Próximo filme de Spike Lee será uma adaptação de quadrinhos da DC Comics
O diretor Spike Lee, que venceu o Oscar 2019 de Melhor Roteiro por “Infiltrado na Klan”, definiu seu próximo projeto. Ele vai adaptar “Prince of Cats”, quadrinhos de Ron Wimberly que transportam a tragédia clássica de “Romeu e Julieta” para as ruas do Brooklyn, em Nova York, durante o auge do hip-hop dos anos 1980. Lançado em 2012 pela Vertigo, divisão adulta da DC Comics, “Prince of Cats” acompanha o ponto de vista de Teobaldo e seus irmãos Capuletos, que travam duelos de espadas, discotecagem, rap, breakdancing e graffiti contra seus rivais Montéquios, a família de Romeu. O próprio Spike Lee está escrevendo a adaptação em parceria com o autor dos quadrinhos, Ron Wimberly, e o roteirista Selwyn Sefyu Hinds (da série “Twilight Zone”/”Além da Imaginação”). As filmagens de “Prince of Cats” serão financiadas pela produtora Legendary e ainda não há previsão de estreia.
Lucifer: Tricia Helfer vai voltar à série para a temporada final
A atriz Tricia Helfer vai voltar a interpretar Charlotte Richards na 5ª e última temporada de “Lucifer”. A própria atriz confirmou a participação, comentando ter se divertido no set de gravações. “Me diverti muito hoje no set. Não posso dizer o que…ainda… mas foi adorável atuar e estar perto de pessoas maravilhosas”, ela declarou. Em seguida, retuitou uma notícia do site americano TVLine, que anunciava seu retorno. Segundo a publicação, ela irá adotar um visual diferente. A foto que ilustra a notícia mostrou a atriz com um visual de dona de casa conservadora. Compare acima. Vale lembrar que Charlotte Richards morreu e foi carregada para o céu por Amenadiel (D.B. Woodside) no final da 3ª temporada. Mas, a mãe de Lucifer, que possuía o corpo de Charlotte na 2ª temporada, foi envidada para o inferno, onde Lucifer (Tom Ellis) será visto nos capítulos finais da série. Podem começar as teorias. A 5ª temporada de “Lucifer” terá 16 episódios para encerrar a trama. A estreia está prevista para maio de 2020. Had such fun on set today. Can't say for what…yet…but lovely to play and be around wonderful people. — Tricia Helfer (@trutriciahelfer) October 12, 2019 Ooohhhh! https://t.co/FRKxksWEA4 — Tricia Helfer (@trutriciahelfer) October 15, 2019
Ava DuVernay vai dirigir e produzir nova série baseada em quadrinhos da DC Comics
A cineasta Ava DuVernay, responsável pela premiada minissérie “Olhos que Condenam” na Netflix, vai dirigir e produzir o piloto de uma nova série baseada em quadrinhos da Vertigo, antiga linha adulta da DC Comics. Trata-se de “DMZ”, que está sendo desenvolvida para a plataforma HBO Max. Criados por Brian Wood e Riccardo Burchielli, os quadrinhos de “DMZ” se passam num futuro próximo, após uma guerra civil abalar os Estados Unidos e Manhattan virar uma zona desmilitarizada (daí o título, cuja sigla significa exatamente zona desmilitarizada, em inglês) e sem lei, isolada do resto do mundo. A trama acompanha uma médica que entra em Manhattan em busca de seu filho, enfrentando gangues e milícias, mas também salvando vidas ao longo do caminho. A premissa tem vários pontos em comum com a trama clássica de “Fuga de Nova York” (1981), de John Carpenter. A adaptação está a cargo do roteirista Robert Patino (“Westworld”, “Sons of Anarchy”), que dividirá a produção com DuVernay. As gravações só devem começar no início de 2020. A série será o segundo projeto de DuVernay envolvendo quadrinhos da DC Comics. Ela está à frente do filme baseado nos “Novos Deuses”, personagens clássicos de Jack Kirby dos anos 1970, que ainda está em fase de roteiro.
Macaco de Friends vai estrelar série baseada nos quadrinhos de Y: O Último Homem
O macaco-prego Marcel, que apareceu de forma proeminente na 1ª temporada da série “Friends”, como bicho de estimação de Ross, vai retomar sua carreira de “ator”. Na verdade, o bicho é uma macaquinha chamada Katie. E ela vai participar de “Y: The Last Man”, vivendo Ampersand, um dos personagens mais importantes da trama sci-fi. A ironia é que o sexo masculino de Ampersand é muito importante para a trama. A escalação foi anunciada pelo presidente da FX, John Landgraf, em entrevista ao Hollywood Reporter, em tom de comemoração. “Conhecemos Jennifer Aniston e Courteney Cox, e também conhecemos essa macaquinha. Nada como ter uma atriz muito experiente à disposição”, brincou. A série é baseada nos quadrinhos de “Y: O Último Homem”, Brian K. Vaughan e Pia Guerra, que contam a história do jovem ilusionista Yorick Brown, sobrevivente de uma praga que extinguiu toda a população de machos da Terra. Ele e seu macaco Ampersand são as únicas exceções. Quando grupos de mulheres descobrem que ele é o último homem da terra, passam a caçá-lo de todas as formas possíveis. Mas ele também encontra aliadas em sua jornada, que veem em sua sobrevivência uma chance de encontrar uma cura que permita o nascimento de novos homens e, assim, impedir a extinção da humanidade. O projeto sofreu grande reformulação após seu piloto ser aprovado e a adaptação acabou a cargo de Eliza Clark (produtora-roteirista de “The Killing” e “Animal Kingdom”), fã autodeclarada dos quadrinhos originais, que vai reformatar a produção após pontos polêmicos criarem impasse entre o FX e os showrunners originais. “Y: O Último Homem” é a segunda criação de Vaughan a virar série. Ele também criou os quadrinhos dos “Fugitivos” (Runaways), transformados em atração da plataforma Hulu. A adaptação do FX deve ser chamada apenas de “Y” e seu elenco traz Barry Keoghan (“O Sacrifício do Cervo Sagrado”) como Yorik, além de Diane Lane (“Batman vs Superman”), Imogen Poots (“Sala Verde”), Lashana Lynch (“Capitã Marvel”), Juliana Canfield (“Succession”), Marin Ireland (“Sneaky Pete”) e Amber Tamblyn (“Two and a Half Men”).
Rainhas do Crime registra pior estreia da carreira de Melissa McCarthy
O fracasso da estreia de “Rainhas do Crime” nas bilheterias norte-americanas registrou vários recordes negativos. O filme arrecadou apenas US$ 5,5 milhões em seu primeiro fim de semana, abrindo em 7º lugar no ranking dos Estados Unidos e Canadá. O valor representa a pior abertura das carreiras das atrizes Melissa McCarthy e Tiffany Haddish como protagonistas. Já a terceira atriz principal da história, Elisabeth Moss (mais conhecida por “The Handmaid’s Tale”), teve desempenhos piores, porque seus filmes costumam ser lançamentos indies. O que poucos notaram, porém, é que “Rainhas do Crime” é uma adaptação de quadrinhos da DC Comics – originalmente lançada pelo selo Vertigo. Assim, também entrou para a História como uma das três menores arrecadações de filmes derivados da editora de Batman e Superman. Só não teve começo pior que “Steel – O Homem De Aço” (US$ 0,8M em 1997) e “Jonah Hex” (US$ 5,3M em 2010). Como se não bastasse, o filme ainda foi massacrado pela crítica, com apenas 20% de aprovação no Rotten Tomatoes – e isto porque melhorou sua avaliação ao longo do fim de semana, após as primeiras críticas destruírem todas as expectativas. O desastre só não é maior porque “Rainhas do Crime” teve um orçamento modesto, custando apenas US$ 38 milhões de produção. Além disso, quase não investiu em P&A (cópias e publicidade). Até a véspera do lançamento, a Warner só tinha liberado três fotos de toda a produção – e uma delas era de bastidores. Considerada pela crítica como uma versão pobre de “As Viúvas”, a trama acompanha três esposas dos chefões da mafia irlandesa na Hell’s Kitchen (daí o título original, “The Kitchen”) de Nova York, durante os anos 1970. Após o FBI prender os líderes da organização, as três assumem o controle dos negócios e acabavam se mostrando mais violentas e perigosas que os maridos. A adaptação teve roteiro e direção de Andrea Berloff, indicada ao Oscar de Roteiro Original por “Straight Outta Compton” (2015), e que fez sua estreia como diretora à frente das filmagens. Além do trio de protagonistas, o elenco inclui Domhnall Gleeson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), James Badge Dale (“Homem de Ferro 3”), Margo Martindale (“The Americans”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Alicia Coppola (“Shameless”) e o rapper Common (“Selma”). O filme também estreou neste fim de semana no Brasil.
Série do Monstro do Pântano acaba sem concluir a trama
Cancelada um dia depois da estreia na plataforma DC Universe, a série “Swamp Thing”, que adapta os quadrinhos do Monstro do Pântano, finalmente chegou ao fim de seus 10 episódios produzidos na sexta-feira (2/8) nos Estados Unidos. E, conforme esperado, deixou a trama sem resolução. O produtor e cocriador da atração Mark Verheiden (“Constantine”) chegou a dar esperanças aos fãs ao avisar que o público deveria esperar “surpresas” no capítulo final, após os créditos da produção. Realmente, a série acaba com uma cena pós-créditos, mas se trata de um gancho para uma continuação que ninguém verá, com a introdução do vilão Homem Florônico. Até agora não houve explicações para a decisão inesperada da Warner de cancelar a série. O produtor executivo James Wan (“Invocação do Mal”) chegou a desabafar no Instagram sua incredibilidade. “Realmente não sei ou entendo porque ‘Swamp Thing’ foi cancelada”, escreveu após o anúncio do final da produção. Diversas versões conflitantes sobre os motivos do cancelamento vieram à tona e foram rebatidas desde então, incluindo problemas com leis de incentivo e até o fechamento da plataforma DC Universe. O que é fato é que a WarnerMedia, formada após a compra da Time Warner pela empresa de telecomunicações AT&T, realmente fechou vários serviços de streaming que existiam na companhia – como Drama Fever, voltado para séries sul-coreanas, e Machinima, com séries baseadas em games – , como antecipação do lançamento do HBO Max, a plataforma que vai reunir toda a produção de filmes e séries do estúdio para fazer frente à Netflix. Vale lembrar que em abril, quando as primeiras notícias da plataforma da WarnerMedia vieram à tona, o estúdio mandou interromper a gravação dos episódios da série. Prevista para ter 13 capítulos, a 1ª e única temporada gravou apenas 10. Assim como a notificação do cancelamento, a decisão de interromper a produção também não recebeu explicação oficial. Pior que isso: aparentemente, é proibido abordar o assunto. A revista The Hollywood Reporter chegou a perguntar diretamente a Mark Verheiden sobre a interrupção, durante uma entrevista de divulgação, mas um representante do estúdio impediu que ele respondesse. A série do Monstro do Pântano foi criada pelos roteiristas Mark Verheiden e Gary Dauberman (“It: A Coisa”), tinha produção de James Wan e incluía entre seus diretores o cineasta Len Wiseman (criador da franquia “Anjos da Noite”). O elenco era formado por Crystal Reed (que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”), Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (“The Strain”), Jennifer Beals (“The L Word”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”) e Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982).
Criador da série do Monstro do Pântano promete surpresa para os fãs no último capítulo
Cancelada um dia depois da estreia, a série “Swamp Thing”, que adapta os quadrinhos do Monstro do Pântano, vai chegar ao fim de seus 10 episódios produzidos na próxima sexta-feira (2/8) nos Estados Unidos. No entanto, o produtor e cocriador da atração Mark Verheiden (“Constantine”) foi ao Twitter avisar que o público deve esperar “surpresas” ao final do capítulo, após os créditos da produção. “Espere alguma resolução, coisas estranhas, talvez até lágrimas. E independente do que você fizer, fique até o final dos créditos… bem, vocês terão que esperar para ver”, postou Verheiden nesta segunda (29/7). A mensagem fez disparar os tuítes com a hashtag #SaveSwampThing, promovida pelos fãs da atração. Até agora não houve explicações para a decisão inesperada da Warner de cancelar a série. O produtor executivo James Wan (“Invocação do Mal”) chegou a desabafar no Instagram sua incredibilidade. “Realmente não sei ou entendo porque ‘Swamp Thing’ foi cancelada”, escreveu após o anúncio do final da produção. Diversas versões conflitantes sobre os motivos do cancelamento vieram à tona e foram rebatidas desde então, incluindo problemas com leis de incentivo e até o fechamento da plataforma DC Universe. O que é fato é que a WarnerMedia, formada após a compra da Time Warner pela empresa de telecomunicações AT&T, realmente fechou vários serviços de streaming que existiam na companhia – como Drama Fever, voltado para séries sul-coreanas, e Machinima, com séries baseadas em games – , como antecipação do lançamento do HBO Max, a plataforma que vai reunir toda a produção de filmes e séries do estúdio para fazer frente à Netflix. Vale lembrar que em abril, quando as primeiras notícias da plataforma da WarnerMedia vieram à tona, o estúdio mandou interromper a gravação dos episódios da série. Prevista para ter 13 capítulos, a 1ª e única temporada gravou apenas 10. Assim como a notificação do cancelamento, a decisão de interromper a produção também não recebeu explicação oficial. Pior que isso: aparentemente, é proibido abordar o assunto. A revista The Hollywood Reporter chegou a perguntar diretamente a Mark Verheiden sobre a interrupção, durante uma entrevista de divulgação, mas um representante do estúdio impediu que ele respondesse. A série do Monstro do Pântano foi criada pelos roteiristas Mark Verheiden e Gary Dauberman (“It: A Coisa”), tinha produção de James Wan e incluía entre seus diretores o cineasta Len Wiseman (criador da franquia “Anjos da Noite”). O elenco era formado por Crystal Reed (que interpretou Sofia Falcone em “Gotham”), Andy Bean (o Stanley adulto de “It: A Coisa, Capítulo 2”), Derek Mears (o Jason da franquia “Sexta-Feira 13”), Virginia Madsen (“Designed Survivor”), Will Patton (“Falling Skies”), Kevin Durand (“The Strain”), Jennifer Beals (“The L Word”), Maria Sten (“Straight Outta Compton”), Jeryl Prescott (“The Walking Dead”), Henderson Wade (“Extant”), Leonardo Nam (“Westworld”) e Adrienne Barbeau (que estrelou o filme do “Monstro do Pântano” de 1982). Dropping this Friday — the final episode of #SwampThing 2019. Expect some resolution, some strangeness, maybe even some tears. And whatever you do, STICK AROUND after the credits for… well, you'll just have to see! — Mark Verheiden (@MarkVerheiden) July 29, 2019
Preacher: Final da série ganha trailer apocalíptico
O canal pago americano AMC divulgou o trailer da 4ª e última temporada de “Preacher”. A prévia não trata apenas do final da série, mas do final do mundo. Presos entre profecias celestiais, prisões infernais e guerra nuclear total, o pastor Jesse Custer (Dominic Cooper), sua ex-namorada pistoleira Tulip (Ruth Negga) e seu amigo vampiro Cassidy (Joseph Gilgun) embarcam numa jornada sangrenta até o Altíssimo. Se eles podem chegar a Deus no tempo – ou se toda essa carnificina é apenas parte de Seu plano divino – será revelado a partir de 4 de agosto, com a exibição de um episódio duplo, nos Estados Unidos O detalhe é que a produção televisiva ainda está longe do final original dos quadrinhos. A 4ª temporada inicia o arco conhecido como “War in the Sun”, quinto volume de um total de oito publicados pela Vertigo (linha adulta da DC Comics). Assim, a série deve deixar sem adaptação o último terço da trama de Garth Ennis e Steve Dillon. Por outro lado, como o cancelamento foi anunciado com antecedência, os produtores devem ter encontrado uma forma de encerrar a história de algum modo. A série foi desenvolvida por Sam Catlin (roteirista de “Breaking Bad”) em parceria com a dupla Evan Goldberg e Seth Rogen (“A Entrevista”). “Preacher” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.
Rainhas do Crime: Melissa McCarthy vira mafiosa em novo trailer de adaptação da DC Comics
A Warner divulgou três pôsteres e o trailer final de “Rainhas do Crime” (The Kitchen). A prévia conta a história de três mulheres que partem para o crime após seus maridos criminosos saírem de cena, deixando-as endividadas. Foi assim no recente “As Viúvas”, embora a ambição e a ambientação sejam diferentes. Na verdade, o contexto das disputas em território da máfia em 1978 lembra mais “Bella Mafia” (1997). De todo modo, o destaque da produção não é a história, baseada nos quadrinhos “The Kitchen”, da Vertigo (a linha adulta da DC Comics), mas o elenco encabeçado por Elisabeth Moss (série “The Handmaid’s Tale”), Melissa McCarthy (“A Chefa”) e Tiffany Haddish (“Viagem das Garotas”). A trama acompanha três esposas dos chefões da mafia irlandesa na Hell’s Kitchen (daí o título original) de Nova York, durante os anos 1970. Após o FBI prender os líderes da organização, as três assumem o controle dos negócios e acabavam se mostrando mais violentas e perigosas que os maridos. A adaptação tem roteiro e direção de Andrea Berloff, indicada ao Oscar de Roteiro Original por “Straight Outta Compton” (2015), que faz sua estreia como diretora à frente das filmagens. Além do trio de protagonistas (destacadas nos pôsteres), o elenco inclui Domhnall Gleeson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), James Badge Dale (“Homem de Ferro 3”), Margo Martindale (“The Americans”), Bill Camp (“Operação Red Sparrow”), Alicia Coppola (“Shameless”) e o rapper Common (“Selma”). A estreia está prevista para 8 de agosto no Brasil, um dia antes dos Estados Unidos. E um detalhe chama atenção a menos de um mês do lançamento e com o “trailer final” no ar. Até agora, a Warner só liberou três fotos oficiais da produção – e uma delas é de bastidores!
Série de Sandman vai seguir os quadrinhos desde o primeiro volume
O escritor Neil Gaiman revelou nas redes sociais que “Sandman”, série da Netflix baseada nos quadrinhos que ele criou para a Vertigo/DC Comics, vai ser uma adaptação fiel, com a 1ª temporada focada em “Prelúdios e Noturnos”, primeiro volume da saga do Sonho. “A 1ª temporada terá 11 episódios. E será o começo de tudo. ‘Prelúdios e Noturnos’ e um pouco mais”, ele escreveu. Além de ser o autor da história original, Gaiman é produtor da série e vai escrever o primeiro episódio em parceria com os coprodutores David S. Goyer (roteirista de “Batman – O Cavaleiro das Trevas”) e Allan Heinberg (roteirista de “Mulher-Maravilha”). O último terá a função de showrunner. Ao anunciar o projeto – milionário, segundo a revista The Hollywood Reporter – , a Netflix definiu a obra original como “uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria, na qual a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados”. Esta definição é parte de um esboço de sinopse, que ainda diz que “’Sandman’ acompanha os lugares e pessoas afetados por Morpheus, O Rei do Sonho, enquanto corrige os erros cósmicos – e humanos – que cometeu ao longo de sua vasta existência.” A publicação de “Sandman” durou 75 edições (de 1989 a 1996) acompanhando Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D, inclusive Dream (Sonho), o “verdadeiro” nome de Sandman. Embora encerrada em 1996, a revista em quadrinhos original ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazikeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix. The first season will be eleven episodes. That's the start of it all. Preludes and Nocturnes and a little bit more. https://t.co/tOlfJ1kS1y — Neil Gaiman (@neilhimself) 2 de julho de 2019
Neil Gaiman comenta a produção da série baseada nos quadrinhos de Sandman
O escritor Neil Gaiman comentou nas redes sociais o anúncio da transformação dos quadrinhos clássicos de “Sandman” em série, com produção da Netflix. “Espero que possamos fazer na TV algo tão pessoal e verdadeiro quanto as melhores histórias de ‘Sandman’. Apenas encenado 30 anos depois dos quadrinhos”, ele escreveu no Twitter. Questionado se os produtores tentariam contar a história completa da obra em apenas um temporada, Gaiman foi categórico: “Não vamos nem tentar fazer isso.” Além de ter criado os quadrinhos, Gaiman é um dos produtores da série e estará envolvido no desenvolvimento do roteiro do primeiro episódio, em parceria com o coprodutor David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) e o roteirista Allan Heinberg (“Mulher-Maravilha”), que terá a função de showrunner. Gaiman também participa da produção de duas outras séries baseadas em suas obras, “American Gods” e “Good Omens”, adaptações de livros de fantasia que são disponibilizadas pela Amazon, rival da Netflix. “Sandman” terá 11 episódios em sua temporada inaugural, que não tem previsão de estreia. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela Warner Bros Television (WBTV), superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. A Netflix definiu a obra original como “uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria, na qual a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados”. Esta definição é parte de um esboço de sinopse, que ainda diz que “’Sandman’ acompanha os lugares e pessoas afetados por Morpheus, O Rei do Sonho, enquanto corrige os erros cósmicos – e humanos – que cometeu ao longo de sua vasta existência.” A publicação de “Sandman” consolidou o gênero dos quadrinhos adultos na virada dos anos 1980 para os 1990, impulsionando o lançamento do selo Vertigo, divisão adulta da DC Comics. A trama durou 75 edições (de 1989 a 1996) acompanhando Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D, inclusive Dream (Sonho), o “verdadeiro” nome de Sandman. Embora encerrada em 1996, a revista em quadrinhos original ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazekeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix. I'm hoping we can make something on television that feels as personal and true as the best of the Sandman comics did. Just set thirty years later than Sandman the comic. https://t.co/Wy8y4aDbdE — Neil Gaiman (@neilhimself) 1 de julho de 2019 We won't even try. https://t.co/BmdLVYCxUU — Neil Gaiman (@neilhimself) 1 de julho de 2019
Netflix oficializa série baseada nos quadrinhos de Sandman
A Netflix assinou o contrato e oficializou a produção de uma série baseada nos cultuados quadrinhos de “Sandman”, de Neil Gaiman, após a negociação ser revelada no fim de semana. Em comunicado, a plataforma de streaming anunciou a encomenda de 11 episódios para a 1ª temporada da atração, produzida pela Warner Bros. Television (WBTV). Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela WBTV, superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. O estúdio definiu o roteirista Allan Heinberg (do filme da “Mulher-Maravilha”) como responsável pela adaptação, além de contar com o envolvimento do criador da história em quadrinhos, Neil Gaiman (também de “American Gods” e “Good Omens”), e o roteirista David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) na produção. “Estamos entusiasmados em fazer parceria com Neil Gaiman, David S. Goyer e Allan Heinberg para finalmente trazer a icônica série de quadrinhos de Neil, ‘Sandman’, para as telas”, declarou Channing Dungey, vice-presidente de originais da Netflix. “Desde os seus personagens e histórias ricas aos seus mundos bem construídos, temos o prazer de criar uma série épica original que mergulha profundamente neste universo complexo adorado pelos fãs de todo o mundo”, acrescentou. A Netflix definiu a obra original como “uma rica mistura de mito moderno e fantasia sombria, na qual a ficção contemporânea, o drama histórico e a lenda estão perfeitamente entrelaçados”. Esta definição é parte de um esboço de sinopse, que ainda diz que “’Sandman’ acompanha os lugares e pessoas afetados por Morpheus, O Rei do Sonho, enquanto corrige os erros cósmicos – e humanos – que cometeu ao longo de sua vasta existência.” A publicação de “Sandman” consolidou o gênero dos quadrinhos adultos na virada dos anos 1980 para os 1990, impulsionando o lançamento do selo Vertigo, divisão adulta da DC Comics. A trama durou 75 edições (de 1989 a 1996) acompanhando Morpheus, o senhor dos sonhos, que após anos aprisionado ressurge para retomar seu lugar entre os Perpétuos, “deuses antes dos deuses” que mantém a coesão do universo. Eles incluem Destino, Morte, Destruição, Desejo, Desespero e a caçula Delírio – em inglês, todos os nomes começam com a letra D, inclusive Dream (Sonho), o “verdadeiro” nome de Sandman. Embora encerrada em 1996, a revista em quadrinhos original ganhou inúmeros spin-offs, desenvolvidos até hoje. Por curiosidade, um desses derivados foi “Lucifer”. Ao desistir do inferno num dos primeiros números de “Sandman”, o personagem ganhou minisséries e uma revista que acompanhava suas aventuras na cidade de Los Angeles, ao lado de sua demônia de guarda Mazikeen. A história acabou inspirando uma série televisiva, atualmente em produção na própria Netflix. A série de “Sandman” ainda não tem previsão de estreia.
Preacher ganha pôster e dois teasers de sua temporada final
O canal pago americano AMC divulgou o pôster e dois teasers da 4ª e última temporada de “Preacher”, que estreia em 4 de agosto. A arte reúne os protagonistas: o pastor Jesse Custer (Dominic Cooper), sua ex-namorada pistoleira Tulip (Ruth Negga) e seu amigo vampiro Cassidy (Joseph Gilgun). “Preacher” estreou em 2016, mostrando a jornada desse trio, após Jesse, pastor de uma pequena cidade dos EUA, ser possuído por uma entidade chamada Genesis e se tornar capaz de fazer qualquer pessoa obedecer a suas ordens. Em busca de respostas para esse milagre, eles partem em busca de Deus, que sumiu misteriosamente do Céu, e em sua jornada viram alvo de fanáticos religiosos liderados por Herr Starr (Pip Torrens), do Santo dos Assassinos (Graham McTavish) e do próprio diabo. A produção televisiva ainda está longe do final original dos quadrinhos. A 4ª temporada inicia o arco conhecido como “War in the Sun”, quinto volume de um total de oito publicados pela Vertigo (linha adulta da DC Comics). Assim, a série deve deixar sem adaptação o último terço da trama de Garth Ennis e Steve Dillon. Por outro lado, como o cancelamento foi anunciado com antecedência, os produtores devem ter encontrado uma forma de encerrar a história de algum modo. A série foi desenvolvida por Sam Catlin (roteirista de “Breaking Bad”) em parceria com a dupla Evan Goldberg e Seth Rogen (“A Entrevista”). “Preacher” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN.










