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  • Filme,  Série

    Trailer de “Heartstopper Para Sempre” mostra despedida de Nick e Charlie

    17 de junho de 2026 /

    Filme da Netflix encerra a história do casal em meio ao desafio de um relacionamento à distância

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  • Etc

    Academia convida 819 novos membros para votar no Oscar, incluindo seis brasileiros

    1 de julho de 2020 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA divulgou nesta terça-feira (30/6) uma lista com 819 novos membros que integrarão a entidade, responsável pela premiação do Oscar. Dando sequência a seu empenho de aumentar a diversidade, a lista tem integrantes de 68 nacionalidades, inclusive do Brasil. Os novos representantes nacionais são Mariana Oliva e Tiago Pavan, produtores do documentário “Democracia em Vertigem”, que foi indicado ao Oscar 2020. A diretora do filme, Petra Costa, já faz parte da Academia desde 2018. Outros representantes do cinema brasileiro que ganham direito a voto são o animador Otto Guerra (“A Cidade dos Piratas”), a montadora Cristina Amaral (“Um Filme de Verão”) e os documentaristas Julia Bacha (“Naila and the Uprising” e “Budrus”) e Vincent Carelli (“Martírio” e “Corumbiara”). Entre os 819 novos votantes, 49% vem do exterior dos EUA, 45% são mulheres e 36% não são brancos – ou, na definição da Academia, pertencem a “comunidades étnicas que eram pouco representadas”. Destaque da lista, toda a equipe principal do filme sul-coreano “Parasita”, grande vencedor do Oscar 2020, do elenco à produção, foi convidada para integrar a Academia. Além deles, a mexicana Yalitza Aparicio, que protagonizou “Roma”, a chinesa Zhao Tao (“Amor até as Cinzas”), o chinês Tzi Ma e suas colegas americanas Awkwafina e a diretora Lulu Wang, que brilharam juntos no filme “A Despedida” (The Farewell), a atriz de origem nigeriana Cynthia Erivo (“Harriet”), o sudanês Alexander Siddig (“Submersão”), a cubana Ana de Armas (“Blade Runner 2049”), Eva Longoria (“Dora e a Cidade Perdida”), James Saito (“Meu Eterno Talvez”), Constance Wu (“As Golpistas), John David Washington (“Infiltrado na Klan”), Brian Tyree Henry (“Brinquedo Assassino”), Rob Morgan (“Luta por Justiça”), Niecy Nash (“Pequena Grande Vida”), Teyonah Parris (“Se a Rua Beale Falasse”), Lakeith Stanfield (“Entre Facas e Segredos”), Zendaya (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) e Zazie Beetz (“Coringa”) são alguns dos atores representantes de minorias que passarão a eleger os melhores do cinema. Na relação de atores brancos, destacam-se a estrela e diretora Olivia Wilde (“Fora de Série”), Mackenzie Davis (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), Natasha Lyonne (“American Pie”), o australiano Ben Mendelsohn (“Capitã Marvel”), o inglês George MacKay (“1917”), a inglesa Florence Pugh (“Pequenas Mulheres”), a francesa Adèle Haenel (“Retrato de uma Jovem em Chamas”) e o alemão Udo Kier, visto mais recentemente no filme brasileiro “Bacurau”. Já a eclética listagem de diretores abrange nomes do novo terror, como Ari Aster (“Midsommar”) e Robert Eggers (“O Farol”), novatos franceses, como Ladj Ly (“Os Miseráveis”) e Mati Diop (“Atlantique”), e veteranos ingleses, como Terence Davies (“Vozes Distantes”) e Wash Westmoreland (“Colette”).

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  • Filme

    Pássaro do Oriente: Alicia Vikander é suspeita de assassinato em trailer legendado de suspense

    9 de outubro de 2019 /

    A Netflix divulgou o pôster, fotos e o trailer legendado de “Pássaro do Oriente” (Earthquake Bird), suspense estrelado por Alicia Vikander (“Tomb Raider: A Origem”) e Riley Keough (“A Casa que Jack Construiu”). As duas se vêem envolvidas em um triângulo amoroso no Japão, que resulta no desaparecimento de uma delas. A trama é baseada no romance homônimo de Susanna Jones e acompanha Lucy Fly (Vikander), uma estrangeira residente em Tóquio, que em 1989 entra em um intenso relacionamento com Teiji (Naoki Kobayashi, de “Tatara Samurai”), um belo fotógrafo local. O exterior frio, distante e imperturbável de Lucy começa a rachar quando uma recém-chegada ingênua, Lily Bridges (Keough), envolve-se na vida de ambos e acaba desaparecendo, levando a polícia a suspeitar de assassinato. Escrito e dirigido por Wash Westmoreland (“Colette”), o thriller psicológico tem produção do cineasta Ridley Scott (“Perdido em Marte”) e também inclui em seu elenco Jack Huston (“Ben-Hur”), Kiki Sukezane (“Perdidos no Espaço”) e Ken Yamamura (“Godzilla”). A estreia está marcada para 15 de novembro em streaming.

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  • Filme

    Novo trailer de Colette destaca elogios rasgados da crítica

    25 de setembro de 2018 /

    O estúdio indie Bleeker Street divulgou um novo trailer de “Colette”, que destaca elogios rasgados da crítica, em particular para a performance de Keira Knightley (“Anna Karenina”) no papel título. O filme é uma cinebiografia da escritora francesa e ícone feminista Sidonie Gabrielle Colette, autora dos famosos romances “Chéri” (1920) e “Gigi” (1944). Mas quando a trama começa, ela é apenas uma jovem provinciana do final do século 19 que se casa com o escritor Henry Gauthier-Villars (Dominic West, da série “The Affair”), conhecido pelo nome artístico de Willy. Com o casamento, ela se muda do campo diretamente para o agito de Paris. Mas as dívidas fazem com que ele a estimule a contribuir com textos sobre suas experiências da época da adolescência, para ele publicar sob o nome dele. Ela escreve “Claudine”, que é creditado a Willy e faz muito mais sucesso que qualquer outra obra do escritor. Vira um verdadeiro fenômeno, que leva o marido a exigir que ela escreva continuações. É quando Colette se rebela, busca a separação, revela nova inclinação (bi)sexual e começa a ser reconhecida como autora por seus próprios méritos. Sua luta por independência e reconhecimento no universo machista da época alimentou boa parte de sua literatura dali em diante, assim como suas paixões, o que permite à Keira Knightley encarnar outra mulher forte, à frente de seu tempo, e assim tentar sua terceira indicação ao Oscar. O filme também é uma homenagem do diretor Wash Westmoreland (“Para Sempre Alice”) para seu marido e parceiro artístico, Richard Glatzer, que trabalhava no roteiro na ocasião de sua morte em 2015. Rebecca Lenkiewicz (“Desobediência”) é creditada como corroteirista. “Colette” teve première no Festival de Sundance e foi exibido no Festival de Toronto sob aplausos, recebendo 89% de aprovação no Rotten Tomatoes. A estreia já aconteceu, de forma bem limitada, em quatro telas de cinema no fim de semana passado nos Estados Unidos. O lançamento vai chegar em mais salas no próximo fim de semana, mas só desembarca em dezembro no Brasil.

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  • Filme

    Keira Knightley se rebela contra o machismo no trailer da cinebiografia da escritora Colette

    2 de setembro de 2018 /

    A Lionsgate divulgou o pôster britânico, novas fotos e o novo trailer de “Colette”, em que Keira Knightley (“Anna Karenina”) se rebela contra as convenções dos dramas de época que preenchem boa parte de sua filmografia. O filme é uma cinebiografia da escritora francesa e ícone feminista Sidonie Gabrielle Colette, autora dos famosos romances “Chéri” (1920) e “Gigi” (1944). Mas quando a trama começa, ela é apenas uma jovem provinciana do final do século 19 que se casa com o escritor Henry Gauthier-Villars, conhecido pelo nome artístico de Willy (Dominic West, da série “The Affair”). Com o casamento, ela se muda do campo diretamente para o agito de Paris. Mas as dívidas fazem com que ele a estimule a contribuir com textos sobre suas experiências da época da adolescência. Ela escreve “Claudine”, que é creditado a Willy e faz muito mais sucesso que qualquer outra obra do escritor. Vira um verdadeiro fenômeno, que leva o marido a exigir que ela escreva continuações. É quando Colette se rebela, busca a separação, revela nova inclinação (bi)sexual e começa a ser reconhecida como autora por seus próprios méritos. Sua luta por independência e reconhecimento no universo machista da época alimentou boa parte de sua literatura dali em diante, assim como suas paixões, o que permite à Keira Knightley encarnar outra mulher forte, à frente de seu tempo, e assim tentar sua terceira indicação ao Oscar. O filme também é uma homenagem do diretor Wash Westmoreland (“Para Sempre Alice”) para seu marido e parceiro artístico, Richard Glatzer, que trabalhava no roteiro na ocasião de sua morte em 2015. Rebecca Lenkiewicz (“Desobediência”) é creditada como corroteirista. “Colette” teve première no Festival de Sundance, será exibido no Festival de Toronto e tem estreia comercial marcada para 21 de setembro nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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  • Filme

    Keira Knightley vive ícone feminista no trailer de Colette

    11 de julho de 2018 /

    O estúdio indie Bleeker Street divulgou fotos, pôster e o trailer de “Colette”, em que Keira Knightley (“Anna Karenina”) se rebela contra as convenções dos dramas de época que preenchem boa parte de sua filmografia. O filme é uma cinebiografia da escritora francesa e ícone feminista Sidonie Gabrielle Colette, autora dos famosos romances “Chéri” (1920) e “Gigi” (1944). Mas quando a trama começa, ela é apenas uma jovem provinciana do final do século 19 que se casa com o escritor Henry Gauthier-Villars, conhecido pelo nome artístico de Willy (Dominic West, da série “The Affair”). Com o casamento, ela se muda do campo diretamente para o agito de Paris. Mas as dívidas fazem com que ele a estimule a contribuir com textos sobre suas experiências da época da adolescência. Ela escreve “Claudine”, que é creditado a Willy e faz muito mais sucesso que qualquer outra obra do escritor. Vira um verdadeiro fenômeno, que leva o marido a exigir que ela escreva continuações. É quando Colette se rebela, busca a separação, revela nova inclinação (bi)sexual e começa a ser reconhecida como autora por seus próprios méritos. Sua luta por independência e reconhecimento no universo machista da época alimentou boa parte de sua literatura dali em diante, assim como suas paixões, o que permite à Keira Knightley encarnar outra mulher forte, à frente de seu tempo, e assim tentar sua terceira indicação ao Oscar. O filme também é uma homenagem do diretor Wash Westmoreland (“Para Sempre Alice”) para seu marido e parceiro artístico, Richard Glatzer, que trabalhava no roteiro na ocasião de sua morte em 2015. Rebecca Lenkiewicz (“Desobediência”) é creditada como corroteirista. A estreia está marcada para 21 de setembro nos Estados Unidos e não há previsão de lançamento no Brasil.

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