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  • Filme

    Outdoors de X-Men: Apocalipse geram polêmica por mostrarem violência contra mulher

    3 de junho de 2016 /

    Um cartaz promovendo o filme “X-Men: Apocalipse” gerou uma saia-justa na Fox, por mostrar a personagem Mística, vivida por Jennifer Lawrence, sendo estrangulada pelo vilão que dá nome ao longa, interpretado por Oscar Isaac. A imagem, exibida em outdoors nos Estados Unidos, causou desconforto por supostamente endossar a violência contra as mulheres. A atriz Rose McGowan (“Conan, o Bárbaro”) chegou a publicar um protesto no Twitter. “Há um grande problema quando os homens e mulheres da 20th Century Fox pensam que violência casual contra uma mulher é um jeito de promover um filme. Não há contexto na propaganda, apenas uma mulher sendo estrangulada”, ela escreveu. “Imagine se um negro estivesse sendo estrangulado por um branco, ou um gay por um heterossexual? A crítica seria enorme. Então vamos deixar claro que isso está errado”, concluiu. Rapidamente, a Fox divulgou um comunicado se desculpando pela escolha da imagem e afirmando que vai retirar todos os cartazes que estiverem espalhados pelos Estados Unidos. “No nosso entusiasmo em mostrar a vilania do personagem Apocalipse, nós não reconhecemos imediatamente a conotação da imagem impressa. Nós nos desculpamos pelas nossas ações e nunca iremos concordar com violência contra as mulheres.”

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  • Filme

    Filmes estrelados por Jennifer Lawrence já somam US$ 5 bilhões de bilheteria mundial

    3 de junho de 2016 /

    Há tempos Jennifer Lawrence é considerada a atriz mais lucrativa de Hollywood, mas agora é oficial. Seus filmes atingiram US$ 5 bilhões de faturamento mundial na quarta-feira (1/6), apontou o site Box Office Mojo, que contabiliza bilheterias de cinema. A conta soma toda a sua filmografia, que inclui 17 longa-metragens, entre eles quatro da franquia “Jogos Vorazes” e três “X-Men”. O mais rentável da lista é justamente “Jogos Vorazes: Em Chamas” (2013), que acumulou US$ 865 milhões em bilheterias, seguido por “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1” (2014), com mais US$ 755 milhões, e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), que rendeu US$ 748 milhões. Além disso, Jennifer encabeçou pelo segundo ano consecutivo a lista de atrizes mais bem pagas de Hellywood, no levantamento da revista Forbes, com cachê de cerca de US$ 52 milhões – bem à frente de Scarlett Johansson, a segunda na lista, que teve ganhos estimados em US$ 35,5 milhões. Ela está atualmente em cartaz no filme “X-Men: Apocalipse”, lançado no último fim de semana nos EUA, que já fez US$ 281 milhões mundiais. E aparecerá a seguir na sci-fi “Passengers”, que estreia no Brasil em dezembro. Entre seus futuros projetos, incluem-se o drama “It’s What I Do”, dirigido por Steven Spielberg (“Ponte dos Espiões”), e uma produção ainda sem título que será filmada pelo cineasta Darren Aronofsky (“Noé”).

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  • Filme

    Wolverine 3: Hugh Jackman aparece barbudo e envelhecido nas primeiras fotos das filmagens

    2 de junho de 2016 /

    O site de celebridades Just Jared divulgou as primeiras imagens das filmagens do terceiro filme solo de “Wolverine”. Tiradas por paparazzi, as fotos mostram o ator Hugh Jackman como o protagonista, mais grisalho e barbudo do que os fãs estão acostumados a ver o personagem. Em entrevista recente, o produtor Simon Kinberg confirmou que o filme se passará no futuro, o que explica a aparência envelhecida do personagem. Além disso, a produção terá muita violência, o que deverá render censura elevada – “R” (para maiores de 17 anos) nos EUA. Ainda sem título oficial, o filme foi escrito por Michael Green (“Lanterna Verde”) e o estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Série

    Legion: Série derivada dos X-Men é confirmada e ganha primeira foto

    1 de junho de 2016 /

    O canal pago americano FX aprovou a produção e divulgou a primeira foto (acima) da série “Legion”, derivada do universo dos “X-Men”. A imagem destaca o protagonista David Haller, interpretado por Dan Stevens (série “Downton Abbey”). O personagem é atormentado por vozes e visões que, após anos sendo tratadas como esquizofrenia, revelam-se manifestações das habilidades de um poderoso telepata. Nos quadrinhos, Haller é simplesmente o filho do Professor Charles Xavier. “Legion” será a primeira série da Marvel produzida pelo estúdio Fox, com desenvolvimento de Noah Hawley, o criador de “Fargo”, que escreveu o piloto aprovado e irá produzir a adaptação dos quadrinhos. Além de Stevens, a atração contará com Aubrey Plaza (série “Parks and Recreation”), Jean Smart (série “Fargo”) e Rachel Keller (também de “Fargo”). Aubrey viverá Lenny, uma amiga de David que abusa do álcool e das drogas, mas tem total confiança de que, mais cedo ou mais tarde, sua vida irá mudar. A veterana Jean Smart interpretará Melanie, uma terapeuta ao mesmo tempo carinhosa e exigente, além de muito sagaz e original. E Keller viverá uma mutante chamada Syd, descrita como uma mistura de Vampire e Spyke (ou “Porco-Espinho”). O presidente de programação do FX, Nick Grad, rasgou elogios para a produção no comunicado que anunciou a encomenda da série. “Assim como ele fez ao reimaginar ‘Fargo’, Noah está trazendo toda uma nova estética e sensibilidade para o enormemente popular mundo dos ‘X-Men'”, ele comentou. “O episódio piloto é impressionante, impulsionado por performances incríveis de Dan Stevens, Aubrey Plaza, Jean Smart, Rachel Keller e o resto do elenco. Nós nos juntamos aos nossos parceiros de produção da Marvel, felicitando a equipe criativa pelo que eles conseguiram e estamos tão animados quanto os fãs para a estreia da 1ª temporada”, concluiu. O filho esquizofrênico do Professor X foi criado por Chris Claremont (responsável pelos quadrinhos originais de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) em 1985, na revista dos Novos Mutantes. Mas suas histórias só foram aprofundadas na revista “X-Men Legacy”, publicadas entre 2012 e 2014 nos EUA. “Legion” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Rumores revelam o vilão do terceiro filme solo de Wolverine

    28 de maio de 2016 /

    O terceiro filme solo de Wolverine já começou a ser rodado em New Orleans e as primeiras notícias que chegam do set eliminam a possibilidade de ser uma adaptação da história apocalíptica “Velho Logan”, sugestão alimentada pelo próprio ator Hugh Jackman, intérprete de Wolverine. O site Nerdist teria conseguido acesso às primeiras informações sobre a trama do novo filme, que vai mostrar Wolverine enfrentando o vilão Donald Pierce e os Carniceiros. Criado por Chris Claremont, o personagem é um bilionário megalomaníaco que odeia os mutantes, após um confronto com Cable lhe deixar mutilado. Ele usa sua fortuna para transformar a si mesmo e a um grupo de psicopatas em ciborgues, visando destruir os mutantes. Pierce também fez parte do grupo Clube do Inferno, sociedade de super-vilões dos quadrinhos da Marvel, mas apenas por ter a intenção de destruir seus integrantes mutantes. De acordo com a publicação, o vilão pode ser o papel do ator Richard E. Grant, escalado em março como um “cientista maluco”, ou do ator Boyd Holbrook (série “Narcos”), contratado para interpretar um vilão. Por curiosidade, a inspiração de Claremont para o personagem foi um ator de cinema, Donald Sutherland (o Presidente Snow da franquia “Jogos Vorazes”). Donald Pierce junta o primeiro nome do ator com o sobrenome de um de seus personagens mais famosos, o Dr. Benjamin “Falcão” Pierce, do filme “M*A*S*H” (1970). Rumores também sugerem que “Wolverine 3” mostrará a criação de um clone do personagem, a versão feminina conhecida como X23, além de um possível retorno do Dentes-de-Sabre. O ator Liev Schreiber chegou a mencionar que tinha sido procurado para reprisar o papel. O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). Ainda sem título oficial, o filme chega em 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Novo X-Men decepciona, mas não chega a ser um apocalipse

    24 de maio de 2016 /

    Não foi Christopher Nolan, com a trilogia do “Cavaleiro das Trevas”, que levou a sério um filme de super-herói pela primeira vez. Foi Bryan Singer no “X-Men” original de 2000, abrindo as portas para um novo universo nos cinemas, mais realista que as tentativas anteriores. Só que, desta vez, o diretor que praticamente definiu um gênero, perdeu o rumo ao abraçar o irreal com todas as forças em “X-Men: Apocalipse”, seu trabalho mais fraco à frente da franquia e o pior da trilogia estrelada pela nova geração, como fala Jean Grey numa cena, em que a brincadeirinha com “O Retorno de Jedi” (1983) saiu pela culatra: “Well, at least we can all agree, the third one is always the worst”. Estaria tudo certo se Bryan Singer seguisse o que ele mesmo ensinou: os mutantes são tão ou mais humanos que nós, homo sapiens. Seus poderes extraordinários sempre ficaram em segundo plano. Mas não neste filme, que exige dos X-Men um esforço para a utilização máxima de suas habilidades, para deter um vilão poderosíssimo, o primeiro mutante a andar na Terra, vindo da era de Imhotep e Anck Su Namun, colecionando os atributos de outros mutantes e se vendendo como uma divindade. Na verdade, porém, Apocalipse não passa de um fanfarrão que quer mandar tudo pelos ares. E ele acorda na década de 1980, dez anos após os eventos de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), graças a uma solução vergonhosa do superestimado roteirista Simon Kinberg, que Singer jamais deveria ter aprovado. Se você não conseguiu enxergar (e não é culpa sua), pode acreditar que Oscar Isaac (“Star Wars: O Despertar da Força”) é o ator por trás da maquiagem e o “cospobre” de Apocalipse, que daria orgulho aos profissionais que trabalharam em “Power Rangers”, “Jaspion” e “Spectreman”, heroicos artistas que fizeram milagres com um orçamento ridículo. O vilão patético surge com voz de megafone e mais imobilizado, sem expressões ou personalidade, que Darth Vader e RoboCop, o que lhe deixa inerte em cena e obriga a trama e os X-Men a reagirem à sua presença. Então, é hora de dar porrada e descarregar os poderes em cima da criatura estúpida. Pior que a franquia sempre se concentrou em vilões humanos como contraponto aos mutantes. E agora… isso. Desta vez, infelizmente, qualquer traço de humanidade valorizado por Singer nos filmes anteriores foi deixado de lado, apesar do início intrigante. Especialmente a boa parte dramática envolvendo Magneto (Michael Fassbender). Mas é um filme cheio de repetecos, como os dilemas de Jean Grey (agora a talentosa Sophie Turner, de “Game of Thrones”) e o retorno de Mercúrio (o excelente Evan Peters) fazendo exatamente o mesmo de “Dias de um Futuro Esquecido”, mas numa versão estendida em cenário diferente. E, claro, Mística (Jennifer Lawrence), pela milésima vez, tentando nos enganar ao se passar por outra pessoa. Sem esquecer do showzinho básico do Magneto voador arremessando metais para todos os lados. Mas tirando Oscar Isaac, embora seja injusto colocar o mico do figurino em sua conta, o elenco garante a diversão com sua competência indiscutível. Destaque, de novo, para James McAvoy (Charles Xavier) e os já citados Michael Fassbender, Jennifer Lawrence, Evan Peters e Sophie Turner. Vale ainda apontar o jovem Tye Sheridan, que se sai muito melhor que o ex-Ciclope, o insosso James Marsden. Singer só esqueceu de dar um pouco de voz aos “seguranças” do vilão, os quatro modernos cavaleiros do apocalipse. Magneto é o único que não entra mudo e sai calado. Também não espere discussões profundas sobre a origem de Apocalipse e consequentes interpretações bíblicas, embora houvesse material de sobra para agitar um debate interessante sobre o assunto, mas talvez tenha faltado coragem para jogar lenha na fogueira. Fora isso, não há muito o que dizer nessa história, que está lá para servir de apoio para o clímax apoteótico, dominado por uma avalanche de efeitos visuais que fazem o filme de 2000 parecer uma produção rodada no quintal da casa de Bryan Singer, embora tivesse um roteiro bem melhor e personagens mais ricos em humanidade. Aqui, o exagero toma conta da tela, embora a solução final para a batalha pudesse vir a qualquer momento – mas isso transformaria o filme num curta. Apesar de pouco inspirado, Bryan Singer tem crédito, ainda consegue prender a atenção e divertir na medida do possível – não tem como ficar indiferente, por exemplo a uma participação especial lá pela metade do filme, em alusão à história clássica dos quadrinhos “Arma X”. Os fãs piram. E temos uma competente reconstrução dos coloridos e exagerados anos 1980 – que talvez seja uma desculpa para o filme ir pelo mesmo caminho. O fato é que “X-Men: Apocalipse” tem problemas, mas (desculpe-me por isso) não chega a ser o fim do mundo. Verdadeiro apocalipse foram “X-Men: O Confronto Final” (2006) e “X-Men Origens: Wolverine” (2009).

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  • Filme

    Professor X vai aparecer no filme dos Novos Mutantes

    11 de maio de 2016 /

    A expansão do universo dos “X-Men” continua a todo vapor na 20th Century Fox. E com a estreia de “X-Men: Apocalipse” já próxima e a produção do terceiro e último “Wolverine” encaminhada, as atenções do estúdio começam a se voltar para o lançamento do filme dos “Os Novos Mutantes”. Em entrevista ao site Collider, o produtor Simon Kinberg confirmou o primeiro personagem do novo filme. E é ninguém menos que o Professor X. Ele vai tratar de ensinar uma nova geração de mutantes a controlarem seus superpoderes no Instituto Xavier. Entretanto, fica a dúvida se o personagem será interpretado por James McAvoy ou Patrick Stewart. Kinberg não revelou, mas garantiu que a presença de um deles está assegurada no filme. Enquanto isso, o diretor e roteirista Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) vem publicando em seu Instagram algumas pistas sobre quais serão os jovens heróis que integrarão o longa. O elenco também começará a ser definido em breve. Mas já existe uma tendência por incluir Maisie Williams (série “Game of Thrones”) no projeto. Nos quadrinhos, os Novos Mutantes foram o segundo grupo de heróis mutantes da Marvel, criados em 1982 por Chris Claremont – o autor das histórias adaptados nos filmes “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) e “Wolverine – Imortal” (2013). A ideia por trás do projeto era voltar a mostrar mutantes adolescentes, já que àquela altura os X-Men não eram mais estudantes do Instituto Xavier. Na hora de definir quem seriam os novos personagens, Claremont ainda arriscou criar uma equipe mais diversa que a original, combinando diversas etnias: um americano caipira (Míssil), uma refugiada vietnamita (Karma), uma índia cheyenne (Miragem), uma escocesa lobisomem (Lupina) e até um herdeiro milionário brasileiro (Mancha Solar)! A formação original passou por várias reformulações, ganhando, entre outros, os reforços da irmã do X-Men russo Colossus (Magia), uma americana explosiva (Dinamite), um mexicano (Rictor), uma morlock (Skids), um alienígena (Warlock), outro nativo-americano (Apache), outra brasileira (Magma) – ou melhor, uma jovem criada numa cidade perdida da Amazônia – e um personagem que teve morte traumática (Cifra). O filme “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” chegou a mostrar dois Novos Mutantes, que apareceram lutando ao lado dos X-Men do futuro: Apache (vivido por Booboo Stewart) e o brasileiro Mancha Solar (Adan Canto), além de Blink (Fan Bingbing), que tem uma ligação com o grupo. Intitulado, em inglês, “X-Men: The New Mutants”, o filme ainda não tem data de estreia definida.

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  • Filme

    Próximo filme dos X-Men vai se passar nos anos 1990

    11 de maio de 2016 /

    Confirmando a progressão temporal dos filmes da franquia, o próximo filme dos “X-Men” será passado nos anos 1990, afirmou o produtor e roteirista Simon Kinberg em entrevista ao site Coming Soon. Desde que “X-Men: Primeira Classe” (2011) lançou um reboot da franquia, cada lançamento dos “X-Men” tem sido encenado com uma década de diferença, com “Primeira Classe” nos anos 1960, “Dias de Um Futuro Esquecido” (2014) nos 1970 e “Apocalipse” (2016) nos 1980. A sequência de “X-Men: Apocalipse” ainda não tem diretor definido, já que Bryan Singer avisou que pretende dar um tempo nos filmes dos mutantes, e nem há previsão para seu lançamento. Mas alguns rumores, baseados numa cena de “Apocalipse”, apontariam para uma trama focada na Fênix Negra, história já vista em “X-Men: O Confronto Final” (2006). “X-Men: Apocalipse” estreia na próxima semana no Brasil, em 19 de maio, oito dias antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Wolverine 3 começa a ser filmado visando o público adulto

    9 de maio de 2016 /

    O terceiro e último filme de Hugh Jackman no papel de Wolverine começou a ser rodado. O produtor Simon Kinberg anunciou o começo das filmagens de “Wolverine 3” durante a pré-estreia de “X-Men: Apocalipse”, em Londres, que aconteceu na tarde de segunda (9/5). “É um filme bem radical e ousado, um Wolverine diferente do que já foi visto em qualquer longa anterior”, ele comentou, revelando, ainda, que a produção terá mesmo classificação etária elevada, possivelmente “R” nos EUA (imprópria para menores de 17 anos), a mesma de “Deadpool”. “Não tenho certeza sobre o que posso dizer. A história se passa no futuro e, como outros revelaram, será um filme para maiores. É violento e tem um tom meio de faroeste. É um filme diferente e muito legal”, completou. Kinberg não deu maiores detalhes da história, que provavelmente vai se inspirar em “Velho Logan”, quadrinhos passados num futuro distópico, em que os supervilões comandam o mundo e a maioria dos heróis foi derrotada. A trama acompanhava um Wolverine velho e aposentado, que se vê pressionado a voltar à ativa para ajudar um amigo a salvar sua filha. Nos quadrinhos, o amigo era Gavião Arqueiro, que entretanto está “indisponível” para a produção da Fox, já que é um dos Vingadores da Disney. Considerada uma espécie de “Cavaleiro das Trevas” do Wolverine, “Velho Logan” também é, em termos cronológicos, a última aventura do herói. Em entrevista anterior, Hugh Jackman chegou a mencionar que a história lhe parecia “o jeito perfeito de encerrar” a história do personagem – ou, pelo menos, seu ciclo no papel. O ator também confirmou na Comic-Con que vai interpretar Wolverine pela última vez no terceiro filme do mutante – ocasião em que citou pela primeira vez as três palavras que se repetem desde então: “Old Man Logan”. Além de Jackman, Patrick Stewart já disse que deve voltar a viver o Professor Xavier neste filme, o que confirma a expectativa sobre uma trama no futuro, onde a versão mais velha do Professor X foi vista pela última vez (em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”). Mas ele não teve seu novo confirmado no elenco. Até o momento, a produção só confirmou as participações de Boyd Holbrook (série “Narcos”), que foi escalado como vilão, Stephen Merchant (série “Hello Ladies”), Richard E. Grant (“A Recompensa”) e Elise Neal (“O Rei das Armas”). O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior do personagem, “Wolverine – Imortal” (2013). Ainda sem título oficial, o filme chega em 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Filme

    Anjo e Noturno lutam em cena de X-Men: Apocalipse

    7 de maio de 2016 /

    A 20th Century Fox divulgou duas cenas de “X-Men: Apocalipse”. Numa delas, Moira MacTaggert (Rose Byrne) conta a história de Apocalipse para o Professor Xavier (James McAvoy) e Destructor (Lucas Till). Mas a melhor destaca Mística (Jennifer Lawrence), adentrando o antro em que os mutantes Anjo (Ben Hardy) e Noturno (Kodi Smit-McPhee) são forçados a lutar entre si numa jaula eletrificada. Mais uma vez dirigido por Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o filme vai mostrar a ameaça de Apocalipse, o primeiro e mais poderoso mutante do mundo, que acumulou poderes que o tornaram imortal e invencível. Despertando de um sono de milhares de anos na década de 1980, ele recruta uma equipe, incluindo Magneto (Michael Fassbender), para acabar com a humanidade e criar um novo mundo para os mutantes, sobre o qual reinará. Com o destino da Terra em jogo, Mística deve liderar os X-Men para impedir o fim do mundo. A estreia está marcada para 19 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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  • Etc,  Filme

    X-Men vão ganhar exposição em São Paulo

    4 de maio de 2016 /

    A saga cinematográfica dos X-Men vai ganhar uma exposição no MIS (Museu da Imagem e do Som), em São Paulo, na semana de estreia de “X-Men: Apocalipse”, o novo filme da franquia. A exibição será inaugurada no próximo dia 17 de maio e contará com figurinos e itens originais do filme, como as garras de Wolverine, o capacete do Professor Xavier e a viseira do Ciclope, entre outros artefatos. A exposição vai até o dia 3 de julho, de terça a sábado, das 12h às 21h e domingos e feriados das 11h às 20h, e terá entrada gratuita. Já “X-Men: Apocalipse” estreia nos cinemas brasileiros em 19 de maio, uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Nova foto de X-Men: Apocalipse referencia heroína inédita nos cinemas

    30 de abril de 2016 /

    A atriz Sophie Turner (série “Game of Thrones”) divulgou em seu Twitter uma nova foto de “X-Men: Apocalipse”, que faz referência a uma heroína mutante que ainda não apareceu no cinema. A imagem traz sua personagem, Jean Grey, numa loja de discos dos anos 1980, diante de Scott Summers/Cíclope (Tye Sheridan), que segura um LP de Dazzler, artista pop da Marvel, que no Brasil teve o nome traduzido como Cristal. A conexão é curiosa, porque Cristal, que é capaz de manipular as luzes e criar hologramas, surgiu pela primeira vez numa revista dos “X-Men” de 1980, durante a célebre saga da “Fênix Negra”. Jean Grey, claro, vira a Fênix nos quadrinhos. Como “X-Men: Apocalipse” se passa em 1983, a citação também é uma homenagem aos quadrinhos da época, especialmente ao universo dos mutantes da Marvel. Novamente dirigido por Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o filme estreia no dia 19 de maio.

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  • Filme

    Participação de Wolverine em X-Men: Apocalipse terá relevância para a franquia

    30 de abril de 2016 /

    A participação de Wolverine em “X-Men: Apocalipse” não vai se resumir à cena mostrada no novo trailer da produção. Nem será uma aparição gratuita. Quem garante é o diretor Bryan Singer. Em entrevista à revista Empire, ele avisa que há um contexto relevante em torno da presença do personagem que remete a todos os filmes já feitos da franquia. Ao explicar que cena vislumbrada no trailer “não é insignificante, nem simplesmente algo jogado ali”, ele adiantou: “Tem algo mais importante que acontece na cena, que faz alusão a uma sequência que se encaixa dentro do cânone de todos os seis filmes e também ao surgimento de uma nova direção”. Além disso, ele confirmou que a participação do ator Hugh Jackman, como Wolverine, não se resuma apenas àquela cena no filme, que estreia no dia 19 de maio.

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