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  • Filme

    Comédia da Netflix que venceu o Festival de Sundance 2017 ganha trailer legendado

    20 de fevereiro de 2017 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado de “Já Não Me Sinto em Casa Nesse Mundo”, comédia indie que venceu o Festival de Sundance 2017. O filme gira em torno de Ruth (Melanie Lynskey, da série “Two and a Half Men”), uma auxiliar de enfermagem que sofre uma crise existencial e decide que não vai mais aguentar sacanagens da vida quando sua casa é assaltada. Com a ajuda de seu vizinho Tony (Elijah Wood, da trilogia “O Senhor dos Anéis”), fã de artes marciais, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos e acaba se vendo perigosamente envolvida na luta contra um grupo de criminosos degenerados. O elenco ainda inclui Jane Levy (“O Homem nas Trevas”), Christine Woods (série “About a Boy”), Devon Graye (“Os 13 Pecados”) e Robert Longstreet (“O Abrigo”). “Já Não Me Sinto em Casa Nesse Mundo” marca a estreia do ator Macon Blair (“Sala Verde”) na direção e chega à Netflix na sexta, dia 24 de fevereiro.

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  • Filme

    Amy Poehler e Will Ferrell criam seu próprio cassino em pôster e trailer de comédia

    20 de fevereiro de 2017 /

    A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer da comédia “The House”, estrelada por Amy Poehler (série “Parks and Recreation”) e Will Ferrell (“Pai em Dose Dupla”). A trama gira em torno de um casal que, após gastar toda a poupança destinada à faculdade da filha, convence seus amigos a iniciar um cassino ilegal em seu porão. “The House” marca a estreia na direção do roteirista Andrew Jay Cohen (“Vizinhos” e “Os Caça-Noivas”), que também escreveu a história em parceria com Brendan O’Brien (seu parceiro em “Vizinhos” e “Os Caça-Noivas”). A estreia está marcada para 30 de junho nos Estados Unidos, mas apenas três meses depois, em 14 de setembro, no Brasil.

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    Johnny Depp volta a viver Jack Sparrow em três pôsteres do novo Piratas do Caribe

    20 de fevereiro de 2017 /

    A Disney divulgou três pôsteres do filme “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, que juntam o Capitão Jack Sparrow, personagem de Johnny Depp, com seus novos aliados e inimigos. O quinto filme da franquia traz o personagem de Depp novamente às voltas com maldições e piratas fantasmas, desta vez liderados por Salazar (Javier Bardem, de “007 – Operação Skyfall”), um velho inimigo que escapou do Triângulo do Diabo determinado a acertar contas. Além de Bardem, as novidades do elenco incluem Brenton Thwaites (“Deuses do Egito”), que, dizem os rumores, viveria o filho de Will Turner, Kaya Scodelario (“Maze Runner: Correr ou Morrer”), David Wenham (trilogia “O Senhor dos Anéis”), Golshifteh Farahani (“Êxodo: Deuses e Reis”) e Paul McCartney (ele mesmo). O elenco ainda contará com os veteranos da franquia Geoffrey Rush, Kevin McNally, Stephen Graham e o próprio Orlando Bloom. O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”), a direção é dos cineastas noruegueses Joachim Rønning e Espen Sandberg (ambos de “Expedição Kon Tiki”) e um detalhe curioso é que o título do filme em inglês não tem Salazar nenhum. É “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales” (Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias). A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Rachel Weisz precisa provar que o Holocausto existiu no trailer legendado de Negação

    18 de fevereiro de 2017 /

    A Sony divulgou o trailer legendado de “Negação” (Denial), cuja trama ganha uma atualidade desconsertante nestes tempos de pós-verdade. Drama britânico baseado em fatos reais, o filme traz Rachel Weisz (“Oz, Mágico e Poderoso”) como uma historiadora confrontada por um famoso escritor (o excelente Timothy Spall, de “Mr. Turner”) com ideias radicais sobre a existência do Holocausto. A disputa vai parar nos tribunais, levando a professora a ter que provar que o extermínio de judeus realmente aconteceu durante o nazismo. A disputa aconteceu em 1996, mas apesar do clima apresentado no vídeo, resultou no descrédito absoluto do escritor David Irving, que já experimentava problemas com suas teorias e era considerada persona non grata na Alemanha, além de ter um mandato de prisão expedido na Áustria por defender o nazismo. Ao decidir confrontar Deborah Lipstadt (a personagem de Weisz), caiu em desgraça, passou um período preso, deixou de ser convidado para palestras e eventos literários e viu suas obras serem ridicularizadas. Baseado no livro de memórias da própria Lipstadt, o filme foi escrito por David Hare, já indicado ao Oscar pelos roteiros adaptados de “As Horas” (2002) e “O Leitor” (2008). A direção está a cargo de Mick Jackson, diretor do sucesso “O Guarda-Costas” (1992), que estava afastado do cinema desde 2002. E o elenco também inclui Andrew Scott (série “Sherlock”), Tom Wilkinson (“Selma”), Mark Gatiss (também de “Sherlock”) e Harriet Walter (série “Downton Abbey”). A estreia está marcada para 9 de março no Brasil.

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    Anne Hathaway vira monstro gigante em novo trailer de Colossal

    18 de fevereiro de 2017 /

    A distribuidora americana Neon divulgou o pôster e o segundo trailer de “Colossal”, filme de monstro gigante estrelado por Anne Hathaway (“Interestelar”). A prévia mostra um réptil “colossal” destruindo a capital da Coreia do Sul. Mas se trata de uma comédia e, assim, a personagem de Hathaway percebe que a criatura, que ela assiste pela TV, imita exatamente seus passos. A sinopse descreve o filme como uma mistura improvável de “Godzilla” (2014) e “Quero Ser John Malkovich” (1999), centrada numa mulher comum (nem tanto, é a Anne Hathaway) que, após perder o seu emprego e o seu noivo, decide sair de Nova York para voltar a sua cidade natal. Mas quando vê a notícia de que um lagarto gigante está destruindo a cidade de Seoul, ela gradualmente percebe que está conectada àquele evento e, para evitar mais destruição, precisa determinar por que a sua existência aparentemente insignificante tem um efeito tão colossal sobre o destino do mundo. O filme foi concebido por Nacho Vigalondo, cineasta espanhol especializado em sci-fis malucas como “Crimes Temporais” (2007) e “Extraterrestre” (2011). Vigalondo é bastante cultuado na Europa por seus trabalhos criativos e bizarros. E sua extravagância, inclusive, rendeu a opção por usar um ator fantasiado como monstro em “Colossal”, em vez de efeitos visuais de última geração. O elenco inclui ainda Jason Sudeikis (“Uma Família do Bagulho”), Dan Stevens (série “Legion”), Tim Blake Nelson (“Quarteto Fantástico”) e Rukiya Bernard (série “Van Helsing”). A estreia está marcada para 7 de abril nos EUA e um mês depois, em 11 de maio, no Brasil.

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    Revelado papel de Helen Mirren em Velozes e Furiosos 8

    18 de fevereiro de 2017 /

    O ator Luke Evans, que viveu o vilão de “Velozes e Furiosos 6”, acabou revelando um dos segredos da produção do oitavo filme da franquia. Durante entrevista para o portal Yahoo!, ele deixou escapar o papel de Helen Mirren na produção. A revelação foi feita durante especulação sobre o retorno de seu personagem, Owen Shaw, para a franquia. A última vez que ele apareceu foi no início de “Velozes e Furiosos 7”, ao surgir em coma em um hospital militar. “Pessoas sempre acordam do coma, então quem sabe?”, disse o ator. “Ele está em um hospital militar porque é o homem mais procurado do mundo, mas ele tem um irmão poderoso [o personagem de Jason Statham] e uma mãe igualmente poderosa, vivida pela Helen Mirren”. Pois é. Helen Mirren vive a mãe dos vilões interpretados por Luke Evans e Jason Staham na franquia. Statham, por sinal, está mais que confirmado no oitavo filme, tendo sido visto com destaque nos trailers. Confira o mais recente aqui. Dirigido por F. Gary Gray (“Straight Outta Compton”), “Velozes e Furiosos 8” chega aos cinemas brasileiros no dia 13 de abril, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Adam Sandler revela-se irritante no trailer de sua nova comédia

    18 de fevereiro de 2017 /

    Após os teasers, a Netflix divulgou o trailer completo da nova comédia de Adam Sandler, intitulada “Sandy Wexler”. A prévia traz o ator sendo irritante, estabanado e inapropriado. Como em todos os filmes. O personagem-título vivido por Sandler é um agente de talentos dos anos 1990, em busca de talentos para agenciar. Seus contratados são todos um pouco excêntricos. Menos a cantora que ele descobre num parque de diversões, vivida por Jennifer Hudson (“Dreamgirls”) e por quem acaba se apaixonando. Segundo a sinopse, o filme leva dez anos para contar esta história, felizmente condensados em menos de duras horas de streaming. “Sandy Wexler” é a terceira comédia de Sandler de um pacote de quatro encomendadas pela Netflix, e inclui em seu elenco todos os suspeitos de sempre: Kevin James, Rob Schneider, David Spade, Chris Rock, Nick Swardson, Terry Crews e até o diretor Frank Coraci como ator. Vale reparar ainda que “Sandy Wexler” é o 12º roteiro escrito por Tim Herlihy para o comediante, uma parceria que data do primeiríssimo filme de Sandler como protagonista, “Billy Madison: Um Herdeiro Bobalhão” (1995), que, por coincidência, é da mesma época em que a nova trama se passa. O produtor Dan Bulla (“The Ridiculous 6”) e o roteirista Paul Sado (“Trocando os Pés”) também trabalharam na história, que tem direção de Steven Brill (“Zerando a Vida”), em seu quarto longa estrelado por Sandler. A estreia está marcada para 14 de abril.

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    Cena inédita de Logan revela a origem de Laura, a mutante conhecida como X-23

    18 de fevereiro de 2017 /

    A 20th Century Fox divulgou uma cena inédita de “Logan”, que mostra a “origem” de Laura (Dafne Keen), a mutante que os fãs de quadrinhos e séries animadas conhecem como Laura Kinney – ou X-23. A prévia se passa numa mistura de laboratório e prisão, e usa a estética dos vídeos encontrados (found footage) para registrar as experiências realizadas na menina. O filme teve sua première mundial no Festival de Berlim, onde foi recepcionado por aplausos entusiasmados. A trama se passa no futuro, em 2024, após a população mutante ser reduzida drasticamente e os X-Men terem se separado. Logan, cujo poder de regeneração está enfraquecendo, se entregou ao álcool e ganha a vida como motorista. Certo dia, uma estranha pede que ele leve uma garota chamada Laura até a fronteira canadense e à princípio ele recusa, mas muda de ideia ao descobrir que o Professor Xavier aguarda há anos pela menina. Extraordinariamente habilidosa em lutas, Laura se parece com Wolverine em vários aspectos e é perseguida por sinistras figuras que trabalham para uma poderosa corporação. Seu DNA contém o segredo que a conecta a Logan e uma implacável perseguição tem início. Com direção de James Mangold (“Wolverine: Imortal”), a estreia de “Logan” está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Diretor de Logan já quer fazer filme solo de X-23

    18 de fevereiro de 2017 /

    “Logan” ainda não estreou, mas as reações entusiasmadas à première do filme no Festival de Berlim acabaram inspirando o diretor James Mangold a já imaginar sua continuação. Só que sem o personagem-título, uma vez que Hugh Jackman não voltará ao papel de Wolverine. Em entrevista ao site We Got This Covered, Mangold revelou seu desejo de fazer uma continuação centrada na menina X-23, personagem vivido por Dafne Keen, que fará sua estreia nos cinemas em “Logan”. “Eu acho que a Dafne está incrível nesse filme e eu adoraria vê-la num filme [solo] da personagem. Isso é algo que eu certamente gostaria muito de me envolver. Para mim, a decisão de abordar o lado familiar e inserir Laura [Kinney, nome original da X-23] e um Charles [Xavier] doente foram minhas maiores contribuições”, declarou. A trama de “Logan” se passa no futuro e mostra Wolverine recebendo uma última missão do Professor Xavier (Patrick Stewart), que aparece bastante debilitado: proteger uma jovem mutante (Dafne Keen) dos mercenários que a perseguem. A estreia acontece em duas semanas, no dia 2 de março no Brasil.

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  • Música

    Ryan Gosling volta a cantar no primeiro trailer do novo filme de Terrence Malick

    17 de fevereiro de 2017 /

    Ryan Gosling (“La La Land”) toca piano e canta, Rooney Mara (“Carol”) ataca na guitarra, Michael Fassbender (“Assassin’s Creed”) produz e Natalie Portman (“Jackie”) se deixa seduzir no primeiro trailer de “Song to Song”, o novo filme escrito e dirigido por Terrence Malick (“A Árvore da Vida”), que também ganhou um pôster da Broadgreen Pictures. A prévia tem cenas gravadas durante os shows do festival SXSW em Austin, belíssima fotografia, como é típico dos filmes do diretor, e relacionamentos complicados. Editado ao som do hit “Runaway”, sucesso de Del Shannon em 1961, que tem um trecho cantarolado por Gosling, o vídeo revela dois casais emaranhados com a cena musical de Austin. Depois de viver um pianista de jazz em “La La Land”, Gosling encarna um compositor de rock que busca se firmar, novamente tendo que demonstrar seus dotes musicais. Muita gente esquece que ele começou a carreira como ator e cantor mirim no programa “Clube do Mickey”, do Disney Channel, ao lado de ninguém menos que Britney Spears, Justin Timberlake e Christina Aguilera. Malick começou a filmar “Song to Song” em 2012, paralelamente a “Cavaleiro de Copas”, lançado em 2015. A première mundial vai acontecer na abertura do festival SXSW 2017, em 10 de março, e o lançamento comercial está marcado para a semana seguinte nos cinemas americanos. Ainda não há previsão para a estreia no Brasil.

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  • Filme

    Logan tem a première mais aplaudida e a entrevista mais concorrida do festival de Berlim

    17 de fevereiro de 2017 /

    A première de “Logan” foi uma das sessões mais aplaudidas do Festival de Berlim 2017. E a que gerou mais comoção, com lágrimas escorrendo dos rostos de críticos internacionais, a ponto de aplausos se confundirem com soluços. Muitos ficaram esperando pela cena pós-crédito em busca de um alívio. Mas ela não veio. A entrevista coletiva, com a participação do diretor James Mangold, do astro Hugh Jackman, do veterano Patrick Stewart e da jovem Dafne Keen, também foi a mais concorrida do festival alemão, com dezenas de jornalistas e um número ainda maior de fotógrafos tentando encontrar lugares que não existiam para registrar a opinião dos artistas. Além do tom dramático, a questão da violência excessiva da trama foi tratada com atenção, assim como a impressionante liberdade conferida pela 20th Century Fox para que fizessem uma produção de super-heróis com pegada autoral… e com aquele final. Jackman afirmou que o projeto foi concebido, desde seu primeiro esboço, para ser completamente diferente dos demais filmes dos X-Men. “Sabíamos que esta seria minha última vez no papel, então não queríamos que o filme fosse limitado por um gênero, classificação indicativa ou conexões com longas anteriores. Decidimos também que não seria um filme divertido. Queríamos apenas que fosse um bom filme. Mas o resultado ultrapassou as minhas expectativas”, explicou. “Não posso dizer que vou sentir saudade dele, porque Logan sempre vai viver aqui comigo. E os fãs vão me lembrar dele também”, disse, rindo. “É parte de quem sou. Mas não vou sentir falta da dieta de frango”, brincou, referindo-se à alimentação com base em proteínas para entrar em forma para o papel. “São 17 anos no personagem”, ele continuou, “mas se alguém me perguntasse o que deveria ver da franquia para poder entendê-lo, eu diria que deveria ir diretamente para ‘Logan’, pois foi só com este filme que eu cheguei ao coração de Wolverine. E é muito bom chegar a esta produção sem que ela carregue o estigma de ‘filme de gênero’ ou de ser mais um filme de super-herói. Esta história sobre a formação de uma família é uma carta de amor aos fãs de Wolverine”, completou. Mangold citou “Os Imperdoáveis”, de Clint Eastwood, e outros westerns como principal referência, em vez das habituais histórias em quadrinhos, que, por sua vez, aparecem na trama como metalinguagem. Os trailers já tinham mostrado Logan criticando os gibis que contavam as “aventuras dele”. “Pensamos muito em ‘Os Imperdoáveis’ na concepção do roteiro, com menção específica à figura do pistoleiro vivido por Richard Harris, que tem sua história narrada por um escritor”, explicou Mangold, à respeito da ideia de incluir os quadrinhos na própria história. “Conversei com Hugh e com nossos parceiros sobre o fato de que os feitos dos X-Men, naquele mundo de ficção, seriam tão populares que alguém escreveria sobre eles como heróis folclóricos. Por isso, seria normal que eles virassem personagens de quadrinhos”, contou. O diretor assegurou que não houve interferências do estúdio, apesar do temor dos executivos, confirmado pela presidente da 20th Century Fox Stacey Snider numa convenção desta semana. “Fiz o filme como quis. O estúdio podia ficar assustado por estarmos fazendo algo fora do normal, mas eles nos apoiaram. Deixaram-nos experimentar e para isso é preciso ter coragem. Agradeço-lhes profundamente”. Na trama, que se passa no futuro, Logan aparece envelhecido e perdendo os poderes, mas é convencido pelo Professor Xavier (Patrick Stewart) a realizar uma última missão: levar uma menina mutante (Dafne Keen) para um local seguro, enquanto é perseguido por mercenários. Mas a menina acaba se revelando tão feroz quanto o velho Wolverine, inclusive demonstrando os mesmos poderes – fãs dos quadrinhos e das animações dos X-Men sabem porquê. Indagado se não deveria evitar retratar uma criança assassina num filme, o diretor se defendeu. “Essas crianças são atores. Criamos um ambiente de muito amor. Fazer um filme é muito diferente de ver. Dafne cresceu neste meio e sabe a diferença entre ficção e realidade”, disse. “Agora, este filme não foi feito para crianças, não apenas por causa da violência, mas dos temas, como a natureza da vida e da morte.” Apesar da resposta, o diretor voltou a ser questionado sobre o excesso de violência na trama, que, apesar das restrições etárias, será vista por jovens quando chegar à TV. “Há programas na TV mais violentos e explícitos que os jovens veem. O trabalho de saber o que o seu filho vê não é meu, é seu. O meu é apenas o de fazer filmes. Quando mostramos violência, temos de saber mostrar as consequências. Que a vida acaba, o que hoje é muito ignorado no cinema. Muitas vezes nos filmes morrem centenas de pessoas, mas, como há menos sangue, a violência não é discutida. E é isso que o meu filme faz”, o cineasta respondeu, sob muitos aplausos. “As grandes histórias jogam luz sobre quem somos”, disse Jackman, que lembrou que, além de lidar com as consequências da violência, “‘Logan’ também é um filme sobre família, sobre cuidar dos mais velhos e dos mais jovens”. “O filme mostra um mundo em transformação, em que discutimos se é melhor se separar ou se conectar. Se é mais seguro viver sozinho e isolado de todos ou se, mesmo mais perigosa, a conexão com outros é melhor solução. Espero que o filme tenha essa ressonância”, concluiu. Logan estreia no Brasil em duas semanas, no dia 2 de março.

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    Power Rangers se comparam a heróis da Marvel no novo trailer

    17 de fevereiro de 2017 /

    O filme dos “Power Rangers” ganhou um novo trailer, mais pueril, em que os personagens se comparam a heróis da Marvel. Também há cenas de combate grandioso entre o megazord e Goldar e uma luta-piada do robô Alpha 5. Em suma, basicamente o oposto do primeiro trailer, que prometia uma narrativa mais sóbria. A versão de cinema é estrelada por Ludi Lin (série “Marco Polo”) como o Ranger Preto, Dacre Montgomery (“A Few Less Men”) como o Ranger Vermelho, Naomi Scott (“Perdido em Marte”) como a Ranger Rosa, RJ Cyler (“Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer”) como o Ranger Azul, Becky Gomez (série “Empire”) como a Ranger Amarela, além de Bryan Cranston (série “Breaking Bad”) como Zordon, Elizabeth Banks (“Jogos Vorazes”) como a Rita Repulsa e Bill Hader (“Descompensada”) como a voz de Alpha 5. A história foi desenvolvida há quatro mãos pelo casal Kieran e Michele Mulroney (ambos de “Sherlock Holmes: O Jogo das Sombras”) e a dupla Matt Sazama e Burk Sharpless (do infame “Deuses do Egito”), e transformada em roteiro por John Gatins (“Need for Speed” e “O Voo”). A direção está a cargo de Dean Israelite (“Projeto Almanaque”) e a estreia acontece em 23 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    Bingo – O Rei das Manhãs ganha clipe com marchinha de carnaval imprópria

    17 de fevereiro de 2017 /

    O filme “Bingo – O Rei das Manhãs” ganhou um clipe em ritmo de carnaval. Disponibilizado pela Warner, mostra o personagem do título, um palhaço televisivo claramente inspirado em Bozo, cantando e dançando uma marchinha de carnaval, que faz alusões ao consumo de cocaína e à atividades sexuais. O humor impróprio do vídeo segue a proposta do filme, um mix escandaloso de sexo, drogas e programa infantil baseado na história real de Arlindo Barreto, intérprete brasileiro do palhaço Bozo. O longa marca a estreia na direção de Daniel Rezende, o premiado montador indicado ao Oscar por “Cidade de Deus” (2002), e traz Vladimir Britcha (“Muitos Homens num Só”) no papel de Augusto, o homem sob a fantasia do palhaço Bingo No roteiro de Luiz Bolognesi (“Bicho de Sete Cabeças” e “Uma História de Amor e Fúria”), Augusto é um artista que sonha com seu lugar sob os holofotes. A grande chance surge ao se tornar Bingo, um palhaço apresentador de um programa infantil na televisão que é sucesso absoluto nos anos 1980. Porém, uma cláusula no contrato não permite revelar quem é o homem por trás da máscara, o que faz de Augusto, o “Rei das Manhãs”, o anônimo mais famoso do Brasil. E isto lhe acarreta uma enorme frustração, com consequências trágicas. O elenco ainda inclui Leandra Leal (“O Lobo Atrás da Porta”), Emanuelle Araújo (novela “Gabriela”) e até o apresentador do “Big Brother Brasil” Pedro Bial. “Bingo – O Rei das Manhãs” tem estreia prevista para 24 de agosto.

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