Continuação de Annabelle ganha pôster e teaser que apresentam origem da boneca do mal
A Warner divulgou o pôster e um novo teaser da continuação do terror “Annabelle” (2014), que ganhou o título original de “Annabelle: Creation”. A denominação e a prévia sugerem uma história de origem da boneca macabra, introduzida no primeiro “Invocação do Mal” (2013). Novamente escrito por Gary Dauberman, responsável pelo roteiro do filme anterior, a trama vai girar em torno de um fabricante de bonecas e sua mulher, que, para compensar a perda da filha, resolvem abrigar em sua casa uma freira e as crianças de um orfanato recém-fechado, apenas para verem um espírito maligno se apossar delas. A direção está a cargo de David F. Sandberg, que estreou em longas no ano passado com o terror “Quando as Luzes se Apagam”, e o elenco ainda inclui duas atrizes daquele filme: Alicia Vela-Bailey e Lotta Losten. Também integram a produção os atores Anthony LaPaglia (série “Without a Trace”), Miranda Otto (série “24: Legacy”), Stephanie Sigman (“007 Contra Spectre”), Adam Bartley (série “Longmire”), Philippa Coulthard (série “Secrets and Lies”), Grace Fulton (série “Revenge”) e as meninas Talitha Bateman (“A 5ª Onda”), Lulu Wilson (“Ouija: A Origem do Mal”). A estreia está marcado para 17 de agosto no Brasil, uma semana após o lançamento nos EUA.
Diretor de Vingadores fará filme solo da Batgirl
A Batgirl vai ganhar um filme solo e o estúdio Warner está negociando com ninguém menos que Joss Whedon (“Os Vingadores”) para escrever, dirigir e produzir o longa-metragem. Quem garante é o site da revista Variety. Não existem muitas informações sobre o projeto, mas ele deve incluir outros personagens do universo de Batman, como o Comissário Gordon. O site diz que a ideia surgiu no mês passado e tem a supervisão de Toby Emmerich, presidente e chefe de conteúdo da Warner Bros. Com isso, a Warner terá seu segundo filme protagonizado por uma heroína da DC Comics depois de “Mulher-Maravilha”, que chega aos cinemas em 1º de junho, enquanto a Marvel enrola e enrola e não anuncia o longa da Viúva Negra. Por ironia, Whedon foi uma das primeiras escolhas da Warner para desenvolver o filme da Mulher-Maravilha. Mas, na ocasião, ele teve seu roteiro recusado. Isto foi anos antes do criador de “Buffy – A Caça-Vampiros” virar diretor de blockbusters, ao bater recordes de bilheteria com “Os Vingadores” (2012) e “Vingadores: Era de Ultron” (2015) na Marvel. Assim como a Arlequina, Batgirl não teve origem nos quadrinhos, mas numa produção televisiva. Sua criação foi encomendada pelo produtor da série “Batman” dos anos 1960 e se tornou o único caso em que um intérprete de super-herói se provou tão importante quanto os traços do desenhista que determinou seu estilo visual. Durante as discussões da 3ª temporada de “Batman”, o produtor William Dozier pediu ao editor da DC Comics, Julius Schwartz, que criasse uma nova heroína, com a indicação de que ela deveria ser filha do Comissário Gordon. Mas apesar de Schwartz introduzi-la alguns meses antes nos quadrinhos, quando Barbara Gordon debutou, em janeiro de 1967, ela já parecia exatamente como sua futura intérprete na série. É que a atriz Yvonne Craig serviu de modelo para os desenhos, tendo até gravado um vídeo piloto de apresentação da personagem para o canal ABC e a DC Comics, enfrentando o mesmo vilão de sua estreia nos gibis – o Mariposa Assassina. O desenhista Carmine Infantino acabou aperfeiçoando o uniforme, mas o visual definitivo se deve à série de TV, após a nova heroína causar sensação por enfrentar os batvilões com golpes supercoreográficos, que utilizavam a experiência de Yvonne como dançarina de balé – ela dispensava dublês. Batgirl também aparentava ser mais mod que Batman, conforme demonstrava sua predileção por dirigir uma scooter envenenada. E era extremamente sexy, graças ao uniforme colante que salientava suas curvas perigosas. Tudo isso vinha de Yvonne, atriz que já era cultuada por participações em filmes e séries clássicas. Ao contrário de alguns vilões criados especialmente para o programa, o apelo de Batgirl sobreviveu ao cancelamento da série “Batman” em 1968. E Yvonne, que faleceu em 2015, manteve-se por toda a vida orgulhosa de ter inspirado a personagem, a ponto de protestar publicamente quando a DC Comics publicou a graphic novel “A Piada Mortal” nos anos 1980, na qual o Coringa deixou Barbara Gordon paraplégica. Desde este atentado, outras personagens já tentaram assumir o capuz da Batgirl. Mas, segundo a revista Entertainment Weekly, o filme será mesmo sobre Barbara Gordon. Por enquanto, não há data para o começo da produção. Mas as especulações sobre quem viverá a nova Batgirl já podem começar. A dúvida é se a Warner buscará preservar a personagem como uma jovem ruiva, já que todos os personagens ruivos de seus quadrinhos são interpretados por atores negros nas adaptações televisivas.
Katie Cassidy vai voltar ao elenco fixo de Arrow
O produtor Marc Guggenheim anunciou a volta de Katie Cassidy como integrante fixa de “Arrow” em sua 6ª temporada. Mas tem uma pegadinha. Ela não voltará como Canário Negro, que está mesmo morta e enterrada. A atriz interpretará a versão malvada de Laurel Lance, Sereia Negra, vilã da Terra 2. A personagem já deu as caras na atual temporada de “Arrow” e voltará para os dois últimos episódios deste ano, preparando seu retorno definitivo. “Uma das coisas que mais nos empolga sobre ‘Arrow’ é que vamos para onde a história nos leva”, disse Guggenheim em comunicado. “No ano passado, a história nos levou à morte trágica de Laurel Lance. Este ano, nossa midseason finale introduziu a cópia de Laurel, Sereia Negra. Ficamos tão impressionados com a interpretação destemida de Katie dessa personagem que sabíamos que sua história ainda não estava terminada. Nós não poderíamos estar mais entusiasmados por desejar um bom retorno a Katie em ‘Arrow’ como Sereia Negra, pois ela nunca deixou a família”. Cassidy tinha deixado o elenco fixo da série na 4ª temporada, após Canário Negro ter um trágico destino nas mãos de Damien Darhk (Neal McDonough). Mas ela voltou a reaparecer como uma meta-humana do mal, com a identidade de Sereia Negra, na 2ª temporada de “The Flash”, quando foi presa por Barry Allen (Grant Gustin). A Sereia Negra acabou sendo libertada da prisão na atual temporada de “Arrow” pelo vilão Prometheus (Josh Segarra), para abalar emocionalmente Oliver Queen (Stephen Amell), fazendo-o imaginar que Laurel tinha sido milagrosamente ressuscitada por sua irmã viajante do tempo, Sara Lance (Caity Lotz). Quando Oliver descobre a verdade, ela é novamente presa e entregue para a custódia da Argus, deixando Oliver com a esperança de que ela possa ser reabilitada e se tornar mais parecida com a Laurel que ele conhecia. Provavelmente este será o enredo explorado na próxima temporada de “Arrow”. No Brasil, “Arrow” é exibida pelo canal pago Warner.
Crossover musical entre Supergirl e The Flash ganha 68 fotos
A rede americana CW divulgou 68 fotos do aguardado crossover musical entre as séries “Supergirl” e “The Flash”. As imagens mostram cenas que antecedem a cantoria em “Supergirl” e uma coreografia elaborada em “The Flash”, além de ressaltar a ambientação nos anos 1940, era de ouro dos musicais de Hollywood. As fotos de “Supergirl” também revelam as estreias de Teri Hatcher (a Lois Lane de “Lois e Clark – As Novas Aventuras de Superman”) e Kevin Sorbo (astro das séries “Hércules” e “Andromeda”). Eram eles que estavam atrás de Mon-El (Chris Wood) numa nave alienígena. A revelação de suas identidades foi programada como surpresa para o público, mas os spoilers já devem ter acabado com esta graça. Já as fotos de “The Flash” revelam os coadjuvantes que também vão dançar, cantar e até tocar. São eles: Jesse L. Martin (Joe West), Victor Garber (Dr. Martin Stein), Carlos Valdes (Cisco), Jeremy Jordan (Winn Schott) e John Barrowman (Malcolm Merlyn). Na trama, um ataque do vilão Mestre da Música (Darren Criss) deixa Kara (Melissa Benoist) e Barry (Grant Gustin) em coma, com suas mentes presas numa realidade alternativa onde a vida é como um musical, e a única maneira de escapar é seguindo o roteiro, cantando e dançando até o fim. Os episódios contarão com covers de sucessos conhecidos e canções originais, compostas por Rachel Bloom (estrela e criadora da série “Crazy Ex-Girlfriend”) e pelos vencedores do Oscar 2017 Benji Pasek e Justin Paul, autores das canções de “La La Land” (2016). Além disso, o crossover marcará um reencontro entre Darren Criss, Grant Gustin e Melissa Benoist, que estrelaram juntos a série musical “Glee”, mostrando seus talentos vocais. O início da história será exibida nesta segunda (20/3) nos EUA, no episódio de “Supergirl” intitulado “Star-Crossed”, mas a parte musical acontecerá apenas em “Duet”, episódio de “The Flash” agendado para a terça (21/3). No Brasil, as duas séries vão ao ar pelo canal pago Warner. Clique nas fotos abaixo para ampliá-las.
Grant Gustin e Melissa Benoist cantam numa cena do crossover musical de The Flash e Supergirl
A rede americana CW divulgou uma cena do aguardado crossover musical entre as séries “Supergirl” e “The Flash”, que mostra os protagonistas das duas séries cantando. Os dois usam um figurino dos anos 1940, era de ouro dos musicais de Hollywood, e ainda incluem a presença de Winn (Jeremy Jordan) ao piano. Na trama, um ataque do vilão Mestre da Música (Darren Criss) deixa Kara (Melissa Benoist) e Barry (Grant Gustin) em coma, com suas mentes presas numa realidade alternativa onde a vida é como um musical, e a única maneira de escapar é seguindo o roteiro, cantando e dançando até o fim. Os episódios contarão com covers de sucessos conhecidos e canções originais, compostas por Rachel Bloom (estrela e criadora da série “Crazy Ex-Girlfriend”) e pelos vencedores do Oscar 2017 Benji Pasek e Justin Paul, autores das canções de “La La Land” (2016). Além disso, o crossover marcará um reencontro entre Darren Criss, Grant Gustin e Melissa Benoist, que estrelaram juntos a série musical “Glee”, mostrando seus talentos vocais. O início da história será exibida na segunda (20/3) nos EUA, no episódio de “Supergirl” intitulado “Star-Crossed”, mas a parte musical acontecerá apenas em “Duet”, episódio de “The Flash” agendado para a terça (21/3). No Brasil, as duas séries vão ao ar pelo canal pago Warner.
Crossover musical entre Supergirl e The Flash ganha novo vídeo e até um pôster
A rede americana CW divulgou um novo vídeo e o pôster do aguardado crossover musical entre as séries “Supergirl” e “The Flash”. Enquanto a imagem ressalta um figurino dos anos 1940, era de ouro dos musicais de Hollywood, o vídeo traz Melissa Benoist assumindo que fez muitos musicais na escola e é fanática pelo gênero. Na trama, um ataque do vilão Mestre da Música (Darren Criss) deixa Kara (Melissa Benoist) e Barry (Grant Gustin) em coma, com suas mentes presas numa realidade alternativa onde a vida é como um musical, e a única maneira de escapar é seguindo o roteiro, cantando e dançando até o fim. Os episódios contarão com covers de sucessos conhecidos e canções originais, compostas por Rachel Bloom (estrela e criadora da série “Crazy Ex-Girlfriend”) e pelos vencedores do Oscar 2017 Benji Pasek e Justin Paul, autores das canções de “La La Land” (2016). Além disso, o crossover marcará um reencontro entre Darren Criss, Grant Gustin e Melissa Benoist, que estrelaram juntos a série musical “Glee”, mostrando seus talentos vocais. O início da história será exibida na segunda (20/3) nos EUA, no episódio de “Supergirl” intitulado “Star-Crossed”, mas a parte musical acontecerá apenas em “Duet”, episódio de “The Flash” agendado para a terça (21/3). No Brasil, as duas séries vão ao ar pelo canal pago Warner.
Aquaman tem a estreia adiada para o Natal de 2018
A Warner anunciou um novo adiamento da estreia do filme de “Aquaman”. Originalmente previsto para maio de 2018, o longa já tinha sido empurrado para outubro, devido à complexidade de seus efeitos visuais. Agora, foi atrasado mais dois meses, para uma estreia em 21 de dezembro de 2018. Com a alteração, o longa deve competir nas bilheterias de Natal com o filme animado do Homem-Aranha. Nenhum motivo foi mencionado para justificar o empurrão. A produção segue prevista para começar a ser filmada em maio, com Jason Momoa (“Conan, o Bárbaro”) no papel principal, Amber Heard (“A Garota Dinamarquesa”) como a rainha Mera, Willem Dafoe (“Meu Amigo Hindu”) no papel do conselheiro Vulko e Patrick Wilson (“Invocação do Mal”) como o vilão Mestre do Oceano. Além destes, Yahya Abdul-Mateen II (série “The Get Down”) e Nicole Kidman (“Lion”) negociam viver, respectivamente, o vilão Arraia Negra e a mãe do herói. A direção está a cargo de James Wan (“Velozes e Furiosos 7”).
Roteirista revela novos detalhes sobre o resgate da franquia Matrix
O roteirista Zak Penn (cujo roteiro de “Os Vingadores” foi defenestrado por Joss Whedon) usou as redes sociais para revelar detalhes do projeto da Warner de retomar a franquia “Matrix” nos cinemas. A notícia, revelada no início da semana pela revista The Hollywood Reporter, deixou os fãs preocupados com o risco de um remake genérico da obra das irmãs Wachowski. Mas Penn, numa série de tuítes, garante que esses não são os planos. “Tudo o que posso dizer nesse momento é que ninguém poderia ou deveria REFILMAR ‘Matrix’. Quem conhece ‘Animatrix’ e os quadrinhos entende”, disse ele, referindo-se à série de curtas de animação inspirados no universo ‘Matrix’ lançados em 2003. “Não posso comentar a não ser para dizer que as palavras “reboot” e “remake” apareceram em um artigo. Vamos parar de reverberar notícias imprecisas”, continua. “Que tal relançar ‘Matrix’? Não refilme, não dá para fazer melhor.” Penn segue defendendo ainda o astro da trilogia original, dizendo que se precisasse reescalar o ator principal, escolheria Keanu Reeves novamente. Apesar de negar a intenção de refilmar o longa-metragem, ele destaca o interesse em criar novas histórias naquele universo. “Eu quero mais histórias no universo ‘Matrix’? Sim. Porque é uma ideia brilhante que gera muitas histórias. Veja o que estão fazendo com o universo dos ‘X-Men’. Entre ‘Logan’, ‘Legion’ e ‘Deadpool’, alguém quer que eles parem? Eu não.” Apesar de Penn ter ilustrado sua tese com os X-Men, o exemplo que vinha sendo citado como inspiração para o projeto da Warner era o universo “Star Wars” e os prólogos que a LucasFilm/Disney vem fazendo em torno de suas histórias, como “Rogue One” e o filme sobre o jovem Han Solo. Falou-se inclusive num prólogo centrado no jovem Morpheus, o personagem de Laurence Fishburne na franquia. Se a ideia for adiante, ainda não se sabe se as irmãs Wachowski participarão.
Supergirl e Flash cantam e dançam em novos vídeos do episódio musicial
A rede americana CW e a DC Comics divulgaram um trailer e um vídeo de bastidores do aguardado crossover musical entre as séries “Supergirl” e “The Flash”. As prévias revelam o contexto da trama e o trabalho envolvido na criação do episódio, que, além de cantoria e coreografia, tem orquestração exclusiva e ambientação nos anos 1940, era de ouro dos musicais de Hollywood. Na trama, um ataque do vilão Mestre da Música (Darren Criss) deixa Kara (Melissa Benoist) e Barry (Grant Gustin) em coma, com suas mentes presas numa realidade alternativa onde a vida é como um musical, e a única maneira de escapar é seguindo o roteiro, cantando e dançando até o fim. Os episódios contarão com covers de sucessos conhecidos e canções originais, compostas por Rachel Bloom (estrela e criadora da série “Crazy Ex-Girlfriend”) e pelos vencedores do Oscar 2017 Benji Pasek e Justin Paul, autores das canções de “La La Land” (2016). Além disso, o crossover marcará um reencontro entre Darren Criss, Grant Gustin e Melissa Benoist, que estrelaram juntos a série musical “Glee”, mostrando seus talentos vocais. Além deles, Jesse L. Martin (Joe West), Victor Garber (Dr. Martin Stein), Carlos Valdes (Cisco), Jeremy Jordan (Winn Schott) e John Barrowman (Malcolm Merlyn) também terão números musicais. A história vai começar em 20 de março, no episódio de “Supergirl” intitulado “Star-Crossed”, mas a cantoria só acontecerá em “Duet”, episódio de “The Flash” agendado para 21 de março. No Brasil, as duas séries vão ao ar pelo canal pago Warner.
Matrix pode ganha um prólogo centrado em Morpheus
A Warner está planejando voltar ao mundo de “Matrix”. Segundo o site The Hollywood Reporter, o estúdio estaria considerando ideias de como retomar a franquia. Mas em vez de realizar um remake, uma das alternativas seria seguir o modelo da LucasFilm com “Rogue One” e investir num spin-off, que muito provavelmente seja um prólogo. A ideia de uma aventura centrada em Morpheus, o personagem interpretado por Laurence Fishburne na trilogia original, estaria entre as favoritas, com Michael B. Jordan (“Creed”) cotado para viver a versão jovem do personagem. Neste momento, o projeto não tem o envolvimento das irmãs Wachowski, que escreveram e dirigido os filmes originais, nem do produtor Joel Silver, também ligado à franquia clássica. O primeiro filme “Matrix” chegou aos cinemas em 1999, contando a história de Neo (Keanu Reeves), um hacker que descobre a verdadeira natureza da nossa realidade: todos vivemos uma ilusão de realidade, enquanto uma inteligência artificial usa nossos corpos para gerar energia. O filme rendeu duas sequências: “Matrix Reloaded” e “Matrix Revolutions”, ambas lançadas em 2003. Além disso, inspirou uma antologia animada, intitulada “Animatrix”, também de 2003.
King Kong se agiganta e assume a liderança das bilheterias nos EUA
“Kong – A Ilha da Caveira” teve uma estreia colossal nos EUA. Não tão grande quanto a de “Logan” na semana passada, é verdade, mas muito acima do esperado, a ponto de deixar o filme do super-herói baixinho sob sua sombra neste fim de semana. A expectativa era de uma arrecadação de no máximo US$ 50 milhões, com muitos analistas prevendo uma briga mais acirrada com “Logan” pelo topo do ranking. Mas o faturamento chegou a US$ 61 milhões, o que deve representar, mais que comemoração, um grande alívio para a Warner Bros e o estúdio Legendary. Afinal, a superprodução custou o dobro de “Logan”: US$ 185 milhões, sem os custos de marketing. No mundo inteiro, o lançamento alcançou US$ 142,6 milhões. Mas a China ainda não entrou na conta. O lançamento chinês está marcado apenas para 24 de março. Além disso, um dos países em que havia grande expectativa por seu desempenho, o Vietnã, onde foi filmado, teve sua estreia marcada por uma tragédia, com um grande incêndio no cinema em que haveria a première – chamas engoliram uma réplica gigantesca de King Kong em sua fachada. Entusiasmada com a boa largada, a Warner já trabalha na continuação, “Kong vs. Godzilla”, que vai juntar suas duas franquias de monstros gigantes. “Logan” caiu para o 2º lugar, com US$ 37,8 milhões, o que representa uma queda de 57% em relação ao fim de semana passado. Trata-se de uma ótima retenção para um filme que, supostamente, apenas fanboys apreciariam, além de mais um sinal de que o público está disposto a pagar para ver super-heróis com classificação etária para maiores. Por sinal, “Logan” não ficou muito atrás da arrecadação internacional de “Kong – A Ilha da Caveira”, somando mais US$ 70 milhões no estrangeiro. Em apenas dez dias, o filme já atingiu US$ 152,6 milhões nos EUA e US$ 438,2 milhões em todo o mundo, consolidando-se como a maior bilheteria de 2017. Fechando o Top 3, o terror racial “Corra!” (Get Out) também segue impressionante, adicionando US$ 21 milhões em seu total de US$ 111 milhões apenas nos EUA. Ainda inédito no exterior, a previsão é de uma estreia somente em junho no Brasil, um mês após o lançamento em home video americano – ou seja, quando estará legalmente disponível para os consumidores de qualquer país do mundo. Fora do Top 10, a estreia limitada de “Personal Shopper”, novo longa francês estrelado por Kristen Stewart, chamou atenção por registrar a maior média de público da semana. O filme foi lançado em quatro salas apenas, e rendeu mais de US$ 23 mil por tela. Como parâmetro, “Kong” teve a segunda maior média da semana, com US$ 15 mil. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Kong – A Ilha da Caveira Fim de semana: US$ 61 milhões Total EUA: US$ 61 milhões Total Mundo: US$ 142,6 milhões 2. Logan Fim de semana: US$ 37,8 milhões Total EUA: US$ US$ 152,6 milhões Total Mundo: US$ 438,2 milhões 3. Corra! Fim de semana: US$ 21 milhões Total EUA: US$ 111 milhões Total Mundo: US$ 111 milhões 4. A Cabana Fim de semana: US$ 10 milhões Total EUA: US$ 32,2 milhões Total Mundo: US$ 32,4 milhões 5. Batman Lego – O Filme Fim de semana: US$ 7,8 milhões Total EUA: US$ 159 milhões Total Mundo: US$ 275,5 milhões 6. Antes que Eu Vá Fim de semana: US$ 3,1 milhões Total EUA: US$ 9 milhões Total Mundo: US$ 9 milhões 7. Estrelas Além do Tempo Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 162,8 milhões Total Mundo: US$ 206 milhões 8. John Wick – Um Novo Dia para Matar Fim de semana: US$ 2,7 milhões Total EUA: US$ 87,4 milhões Total Mundo: US$ 153 milhões 9. La La Land – Cantando Estações Fim de semana: US$ 1,7 milhão Total EUA: US$ 148,4 milhões Total Mundo: US$ 416,8 milhões 10. Cinquenta Tons Mais Escuros Fim de semana: US$ 1,6 milhão Total EUA: US$ 112,9 milhões Total Mundo: US$ 368,8 milhões
Warner e Turner criam plataforma de streaming para desenhos clássicos
A Warner e a Turner anunciaram os planos de um serviço de streaming que oferecerá suas séries animadas clássicas, que incluem os personagens do Looney Tunes, como Pernalonga e Papa-léguas, até Tom e Jerry e outros da MGM e todo o catálogo da Hannah-Barbera, dos Flintstones a Scooby-Doo. A parceria entre o estúdio e a subsidiária dona dos canais pagos Carton Network e Boomerang contará com um catálogo com mais de 5 mil títulos. O serviço também terá o nome de Boomerang e será disponibilizado inicialmente apenas nos EUA, com uma assinatura de US$ 5 por mês ou US$ 40 por ano. Entretanto, se a adesão por boa, nada impede que a novidade também chegue por aqui.
Série besteirol que transforma Rita Lee e Branco Mello em alienígenas estreia neste domingo
O canal pago Warner estreia neste domingo (12/3), às 22h30, sua primeira série brasileira, “Manual Para Se Defender de Aliens, Ninjas e Zumbis”. Como o título revela, trata-se de um besteirol adolescente. Mas a premissa é de desenho animado infantil. Alienígenas sedentos por gás carbônico se infiltraram em posições importantes da sociedade e se aliaram com ninjas e zumbis com o objetivo de dominar o mundo. Para confrontar esse grupo, chamado de Aliança, surge a organização Nazca, que desenvolveu o manual do título. E os inseparáveis amigos brasileiros com nomes de personagens americanos, Sput (Michel Joelsas, de “O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias”), Wes (Thalles Cabral, da novela “Amor à Vida”) e Tina (Daphne Bozaski, da série “Lili, a Ex”) acabam, sem querer, envolvidos no meio do combate. A série é criação de André Moraes, diretor do besteirol cinematográfico “Entrando Numa Roubada” (2015). Apaixonado pelo universo geek, ele já havia lançado um curta-metragem com o mesmo nome em 2010 e desde então tentava emplacar o projeto na TV. Vale observar que os americanos fizeram algo parecido com “Guerra dos Monstros” (2015), comédia teen com aliens, zumbis e vampiros, também protagonizada por três jovens heróis – e que saiu direto em DVD no Brasil. Apesar do tom infantilizado, a versão brasileira tem chamariz para os mais velhos, graças à participação dos roqueiros Rita Lee e Branco Mello como alienígenas do planeta Titan (sacaram a sacadinha?). Pois é, Branco Mello sempre foi titã, um alienígena infiltrado na Terra. Também estão no elenco Zé Celso, em uma participação como um cientista, André Abujamra, cujo personagem é o líder da resistência contra a Aliança, e André Bankoff, que vive um caçador de zumbis. Com 13 episódios de meia hora, “Manual Para se Defender de Aliens, Ninjas e Zumbis” pode ganhar uma 2ª temporada, caso faça sucesso.











