Greve em Hollywood provoca adiamento do Emmy
A cerimônia de entrega do Emmy, a maior premiação da televisão norte-americana, foi adiada em meio às greves de Hollywood – dos roteiristas, iniciada em 2 de maio, e dos atores, em 14 de julho. Inicialmente prevista para 18 de setembro, a premiação vai ganhar uma nova data, entre novembro e janeiro. É a primeira vez em 22 anos que a festa muda de data – em 2001, os atentados terroristas de 11 de setembro forçaram a alteração. A escolha da nova data virou um cabo de guerra nos bastidores da premiação. A Academia de Televisão, responsável pelo prêmio, deseja que a festa ocorra em novembro. Já a Fox, que transmite a cerimônia nos Estados Unidos, prefere exibi-la no início do ano que vem. Consequências do adiamento O grande problema em adiar o Emmy para 2024 é que, pela programação da Fox – que vai exibir partidas importantes do futebol americano aos domingos, o único dia disponível seria 21 de janeiro. Isso colocaria a cerimônia, que tradicionalmente abre a temporada de premiações, depois de eventos como o Globo de Ouro (7 de janeiro), o SAG Awards (10 de janeiro) e o Critics’ Choice Awards (14 de janeiro). Outro problema para a Academia de Televisão é que os indicados ao Emmy ficariam “velhos” até o ano que vem. A premiação considera séries e filmes exibidos entre 1º de junho de 2022 e 31 de maio de 2023, enquanto os outros prêmios reconhecem atrações disponibilizadas até 31 de dezembro. Assim, produções como “Dahmer: Um Canibal Americano”, lançada pela Netflix em 21 de setembro do ano passado, e “O Urso”, que teve sua 1ª temporada encerrada em 22 de junho de 2022, seriam reconhecidas pelo Emmy até 19 meses depois de sua exibição. Período de votação mantido Apesar do adiamento, a Academia de Televisão afirmou que não vai mexer no período de votação do Emmy. Ou seja, os votos precisam ser enviados até 28 de agosto. Isso significa que atores e roteiristas não poderão fazer campanha nem participar dos eventos FYC (For Your Consideration), na qual séries indicadas tentam “se vender” para quem escolhe os vencedores.
Katy Perry pode deixar “American Idol” após ser tachada de “desagradável”
Katy Perry pode deixar a posição de jurada do “American Idol” após ter sido tachada como “desagradável” na atração. Segundo o Daily Mail, a cantora participa do programa há seis anos e teme ser “escrachada” pelos produtores. Há tempos, Katy Perry vem sofrendo retaliações por parte do público, que não se conforma com a falta de filtro da artista na hora de disparar comentários sobre os participantes da disputa musical. No entanto, a situação teria saído do controle quando ela entendeu que a produção estaria boicotando sua participação na atual temporada. “Katy sente que [os produtores] a jogaram debaixo do ônibus. Ela sente que seus comentários poderiam ter sido removidos”, afirmou uma fonte. De fato, Katy Perry enfrentou uma série de controvérsias após disparar comentários ofensivos nos últimos meses. Em uma situação, a jurada foi acusada de “envergonhar” a participante Sara Beth Liebe, que é mãe de três filhos aos 25 anos. Na ocasião, ela disse que a mulher estava “deitando demais na mesa” em alusão à vida sexual da concorrente, que desistiu da competição. Já em abril deste ano, a cantora chegou a ser vaiada pelo público depois de criticar a roupa da participante Nutsa Buzaladze, aparentemente sem motivos. “Nutsa, toda vez que você sobe ao palco é como se você bombardeasse o palco com glitter”, afirmou Katy, na ocasião. No mesmo mês, Katy Perry foi acusada de desrespeitar uma cantora que teria eliminado Elijah McCormick, seu concorrente favorito na atração. “Katy tomou conhecimento das duas críticas [do público]. Ser vaiada realmente a deixou chateada. Ela estava tentando ficar de boa, fazer seu trabalho e ir para casa”, comentou a fonte, passando pano à cantora. A fonte acrescentou que ela pensava que “iria promover jovens talentos”, mas não imaginava que “suas boas intenções fossem ser mal interpretadas” pelo público e equipe. “Ela conquistou tanto em sua carreira e agora está sendo vista como uma juíza desagradável de um reality show”, afirmou. Katy Perry também não estaria preocupada com dinheiro, caso decida efetivamente sair do “American Idol”. Contudo, a cantora está aflita com uma possível mancha em seu legado artístico. “Ela não quer que sua carreira seja definida por um concurso de talentos onde ela nem está se apresentando”, explicou a fonte.
Selena Gomez vai apresentar mais programas culinários após sucesso na HBO Max
Após o sucesso de da série “Selena + Chef” na HBO Max, Selena Gomez (“Only Murders In The Building”) foi confirmada como apresentadora em dois novos programas do gênero culinário. O canal de televisão norte-americano Food Network anunciou duas novas produções com a artista, intituladas “The Elf on the Shelf: Sweet Showdown” e “Best Bite in Town”. Com previsão de estreia para o final deste ano, “The Elf on the Shelf: Sweet Showdown” vai incorporar um cenário natalino. De acordo com a Variety, o programa vai estar “desafiando alguns dos melhores fabricantes de doces de todo o país a criar as criações de fim de ano mais mágicas e inesperadas já vistas”. Já para a programação do próximo ano na emissora, “Best Bite in Town” deve misturar o gênero de culinária e viagem. No decorrer dos episódios, Gomez embarcará em viagens que a levarão para as cozinhas de chefs renomados pelos Estados Unidos, onde deve avaliar receitas criativas até encontrar a melhor em cada cidade. A Variety também esclareceu que ambas as séries não têm nenhuma relação com o programa “Selena + Chef”, que já possui quatro temporadas pela HBO Max. Inclusive, o streaming ainda não se manifestou sobre a renovação da série, que lançou sua 4ª temporada em agosto de 2022. Vale lembrar que a versão brasileira, com a cantora Sandy, foi cancelada na 1ª temporada. De acordo com a Warner Bros. Discovery, responsável pelo canal, os programas com temáticas festivas no fim de ano são um grande sucesso na televisão americana. “As festas de fim de ano são sempre grandes para a Food Network, alcançando quase 60 milhões de espectadores”, apontou Kathleen Finch, presidente e criadora de conteúdo da WBD. “Ter Selena dando início às quase 100 horas de programação de férias certamente fará com que esta temporada que se aproxima seja uma para comemorar”. No Brasil, os programas da Food Network são disponibilizados no streaming Discovery+.
Reality americano “levará” famosos a Marte, incluindo Ariel Winter e Ronda Rousey
A rede de TV americana Fox anunciou o elenco da um novo reality de competição, “Stars on Mars”, nesta quinta-feira (4/5). Na produção, 12 celebridades arrumarão as malas e vão se preparar para um lançamento até o planeta Marte. Claro, eles não vão à Marte de verdade, trata-se apenas de uma simulação. Mas enfrentarão os perrengues que são previstos neste tipo de viagem. Entre os famosos presentes no programa, estão os atores Ariel Winter, que fez sucesso na série “Modern Family”, Christopher Mintz-Plasse, lembrado por “Superbad: É Hoje” (2007) e “Kick-Ass” (2010), e Ronda Rousey, lutadora de MMA que atuou em filmes como “Velozes e Furiosos 7” (2017) e “Os Mercenários 3” (2014). O elenco também conta com o ciclista Lance Armstrong (envolvido num escandaloso caso de doping), Tallulah Willis (filha de Bruce Willis), Natasha Leggero (atriz do telefilme “Monster High”), Marshawn Lynch (jogador de futebol americano), Adam Rippon (patinador artístico), Tom Schwartz (do reality “Vanderpump Rules”), Richard Sherman (também jogador da NFL), Tinashe (cantora) e Porsha Williams Guobadia (do reality “Real Housewifes of Atlanta”). Eles serão os pioneiros que colonizarão, competirão e conquistarão “Marte” até que haja apenas um invasor espacial vitorioso, que reivindicará o título de “a estrela mais brilhante da galáxia”. A equipe ainda conta com William Shatner (o eterno Capitão Kirk de “Star Trek”) no “Controle de Missão”, a série verá os membros da tripulação viverem, comerem, dormirem, criarem estratégias e unirem-se na mesma estação espacial. Durante a sua estadia, eles enfrentarão condições autênticas que simulam a vida em Marte, e devem usar a sua inteligência e força – ou talvez apenas as suas habilidades sociais estelares – para durar mais do que a competição e vencer o programa. As celebridades competirão em missões e votarão para eliminar um dos seus companheiros de equipe a cada semana, enviando-os de volta à Terra. “Stars on Mars” estreia do dia 5 de junho nos EUA e não tem previsão de exibição no Brasil.
Todas as séries de “Law & Order” e “Chicago” são renovadas
A NBC divulgou a renovação de todas as séries das franquias “Law & Order” e “Chicago”. Com isso, “Chicago Med”, “Chicago Fire”, “Chicago P.D.”, “Law & Order”, “Law & Order: SVU” e “Law & Order: Organized Crime” ganharão novas temporadas. Todos as sérias das duas franquias são produções de Dick Wolf, realizadas pela Universal Television em associação com a Wolf Entertainment. As séries da franquia “Chicago” estão entre os programas de maior audiência na TV americana, situadas entre os 10 séries mais vistas entre adultos de 18 a 49 anos nos EUA. Com a renovação, “Law & Order: SVU” estenderá seu recorde de série dramática mais duradoura da TV dos EUA ao ir para a 25ª temporada, enquanto o original “Law & Order”, que retornou em 2021, entrará em sua 23ª temporada, ultrapassando o número de 500 episódios ainda neste ano. Criador destes universos de séries, Dick Wolf divulgou um comunicado comemorando a renovação: “Tenho o prazer de continuar meu relacionamento de quatro décadas com a Universal Television e a NBC. Todos os títulos retomados são o maior elogio aos nossos incríveis elencos, produtores e escritores. Quero muito agradecer aos nossos leais fãs!”. “Entendemos a conexão emocional que nosso público tem com esses personagens e mal podemos esperar para trazer mais de suas histórias na próxima temporada”, disse Lisa Katz, presidente de programação roteirizada da NBCUniversal. “Um enorme obrigado a Dick Wolf e sua incrível equipe!”. Ainda não há data de estreia para os novos episódios. No Brasil, as produções estão exibidas pelo canal pago Universal. Já a disponibilização em streaming se divide entre Globoplay e Amazon Prime Video.
Transmissão do Oscar tem maior audiência dos últimos anos
A inclusão de blockbusters e filmes de streaming entre os indicados da premiação, ajudou a transmissão do Oscar 2023 a ter uma das maiores audiências dos últimos anos nos EUA. O programa foi visto por 18,7 milhões de telespectadores na rede americana ABC, um aumento de 12% em comparação à edição de 2022, quando aconteceu o infame tapa de Will Smith. A recuperação é ainda maior quando comparada à edição de 2021, quando a transmissão teve o pior público de sua história, com apenas 10,4 milhões. O Oscar 2023 também conquistou bons números nas redes sociais, atingindo cerca de 27,4 milhões de interações ao todo, com dados de plataformas como Twitter, Facebook, Instagram e YouTube. Foi um aumento de 5% em comparação com a edição passada, o que não deixa de ser significativo considerando que o atrito entre Will Smith e Chris Rock se tornou um dos maiores assuntos do ano. Apesar dessa retomada de público, o evento ainda está longe de repetir seus dias de glória. Para efeito de comparação, o Oscar de maior audiência da história foi ao ar em 1998, quando “Titanic” levou a estatueta de Melhor Filme – e mais 10 troféus – diante de 57 milhões de telespectadores.
Annie Wersching, atriz de “24 Horas” e “Star-Trek: Picard”, morre de câncer aos 45 anos
A atriz americana Annie Wersching, que teve destaque na série “24 Horas”, morreu neste domingo (29/1) aos 45 anos, por complicações de um câncer diagnosticado em 2020. Wersching surgiu pela primeira vez nas telas num episódio de 2003 de “Star Trek: Enterprise” e rapidamente chamou atenção pela aparência marcante. Ruiva e sardenta, ela começou a ser vista em diversas atrações nos anos seguintes, de “Angel: O Caça-Vampiros” a “Sobrenatural”. A carreira da atriz mudou de status em 2009, quando ela foi escalada no papel da agente do FBI Renee Walker em “24 Horas”. Assumindo o segundo papel mais importante da 7ª temporada, ela dividiu o protagonismo dos episódios com Keefer Sutherland, e voltou a aparecer no 8º ano para encenar a morte de sua personagem num dos últimos capítulos da série, encerrada em 2010. Depois disso, Wersching passou a interpretar mais papéis constantes. Entre as participações recorrentes, destacam-se a 6ª e 7ª temporadas de “The Vampire Diaries”(2015-16), em que viveu a mãe vampira dos irmãos protagonistas. A atriz também teve papéis recorrentes em “Bosch” (entre 2014 e 2021), “Timeless” (2017-18) e “Rookie” (2019-22), e protagonizou as três temporadas de “Fugitivos da Marvel” (Runaways, 2017–19), na pele de uma das mães malignas dos jovens heróis da trama. Sua última personagem fechou um círculo, trazendo-a de volta à franquia “Star Trek” como a Rainha Borg da 2ª temporada de “Picard”, exibida em 2022. Além das séries que a tornaram conhecida, Wersching fez alguns aparições pequenas no cinema e trabalhou na indústria dos videogames. Seu desempenho mais famoso nesse meio foi como Tess no jogo original de “The Last of Us”. A atrize Jeri Ryan, que trabalhou com ela em “Picard”, lamentou a perda nas redes sociais. “Que luz linda e brilhante perdemos hoje. Tive muita sorte de ter tido a chance de trabalhar e brincar com a incrível Annie Wersching. Meu coração se parte por sua linda família e por todos que tiveram a sorte de conhecê-la.”
Lloyd N. Morrisett, co-criador de “Vila Sésamo”, morre aos 93 anos
O roteirista Lloyd N. Morrisett, co-criador da série infantil “Vila Sésamo”, morreu na segunda-feira (23/1) aos 93 anos. A notícia da sua morte foi compartilhada pela companhia Sesame Workshop, que ele ajudou a criar. “A Sesame Workshop lamenta o falecimento de nosso estimado e amado cofundador Lloyd N. Morrisett, PhD, que morreu aos 93 anos”, afirmou a empresa por meio de uma publicação nas suas redes sociais. Nascido em 2 de novembro de 1929, em Oklahoma, Morrisett se formou no Oberlin College, fez pós-graduação em psicologia na UCLA e obteve seu Ph.D. em psicologia experimental na Universidade de Yale. De 1969 a 1998, ele atuou como presidente da John and Mary R. Markle Foundation, onde iniciou o programa da Fundação em comunicação e tecnologia da informação. Morrisett também foi vice-presidente da Carnegie Corporation de Nova York e da Fundação Carnegie para o Avanço do Ensino. Depois de co-fundar a Children’s Television Workshop (agora Sesame Workshop, a organização sem fins lucrativos por trás de “Vila Sésamo” e outros programas) em 1968, ele permaneceu como curador honorário vitalício da organização até sua morte. “Sem Lloyd Morrisett, não haveria Vila Sésamo”, disse Ganz Cooney, co-criador da série, em comunicado. “Foi ele quem primeiro teve a ideia de usar a televisão para ensinar habilidades básicas aos pré-escolares, como letras e números. Ele foi um parceiro de confiança e um amigo leal para mim por mais de 50 anos, e sua falta será sentida.” “Lloyd deixa um legado enorme e indelével entre gerações de crianças em todo o mundo, com a ‘Vila Sésamo’ como o tributo mais visível a uma vida inteira de bom trabalho e impacto duradouro”, declarou a Sesame Workshop. “Um líder sábio, atencioso e, acima de tudo, gentil do Workshop por décadas, Lloyd era fascinado pelo poder da tecnologia e pensava constantemente em novas maneiras de usá-la para educar.” Sesame Workshop mourns the passing of our esteemed and beloved co-founder Lloyd N. Morrisett, PhD, who died at the age of 93. pic.twitter.com/I9cSez95Px — Sesame Workshop (@SesameWorkshop) January 23, 2023
Apresentador americano faz piada com Bolsonaro e golpistas após ataque em Brasília
O apresentador Stephen Colbert, do talk show “The Late Show”, comentou os recentes ataques terroristas em Brasília durante o monólogo de abertura do seu programa na segunda-feira (9/1). Na ocasião, Colbert também fez piada com a aparência do ex-presidente Jair Bolsonaro. Durante sua fala, Colbert explicou que o país passou por uma eleição e “o perdedor é o político da extrema direita e tartaruga que acabou de ver você deixar cair uma cenourinha, Jair Bolsonaro”, brincou o apresentador, que costuma fazer piadas com a aparência das pessoas. “Bolsonaro argumenta que ele perdeu as eleições no país devido a uma fraude”, continuou o apresentador. “Se isso nos soa familiar, escute só essa: ontem, vândalos apoiadores de Bolsonaro invadiram o Congresso brasileiro e o edifício onde está o gabinete presidencial”. Colbert continuou, dizendo: “Não! Não! Eu não posso assistir a esse filme novamente. Sei como termina! Com todos gostando da versão brasileira de Liz Cheney”, brincou ele, referindo-se à deputada americana que se posicionou contra Trump, apesar de tê-lo apoiado firmemente enquanto ele estava na Casa Branca. “Não posso gostar dela novamente. Sou muito emocional”. “Os vândalos foram retirados pela polícia, e esse foi um dia sombrio para a democracia brasileira, levando os especialistas a dizerem: ‘8 de janeiro é o 6 de janeiro do Brasil'”, afirmou o comediante, referindo-se ao dia em que o Capitólio americano foi invadido por apoiadores de Trump. “Assim como o nosso 6 de janeiro, a insurreição brasileira teve vândalos invadindo os prédios do governo, atacando policiais com os mastros da bandeira do país e quebrando as janelas”, contou ele. “Espere um pouco! Eles já estão dentro do prédio. Por que eles estão quebrando as janelas? É para serem acusados de invasão e fuga?”, brincou ele. Brazil's January 8th is looking a lot like America’s January 6th…🫢 #Colbert pic.twitter.com/RWX41UA23V — The Late Show (@colbertlateshow) January 10, 2023
John Aniston, ator de TV e pai de Jennifer Aniston, morre aos 89 anos
O ator John Aniston, conhecido pelas suas participações nas novelas americanas “Search for Tomorrow” e “Days of Our Lives”, e pai da atriz Jennifer Aniston, morreu na última sexta (11/11) aos 89 anos. A notícia da morte do pai foi compartilhada por Jennifer Aniston no seu Instagram. “Doce papai… John Anthony Aniston. Você foi um dos humanos mais bonitos que eu já conheci”, disse Jennifer, junto de diversas fotos do pai. “Sou muito grata por você ter subido aos céus em paz – e sem dor. E em 11/11 nada menos! Você sempre teve um timing perfeito. Esse número terá para sempre um significado ainda maior para mim agora.” Nascido em 24 de julho de 1933 na ilha de Creta, na Grécia, John Aniston e sua família se mudaram para a Pensilvânia quando ele era criança. Ele estudou teatro e serviu na Marinha dos EUA como oficial de inteligência. Sua carreira começou em 1962, fazendo pequenos papeis de personagens sem nome – e as vezes não creditados – em filmes e séries de TV. Pouco a pouco, ele começou a ganhar mais notoriedade, participando de séries como “Os Destemidos” (1967), “O Homem de Virgínia” (1968), “Missão Impossível” (1969) e “Kojak” (1974). Porém, seu grande destaque foi na novela “Days of Our Lives”, na qual ele interpretou o Dr. Eric Richards. A novela está no ar há décadas e Aniston participou de incríveis 2888 episódios. O papel lhe rendeu dois prêmios Soap Opera Digest em 1986, um de Melhor Ator em Papel Principal e outro para Melhor Vilão em Série Diurna. Em 2022, ele recebeu um Daytime Emmy Lifetime Achievement Award pelo seu trabalho em “Days of Our Lives”. John Aniston também participou de mais 148 episódios da novela “Search for Tomorrow” e fez participações em diversas séries de TV, como “Jornada nas Estrelas: Voyager” (em 2001), “West Wing – Nos Bastidores do Poder” (2002), “Gilmore Girls” (2002) e “Mad Men” (2010). Seus últimos créditos como ator foram no filme “De Volta a Estaca Zero” (2014), além de “Days of Our Lives”, novela em que ele trabalhou até o fim da sua vida. Como curiosidade, na série “Friends”, estrelada por Jennifer Aniston, o personagem Joey Tribbiani (Matt LeBlanc) também estrelou a novela “Days of Our Lives”, no seu primeiro papel de destaque. O perfil de “Days of Our Lives” prestou uma última homenagem ao ator no seu Twitter. “Nossos corações estão partidos pela perda de nosso amado membro da família John Aniston. Nós te amamos John. Sua lenda viverá”, escreveu o perfil. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jennifer Aniston (@jenniferaniston) Our hearts are broken over the loss of our beloved family member John Aniston. We love you John. Your legend will live on. #DaysOfOurLives #Days @peacock pic.twitter.com/IWPArGRKQH — Days of our Lives (@DaysPeacock) November 14, 2022
Audiência do streaming em aparelhos de TV ultrapassa canais pagos nos EUA
A audiência dos serviços de streaming superou pela primeira vez o público total dos canais pagos nos aparelhos de televisão dos EUA. Segundo uma pesquisa realizada pelo instituto Nielsen, o consumo de streaming representou 34,8% do total de conteúdos audiovisuais no mês de julho, enquanto a TV paga e a TV aberta ficaram, respectivamente, com 34,4% e 21,6%, respectivamente. As comparações feitas pelo Nielsen incluem apenas programação assistida em aparelhos de TVs e em Smart TVs. Ela não leva em consideração o streaming em dispositivos móveis (como celulares e tablets) ou na web. Caso contabilizasse esses números, a diferença seria muito, mas muito maior. O desempenho de julho não foi o primeiro em que o streaming teve mais público que a TV aberta. Mas, até então, as plataformas nunca tinham vencido a TV paga nos EUA. A Netflix foi o serviço com a maior participação dentre o número geral de visualizações, com um recorde de 8,0%. Parte desse sucesso se deu pelos quase 18 bilhões de minutos de exibição da 4ª temporada de “Stranger Things”, somados aos 11 bilhões de minutos acumulados pelas séries “Virgin River” e “The Umbrella Academy”. Entre os filmes, os mais vistos foram “A Fera do Mar” e “Agente Oculto”, com mais de 5 bilhões de minutos assistidos. A Nielsen tem como base de medição minutos e não horas vislumbradas. A segunda plataforma de maior sucesso foi o YouTube, com 7,3% de todo o público, mais do que o dobro da terceira colocada, a Hulu, com 3,6%. O bom posicionamento da Hulu se deu, em parte, pelas sucessos da 2ª temporada de “Only Murders in the Building” e a estreia de “The Bear”, que juntos tiveram mais de 3 bilhões de minutos assistidos. O Prime Video ficou com 3% das exibições, seguido por 1,8% da Disney+ e 1% da HBO Max. Outros serviços de streaming somados totalizaram mais 10,2% de toda a exibição. Os números reforçam o poder de retenção de público da Netflix, além de demonstrarem que os números de assinantes da Disney+ não se refletem no consumo dos seus conteúdos. Faz sentido, já que é uma das plataformas com menos atrações originais. No geral, o consumo de streaming em julho aumentou 3,2% em comparação ao mês anterior e ganhou 1,1 ponto de participação. O tempo gasto em streaming em julho foi em média de quase 191 bilhões de minutos por semana, e cada uma das cinco medições semanais feitas em julho agora representam cinco das seis semanas de maior audiência de streaming já registradas. A visualização da TV paga, por sua vez, caiu 2% em julho, e os pontos de participação, na comparação com junho, também caíam 0,7. Essa queda é constante. Ano após ano, o consumo de TV paga caiu 8,9% e 3,3 pontos de participação. A exibição de esportes registrou o maior declínio, caindo 15,4% em relação a junho e 34% em relação a um ano atrás, quando os Jogos Olímpicos de Tóquio começaram. Isto coincide com o avanço do streaming sobre os direitos de transmissões esportivas. Enquanto isso, a exibição de TV aberta caiu 3,7% em julho, em relação a junho, e representou uma perda de 0,8 ponto de participação. Mas vale lembrar que a TV aberta americana costuma pausar a produção de novos conteúdos nessa época do ano, retomando-os no início da temporada de outono, que começa em setembro.
TVs americanas cancelam 21 séries em 15 dias. Saiba quais
As cinco grandes redes de televisão dos EUA realizaram nos últimos 15 dias o que a produtora Julie Plec (“Legacies”) chamou de “casamento vermelho”, em referência a um episódio especialmente sangrento de “Game of Thrones”. Foram nada menos que 21 degolas, deixando a maioria das séries canceladas sem final. A rede que mais cancelou foi The CW, até então conhecida por sempre renovar sua programação, ano após ano. Motivos para esta mudança não faltaram. Criada como joint venture pela CBS e Warner (o C e o W do nome), a rede funcionava como vitrine para séries das duas empresas. O canal pagava as produções e os estúdios negociavam a reprodução do conteúdo com empresas de streaming e no mercado internacional, recebendo milhões com pouco investimento. Graças a isso, pouco importava se as séries tinham baixa audiência. Mas tudo mudou quando as sócias-proprietárias decidiram lançar seus próprios serviços de streaming, Paramount+ e HBO Max, e cancelaram a venda de conteúdo para rivais. Com o fim da receita da Netflix e do mercado internacional (via exclusividade das séries nas duas plataformas), a CW se tornou deficitária. O cancelamento de metade da programação também prepara a venda da emissora, atualmente negociada com a Nexstar, a maior rede de TV independente dos EUA, que retransmite a programação da CW. Vale observar ainda que a Fox não definiu o destino da maioria de suas séries, o que só deve acontecer na segunda-feira (16/5), quando apresentará seus programas de outono (nossa primavera) no primeiro dia dos upfronts – eventos do setor televisivo em que cada rede revela sua nova programação anual. Como a maioria das séries da TV aberta americana geralmente chegam ao Brasil por streaming, as decisões também afetam o mercado brasileiro. Sete das atrações canceladas faziam parte do catálogo da HBO Max, a plataforma mais afetada pelos cortes. Confira abaixo quais foram as séries canceladas até o momento e em quais plataformas elas eram exibidas no Brasil. Fox “Our Kind of People” (Star+ no Brasil) “Pivoting” (HBO Max no Brasil) ABC “Promised Land” (inédita no Brasil) “Queens” (inédita no Brasil) CBS “B Positive” (HBO Max no Brasil) “Good Sam” (inédita no Brasil) “Magnum P.I.” (Globoplay no Brasil) “United States of Al” (inédita no Brasil) NBC “How We Roll” (inédita no Brasil) “Kenan” (inédita no Brasil) “Mr. Mayor” (inédita no Brasil) “The Endgame” (inédita no Brasil) The CW “4400” (inédita no Brasil) “Batwoman” (HBO Max no Brasil) “Charmed” (Globoplay no Brasil) “DC’s Legends of Tomorrow” (HBO Max no Brasil) “Dinastia” (Netflix no Brasil) “Legacies” (HBO Max no Brasil) “Naomi” (HBO Max no Brasil) “No Escuro” (Globoplay no Brasil) “Roswell, New Mexico” (HBO Max no Brasil)
Anitta encanta americanos na festa de Ano Novo de Miley Cyrus
A cantora Anitta encantou o público americano na virada do Ano Novo. Seu show na festa de Miley Cyrus, exibida ao vivo pela rede NBC, foi o mais repercutido no Twitter e Instagram oficiais do canal. Ao lado de um trecho da apresentação, a NBC ainda tuitou que “Anitta fez o queixo cair”. Além da brasileira, apenas a anfitriã Miley e Brandi Carlile tiveram participações destacada nas redes sociais da NBC. Anitta também publicou em seu Instagram alguns trechos da apresentação, em que cantou três músicas em inglês e espanhol: “Girl from Rio”, “Evolver” e “Faking Love”. Esta última ainda contou com participação da rapper Saweetie. “Tive a melhor noite de Ano Novo de todas”, escreveu Anitta. “Obrigado, Miley Cyrus, por me receber”, acrescentou. Com participações de vários artistas, o especial “Miley’s New Year’s Eve Party” foi exibido ao vivo de Miami na noite de 31 de dezembro, com produção executiva de Lorne Michaels, criador do humorístico “Saturday Night Live”, e direção de Joe DeMaio, que comandou a edição do MTV Video Music Awards deste ano. RT if @anitta made your JAW DROP! 😍 #MileysNewYearsEveParty pic.twitter.com/NnhZAbfKuc — NBC Entertainment (@nbc) January 1, 2022 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Anitta 🎤 (@anitta)












