Presidente da Marvel se compromete a fazer filme solo da Viúva Negra
Após uma pesquisa indicar que o público quer um filme solo da “Viúva Negra”, Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, afirmou estar “comprometido” em produzir o longa-metragem. A revelação veio à tona no meio de uma longa entrevista para o site Deadline. Durante a entrevista, Feige comentou: “Nós já anunciamos os próximos 9 filmes, 10 se contarmos ‘Guerra Civil’, previstos até o final de 2019. Para onde vamos além disso ainda são discussões que vão acontecer, já que estamos focados nos próximos anos, pela quantidade de coisas que precisamos fazer antes disso. Dos personagens que você citou [Falcão, Máquina de Combate, Viúva Negra e Gavião Arqueiro], eu diria, certamente, diria criativamente e emocionalmente, que estamos mais comprometidos em fazer o filme da Viúva Negra”. Para demonstrar seu comprometimento, o produtor ressaltou que a qualidade do trabalho feito pela atriz Scarlett Johansson, atriz que interpreta o personagem nos filmes dos Vingadores, é a maior garantia de uma franquia. “Achamos ela uma personagem incrível. A imagem que a Scarlett Johansson criou dela é incrível. Ela é uma Vingadora e tem histórias incríveis, que achamos que seriam ótimas e divertidas para transformar em uma franquia solo”. Ou seja, há planos para o filme, mas os fãs terão que sentar e esperar muito. Pelo menos, mais quatro anos.
Próximos filmes dos Vingadores serão renomeados
Quando a Marvel anunciou, em outubro de 2014, que os Vingadores ganhariam mais dois filmes, intitulados “Vingadores: Guerra Infinita – Parte 1” e “Vingadores: Guerra Infinita – Parte 2”, não existia sequer um roteiro esboçado, muito menos diretor definido para os projetos. Agora que o time do bem-sucedido “Capitão América: Guerra Civil” trabalha nesses filmes, ficou mais claro para o estúdio que eles não serão uma longa história dividida em duas partes, mas duas produções bem diferentes. Por isso, tudo se encaminha para que os lançamentos sejam renomeados. Os diretores Joe e Anthony Russo afirmaram que ainda não sabem ao certo quais serão os nomes, mas é certo que haverá uma alteração. “A intenção é que a gente mude esses títulos, só ainda não pensamos nos novos”, eles disseram, em entrevista para o site Uproxx. Mesmo com a mudança dos nomes, as datas dos lançamentos serão mantidos relativamente próximas, em 2018 e 2019.
Pesquisa revela que o público quer filme solo da Viúva Negra
E essa agora? O filme mais esperado pelos fãs dos super-heróis da Marvel não faz parte dos planos do estúdio. Uma pesquisa organizada pelo site de venda de ingressos Fandango apontou que o público está ansioso por um longa individual da Viúva Negra. A heroína, vivida por Scarlett Johansson, foi a campeã da enquete que questionava qual o próximo derivado dos Vingadores que os espectadores mais gostariam de ver. O filme solo da personagem teve 48% da preferência do público, praticamente metade das opiniões, com ampla vantagem sobre os demais personagens citados, Visão (15% dos votos), Falcão (12%), Gavião Arqueiro (10%), Máquina de Combate (8%) e Feiticeira Escarlate (7%). A enquete foi feita com os consumidores do site, que compraram ingressos para assistir “Capitão América: Guerra Civil” nos Estados Unidos. Mas se o público está louco pelo filme solo da Viúva Negra, a Marvel não tem planos para tornar esse desejo realidade. O estúdio ainda não produziu nenhum longa estrelada por super-heroína, no que será superado pela rival DC Comics no ano que vem, com o lançamento de “Mulher-Maravilha”. O único projeto solo de super-heroína da Marvel está previsto apenas para 2019 e introduzirá uma nova personagem, a Capitã Marvel. Será que a Marvel é tão bem-sucedida que pode se dar ao luxo de ignorar o desejo dos fãs, que querem pagar para ver um filme de sua personagem favorita?
Fotos do set revelam papel de Nathan Fillion em Guardiões de Galáxia Vol. 2
Fotos do set de “Guardiões da Galáxia Vol. 2” podem ter revelado o papel de Nathan Fillion (série “Castle”) na produção. As imagens revelam a fachada de um cinema que promove um “Festival de Cinema de Simon Williams”, que destaca diversos pôsteres de filmes fictícios estrelados por Simon Williams. O detalhe é que os cartazes trazem o rosto de Fillion. Simon Williams é um ator nos quadrinhos da Marvel, mas seu sucesso se deve a seus superpoderes – a capacidade de fazer seus próprios truques de dublê, graças a seu corpo invulnerável. Em sua identidade secreta, ele é conhecido como Wonder Man, personagem que já foi batizado de Homem Maravilhoso, Poderoso e Magnum por três editoras diferentes no Brasil. Ex-vilão, ele também é um integrante dos Vingadores e membro fundador da divisão dos Vingadores da Costa Oeste. Será curioso ver como o personagem se integra à trama interplanetária dos Guardiões. Ainda sem sinopse oficial divulgada, a continuação de “Guardiões da Galáxia” (2014) deve abordar as origens do pai de Peter Quill (Chris Pratt). Além de Fillion, as novidades do elenco incluem Kurt Russell (“Os 8 Odiados”) e Sylvester Stallone (“Creed: Nascido Para Lutar”), além de Pom Klementieff (“Oldboy”), que viverá a heroína Mantis. O elenco ainda contará com os retornos de Chris Pratt (Peter Quill/Senhor das Estrelas), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Karen Gillan (Nebula), Michael Rooker (Yondu), Sean Gunn (Kraglin) e as vozes de Bradley Cooper (Rocket Raccoon) e Vin Diesel (mini-Groot). Novamente dirigido por James Gunn, o filme tem previsão de estreia para 4 de maio de 2017 no Brasil.
O universo Marvel atinge o ápice em Capitão América: Guerra Civil
Os irmãos Anthony e Joe Russo revelaram-se a grande arma secreta da Marvel. Saíram do anonimato – na verdade, da série “Community” – para dirigir “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014), o filme que impôs mais dramaticidade e seriedade na fórmula do estúdio, até então marcada pelo predomínio do humor em suas aventuras. Agora, com “Capitão América: Guerra Civil”, eles atingem o ápice, ao criar o filme perfeito da Marvel, com o qual todos os demais serão comparados, graças ao equilíbrio de seriedade dramática, ação intensa e diversão bem-humorada em doses harmoniosas. O tom dramático é estabelecido logo no começo, quando uma missão dos Vingadores termina em tragédia, levando o mundo e particularmente o governo dos EUA a exigir controle sobre o grupo. Até porque essa não foi a única intervenção dos heróis com vítimas civis, como mostraram “Os Vingadores” (2012) e “Vingadores: Era de Ultron” (2015). Mas enquanto Tony Stark (Robert Downey Jr.) se mostra pronto para assumir a culpa e se submeter, o Capitão Steve Rogers (Chris Evans) não aceita virar pau mandado, especialmente quando uma das novas missões é capturar seu ex-melhor amigo Bucky/Soldado Invernal (Sebastian Stan). A premissa é de um filme dos Vingadores. Entretanto, o clima solene não inclui as piadinhas trocadas entre os personagens, que marcaram os dois longas de Joss Whedon. Os Russo deixaram o humor por conta da introdução do Homem-Aranha (Tom Holland), que se mostra uma metralhadora de piadas em suas cenas, deixando bem claro sua diferença etária em relação aos demais super-heróis. Se os diretores conduzem o filme com precisão, o mérito da trama é de outra dupla, os roteiristas Stephen McFeely e Christopher Markus, que estão na franquia desde “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011) e se mostram verdadeiros experts em quadrinhos, enchendo a história de referências, como a nação africana de Wakanda, Sharon Carter, a prisão Balsa, o Barão Zemo, Ossos Cruzados, a joia do infinito etc. Além disso, seu roteiro é cirurgicamente interligado com os filmes dos Vingadores, do Capitão América, do Homem de Ferro e até do Homem-Formiga, como se as produções anteriores tivessem sido feitas para desaguar nele. A principal inspiração dos quadrinhos, por sua vez, vem da minissérie “Guerra Civil”, de Mark Millar (o criador de “Kick-Ass” e “Kingsman”), que marcou os anos 2000 e repercutiu em vários títulos da Marvel. Claro, a guerra civil original envolvia centenas de super-heróis e o filme lida com os limites do universo cinematográfico da Marvel, mas mesmo assim consegue passar a essência do conflito, sem deixar de introduzir novos personagens, como o citado Aranha e o Pantera Negra (Chadwick Boseman). A síntese do embate reúne doze heróis numa luta filmada em IMAX, que dá a dimensão grandiosa do momento (ainda que o 3D convertido dos filmes da Marvel continue fajuto e caça-níquel). Um dos grandes méritos da produção, aliás, é reforçar no público a convicção e força desses heróis, mostrando o que eles são capazes em cenas muito bem coreografadas, de grande intensidade física. No conflito generalizado, até a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen), que tem poderes mais complexos, tem a chande de demonstrar seu potencial ao enfrentar o androide Visão (Paul Bettany). O centro dramático, porém, está na figura do Soldado Invernal. Se o ator Sebastian Stan não tem o mesmo carisma dos demais, seu arco é o mais trágico. Apesar de estar sob controle de inimigos, ele se sente culpado por ter executado tantas vidas inocentes a mando de terroristas. E este dilema o torna o principal eixo da trama, embora isso não tire o protagonismo do Capitão América e do Homem de Ferro, cujos intérpretes estão cada vez mais à vontade em seus papéis. “Capitão América: Guerra Civil” é um filme repleto de momentos memoráveis. Embora resulte consistente, é composto de várias cenas individuais com forte carga emocional. Uma cena em particular, envolvendo o Soldado Invernal, pode levar o espectador às lágrimas. E isso não é pouco em se tratando de um estúdio que, até então, jamais demonstrara pretensões de dar a seus filmes a atmosfera sombria das adaptações da DC Comics. Os irmãos Russo acabaram com o mito que todo o filme da Marvel precisa ser uma comédia, como o caso extremo do “Homem-Formiga” (2015), sem cair na seriedade sem graça das produções baseadas nos quadrinhos da sua rival. “Capitão América: Guerra Civil” mostrou como adaptações de super-heróis podem ser feitas de forma séria sem perder de vista seu potencial para a diversão. E esta é uma lição mais preciosa que uma joia do infinito.
Capitão América: Guerra Civil registra segunda maior estreia de todos os tempos no Brasil
“Capitão América: Guerra Civil” tornou-se a segunda maior estreia de cinema no Brasil em todos os tempos, com US$ 2,7 milhões (cerca de R$ 9,3 milhões) de arrecadação na quinta-feira (28/1), o dia de seu lançamento. O filme também teve a maior distribuição de todos os tempos no país, ocupando quase 50% de todas as telas disponíveis no parque exibidor nacional – 1,4 mil salas. O monopólio foi uma das razões para o bom desempenho nas bilheterias nacionais, inferior apenas ao de “Star Wars: O Despertar da Força”, que faturou R$ 9,5 milhões em sua estreia em dezembro no país – também com operação abafa, ocupando número recorde de salas. A bilheteria nacional de “Capitão América: Guerra Civil” foi antecipada numa reportagem do site da revista Variety sobre o sucesso internacional do filme. Com apenas um dia em cartaz, a produção já soma US$ 38,7 milhões em todo o mundo, contabilizados de 30 países diferentes. A Coreia do Sul lidera a lista, com US$ 7,7 milhões, seguida pela França, com US$ 3,7 milhões. O Brasil é o terceiro maior mercado do filme. Estimativas apontam que a produção da Marvel pode render US$ 200 milhões apenas nos cinco primeiros dias em cartaz, antes de sua estreia nos Estados Unidos, prevista para a próxima sexta (6/5). O filme também foi muito bem-recebido pela crítica internacional. No site americano Rotten Tomatoes, que avalia a nota média dos críticos americanos, “Capitão América: Guerra Civil” atingiu 94% de aprovação. Com direção dos irmãos Anthony e Joe Russo, o longa explora a divisão dos Vingadores em dois times opostos, após o Capitão América recusar o plano do governo americano para supervisionar os super-heróis depois dos acontecimentos de “Vingadores: Era de Ultron” (2015), que causaram muitas mortes de civis.
Robert Downey Jr. é confirmado no novo filme do Homem-Aranha
Como a Marvel não faz planos para lançar “Homem de Ferro 4”, o ator Robert Downey Jr. parece ter tirado a vaga de Samuel L. Jackson nas adaptações dos quadrinhos, aparecendo na maioria das produções do estúdio. Segundo a revista Variety, após “Capitão América: Guerra Civil”, ele vai ressurgir no novo filme do Homem-Aranha, “Spider-Man: Homecoming”, ainda sem título em português. A adição de outros super-heróis já era esperada, representando a integração do Aranha ao universo dos filmes produzidos pela Marvel. Afinal, “Homecoming” é o primeiro “Homem-Aranha” com produção da Marvel, em parceria com a Sony, detentora dos direitos cinematográficos do personagem. E nada melhor que o primeiro herói dos filmes da Marvel, o Homem de Ferro, para ambientar o aracnídeo com sua nova casa. Outros integrantes dos Vingadores também devem marcar presença na produção, que ainda conseguiu fechar com Michael Keaton (“Birdman”) para o papel de vilão. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”) e roteiro de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do fraco reboot de “Férias Frustradas”), o novo “Homem-Aranha” tem estreia prevista para 7 de julho de 2017 e, por enquanto, apenas 20 dias depois no Brasil.
Primeiras reações a Capitão América: Guerra Civil exaltam novo Homem-Aranha
Os blogueiros amam a Marvel e a Marvel sabe disso. Tanto que o estúdio resolveu se valer dessa exaltação espontânea para fazer deslanchar “Capitão América: Guerra Civil”, que ainda não emplacou em sua pré-venda de ingressos. Numa estratégia oposta da escolhida pela Warner para “Batman vs. Superman”, o novo filme do primeiro Vingador foi exibido primeiro para os blogueiros e foram eles quem geraram as primeiras impressões sobre a produção nas redes sociais. Todas favoráveis. Entre os consensos observados, a nova versão do Homem-Aranha, vivida por Tom Holland (“No Coração do Mar”), é supostamente a melhor das três já apresentadas no cinema. O herói, inclusive, tem mais cenas que o trailer sugere. Do mesmo modo, o Pantera Negra surpreende como ladrão de cenas, interpretado de forma intensa por Chadwick Boseman (“Deuses do Egito”). Há, ainda, sequências de ação impressionantes. E o tom do filme é sério como “Capitão América: Soldado Invernal”, mas com direito às piadas que garantem não se tratar de uma produção da DC/Warner. “Chadwick Boseman é fantástico como Pantera Negra. Mal posso esperar pelo seu filme solo. Ele acertou em cheio no papel”, escreveu Steve Weintraub, do Collider. “Guerra Civil: Esse Homem-Aranha é ESPETACULAR”, disse Russ Fischer, do Birth.Movies.Death. “Capitão America: Guerra Civil é um mistério complexo que representa um grande, divertido filme de super-herói. Muitos temas e emoções. Inesperado e muito bom”, tentou exprimir Germain Lussier, do io9. “Honestamente, não sei como Guerra Civil funciona. São tantas coisas acontecendo, mas dá certo. O Aranha é MARAVILHOSO. Me fez sorrir e rir até meu rosto ficar dolorido”, completou. “Coisas importantes primeiro: Nós finalmente temos o Homem-Aranha perfeito e o melhor Peter Parker”, decretou Devin Faraci, do Birth.Movies.Death. “Seguinte: Pantera Negra é Incrível. Boseman o interpreta magnificente e cheio de raiva. É o personagem mais sério do filme”. “A grande briga em Guerra Civil é uma joia cinematográfica. E o Homem-Aranha é tão bom. É melhor do que eu imaginei”, postou Mike Ryan, do Uproxx. “Tenho certeza que é o meu filme favorito da Marvel”, acrescentou. “Disputas sem fim de Vingador x Vingador. Tenso, mas ainda engraçado. Boseman arrasa como Pantera Negra”, “telegrafou” Kevin Polowy, do Yahoo! Movies. “Fique ansioso por Guerra Civil. Personagens fantásticos, muita ação e tem a melhor luta de filmes de quadrinhos de todos os tempos”, promoveu Andy Signore, do Screen Junkies. Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), “Capitão América: Guerra Civil” estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Capitão América: Guerra Civil pode ter três cenas pós-créditos
Os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores da franquia “Capitão America”, revelaram em entrevista a Forbes que “Capitão América: Guerra Civil” pode contar com até três cenas pós-creditos. “Não podemos revelar quem estará nas cenas, mas podemos dizer que haverá duas ou até três cenas. Por isso, vocês devem continuar sentados após o final do filme”, eles anunciaram. Os cineastas também comentaram a participação de Homem-Aranha, que finalmente encontra os Vingadores no cinema. “Nós sempre tivemos a intenção de incluí-lo. Acho que as pessoas vão ficar felizes com ele no filme, seu papel na trama é muito interessante. Parte da diversão do Homem-Aranha é que esse filme é basicamente uma guerra entre os Vingadores e o Aranha não tem toda a bagagem que esses personagens têm. Ele entra na história depois do conflito e isso dá a ele uma posição muito única nessa história”. Em sua breve aparição no trailer, o Aranha fica do lado do Homem de Ferro na briga, o que reflete os quadrinhos em que a trama se baseia. Mas vale lembrar que ele muda de lado nos gibis, conforme a trama avança. Resta saber se isso também será retratado no filme.
Batman vs. Superman já superou pré-venda de Deadpool e até dos Vingadores nos EUA
De nada adiantaram os rumores e os artigos negativos profetizando seu fracasso, “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” deve estourar as bilheterias. Segundo levantamento do site Deadline, o filme já faturou US$ 25 milhões em pré-venda de ingressos nos EUA, valor maior que o alcançado por blockbusters recentes como “Deadpool”, “Velozes e Furiosos 7” e até “Os Vingadores”. As projeções sugerem que o lançamento da Warner Bros. pode superar a bilheteria de estreia desses filmes. O mais bem-sucedido deles, “Os Vingadores”, abriu com US$ 207 milhões em seu primeiro fim de semana nos EUA. Mas o estúdio ficará feliz se conseguir um valor próximo de seu filme de super-herói mais bem-sucedido, “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, que abriu com pouco menos de US$ 170 milhões em 2008. Com menos que isso, “Velozes e Furiosos 7” detém dois recordes que “Batman vs. Superman” pode superar: maior bilheteria de lançamento no feriadão da Páscoa e maior estreia de março em todos os tempos. O valor a ser batido, neste caso, é US$ 147 milhões. “Batman vs. Superman” estreia no Brasil no dia 24 de março, um dia antes do lançamento nos EUA, mas terá duas premières antecipadas, em Los Angeles e Nova York, já no próximo domingo, dia 20 de março.
Deadpool junta-se ao time do Capitão América na guerra do Twitter da Marvel
Um elogio do ator Chris Evans ao filme “Deadpool” deu origem a um crossover inesperado nas redes sociais. Após Evans dar parabéns a Ryan Reynolds, dizendo que “‘Deadpool’ foi incrível”, o intérprete de Deadpool respondeu com a hashtag #TeamCap, em referência à campanha de marketing de “Capitão América: Guerra Civil”. Mas a troca de gentilezas não passou batida pelo Homem de Ferro. Ou melhor, Robert Downey Jr., que retrucou: “Até tu, D-pool? Fala comigo depois que Rogers te chutar pelos ‘palavrões'”, fazendo uma alusão a “Vingadores: Era de Ultron”, no qual Steve Rogers (o Capitão América) chamou a atenção de Tony Stark (o Homem de Ferro) constantemente por causa disso. Reynolds continuou a interação dizendo que os dois sabem que “não podem confiar em Deadpool”, e mudou sua aliança para o #TeamHelloKitty. Por sinal, a conta de “Hello Kitty” é a única que Deadpool segue no Twitter. Hilário. Infelizmente, apesar da interação no Twitter, o encontro entre Deadpool e os Vingadores jamais acontecerá nos cinemas. Embora todos sejam personagens dos quadrinhos da Marvel, os filmes de Deadpool, X-Men e demais mutantes são produções da 20th Century Fox. E a Marvel tem feito de tudo para impedir que se tornem muito populares, a ponto de proibir a fabricação de brinquedos com os personagens. Mas Deadpool estará de volta aos cinemas em breve. A Fox já deu sinal verde para a continuação, que está sendo escrita novamente pela dupla Rhett Reese e Paul Wernick. E mesmo sem sua participação para por fogo na briga, Capitão América e Homem de Ferro já tem data para se enfrentar. O filme “Capitão América: Guerra Civil” estreia em 28 de abril.
Diretor dos Vingadores diz que não fará mais filmes da Marvel
O cineasta Joss Whedon, diretor de “Os Vingadores” (2012) e “Vingadores: Era de Ultron” (2015), não fará mais filmes da Marvel. Ele disse, durante um debate com estudantes da Universidade de Oxford, na Inglaterra, que não tem mais contrato com o estúdio e que pretende focar em novos projetos. Whedon atuou como consultor em todos os filmes da segunda fase do Universo Marvel Cinematográfico (iniciada em 2013, com “Homem de Ferro 3”, e encerrada com “Homem-Formiga”, de 2015), além de ter escrito e dirigido os dois filmes dos Vingadores e ajudado a criar a série “Agents of SHIELD”. “Meu dedo esteve em todos esses filmes da segunda fase e, quando resolvi focar em ‘Era de Ultron’, eu meio que já sabia que, quando terminasse, eu pararia ali”, afirmou o diretor. “Então, eu saí. Não por qualquer desavença, mas por saber que, se continuasse dando pitacos nos filmes do estúdio, eu iria para lá todos os dias. Eu não conseguiria fazer mais nada, pois são muitos filmes e é muito divertido isso tudo”. Ele agora pretende se focar em suas próprias criações. Ninguém foi contratado para a função de supervisor dos filmes da Marvel, exercida por Whedon, que aparentemente passou a ser acumulada pelo presidente do estúdio Kevin Feige. Já os próximos filmes dos Vingadores, que lidarão com a “Guerra Infinita”, serão dirigidos pelos irmãos Anthony e Joe Russo, responsáveis por “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014) e o vindouro “Capitão América: Guerra Civil”, que estreia em 28 de abril.
Quer saber o final de Capitão América: Guerra Civil? A internet está louca pra te contar
Aparentemente, não há limites para os spoilers de cinema. A situação já levou ao crime, como se viu em notícias sobre fãs irritados pelos vazamentos de detalhes de “Star Wars: O Despertar da Força”. O pior, porém, parece ter sido reservado para “Capitão América: Guerra Civil”. Quem acompanha as notícias do filme já deve saber, a esta altura, cada conflito, relacionamento, reviravolta e até mesmo como a história acaba, quatro meses antes da estreia. Claro que os fãs dos quadrinhos têm noção do que pode aparecer na tela. “Capitão América: Guerra Civil” é, afinal, batizado com o título de uma saga célebre da Marvel, que culmina com a morte de um personagem importante. Não é nem sequer segredo a existência da graphic novel que coleta a parte final da trama, batizada com o título “The Death of Captain America”, obra-prima do roteirista Ed Brubaker, criador do Soldado Invernal. Então, sempre houve uma boa chance disso ser retratado no cinema, assim como havia chance de Gwen Stacy morrer em “O Espetacular Homem-Aranha 2”. O que realmente mata, contudo, é a certeza. O canal do YouTube That Hashtag Show, mesmo sem tradição de revelar spoilers, é quem afirma ter confirmado o desfecho do filme, multiplicando sua audiência com detalhes que, basicamente, tiram a graça de ir ao cinema. Quem quiser economizar o dinheiro do ingresso, pode ir lá ter certeza de como tudo termina. Ou clicar em qualquer um dos milhares de sites que repercutiram a notícia infeliz. Claro que, com fonte ou sem fonte, sempre houve 50% de chance de a história refletir fielmente os quadrinhos, com Buck Barnes virando o novo Capitão América – ou o Falcão, como também aconteceu mais tarde. O detalhe é que Chris Evans, o intérprete do Capitão América, está confirmado em “Vingadores: Guerra Infinita”. E, com o spoiler ao vento, alguns sites já estão esmiuçando ainda mais a trama, buscando justificativas para mais esta reviravolta, que, basicamente, tira a graça de tudo o mais – como, por sinal, também aconteceu nos quadrinhos. Um pouco de spoiler, para atiçar a curiosidade, mantém a engenharia social azeitada. Mas errar na medida pode gerar o colapso de todo o negócio. Para piorar, sites como Latino Review e Heroic Hollywood transformaram seu “jornalismo pop” numa proliferação de spoilers sem consciência. Chutam tanto, citando fontes secretas, que, quando os spoilers não se materializam, a justificativa dos eventuais erros se agarra nos possíveis acertos. Nada garante que a informação do That Hashtag Show seja diferente disso: um chute, baseado no senso comum de quem leu os quadrinhos. Um final diferente do divulgado seria providencial para enquadrar os sites de fofoca geek, os Contigo! e Ti-ti-ti dos filmes de quadrinhos. Com direção dos irmãos Anthony e Joe Russo, “Capitão América: Guerra Civil” estreia em 28 de abril no Brasil.











