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    Trailer do próximo episódio de Legends of Tomorrow coloca super-heróis na lua

    8 de março de 2017 /

    Depois de enfrentar dinossauros, os heróis de “Legends of Tomorrow” irão à lua. O trailer do próximo episódio mostra que a nova viagem no tempo da tripulação do Waverider coloca as “lendas” em rota de colisão com a fatídica missão espacial da Apollo 13. Obviamente, a prévia inclui as célebres palavras “Houston, we have a problem”, mas elas não saem da fonte original, o astronauta Jack Swigert, e sim do mini-herói Ray Palmer (Brandon Routh). Intitulado “Moonshot”, o episódio vai ao ar na terça (14/3) na rede americana CW. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

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  • Série

    Heróis de Legends of Tomorrow encontram dinossauros em vídeos do novo episódio

    7 de março de 2017 /

    A rede americana CW divulgou um trailer e uma cena do próximo episódio de “Legends of Tomorrow”, que mostra os super-heróis encontrando dinossauros, após uma sabotagem de Rip Hunter (Arthur Darvill) deixá-los perdidos na pré-história. Para reparar a nave do tempo, Ray (Brandon Routh), Amaya (Maisie Richardson-Sellers) e Nate (Nick Zano) buscam uma peça vital da Waverider, que caiu na floresta pré-histórica. Por sorte, Ray conhece a região, tendo passado seis meses abandonado nessa época no início da temporada. Intitulado “Land of the Lost”, o episódio será exibido nesta terça (7/3) nos EUA. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Warner.

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    Supergirl e Flash cantam e dançam nas fotos do crossover musical

    7 de março de 2017 /

    A rede americana CW divulgou oito fotos do aguardado crossover musical entre as séries “Supergirl” e “The Flash”. As imagens mostram cenas que antecedem a cantoria e uma coreografia dos heróis, além de ressaltar a ambientação nos anos 1940, era de ouro dos musicais de Hollywood. Na trama, um ataque do vilão Mestre da Música (Darren Criss) deixa Kara (Melissa Benoist) e Barry (Grant Gustin) em coma, com suas mentes presas numa realidade alternativa onde a vida é como um musical, e a única maneira de escapar é seguindo o roteiro, cantando e dançando até o fim. Os episódios contarão com covers de sucessos conhecidos e canções originais, compostas por Rachel Bloom (estrela e criadora da série “Crazy Ex-Girlfriend”) e pelos vencedores do Oscar 2017 Benji Pasek e Justin Paul, autores das canções de “La La Land” (2016). Além disso, o crossover marcará um reencontro entre Darren Criss, Grant Gustin e Melissa Benoist, que estrelaram juntos a série musical “Glee”, mostrando seus talentos vocais. A primeira parte será exibida em 20 de março, no episódio de “Supergirl” intitulado “Star-Crossed”, e a conclusão acontecerá em “Duet”, episódio de “The Flash” agendado para 21 de março. No Brasil, as duas séries vão ao ar pelo canal pago Warner. Clique nas fotos abaixo para ampliá-las.

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    Crossover musical de Supergirl e The Flash ganha primeiro teaser

    7 de março de 2017 /

    A Warner Bros Entertainment divulgou o primeiro teaser do aguardado crossover musical entre as séries “Supergirl” e “The Flash”. A prévia mostra alguns números de dança e confirma que a atração terá ambientação nos anos 1940, era de ouro dos musicais de Hollywood. Na trama, um ataque do vilão Mestre da Música (Darren Criss) deixa Kara (Melissa Benoist) e Barry (Grant Gustin) em coma, com suas mentes presas numa realidade alternativa onde a vida é como um musical, e a única maneira de escapar é seguindo o roteiro, cantando e dançando até o fim. Os episódios contarão com covers de sucessos conhecidos e canções originais, compostas por Rachel Bloom (estrela e criadora da série “Crazy Ex-Girlfriend”) e pelos vencedores do Oscar 2017 Benji Pasek e Justin Paul, autores das canções de “La La Land” (2016). Além disso, o crossover marcará um reencontro entre Darren Criss, Grant Gustin e Melissa Benoist, que estrelaram juntos a série musical “Glee”, mostrando seus talentos vocais. A primeira parte será exibida em 20 de março, no episódio de “Supergirl” intitulado “Star-Crossed”, e a conclusão acontecerá em “Duet”, episódio de “The Flash” agendado para 21 de março. No Brasil, as duas séries vão ao ar pelo canal pago Warner.

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    Batmóvel ganha upgrade em foto da Liga da Justiça

    6 de março de 2017 /

    O diretor Zack Snyder divulgou em sua conta na rede social Vero uma foto do Batmóvel que será usado em “Liga da Justiça”. A imagem revela que o veículo passou por novo upgrade, ganhando mais armas embutidas — Snyder não revela o que elas fazem. Continuação de “Batman vs Superman”, do mesmo diretor, o filme estreia em 16 de novembro nos cinemas brasileiros.

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    Curta sci-fi estrelado por Anton Yelchin vai virar superprodução da Warner

    6 de março de 2017 /

    O curta sci-fi “Rise” (2016), um dos últimos trabalhos do ator Anton Yelchin (“Star Trek: Sem Fronteiras”), falecido em junho passado, chamou a atenção dos grandes estúdios americanos e acabou tendo seus direitos adquiridos pela Warner Bros, que pretende transformar sua história numa superprodução, repleta de efeitos visuais. “Rise” se passa em um futuro distópico, onde a tentativa de criação de uma inteligência artificial provoca o início de uma guerra entre homens e máquinas. David Karlak, diretor do curta, vai repetir a função na versão em longa-metragem. Ele escreveu o roteiro original com a dupla Patrick Melton e Marcus Dunstan, roteiristas da franquia “Jogos Mortais” e criadores do terror “O Colecionador de Corpos”, no qual o diretor trabalhou como supervisor de efeitos visuais. O trio também está desenvolvendo um thriller sobrenatural para a Fox, intitulado “Outliers”. Ainda não há informações sobre a data de lançamento do filme, mas o curta pode ser visto abaixo.

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    Críticas de Kong: A Ilha da Caveira são mais entusiasmadas que as de A Bela e a Fera

    5 de março de 2017 /

    Os críticos americanos gostaram de “A Bela e a Fera”, mas as declarações de amor só foram dedicadas para “Kong: A Ilha da Caveira”. Os dois candidatos a blockbuster vão chegar aos cinemas nos próximos dias e competirão ferozmente pelas bilheterias. “Kong: A Ilha da Caveira” chega antes, já nesta semana, e conquistou 83% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, enquanto “A Bela e a Fera”, que estreia uma semana depois, ficou com 74%. No Brasil, as datas são 9 e 16 de março, respectivamente. Os maiores elogios para “Kong” dizem respeito ao ritmo frenético, à qualidade dos efeitos visuais e ao roteiro redondo. O crítico da revista Variety ousou dizer que o filme é, de forma surpreendente, melhor – não, 10 vezes melhor! – que “Jurassic World”. Os dois filmes compartilham um roteirista, Derek Connolly. Em compensação, o crítico do Guardian chutou o balde e derramou ácido por todo o lado, ao considerar o filme tão trash que o lembrou de Ed Wood, o pior diretor de todos os tempos. Já “A Bela e a Fera” teve como destaque negativo os efeitos da Fera, que saltaram aos olhos desde as primeiras fotos, mas isso teria sido compensado com uma cenografia deslumbrante. Também houve quem reclamasse da falta de novidades, já que se trata de uma releitura que pouco acrescenta – além de atores reais – à animação clássica, sendo “instantaneamente esquecível”. Mas, por outro lado, houve eco para o espetáculo tecnicamente perfeito. Veja abaixo alguns dos principais comentários sobre os dois filmes. Kong: A Ilha da Caveira “A surpresa é que ‘Kong: A Ilha da Caveira’ não é apenas dez vezes melhor que Jurassic World, mas um espetáculo de criaturas gigantes excitante e muito bem elaborado” (Owen Gleiberman, Variety). “Esta volta altamente divertida de uma das criaturas gigantes mais longevas do cinema corre como um louco – o filme parece ter 90 minutos e não 2 horas – e consegue um equilíbrio ideal entre ação feroz, humor, reinvenção de gênero e, talvez de forma mais impressionante, uma desprendida consciência de sua própria modesta importância no esquema maior das coisas” (Todd McCarthy, The Hollywood Reporter). “Não se pode menosprezar a importância de John C. Reilly para o longa. No momento em que ele aparece, o filme parece imediatamente revigorado e energizado; sua mera presença acrescenta uma enorme quantidade de charme e humor” (Drew Taylor, The Playlist). “Nós não embarcamos na ‘Ilha da Caveira’ pelos personagens (sejam eles bem desenvolvidos ou não), nós vamos para ver o maldito macaco. E o diretor Jordan Vogt-Roberts e a empresa Industrial Light & Magic entregam um Kong de cair o queixo” (Chris Nashawaty, Entertainment Weekly). “Derivativo e um pouco bobo, mas consistentemente divertido: há personalidade e estilo de sobra neste blockbuster monstro” (Jordan Farley, Total Film). “Esta fantasticamente confusa e exasperantemente aborrecida tentativa de atualização da história de King Kong se parece com uma mistura de Jurassic Park, Apocalypse Now e alguns empréstimos visuais exóticos de Miss Saigon. Não chega perto do poder elementar do King Kong original ou do remake de Peter Jackson. É algo que Ed Wood Jr poderia ter feito com um trilhão de dólares caso tivesse o aval para fazer o que quisesse com esse dinheiro – mas sem a menor a diversão” (Peter Bradshaw, do The Guardian). A Bela e a Fera “Após os espectadores digerirem todo o esplendor visual, eles poderão perceber que toda a experiência foi um pouco sem graça e sem profundidade, e com um resultado tão efervescente quanto instantaneamente esquecível” (Leslie Felperin, The Hollywood Reporter). “O novo ‘A Bela e a Fera’ é um filme tocante, bastante ‘assistível’, mas nunca convence totalmente que era um filme que o mundo estava esperando” (Owen Gleiberman, Variety). “Com seus olhos lindos, seu sorriso encantador e seu conjunto de sardas na ponta do nariz, Emma Watson é uma perfeita heroína da Disney. Há uma inocência e inteligência nela que se encaixa perfeitamente com a personagem. E descobrimos que ela também sabe cantar” (Chris Nashawaty, Entertainment Weekly). “’A Bela e a Fera’ casa o espetáculo visual e o magnífico design com uma história melhor do que o longa original, lançando um feitiço sobre os antigos fãs e também os mais novos” (Brian Truitt, USA Today). “Uma deliciosa recriação live-action de uma fábula familiar. Você já viu isso antes, mas seu espírito e graça são irresistíveis” (Matt Maytum, Total Film). “Em última análise, ‘A Bela e a Fera’ se revela como uma recriação cínica feita aparentemente apenas para produzir um ano fiscal mais promissor para os acionistas da Disney. Este é um produto que é mais calculista do que inspirador” (Rodrigo Perez, The Playlist).

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    Crossover musical de Supergirl e The Flash ganha sinopse oficial

    3 de março de 2017 /

    A rede americana CW divulgou a sinopse do crossover musical entre as séries “Supergirl” e “The Flash”, que vai acontecer no fim do mês nos EUA. Confira o texto oficial: “Barry (Grant Gustin) e sua equipe ficam surpresos quando Mon-El (Chris Wood) e Hank Henshaw (David Harewood) chegam em sua Terra carregando Supergirl (Melissa Benoist) em coma, após ter sido abatida pelo Mestre da Música (Darren Criss). Incapaz de acordá-la, eles recorrem ao Time Flash. No entanto, o Mestre da Música surpreende Flash e o coloca em uma coma semelhante, que sua equipe não pode curar. Kara e Barry acordam sem seus poderes em uma realidade alternativa onde a vida é como um musical, e a única maneira de escapar é seguindo o roteiro, cantando e dançando até o fim.” Para completar, foi divulgado que essa realidade alternativa é ambientada na década de 1940, época da era de ouro dos musicais de Hollywood. Os episódios contarão com covers de sucessos conhecidos e canções originais, compostas por Rachel Bloom (estrela e criadora da série “Crazy Ex-Girlfriend”) e pelos vencedores do Oscar Benji Pasek e Justin Paul, autores das canções de “La La Land” (2016). Além disso, marcarão um reencontro entre Darren Criss, Grant Gustin e Melissa Benoist, que estrelaram juntos a série musical “Glee”, mostrando seus talentos vocais. A primeira parte do crossover musical será exibido em 20 de março, no episódio de “Supergirl” intitulado “Star-Crossed”, e a conclusão acontecerá em “Duet”, episódio de “The Flash” agendado para 21 de março. No Brasil, as duas séries vão ao ar pelo canal pago Warner.

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    David Ayer indica que Máscara Negra poderá ser o vilão de Sereias de Gotham

    27 de fevereiro de 2017 /

    O diretor David Ayer (“Esquadrão Suicida”) publicou um tuíte misterioso, sem texto, com o quadrinho de um vilão dos gibis de Batman. Trata-se do Máscara Negra. E bastou esse teaser para surgirem discussões a respeito do personagem no próximo filme do cineasta, que será uma adaptação das Sereias de Gotham City, o grupo de vilãs femininas que inclui a Arlequina, a Mulher-Gato e a Hera Venenosa. Até o momento, apenas Margot Robbie está confirmada no elenco, retomando o papel de Arlequina de “Esquadrão Suicida” (2016). Além de estrelar, ela também vai produzir o longa-metragem, sobre o qual nada mais se sabe. O roteiro está sendo escrito por Geneva Robertson-Dworet (responsável pelo reboot de “Tomb Raider” e “Sherlock Holmes 3”). O Máscara Negra é um vilão relativamente novo, como a própria Arlequina. Ele surgiu nos gibis do Batman em 1985 e é um chefão do crime de rosto deformado, fascinado por máscaras – o que o leva a querer incluir o capuz do herói em sua coleção. Nos últimos anos, ele tem sido uma pedra na bota de cano alto da Mulher-Gato, possibilitando sua inclusão na trama das Sereias de Gotham. Apesar de ainda não ter cronograma de produção ou previsão de lançamento, “Gotham City Sirens” não deve demorar a ser filmado. O diretor David Ayer já encerrou a produção de “Bright”, sci-fi estrelada por Will Smith (também de “Esquadrão Suicida”) para a Netflix, e não possuiu nenhum projeto engatilhado para o segundo semestre, mesma época em que a agenda de Margot Robbie esvaziará. pic.twitter.com/sfkjNeSIHW — David Ayer (@DavidAyerMovies) February 27, 2017

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    Ben Affleck dá boas vindas ao novo diretor de Batman com foto inédita no Twitter

    24 de fevereiro de 2017 /

    Após a confirmação de que Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) vai dirigir e produzir o novo filme solo de Batman, Ben Affleck usou o Twitter para parabenizar o cineasta e aproveitou para divulgar uma foto inédita em que aparece com o uniforme do herói na Batcaverna, provavelmente numa cena de “Liga da Justiça”. “Seja bem-vindo à Batcaverna, Matt Reeves”, diz a legenda. Reeves foi anunciado oficialmente como diretor de “The Batman” (título original em inglês da produção) na quinta-feira (23/2), menos de um mês após Ben Affleck desistir de dirigir o filme, alegando preferir se concentrar na atuação. O astro teria decidido não estrelar mais filmes que dirigir, após o fracasso clamoroso de “A Lei da Noite” nos EUA – superprodução de valores não revelados que rendeu apenas US$ 10 milhões nas bilheterias. A data de estreia, anteriormente estabelecida em 2018, é considerada indefinida. Welcome to the Batcave, @MattReevesLA pic.twitter.com/JsB4sGGux2 — Ben Affleck (@BenAffleck) February 24, 2017

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    Asa Noturna vai virar filme com direção do responsável por Lego Batman

    23 de fevereiro de 2017 /

    “Lego Batman” conseguiu o que nenhum lançamento de super-herói da DC Comics foi capaz de fazer nos últimos anos: agradar em cheio à crítica. Isto ajuda a explicar o mais inesperado anúncio de produção cinematográfica do ano: a Warner está negociando com Chris McKay, que estreou no cinema à frente de “Lego Batman”, para dirigir o filme do herói Asa Noturna. Segundo o site The Hollywood Reporter, McKay vai trocar os bonecos Lego por atores de carne e osso. O detalhe é que eles estarão fantasiados como os personagens do mesmo universo de sua animação. Afinal, Asa Noturna é o Robin adulto, Dick Grayson (que foi dublado por Michael Cera na animação) quando amadureceu o suficiente para virar sua própria versão do Batman. O roteiro está sendo escrito por Bill Dubuque (“O Contador”), mas não há indicação de qual história será abordada. Dick Grayson foi criado por Bob Kane, Bill Finger e o desenhista Jerry Robinson em 1940, como o mais jovem trapezista de uma família circense, que fica órfão quando seus pais são assassinados e acaba tendo sua custódia legal assumida por Bruce Wayne. Como Robin, ele foi responsável por introduzir maior leveza nas histórias do Batman. Mas os conflitos geracionais dos anos 1960 o levaram a procurar sua própria turma, dando origem à Turma Titã (hoje, Jovens Titãs), um grupo de heróis adolescentes em que desenvolveu sua liderança e mostrou todo o seu potencial. Foi só na década de 1980 que Grayson rompeu definitivamente com Batman, discordando de seu modo de ver o mundo. Após uma grande discussão, ele abandonou de vez a identidade de Robin. Batman encontrou outros substitutos para o lugar do ex-Menino Prodígio, mas o original continuou mais popular que todos eles, ganhando ainda mais destaque como Asa Noturna. Asa Noturna nunca apareceu num filme da Warner. Mas a atual continuidade já se referiu à Robin, que teria sido morto pela Arlequina e/ou o Coringa (nos quadrinhos, o Coringa matou o primeiro substituto de Greyson, Jason Todd). Não há previsão para o início das filmagens nem para a estreia do filme do Asa Noturna.

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    Warner anuncia oficialmente Matt Reeves como diretor do filme do Batman

    23 de fevereiro de 2017 /

    Depois de idas e vindas, agora é oficial: Matt Reeves vai mesmo dirigir o filme solo de Batman. O diretor da franquia “Planeta dos Macacos” foi cotado para assumir a vaga há duas semanas. Mas a animação dos fãs pela escolha não demorou a ser substituída pelo temor, graças ao boato de que as negociações tinham empacado. Segundo o site The Hollywood Reporter, Reeves fez algumas exigências que não foram bem vistas. Ele não queria interferência do estúdio durante a produção, além de exigir um contrato amplo, com previsão para sequências. Alguém, aparentemente, cedeu, pois sua contratação foi anunciada pelo próprio presidente da Warner, Toby Emmerich. Detalhe: além de dirigir, ele terá crédito como produtor do longa. “Estamos empolgamos em ter Matt Reeves para comandar Batman, a joia da coroa da DC”, disse Emmerich, em comunicado. “As raízes de Matt em filmes de gênero e sua evolução em trabalhar emoções faz dele o cineasta perfeito para guiar o Cavaleiro das Trevas através dessa nova jornada”. As raízes a que o executivo se refere incluem “Cloverfield – Monstro” (2008), o melhor filme de “found footage” (vídeos encontrados) já feito, que marcou a estreia de Reeves no cinema. Ele também dirigiu o remake do terror “Deixe-me Entrar” (2010), que conseguiu críticas elogiosas na comparação com o excelente original sueco. E seu “Planeta dos Macacos: O Confronto” (2014) surpreendeu por elevar ainda mais a qualidade da franquia. Atualmente, ele está dando os retoques finais em “Planeta dos Macacos: A Guerra”, que estreia em julho. No comunicado do estúdio à imprensa, Reeves afirmou ser fã do super-herói que vai dirigir: “Eu amo as histórias do Batman desde que eu era criança. Ele é um personagem tão icônico e atraente, e ressoa em mim profundamente. Estou incrivelmente honrado e animado por trabalhar com a Warner Bros para trazer uma épica e emocionante nova visão do cruzado encapuzado para a grande tela”. Ele assume oficialmente o cargo menos de um mês após Ben Affleck desistir de dirigir o filme, alegando preferir se concentrar na atuação. O astro teria decidido não estrelar mais filmes que dirigir, após o fracasso clamoroso de “A Lei da Noite” nos EUA – superprodução de valores não revelados que rendeu apenas US$ 10 milhões nas bilheterias. Não está claro se Reeves vai trabalhar com o roteiro existente da produção, escrito pelo próprio Ben Affleck, Geoff Johns (executivo da DC Entertainment, que também ajudou a criar a série “The Flash”) e revisado por Chris Terrio (“Batman v Superman”). A data de estreia, anteriormente estabelecida em 2018, é considerada indefinida.

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    Amy Poehler e Will Ferrell criam seu próprio cassino em pôster e trailer de comédia

    20 de fevereiro de 2017 /

    A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer da comédia “The House”, estrelada por Amy Poehler (série “Parks and Recreation”) e Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”). A trama gira em torno de um casal que, após gastar toda a poupança destinada à faculdade da filha, convence seus amigos a iniciar um cassino ilegal em seu porão. “The House” marca a estreia na direção do roteirista Andrew Jay Cohen (“Vizinhos” e “Os Caça-Noivas”), que também escreveu a história em parceria com Brendan O’Brien (seu parceiro em “Vizinhos” e “Os Caça-Noivas”). A estreia está marcada para 30 de junho nos Estados Unidos, mas apenas três meses depois, em 14 de setembro, no Brasil.

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