Cillian Murphy vai estrelar novo filme de Christopher Nolan
A produção de “Oppenheimer”, próximo longa do diretor Christopher Nolan, confirmou seu protagonista e anunciou sua data de estreia. O ator Cillian Murphy (“Peaky Blinders”), que estava sendo mencionado como intérprete principal desde que o projeto foi anunciado no mês passado, vai interpretar o cientista J. Robert Oppenheimer, conhecido como o “pai da bomba atômica”. O gênio por trás do projeto Manhattan, que resultou na criação da bomba que dizimou Hiroshima e posteriormente Nagasaki, também é o autor da famosa frase: “Agora, eu me tornei a morte, a destruidora de mundos”. Murphy já trabalhou várias vezes com Nolan, desde os filmes de Batman (onde viveu o vilão Espantalho), além de ter aparecido em “A Origem” e “Dunkirk”. Apesar do tema sugerir um filme sóbrio, o estúdio Universal manteve a tradicional época de lançamento dos filmes de ação de Nolan, marcando “Oppenheimer” para 21 de julho de 2023, alta temporada de férias nos EUA e período concorrido de blockbusters. O último filme do diretor, “Tenet”, foi lançado nos cinemas em outubro de 2020 apenas porque as salas estavam fechadas durante o verão do ano passado, auge da pandemia de covid-19. Apesar das dificuldades criadas pela crise sanitária, o épico de ficção científica arrecadou US$ 363 milhões ao redor do mundo. A expectativa é que as filmagens de “Oppenheimer” comecem no início do ano que vem, marcando o início da parceria de Nolan com a Universal, após duas décadas de contrato com a Warner. A separação não foi muito amigável, acontecendo após o diretor falar mal da estratégia de seu antigo estúdio de distribuir filmes simultaneamente nos cinemas e no “pior serviço streaming”, a HBO Max. A fala teve repercussão e o motivou a mudar de ares.
Família de Laurie Strode enfrenta Michael Myers em pôsteres e vídeo de “Halloween Kills”
A Universal Pictures divulgou novos pôsteres e mais um vídeo dos bastidores de “Halloween Kills: O Terror Continua”, que destacam três gerações de mulheres da família Strode, descritas como “guerreiras”. No novo filme, Michael Myers avança em busca da família de Laurie Strode (Jamie Lee Curtis), a “final girl” de seu massacre original de 1978. Desta vez, porém, Laurie, sua filha (Judy Greer) e sua neta (Andi Matichak) se juntam a outros sobreviventes para caçá-lo. Novamente dirigido por David Gordon Green, que comandou o “Halloween” de 2018, o terror vai chegar aos cinemas em 14 outubro no Brasil e já tem uma sequência encaminhada, que promete encerrar a franquia.
Vídeo de bastidores destaca volta de personagens clássicos de “Halloween”
A Universal Pictures revelou um novo vídeo dos bastidores de “Halloween Kills: O Terror Continua”, que destaca a volta de três atores do filme original, Charles Cyphers, Nancy Stephens e Kyle Richards. Além de depoimentos sobre o longa de 1978, dirigido por John Carpenter, o vídeo mostra o reencontro de Kyle Richards com Jamie Lee Curtis, estrela do longa original e que continua na franquia até hoje. Kyle era uma das crianças que Laurie Strode, a personagem de Curtis, cuidava como babá durante o primeiro massacre cometido por Michael Myers. A atriz deu continuidade à carreira e foi até uma das enfermeiras da série “Plantão Médico” (E.R.). Já o intérprete de seu irmão em 1978 desistiu de atuar e sua versão adulta será vivida por Anthony Michael Hall (“O Vidente”) no novo longa. Em “Halloween Kills”, os velhos personagens se aliam à família de Laurie Strode para caçar o psicopata e impedir um novo massacre. Novamente dirigido por David Gordon Green, o terror vai chegar aos cinemas em 14 outubro no Brasil e já tem uma sequência encaminhada, que promete encerrar a franquia.
Sobreviventes do primeiro “Halloween” se juntam no trailer da continuação
A Universal divulgou o trailer legendado de “Halloween Kills”, segundo filme da nova trilogia do psicopata Michael Myers, que ganhou um subtítulo nacional: “O Terror Continua”. A prévia mostra um reencontro dos sobreviventes do longa clássico dos anos 1970, que se unem para acabar de vez com a ameaça do bicho-papão mascarado. Quem viu o “Halloween” original, escrito e dirigido por John Carpenter em 1978, deve recordar que Laurie Strode (papel consagrado por Jamie Lee Curtis) trabalhava como babá quando se tornou a última sobrevivente do massacre cometido por Michael Myers. O que poucos lembram são as crianças da história. Pois os personagens mirins do filme original estão de volta. Lindsay Wallace e Tommy Doyle, as crianças que estavam sob os cuidados de Laurie durante o ataque do psicopata mascarado, mudaram muito com a meia-idade. Doyle é interpretado, em sua versão adulta, por Anthony Michael Hall (“O Vidente”). Mas a menina tem a mesma intérprete do filme original: Kyle Richards, que deu continuidade à carreira de atriz e foi até uma das enfermeiras da série “Plantão Médico” (E.R.). Eles se aliam à família de Laurie Strode para caçar o psicopata para impedir um novo massacre. Novamente dirigido por David Gordon Green, o terror vai chegar aos cinemas em 14 outubro no Brasil e já tem uma sequência encaminhada, que promete encerrar a franquia.
Christopher Nolan rompe com a Warner e vai filmar na Universal
O próximo filme de Christopher Nolan (“Tenet”) será lançado pela Universal Pictures. O diretor levou o projeto ao mercado, mostrando sua contrariedade com a Warner, estúdio por onde lançou quase todos os seus longas nos últimos 20 anos – desde “Insônia” em 2002. Seu último filme, “Tenet”, foi lançado exclusivamente nos cinemas em outubro de 2020. Apesar das dificuldades da crise sanitária, o épico de ação arrecadou US$ 363 milhões em bilheterias ao redor do mundo. Mesmo assim, a Warner considerou o valor baixo e optou por lançar todos os seus filmes posteriores num modelo híbrido de distribuição. Nolan ficou irritadíssimo. Após falar mal da estratégia do estúdio de distribuir filmes simultaneamente nos cinemas e no “pior serviço streaming”, a HBO Max, ele decidiu buscar outra parceria. Em seu novo filme, Nolan pretende voltar à época da 2ª Guerra Mundial, mas em vez das batalhes de “Dunkirk” focará nos bastidores burocráticos e científicos da criação da bomba atômica, com destaque para o envolvimento do cientista J. Robert Oppenheimer, gênio por trás do projeto Manhattan e autor da famosa frase: “Agora, eu me tornei a morte, a destruidora de mundos”. Segundo o site Deadline, o ator Cillian Murphy vai participar do projeto. Mais conhecido como protagonista de “Peaky Blinders”, Murphy já trabalhou várias vezes com Nolan, desde os filmes de Batman (onde viveu o vilão Espantalho), além de ter aparecido em “A Origem” e “Dunkirk”. Oppenheimer já foi o tema de filme, o fracasso de bilheteria de 1989 “O Início do Fim” (Fat Man and Little Boy), estrelado por Paul Newman, dirigido por Roland Joffé e apreciado por poucos, com 47% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Disney anuncia fim de lançamentos simultâneos em streaming, mas impõe derrota aos cinemas
A Disney anunciou o fim de sua experiência com lançamentos híbridos. Após o processo de Scarlett Johansson contra a estreia simultânea de “Viúva Negra” nos cinemas e no Premier Acess (um PVOD) da Disney+, e do sucesso de “Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis” nas bilheterias, os próximos filmes do estúdio serão lançados primeiro nos cinemas, antes de estarem disponíveis em streaming. Com isso, o filme de animação “Encanto” estreará nos cinemas no dia 24 de novembro e não aparecerá na plataforma Disney+ até 24 de dezembro. Todos os demais lançamentos previstos para 2021, como “O Último Duelo” de Ridley Scott, “Eternos” de Chloé Zhao e “Amor, Sublime Amor” de Steven Spielberg, terão ao menos 45 dias de exclusividade nas salas de cinema. O circuito exibidor dos EUA considerou a decisão uma vitória. Anteriormente, a Associação Nacional de Donos de Cinemas dos Estados Unidos (NATO, na sigla em inglês) chegou a divulgar um comunicado agressivo contra a Disney, apontando que “Viúva Negra” teve uma queda de 67% de arrecadação em sua segunda semana em cartaz por não ser um lançamento exclusivo dos cinemas. Argumentos deste comunicado foram utilizados no processo movido por Johansson contra o estúdio. Mas a verdade é que os donos de cinemas, que se dizem felizes agora, perderam a disputa. E perderam muito. O anúncio da Disney consolida a janela de 45 dias de exibição e se segue à iniciativas anteriores da Warner e da Paramount no mesmo sentido. Antes da pandemia, porém, a exclusividade dos cinemas durava o dobro do tempo: 90 dias. Há anos, Hollywood tentava diminuir o tempo de exclusividade dos filmes nos cinemas, mas os exibidores nunca permitiram, ameaçando boicotar quem ousasse lançar em vídeo qualquer filme antes dos 90 dias tradicionais. No começo da pandemia, quando a Universal tirou “Trolls 2” do circuito cinematográfico norte-americano e celebrou um dos maiores faturamentos de VOD de todos os tempos, as grandes redes peitaram o estúdio com ameaças contra suas futuras produções. O tom mudou muito desde então e agora as redes comemoram cortar pela metade sua janela anteriormente intocável. Trata-se de uma vitória de Hollywood, que em dois anos – e com a ajuda da pandemia – mudou de forma radical sua relação com os donos de cinema. O lançamento de várias plataformas ligadas aos estúdios tirou do circuito cinematográfico seu poder de barganha, consolidando uma alternativa mais viável que as salas de exibição para levar conteúdo ao público. A troca de paradigma fragilizou a posição dos cinemas, que agora comemoram perder “apenas” metade de seu antigo poder.
Noite Passada em Soho: Terror estiloso com Anya Taylor-Joy ganha novo trailer
A Universal divulgou um novo trailer legendado de “Noite Passada em Soho”, próximo filme do diretor Edgar Wright (“Em Ritmo de Fuga”). Bastante estilizada, a prévia acompanha a protagonista numa viagem de sonhos à Londres dos anos 1960. E conforme ela fica obcecada pelo visual e estilo glamouroso da época, assumindo a personalidade que vê nos sonhos, também embarca numa jornada de pesadelos, perseguida por horrores do passado. Ainda mais depois de descobrir que tudo que sonhou realmente aconteceu no passado. O elenco destaca Thomasin McKenzie (“Jojo Rabbit”), Anya Taylor-Joy (“O Gambito da Rainha”), Matt Smith (“The Crown”) e três astros britânicos que viveram intensamente os anos 1960, Terence Stamp (visto mais recentemente em “Mistério no Mediterrâneo”), Rita Tushingham (“Os Intrusos”) e Diana Rigg (“Game of Thrones”) em seu último papel, filmado antes de seu falecimento no ano passado. A estreia está marcada para 22 de outubro nos EUA e 11 de novembro no Brasil.
Diretor de “Independence Day” joga a Lua contra a Terra no teaser de “Moonfall”
A Diamond Films divulgou o primeiro teaser legendado de “Moonfall”, nova sci-fi apocalíptica de Roland Emmerich (“Independence Day”, “O Dia Depois do Amanhã”). A prévia abre com cenas espaciais acompanhadas pelo célebre discurso de John F. Kennedy sobre levar a humanidade à Lua, mas logo revela o desastre da trama: a queda da Lua na Terra, que causa enorme devastação. Sem dar maiores explicações sobre o desastre, a sinopse acrescenta que, faltando “poucas semanas para o impacto”, “uma equipe desacreditada é enviada em uma missão aparentemente impossível de pousar na superfície lunar e salvar a humanidade”. O elenco destaca Halle Berry (“John Wick 3: Parabellum”), Patrick Wilson (“Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio”), John Bradley (“Game of Thrones”), Michael Peña (“Homem-Formiga e a Vespa”), Donald Sutherland (“The Undoing”), Wenwen Yu (“Between Us”) e Charlie Plummer (“Quem É Você, Alaska?”) Além da direção, Emmerich também assina o roteiro ao lado de outros especialistas em catástrofes planetárias, Spenser Cohen (“Extinção”) e Harald Kloser (“2012”). Imagina-se que eles criaram uma trama diferente de “Armageddon” (1998). “Moonfall” tem estreia marcada para 3 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Renfield: Nicholas Hoult será capanga de Drácula no cinema
O ator Nicholas Hoult (“X-Men: Fênix Negra”) foi escalado para estrelar o próximo filme de monstros da Universal, intitulado “Renfield”. O personagem-título é um dos mais conhecidos capangas de Drácula. E embora nunca tenha merecido um filme próprio, marcou época graças à performance de Dwight Frye no primeiro filme de “Drácula” no cinema. Frye originou algumas das melhores cenas do lançamento da Universal de 1931, como um engolidor de insetos trancafiado num hospício. Criado pelo escritor Bram Stoker no romance gótico original de “Drácula”, o personagem também foi vivido pelo cantor Tom Waits no longa dirigido por Francis Ford Coppola em 1992. “Renfield” será baseado em uma história original de Robert Kirkman, o criador dos quadrinhos de “The Walking Dead”, e foi roteirizado por Ryan Ridley, escritor de vários episódios da série animada “Rick and Morty”. A produtora Skybound Entertainment, de Kirkman, assina a coprodução do longa. O filme está em desenvolvimento desde 2019 e já teve Dexter Fletcher (“Rocketman”) em negociações para assumir sua direção. Na ocasião, o projeto foi descrito como um mockumentary (documentário falso), mostrando como Renfield descobre que está num relacionamento ruim e co-dependente com Drácula. A premissa lembrava o tom de “O Que Fazemos nas Sombras” (2014), falso documentário de vampiros de Taika Waititi. Não há informações sobre o tom da atual produção, mas o diretor contratado é conhecido por comédias infantis. Trata-se de Chris McKay, de “Lego Batman: O Filme” e da série “Frango Robô”, que recentemente dirigiu “A Guerra do Amanhã, estrelado por Chris Pratt na Amazon Prime Video. A produção de “Renfield” ainda não tem data para começar a ser filmada nem previsão de lançamento aos cinemas.
Plataforma Peacock revela planos de expansão internacional
A plataforma de streaming Peacock, inédita no Brasil, começará seu lançamento internacional ainda neste ano. Em apresentação da NBCUniversal para o mercado, os executivos da companhia revelaram que ela passará a ser oferecida nos próximos meses com um acréscimo gratuito da plataforma da rede Sky na Europa, o que lhe dará prontamente uma base de 20 milhões de assinantes. O acordo é facilitado pelo fato de a rede de TV paga Sky e a plataforma Peacock pertencerem ao mesmo conglomerado, Comcast, que controla a NBCUniversal. Nos EUA, a Peacock atingiu 54 milhões de assinantes desde seu lançamento em abril de 2020. De acordo com dados divulgados pela empresa, sua produção original mais popular foi a minissérie dramática “Dr. Death”, mas a plataforma também viu aumentar seu tráfego com o lançamento híbrido da animação “O Poderoso Chefinho 2: De Volta aos Negócios”, simultaneamente aos cinemas, e com sua exclusividade na cobertura da Olimpíada de Tóquio. Sem muito alarde, os executivos da NBCUniversal também estão sondando parceiros na América Latina para tentar repetir a estratégia de lançamento casado com outra empresa neste mercado. No Brasil, a NBCUniversal é parceira do grupo Globo no segmento de TV paga. Mas, há duas semanas, começou a conversar com outros interessados, incluindo investidores da Faria Lima (o centro do dinheiro de São Paulo e, por consequência, do Brasil) sobre seus planos para a Peacock no país.
Filme “Waterworld” deve virar série
A Universal está desenvolvendo um projeto de série baseado no filme “Waterworld”, estrelado por Kevin Costner em 1995. Destruído pela crítica e considerado um grande fracasso financeiro na época de seu lançamento, o filme ficou conhecido como a mais cara produção realizada até então, com US$ 175 milhões de orçamento. Também ficou marcado por uma série problemas, enfrentando desde um furacão, que destruiu seu elaborado set na costa do Havaí, até desentendimentos entre o diretor Kevin Reynolds e seu astro principal. Mas seu legado acabou revisto e sua reputação recuperada após chegar à TV, onde as reprises puderam apresentá-lo à novas gerações. Hoje, é cultuado e tido como o primeiro longa sci-fi a retratar o impacto do aquecimento global de forma convincente, apresentando um mundo pós-apocalíptico onde as calotas polares derreteram e todo o planeta foi coberto pelo mar. Na trama, a mudança climática deu origem a comunidades erguidas sobre barcos e mutações, além de lendas sobre a última “terra seca” do planeta. Os produtores do filme original, John Davis e John Fox, estão a frente do projeto da série, que está sendo encarado como uma continuação. A ideia seria mostrar os personagens do filme 20 anos depois, embora nenhum ator do elenco original esteja envolvido a esta altura da produção. Caso ganhe financiamento, o possível piloto da série contará com direção de Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”). Reveja abaixo o trailer do filme dos anos 1990.
Linda Blair não foi convidada a voltar a “O Exorcista”
A atriz Linda Blair contou que não foi convidada a participar do resgate da franquia “O Exorcista”, que vai render três novos filmes da Universal. Sua participação foi questionada porque, ao anunciar o projeto, o estúdio revelou que os filmes seriam continuações do clássico de 1973 e que Ellen Burstyn iria reprisar o papel de Chris MacNeil, a mãe de Regan (a personagem de Linda Blair). Linda Blair tinha 13 anos quando interpretou uma menina possuída pelo demônio no primeiro “O Exorcista” e se tornou conhecida mundialmente. Ela também participou de “O Exorcista 2: O Herege” em 1977. “Para todos os meus fãs perguntando sobre meu envolvimento na reinicialização de ‘O Exorcista’, até agora não houve nenhuma discussão sobre minha participação ou reprise do meu papel”, escreveu a atriz no Twitter. Blair, que atualmente tem 62 anos, completou a mensagem agradecendo o apoio dos fãs. “Desejo o melhor a todos os envolvidos e agradeço a lealdade e a paixão que os fãs têm por ‘O Exorcista’ e pela minha personagem.” O projeto de revival da franquia está a cargo do cineasta David Gordon Green, que já tem experiência em atualizar sagas de terror. Ele assinou a sequência de “Halloween”, de 2018, que fez tanto sucesso que também vai virar trilogia. Além de dirigir, Green assina o roteiro do próximo “O Exorcista” em parceria com Peter Sattler (“Marcados pela Guerra”). Na trama, a personagem de Ellen Burstyn ajudará o pai de outra criança possuída. O papel principal será desempenhado por Leslie Odom Jr (“Uma Noite em Miami”). O primeiro dos três novos filmes tem sua estreia marcada para o dia 13 de outubro de 2023. #TheExorcist pic.twitter.com/MXU5axqSNz — Linda Blair (@RealLindaBlair) July 26, 2021
Ellen Burstyn retomará papel de “O Exorcista” em nova continuação
A Universal Pictures oficializou a produção de novas continuações do clássico de terror “O Exorcista” (1973). Após adquirir os direitos mundiais da franquia por US$ 400 milhões, o estúdio se juntou às produtoras Blumhouse e Morgan Creek para resgatar a franquia. O projeto está a cargo do cineasta David Gordon Green, que já tem experiência em atualizar franquias de terror. Ele assinou a sequência de “Halloween”, de 2018, que fez tanto sucesso que terá mais duas continuações. Além de dirigir, Green assina o roteiro em parceria com Peter Sattler (“Marcados pela Guerra”). Assim como em “Halloween”, o próximo “O Exorcista” será uma continuação direta do primeiro filme, sem considerar as histórias subsequentes exibidas no cinema, e contará até com uma das integrantes do elenco original. Ellen Burstyn irá reprisar o papel de Chris MacNeil, a mãe da jovem Regan (Linda Blair), que foi possuída por um demônio nos anos 1970. Por seu desempenho, Burstyn foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante, uma das dez nomeações de “O Exorcista” em 1974. Mas ela não participou das sequências de cinema. No novo longa, a personagem da atriz ajudará o pai de outra criança possuída. O papel principal será desempenhado por Leslie Odom Jr (“Uma Noite em Miami”). O estúdio aposta que o resgate da franquia fará o mesmo sucesso de “Halloween” e já planeja uma trilogia. O primeiro filme teve sua estreia marcada para o dia 13 de outubro de 2023. Após a janela cinematográfica, a produção será disponibilizada com exclusividade pela Peackock, plataforma de streaming da NBCUniversal, que também participa do financiamento da produção. Relembre abaixo o trailer do filme original.












