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    Cachê de Gal Gadot para apoiar streaming de Mulher-Maravilha 1984 irrita colegas

    8 de dezembro de 2020 /

    Os astros contratados pela Warner estão furiosos com o estúdio e morrendo de inveja de Gal Gadot. Uma reportagem publicada pelo jornal New York Times afirma que Gadot e a diretora Patty Jenkins receberam cada uma US$ 10 milhões do estúdio para aceitar e até elogiar a estreia simultânea de “Mulher-Maravilha 1984” na HBO Max e nos cinemas. De acordo com a reportagem, a Warner Bros. abordou as agências de talentos William Morris Endeavor e a Creative Artists, de Gadot e Jenkins, respectivamente, para colocá-las a par de seus planos para “Mulher-Maravilha 1984” e a HBO Max. As duas agências teriam questionado como suas artistas seriam compensadas pela mudança no tipo de lançamento. As negociações teriam levado ao acordo milionário com as duas, que desde então tem comentado favoravelmente a distribuição do filme em streaming. O problema é que a história vazou e deixou as agências de talentos de Hollywood em pé de guerra. As empresas que representam Denzel Washington, Margot Robbie, Will Smith, Keanu Reeves, Hugh Jackman e Angelina Jolie querem saber se terão o mesmo tratamento que Gadot e Jenkins, uma vez que projetos que os envolvem seguirão o mesmo modelo de distribuição híbrida, estreando simultaneamente no cinema e no streaming. Mas os atores não são os únicos incomodados. Os cineastas ficaram irritadíssimos, como demonstrou o diretor Christopher Nolan (“Tenet”) ao vociferar contra a HBO Max e a estratégia da companhia. A revista The Hollywood Reporter apurou que os diretores de “Duna” e “O Esquadrão Suicida”, respectivamente Denis Villeneuve e James Gunn, estariam muito insatisfeitos ao perceber que suas franquias podem ficar sem novos filmes. Villeneuve só teria topado fazer “Duna” porque Warner e Legendary aceitaram dividir o livro de Frank Herbert em duas produções. Seu longa é apenas a primeira parte da obra. Mas o mais irritado seria Jon M. Chu, que anteriormente tinha recusado ofertas da Netflix por defender que filmes devem ser vistos no cinema. Ele e o compositor Lin-Manuel Miranda dispensaram ofertas de streaming para colocar o musical “Em um Bairro de Nova York” nos cinemas. Ele teria dito a um associado que ficou “chocado” após ser informado da decisão da Warner. Para completar, começou a circular um rumor de boicote contra a Warner Bros. Ainda de acordo com o New York Times, o Sindicado dos Diretores dos EUA (DGU, na sigla em inglês) pode ser um aliado importante nesse movimento.

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    CEO da AT&T defende plano de streaming da Warner

    8 de dezembro de 2020 /

    John Stankey, CEO da AT&T, empresa mãe da WarnerMedia, defendeu a aposta da divisão cinematográfica da empresa, a Warner Bros, de lançar blockbusters simultaneamente nos cinemas norte-americanos e na HBO Max, plataforma de streaming administrada pelo conglomerado. Durante a Conferência Virtual UBS Global TMT, nesta terça (8/12), ele disse que a HBO Max pode usar a decisão para “acelerar ainda mais” seu crescimento e “penetrar no mercado mais rapidamente”. Para ele, a decisão é uma vitória para todos, pois se ajusta às tendências atuais do mercado e à psique dos consumidores em meio à pandemia do coronavírus. Stankey chamou a falta de atividades nos cinemas devido à pandemia de “infeliz”. E se posicionou contra licenciar filmes para outras plataformas – a Netflix quis comprar “Godzilla vs. Kong”. Seria como dar “armas adicionais aos concorrentes”. Diante do quadro atual, “sabíamos que precisávamos tentar algo diferente”. Ele acrescentou: “Lançar o produto no mercado … é importante.” E concluiu que o mercado será “ditado pelo que os consumidores escolherem fazer”. “Ter escolha” é uma coisa boa neste momento, argumentou, sobre disponibilizar filmes no cinema e em streaming ao mesmo tempo, mas prometeu “ajustar” essa decisão se o setor de cinema se recuperar da pandemia. Ciente das recentes críticas do cineasta Christopher Nolan (“Tenet”), e também de grupos de cinema, Stankey disse: “Eu sei que há muito barulho no mercado, pessoas com pontos de vista diferentes”, mas, segundo ele, isso acontece “sempre que você muda um modelo”. Durante a conferência, ele ainda revelou que a HBO Max atingiu a marca de 12,6 milhões de assinantes ativados, de um total de 28,7 milhões de assinantes, incluindo os inativos – em migração da HBO Go.

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    Crise na Warner: Cineastas revoltam-se com blockbusters na HBO Max

    8 de dezembro de 2020 /

    Depois que Christopher Nolan desabafou publicamente contra a decisão da Warner de lançar todos os seus filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas norte-americanos e na HBO Max, plataforma de streaming administrada pela empresa, a imprensa americana apurou que o clima está péssimo entre o estúdio e quem faz parte dos filmes listados. A Warner teria irritado cineastas e estrelas ao privilegiar seu negócio online. O site Deadline apurou que a produtora Legendary, parceira da Warner em “Godzilla vs. Kong” e “Duna”, pode entrar com uma ação judicial contra os executivos do conglomerado sobre o destino de suas obras. A empresa já tinha disparado uma notificação anterior, quando a Netflix ofereceu até de US$ 250 milhões pelos direitos de “Godzilla vs. Kong”. Embora a Legendary tenha financiado 75% do filme, a Warner tinha o poder de bloquear a venda e o fez. A Legendary perguntou se o estúdio faria um acordo para transmitir o filme na HBO Max e não obteve uma resposta clara até que seus executivos descobriram que o filme estava indo à plataforma sem o benefício de uma negociação. O que está em jogo são compensações financeiras aos produtores e talentos envolvidos em nada menos que 17 filmes que a Warner pretende lançar simultaneamente em streaming. Segundo o Hollywood Reporter, a empresa já teve que gastar dezenas de milhões para acomodar Gal Godot e outros envolvidos em “Mulher Maravilha 1984”, filme que vai inaugurar o projeto de lançamento híbrido, porque a empresa quer produzir mais uma continuação. Mas não estaria disposta a fazer o mesmo com todas as produções. Ainda de acordo com o THR, os diretores de “Duna” e “O Esquadrão Suicida”, respectivamente Denis Villeneuve e James Gunn, estariam muito insatisfeitos ao perceber que suas franquias podem ficar sem novos filmes. Villeneuve só teria topado fazer “Duna” porque Warner e Legendary aceitaram dividir o livro de Frank Herbert em duas produções. Seu longa é apenas a primeira parte da obra. Mas o mais irritado seria Jon M. Chu, que anteriormente tinha recusado ofertas da Netflix por defender que filmes devem ser vistos no cinema. Ele e o compositor Lin-Manuel Miranda dispensaram ofertas de streaming para colocar o musical “Em um Bairro de Nova York” nos cinemas. Ele teria dito a um associado que ficou “chocado” após ser informado da decisão da Warner. Por enquanto, porém, o único que deu vazão pública a essa insatisfação foi mesmo Christopher Nolan. Ele não está envolvido nesse negócio, já que seu novo longa, “Tenet”, teve um lançamento comercial nos cinemas durante a pandemia, com resultados considerados preocupantes para o mercado. Mesmo assim, ele incorporou a insatisfação dos colegas, ao apontar que “não é assim que você trata os cineastas, estrelas e pessoas que trabalharam muito nesses projetos. Eles mereciam ser consultados sobre o que vai acontecer com seu trabalho.” “Alguns dos maiores cineastas e estrelas de cinema de nossa indústria foram para a cama na noite anterior pensando que estavam trabalhando para o maior estúdio de cinema e acordaram para descobrir que trabalhavam para o pior serviço de streaming”, também disse o cineasta, cuja relação com a Warner vem desde “Insônia”, de 2002.

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    Christopher Nolan chama HBO Max de “pior serviço de streaming”

    8 de dezembro de 2020 /

    O diretor Christopher Nolan resolveu chutar o pau da barraca. Depois de uma entrevista em que criticou a Warner por sua decisão de lançar todos os seus filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas norte-americanos e na HBO Max, plataforma de streaming administrada pela empresa, o cineasta aumentou o tom em uma nota enviada ao site The Hollywood Reporter. “Alguns dos maiores cineastas e estrelas de cinema de nossa indústria foram para a cama na noite anterior pensando que estavam trabalhando para o maior estúdio de cinema e acordaram para descobrir que trabalhavam para o pior serviço de streaming”, disse Nolan, cuja relação com a Warner vem desde “Insônia”, de 2002. “A Warner Bros. tinha uma máquina incrível para distribuir o trabalho de um cineasta em todos os lugares, tanto nos cinemas quanto em casa, e eles estão desmontando isso enquanto conversamos. Eles nem mesmo entendem o que estão perdendo. Sua decisão não faz sentido econômico, e mesmo o investidor mais casual de Wall Street pode perceber a diferença entre ruptura e disfunção.” A decisão de lançar o calendário de filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas e na HBO Max foi anunciada na semana passada, e a iniciativa abrange títulos como “Matrix 4”, “Esquadrão Suicida”, “Godzilla vs. Kong”, “Duna” e “Invocação do Mal 3”. Curiosamente, o desempenho do último trabalho de Nolan, “Tenet”, é que levou a Warner a considerar essa alternativa. Maior blockbuster lançado durante a pandemia, o filme fez apenas US$ 56 milhões na América do Norte, mas numa ocasião em que mais da metade das salas de cinemas estava aberta. Agora, apenas 35% do mercado cinematográfico continua em funcionamento nos EUA e no Canadá, resultando em bilheterias muito mais baixas. Além da maioria das salas estarem fechadas, devido ao coronavírus, os cinemas que permanecem abertos estão operando com capacidade reduzida, horários limitados e mantendo requisitos de distanciamento social, que afetam seus faturamentos. O problema, segundo Nolan, é que a decisão de realizar lançamentos híbridos não foi estudada ou discutida com todos os interessados. Quando falou ao site ET Online, o diretor apontou: “Há muita controvérsia em torno disso, porque eles não contaram a ninguém. Em sua programação de 2021, eles têm alguns dos maiores cineastas do mundo, eles têm algumas das maiores estrelas do mundo, que trabalharam por anos em alguns casos nesses projetos, que os consideram muito próximos de seus corações e que foram concebidos para ser grandes experiências de tela. Eles devem estar nos cinemas para o maior público possível … E agora eles estão sendo usados ​​como liquidação para o serviço de streaming – para o serviço de streaming incipiente – sem qualquer consulta”. Ele deve ter entrado em contato com alguns colegas revoltados pela iniciativa do estúdio. E seriam muitos, segundo a imprensa americana.

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    Christopher Nolan critica Warner por lançar blockbusters em streaming

    8 de dezembro de 2020 /

    O diretor Christopher Nolan, que lança seus filmes pela Warner, criticou a decisão do estúdio de lançar todos os seus filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas norte-americanos e na HBO Max, plataforma de streaming administrada pela empresa. Em entrevista ao site ET Online, o diretor não mediu palavras. “Oh, quero dizer, estou descrente. Especialmente pela maneira como o fizeram. Há muita controvérsia em torno disso, porque eles não contaram a ninguém. Em sua programação de 2021, eles têm alguns dos maiores cineastas do mundo, eles têm algumas das maiores estrelas do mundo, que trabalharam por anos em alguns casos nesses projetos, que os consideram muito próximos de seus corações e que foram concebidos para ser grandes experiências de tela. Eles devem estar nos cinemas para o maior público possível … E agora eles estão sendo usados ​​como liquidação para o serviço de streaming – para o serviço de streaming incipiente – sem qualquer consulta. Portanto, há muita controvérsia. É muito, muito, muito bagunçado. Uma verdadeira propaganda enganosa. Não é assim que você trata os cineastas, estrelas e pessoas que trabalharam muito nesses projetos. Eles mereciam ser consultados sobre o que vai acontecer com seu trabalho.” A decisão de lançar o calendário de filmes de 2021 simultaneamente nos cinemas e na HBO Max foi anunciada na semana passada, e a iniciativa abrange títulos como “Matrix 4”, “Esquadrão Suicida”, “Godzilla vs. Kong”, “Duna” e “Invocação do Mal 3”. O site Deadline apurou que o estúdio Legendary, parceiro da Warner em “Godzilla vs. Kong” e “Duna” realmente não foi consultado e deve enviar um comunicado oficial ao estúdio sobre o destino de suas produções. Curiosamente, o desempenho do último filme de Nolan, “Tenet”, é que levou a Warner a considerar essa alternativa. Maior blockbuster lançado durante a pandemia, o filme fez apenas US$ 56 milhões na América do Norte, mas numa ocasião em que mais da metade das salas de cinemas estava aberta. Agora, apenas 35% do mercado cinematográfico continua em funcionamento nos EUA e no Canadá, resultando em bilheterias muito mais baixas. Além da maioria das salas estarem fechadas, devido ao coronavírus, os cinemas que permanecem abertos estão operando com capacidade reduzida, horários limitados e mantendo requisitos de distanciamento social, que afetam seus faturamentos.

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    Legendary não teria aprovado streaming de Duna e Godzilla vs Kong na HBO Max

    7 de dezembro de 2020 /

    A Legendary Entertainment supostamente não aprovou a decisão da Warner Bros. de realizar lançamentos simultâneos de seus filmes no cinema e na plataforma HBO Max. O estúdio é responsável por “Duna” e “Godzilla vs. Kong”, que faz parte do calendário que a Warner pretende disponibilizar em streaming. De acordo com o site Deadline, a Legendary “enviou ou enviará documentos legais para a Warner Bros.” em protesto contra a iniciativa, anunciada na semana passada. Na prática, a Warner pretende estender a estratégia de lançamento de “Mulher Maravilha 1984” para todos os seus filmes de 2021, com estreias ao mesmo tempo nas telas de cinema e na casa dos assinantes da HBO Max. Fontes teriam informado ao Deadline que os executivos da Legendary descobriram os planos da Warner apenas 30 minutos antes do anúncio oficial. E após a multinacional supostamente bloquear uma oferta da Netflix, que pretendia comprar “Godzilla vs. Kong” da Legendary por cerca de US $ 250 milhões. O Deadline acrescenta que a Legendary e seus parceiros “financiaram 75% dos cerca de US$ 165 milhões do orçamento de ‘Dune’” e “aplicaram uma quantia semelhante de financiamento em ‘Godzilla vs. Kong’”. A principal questão que preocupa os executivos da Legendary é se a transferência desses filmes para streaming prejudicará “a viabilidade a longo prazo das franquias”. “Godzilla vs. Kong” é o quarto título do MonsterVerse da Legendary – após “Godzilla”, “Kong: Ilha da Caveira” e “Godzilla: Rei dos Monstros”. Enquanto isso, “Duna” pretende dar início a uma franquia de filmes e séries baseados no universo criado pelos livros de ficção científica de Frank Herbert. Denis Villeneuve só concordou em dirigir a adaptação de “Duna” porque o estúdio permitiu que ele dividisse o romance em dois filmes, mas, até o momento, nenhum detalhe sobre o segundo longa foi noticiado. O duelo dos monstros gigantes está atualmente programado para chegar nos cinemas e na HBO Max em 21 de maio de 2021, enquanto “Dune” tem previsão de estreia híbrida em 1 de outubro de 2021, após adiamentos devido à pandemia. Como o Brasil ainda não tem HBO Max, “Godzilla vs. Kong” deve ser lançado apenas nos cinemas no país. Já “Duna”, que só será distribuído no fim do ano que vem, pode ter outro encaminhamento, pois há planos para um lançamento da plataforma no Brasil em algum ponto de 2021.

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    Astros de Mulher-Maravilha 1984 agradecem paciência dos fãs pela estreia

    6 de dezembro de 2020 /

    O elenco e a diretora de “Mulher-Maravilha 1984” encerraram uma CCXP sem muitas novidades, reprisando a visita que fizeram ao evento no ano passado. Eles voltaram à CCXP para divulgar novamente o filme que, após muitos adiamentos, finalmente vai estrear nos cinemas brasileiros em 17 de dezembro. A diretora Patty Jenkins e o elenco central, formado por Gal Gadot, Chris Pine, Kristen Wiig e Pedro Pascal, agradeceram a paciência dos fãs, que esperaram o filme por tanto tempo – antes do coronavírus, a estreia estava prevista para junho. “Estamos todos passando por uma jornada louca no mundo, é um desafio internacional, todos nós estamos tentando entender como lidar com isso. Então, quero dizer: obrigada por nos apoiar até aqui e obrigada por esperar por esse filme”, disse a cineasta. “Obrigada a todos por serem tão pacientes. É um filme maravilhoso, prometo que a espera vai valer a pena”, acrescentou Chris Pine. E este foi basicamente o único trecho diferente do bate-papo em relação à visita do ano passado, embora desta vez a conversa seja por videoconferência e inclua mais pessoas. Isto porque o painel não trouxe novidades. Ninguém quis abordar detalhes do filme para não dar spoilers, mas Gadot contou que Diana e Barbara Minerva, a vilão interpretada por Kristen Wiig (e que vira a Mulher-Leopardo no filme) se conhecem trabalhando juntas no Museu Smithsonian, em Washington, e logo estabelecem uma conexão. “O modo como a Patty Jenkins desenvolveu a história toda é muito cativante, bonito e complexo. E a tensão está lá o tempo todo. E amei trabalhar com você, Kristen”, afirmou a atriz israelense. “E eu amei trabalhar com você, Gal”, rasgou de volta a intérprete da vilã. Wiig detalhou um pouco mais a evolução de sua personagem no filme. “No começo do filme, ela tem dificuldade para socializar, é invisível, e no resto do filme ela se torna bem visível. Foi muito emocionante interpretá-la, porque era quase como interpretar três personagens diferentes, porque ela começa super quieta, daí começa a mudar e se torna completamente a Mulher-Leopardo”. Mas o resto da conversa foi só rasgação de seda. “A coisa mais interessante de interpretar o meu personagem, e digo isso de todo coração, foi poder trabalhar nesse personagem com você Patty, foi uma das melhores experiências que já tive”, derramou-se Pedro Pascal. E Jenkins retribuiu o carinho. “Pedro, trabalhar com você foi sensacional, e trabalhar com todo esse elenco é algo que não vou esquecer. Vocês são minhas pessoas, meus atores preferidos. Também são talentosos, e somos todos amigos e nos divertimos muito”, elogiou a diretora. A conversa-fiada foi curta, mas depois que o resto do elenco se despediu, Pedro Pascal acabou estendendo sua permanência para responder perguntas. Foi neste momento que ele contou que sentiu muita conexão com a época em que se passa o filme, os anos 1980. “Passei uma boa parte dos anos 1980 em San Antonio, no Texas, com a minha irmã, e tínhamos TV a cabo e íamos ao cinema e a shows o tempo todo, então eu absorvi como uma esponja muitas das coisas que são lindamente representadas nesse filme. Era uma casa onde a MTV ficava ligada como se fosse uma estação de rádio. E muito da minha imaginação e das minhas esperanças e sonhos foram construídos em torno dos filmes dos anos 1980. É uma era que me moldou. Não sei se isso é bom, mas é basicamente a razão porque sou quem eu sou”, explicou. Ele manteve o tom de mistério da produção, recusando-se a dar muitas informações sobre seu personagem, Maxwell Lord, mas disse que ele é um tipo diferente de vilão. “Tudo nesse filme é surpreendente, desde grandes revelações na trama até detalhes sutis sobre o personagem. Acho que tem muitas coisas inesperadas. Sem revelar muito, ele é excepcionalmente diferente do vilão típico”. Para completar, Pascal abordou a experiência de se juntar a um time que já estava entrosado, devido ao filme anterior. “A química deles era incrível, e eu e Kristen criamos muitas expectativas sobre se teríamos a mesma química, se chegaríamos ao mesmo patamar do primeiro filme. Mas Gal, Patty e Chris criaram a experiência mais acolhedora que já tive”. Além do bate-papo, o painel ainda revelou um novo vídeo curto do filme – com 30 segundos – , que também não revelou nenhuma novidade.

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    Veja o vídeo de Mulher-Maravilha 1984 revelado na CCXP World

    6 de dezembro de 2020 /

    A Warner divulgou um comercial exclusivo de “Mulher-Maravilha 1984”, que foi apresentado durante a CCXP World. A prévia é narrada pela mãe da heroína, a Rainha Hipolita, mostra cenas da infância de Diana, seu reencontro com Steve Trevor, além de diversas cenas de luta contra inimigos pouco identificados. “Mulher-Maravilha 1984” é novamente dirigido por Patty Jenkins e traz de volta a atriz Gal Gadot como a personagem-título, Connie Nielsen como Hipólita e Chris Pine como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre enredo terem sido revelados, Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões da produção, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord. Originalmente previsto para 4 de junho no Brasil, o filme teve seu lançamento adiado para 17 de dezembro, devido à pandemia do novo coronavírus.

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    Os Croods 2 aumenta domínio do estúdio Universal nas bilheterias dos EUA

    6 de dezembro de 2020 /

    A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” manteve sua liderança nas bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana em cartaz. Exibido em 2.205 telas, o filme da DreamWorks Animation/Universal faturou US$ 4,4 milhões entre sexta e domingo (6/12). Lançado em 25 de novembro, na véspera do feriadão do Dia de Ação de Graças, o longa já soma US$ 20,3 milhões nos EUA e Canadá. Muito pouco para 12 dias em qualquer outro ano, mas o suficiente em tempos de pandemia. De acordo com estimativas da Comscore, apenas 35% dos cinemas estão funcionando na América do Norte e, mesmo assim, os que permanecem abertos estão operando com capacidade reduzida, horários limitados e mantendo requisitos de distanciamento social. Em termos de comparação, há sete anos o primeiro “Croods” (2013) arrecadou US$ 89 milhões durante seus dois primeiros fins de semana, com lançamento em 4 mil salas. Apesar do predomínio da sequência animada, o circuito recebeu algumas estreias neste fim de semana, como a comédia “Half Brothers”, coprodução mexicana que abriu em 2º lugar, mas fez apenas US$ 720 mil em 1.369 locais, e o romance “All My Life”, estrelado por Jessica Rothe e Harry Shum Jr., que ficou em 4º lugar, com US$ 350 mil em 970 salas. O detalhe é que estas duas estreias são produções da Universal, assim como “Os Croods 2” e o 3º lugar do ranking, o terrir “Freaky – No Corpo de um Assassino” (US$ 460 mil em 1.502 telas). De forma impressionante, das oito maiores bilheterias do fim de semana, apenas um título não foi produzido pela Universal, a comédia indie “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert De Niro, que aparece em 5º lugar. O estúdio reina sozinho nos cinemas, enquanto os demais fogem do circuito como o diabo da cruz, preferindo adiar seus filmes à arriscar as arrecadações pífias da pandemia. A coragem da Universal, na verdade, reflete um acordo do estúdio com duas das principais redes de cinema dos EUA, a AMC e a Cinemark, para encurtar a janela de exibição. Em vez de deixar os filmes em cartaz por até três meses, o estúdio acertou mantê-los em tela grande por apenas três fins de semana, passando a seguir a disponibilizá-los em PVOD para locação digital. O detalhe é que outras redes que se recusaram a negociar essa janela estão exibindo os filmes assim mesmo, simplesmente porque não tem opção. Não há outros filmes para exibir. Com isso, apenas as produções da Universal, alguns títulos independentes e outros lançados simultaneamente em PVOD estão chegando ao mercado exibidor. A Warner pretende se juntar em breve ao circuito com um modelo de distribuição ainda mais radical: lançamentos simultâneos em cinema e streaming (via HBO Max) nos EUA. A iniciativa vai começar com “Mulher-Maravilha 1984”, que recebeu comentários elogiosíssimos no fim de semana, após as primeiras sessões para a crítica americana. Além deste filme, a Sony manteve o lançamento de “Monster Hunter” para o Natal nos EUA, mas sua estratégia digital ainda não é conhecida.

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    Críticos se apaixonam por Mulher-Maravilha 1984 e comovem Gal Gadot

    5 de dezembro de 2020 /

    A imprensa americana teve acesso às primeiras sessões de “Mulher-Maravilha 1984” na sexta-feira (4/12) e várias opiniões já podem ser conferidas nas redes sociais. Para quem tinha medo de se decepcionar, os comentários surgem como grande alívio. O filme recebeu uma resposta extremamente positiva, garantindo um bom presságio para a estreia, após incontáveis adiamentos e a decisão da Warner de lançá-lo simultaneamente em streaming nos EUA. Foram tantos elogios que chamaram atenção até de Gal Gadot. Ela fez questão de agradecer pessoalmente (ou melhor, pelo Twitter) e comovida os comentários de Erik Davis, editor do site Fandango. Em seu tuíte, Davis escreveu que o filme “é uma explosão absoluta do início ao fim. Um complemento excepcional ao primeiro filme, é recheado de coração, esperança, amor, ação, romance e humor. Patty Jenkins, Gal Gadot e equipe entregaram uma das melhores sequências de DC. Eu fiquei chorando quando acabou”. “Uau!!”, reagiu a intérprete da Mulher-Maravilha, usando duas exclamações. “Que palavras carinhosas! Obrigado demais, elas significam tudo para mim”, acrescentou com mais exclamações. “O maior elogio que posso fazer é que às vezes parecia um filme perdido da era de Richard Donner (‘Superman: O Filme’). Tem muito para se amar neste filme”, acrescentou Josh Horowitz, do podcast Happy Sad Confused. O Twitter do site JoBlo foi além, ao afirmar que o filme “talvez seja melhor que o primeiro”, enfatizando que Gal Gadot captou “perfeitamente a essência da Mulher Maravilha mais uma vez”, que “Pedro Pascal e Kristen Wiig foram incorporados de maneira brilhante” e que até “o retorno incomum e inspirado de Chris Pine é um grande bônus, tanto de humor quanto de emoção”. A diretora de conteúdo estratégico da IGN, Terri Schwartz, declarou que foi surpreendida positivamente pela mensagem do filme, “ainda mais importante de ser ouvida no final deste ano, de uma forma que Patty Jenkins não poderia ter previsto quando filmou”. Editora do Nerdist, Amy Ratcliffe parece que se apaixonou. “Eu assisti Mulher Maravilha 1984 ontem e… honestamente, era exatamente o que eu precisava. O que todos nós precisamos. É edificante, esperançoso e totalmente Mulher Maravilha. Um lindo filme com temas que tocam seu coração”. Germain Lussier, do Gizmodo, disse praticamente a mesma coisa, mas com menos poesia. “Era tudo que eu precisava e muito mais. O filme é extremamente ambicioso, incrivelmente excitante e cheio da esperança necessária”. No Brasil, o filme estará disponível apenas nos cinemas a partir de 17 de dezembro, oito dias antes dos EUA. Wonder Woman 1984 is a joyful, thrilling and engaging sequel, one that manages to connect to what worked the first time around, yet it’s still uniquely its own thing. Emotional, hilarious and exciting, perhaps even better than the first. @WonderWomanFilm pic.twitter.com/dvsu6fpJRX — JoBlo.com (@joblocom) December 5, 2020 I think what surprised me most was that the message #WW84 leaves you with feels even more important to hear at the end of this year in a way @PattyJenks couldn’t have predicted when she made it. Also, it just is so exciting to have big, joyful, blockbuster movies coming out again — Terri Schwartz (@Terri_Schwartz) December 5, 2020 I’m not going to toe anywhere near spoilers but I’ll also say WW84 doesn’t look or feel like any other modern superhero movie. I can’t wait for us all to talk about it! pic.twitter.com/eOhfIAuoIb — Amy Ratcliffe (@amy_geek) December 5, 2020 The highest compliment I can pay #WW84 is that it at times felt like a lost film from the Richard Donner era of superhero films. Plenty to love in this one. I have some exciting stuff cooking with the cast and @PattyJenks. Stay tuned! pic.twitter.com/aB9H7EA8XH — Josh Horowitz (@joshuahorowitz) December 5, 2020 I'd say more but the embargo specifically asks not for any specifics. Not everyone followed that direction, but I'm going to. Review embargo is on December 15. More then for sure. — Germain Lussier (@GermainLussier) December 5, 2020 Wow!! 😭 Such kind words! Thank you so much, means the world to me! https://t.co/yJsa1jj9sz — Gal Gadot (@GalGadot) December 5, 2020

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  • Série

    Neil Gaiman abre a CCXP virtual com novidades sobre Sandman na Netflix

    5 de dezembro de 2020 /

    O escritor britânico Neil Gaiman abriu nesta sexta-feira (5/12) a CCXP Worlds, versão online da Comic Con Experience (CCXP), numa participação remota em que adiantou alguns detalhes sobre a adaptação de “Sandman”, que vai ganhar uma série na Netflix. Mas não deu para entender tudo. O ponto negativo ficou por conta de problemas técnicos envolvendo a transmissão. Na conversa, o autor lembrou o longo caminho que “Sandman” precisou percorrer para chegar às telas, incluindo um projeto de cinema da Warner, em que executivos reclamaram dos quadrinhos não terem um vilão definido como “Harry Potter” e “O Senhor dos Anéis”. Mas Gaiman se diz animado pela forma como tudo aconteceu, pois a produção da Netflix está sendo bastante fiel. “Eu fico de queixo caído. É poderoso ver as imagens desenhadas há 33 anos atrás se mexendo na tela. Nós estamos fazendo a série de Sandman. Não é algo “tipo Sandman”, não é “parecido com Sandman”, não é “quase Sandman”, não é nada disso. É ‘Sandman'”, afirmou. Ele também considera que as dificuldades financeiras de transformar seu texto numa série foram superadas com os recentes avanços tecnológicos nos efeitos visuais e a chegada das plataformas de streaming ao mercado. “Até duas décadas atrás, as TVs não tinham orçamento para realizar uma série parecida. A Netflix e essas empresas vieram e a gente fez um reunião, encheu a sala de gente e no final a Netflix foi a mais convincente. Eles estavam dispostos a se comprometer com aquilo”, contou. Gaiman contou que, mesmo assim, já teve que reescrever uma cena que ficou muito cara, mas foi em outra série: “Belas Maldições”, produção da Amazon Studios em que ele estreou como showrunner. Na adaptação do livro homônimo, que ele escreveu com Terry Pratchett, havia uma cena com alto número de figurantes que deveriam vestir trajes de gala. Sua realização elevaria muito o preço do episódio, então precisou ser cortada. Então, ele lembrou de um antigo conselho de Steven Moffat, showrunner de “Doctor Who”, para escrever uma cena melhor. Já os comentários sobre “Deuses Americanos”, que retorna para sua 3ª temporada (também pela Amazon no Brasil) não puderam ser compreendidos, devido a problemas técnicos, gerando até tela azul e muitas reclamações.

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    Homem-Borracha pode virar Mulher-Borracha no cinema

    5 de dezembro de 2020 /

    A roteirista iniciante Cat Vasko, que está desenvolvendo “Queen of the Air” para a atriz Margot Robbie, foi contratada para escrever um filme centrado no Homem-Borracha, herói clássico da DC Comics. O projeto já circula pela Warner desde 2018, quando Amanda Idoko, que trabalhou na série “The Mayor”, recebeu a missão original de transformar o personagem em filme. Sua abordagem seria uma aventura de ação cômica baseada no personagem. Mas o estúdio não aprovou o roteiro. A contratação de Vasko visa levar o projeto em uma direção diferente. Segundo apurou o site The Hollywood Reporter, a produção seria um filme com protagonistas femininas. Não está claro se isso significa uma mudança de sexo do herói – e do título da produção. O Homem-Borracha (que é de plástico em inglês: Plastic Man) ficou conhecido como o piadista original dos super-heróis. Suas histórias tinham tanto humor quanto ação. Mas, curiosamente, ele não surgiu nas publicações da DC, tendo sido criado por Jack Cole para a Quality Comics em 1941. Quando a Quality faliu em 1956, a DC adquiriu os direitos de muitos dos personagens, entre eles o Homem-Borracha. A verdadeira identidade do herói é Patrick “Eel” O’Brian, um criminoso reformado. O’Brian fazia parte de uma gangue e, durante um assalto mal feito, é baleado e – claro – também encharcado com um líquido químico. Deixado para morrer, ele não só sobrevive como adquire o poder de mudar de forma e esticar seu corpo, tornando-se o homem mais maleável do mundo. O milagre o faz mudar de vida e, em sua vida civil, virar um policial. O personagem acabou cultuado pela forma bem-humorado como encarava seus poderes absurdos e até teve sua própria série animada em 1979. Ao entrar na DC, o Homem-Borracha também passou a integrar a Liga da Justiça e precisou lidar com o fato de a editora já ter um herói de poderes similares, o Homem-Elástico. Mas enquanto o segundo surgiu claramente inspirado na criação de Jack Cole – assim como o Sr. Fantástico na Marvel – , os dois acabaram se provando muito diferentes pelo tom de humor de suas histórias. Inspirado pelas comédias de pastelão, o Homem-Borracha está mais para Deadpool que qualquer outro herói da DC e isso deve ter sido levado em conta pela Warner para considerar um filme sobre seus quadrinhos cômicos. Ainda não há diretor ou previsão de estreia para a produção. O projeto começou há dois anos, quando Amanda Idoko ( The Mayor) foi contratada para escrever o roteiro do que seria uma aventura de ação cômica baseada no personagem, que foi criado na década de 1940.

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    Comic Con Experience realiza primeira edição virtual

    4 de dezembro de 2020 /

    A Comic Con Experience entra no mundo virtual a partir desta sexta (4/12). Com nome e sobrenome em inglês, e prometendo muitas atrações internacionais, a CCXP Worlds: A Journey of Hope inicia sua programação ao vivo a partir das 14h, e vai até domingo (6/12) com a missão de exibir mais de 150 horas de conteúdo exclusivo de mais de mil artistas, entre desenhistas de quadrinhos e astros de Hollywood. Na lista das celebridades internacionais, vale destacar o veterano Andy Garcia (de “O Poderoso Chefão 3”), Zendaya e Sam Levinson (da série “Euphoria”), Jessica Chastain e Penélope Cruz (que vêm para promover “As Agentes 355”), Milla Jovovich e Paul W.S. Anderson (de “Monster Hunter”), Kathryn Newton e Vince Vaughn (do terrir “Freaky – No Corpo de um Assassino”), Dafne Keen e Amir Wilson (da série “His Dark Materials”), os irmãos Joe e Anthony Russo (diretores de “Vingadores: Ultimato”), além de Neil Gaiman (criador de “Sandman” e “Deuses Americanos”) e o elenco de “The Walking Dead: World Beyond”. Todos participarão de forma remota. São nomes menos chamativos que as edições presenciais anteriores, quando a Netflix vitaminou o evento com vários convidados. E esta é a principal diferença. A Netflix optou por pular o evento, após fazer sua própria convenção no Brasil, o festival Tudum (não uma, mas duas vezes em 2020). A propósito, também não há sinal de envolvimento maior da Amazon. Ou da Disney. Em compensação, a Warner promete um megapainel com seis horas de novidades, enquanto a Globoplay prepara anúncios de diversas atrações com participações de Claudia Raia, Mariana Ximenes, Alexandre Nero, Lazaro Ramos, Tais Araújo, Seu Jorge e Marjorie Estiano.   Todo o conteúdo estará em uma plataforma especialmente desenvolvida para o festival com tecnologias do universo dos games. Pela primeira vez no mundo, um evento ao vivo vai usar a tecnologia Unreal (a mesma do Fortnite) para criar um cenário virtual em que 100 mil avatares irão reagir ao conteúdo divulgado pelos estúdios – os sons usados foram captados do espaço físico em edições anteriores para tornar a experiência ainda mais real. Por meio de um mapa virtual 3D, inspirado em League of Legends, ainda será possível navegar por 12 mundos diferentes: Thunder Arena, Artists’ Valley, Oi Game Arena, Creators & Cosplay Universe, Omelete Stage by Santander, CCXP Store, Meet & Greet, Hollywood Strip, Chiaroscuro Studios, Iron Studios, Geek Hall e CCXP Tips. Tudo com nome em “inglês” – o Omelete “by” Santander é o mais cômico. O trabalho envolveu uma equipe de 200 pessoas ao longo de quatro meses de desenvolvimento, incluindo Tatiana Leite, diretora de efeitos especiais brasileira que tem no currículo produções de Hollywood como “O Rei Leão”, “Animais Fantásticos” e “Capitã Marvel”. Mas para os fãs o melhor é poder assistir tudo de graça, sem filas e sem limite de lotação. Só que isso não significa que é só chegar e ver tudo rapidamente. Para ganhar acesso é preciso preencher fichas e fichas de inscrição, que chegam a pedir pelo menos três vezes os dados dos interessados, e se vacilar o fã menos atento pode acabar preenchendo os mesmos dados mais de uma vez. E deve receber meses de spam pelo compartilhamento de dados. É uma troca, quando o “de graça” tem preço. O teste para valer vai ser quando o público congestionar o tráfego eletrônico. Serão seis transmissões simultâneas – incluindo a Live das Lives, com todo o que acontece de melhor do festival sendo transmitido pelo Facebook e por influenciadores ao redor do mundo. Tudo estará em português e inglês, com opções de acessibilidade por meio de legendas ao vivo e de closed caption. Sem dúvida, o evento envolve muito empenho, especialmente num período em que adiamentos, suspensões e cancelamentos têm se destacado mais que as estreias no calendário do entretenimento – como atestam as participações de Jessica Chastain e Penélope Cruz para divulgar um filme que, na semana passada, foi adiado para 2022. Mesmo assim, os organizadores afirmam, via comunicado, ter a expectativa de impactar 100 milhões de pessoas em mais de 50 países. Um objetivo nada modesto, levando em conta que a DC Fandome, convenção oficial dos super-heróis da DC, não passou dos 22 milhões em seu fim de semana inaugural.

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