos. Na ocasião, ele reclamou de um vídeo no qual a modelo apareceu dançando com outras pessoas. “Tu foi pra rolê ficar rebolando no meio de um monte de macho?”, disparou o ex-namorado, que foi acusado de persegui-la até o local. “Quando percebeu que eu estava decidida, me vestindo para denunciar ele, cheia de hematomas e o rosto inchado de tanta porrada, mudou da água pro vinho, chorou, se ajoelhou, me ameaçou porque eu também bati nele, implorou pra eu não acabar com a carreira dele, porque para ele, mais uma vez… O que importa é o sucesso que ele acha que vai ter na vida. Ele arrumou as coisas dele e sumiu.” Caso de Polícia Guilherme Holanda, por sua vez, assegurou à colunista Fábia Oliveira que o caso está sendo resolvido na delegacia. “Fui agredido no dia e em outras vezes. Não quero reportagem sobre, estou sendo ameaçado. Apenas quero me defender na delegacia e provar a minha inocência”, declarou o ex-No Limite. Contudo, Laiz Elizíaro descobriu que seu ex-namorado tem outras passagens pela polícia, o que pode beneficiá-la na Justiça. “Ele fez por aí muitas coisas horríveis e nunca me contou”, ela relatou em tom assustado. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Laiz Elizíario (@laizeliziario)
Galvão Bueno vai voltar à Globo em quadro do “É de Casa”
Galvão Bueno vai voltar para a Globo. O narrador esportivo de 73 anos revelou, durante participação no programa “Altas Horas”, que vai participar de um quadro novo, chamado “A Voz da Emoção”, no programa matutino “É de Casa”. Na atração, Galvão vai usar sua famosa voz de narrador para contar, em vez de partidas esportivas, histórias reais de superação. “Nós vamos criar tudo em cima da voz. Vamos contar a história de pessoas que conseguiram superar grandes problemas na vida e chegaram a algum lugar“, ele contou. “Isso nós vamos fazer no ‘É de Casa’, será uma temporada de oito semanas”, acrescentou. No bate-papo ele também disse para Serginho Groisman que é fãs das paródias de suas narrações, citando “Casseta & Planeta” e Marcelo Adnet. “Acho bacana, acho muito legal [as imitações]. Desde a época do Casseta & Planeta até agora. O Adnet perdeu a personalidade dele. Hoje, ele é mais eu que do que ele. Mas é muito bacana isso, me sinto muito feliz. Eu levo com um ótimo bom humor e tenho muito orgulho disso“, assegurou Galvão.
Paolla Oliveira se despede da Globo após 18 anos
A atriz Paolla Oliveira se despediu da Globo com um textão publicado no Instagram neste domingo (3/11). após longa trajetória trabalhando na emissora carioca e faz desabafo na web; confira! Junto do texto, ela reuniu imagens de algumas personagens de sucesso que viveu na emissora para comunicar aos fãs o fim de seu contrato após 18 anos. Paolla segue agora a nova política do Globo, deixando de ter um contrato fixo para trabalhar apenas por obra. “O tal o post do crachá anda tão comum, não é? Eu mesma me questionei se era necessário. E cheguei a conclusão que sim pois, afinal, são 18 anos em que venho construindo uma história na Globo – uma emissora em que agarrei a todas as oportunidades. E com o tempo, nela, construí uma carreira da qual me orgulho muito, resultado de muita entrega e compromisso”, iniciou ela na legenda. “Na Globo eu estreei cheia de sonhos – belíssima – em 2005. Logo na minha terceira oportunidade encarei minha primeira protagonista em horário nobre, um salto gigante. Aprendi muito com tudo e jamais me acomodei com as conquistas. Porque sucesso, para mim, é resultado de talento e empenho. Pra dar vida a personagens, a gente tem que ir a fundo, se dominar, buscar coisas novas e compreender o que ainda nem sabemos sobre a gente e nossas emoções”, seguiu. “Fui de adolescente, mocinha batalhadora traída pelo irmão, policial linha dura, influenciadora ingênua, mãe de família, garota de programa. Já peguei tirolesa, fui dublê e esbarrei num Emmy. Acabou? Não acabou! Ainda tem a Jordana, de ‘Justiça 2’, que logo vocês vão conhecer. E não importa onde eu caia, seja de paraquedas ou não, uma coisa eu sei: seguirei construindo”, garantiu. Para completar, ela se mostrou orgulhosa de sua trajetória: “Encerrar um contrato fixo nos dias de hoje não causa mais estranhamento a ninguém. Mas é claro que coloca as coisas em perspectiva. Reconheço esse ciclo de alegrias e conquistas e não poderia deixar de lado, portanto, meu post do crachá. Foi exatamente como desejei. E como eu trabalhei para que fosse. Obrigada, TV Globo, até já!”, concluiu a atriz, que também está em cartaz no filme “Bala sem Nome”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Paolla Oliveira (@paollaoliveirareal)
Naiara Azevedo mostra hematomas de violência doméstica no Fantástico
A cantora e ex-BBB Naiara Azevedo mostrou imagens de hematomas nos braços e nas pernas em sua primeira entrevista após registrar queixa criminal contra o ex-marido por violência doméstica. A reportagem irá ao ar na noite deste domingo (3/12) na Globo. A chamada da entrevista foi divulgada nas redes sociais e revelam a extensão das agressões desferidas por Rafael Cabral. O que aconteceu? A artista procurou a Polícia Civil de Goiás na madrugada de quinta-feira (30/11) para registrar a ocorrência. Ela buscou uma medida protetiva contra o ex-marido e o ex-cunhado (Rafael e Fernando Cabral) por constrangimento ilegal. Naiara ainda disse que teve equipamentos usados em shows retidos pelo ex-marido e ex-cunhado, que eram seus sócios e administradores financeiros. Além disso, Naiara contou que o patrimônio da família Cabral foi construído por meio de seu trabalho, mas que ela sofreu pressão psicológica e teve o acesso aos bens dificultados. “Declarante informa que descobriu que vários de seus bens, por exemplo, casas, fazenda, veículos de luxo, dentre outros bens adquiridos com o dinheiro obtido pelo trabalho de ambos e administrado pelo ex-marido e seus irmãos (juntamente com a genitora deles, Sra. Maria José Alves Cabral) não estão registrados em seu nome, mas no nome deles”, diz o boletim de ocorrência. Em nota a Polícia Civil de Goiás informou “que registrou boletim de ocorrência relativo ao fato ocorrido com a cantora vítima, a qual foi prontamente atendida, e que a Deaem já está tomando todas as medidas de investigação em conformidade com o previsto na Lei Maria da Penha”. Histórico de Naiara e Rafael Naiara foi casada com Rafael de 2016 a 2021, mas apesar da separação ele continuou a trabalhar como empresário dela. A artista já teria feito um BO contra o ex por agressão física e verbal em julho deste ano, mas eles seguiram próximos, por serem sócios da mesma empresa. Agora, Naiara prestou queixa por constrangimento ilegal, que ocorre quando uma pessoa constrange alguém com violência ou grave ameaça. Na quarta-feira passada (29/11), Cabral teria levado alguns equipamentos de show do escritório sem autorização de Naiara. A sertaneja afirmou ter recebido uma mensagem do empresário, dizendo que, se quisesse usar os equipamentos, teria que alugá-los. Ele ainda ameaçado “acabar com a carreira dela”. A Justiça acatou o pedido de medida protetiva ainda na quinta-feira (30/11), pouco depois da artista registrar sua denúncia na Deam. Domingo vai ao ar a entrevista exclusiva com a cantora Naiara Azevedo. NAIARA VC NÃO ESTA SÓ #Fantástico pic.twitter.com/0pVR9rlx2J — B. (@golittlecrazy) December 2, 2023
A Fazenda | Key Alves briga com ex-namorada de Cezar Black
Key Alves saiu em defesa de Cezar Black na internet. Após apoiar o atual peão de “A Fazenda 15” no “Fala Sheherazade”, live de Rachel Sheherazade no Kwai, ela foi comprar briga com a ex-namorada do enfermeiro. Aliada de Black no “BBB 23”, Kay não gostou de ver Maizy Magalhães acusar o enfermeiro de ser “pão-duro”. Tudo começou com a resposta de Maizy a um seguidor no Instagram, após ser questionada se tinha ficado com César Black por “interesse”. “Interesse em quê? Em dividir conta? Se até os produtos da [marca patrocinadora do BBB 23] que ele ganhou no reality, quis me vender!”, disparou a dentista. A acusação fez a ex-BBB Key Alves se manifestar. Ela escreveu um comentário criticando a postura de Maizy: “Não entendi… Ela não pode comprar [os produtos] para ela? Mulher que quer ser bancada é f**a! Vai trabalhar! Eu hein!”. Mazy rebateu: “Falou a bancada pelo OnlyFans”. Para completar, a equipe de Black desmentiu completamente a acusação ao mostrar os prints de conversas entre o enfermeiro e sua ex. Na troca exposta, Black envia dois tickets para Maizy retirar produtos da marca, onde um deles seria para doação. “E pega algumas coisas pra você e o outro [entrega] para minha mãe dividir entre ela e minha irmã”, explicou o peão na mensagem.
SBT vai levar podcasts de sucesso para a TV
O SBT pretende renovar radicalmente sua programação em 2024, e se as novas contratações da emissora já indicavam que o caminho era pela internet, um novo horário fixo da programação, dedicado a podcasts, realça ainda mais a tendência. A emissora anunciou a criação da faixa SBT PodNight, em que apresentará podcasts que são sucesso na internet e serão transmitidos pela primeira vez na televisão. Entre as atrações que integrarão a faixa estão o Flow Podcast, apresentado por Igor Coelho, Venus, com Yasmin Yassine e Criss Paiva, PodDelas, comandado por Tata Estaniecki e Bruna Unzueta, Papagaio Falante, com Sérgio Mallandro e Renato Rabelo, e Inteligência Ltda., por Rogério Vilela. As atrações irão ao ar em parcerias com produtoras independentes, para levar ao ar entrevistas com grandes nomes da mídia, num estilo de muita conversa solta. Com o objetivo de inserir sucessos da internet em sua programação, o SBT já tinha contratado Tirullipa, Virgínia Fonseca e Luccas Neto, entre outros. A estreia do SBT PodNight está prevista para o primeiro semestre de 2024.
Fragmentos | Globoplay vai disponibilizar capítulos de novelas clássicas incompletas
A Globoplay anunciou nesta sexta (1/12), durante a CCXP 2023, o projeto Fragmentos, que vai passar a disponibilizar capítulos de novelas incompletas dos anos 1970 e 1980 em streaming. O anúncio foi feito pelo diretor de Produtos Digitais e Canais Pagos, Erick Brêtas, ao lado do gerente de programação do Globoplay, Flavio Furtado, e da coordenadora de programação do Globoplay Carolina Arca, além das atrizes Mariana Ximenes e Christiane Torloni. O lançamento de episódios sortidos é reflexo da falta de preservação do catálogo clássico da Globo. Pesquisa feitas com o objetivo de lançar novelas histórias em streaming acabaram revelando que muitas obras estão incompletas, com poucos capítulos preservados. A ideia de Fragmentos é oferecer o que existe para não privar o público de ficar sem os títulos. São, ao todo, 28 novelas com até 20 episódios preservados, que serão disponibilizados para os assinantes. “Muitos de vocês pediram. Nós temos 28 títulos que estão incompletos. Em alguns casos, temos apenas um capítulo, sete, dez. Não é possível ter um arco completo da história, mas tem uma parte importante da história da telenovela que ainda pode ser contada com valor cultural, valor de acervo, valor da curiosidade e que faz parte da nossa vontade de ver como era uma novela daquela época. Então, vamos resgatar, em etapas, esses 28 fragmentos da nossa cultura, da dramaturgia brasileira”, disse Erick Brêtas na CCXP. Na primeira leva serão exibidas as novelas “O Rebu” (1974), “Estúpido Cupido” (1976), “Coração Alado” (1980) e “Chega Mais” (1980). A previsão da plataforma é disponibilizar as quatro em janeiro e, na sequência, um título novo por mês até o fim de 2025. Christiane Torloni, que integrou o elenco de “Chega Mais”, opinou sobre a iniciativa, que resgatará um de seus primeiros trabalhos. “Esse é um projeto magnífico de memória. É muito bonito esse processo de passar do analógico para o digital, pois também é uma maneira de salvaguardar o material não só para agora, mas para as próximas gerações também. A CCXP é um evento que fala de ‘high technology’ e isso aqui fala da tecnologia da época.” Além dos Fragmentos, a Globoplay também vai disponibilizar em 2024 a versão completa de “O Espigão”. Lançada em 1974, é a novela completa mais antiga que a Globo preservou em seus arquivos. O lançamento vai comemorar os 50 anos da obra de Dias Gomes (1922-1999).












