Kat Graham anuncia que vai sair de The Vampire Diaries
A série “The Vampire Diaries” vai perder outra integrante importante. Após a saída de Nina Dobrev na temporada passada, a atriz Kat Graham, que interpreta a bruxinha Bonnie, anunciou que vai deixar o programa ao final da 8ª temporada, previsto para 2017. A atriz comentou que será muito difícil se despedir da equipe, mas lembra que ainda tem um ano inteiro para trabalhar com todo mundo. “Eu apenas espero que, no quer que eu faça depois, a equipe possa vir comigo”, disse a atriz à revista US Weekly. “A equipe será a coisa mais difícil de deixar, porque nós somos uma família”, confessou a atriz. A série está atualmente em seu sétimo ano e já foi renovada pela rede CW. Mas a grande curiosidade, que o anúncio da atriz desperta, é se “The Vampire Diaries” terá condição de continuar depois disso, após mais esta perda significativa em seu elenco. O presidente da rede CW, Mark Pedowitz, já disse que a série continuará enquanto Paul Wesley e Ian Somerhalder, intérpretes dos irmãos vampiros Stefan e Damon Salvatore, quiserem. Mas quando os dois decidirem que chegou a hora, a atração sairá do ar. Atualização: Ian Somerhalder diz que The Vampire Diaries vai acabar na próxima temporada
Vampiro 40°: Terror brasileiro ganha pôster e trailer
A produtora de Luiz Carlos Barreto divulgou o pôster e o trailer de “Vampiro 40°”, terror brasileiro derivado da série “Vampiro Carioca”, do Canal Brasil. Não bastassem as comédias, até o terror é televisivo neste país. A prévia, que tem vampiros traficantes, “mafiosa” japonesa e muitas vamps, nem procura enganar, assumindo que o negócio é trash. Dirigido por Marcelo Santiago (“Lula, o Filho do Brasil”), “Vampiro 40°” é estrelado pelo elenco da série, que inclui o cantor Fausto Fawcett, Renata Davies e Otto Jr, além de Marcos Winter (série “Magnífica 70”). A estreia está marcada para 2 de junho.
Novo crossover de The Vampire Diaries e The Originals ganha fotos e comerciais
A rede americana CW divulgou as fotos e os comerciais do novo crossover entre as séries “The Vampire Diaries” e “The Originals”. A primeira prévia mostra Stefan (Paul Wesley) em fuga da caça-vampiros Rayna (Leslie-Anne Huff), decidindo se refugir em New Orleans, onde reencontra seu “velho amigo” Klaus (Joseph Morgan). O problema, como mostra a segunda prévia, é que o timing de sua chegada foi o pior possível, uma vez que os vampiros originais enfrentam um complô da irmandade vampírica Strix, que conseguiu um meio de romper a ligação com a linhagem da primeira família. Intitulados, respectivamente, “Moonlight at the Bayou” e “A Streetcar Named Desire”, os dois episódios irão ao ar em sequência na noite de sexta (26/2) pela televisão americana. No Brasil, as séries são exibidas pelo canal pago MTV.
Atriz de True Blood vai enfrentar vampiros na série Van Helsing
O canal pago americano Syfy anunciou a contratação de Kelly Overton, que viveu uma lobisomem sexy em “True Blood”, como a matadora de vampiros da série “Van Helsing”. Ela será Vanessa Helsing, filha do lendário caçador de monstros, criado por Bram Stoker em seu célebre romance gótico “Drácula”, de 1897. “’Van Helsing’ reimagina a história clássica de uma forma cativante, trazendo uma heroína complexa e corajosa como destaque”, pontuou Chris Regina, vice-presidente de Estratégias de Programa do Syfy, insinuando que a emissora vai seguir a tendência das novas produções estreladas por mulheres fortes em 2015, casos de “Supergirl”, “Quantico” e “Blindspot”, por exemplo. A trama vai acompanhar Vanessa, que é ressuscitada em 2020 e descobre que os vampiros tomaram conta do planeta — e que ela possui um poder único sobre eles. Assim, a herdeira de Van Helsing se torna a última esperança da humanidade para recuperar o mundo destes seres sanguinários. O elenco também inclui Jonathan Scarfe (série “Hell on Wheels”) como Axel, um oficial da Marinha com experiência em enfrentar vampiros, Christopher Heyerdahl (“Saga Crepúsculo”) como Sam, sobrevivente da insurreição de vampiros, Paul Johansson (série “Mad Men”) como Dimitri, um vampiro que havia se transformado antes da insurreição e que agora atua como o líder de sua espécie, David Cubitt (série “Ray Donovan”) como John, outro sobrevivente, Tim Guinee (série “Homeland”) como o líder de uma tropa de elite, e Vincent Gale (série “Bates Motel”) como Flesh, um vampiro que bate de frente com Vanessa. Pouco inovadora, a premissa lembra filmes B recentes, como “2019 – O Ano da Extinção” (2009) e “Padre” (2011). Mas também pode ser resumida como “Dominion” com vampiros, em referência à série de anjos apocalípticos recentemente cancelada pelo SyFy. A produção tampouco inova ao escolher como protagonista uma herdeira do famoso matador de vampiros. A Marvel introduziu Rachel Van Helsing, bisneta do caçador de monstros, em 1972, nos quadrinhos de “A Tumba do Drácula”, que também revelaram o personagem Blade. No mesmo ano, a Hammer lançou o filme “Drácula no Mundo da Minissaia” (1972), que trouxe o vampiro para os “dias de hoje” e mostrou os descendentes de seu maior inimigo, entre eles a jovem Jessica Van Helsing (Stephanie Beacham). A nova série foi desenvolvida pelo cineasta Neil LaBute (“Morte no Funeral”), que, por sinal, já tem experiência negativa com personagens do universo gótico popularizados pelo estúdio Hammer. Ele foi responsável por “O Sacrifício” (2006), remake do terror clássico “O Homem de Palha” (1973), que marcou o início da decadência do ator Nicolas Cage. Sem abandonar a carreira no cinema, LaBute vem se aventurando pelas séries nos últimos anos, tendo escrito cinco episódios do western “Hell on Wheels” e criado a comédia “Billy & Billie”. “Van Helsing” terá uma 1ª temporada de 13 episódios produzida pela Nomadic Pictures, produtora responsável por “Fargo” e “Hell on Wheels”. As gravações começam na segunda (22/2) para uma estreia na próxima temporada de outono (entre setembro e novembro) nos EUA.
The Vampire Diaries: Comercial destaca nova caça-vampiros da série
A rede americana CW divulgou o comercial do próximo episódio de “The Vampire Diaries”, que destaca uma nova caçadora de vampiros, vivida pela atriz Leslie-Anne Huff (“Arena dos Sonhos”). A prévia mostra sua determinação em exterminar vampiros e seu encontro pouco amistoso com Damien (Ian Somerhalder). Chamada de Rayna Cruz, a personagem é descrita como “destemida, focada, esperta e confiante”, alguém que, literalmente, não pode descansar até atingir sua vingança. Introduzida no 12º episódio da 7ª temporada, ela assume o centro da ação no 13º, intitulado “This Woman’s Work”, que vai ao ar na sexta (19/2) nos EUA. No Brasil, a série é transmitida pelo canal pago MTV.
Autora de True Blood desenvolve nova série sobrenatural
A escritora Charlaine Harris, autora da franquia literária “Crônicas de Sookie Stackhouse” (The Southern Vampire Mysteries, no original), que deu origem à série “True Blood”, está desenvolvendo uma série de TV baseada em outra de suas histórias sobrenaturais. Trata-se da trilogia “Midnight, Texas”, que já teve seus dois primeiros livros publicados nos EUA. Segundo o site The Hollywood Reporter, a série pretende ser uma mistura de “True Blood” com “Twin Peaks”. A trama se passa na cidade de Midnight (meia-noite), um lugarejo bastante remoto do Texas, para onde se muda apenas quem busca se esconder, como criminosos, mas também criaturas sobrenaturais. Quando uma das moradoras desaparece, todos são suspeitos. A rede americana NBC encomendou o piloto da atração, que terá Harris como produtora executiva e roteiro escrito por Monica Owusu-Breen (série “Lost”). Caso a série vá adiante, chegará à televisão após o final da trilogia ser publicado. O terceiro livro, intitulado “Night Shift”, tem previsão de lançamento para maio. Confira abaixo o trailer do lançamento do primeiro livro, “Midgnight Crossroad”, que dá uma ideia do clima da atração.
David Bowie (1947 – 2016)
Morreu o cantor David Bowie, um dos artistas mais importantes do século 20, que além de um inestimável legado musical também se destacou no cinema, ao estrelar filmes cultuados como a sci-fi “O Homem que Caiu na Terra” (1976) e o terror “Fome de Viver” (1983). Ele faleceu no domingo (10/8) após uma batalha de 18 meses contra um câncer, informou sua assessoria de imprensa. Nascido David Robert Jones em Londres em 8 de janeiro de 1947, Bowie adotou o nome artístico com o qual ficou famoso em 1966, para não ser confundido com Davy Jones, cantor da banda The Monkees. Ele tocou saxofone, trabalhou com mímica e passou por várias bandas até iniciar sua carreira solo. Seu primeiro hit, lançado em 1969, foi a música “Space Oddity”, uma ode ao astronauta perdido no espaço Major Tom, que consagraria sua ligação com a sci-fi. Este elo seria ainda mais fortalecido com o lançamento, em 1972, do álbum “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars”, em que Bowie concebeu sua persona de rock star alienígena. Foi esta relação que levou o cineasta Nicolas Roeg a convidá-lo a estrelar seu primeiro longa-metragem. Mas Bowie já vinha atuando desde o início da carreira musical, fazendo teatro e mímica, tendo iniciado no cinema com um curta de terror de 1967, “The Image”. Em “O Homem que Caiu na Terra” (1976), Bowie deu vida a um alienígena disfarçado de cientista visionário, que vem à Terra em busca de água para salvar seu planeta natal. Com imagens marcantes, o filme ganhou status de cult e influenciou os próximos passos estéticos da carreira do cantor. Além de se dedicar a uma sonoridade mais “futurista”, que viria a influenciar a new wave, Bowie usou fotos do filme nas capas de dois de seus discos mais célebres, “Station to Station” (1976) e “Low” (1977). Ele teve outro papel marcante em “Apenas um Gigolô” (1978), como um gigolô de mulheres ricas na Berlim dos anos 1920. Na época da produção, Bowie vivia justamente em Berlim, absorvendo influências do kraut rock para seus discos mais inovadores. E apesar da música-tema ter sido gravada por Marlene Dietrich (em seu último longa-metragem), a trilha de “Apenas um Gigolô” registrou a primeira música composta por Bowie para o cinema, “Revolutionary Song”. Sua ligação com Berlim voltou a ser explorada em outro filme cult, “Eu, Christiane F., 13 Anos, Drogada e Prostituída” (1981), no qual interpretou a si mesmo, cantando seus sucessos durante um show visto pela jovem protagonista (Natja Brunckhorst). A ênfase em suas músicas dividiu espaço na trama com cenas sórdidas, de consumo de drogas e sexo em banheiros imundos da cidade que, na época, era considerada a capital mais punk do mundo. Bowie voltou a Londres, mas manteve sua ligação com a cultura alemã ao interpretar um texto do grande dramaturgo bávaro Bertolt Brecht no telefilme “Baal” (1982), produção da BBC em que viveu o papel-título. Fã de Brecht, o cantor já havia gravado “Alabama Song” em 1980 e, após “Baal”, lançou um disco com cinco músicas da peça. A paixão pelo teatro também o levou a estrelar uma montagem de “O Homem Elefante” na Broadway. E essa performance acabou convencendo o grande mestre Nagisa Ôshima (“O Império dos Sentidos”) a lhe dar o papel principal, como um prisioneiro de guerra, em “Furyo, Em Nome da Honra” (1983). “Furyo” chegou a causar polêmica por mostrar a tensão homossexual exercida por Bowie sobre seu captor, um oficial japonês vivido por outro músico, Ryuichi Sakamoto – premiado, inclusive, pela trilha sonora do filme. E para evitar censura do estúdio em sua primeira incursão ocidental, Oshima assumiu riscos, recusando-se a fazer cópias para enviar a película original pelo correio, para ser editada no Japão, longe dos executivos da Recorded Picture Company, enquanto conduzia as filmagens. No mesmo ano, Bowie ainda incorporou um vampiro em outro trabalho cult: “Fome de Viver” (1983), primeiro filme do diretor inglês Tony Scott (“Top Gun”). O terror abria com um show underground da banda Bauhaus (que já havia gravado um cover de “Ziggy Stardust”) e, com sua estética próxima dos videoclipes, ajudou a popularizar o som e o visual da juventude gótica. O próprio Bowie tinha antecipado esta tendência com a faixa-título do disco “Scary Monsters”, em 1980, e consolidou sua influência sobre aquela era com a composição da música-tema do terror “A Marca da Pantera” (o hit “Putting Out the Fire”), também lançado em 1983. Com a experiência adquirida no cinema, ele começou a dirigir seus primeiros clipes no começo dos anos 1980, como o célebre “Ashes to Ashes” e “Loving the Alien”. Mas um clipe mais elaborado, para a música “Blue Jean”, o levou a trabalhar com o diretor Julien Temple (do filme dos Sex Pistols, “The Great Rock ‘n’ Roll Swindle”). Os dois ficaram amigos e Bowie topou estrelar o próximo longa do cineasta, o musical “Absolute Beginners” (1986). Adaptação do romance de Colin MacInnes, Absolute Beginners era uma homenagem à juventude londrina do final dos anos 1950, basicamente pré-mod, e trazia Bowie, como um guru motivacional, cantando duas músicas, inclusive a faixa-título. Ambicioso, o filme acabou decepcionou nas bilheterias, mas ganhou sobrevida como artefato dos anos 1980, graças às participações de artistas como Patsy Kensit, Sade, Jerry Dammers e o grupo Style Council. A impressionante lista de cults de sua filmografia ainda inclui outro projeto repleto de celebridades, a comédia “Um Romance Muito Perigoso” (1985), do diretor John Landis (que fez “Um Lobisomem Americano em Londres” e o famoso clipe de “Thriller”, de Michael Jackson). No filme, Bowie vivia um assassino profissional no encalço da ladra de jóias interpretada por Michelle Pfeiffer (“Batman 2”), mas o elenco era praticamente submerso pela quantidade de figurantes notáveis, a maioria deles cineastas, como Roger Vadim, David Cronenberg, Jonatham Demme, Lawrence Kasdan, Don Siegel, Jack Arnold, Paul Mazursky, Jim Henson, etc. O cantor acabou trabalhando com um desses diretores logo em seguida, ao viver o rei duende de “Labirinto – A Magia do Tempo” (1986), clássico infantil de Jim Henson. Último longa do criador dos “Muppets”, o filme trazia Bowie sob a maquiagem de uma criatura mágica, que, ao atender a um desejo da jovem Jennifer Connelly (vencedora do Oscar por “Uma Mente Brilhante”), então com 16 anos de idade, gera consequências terríveis. Infelizmente, nem a atração de novos bonecos fantoches impediu seu fracasso nas bilheterias. Henson ficou tão abatido que nunca mais filmou novamente, mas a passagem do tempo também fez deste mais um cult na filmografia de Bowie. De fato, o artista tinha uma forte intuição a respeito de que papeis deveria interpretar, causando frisson pelo simples fato de aparecer em cena em determinado contexto. Isto o levou a viver desde um tubarão na comédia “O Pirata da Barba Amarela” (1983) até Pôncio Pilatos em “A Última Tentação de Cristo” (1988), o retrato polêmico da crucificação de Jesus dirigido por Martin Scorsese. Também o colocou com um distintivo do FBI no filme derivado da série “Twin Peaks”, “Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992), e até sob a peruca de Andy Warhol na cinebiografia “Basquiat – Traços de Uma Vida” (1996). Nem todos os seus filmes, porém, resistiram para a posteridade. Embora simpático, “Romance por Interesse” (1991) não causou a menor repercussão. E a curiosidade tinha limites, como demonstraram suas participações em alguns filmes B do final de sua carreira: o spaghetti western “Duelo de Forasteiros” (1998), única chance de ver Bowie como cowboy, o policial “Everybody Loves Sunshine” (1999), no qual contracenou com o DJ Goldie, a fantasia “Mr. Rice’s Secret” (2000) e o thriller “Reação Colateral” (2008), grandes desperdícios de seu talento. Ele também serviu de anfitrião para a série de terror “The Hunger”(1997–2000), produção de Tony Scott, que evocava o título original de “Fome de Viver”. E encerrou sua filmografia com dois grandes personagens finais. Além de interpretar o inventor Nikola Tesla na fantasia “O Grande Truque” (2006), de Christopher Nolan, ele se dedicou a seu último e grande papel, como o cantor David Bowie. Bowie viveu Bowie na comédia “Zoolander” (2001), nas séries “Full Stretch” (em episódio de 1993), “Nathan Barley” (em 2005) e “Extras” (em 2006), e no musical adolescente “High School Band”, seu último filme, lançado em 2009, dedicando, desde então, suas interpretações finais aos clipes de seus últimos álbuns, “The Next Day” (2013) e o recém-lançado “Blackstar” (2016). Em seu último vídeo, “Lazarus”, lançado três dias antes de sua morte, ele aparecia numa cama de hospital, saindo de cena num armário escuro, similar a um caixão, vestindo a roupa da contracapa do disco “Station to Station”. O produtor Tony Visconti, responsável por “Blackstar” e parceiro de Bowie desde os anos 1960, disse que o cantor fez de seu último disco uma cerimônia de despedida. Segundo ele, o disco foi concebido para ser uma espécie de adeus aos fãs. “Sua morte não foi diferente da sua vida: uma obra de arte. Ele fez ‘Blackstar’ para nós, foi um presente de despedida. Eu sabia, há um ano, que seria assim. No entanto, não estava preparado”. Distante da mídia nos últimos anos, Bowie já vinha se despedindo dos amigos há tempos. Segundo sua biógrafa Wendy Leigh, ele sofreu seis ataques cardíacos nos últimos anos. “Ele estava muito perto do limite, mas eu acredito que David dirigiu sua vida e sua morte”, disse a escritora em entrevista à BBC. “Acredito que Iman (mulher do músico), por mais trágico que seja para ela, que Duncan (filho do músico), por mais trágico que seja, estavam preparados dia a dia, mês a mês, ano a ano para o dia de sua passagem”. A modelo Iman era a mulher de Bowie desde 1992. Duncan é o filho do primeiro casamento do cantor, com Angela Bowie (que soube da morte de Bowie de forma horrível, pela produção do reality show “Celebrity Big Brother”, onde está confinada). O jovem herdeiro do sobrenome Jones é diretor de cinema e se especializou no gênero que projetou o pai, a ficção científica, tendo dirigido os elogiados filmes “Lunar” (2009) e “Contra o Tempo” (2011). Os fãs, porém, não sabiam a luta que o cantor travava, especialmente diante da qualidade artística de “Blackstar”. “Talentoso. Único. Genial. Inovador. O homem que caiu na Terra. Seu espírito viverá eternamente”, resumiu Madonna, em meio a a onda de comoção mundial, que inundou as redes sociais.
Garota Sombria Caminha pela Noite seduz com sua estranheza
Um filme de terror falado em persa e com vampira iraniana, eis a singularidade de “Garota Sombria Caminha pela Noite”, que além de tudo é dirigido por uma mulher, Ana Lily Amirpour, em belíssimo preto e branco. A curiosidade que isso desperta já é meio caminho para o culto, realmente conquistado pelo longa, mesmo que, na verdade, Amirpour seja inglesa e que o filme tenha sido totalmente produzido nos Estados Unidos. Apesar da carreira indie americana, lançado no Festival de Sundance e premiado com o Gotham Awards, “Garota Sombria” tem inegável espírito estrangeiro, com uma estranheza que impregna cada cena. A combinação de diferentes culturas é registrada na beleza plástica de sua fotografia, mas também num andamento narrativo irregular, que se excede e se arrasta em determinados instantes, como um filme de arte – lembra a fase em preto e branco de Jim Jarmusch. Nada disso, porém, prejudica o desenvolvimento final, que é bastante satisfatório, dentro de uma história, de fato, muito simples. Pela trama simples, desfilam alguns personagens que vivem uma vida desolada em Bad City, cidade de pesadelo em que o lixão (um buraco) serve para o despejo de cadáveres humanos. O traficante da cidade representa o que há de pior naquele lugar, e em contraste permite que a vampira, apesar de fazer suas vítimas, mostre-se menos cruel. Ela tem uma moral própria, dando preferência àqueles que “merecem” ter seu sangue sugado. Claro que o traficante canalha é um deles. Por isso, a cena do encontro dos dois é um dos pontos altos do filme. A moça que interpreta a vampira, Sheila Vand (de “Argo”), é, além de atraente, muito boa no papel. Algo, porém, se destaca sem que ela precise expressar. Sua predileção por camiseta listrada e calças esportivas ilustram uma clara identidade juvenil. Entretanto, quando vai matar, isso se esconde sob um véu, que cobre todo o seu corpo como uma jovem muçulmana tradicional. O detalhe é que o figurino se mescla com as sombras de forma deliberada. A capa preta tem sido uma imagem expressionista potente, que acompanha os vampiros desde o cinema mudo, mas, ao se transformar em véu, assume uma carga inédita de terror, relacionando a submissão religiosa ao surgimento de algo maligno. Eis mais um ponto positivo deste trabalho único, cujas qualidades vão além do mero gostar ou não gostar. Isso porque “Garota Sombria” é um filme com mais estética que conteúdo. Ou seja, interessa mais pela atmosfera e a beleza de suas imagens. E, nesse sentido, trata-se de uma obra cheia de acertos.
Vampiros contra-atacam nos comerciais dos retornos de The Vampire Diaries e The Originals
A rede americana CW divulgou os comerciais dos próximos episódios de “The Vampire Diaries” e “The Originals”, que retornam apenas no final de janeiro, após hiato do fim do ano. Ambos trazem os vampiros protagonistas de suas tramas lidando com tortura psicológica e o desejo de vingança, iniciando seu contra-ataque após sofrer derrotas nas mãos de seus inimigos. Os irmãos Salvatore precisam enfrentar seus pesadelos para fugir do inferno, enquanto os irmãos Mikaelson iniciam sua retaliação, após os ataques de seus antigos discípulos levarem morte à sua casa. Mas até esta reação pode representar mais um passo em direção à profecia que descreveu a morte dos vampiros originais. As duas séries retornam com os episódios “Hell Is Other People” e “Ghost of the Mississippi” em novo dia: às sextas, a partir do dia 29 de janeiro na televisão norte-americana. O CW também divulgou um vídeo só para anunciar essa mudança de horário em sua programação. No Brasil, as duas séries são exibidas pelo canal pago MTV.
The Vampire Diaries ganhará nova caçadora de vampiros
A série “The Vampire Diaries” vai ganhar uma nova caçadora de vampiros. Segundo o site TV Line, a atriz Leslie-Anne Huff (“Arena dos Sonhos”) entrou no elenco da atração no papel de Buff… quer dizer, Rayna, uma caça-vampiros que “retorna ao mundo dos vivos após ter sido derrotada por seus inimigos”. A personagem é descrita como “destemida, focada, esperta e confiante”, alguém que, literalmente, não pode descansar até atingir sua vingança. As informações contêm duas pistas importantes, sugerindo que Rayna será introduzida na trama por meio da pedra da Fênix, um grande rubi vermelho que, na atual temporada, tem trazido do além a alma de alguns vampiros seculares. Além disso, ela pode ser a responsável pela caçada a Stefan e Damon nos flashforwards que apresentam o futuro dos protagonistas. Leslie-Anne Huff aparecerá pela primeira vez no 12º episódio desta 7ª temporada, que atualmente se encontra no quinto capítulo, com exibição nos EUA pelo canal CW. No Brasil, a série é transmitida pelo canal pago MTV.
Filha de Van Helsing será protagonista de série apocalíptica de vampiros
O canal pago americano Syfy anunciou a produção da série “Van Helsing”, que vai acompanhar a filha do lendário caçador de monstros Abraham Van Helsing, criado por Bram Stoker em seu célebre romance gótico “Drácula”, de 1897. A série foi desenvolvida pelo cineasta Neil LaBute (“Morte no Funeral”), que já tem experiência (negativa) com personagens do universo gótico popularizados pelo estúdio Hammer. Ele foi responsável por “O Sacrifício” (2006), remake do terror clássico “O Homem de Palha” (1973), que marcou o início da decadência do ator Nicolas Cage. Sem abandonar a carreira no cinema, LaBute tem se aventurado pelas séries nos últimos anos, tendo escrito cinco episódios do western “Hell on Wheels” e criado a comédia “Billy & Billie”. “Van Helsing” terá uma 1ª temporada de 13 episódios produzida pela Nomadic Pictures, produtora responsável por “Fargo” e “Hell on Wheels”. As gravações vão começar em janeiro para uma estreia na próxima temporada de outono (entre setembro e novembro) nos EUA. Mas o SyFy já divulgou uma arte da produção (confira abaixo). A trama vai acompanhar Vanessa Van Helsing, que é ressuscitada em 2020 e descobre que os vampiros tomaram conta do planeta — e que ela possui um poder único sobre eles. Assim, a herdeira de Van Helsing se torna a última esperança da humanidade para recuperar o mundo destes seres sanguinários. “Van Helsing reimagina a história clássica de uma forma cativamente, trazendo uma heroína complexa e corajosa como destaque”, pontuou Chris Regina, vice-presidente de Estratégias de Programa do Syfy, apontando que a emissora vai seguir a tendência das novas produções estreladas por mulheres fortes em 2015, casos de “Supergirl”, “Quantico” e “Blindspot”, por exemplo. De todo modo, a premissa lembra filmes B recentes, como “2019 – O Ano da Extinção” (2009) e “Padre” (2011). Mas também pode ser resumida como “Dominion” com vampiros, em referência à série de anjos apocalípticos recentemente cancelada pelo SyFy. A produção tampouco inova ao escolher como protagonista uma herdeira do famoso matador de vampiros. A Marvel introduziu Rachel Van Helsing, bisneta do caçador de monstros, em 1972, nos quadrinhos de “A Tumba do Drácula”, que também revelaram o personagem Blade. No mesmo ano, a Hammer lançou o filme “Drácula no Mundo da Minissaia” (1972), que trouxe o vampiro para os “dias de hoje” e mostrou os descendentes de seu maior inimigo, entre eles a jovem Jessica Van Helsing (Stephanie Beacham, na foto que abre o post).
Série de vampiros From Dusk Till Dawn é renovada para sua 3ª temporada
O canal pago americano El Rey, fundado pelo diretor Robert Rodriguez, anunciou a renovação da série “From Dusk Till Dawn” para sua 3ª temporada. Baseada no filme de terror “Um Drink no Inferno” (1996), dirigido por Rodriguez e escrito (e coestrelado) por Quentin Tarantino, a atração acompanha o destino dos dois criminosos (D.J. Cotrona, de “G.I. Joe: Retaliação”, e Zane Holtz, da série “Make It or Break It”) que raptam uma família e buscam se esconder num bar isolado na fronteira do México, sem saber que o local é uma armadilha criada para alimentar vampiros. Enquanto a 1ª temporada basicamente estendeu a trama do filme em 10 episódios, os capítulos mais recentes continuaram a história, criando uma mitologia latina para o terror dos vampiros. “Este show possui seguidores apaixonados e eu amo fazer e dirigir seus episódios. Temos um elenco matador e os personagens se tornaram ainda mais cheios de camadas e magnéticos, portanto mal posso esperar para levar a narrativa ainda mais à frente”, declarou Rodriguez, em comunicado. A série encerrou sua 2ª temporada no dia 27 de outubro. No Brasil, os episódios podem ser vistos por streaming na Netflix.










