Animação Lego Ninjago ganha trailer dublado em português
A Warner divulgou a versão dublada do trailer da animação da linha de brinquedos Ninjago da Lego. Batizado de “Lego Ninjago – O Filme”, a prévia parece tão engraçada quanto o “Lego Batman”. Com muito humor, o vídeo apresenta a luta entre os ninjas bonzinhos e o vilão Lord Garmadon, com direito a robôs gigantes e trilha de “Bad Blood”, de Taylor Swift. O detalhe mais explorado da apresentação é que o Ninja Verde na verdade se chama Lloyd e é filho de Garmadon. Esse universo ninja foi apresentado na série animada “Ninjago: Mestres do Spinjitzu”, do canal pago americano Cartoon Network. Na trama, o Mestre Wu e quatro ninjas se juntam para lutar contra Lord Gagmadon, um senhor do mal que planeja tomar o poder e destruir tudo. O elenco original de dubladores inclui Dave Franco (“Nerve”) como Lloyd, Justin Theroux (série “The Leftovers”) como Lord Garmadon e Jackie Chan (“Fora do Rumo”) como Mestre Wu, o líder dos ninjas que defendem Ninjago City do mal. As vozes dos demais personagens são feitas por Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”), Michael Peña (“Homem-Formiga”), Abbi Jacobson (série “Broad City”), Zach Woods (série “Silicon Valley”), Kumail Nanjiani (também de “Silicon Valley”) e Fred Armisen (série “Portlandia”). A animação tem direção de Charlie Bean (séries “Tron: Uprising”), história de Dan Hageman e Kevin Hageman (ambos da própria série “Ninjago: Mestres do Spinjitzu”) e roteiro final de Hilary Winston (criadora da série “Bad Teacher”), Bob Logan (roteirista da série animada “Dennis, o Pimentinha”) e do estreante Paul Fisher. A produção está a cargo de Phil Lord e Christopher Miller, que dirigiram “Uma Aventura Lego”. A estreia está marcada para 21 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Wolverine vira motorista de limousine em cena surreal de Logan
A 20th Century Fox divulgou uma nova cena de “Logan”, o terceiro filme solo de Wolverine. O vídeo em preto e branco mostra que Wolverine (Hugh Jackman) virou um motorista de limousine, que transporta adolescentes de bailes de formatura, passando totalmente incognito, enquanto ouve uma mensagem. Toda a cena é surreal, especialmente no contexto do personagem. O roteiro é de Michael Green (“Lanterna Verde”) e do estreante David James Kelly, e a direção está mais uma vez a cargo de James Mangold, responsável pelo filme anterior, “Wolverine – Imortal” (2013). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Power Rangers ganha novos pôsteres com Rita Repulsa e mais detalhes dos zords
O filme dos “Power Rangers” ganhou mais dois pôsteres e a versão dublada do novo trailer. Um deles inclui a vilã Rita Repulsa, enquanto o outro traz mais detalhes dos zords, os robôs gigantes invocados pelos heróis. A versão de cinema é estrelada por Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa, RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul, Becky Gomez (série “Empire”) como a Ranger Amarela, além de Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon, Elizabeth Banks (“Jogos Vorazes”) como a Rita Repulsa e Bill Hader (“Descompensada”) como a voz de Alpha 5. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Clique nos cartazes abaixo para ampliá-los.
Nova foto da Liga da Justiça junta Aquaman, Mulher Maravilha e Ciborgue
A Warner liberou uma nova foto filme da “Liga da Justiça”, que junta Aquaman (Jason Momoa), Mulher Maravilha (Gal Gadot) e Cyborg (Ray Fisher). Além do trio, o filme inclui Batman (Ben Affleck), Flash (Ezra Miller) e Superman (Henry Cavill). Novamente dirigido por Zack Snyder (de “Batman vs. Superman”), “Liga da Justiça” estreia em 16 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Segundo teaser da nova comédia de Adam Sandler é sem graça e ofensivo
A Netflix divulgou o segundo teaser da nova comédia de Adam Sandler, intitulada “Sandy Wexler”. A prévia traz o ator vendo um vídeo brega, enquanto tem uma reação mal-humorada que beira o racismo. Não é engraçada, mas, se levada realmente a sério, a apresentação caricatural de um cantor latino (interpretado pelo mexicano Eugenio Derbez) pode ser considerada ofensiva – ou humor do tipo “Zorra Total”, que é praticamente a mesma coisa. Curiosamente, enquanto o teaser da série “Dear White People” gerou protestos de usuários brancos, que o acusaram de racista, o subtexto do novo vídeo passou incólume. Um usuário até escreveu, sob o vídeo: “Não sei o que é o pior, a merda da série racista ou Adam Sandler…”. “Sandy Wexler” é a terceira comédia de um pacote de quatro encomendadas pela Netflix, após “The Ridiculous 6” (2015) e “Zerando a Vida” (2015). O primeiro filme, por sinal, rendeu protestos do elenco de figurantes indígenas contra “baixarias racistas” do roteiro, enquanto o segundo levou a atriz Rose McGowann a denunciar os produtores por exigirem que as mulheres fizessem seus testes para os papéis com roupa justa e decotada. Ao revelar isso, ela foi dispensada por seu agente. Os dois teasers de “Sandy Wexler” divulgados até agora situam a trama em 1994. O personagem-título vivido por Sandler é um agente de talentos, em busca de talentos para agenciar. Seus contratados são todos um pouco excêntricos. Menos o interesse romântico da trama, uma cantora que ele descobre num parque de diversões e por quem acaba se apaixonando. Segundo a sinopse, o filme leva dez anos para contar esta história, felizmente condensados em menos de duras horas de streaming. Além de Sandler, o elenco inclui todos os suspeitos de sempre: Kevin James, Rob Schneider, Nick Swardson, Terry Crews e até o diretor Frank Coraci como ator. Já entre os novos adeptos da entourage, destacam-se os cantores Jennifer Hudson e Al B. Sure! Vale reparar que “Sandy Wexler” é o 12º roteiro escrito por Tim Herlihy para o comediante, uma parceria que data do primeiríssimo filme de Sandler como protagonista, “Billy Madison: Um Herdeiro Bobalhão” (1995), que, por coincidência, é da mesma época em que a nova trama se passa. O produtor Dan Bulla (“The Ridiculous 6”) e o roteirista Paul Sado (“Trocando os Pés”) também trabalharam na história, que tem direção de Steven Brill (“Zerando a Vida”), em seu quarto longa estrelado por Sandler. A estreia está marcada para 14 de abril.
Carolina Ferraz vive travesti em fotos e trailer de A Glória e a Graça
A H2O filmes divulgou o pôster, as fotos e o trailer de “A Glória e a Graça”, que traz Carolina Ferraz no papel de uma travesti. Diferente da vez em que Letícia Spiller viveu uma drag queen (em “O Casamento de Gorete”), o filme dirigido por Flavio Ramos Tambellini (“Malu de Bicicleta”) não apela para o besteirol fácil. Na trama, a protagonista Gloria é a dona de um badalado restaurante no Rio, bem resolvida e bem sucedida, que tem sua vida virada do avesso quando é procurada pela irmã, Graça (Sandra Corveloni), com quem não tem contato há 15 anos e ainda pensa que ela responde pelo nome de Luiz Carlos. O detalhe é que Graça, que é mãe solteira, está com um aneurisma e tem pouco tempo de vida e a reaproximação tem um objetivo: aproximar a tia dos sobrinhos, uma menina de 15 anos e um garoto de cinco. Assim, “A Glória e a Graça” adentra o terreno dramático, tirando o travesti do papel cômico e caricato. Apesar de escalar uma mulher no papel principal, o elenco também destaca atriz transexual Carol Marra como Fedra, a melhor amiga de Graça. Exibido na Mostra de São Paulo, o longa estreia comercialmente no dia 30 de março.
Berlim: Continuação de Trainspotting troca a juventude pela crise da meia-idade
Uma das sessões mais disputadas do Festival de Berlim, a exibição de “T2 Trainspotting” dividiu opiniões. Muitos esperavam uma retomada da ousadia do primeiro longa, com suas viagens aterrorizantes de heroína, mas, 20 anos depois, a continuação é quase uma sombra do original, mas nem por isso deixa de ser divertido. De certo modo, faz todo o sentido, inclusive narrativamente. “O primeiro longa juntou um ótimo tema e um roteiro excelente com o momento exato, o zeitgeist perfeito. Não dá para conseguir isso de novo, foi único”, considerou Jonny Lee Miller, intérprete de Simon, aka Sick Boy, durante o encontro com a imprensa internacional. “Eu mesmo só me interessei pelo novo projeto porque não seria ‘uma continuação’ típica… Até porque parece mais uma ‘post-mortem’ daquele universo”, brincou. De fato, “T2 Trainspotting” não tem o mesmo frescor, porque todos os envolvidos estão na meia-idade, tanto atrás das câmeras quanto na própria ficção. O tempo passou e o reencontro de personagens, atores, roteirista e diretor se dá em clima de nostalgia. As referências a eventos de 1996 surgem quase como memorabilia. Mas um filme é fruto do outro, e o cineasta Danny Boyle busca manter a continuidade estética entre as duas produções, optando pelo mesmo fluxo de imagens inspirados na estética de videoclipe, que parecia tão moderna na época do Britpop. Curiosamente, boa parte das críticas foram focadas nesta opção estética, centrada em movimentos de câmera “espertos” e visual “vibrante”, que mais parecem exercícios de estilo que uma estrutura a serviço da história. Mas há, sim, uma boa história captada pelas câmeras, da qual se ri muito. Na entrevista coletiva do festival, Boyle explicou que queria fazer um novo filme que fosse independente do original, mas achou difícil escapar da herança de “Trainspotting”. Ele revelou que o roteirista John Hodge escreveu um roteiro perfeitamente decente, baseado em parte no romance “Porno”, de Irvine Welsh, que é a sequência literária do primeiro filme. “Mas eu nem sequer me preocupei em enviá-lo para os atores”, disse. Isto porque o cineasta queria algo mais pessoal, que convencesse o elenco original a retornar. Ele precisava que o filme refletisse a passagem de tempo não só dos personagens, mas de todos os envolvidos. E assim se trancou com Hodge numa casa em Edimburgo, respirando o clima escocês para imaginar um reencontro com Renton, Sick Boy, Begbie e Spud na mesma cidade, mas numa época radicalmente diferente. “O filme é sobre a angústia do avançar da idade, é sobre questões envolvendo a masculinidade”, explica o diretor. “Era essencial que os atores trouxessem seus próprios conflitos pessoais com essas questões aos personagens”. Boyle acrescenta que até as mudanças tecnológicas dos últimos anos foram incorporadas na produção. “Muitas coisas mudaram no modo de se fazer cinema daquela época para cá. O mais importante é que as câmeras ficaram muito menores”, repara. “Com os aparelhos de hoje, você consegue captar em uma cena alguns detalhes que antes você sequer poderia imaginar enquanto escrevia o roteiro do filme. E também é possível acessar as performances dos atores de maneira diferente.” Mas mudanças também aconteceram durante as filmagens, afetando o mundo de todos os envolvidos. “Estávamos filmando quando aconteceu o Brexit, e foi um choque especial estar na Escócia” – que votou contra a saída do Reino Unido da União Européia – , contou Boyle. Talvez por reflexo disso, o filme é bem mais europeu que o primeiro, que foi todo concentrado em Edimburgo. Desta vez, há cenas na Holanda e na Romênia. Boyle também se dedicou a selecionar uma trilha sonora marcante, como a do primeiro filme, inclusive referenciando as duas músicas mais fortes do original, “Lust for Life”, de Iggy Pop, que ganhou um cover de Prodigy, e “Born Slippy”, refeita numa versão mais lenta pela própria banda Underworld. Mas, no lugar do Britpop de Blur, Elastica e Primal Scream, incluiu a nova geração de bandas britânicas, como Young Fathers e Fat White Family. Vale observar que os críticos britânicos foram os que mais gostaram do filme.
Comercial de A Bela e a Fera mostra transformação do Príncipe em monstro de desenho animado
A Disney divulgou um novo comercial da versão com atores de “A Bela e a Fera”, que traz uma cena parcial da transformação do Príncipe vivido por Dan Stevens (série “Legion”) na Fera com visual de desenho animado. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e direção de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), o filme estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Buddy Thunderstruck: Nova série animada dos produtores de Frango Robô ganha trailer
A Netflix divulgou o trailer de “Buddy Thunderstruck”, uma nova série de animação stop-motion (com bonecos) dos produtores de “Frango Robô”. Criada por Ryan Wiesbrock (de “Os Ursinhos Carinhosos”), a série gira em torno de um cachorro que disputa corridas de caminhão em uma cidade obcecada por carros e acrobacias. A prévia sugere uma combinação entre a animação clássica “Tom Sem Freio” (Tom Slick) e a série “Os Gatões” (The Dukes of Hazzard), mas com bichos no papel dos caipiras desenfreados. Todos os episódios serão disponibilizados em 10 de março.
A Bela e a Fera ganha novo trailer com cenas inéditas para anunciar o começo da pré-venda
A Disney divulgou um novo trailer de “A Bela e a Fera”, sem diálogos, mas repleto de cenas inéditas, para divulgar que a pré-venda de ingressos para o filme já está acontecendo. A coleção mostra os moradores do castelo da Fera (Dan Stevens, da série “Downton Abbey”), incluindo todos os objetos literalmente animados – e falantes – da produção. Vale reparar que o pôster da Bela (Emma Watson, da franquia “Harry Potter”), é o único de cores vibrantes, enquanto os demais são ilustrados em tons de azul depressivo do inverno. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, e direção de Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”), o filme estreia em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Animação do Lego Ninjago ganha primeiro trailer divertido
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer da animação da linha de brinquedos Ninjago da Lego – os Lego ninjas. Ainda sem título nacional nem legendas, a prévia de “The Lego Ninjago Movie” parece tão engraçada quanto o “Lego Batman”. Com muito humor, o vídeo apresenta a luta entre os ninjas bonzinhos e o vilão Lord Garmadon, com direito a robôs gigantes e trilha de “Bad Blood”, de Taylor Swift. O detalhe mais explorado da apresentação é que o Ninja Verde na verdade se chama Lloyd e é filho de Garmadon. Esse universo ninja foi apresentado na série animada “Ninjago: Mestres do Spinjitzu”, do canal pago americano Cartoon Network. Na trama, o Mestre Wu e quatro ninjas se juntam para lutar contra Lord Gagmadon, um senhor do mal que planeja tomar o poder e destruir tudo. O elenco original de dubladores inclui Dave Franco (“Nerve”) como Lloyd, Justin Theroux (série “The Leftovers”) como Lord Garmadon e Jackie Chan (“Fora do Rumo”) como Mestre Wu, o líder dos ninjas que defendem Ninjago City do mal. As vozes dos demais personagens são feitas por Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”), Michael Peña (“Homem-Formiga”), Abbi Jacobson (série “Broad City”), Zach Woods (série “Silicon Valley”), Kumail Nanjiani (também de “Silicon Valley”) e Fred Armisen (série “Portlandia”). A animação tem direção de Charlie Bean (séries “Tron: Uprising”), história de Dan Hageman e Kevin Hageman (ambos da própria série “Ninjago: Mestres do Spinjitzu”) e roteiro final de Hilary Winston (criadora da série “Bad Teacher”), Bob Logan (roteirista da série animada “Dennis, o Pimentinha”) e do estreante Paul Fisher. A produção está a cargo de Phil Lord e Christopher Miller, que dirigiram “Uma Aventura Lego”. A estreia está marcada para 21 de setembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Arnold Schwarzenegger volta a querer vingança no primeiro trailer e pôster de Aftermath
A Lionsgate divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Aftermath”, em que Arnold Schwarzenegger (“O Exterminador do Futuro”) volta a querer vingança. A palavra aparece, inclusive, grafada no cartaz. Desta vez, porém, ele não derruba portas e sai atirando. Seu personagem aperta a campainha. Isto porque, apesar das cenas de morte e destruição, o filme é supostamente um drama. O que causa estranhamento, já que, em 47 anos de carreira, o astro de ação jamais tinha filmado um drama. Por conta disso, a prévia carrega tensão e expectativa, focada no que pode acontecer após do encontro entre o brutamontes e seu alvo. Detalhe: o trailer encerra justamente nesta cena. Mas “Aftermath” é baseada numa história real, cujo desfecho foi de filme de Schwarzenegger mesmo. A trama reverbera o erro de um controlador de voo, que se distrai e não vê a proximidade de dois aviões em rota de colisão. No voo estavam a mulher e a filha do protagonista. Quando a causa do acidente vem à tona, o controlador, vivido por Scoot McNairy (“Batman vs. Superman”), opta por mudar de identidade para retomar sua vida longe do escândalo. Mas, desde os anos 1980, ninguém consegue escapar de Schwarzenegger, que logo encontra seu paradeiro. Ele jura que só quer olhar nos olhos do homem responsável pela morte de sua família e fazê-lo sentir-se culpado. Mas uma vez que Arnold engata o modo “Comando para Matar”… O acidente real aconteceu em julho de 2002 e não foi nos EUA, mas na Alemanha, entre um avião cargueiro e outro de passageiros lotado de crianças russas em viagem de férias para Barcelona. Todos morreram. E um dos pais quis vingança. A versão de cinema foi escrita pelo espanhol Javier Gullón (“O Homem Duplicado”) e dirigida pelo inglês Elliott Lester (“Blitz”). E além dos antagonistas, o elenco ainda inclui Maggie Grace (“Busca Implacável”), Kevin Zegers (“Os Instrumentos Mortais”) e Hannah Ware (remake de “Oldboy”). “Aftermath” ainda não tem título em português nem previsão de estreia.
Trailer argentino de Mulher Maravilha traz cenas inéditas
A Warner Bros. da Argentina divulgou um novo trailer internacional, legendado em espanhol, do filme da “Mulher-Maravilha”. A prévia é curta, com um minuto de duração, mas inclui cenas inéditas. Além de mostrar a força da personagem interpretada pela atriz Gal Gadot, inclui diversas cenas de luta da princesa amazona, que enfrenta as tropas do Keiser de minissaia, escudo, espada e até laço em punho, exibindo sua superforça em câmera superlenta. Também há destaque para cenas passadas na ilha das amazonas, com o encontro entre a heroína e o aviador Steve Trevor (papel de Chris Pine, de “Star Trek”). Nos quadrinhos, esse encontro aconteceu na primeira história da Mulher Maravilha, mas no contexto da 2ª Guerra Mundial e não, como mostra o filme, na 1ª Guerra. Por sinal, a estreia da Mulher Maravilha em 1941 coincidiu com o ataque japonês à Pearl Harbor, que levou os EUA a entrarem no conflito. Com roteiro de dois autores da DC Comics, Allan Heinberg e Geoff Johns, e direção de Patty Jenkins (“Monster – Desejo Assassino”), o filme também traz em seu elenco Robin Wright (série “House of Cards”), Connie Nielsen (“Ninfomaníaca”), Lisa Loven Kongsli (“Força Maior”), Danny Huston (“X-Men Origens: Wolverine”), David Thewlis (franquia “Harry Potter”), Saïd Taghmaoui (“Trapaça”), Elena Anaya (“A Pele que Habito”), Ewen Bremner (“T2 Trainspotting”) e Lucy Davis (“Todo Mundo Quase Morto”). “Mulher-Maravilha” estreia em 1 de junho no Brasil.












