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    Gal Gadot fala do ultimato pela saída de Brett Ratner da produção de Mulher-Maravilha 2

    15 de novembro de 2017 /

    Em entrevista realizada nesta quarta (15/11) para a TV americana, a atriz Gal Gadot falou de forma clara sobre o boato de que teria dado um ultimato na Warner, ameaçando não filmar “Mulher-Maravilha 2” se a produtora RatPac, do cineasta Brett Ratner, ajudasse a financiar o filme. Ele é um dos diversos profissionais de Hollywood envolvidos na avalanche de denúncias de abusos sexuais que assola a indústria do entretenimento americana. “Muito foi escrito sobre minhas opiniões e sentimentos sobre o assunto. E todos sabem como me sinto, porque não estou escondendo nada”, disse Gadot, em entrevista realizada para divulgar “Liga da Justiça” no programa matinal “Today Show”, da rede NBC. “A verdade é que tem muita gente envolvida na produção desse filme, não só eu, que ecoa este mesmo sentimento. Todo mundo sabe que isso era o correto a se fazer. Mas não havia nada que eu pudesse dizer ou ameaçar, porque a decisão já estava tomada antes dessa notícia surgir”, concluiu, referindo-se à data em que o boato começou a circular. A RatPac tinha uma parceria com a Warner e ajudou a financiar filmes premiados com o Oscar, como “Gravidade” (2013), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015) e “O Regresso” (2015), além das recentes produções de super-heróis da DC Comics, entre eles “Mulher-Maravilha” (2017). Mas assim que as várias alegações de assédio sexual contra Ratner vieram à tona, a Warner anunciou que estava cortando os laços com o produtor. Seu nome será tirado dos futuros lançamentos do estúdio e o contrato de financiamento não será renovado. Por isso, Gadot diz que “a decisão já estava tomada” antes que ela ou outros integrantes do filme pudessem pensar em dar um ultimato. Além disso, o acordo original de financiamento com a RatPac estende-se apenas até 2018 e já deixaria “Mulher-Maravilha 2” de fora, tendo em vista a data de estreia em novembro de 2019. A maior dificuldade da Warner será tirar as digitais de Ratner de “Tomb Raider”, que já foi filmado. Veja o vídeo da entrevista abaixo. O esclarecimento sobre Ratner é a última pergunta feita pela apresentadora Savannah Guthrie.

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    “Super-heróis” de The Flash e Legends of Tomorrow se juntam a Supergirl e Arrow contra o assédio sexual

    14 de novembro de 2017 /

    Os super-heróis das séries da DC Comics se uniram contra o assédio sexual, num crossover que a rede CW não precisou divulgar. Além das manifestações de Melissa Benoist, estrela de “Supergirl”, Emily Bett Rickards, que vive Felicity em “Arrow”, e o próprio Arqueiro Verde Stephen Amell, os protagonistas das duas outras séries cocriadas e produzidas por Andrew Kreisberg também foram às redes sociais. Caity Lotz, que lidera o elenco de “Legends of Tomorrow” no papel de Sara Lance/Canário Branco, se juntou à luta no Twitter. “Aos bravos homens e mulheres que estão se apresentando para condenar seus abusadores… Eu acrescento minha voz ao coro de apoio”, escreveu Lotz. “Você são aqueles que estão gerando a mudança que nos permitirá trabalhar num ambiente em que somos respeitados e seguros”. E Grant Gustin, que estrela “The Flash” como o personagem-título, publicou o mesmo texto no Facebook e no Instagram, em que lamenta a situação. “Ouvir que diferentes homens, especialmente na indústria em que trabalho, tratam as mulheres como se fossem insignificantes, de forma abusiva, tanto fisicamente quanto emocionalmente, já se tornou uma situação diária. Isso não está certo. Isso não pode se tornar nosso novo normal”. Ele também se diz disposto a entrar na luta. “Quero me tornar um homem melhor, um aliado melhor”, comenta. “E especialmente quero que todas as mulheres da minha vida saibam que eu estou ouvindo, que eu fico ao seu lado e as apoio. Estou impressionado não só com todas as mulheres que falaram nestas últimas semanas, mas com todas que um dia já fizeram isso. Não consigo imaginar como foi aterrador e quanta coragem foi necessária. Estas mulheres são os verdadeiros super-heróis, e elas deveriam ser tratadas assim”. Como os demais, Lotz e Gustin não mencionam Kreisberg em nenhum momento, mas as manifestações dos astros televisivos da DC Comics acontecem poucos dias após o produtor ser suspenso pela WBTV (Warner Bros. Television) de suas funções nas quatro séries de super-heróis da rede CW, após denúncias de má conduta nos sets. O produtor foi acusado por 19 pessoas, que relataram casos de toques inapropriados, pedidos de massagens, comentários de teor sexual sobre a aparência de mulheres, além de beijos sem permissão. A declaração mais forte foi a de Melissa Benoist, a primeira a se manifestar. Num longo comunicado, ela afirmou que encabeça uma série que representa “igualdade, feminismo, empoderamento e a luta pelo que é certo”, mas que, “infelizmente, a série e a minha carreira fazem parte de uma indústria que nem sempre reflete esses sentimentos”. “Isto é de partir o coração e às vezes me faz sentir sem esperanças”, acrescentou, afirmando que as vítimas de assédio “deveriam sempre ser ouvidas”. “Quando as pessoas tem crises ou assediam os outros, elas devem sempre ser responsabilizadas — independentemente da indústria em que trabalhem ou quanto poder eles exercem”, disse ela, acrescentando que voltaria às gravações de “Supergirl” esta semana ainda mais comprometida a ser “uma parte da mudança de norma, escutando quando as pessoas falam, e recusando a aceitar um ambiente que seja menos do que um espaço seguro, respeitoso e colaborativo”. Já a intérprete de Felicity Smoak em “Arrow” criticou os homens que cometeram assédio, aqueles que viram os olhos para este tipo de comportamento e os que falam em “sexismo às avessas”, dizendo que eles são “fracos e cúmplices”. Ao mesmo tempo, ela elogiou as mulheres que vieram a público denunciar os muitos casos em Hollywood e as mulheres que as apoiaram, referindo-se a elas como as verdadeiras “heroínas”. Stephen Amell foi o único a postar um vídeo, em que expressou solidariedade a seus colegas de elenco e equipe, que teriam sido assediados. Ele também afirmou apoiar as declarações feitas pelas colegas Melissa Benoist, Emily Bett Rickards e Caity Lotz nas redes sociais, e revelou ter tido uma reunião com o elenco e a equipe de “Arrow”, em que se colocou à disposição para representar qualquer integrante da série em reuniões com a Warner sobre problemas no set de gravações. “Se você não é parte ativa da solução, então você é parte do problema”, declarou o astro. To the brave women and men who are coming forward to condemn their abusers… I add my voice to the choir of support. You are the ones ushering in change that would allow all of us to work in an environment where we are respected and safe — Caity Lotz (@caitylotz) November 13, 2017 ♥️ Uma publicação compartilhada por Grant Gustin (@grantgust) em Nov 13, 2017 às 10:04 PST

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    Astro de Arrow grava vídeo de apoio à investigação de assédio sexual nos bastidores da série

    14 de novembro de 2017 /

    O Arqueiro Verde se juntou à Supergirl num luta diferente. Assim como havia feito Melissa Benoist (a Supergirl) e sua própria colega de elenco de “Arrow” Emily Bett Rickards (a Felicity), o ator Stephen Amell foi às redes sociais manifestar-se contra o assédio sexual e a favor de investigações sobre denúncias de mau comportamento. As manifestações acontecem poucos dias após o produtor Andrew Kreisberg, cocriador tanto de “Arrow” quanto de “Supergirl”, ser suspenso pela WBTV (Warner Bros. Television) de suas funções em todas as produções de super-heróis da DC Comics, após denúncias de má conduta nos sets. O produtor foi acusado por 19 pessoas, que relataram casos de toques inapropriados, pedidos de massagens, comentários de teor sexual sobre a aparência de mulheres, além de beijos sem permissão. Em um vídeo publicado no Facebook, o ator não menciona Kreisberg, mas disse estar disposto a ajudar a investigação da Warner e expressou solidariedade com seus colegas de elenco e equipe: “Se você não é parte ativa da solução, então você é parte do problema”, declarou o astro. Ele também afirmou apoiar as declarações feitas pelas colegas Melissa Benoist, Emily Bett Rickards e Caity Lotz (a Canário Branco) nas redes sociais, e revelou ter tido uma reunião com o elenco e a equipe de “Arrow” em que afirmou que, se quisessem, representaria qualquer integrante da série em reuniões com a Warner sobre problemas no set de gravações. Publicado por Stephen Amell em Segunda, 13 de novembro de 2017  

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    Asher Angel e Zachary Levi aparecem juntos pela primeira vez após serem confirmados em Shazam!

    14 de novembro de 2017 /

    Os atores Asher Angel (série “Andi Mack”) e Zachary Levi (série “Chuck”) apareceram juntos em público pela primeira vez, após serem escalados para viver Billy Batson e Shazam (o antigo Capitão Marvel) no filme “Shazam!”, um dos próximos lançamentos do universo cinematográfico da DC Comics no cinema. O encontro aconteceu no tapete vermelho da première de “Liga da Justiça”, na noite de segunda-feira (13/11). Nos quadrinhos originais, Billy Batson se transforma num adulto superfortão (que no filme será o menos fortão Levy) proferindo a palavra mágica Shazam!, um acrônimo formado pelas iniciais de deuses, semideuses e profetas do mundo antigo – Salomão, Hércules, Atlas, Zeus, Aquiles e Mercúrio -, que conferem ao jovem seus atributos heroicos. Chamado originalmente de Capitão Marvel, o herói foi criado em 1939 por Bill Parker e C.C. Beck, e chegou a ser o personagem de quadrinhos mais popular da década de 1940, com vendas mensais de 1,3 milhão de exemplares e vários spin-offs centrados na chamada “Família Marvel” – Mary Marvel, Capitão Marvel Jr., etc. Todo esse sucesso incomodou a DC Comics, que entrou com um processo contra sua editora, a Fawcett Comics, por considerar que Capitão Marvel era plágio do Superman. Recorrendo na justiça por mais de uma década, a DC se aproveitou do endividamento da Fawcett para adquirir seus personagens – e após relançar o Capitão Marvel como Shazam! nos anos 1970, até o incluiu na Liga da Justiça. Mas suas histórias sempre foram mais leves que as dos outros heróis, por sua característica única: ser apenas uma criança, sob a aparência de um adulto superfortão. O roteiro de “Shazam!” está sendo escrito por Darren Lemke (“Goosebumps: Monstros e Arrepios”), Henry Gayden (“Terra para Echo”) e Geoff Johns (cocriador da série “The Flash”), mas curiosamente a direção é de um especialista em terror: David F. Sandberg (“Quandos as Luzes se Apagam” e “Annabelle 2: A Criação do Mal”). O filme não deve trazer participação do astro Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos 8”), escalado há vários anos para viver o vilão Adão Negro, um dos principais antagonistas de Shazam!. Johnson deve estrelar só o spin-off de seu personagem. “Shazam!” é o segundo filme na fila de estreia dos heróis da DC após “Liga da Justiça”, que chega aos cinemas brasileiros na quinta (16/11). Ele será lançado após “Aquaman”, previsto para dezembro de 2018, e antes de “Mulher-Maravilha 2”, que chega em novembro do ano seguinte. As filmagens vão começar em fevereiro em Toronto, no Canadá, com uma estimativa de lançamento para abril de 2019.

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  • Série

    Mon-El retorna em trailer emotivo de Supergirl

    14 de novembro de 2017 /

    A rede CW divulgou o trailer do próximo episódio de “Supergirl”, que destaca o reencontro da heroína (Melissa Benoist) com Mon-El (Chris Wood), após a trágica separação do casal no final da temporada passada. A prévia capricha nas lágrimas e na trilha emotiva, enquanto Supergirl luta contra seus sentimentos, dividida entre acreditar no milagre e questionar se não se trata de um truque. O detalhe é que ele não é o único passageiro resgatado na nave misteriosa naufragada na baía de National City. E a identidade dos demais tripulantes pode ter a ver com as contratações de Jesse Rath (série “Defiance”) e Amy Jackson (“Freaky Ali”) como personagens da Legião de Super-Heróis. A volta de Mon-El acontece no episódio intitulado “Wake Up” e vai ao ar na próxima segunda (20/11) nos Estados Unidos, uma semana antes do crossover “Crisis on Earth-X”. “Supergirl” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Estreia de Mulher-Maravilha 2 é antecipada pela Warner

    13 de novembro de 2017 /

    A estreia de “Mulher-Maravilha 2” foi antecipada em um mês e meio pela Warner. Anteriormente prevista para 13 de dezembro de 2019, a produção agora vai chegar aos cinemas norte-americanos em 1 de novembro. Com isso, a Warner distancia seu filme de “Star Wars: Episódio IX”, que recentemente foi adiado para 20 de dezembro, uma semana após a data prevista para o lançamento original do segundo filme da super-heroína. No fim de semana, rumores surgiram de que Gal Gadot não retornaria ao papel de Mulher-Maravilha se a Warner não tirasse Brett Ratner e sua produtora, RatPac-Dune Entertainment, dos créditos da produção. O estúdio não pretende renovar seu acordo de financiamento com a companhia do produtor, envolvido nos escândalos sexuais que assolam Hollywood. Mesmo sem rompimento, o acordo se encerraria em um ano, na primavera de 2018, e já não envolveria a produção de “Mulher-Maravilha 2”. Patty Jenkins vai voltar à direção, após fechar um acordo que a tornará a diretora mais bem-paga de todos os tempos. A trama da sequência será baseada numa ideia dela e do diretor executivo da DC Entertainment, Geoff Johns, que também é criador da série “The Flash”. Mas o roteiro está sendo escrito por Dave Callaham, autor do argumento que supostamente deu origem à franquia “Os Mercenários”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele foi escolhido por sugestão da diretora Patty Jenkins, após os dois colaborarem em “Jackpot”, projeto que foi abandonado quando Jenkins assumiu “Mulher-Maravilha”. Vale lembrar que o estúdio de “Os Mercenários” processou o roteirista por fraude, por ter buscado créditos pela franquia que teria sido totalmente criada por Sylvester Stallone. Callaham garante que foi Stallone quem roubou a ideia de um roteiro antigo que ele tinha. O que ele comprovadamente escreveu foi a pior adaptação de videogame de todos os tempos, “Doom” (2005), o péssimo terror “Os Cavaleiros do Apocalipse” (2009), o esboço inicial de “Godzila” (2014) e andou rabiscando, sem créditos, “Homem-Formiga” (2015) para a Marvel.

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    Primeiras impressões de Liga da Justiça apontam filme divertido com potencial para ser melhor

    13 de novembro de 2017 /

    As primeiras impressões da crítica sobre o filme da “Liga da Justiça” começaram a ser publicadas nas redes sociais no fim de semana. Como sempre, a imprensa geek fez questão de deixar registrada sua opinião antes dos chamados jornalistas sérios. E o resultado é misto. Há um consenso de que o filme é bem melhor que “Batman vs. Superman” e muito divertido, mas podia ser melhor. Em geral positivas, as avaliações também apontam alguns pontos fracos, especialmente – e também como sempre – o vilão. Já os pontos fortes, são o desenvolvimento dos personagens e o humor. Vale lembrar que o filme é uma espécie de “Frankenstein”, que nasceu pelas mãos de Zack Snyder (“Batman vs. Superman”) e foi retalhado e refeito, após supostamente estar pronto, por Joss Whedon (“Os Vingadores”). Enquanto o primeiro é conhecido por comandar filmes de heróis que se levam muito a sério, o segundo é celebrado justamente pelo desenvolvimento de personagens e humor. Ou seja, é fácil deduzir o que aconteceu nas refilmagens. Liga da Justiça” estreia na quinta-feira (16/11) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Confira abaixo, algumas das opiniões dos críticos de sites geeks dos Estados Unidos. “Liga da Justiça é melhor que ‘Batman vs. Superman’ e ‘Esquadrão Suicida’. É enxuto e cheio de ação de super-heróis. Eu aprovei a maioria dos momentos mais leves e acho que tem uma das melhores sequências de ação de todos os filmes do Universo DC. E, claro, Mulher-Maravilha rouba as cenas” – Erik Davis, Fandango “Eu tenho muito a dizer sobre ‘Liga da Justiça’, mas vou esperar até a critica poder ser publicada. Mas duas coisas importantes: espere até o fim dos créditos e Jason Momoa como Aquaman é incrível” – Steve Weintraub, Collider. “’Liga da Justiça’ não é um filme perfeito. Tem uma história com falhas e um vilão simplório de computação gráfica. Mas, o mais importante, entende os heróis do modo certo. Cada membro da Liga é fantástico e é difícil escolher o seu favorito. Tem muita diversão, do início ao fim” – Brandon Davis, ComicBook. “Liga da Justiça é ok. Narrativamente é uma bagunça, as ameaças não funcionam e o vilão não é nada demais. No entanto, os heróis são ótimos, o filme é divertido e o desenvolvimento dos personagens funcionam. Eu não amei, mas há coisas boas o suficiente para me empolgar pelo futuro [da DC]” – Germain Lussier, io9. “Liga da Justiça é melhor do que eu esperava, mas não é um gol de placa. A interação da equipe é muito divertida. O filme manda o Universo DC para uma direção esperançosa, mostrando o caminho para a franquia seguir. Flash e Aquaman roubam as cenas. Ciborgue e o vilão são os pontos fracos” – Peter Sciretta, Slash Film. “Eu vi ‘Liga da Justiça’. Aqui está o que eu achei. Há muitas coisas que eu mudaria, mas eu gostei. Eu gostei de ver a equipe junta e me diverti assistindo. Ezra rouba o filme e a Mulher-Maravilha está perfeita” – Jenna Busch, Coming Soon. “’Liga da Justiça’ é uma jornada divertida, que conduz bem os personagens, mas falha na narrativa. É uma execução confusa que é salva pelos atores, que superam as limitações para entregar uma divertida e esperançosa, ainda que falha, entrada para o Universo DC” – Paul Shirey, JoBlo. “Eu estou genuinamente feliz por dizer que Liga da Justiça é muito divertido. Não é perfeito e tem problemas, mas faz com que você se importe com esses personagens como uma equipe ao final. Também é muito divertido de modos muito inesperados” – Terri Schwartz, IGN.

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    Amazon confirma produção de série baseada em O Senhor dos Anéis

    13 de novembro de 2017 /

    A especulada série derivada de “O Senhor dos Anéis” foi confirmada pelo Amazon Studios. A empresa fechou um contrato com os herdeiros do escritor J.R.R. Tolkien e a Warner, que inclui o compromisso de produzir várias temporadas e até mesmo um possível spin-off. Ela venceu a Netflix, que também estava no páreo pela disputa dos direitos. A aquisição é acompanhada por mais informações sobre o projeto, que não será uma adaptação literal dos livros de J.R.R. Tolkien, já transformados em filmes por Peter Jackson. A trama contará histórias que ocorreram antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, mostrará aventuras inéditas e originais passadas na Terra Média, com personagens conhecidos, numa trama situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. No comunicado que anunciou a produção, Sharon Tal Yguado, nova chefe do Amazon Studios, afirmou: “O Senhor dos Anéis é um fenômeno cultural, que capturou a imaginação de gerações de fãs através da literatura e da tela grande. Estamos honrados em trabalhar com a Tolkien Estate and Trust, a editora HarperCollins e o estúdio New Line [da Warner] nesta colaboração emocionante para a televisão e estamos entusiasmados em levar os fãs de ‘O Senhor dos Anéis’ em uma nova jornada épica na Terra-Média”. Um representante dos herdeiros de Tolkien também se pronunciou no comunicado. “Nós estamos encantados que a Amazon, com seu compromisso de longa data com a literatura, seja o lar da primeira série de múltiplas temporadas de ‘O Senhor dos Anéis’. Sharon e a equipe da Amazon Studios têm idéias excepcionais para trazer para a tela histórias inexploradas, com base em manuscritos originais de J.R.R. Tolkien”. O acordo aconteceu poucas semanas após Jeff Bezos, dono da Amazon, afirmar que a plataforma de streaming da companhia precisava ter seu próprio “Game of Thrones”. Ainda não há previsão de estreia.

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    Diretor de Mad Max: Estrada da Fúria processa a Warner por falta de pagamentos devidos

    13 de novembro de 2017 /

    Muito se especulou sobre a continuação de “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), após o filme render US$ 378 milhões em todo o mundo e vencer vários Oscars, mas só agora o motivo da sequência da franquia pós-apocalíptica de George Miller não ter acontecido veio à tona. Segundo o jornal australiano Sydney Morning Herald, o diretor está processando a Warner por lucros não recebidos da produção. “Simplificando, nos devem pagamentos substanciais por trabalho diligente e minucioso que abrangeu mais de 10 anos no desenvolvimento do roteiro e preparação e três anos na produção do filme”, ​​disseram Miller e seu parceiro produtor, Doug Mitchell, em comunicado. O contrato do filme incluía um bônus de US$ 7 milhões para Miller e sua produtora, caso o longa não tivesse o custo líquido maior do que US$ 157 milhões, excluindo alguns valores do cálculo. Outro ponto afirma que caso a Warner quisesse encontrar mais um financiador, ofereceria a chance primeiro para a produtora do diretor, a Kennedy Miller Mitchell. Mas o estúdio fechou um acordo de financiamento com a RatPac Entertainment, de James Parker e Brett Ratner, atualmente envolvido nos escândalos sexuais que sacodem Hollywood. No processo, a Warner diz que Mad Max ultrapassou o valor colocado em contrato e Miller não nega a informação, mas afirma que isso é culpa da própria Warner, que tomou decisões que alteraram o filme e causaram atrasos na produção. A produtora afirma que, por conta disso, esses valores não deveriam ser contabilizados no custo líquido. “Nós preferimos fazer filmes com a Warner Bros do que lutar com eles, mas, depois de tentar por mais de um ano, não conseguimos alcançar uma resolução satisfatória e agora tivemos que recorrer a uma ação judicial para resolver as coisas”. A Warner Bros. foi breve em sua resposta: “Nós discordamos e defenderemos vigorosamente contra essas afirmações”. Por conta dessa briga – por “centavos”, em proporção aos orçamentos milionários da indústria cinematográfica de Hollywood e os rendimentos das franquias – , é bastante difícil que “Mad Max: Estrada da Fúria” tenha sua aguardada continuação.

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    Estrelas de Supergirl e Arrow protestam contra assédios após suspensão de produtor

    13 de novembro de 2017 /

    A estrela de “Supergirl”, Melissa Benoist, e a principal intérprete feminina de “Arrow”, Emily Bett Rickards, usaram as redes sociais no fim de semana para se pronunciar contra os escândalos de assédio sexual que sacodem Hollywood e que, na sexta (10/11) atingiram a produção de suas séries, com a decisão da Warner Bros TV de afastar Andrew Keisberg, co-criador das duas atrações. Num longo comunicado, Melissa Benoist afirma que encabeça uma série que representa “igualdade, feminismo, empoderamento e a luta pelo que é certo”, mas que, “infelizmente, a série e a minha carreira fazem parte de uma indústria que nem sempre reflete esses sentimentos”. “Isto é de partir o coração e às vezes me faz sentir sem esperanças”, acrescentou, afirmando que as vítimas de assédio “deveriam sempre ser ouvidas”. A declaração da atriz não menciona Kreisberg em nenhum momento, mas defende a responsabilização dos assediadores. “Quando as pessoas tem crises ou assediam os outros, elas devem sempre ser responsabilizadas — independentemente da indústria em que trabalhem ou quanto poder eles exercem”, disse ela. A atriz ainda diz que voltará às gravações de “Supergirl” esta semana ainda mais comprometida a ser “uma parte da mudança de norma, escutando quando as pessoas falam, e recusando a aceitar um ambiente que seja menos do que um espaço seguro, respeitoso e colaborativo”. Já a intérprete de Felicity Smoak em “Arrow” criticou os homens que cometeram assédio, aqueles que viram os olhos para este tipo de comportamento e os que falam em “sexismo às avessas”, dizendo que eles são “fracos e cúmplices”. Ao mesmo tempo, ela elogia as mulheres que vieram a público denunciar os muitos casos em Hollywood e as mulheres que as apoiam, referindo-se a elas como as verdadeiras “heroínas”. Kreisberg é cocriador e produtor executivo de “Supergirl”, “Arrow” e também de “The Flash” e “Legends of tomorrow”. Após as acusações de assédio, o produtor foi suspenso e a Warner instaurou uma investigação sobre o caso. “Ficamos sabendo recentemente de acusações de má conduta contra Andrew Kreisberg. Suspendemos o Sr. Kreisberg e estamos conduzindo uma investigação interna. Levamos todas as acusações de má conduta a sério e estamos comprometidos em criar um ambiente de trabalho seguro para nossos funcionários e todos envolvidos em nossas produções”, diz o comunicado da produtora. Segundo o site da revista Variety, 19 pessoas acusam o produtor de assédio sexual. Ninguém quis se identificar. Mas uma pessoa próxima ao caso afirmou que várias funcionárias de “The Flash” reclamaram sobre o comportamento do produtor nos bastidores. Com uma roteirista em específico, Kreisberg teria se comportado de forma “inapropriada” e criava um “ambiente de trabalho hostil”, até que ela não aguentou e pediu demissão. O mesmo teria acontecido com outra mulher, que dirigiu episódios de “Arrow” e “The Flash”. Desde outubro, uma série de acusações de assédio sexual vieram à tona, envolvendo grandes nomes da indústria do entretenimento dos Estados Unidos. Após a denúncia contra o poderoso produtor Harvey Weinstein, acusado por dezenas de mulheres em diferentes casos de abuso sexual, Hollywood vive sob a sombra de novas e constantes revelações, que já envolveram atores como Kevin Spacey, Ed Westwick, Steven Seagal e Louis C.K., cineastas como Brett Ratner e James Toback, além de agentes de artistas e executivos de estúdios. ❤️ pic.twitter.com/bIAcZWrYOT — Melissa Benoist (@MelissaBenoist) November 13, 2017 pic.twitter.com/AhSoTHZO2M — Emily Bett Rickards (@EmilyBett) November 13, 2017

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    Atriz de The Big Bang Theory vai participar de Supergirl

    12 de novembro de 2017 /

    A atriz Laurie Metcalf, conhecida por interpretar a mãe religiosa e divertida de Sheldon Cooper na série “The Big Bang Theory”, vai participar de “Supergirl”. Ela dará vida a outra mãe de personagem importante. Metcalf aparecerá no 15º episódio da 3ª temporada de “Supergirl” como a mãe do personagem Winn Schott (Jeremy Jordan). Para quem não lembra, o pai de Winn já foi visto na 1ª temporada da série. Trata-se do vilão Homem Brinquedo, vivido por Henry Czerny, que também foi um pai famoso (e malvado) em “Revenge”. “Supergirl” – assim como “The Big Bang Theory” – é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Gal Gadot teria condicionado sua participação em Mulher-Maravilha 2 à saída de Brett Ratner da produção

    12 de novembro de 2017 /

    A estrela da “Mulher Maravilha”, Gal Gadot, estaria condicionando sua participação na continuação do filme à saída de Brett Ratner da produção. Não apenas nominalmente, mas também financeiramente. A afirmação é do site de celebridades Page Six, que pertence ao jornal New York Post. Uma fonte do site afirmou que a atriz não quer que “Mulher-Maravilha” seja associado a “um homem acusado de má conduta sexual”. “Gadot está dizendo que não vai participar da sequência, a menos que a Warner Bros. compre a participação de Brett [de seu acordo de financiamento] e se livre dele”. Gadot já tinha evitado participar de um evento em homenagem a Ratner, na véspera da publicação da denúncia do Los Angeles Times, em que ele foi acusado de abuso sexual. Entre as mulheres que o denunciaram estão as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). Ela tinha sido escolhida para fazer uma homenagem a Ratner, porque sua empresa de produção, RatPac-Dune Entertainment, ajudou a produzir “Mulher-Maravilha”, como parte de seu acordo de co-financiamento com a Warner Bros. Tanto que, no lugar da atriz, a diretora de “Mulher-Maravilha”, Patty Jenkins, prestou a homenagem – poucos dias antes do escândalo estourar. Ratner virou sócio da Warner após fundar a produtora RatPac com o milionário James Packer, ex-noivo de Mariah Carey, em 2012. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment e ajudou a financiar os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “O Regresso” (2015) e até… “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016). Graças a este relacionamento bem-sucedido, Ratner tinha um escritório de luxo no set da Warner, que antigamente era usado por Frank Sinatra. A fonte acrescentou que Gadot “sabe que a melhor maneira de derrotar pessoas poderosas como Brett Ratner está na carteira. Ela também sabe que a Warner Bros. tem que tomar partido nessa questão. Eles não podem fazer um filme enraizado no empoderamento feminino com financiamento de um homem acusado de má conduta sexual contra as mulheres”. Na verdade, já um movimento nesse sentido. Na semana passada, o estúdio anunciou que estava cortando os laços com Ratner. Após as várias alegações de assédio sexual, seu nome será tirado dos futuros lançamentos do estúdio coproduzidos pela RatPack-Dune – entre eles, os esperados “Liga da Justiça” e “Tomb Raider”. Para remediar o estrago, o próprio produtor emitiu uma nota dizendo que a iniciativa de se afastar da Warner tinha sido sua. Em comunicado sucinto, ele afirmou: “Tendo em vista as alegações feitas, eu escolho pessoalmente me afastar de todas as atividades relacionadas à Warner Bros. Não quero trazer impactos negativos ao estúdio até que estas questões pessoais sejam resolvidas”. No início deste mês, Gadot postou no Instagram: “O assedio e o assédio sexual são inaceitáveis! Estou ao lado de todas as mulheres corajosas que enfrentam seus medos e denunciaram. Estamos todas unidas neste momento de mudança”. O Page Six buscou confirmar a informação junto com Gadot e Ratner, mas eles não comentaram. Já um representante da Warner Bros. disse apenas: “Falso”.

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    Produtor das séries de super-heróis da DC é afastado após denúncias de assédio

    11 de novembro de 2017 /

    A produtora Warner Bros Television (WBTV) afastou na noite de sexta-feira (10/11) o produtor executivo Andrew Kreisberg, responsável pelas séries da DC Comics na rede CW. Co-criador, com Greg Berlanti, de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, ele é acusado de assediar sexualmente diversas mulheres nos últimos anos. “Ficamos sabendo recentemente de acusações de má conduta contra Andrew Kreisberg. Suspendemos o Sr. Kreisberg e estamos conduzindo uma investigação interna. Levamos todas as acusações de má conduta a sério e estamos comprometidos em criar um ambiente de trabalho seguro para nossos funcionários e todos envolvidos em nossas produções”, diz o comunicado da produtora. Segundo o site da revista Variety, 19 pessoas acusam o produtor de assédio sexual. Ninguém quis se identificar. Mas uma pessoa próxima ao caso afirmou que várias funcionárias de “The Flash” reclamaram sobre o comportamento do produtor nos bastidores. Com uma roteirista em específico, Kreisberg teria se comportado de forma “inapropriada” e criava um “ambiente de trabalho hostil”, até que ela não aguentou e pediu demissão. O mesmo teria acontecido com outra mulher, que dirigiu episódios de “Arrow” e “The Flash”. Kreisberg se defende das acusações. “Eu fiz alguns comentários sobre a aparência das mulheres, mas nenhum de cunho sexual”, ele afirmou à Variety. Desde outubro, uma série de acusações de assédio sexual vieram à tona, envolvendo grandes nomes da indústria do entretenimento dos Estados Unidos. Após a denúncia contra o poderoso produtor Harvey Weinstein, acusado por dezenas de mulheres em diferentes casos de abuso sexual, Hollywood vive sob a sombra de novas e constantes revelações, que já envolveram atores como Kevin Spacey, Ed Westwick, Steven Seagal e Louis C.K., cineastas como Brett Ratner e James Toback, além de agentes de artistas e executivos de estúdios.

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