Trailer de “Yellowjackets” apresenta novidades da 2ª temporada
A Paramount+ divulgou o trailer da 2ª temporada de “Yellowjackets”, que apresenta muitas novidades na produção, a começar pela estreia de Elijah Wood (o Frodo de “O Senhor dos Anéis”) na trama. Ele terá o papel de um detetive amador, que na prévia parece se aliar a Misty (Christina Ricci). A prévia também mostra a versão exclusiva de Florence Welch para “Just a Girl”, hit de 1995 da banda No Doubt, e as entradas de Simone Kessell (“Obi-Wan Kenoby”) como a versão adulta de Lottie – personagem de Courtney Eaton nos flashbacks da trama – e Lauren Ambrose (“Servant”) como a Van adulta – que é vivida por Liv Hewson em sua fase adolescente. E os comentários indicam que Lottie estava internada numa instituição psiquiátrica, antes de os sobreviventes da tragédia original começarem a morrer misteriosamente. Com 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a série chamou atenção por ter como ponto de partida uma história similar a de “Sobreviventes dos Andes” (1976), sobre o acidente real de um avião com um time uruguaio de rúgbi que apelou para o canibalismo para não morrer de fome no meio da neve das montanhas chilenas. Em “Yellowjackets”, o acidente acontece com jogadoras adolescentes de futebol, que sobrevivem a uma queda de avião apenas para se verem perdidas em montanhas geladas, famintas e ameaçadas por lobos. Escrita por Ashley Lyle e Bart Nickerson (que trabalharam juntos em “The Originals” e “Narcos”), a trama se desdobra em dois tempos diferentes. Além de mostrar o período do acidente, também lida com as mentiras que elas contaram após serem resgatadas, reencontrando as personagens já adultas, 25 anos depois, em busca de um ajuste de contas pelo que aconteceu no passado. As versões adultas das protagonistas são vividas por Christina Ricci (“Wandinha”), Juliette Lewis (“Segredos e Mentiras”), Melanie Lynskey (“Mrs. America”) e Tawny Cypress (“The Blacklist”). Os novos episódios estreiam em 24 de março e a série já está renovada para sua 3ª temporada. Veja o trailer em duas versões: dublada em português e no idioma original.
Florence Welch fez cover de No Doubt para 2ª temporada de “Yellowjackets”
A cantora Florence Welch vai contribuir para a 2ª temporada da série “Yellowjackets” com um cover da música “Just a Girl”, hit dos anos 1990 da banda No Doubt. “Tão feliz por ter sido escolhido para o time neste ano”, escreveu a artista em um vídeo publicado em suas redes sociais, no qual marca a conta oficial do programa. No vídeo, Welch é vista mexendo em roupas penduradas em um cabideiro. Em determinado momento, ela encontra uma jaqueta azul com o logo de “Yellowjackets” e veste a peça. Neste momento, um trecho do cover de “Just a Girl” começa a tocar ao fundo. A conta oficial do “Yellowjackets” ainda comentou o post da cantora: “Nós formamos um time infernal”. A produção estrelada por Christina Ricci (“Wandinha”), Juliette Lewis (“Segredos e Mentiras”), Melanie Lynskey (“Mrs. America”) e Tawny Cypress (“The Blacklist”) voltará em 24 de março nos EUA. Com 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a série chamou atenção por ter como ponto de partida uma história similar a de “Sobreviventes dos Andes” (1976), sobre o acidente real de um avião com um time uruguaio de rúgbi que apelou para o canibalismo para não morrer de fome no meio da neve das montanhas chilenas. Em “Yellowjackets”, o acidente acontece com jogadoras adolescentes de futebol, que sobrevivem a uma queda de avião apenas para se verem perdidas em montanhas geladas, famintas e ameaçadas por lobos. Escrita por Ashley Lyle e Bart Nickerson (que trabalharam juntos em “The Originals” e “Narcos”), a trama se desdobra em dois tempos diferentes. Além de mostrar o período do acidente, também lida com as mentiras que elas contaram após serem resgatadas, reencontrando as personagens já adultas, 25 anos depois, quando são interpretadas pelas atrizes famosas, em busca de um ajuste de contas pelo que aconteceu no passado. Para a 2ª temporada, já foram confirmados alguns reforços importantes no elenco, com as entradas de Elijah Wood (o Frodo de “O Senhor dos Anéis”) no papel de um detetive amador, Simone Kessell (“Obi-Wan Kenoby”) como a versão adulta de Lottie – personagem de Courtney Eaton nos flashbacks da trama – e Lauren Ambrose (“Servent”) como a versão adulta de Van – que é vivida por Liv Hewson em sua fase adolescente. A série, que já está renovada para sua 3ª temporada, é disponibilizada no Brasil pela plataforma Paramount+. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Florence Welch (@florence)
Tom Whitlock, compositor dos hits de “Top Gun”, morre aos 68 anos
O compositor Tom Whitlock, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original por “Take My Breath Away”, enorme sucesso da trilha de “Top Gun: Ases Indomáveis” (1986, morreu em 18 de fevereiro, aos 68 anos. A morte foi confirmada pela funerária Gorman-Scharpf Funeral Home nesta sexta-feira (24/2), sem revelar a causa da morte. Whitlock criou a letra de “Take My Breath Away”, que teve suas melodias compostas por Giorgio Moroder, pioneiro da música eletrônica e da disco music. Os dois dividiram a honraria do Oscar em 1987. Além de conquistar o troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, a gravação da faixa, gravada pela banda Berlin, ficou por semanas no topo das paradas de diversos países, incluindo os Estados Unidos e o Reino Unido. A dupla também compôs “Lead Me On”, “Through the Fire”, “Radar Radio” e “Danger Zone” para a trilha de “Top Gun”, e a última chegou a ser reprisada no recente lançamento de “Top Gun: Maverick”. A parceria se estendeu ainda para as trilhas de “Um Tira da Pesada II” (1987) e “Rambo III” (1988) e os temas oficiais dos Jogos Olímpicos de Seul, em 1988, e da Copa do Mundo de 1990, jogada na Itália. Além disso, Whitlock também trabalhou com diferentes parceiros, como Sammy Hagar em “Falcão – O Campeão dos Campeões” (1987), Shannon em “Beleza Roubada” (1987) e Jessica Riddle em “10 Coisas que Eu Odeio em Você” (1999), além de ter composto sozinho músicas para a comédia “A Grande Barbada” (1988) e o filme de ação “Comando Imbatível” (1990). Em seu perfil oficial, a cantora Teri Nunn, da banda Berlin, que gravou “Take My Breath Away”, escreveu uma homenagem ao compositor: “Tom Whitlock, você mudou minha vida e tocou milhões de outras pessoas com suas belas palavras em ‘Take My Breath Away’. Obrigado pela oportunidade de cantá-las. Desejo a você paz e alegria ilimitadas até nos vermos em sua próxima grande aventura. Eu te amo”. Lembre abaixo o maior sucesso composto por Whitlock, na gravação original da banda Berlin. Tom Whitlock, you changed my life, and touched millions of others, with your beautiful words in Take My Breath Away. Thank you for the opportunity to sing them. I wish you boundless peace & joy as we see you off to your next grand adventure. I love you. -Terri pic.twitter.com/HBJCwifMND — BERLIN || Terri Nunn (@RealTerriNunn) February 21, 2023
Bruce Springsteen fez música para filme com Peter Dinklage
O cantor Bruce Springsteen escreveu uma música original para o filme “She Came to Me”, dirigido por Rebecca Miller (“Maggie Tem Um Plano”). Intitulada “Addicted to Romance” (viciado em romance, em tradução literal), a canção vai tocar durante os créditos finais do filme, que fará a sua première no Festival de Berlim. “She Came to Me” é uma comédia romântica estrelada por Peter Dinklage (“Game of Thrones”) no papel de um compositor clássico temperamental que luta contra um bloqueio criativo. Certo dia, ele conhece uma mulher (Marisa Tomei, de “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”) que se torna sua nova musa inspiradora. Uma vez que consegue vencer o seu bloqueio criativo, ele é encorajado por sua esposa (Anne Hathaway, de “WeCrashed”) a fazer seu grande retorno. Mas quando sua carreira parece prestes a decolar, sua vida pessoal começa a implodir. Essa não é a primeira vez que uma canção de Springsteen é ouvida em um filme de Rebecca Miller. A trilha sonora de “Maggie Tem Um Plano” contou com o clássico “Dancing in the Dark”. “Eu realmente amo a música de Bruce. Para o final de ‘She Came to Me’, queríamos uma música original”, disse Miller ao site Variety. “Eu tinha um desejo secreto de que pudesse ser Bruce, mas estava relutante em perguntar porque achava que era muito improvável e, francamente, estava um pouco tímida”. A diretora conta que foi o compositor da trilha sonora do filme, Bryce Dessner (“Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades”), quem lhe encorajou a perguntar a Springsteen se ele aceitaria participar. “Ele tinha certeza de que Bruce adoraria o filme, então eu o abordei”, contou ela. “Bruce e [sua esposa Patti Scialfa] acabaram assistindo ao filme e, para minha alegria, os dois adoraram!”, contou ela. “Bruce disse que levaria alguns dias para ver se teria alguma ideia para uma música. Milagrosamente, ‘Addicted to Romance’ foi o resultado. Ele diz que se inspirou no filme, o que é uma grande honra para mim.” Dessner disse que “colaborar com Rebecca Miller em seu novo filme ‘She Came to Me’ foi uma das experiências mais gratificantes e criativas que tive trabalhando em um filme”. O compositor precisou criar não apenas a trilha que acompanha o filme, mas também as músicas que o personagem principal compõe ao longo da obra. “É raro um compositor estar profundamente envolvido em um filme antes de filmar, e trabalhar tão de perto com Rebecca em duas óperas e na trilha sonora – que são parte integrante da narrativa – foi emocionante para mim”, continuou ele. “Além disso, sempre foi um sonho meu colaborar diretamente com Bruce Springsteen e fiquei muito honrado em ajudar a produzir e orquestrar sua música ‘Addicted to Romance’ para o filme.” “She Came to Me” será exibido em 16 de fevereiro no Festival de Berlim. O filme ainda não tem previsão de lançamento comercial. Bruce Springsteen já venceu um Oscar por Melhor Canção Original (por “Streets of Philadelphia”, do filme “Filadélfia”). O cantor lançou recentemente “Only The Strong Survive”, seu 21º álbum de estúdio. Ele está em sua turnê internacional com a The E Street Band, que começou em 1º de fevereiro.
Angelo Badalamenti, compositor de “Twin Peaks”, morre aos 85 anos
O compositor Angelo Badalamenti, que fez parcerias marcantes com o cineasta David Lynch em obras como “Veludo Azul” (1986), “Twin Peaks” (1990-91) e “Cidade dos Sonhos” (2001), morreu no último domingo (11/12) em sua casa em Nova Jersey, EUA, de causas naturais aos 85 anos. Compositor de formação clássica, Badalamenti também colaborou com diversos cantores em praticamente todos os gêneros musicais ao longo da sua carreira. Algumas das suas principais parcerias foram com Julee Cruise, Nina Simone, David Bowie, Paul McCartney, Liza Minnelli, Anthrax, Tim Booth e LL Cool J. Nascido em 22 de março de 1937 no Brooklyn, em Nova York, Badalamenti estudou música na Eastman School of Music e na Manhattan School of Music, onde fez mestrado, antes de iniciar sua carreira profissional como professor de música, pianista e compositor. Seus primeiros trabalhos no cinema foram as trilhas de “A Guerra de um Homem” (1973) e “Law and Disorder” (1974). A colaboração com Lynch começou em 1986, quando o diretor o contratou como treinador vocal da estrela do “Veludo Azul”, Isabella Rossellini, que deveria cantar no filme. A parceria funcionou e Badalamenti acabou fazendo a trilha sonora do longa e escreveu a música “Mysteries of Love” com o diretor. Isso abriu muitas portas na sua carreira, levando Badalamenti a compor temas para obras tão distintas quanto “A Hora do Pesadelo 3: Os Guerreiros dos Sonhos” (1987), “Férias Frustradas de Natal” (1989), “Nu em Nova York” (1993), “Secretária” (2002) e “Cabana do Inferno” (2002) Ele também compôs a música de abertura das Olimpíadas de 1992, em Barcelona. Mesmo com a carreira prolífica, Badalamenti nunca abandonou a parceria com Lynch. Eles trabalharam juntos em “Coração Selvagem” (1990), “Estrada Perdida” (1997), “Uma História Real” (1999), “Cidade dos Sonhos” (2001) e até no curta “Rabbits” (2002). Mas o marco dessa colaboração aconteceu na série “Twin Peaks” (1990-1991), que rendeu um Grammy ao compositor, além de sucesso nas paradas musicais com o hit “Falling”, cantado por Julee Cruise em cena da atração televisiva. “Eu sento com Angelo e converso com ele sobre uma cena e ele começa a tocar essas palavras no piano”, Lynch disse ao The New York Times em 2005, explicando a parceria criativa dos dois. “Às vezes, até nos reuníamos e inventávamos coisas no piano, e antes que você percebesse, isso nos levava à ideia de uma cena ou um personagem.” “Quando começamos a trabalhar juntos, tivemos uma espécie de afinidade instantânea – eu não sabendo nada sobre música, mas muito interessado em clima e efeitos sonoros”, contou o diretor. “Percebi muitas coisas sobre efeitos sonoros e música trabalhando com Angelo, como eles são próximos um do outro.” Badalamenti acrescentou que “os visuais de David são muito influenciados pela música. O andamento da música o ajuda a definir o andamento dos atores e seus diálogos e como eles se movem. Ele se sentava ao meu lado em um teclado, descrevendo o que estava pensando enquanto eu improvisava a partitura. Quase todo ‘Twin Peaks’ foi escrito sem que eu visse um único frame, pelo menos no episódio piloto.” O compositor esteve envolvido tanto na série original, quanto nos seus derivados: o filme “Twin Peaks: Os Últimos Dias de Laura Palmer” (1992) e o revival “Twin Peaks: O Retorno” (2017). Ele também firmou relações fortes com outros diretores consagrados, em especial Paul Schrader, com quem trabalhou em quatro filmes (em “Uma Estranha Passagem em Veneza”, “Marcas da Vingança”, “Auto Focus” e “Domínio”), além de Jean-Pierre Jeunet (“Ladrão de Sonhos” e “Eterno Amor”), Jane Campion (“Fogo Sagrado!”), Danny Boyle (“A Praia”) e o brasileiro Walter Salles (“Água Negra”). Em uma entrevista de 2018, Badalamenti explicou como criou o célebre “tema de Laura Palmer” para “Twin Peaks”. “David veio ao meu pequeno escritório em frente ao Carnegie Hall e disse: ‘Tive uma ideia para uma série. Ele se sentou ao meu lado no teclado [do piano] e disse: ‘Eu não gravei nada, mas é como se você estivesse em uma floresta escura com uma coruja ao fundo e uma nuvem sobre a lua e os sicômoros soprando muito suavemente.” “Comecei a pressionar as teclas para o acorde de abertura de ‘Twin Peaks Love Theme’, porque era o som daquela escuridão. Ele disse: ‘Uma linda garota problemática está saindo da floresta, caminhando em direção à câmera…’ Toquei os sons que ele inspirou. ‘E ela se aproxima e chega ao clímax e…’ Continuei com a música enquanto ele continuava a história. ‘E a partir disso, nós a deixamos voltar para a floresta escura.’ “As notas simplesmente saíram. David ficou atordoado, assim como eu. Os cabelos de seus braços estavam arrepiados e ele tinha lágrimas nos olhos: ‘Eu vejo ‘Twin Peaks’. Eu consegui.’ Eu disse: ‘Vou para casa trabalhar nisso.’ ‘Trabalhar nisso?! Não mude uma nota’. E é claro que nunca mudei.” Confira abaixo o tema de Laura Palmer, a música de abertura de “Twin Peaks” e a gravação com vocais de Julee Cruise, cantora que morreu em junho passado. Para completar, o último vídeo traz o arranjo de Badalamenti para a versão de “Blue Velvet” cantada por Isabella Rossellini no filme “Veludo Azul”.
Polêmica! “Desencantada” tinha música contra mulheres fortes
Desencantado com “Desencantada”? A crítica americana achou a continuação do divertido “Encantada” (2007) muito fraca, resultando em apenas 44% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas podia ser pior. A trilha sonora oficial do filme confirmou que um boato considerado improvável era verdadeiro. Um dos rumores que circularam no começo do ano é que o filme teria passado por exibições-teste negativas, e que a cena mais rejeitada trazia o personagem Robert (Patrick Dempsey) cantando sobre a dificuldade de ser herói hoje em dia, já que as mulheres não precisavam mais “ser salvas”. O problema é que o rumor era verdade. A música consta do disco, em formato de “demo”, e se chama “Hard Times For Heroes”. Com isso, fica claro que ela fez parte de uma versão inicial do filme. O refrão escancara: “Agora são tempos difíceis para os heróis/ Não há moça para salvar agora/ As moças são tão corajosas agora/ São eles que ganham o elogio/ E são tempos difíceis para os heróis”. Trata-se de um discurso similar ao dos militantes incels de extrema direita, que reclamam de produções de heróis da Marvel e de “Star Wars”, lançamentos da própria Disney, por destacarem heroínas fortes e emascularem os heróis “de verdade”. Para completar, a música tem até uma reclamação creditada a Mulan contra o feminismo. Veja o trecho: “Você acha isso ruim?/ Uma vez eu fui uma guerreira, uma mulher lutadora feroz/ Então, eu era única e muito orgulhosa/ Mas desde então eu provei que guerreiros não precisam ser homens/ Veja o que eu sou agora, apenas mais uma na multidão”. A conclusão da música ainda reforça: “Quando não há mais donzelas/Nós somos os únicos em perigo agora”. Ouça abaixo a música polêmica. Pra quem não lembra, o “Encantada” original foi uma sátira divertida e bem-sucedida aos desenhos animados musicais de princesas da Disney, mostrando o duro choque de realidade sofrido por uma dessas princesas, Giselle (Amy Adams), ao emergir na moderna cidade de Nova York nos dias atuais. Ela perde o rumo ao conhecer a vida desencantada das pessoas normais, mas descobre a felicidade com um viúvo nova-iorquino comum (Patrick Dempsey), mesmo com o Príncipe Encantado (James Marsden) vindo em seu resgate. A sequência encontra o casal do filme original após o final feliz, que não dura para sempre, pois Giselle sente falta de seu reino encantado e deseja que tudo em sua vida volte a se tornar mágico. Mas quando esse desejo se materializa, o resultado não é o esperado, já que, ao transformar sua vida num conto de fadas, ela se descobre a madrasta malvada da filha adolescente do personagem de Dempsey, assumindo a personalidade de uma Rainha Má das fábulas. O cineasta Adam Shankman (“Rock of Ages: O Filme”) é responsável pela direção do novo longa, que ainda destaca Maya Rudolph (“Fortuna”), Oscar Nuñez (“Professor Iglesias”), Jayma Mays (“Glee”), Idina Menzel (“Cinderela”), Yvette Nicole Brown (“Community”) e a jovem Gabriella Baldacchino (“Ask for Jane”) no elenco.
Rihanna lança nova música da trilha de “Pantera Negra 2”
A cantora Rihanna liberou nas plataformas de música outra música da trilha de “Pantera Negra: Wakanda Para Sempre” no EUA. “Born Again” é uma balada emotiva e intensa, na mesma pegada de “Lift Me Up”, lançada em 28 de outubro. Criada por The-Dream (do mega-hit “Umbrella”, de Rihanna) e Ludwig Göransson (o compositor da trilha oficial do filme), a faixa encerra a trilha sonora, que foi disponibilizada nesta sexta (11/11), acompanhando a estreia do filme nos cinemas.
Filho músico do ator Tim Roth morre de câncer aos 25 anos
O músico Cormac Roth, filho do ator inglês Tim Roth (o Abominável de “Mulher-Hulk”), morreu de câncer aos 25 anos. O falecimento foi anunciado nesta segunda (31/10) pela família, mas a morte aconteceu no dia 16 de outubro. “Ele era uma fonte de energia elétrica e seu espírito estava cheio de luz e bondade”, disse a família em comunicado. “Por mais rebelde que fosse, Cormac também era a personificação da bondade. Uma alma gentil que trouxe tanta felicidade e esperança para aqueles ao seu redor. A dor vem em ondas, assim como as lágrimas e risos quando pensamos naquele lindo menino ao longo dos 25 anos e 10 meses que o conhecemos. Uma criança irreprimível e alegre e selvagem e maravilhosa. Apenas recentemente um homem. Nós o amamos. Vamos carregá-lo conosco aonde quer que formos”, acrescenta o texto. Cormac era guitarrista, compositor e produtor, e criou a trilha sonora do filme “Nova Ordem”, do cineasta mexicano Michel Franco, que venceu o Grande Prêmio do Júri do Festival de Veneza em 2020. Ele foi diagnosticado com tumores de células germinativas em novembro de 2021. O pai dele, Tim Roth, é um dos grandes nos do cinema dos anos 1990, que trabalhou em “Cães de Aluguel”, “Planeta dos Macacos” e “Pulp Fiction”, além de “O Incrível Hulk”, onde viveu pela primeira vez o Abominável. Ele foi indicado ao Oscar em 1996 por “Rob Roy – A Saga de uma Paixão”.
Rihanna lança clipe de sua música em “Pantera Negra 2″
Rihanna lançou o clipe de “Lift Me Up”, canção que faz parte da trilha sonora do filme “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”. O vídeo traz a artista numa praia, à beira do mar, e inclui cenas do filme. Muito esperada pelos fãs, a música tem pouco a ver com o repertório mais conhecido da rapper. Trata-se quase de uma balada convencional de filmes da Disney, com arranjo orquestral e entonação chorosa para evocar tristeza, que poderia ser gravada por Christina Aguilera sem destoar muito do resultado atual. A diferença, é claro, são os palavrões, dos quais Rihanna não abre mão. “Lift Me Up” é o primeiro lançamento de Rihanna desde 2016, quando ela lançou o single “Love on the Brain”, e foi composta pela própria Rihanna em parceria com a cantora Tems, o compositor Ludwig Göransson (vencedor do Oscar pela trilha de “Pantera Negra”) e o diretor Ryan Coogler (responsável pelos dois filmes do herói). O tom enlutado é um tributo ao ator Chadwick Boseman (protagonista do primeiro “Pantera Negra”), morto em 2020. Distribuído nesta sexta (28/10) nas plataformas musicais, o clipe e o single interrompem um longo hiato musical da cantora, que nos últimos seis anos e meio se dedicou a outros projetos, como sua marca de maquiagens, a Fenty Beauty, e a marca de lingeries, a Savage X Fenty, além de ter dado à luz ao seu primeiro filho em maio passado. Para marcar seu retorno, ela também vai se apresentar durante o intervalo do próximo Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano, marcada para o dia 12 de fevereiro. A estreia de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” está marcada para 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Rihanna volta à música na trilha de “Pantera Negra 2”
A cantora Rihanna gravou sua primeira música inédita em seis anos e meio para a trilha sonora do filme “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”. Intitulada “Lift Me Up”, a canção será lançada na próxima sexta (27/10) e será um tributo ao ator Chadwick Boseman (protagonista do primeiro “Pantera Negra”), morto em 2020. “Lift Me Up” foi escrita pela própria Rihanna em parceria com a cantora Tems, o compositor Ludwig Göransson (vencedor do Oscar pela trilha de “Pantera Negra”) e o diretor Ryan Coogler (responsável pelos dois filmes do herói). Gravada em cinco países e produzida por Göransson, a música será o primeiro lançamento de Rihanna desde 2016, quando ela lançou o single “Love on the Brain”. “Depois de conversar com Ryan e ouvir sua direção para o filme e para a música, eu queria escrever algo que retratasse um abraço caloroso para todas as pessoas que perdi na minha vida. Tentei imaginar como seria se eu pudesse cantar para eles agora e expressar o quanto sinto falta deles”, disse Tems em comunicado oficial. “Rihanna tem sido uma inspiração para mim, então ouvi-la interpretar essa música é uma grande honra.” Os rumores sobre a participação de Rihanna na trilha sonora do filme já circulam há algum tempo. E nessa quinta (26/10), a cantora postou um teaser da canção na sua conta do Instagram. Além do lançamento de “Lift Me Up”, Rihanna também se prepara para voltar aos palcos. Nos últimos anos, a cantora se dedicou ao lançamento de projetos não musicais, como sua marca de maquiagens, a Fenty Beauty, e a marca de lingeries, a Savage X Fenty, além de ter dado à luz ao seu primeiro filho em maio passado. Para marcar seu retorno, ela vai se apresentar durante o intervalo do próximo Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano, marcada para o dia 12 de fevereiro. “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” conta com os retornos de Letitia Wright, Winston Duke, Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Martin Freeman e Florence Kasumba (mas não Daniel Kaluuya, devido ao conflito com as filmagens de “Não! Não Olhe”), e vai introduzir Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023. Para completar, o mexicano Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) vive Namor, o Príncipe Submarino. A estreia de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” está marcada para 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por badgalriri (@badgalriri)
Amazon revela música de Fiona Apple para final de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder”
A Amazon divulgou a música “Where the Shadows Lie”, gravada pela cantora Fiona Apple, que fará parte do final da 1ª temporada de “O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder”. A música foi criada pelo compositor da série, Bear McCreary e sua letra inspirada nos versos sobre o anel escritos por JRR Tolkien na trilogia original de “O Senhor dos Anéis”. Na ficção, o poema foi composto pelos Povos Livres da Terra-média sobre as origens dos Anéis de Poder. A versão instrumental de “Where the Shadows Lie” aparece no 1º episódio da temporada, e o showrunner J.D. Payne gostou tanto que sugeriu uma versão com letra inspirada no poema de Tolkien. O passo seguinte foi encontrar uma voz que pudesse evocar o sentimento épico da letra e a emoção etérea da melodia. “Incorporar todos esses elementos narrativos em uma voz não é tarefa fácil, e por isso estou especialmente grato por ter colaborado com a lendária cantora Fiona Apple”, disse Bear McCreary em comunicado. “Indiscutivelmente uma das maiores vozes musicais de sua geração, Fiona trouxe nova profundidade e intenção narrativa para a música e uma combinação única da melodia assombrosa e o texto sinistro de Tolkien. Eu me inspiro em sua musicalidade há duas décadas e não consigo imaginar um artista mais adequado para dar vida ao mistério, majestade e poder dessa música. Estou emocionado que o público possa finalmente ouvir ‘Where the Shadows Lie’, uma música que estrategicamente guardamos em segredo até agora.” “Estamos extremamente empolgados em compartilhar essa música com os fãs”, disse Bob Bowen, Head Mundial de Música do Amazon Studios. “Fiona Apple traz seus vocais poderosos e cinematográficos para esta bela e assombrosa peça musical. Sua incrível performance e interpretação deste texto lendário vão surpreender os fãs.” Os clientes do Amazon Music que já fizeram o download da trilha sonora oficial, terão acesso automático à nova faixa, que também pode ser ouvida individualmente na Amazon Music. Assinantes Prime tem acesso gratuito.
“Stranger Things” coloca “Master of Puppets” no Hot 100 da Billboard
“Stranger Things” conseguiu mais uma façanha, ao colocar “Master of Puppets” na parada de sucessos Hot 100 da revista Billboard. Após aparecer em destaque no último episódio da 4ª temporada da série da Netflix, a faixa surgiu na 40ª posição do ranking de música pop da Billboard. A gravação de 1986, que batiza o terceiro álbum de estúdio da banda americana, nunca tinha entrado em nenhum dos rankings da Billboard. Fez sua estreia somente agora, 36 anos após o seu lançamento. Com isso, tornou-se a música mais antiga do Metallica a se tornar hit. Até então, “One”, de 1988, tinha essa distinção, ao atingir o 35º lugar do Hot 100 na época de seu lançamento. Já o maior sucesso da banda em todos os tempos é “Until It Sleeps”, que chegou em 10º lugar em sua estreia, em 1996. No início do mês, logo após a estreia da Parte 2 de “Stranger Things 4” em streaming, a banda comentou a inclusão da música em seu perfil no Instagram, dizendo que tinha sido uma “honra incrível”. Metallica foi só elogios no post: “A maneira como os Irmãos Duffer incorporam música em ‘Stranger Things’ sempre foi de outro nível, então ficamos mais que empolgados por eles não apenas incluírem ‘Master of Puppets’, mas por terem uma cena tão crucial construída em torno da música. Estávamos todos loucos pra ver o resultado final e, quando vimos, ficamos totalmente impressionados…” Na série, o rock clássico de 1986 é tocado pelo personagem Eddie (Joseph Quinn), em cima de um trailer, para atrair demônios voadores no momento mais heavy metal da série. “Foi tão extremamente bem feito, que algumas pessoas conseguiram adivinhar a música apenas vendo alguns segundos das mãos de Joseph Quinn no trailer!”, acrescentou a banda. “Foi uma honra incrível ser uma parte tão importante da jornada de Eddie e mais uma vez fazer companhia a todos os outros artistas incríveis apresentados na série”.
Vídeo revela ensaio de Joseph Quinn para tocar “Master of Puppets”
O perfil oficial dos roteiristas de “Stranger Things” no Twitter revelou um vídeo que encerra de vez a discussão sobre se Joseph Quinn realmente tocou “Master of Puppets” em “Stranger Things”. O vídeo mostra o intérprete de Eddie num ensaio, tocando todos os acordes da base da música. Ele decorou cada detalhe dos acordes de James Hetfield e o próprio Metallica reconheceu esse esforço, ao dizer em seu Instagram: “Foi tão extremamente bem feito, que algumas pessoas conseguiram adivinhar a música apenas vendo alguns segundos das mãos de Joseph Quinn no trailer!” Extremamente humilde, Quinn não se vangloriou disso. Ao contrário, fez questão de dizer que não fez o solo – a parte musical de Kirk Hammett. “O solo não foi meu. Eu não sou um guitarrista de heavy mental”, ele admitiu em entrevista ao site Collider, revelando que a produção contratou um “faixa preta dos guitarristas de metal” para o solo insano e veloz. “Tive sorte de tocar desde jovem. Mas, quando li os roteiros, comprei a guitarra e comecei a praticar loucamente”, ele acrescentou. O vídeo abaixo mostra essa prática. practice makes perfect pic.twitter.com/yjv63A1pfp — stranger writers (@strangerwriters) July 10, 2022












