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    Wagner Moura diz que corre risco de vida no Brasil

    8 de junho de 2019 /

    O ator Wagner Moura (“Narcos”), afirmou que está com medo de viver no Brasil. “Pela primeira vez na minha vida, eu sinto que estou correndo risco”, disse ele ao jornal australiano Daily Telegraph. “Sempre que vou para o Rio de Janeiro ou para São Paulo, preciso tomar muito cuidado. É de partir o coração”, desabafou o ator, referindo-se à ameaças derivadas da polarização política do país. Moura está na Austrália para participar do júri do Festival de Sydney, que começou na quarta-feira (5/6) e segue até o próximo domingo (16). Além disso, o festival vai apresentar, fora da disputa, sua estreia como diretor e roteirista de cinema: “Marighella”, sobre a vida do escritor e guerrilheiro Carlos Marighella (1911-1969), que continua inédito no Brasil. Na época da exibição do filme no Festival de Berlim, em fevereiro, o longa recebeu críticas do presidente Jair Bolsonaro e foi alvo de trolls da internet, que o atacaram em sites de cinema americanos, embora o filme não tivesse sido exibido nos Estados Unidos e ainda não possua lançamento previsto no Brasil. “Eu estava preparado para que o filme dividisse a população e para as críticas, mas não esperava que a distribuidora não tivesse coragem de lançá-lo”, comentou Moura ao jornal australiano. Os comentários do ator contrastam com declaração que ele deu em janeiro, durante entrevista ao programa “Cinejornal”, do Canal Brasil, em que repercutiu a decisão do ex-deputado Jean Wyllys de deixar o país após receber ameaças de morte. “Na minha frente ninguém nunca fez nada e eu não sei como reagiria se o fizessem. Mas eu não tenho medo não”, falou na ocasião, sobre supostas ameaças que estaria recebendo por “Marighella”. Apesar de sua preocupação, Moura ressaltou que isso não vai impedi-lo de voltar ao pais. Entretanto, sua agenda atual só contempla produções americanas, todas rodadas no exterior: a minissérie “Sergio”, da Netflix, sobre o diplomata brasileiro Sergio Moreira Mello, e os filmes “Wasp Network”, do francês Olivier Assayas, e “Sweet Vengeance”, de Brian De Palma.

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    Netflix anuncia filmes de Maisa Silva, Larissa Manoela, Wagner Moura e 30 projetos nacionais

    24 de abril de 2019 /

    A Netflix anunciou nesta quarta-feira (24/4), durante o evento Rio2C, que passará a investir mais na produção de filmes brasileiros e que firmou contratos com Larissa Manoela e Maisa Silva, estrelas do SBT cobiçadas pela Globo, além do comediante Fábio Porchat, para estrelar algumas das obras. Mais popular do trio, Maisa será a protagonista de três longas nos próximos três anos. Porchat também fará três filmes e o mesmo deve valer para Larissa, que já tem o primeiro definido. Será “Modo Avião”, escrito e dirigido por César Rodrigues (“Vai que Cola – O Filme”), em que uma jovem influenciadora digital vai precisar ficar numa fazenda sem poder usar o celular – sim, lembra um reality da Record. A plataforma de streaming também anunciou que está atualmente investindo em nada menos que 30 projetos no Brasil, um de seus maiores mercados globais, entre séries, longas e documentários. Ted Sarandos, chefe de Conteúdo da Netflix, revelou no Rio de Janeiro que fechou parcerias também com a escritora Thalita Rebouças, com o diretor Fernando Meirelles e com o ator Wagner Moura, que vai estrear como produtor com “Sérgio”, cinebiografia do diplomata Sérgio Vieira de Mello (1948-2003). Thalita Rebouças, por sua vez, assina “Quem Nunca?”, seu primeiro roteiro original após seus livros best-sellers virarem filmes de sucesso. O projeto será sobre três adolescentes que vão a um acampamento escolar depois de fazer um pacto de permanecerem solteiras, mas as coisas se complicam quando ex-namorados aparecem – sim, lembra um reality da MTV. A maioria dos projetos são comédias e ainda incluem “Ricos de Amor”, de Bruno Garotti (“Cinderela Pop”), estrelado pela dupla Giovanna Lancellotti e Danilo Mesquita (da novela “Segundo Sol”), e “Carnaval, dirigido por Leandro Neri (“A Padroeira”). A empresa de streaming também trará de volta “O Menino Maluquinho”, do cartunista brasileiro Ziraldo, num desenho animado produzido pela Chatrone e previsto para 2021. Entre as séries, além das já anunciadas “Sintonia”, criada por Kondzilla, “Ninguém Tá Olhando”, de Daniel Rezende, “Irmandade”, com Seu Jorge, o terror “O Escolhido”, a 2ª temporada de “O Mecanismo” e a 3ª de “3%”, vem aí “Futebol”, um drama de Elena Soares que conta a história por trás da relação intensa entre dois jogadores, Toró e Pantera, dois meninos pobres de 15 anos que são escolhidos entre uma multidão para integrar a categoria júnior do maior time brasileiro. “O Brasil tem talentos extraordinários e uma longa tradição em contar grandes histórias. É por este motivo que estamos animados em aumentar nosso investimento na comunidade criativa brasileira. Esses 30 projetos, em vários estágios de produção em diferentes locais espalhados pelo país, serão feitos no Brasil e consumidos pelo mundo”, disse Sarandos em comunicado à imprensa. A investida da Netflix acontece no momento em que todos os novos projetos de filmes e séries estão paralisados no Brasil por conta da “política cultural” do governo Bolsonaro, fato que inclusive ganhou reportagem da revista americana Variety.

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    IMDb apaga mais de mil críticas falsas que atacavam Marighella, filme de Wagner Moura

    18 de fevereiro de 2019 /

    Exibido apenas no Festival de Berlim, “Marighella”, o primeiro filme dirigido por Wagner Moura, já teria sido visto por milhares de brasileiros, bem mais que as poucas dezenas de convidados da sessão de gala do longa na Alemanha, se fossem consideradas reais as opiniões sobre a obra publicadas no site IMDb no último fim de semana. Na verdade, a estranha popularidade do longa, que ainda não teve estreia comercial, deve-se a uma campanha organizada nas redes sociais e Whatsapp por grupos da extrema direita do Brasil, com o objetivo de atacar o trabalho de forma maciça. Isto porque o filme é uma cinebiografia de um guerrilheiro baiano, que entrou na luta armada contra a ditadura militar brasileira. O site IMDb, que incentiva resenhistas amadores a escreverem sobre seus filmes favoritos, monitorou o movimento atípico e decidiu apagar todas as resenhas falsas contra o longa. Foram consideradas fake reviews, porque escritas por quem não viu o trabalho e tem uma agenda diferente do comentário cinematográfico. Isto aconteceu após mais de mil críticas serem escritas em menos de três dias, num movimento de dar inveja aos blockbusters da Marvel, e após a nota do filme inédito marcar 2,8 na avaliação gerada pela computação de 26 mil interações do público. Usuários favoráveis ao filme também se mobilizaram para denunciar, um por um, todos os comentários sobre o filme como “inapropriados”. “Muitas pessoas estão propositalmente dando nota 1/10 ao filme devido a uma opinião política divergente”, escreveu num deles num fórum de atendimento ao consumidor. O IMDb atendeu às denúncias e, na manhã desta segunda-feira (18/2), tirou todos os comentários do ar. Com o apagamento das críticas falsas, a nota também foi desconsiderada. Mesmo assim, os falsos resenhistas continuam a tentar repor suas opiniões negativas contra o filme que não viram, com a irônica alegação de que a reação do IMDb é censura. Uma “crítica” que permanece no ar usa a expressão “commie”, uma ofensa do auge da Guerra Fria, que pode ser traduzida como “comunistinha”. Comentários desse tipo também foram escritos no Rotten Tomatoes, embora não tenham sido considerados para gerar uma nota de avaliação. Entre os ataques, pode ser lido que o filme é “propaganda comunista”, “tudo é mentira”, “terrorista mostrado como herói”, “brasileiros não toleram terroristas”, “exalta bandido a custa de impostos dos brasileiros”, etc. Até o momento, o Rotten Tomatoes compilou três críticas oficiais da imprensa americana sobre “Marighella”. Todas são positivas e todas preveem polarização devido ao timing da produção, que chega aos cinemas após a eleição de Jair Bolsonoro, representante da ditadura militar denunciada no longa.

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    Marighella: Estreia na direção de Wagner Moura ganha pôster internacional

    4 de fevereiro de 2019 /

    A O2 Filmes divulgou o cartaz internacional de “Marighella”, a estreia na direção do ator Wagner Moura (“Narcos”). O pôster foi produzido para acompanhar a première mundial do filme, que vai acontecer no Festival de Berlim. Ele destaca um close de Seu Jorge (“Cidade de Deus”) no papel-título. O longa conta a história do guerrilheiro Carlos Marighella, morto em 1969 pela ditadura militar, e será exibido fora de competição no festival alemão. Além de Seu Jorge, o elenco conta com Adriana Estevez (“Real Beleza”), Bruno Gagliasso (“Todas as Canções de Amor”) e Herson Capri (“Como Nossos Pais”). O Festival de Berlim começa nesta quinta (7/2) na capital da Alemanha.

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    Marighella: Estreia de Wagner Moura na direção terá première mundial no Festival de Berlim

    10 de janeiro de 2019 /

    O primeiro filme dirigido pelo ator Wagner Moura, “Marighella”, terá sua première mundial do Festival de Berlim 2019. O longa sobre o guerrilheiro Carlos Marighella, morto em 1969 pela ditadura militar, será exibido fora de competição. Seu Jorge interpreta o papel-título da produção, que conta com Adriana Estevez, Bruno Gagliasso e Herson Capri no elenco. A organização do festival também anunciou novos filmes de Agnés Varda (“Varda par Agnés”) e de Chiwetel Ejiofor (“The Boy Who Harnessed the Wind”), outro ator que estreia na direção, como parte da seleção dos filmes fora de competição do evento, que acontece entre 7 e 17 de fevereiro na capital da Alemanha.

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    Wagner Moura volta a viver Pablo Escobar em Narcos: México

    16 de novembro de 2018 /

    Disponibilizada nesta sexta (16/11) pela Netflix, a série “Narcos: México” revela uma surpresa para os fãs das primeiras temporadas da série original. Um episódio da nova trama traz participação especial de ninguém menos que Wagner Moura, voltando a viver Pablo Escobar. O retorno de Escobar, morto na 2ª temporada de “Narcos”, entrelaça as tramas. E só foi possível porque a nova história se passa durante os anos 1980 e reflete o fato de que o traficante mexicano Miguel Ángel Felix Gallardo (vivido por Diego Luna) realmente estabeleceu negócios com Escobar, transformando o México na principal porta de entrada para a cocaína nos Estados Unidos. Para diversificar seus negócios, Gallardo viaja para a Colômbia, visando negociar com o Cartel de Cali. E isso significa o retorno de outros nomes conhecidos da série, Gilberto Rodríguez Orejuela (Damián Alcázar), Miguel Rodríguez Orejuela (Francisco Denis) e Pacho Herrera (Alberto Ammann). Mas na hora de pegar o avião de volta para o México, é sequestrado por Blackie (Julián Díaz), que o conduz até a Fazenda Nápoles, a famosa residência de Escobar, onde ocorre o encontro com o personagem de Moura, que lhe dá um ultimato, fazendo com que troque Cali pelo cartel de Medellín. Tudo isso acontece no quinto capítulo da série, atualmente disponível para streaming.

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    Wagner Moura vai estrelar thriller sobre espiões cubanos com Penélope Cruz

    5 de setembro de 2018 /

    O ator Wagner Moura (“Narcos”) vai integrar o elenco de um nova produção internacional, o thriller de espionagem “Wasp Network”. O filme vai contar a história da Rede Vespa, um grupo de agentes secretos cubanos infiltrados em organizações anticastristas de extrema-direita, em Miami, nas décadas de 1980 e 1990. A história é baseada no livro-reportagem “Os Últimos Soldados da Guerra Fria”, do escritor brasileiro Fernando Morais. No elenco, Moura vai contracenar com diversas estrelas latinas, como a espanhola Penélope Cruz (“Escobar: A Traição”), o mexicano Gael Garcia Bernal (“Neruda”) e o venezuelano Edgar Ramirez (“A Garota no Trem”). Além deles, o chileno Pedro Pascal, rival de Moura em “Narcos”, também havia sido escalado anteriormente (em maio), mas seu nome não voltou a ser mencionado no novo anúncio de casting. O roteiro e a direção estão a cargo do premiado cineasta francês Olivier Assayas, vencedor do troféu de Melhor Direção no Festival de Cannes de 2016 por “Personal Shopper”. A produção é da RT Features, do brasileiro Rodrigo Teixeira, em parceria com a CG Cinemas, do francês Charles Gilbert. As filmagens vão acontecer no começo de 2019 e ainda não há previsão para a estreia.

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    Wagner Moura abre processo contra o MBL pedindo indenização por fake news

    8 de agosto de 2018 /

    O ator Wagner Moura entrou com um processo por danos na Justiça do Rio de Janeiro contra o Movimento Brasil Livre (MBL), apurou a colunista Marina Caruso, do jornal O Globo. Na ação, ele reivindica uma indenização de R$ 50 mil devido a uma publicação no Facebook feira pelo grupo de direita liderado por Kim Kataguiri. No post em questão, o MBL afirmava falsamente que o ator gastaria R$ 11,5 milhões da Lei Rouanet fazendo vídeos de apoio ao governo da então presidente Dilma Rousseff. A publicação teve mais de 20 mil likes e 30 mil compartilhamentos. O MBL já está no centro de uma polêmica envolvendo o Facebook, que retirou do ar quatro páginas ligadas ao grupo e suspeitas de propagar as chamadas fake news (notícias falsas).

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    Wagner Moura vai estrelar filme sobre diplomata brasileiro morto em ataque terrorista no Iraque

    25 de julho de 2018 /

    Depois de inspirar diversos documentários, a vida do diplomata brasileiro Sérgio Vieira de Mello, morto em um ataque terrorista em Bagdá, em 2003, vai virar um longa de ficção com Wagner Moura no papel principal. O ator brasileiro estava desde 2013 tentando tirar o filme do papel, chegou a passar uma temporada nos Estados Unidos no ano passado negociando a produção e finalmente vai começar as filmagens, marcadas para agosto, numa coprodução americana com distribuição internacional da Netflix. Além de estrelar o filme, Moura é um dos produtores, ao lado de Brent Travers e Daniel Dreifuss (produtor do chileno “No”, indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira de 2013). A cinebiografia, que ainda não tem título oficial, será o primeiro longa de ficção dirigido por Greg Barker, vencedor do Emmy pelo documentário “Manhunt: The Inside Story of the Hunt for Bin Laden” (2013). Mas ele já conhece bem o tema. Em 2009, Barker dirigiu “Sergio” (2009), documentário sobre a vida do diplomata para o canal pago HBO. O roteiro, por sua vez, é de Craig Borten, indicado ao Oscar por “Clube de Compras Dallas” (2013), e será baseado no livro “O Homem Que Queria Salvar o Mundo”, de Samantha Power, ex-embaixadora dos Estados Unidos para as Nações Unidas e premiada com o Pulitzer. O elenco também contará com a cubana Ana De Armas (“Blade Runner 2049”) no papel de Carolina Larriera, economista argentina, que era mulher de Vieira de Mello e foi a última pessoa a vê-lo com vida, além dos atores Garret Dillahunt (“Fear the Walking Dead”), Will Dalton (“Loving”), Clemens Schick (“Praia do Futuro”) e Brían F. O’Byrne (“Menina de Ouro”). As filmagens devem durar cerca de seis semanas, divididas entre locações no Brasil e no Oriente Médio. O filme focará nas missões de Sérgio Vieira de Mello durante seu período no Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, quando fez importantes avanços sócio-políticos no Timor Leste, Bangladesh, Camboja e outros países com problemas humanitários. Sua capacidade de resolver crises aparentemente insolúveis lhe rendeu a fama de ser uma mistura de “James Bond com Bobby Kennedy”. Graças à sua capacidade de negociação, coragem e disposição de enfrentar o perigo, ele foi escolhido para representar o secretário-geral das Nações Unidas no Iraque, em maio de 2003. E assim foi vítima de um ataque à bomba ordenado por Osama Bin Laden contra a sede das Nações Unidas em Bagdá. A previsão de lançamento é para 2019, direto em streaming.

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    Wagner Moura vai estrelar novo filme de suspense do mestre Brian De Palma

    11 de julho de 2018 /

    O ator Wagner Moura vai estrelar seu segundo filme falado em inglês. Ela fará o papel principal de “Sweet Vengeance” (Doce Vingança, em tradução literal), um suspense escrito e dirigido pelo mestre do gênero Brian De Palma (“Scarface”). O longa será rodado em Montevidéu a partir de janeiro, com produção da RT Features, a empresa do produtor brasileiro Rodrigo Teixeira (de “A Bruxa” e “Me Chame pelo Seu Nome”). O restante do elenco e a sinopse do “Sweet Vengeance” ainda não foram confirmados, mas De Palma recentemente revelou à agência AFP que o filme foi “inspirado em duas histórias reais de assassinatos”. “Há 30 ou 40 anos tenho visto uma série de histórias verdadeiras de crimes apresentados na televisão, como no programa ’48 Hours’. Estou interessado em como eles contam a história do crime, então eu farei do jeito que eles fazem na televisão, com base em dois casos reais”, disse ele. “Sweet Vengeance” será o próximo projeto de De Palma, que atualmente trabalha na pós-produção do thriller criminal “Domino”, estrelado pelo dinamarquês Nikolaj Coster-Waldau (da série “Game of Thrones”). Ele pretende rodar o filme com Moura antes de “Predator”, projeto de terror inspirado por Harvey Weinstein. Wagner Moura fez sua estreia em inglês na sci-fi “Elysium”, de Neill Blomkamp, em 2013, mas sua projeção internacional aconteceu dois anos depois, graças ao papel de Pablo Escobar na série “Narcos”. Segundo boatos, ele também teria sido convidado a participar de “Mulher-Maravilha 1984”, mas enfrentou conflito de agenda com a produção de “Marighella”, cinebiografia nacional que marca sua estreia na direção.

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    Seu Jorge será o guerrilheiro Marighella no primeiro filme dirigido por Wagner Moura

    1 de dezembro de 2017 /

    O filme que marcará a estreia na direção do ator Wagner Moura (série “Narcos”) será estrelado por Seu Jorge (“E Aí… Comeu?”). O cantor e ator encarnará Carlos Marighella na produção, que acompanhará a trajetória do guerrilheiro baiano na luta armada contra a ditadura militar, entre 1964 e 1969, quando foi morto por policiais numa emboscada em São Paulo. O rapper Mano Brown chegou a ser cotado para o papel, mas a agenda de shows da banda Racionais MC’s acabou entrando em conflito com o cronograma das filmagens. Seria a estreia do rapper como ator, após compor a trilha de um documentário sobre Marighella, realizado em 2012 pela sobrinha do guerrilheiro, Isa Grinspum Ferraz. Wagner Moura já tinha trabalhado anteriormente com Seu Jorge, quando ambos contracenaram em “Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro” (2010). O elenco do filme, intitulado “Marighella”, destaca ainda Adriana Esteves (“Mundo Cão”) e Bruno Gagliasso (“Isolados”), entre outros. A produção foi autorizada a captar R$ 10 milhões via leis de incentivo, apurou 60% do valor até o momento, mas já começa a ser rodada neste fim de semana, adaptando o livro “Marighella: O Guerrilheiro Que Incendiou O Mundo”, do jornalista Mário Magalhães. Em entrevista ao jornal O Globo, Moura citou Che Guevara, falou de golpe e disse que seu filme tomará partido da esquerda brasileira. “Meu filme não será imparcial, será um filme sobre quem está resistindo”, resumiu.

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    Wagner Moura poderá captar R$ 10 milhões para sua estreia como diretor

    23 de outubro de 2017 /

    A produção de “Marighella”, cinebiografia do guerrilheiro Carlos Marighella, ganhou aval para captar R$ 10,3 milhões através de edital do Ministério da Cultura. O filme marcará a estreia do ator Wagner Moura (série “Narcos”) na direção e será baseado no livro “Marighella: O Guerrilheiro Que Incendiou O Mundo”, do jornalista Mário Magalhães. Agora, a produtora O2 Filmes deverá encontrar pessoas físicas ou jurídicas interessadas em financiar as filmagens. O longa já havia sido autorizado a captar via Lei do Audiovisual em janeiro de 2014, com a última prorrogação autorizada em 2016. Segundo o site da Ancine, dos R$ 10,3 milhões avalizados, apenas R$ 550 mil foram levantados pela produção até o momento. Há um ano, Wagner Moura reclamou, em entrevista ao blogueiro do UOL Leonardo Sakamoto, que estava tendo dificuldade para encontrar investidores. “Já recebemos e-mails de que não iriam apoiar um filme meu, ainda mais sobre alguém como o Mariguella, um ‘terrorista'”, ele disse na entrevista, em que ainda taxou a Lei Rouanet de “neoliberal” porque “deixa para as empresas a aplicação de dinheiro público”. Entretanto, o filme já contava na ocasião com o apoio do governo petista da Bahia, estado natal de Moura e também de Marighella. “O governador se comprometeu a fazer contato com algumas empresas como a Bahiagás, Embasa, etc, para ver a possibilidade de um patrocínio direto ou por meio do FazCultura ou da Lei Rouanet”, disse o secretário de cultura do estado, Jorge Portugal. “Marighella” pretende narrar vida do deputado federal comunista, que também foi escritor e estrategista da guerrilha no Brasil. O livro em que se baseia conta a história entre as décadas de 1930 e 1960, por meio de episódios da vida do político, como uma passagem pela prisão, assaltos a bancos, tiroteios e espionagem internacional. O longa ainda não tem data de estreia.

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    Exodus: Trailer de documentário narrado por Wagner Moura acompanha drama de refugiados

    13 de setembro de 2017 /

    A O2 Play divulgou fotos e o trailer do documentário “Exodus – De Onde Eu Vim Não Existe Mais”, que acompanha histórias dramáticas de seis refugiados de diferentes partes do mundo, com narração de Wagner Moura (“Narcos”). Coprodução entre Brasil e Alemanha, o filme tem roteiro e direção de Hank Levine (produtor de “Cidade de Deus”, “Lixo Extraordinário” e “Praia do Futuro”, entre outros), e produção de Fernando Sapelli e Fernando Meirelles (“Cidade de Deus”). “A pesquisa para o documentário Exodus, foi iniciada em 2008, quando fiz uma viagem ao continente africano, visitando o Senegal para fazer um documentário sobre os senegaleses e outros africanos que estavam embarcando em barcos clandestinos. Voltei ao Brasil e compartilhei minhas experiências com meus companheiros da O2 e foi daí que nasceu o interesse em fazer um documentário sobre um assunto, que naquela época ainda era menos agudo do que hoje em dia. A ideia era fazer um documentário que abraça a dimensão global desse assunto”, explicou levine em comunicado. As filmagens passaram por diversos países como Sudão do Sul, Argélia, Congo, Mianmar, Cuba, Brasil e Alemanha e duraram cerca de dois anos. Exibido na Mostra de São Paulo do ano passado, o longa estreia comercialmente em 28 de setembro.

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