Mulheres da fantasia Uma Dobra no Tempo ganham pôsteres individuais
A Disney divulgou quatro pôsteres de sua nova fábula contemporânea “Uma Dobra no Tempo” (A Wrinkle in Time), dedicados às personagens femininas da trama. “Uma Dobra no Tempo” adapta o premiado livro homônimo de Madeleine L´Engle, publicado em 1963, sobre o misterioso desaparecimento de um cientista que faz uma descoberta importante sobre as leis da física e acaba sendo capturado pela escuridão. Cabe a sua filha mais velha, Meg, que ainda é uma criança, a missão de salvá-lo, com a ajuda de seu irmão mais novo e um adolescente corajoso, além de contar com apoio de três mulheres místicas. O filme traz a jovem Storm Reid (“12 Anos de Escravidão”) como a protagonista Meg Murry e as atrizes Oprah Winfrey (“Selma”), Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”) e Mindy Kaling (série “The Mindy Project”) como as mulheres místicas, além Chris Pine (“Mulher-Maravilha”), Levi Miller (o Peter Pan do recente “Peter Pan”), Gugu Mbatha-Raw (“Um Homem Entre Gigantes”), Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”), Michael Peña (“Homem-Formiga”) e Andre Holland (do vencedor do Oscar “Moonlight”). A direção é de Ava DuVernay, do elogiado “Selma” (2014), que assim se torna a terceira mulher a comandar um filme orçado em mais US$ 100 milhões, após Kathryn Bigelow (“K19 – The Widowmaker”, em 2002) e Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”), e a primeira negra deste clube seleto. O roteiro é de Jennifer Lee, que escreveu o fenômeno animado “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013), e a estreia está marcada para 29 de março no Brasil, 20 dias após o lançamento nos Estados Unidos e na mesma data de lançamento do aguardado “Jogador Nº 1”, de Steven Spielberg. Anteriormente anunciada no mesmo dia, a animação “Sherlock Gnomes e o Mistério do Jardim” preferiu antecipar sua estreia para evitar a competição.
Alita: Trailer legendado da adaptação do mangá revela ciborgue de olhos grandes
A Fox divulgou o primeiro trailer legendado de “Alita: Anjo de Combate”, nova adaptação de mangá/anime com atores americanos. E o vídeo chama atenção justamente por retratar a personagem ciborgue por meio de animação computadorizada, diferenciando-a do elenco convencional por sua aparência de olhos desproporcionalmente grandes. Os olhos grandes são a característica mais marcante dos personagens de mangás/animes. Mas a influência de Osamu Tezuka, considerado o “pai dos mangá” e criador de “Astro Boy”, foram criações americanas – Tio Patinhas e Betty Boop. O sucesso de “Astro Boy” fez com que outros artistas o imitassem, até que o estilo se tornasse dominante nos desenhos japoneses. Mas, no caso do filme, os olhos grandes contrastam com o elenco majoritariamente ocidental. Após a reação negativa a “Ghost in the Shell”, causada pelo fato de Scarlett Johanson ser uma ciborgue de aparência ocidental, que costumava ser uma mulher japonesa antes do “upgrade”, será interessante observar como a nova apropriação cultural será encarada. Além disso, diversos personagens tiveram seus nomes americanizados para justificar o elenco embranquecido, como aconteceu com “Death Note” na Netflix. Nos quadrinhos, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, Alita demonstra ser uma expert em artes marciais, e passa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. Mas logo sua origem militar vêm à tona, atraindo seus antigos proprietários. Criada por Yukito Kishiro em 1990, a história de “Battle Angel Alita” (o título do mangá) chega aos cinemas com produção do cineasta James Cameron (“Avatar”). Ele próprio escreveu a primeira versão do roteiro na década passada. E tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longo passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”). Ele tratou de defender a sua cultura, escalando uma atriz latina, Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), no papel-título. O elenco também destaca Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”) como o agora chamado Dr. Dyson Ido, além de Mahershala Ali (série “Luke Cage”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“X-Men: Apocalipse”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). As filmagens têm financiamento do estúdio 20th Century Fox com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões) e a estreia está marcada para o dia 19 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Filme de guerra com Chris Hemsworth ganha primeiro trailer legendado
A Diamond Films divulgou o trailer legendado de “12 Heróis” (12 Strong), filme de guerra estrelado por Chris Hemsworth (“Thor: Ragnarok”) e Michael Shannon (“O Homem de Aço”), com direito a muito melodrama e patriotismo americano, mas também cenas de ação intensas. Baseado no livro “Horse Soldiers” de Doug Stanton, o longa conta a história real da primeira equipe militar dos Estados Unidos enviada ao Afeganistão após o ataque de 11 de setembro de 2001. A trama acompanha 12 soldados que tomaram a frente da guerra para derrubar o regime talibã, tendo que aprender a montar a cavalo para avançar pelas montanhas, onde descobrem que suas montarias só os tornam alvos melhores para tiros de tanques dos inimigos. O filme tem roteiro de Peter Craig (“Jogos Vorazes: A Esperança”) e direção do dinamarquês Nicolai Fuglsig, que estreia no cinema após uma carreira premiada como fotógrafo de guerra e diretor de comerciais. O elenco ainda inclui Elsa Pataky (franquia “Velozes e Furiosos”), que é casada na vida real em Hemsworth, Michael Peña (“Homem-Formiga”), Austin Stowell (“Colossal”), Trevante Rhodes (“Moonlight”), Geoff Stults (série “Enlisted”), Rob Riggle (“Anjos da Lei”) e o ator e cineasta Taylor Sheridan (“A Qualquer Custo”). “12 Heróis” estreia em 29 de março no Brasil, mais de dois meses após o lançamento nos cinemas americanos.
Primeiro terror da carreira de Helen Mirren ganha trailer legendado
A Paris Filmes divulgou o trailer de “A Maldição da Casa Winchester”, em versões dublada e legenda. Trata-se do primeiro terror da carreira cinquentenária da atriz Helen Mirren (“A Rainha”). No filme, ela interpreta Sarah Winchester, herdeira do fabricante dos famosos rifles Winchester, popularizados no Velho Oeste, que acredita ser perseguida pelos fantasmas de todas as vítimas da arma. Após as súbitas mortes do marido e do filho, ela se dedica obcecadamente a construir e se trancar em uma mansão enorme e labiríntica para manter os espíritos distantes. O elenco também destaca Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) como o psiquiatra chamado para avaliar o estado mental da viúva, além de Sarah Snook (“O Predestinado”) e Angus Sampson (série “Shut Eye”). O roteiro e a direção são dos irmãos Michael e Peter Spierig (“O Predestinado”). E apesar de a história lembrar ligeiramente a série “Wynonna Earp”, sua inspiração foram fatos reais. A construção da mansão de Winchester em San Jose, na Califórnia, durou continuamente de 1884 a 1922, rendendo a casa mais incomum do mundo, em forma de labirinto, com 160 quartos, 2 mil portas, 10 mil janelas, 9 cozinhas, 13 banheiros e 47 escadas, muitas das quais não levam a lugar algum. Na época, o custo da obra foi de US$ 5 milhões. A estreia está marcada para 1 de março no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.
Trailer legendado de Jurassic World 2 mostra dezenas de dinossauros e explosão da ilha jurássica
A Universal divulgou o aguardado trailer legendado de “Jurassic World: Reino Ameaçado”, que revela a trama da continuação. Trata-se de uma história de resgate, em que os personagens de Chris Pratt e Bryce Dallas Howard tentam salvar os dinossauros de nova extinção. Mas o vulcão da ilha do Parque Jurássico entra em erupção antes do resgate, e eles são pegos no meio de um estouro de dezenas de criaturas pré-históricas. Os efeitos são ainda mais realistas e a aventura parece ainda mais eletrizante. Colin Trevorrow, diretor de “Jurassic World”, escreveu e produz o novo filme, mas a direção está a cargo do espanhol Juan Antonio Bayona (“O Impossível”). Além dos atores que repetem seus papéis do blockbuster de 2015, a trama resgata um veterano da franquia original dos anos 1990, Jeff Goldblum, visto na prévia novamente como Ian Malcolm. A continuação de “Jurassic World” chega aos cinemas em junho de 2018.
Extraordinário sensibiliza com apelo irresistível à tolerância
Embora o chamariz aqui sejam Julia Roberts e Owen Wilson, os pais da família, quem impõe o ritmo em “Extraordinário” e torna o filme especial é o intérprete do filho, um garoto de 11 anos, o jovem ator Jacob Tremblay no papel de August Pullman. É por causa de Jacob que nos emocionamos com “Auggie”, pois quando ele aparece em cena nunca vemos um ator desempenhando um papel, mas um garoto com uma integridade, uma capacidade de sugerir um mundo, incomum para a sua idade. Já tínhamos visto o garoto fazer algo semelhante em “O Quarto de Jack” (2015), e lá quem venceu o Oscar foi Brie Larson, que fazia a mãe. Mas repetir a dose, num contexto totalmente diferente, comprovam que o menino segue um caminho que vale a pena acompanhar com atenção. Aliás, é interessante como a escritora RJ Palacio descreve o personagem no livro. Ela não dá um rosto para o menino, diz apenas que Auggie nasceu com uma desfiguração genética facial e que, mesmo depois das 27 cirurgias feitas, ainda se encontra muito longe de parecer um garoto comum. É verdade que se o diretor Stephen Chbosky (que anteriormente filmou sua própria novela, o ótimo “As Vantagens de Ser Invisível”), tivesse sido fiel ao livro, trabalhando apenas com a visão subjetiva – ou seja, nunca mostrando o rosto do garoto, apenas seu ponto de vista – , o efeito seria menos manipulador. Mas existe uma riqueza na manipulação emocional do diretor, graças ao profundo entendimento que o ator mirim demonstra, e que torna o filme irresistível. Não há truques barato de melodrama sobre a doença da semana em “Extraordinário”. O Auggie que Jacob compõe vive um emaranhado de conflitos e nenhum deles é simples. Os sentimentos são contraditórios. Depois de viver os primeiros dez anos enfurnado dentro de casa, com aulas particulares, o garoto enfrenta o primeiro dia na escola. O capacete de astronauta que ele usa para sai, por sinal, não se presta apenas à analogia de alguém que se esconde, mas também a ideia de que existe um novo planeta a se aventurar, e esse planeta é a Terra, um lugar onde de certa forma Auggie nunca viveu. E então sua vida passa a ser uma montanha de russa de emoções, onde conviverá com crianças de todo tipo e enfrentará a desilusão, a frustração, a dor da rejeição, e também o encantamento e a alegria, todos em estados muito puros. Sim, existe uma ambição grande aqui, uma vontade de vasculhar os sentimentos dos personagens por dentro. A adaptação do roteiro, escrito pelo diretor junto com Steve Conrad (“A Procura da Felicidade”) e Jack Thorne (“Minha Nova Vida”), expande a experiência de rejeição do menino, a certa altura, deslocando o ponto de vista para a irmã Via (vivida de forma intensa por Izabela Vidovic), pelo amigo tolerante (o igualmente ótimo Noah Jupe) e outros personagens, que capturam visceralmente como nascem os mal-entendidos e como há uma propensão a muitas vezes fazermos leituras erradas das pessoas. A analogia pode parecer tola, mas com seus bons sentimentos, o filme convoca os extremistas, judeus e palestinos, norte-americanos e islamitas, sul-coreanos e norte-coreanos para um abraço de tolerância. Tem um ufanismo que lembra muito os filmes de Frank Capra. Como diz, em certo ponto, a menina Summer: “Ao escolher entre estar certo e ser gentil, escolha ser gentil”. De fato, escolher a gentileza vem se tornando uma coisa cada vez mais difícil no mundo, mas quando há uma predisposição, como a que o filme nos oferece – mesmo em quem desconfia sempre das mensagens reconfortantes – , uma luz se acende e é possível se sentir muito bem.
Novo filme internacional de José Padilha ganha primeiro trailer com tensão, política e tiroteios
A Focus Features divulgou o trailer de “7 Days in Entebbe”, segundo filme internacional dirigido por José Padilha (“Tropa de Elite”) – após estrear em Hollywood com o remake de “RoboCop” (2014) e fazer sucesso com a série “Narcos”. A nova produção também é uma espécie de remake, pois é a quarta filmagem da história, que já rendeu um filme israelense, “Operação Thunderbolt” (1977), com direção de Menahem Globus (dono do estúdio Cannon), além dos telefilmes americanos “Resgate Fantástico” (1976), estrelado por Charles Bronson (“Desejo de Matar”) e dirigido por Irvin Kershner (“O Império Contra-Ataca”), e “Vitória em Entebbe” (1976), com Kirk Douglas (“Spartacus”) e Linda Blair (“O Exorcista”). A trama dramatiza uma das missões de resgate e combate ao terror mais famosas de todos os tempos: o salvamento dos passageiros de um voo da Air France vindo de Tel Aviv, que teve sua trajetória desviada para Entebbe, em Uganda, por quatro sequestradores (dois palestinos e dois alemães) em 1976. Ameaçando matar a tripulação e os israelenses presentes no voo, os terroristas exigiam a libertação de dezenas de palestinos aprisionados por Israel, e contavam com o apoio do ditador de Uganda, Idi Amin Dada. Em resposta, o governo israelense mobilizou uma tropa de elite, composta por 100 combatentes, que invadiu o aeroporto, enfrentou o exército ugandense, matou os sequestradores e libertou os passageiros, deixando um saldo de 53 mortos. Entre as baixas, contam-se apenas três passageiros e um único militar israelense, justamente o comandante da invasão, Yonatan Netanyahu, irmão do atual Primeiro Ministro de Israel Benjamin Netanyahu. Toda a ação durou menos que a metragem da produção: 90 minutos. O roteiro está a cargo do britânico Gregory Burke (de “71: Esquecido em Belfast”) e o elenco destaca os atores Daniel Bruhl (“Capitão América: Guerra Civil”) e Rosamund Pike (“Garota Exemplar”) como terroristas alemães, Nonso Anozie (série “Zoo”) como Idi Amin, Angel Bonanni (série “Absentia”) como Netanyahu e Eddie Marsan (série “Ray Donovan”) como político israelense. A estreia está marcada para 16 de março nos Estados Unidos e apenas em maio no Brasil.
Primeiro pôster de Os Novos Mutantes reforça estética de filme de terror
A Fox divulgou o primeiro pôster de “Os Novos Mutantes”, que reforçam a estética de terror apresentada no trailer do filme. A imagem mostra os personagens enclausurados e gritando atrás de uma tela/parede branca. O clima já tinha sido adiantado pelo diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”). “Não haverá uniformes. Não haverá supervilões. Nós estamos tentando fazer algo muito muito diferente. Estamos fazendo um filme de horror dentro do universo X-Men”, ele disse em entrevista à revista Entertainment Weekly. Há indicações de que a trama segue uma história clássica dos Novos Mutantes, envolvendo uma criatura chamada Urso Místico, que se alimenta de pesadelos. Nos quadrinhos, ele assombra Danielle Moonstar, a Miragem, vivida no filme por Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”). Os demais integrantes do elenco são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (série “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia (a irmã do X-Men Colossus), o brasileiro Henry Zaga (de “13 Reasons Why”) como o Mancha Solar e a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”), que está creditada como a médica mutante Dra. Cecilia Reyes. A estreia está prevista para abril de 2018.
Comédia teen LGBT+ do criador das séries de super-heróis da DC ganha primeiro trailer
A Fox divulgou o trailer, o pôster e sete fotos de “Love, Simon”, história de um jovem que procura encontrar coragem para revelar que é gay. A prévia revela a típica comédia teen sobre o rito de passagem do primeiro amor, com a pequena – ou grande, dependendo do ponto de vista – diferença de que o protagonista não é uma menina insegura que gosta de um garoto, mas um garoto inseguro que gosta de um garoto. O filme traz Nick Robinson como protagonista, em sua segunda adaptação de best-seller adolescente, após (o fracasso de) “Tudo e Todas as Coisas”. O livro atual é “Simon vs. A Agenda Homo Sapiens”, de Becky Albertalli. Além dele, o elenco ainda destaca Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”) e Josh Duhamel (“Transformers”) como os pais e uma galera de atores jovens: Katherine Langford (série “13 Reasons Why”), Keiynan Lonsdale (série “The Flash”), Talitha Eliana Bateman (“Anabelle 2: A Criação do Mal”), Miles Heizer (também de “13 Reasons Why”), Logan Miller (série “The Walking Dead”) e Alexandra Shipp (“X-Men: Apocalipse”). A direção é de Greg Berlanti, mais conhecido como roteirista, produtor e criador das séries de super-heróis da DC Comics na rede CW. “Love, Simon” retoma sua incipiente carreira cinematográfica, interrompida há sete anos após dois filmes – pelo fracasso da comédia romântica “Juntos Pelo Acaso” (2010), igualmente estrelada por Duhamel. Curiosamente, o roteiro também é de roteiristas-produtores de séries, mas Elizabeth Berger e Isaac Aptaker (da série “This Is Us”) nunca trabalharam antes com o diretor. “Love, Simon” tem estreia prevista para março.
120 Batimentos por Minuto: Candidato francês ao Oscar 2018 ganha primeiro trailer legendado
A Imovision divulgou o primeiro trailer legendado de “120 Batimentos por Minuto”, candidato francês a uma vaga na disputa de Melhor Filme em Língua Estrangeira do Oscar 2018. Com um título que destaca o ritmo normal de batidas do coração humano, o longa aborda o movimento Act Up Paris, formado por militantes LGBT+, que em 1990 foi às ruas e escolas da capital francesa para conscientizar os jovens sobre a importância da prevenção da Aids, “coisa que o governo não faz”, conforme avisa um dos protagonistas logo na primeira cena da prévia. O movimento também enfrentou a indústria farmacêutica, que criava dificuldades para disponibilizar os remédios do coquetel de tratamento da doença, e o preconceito, fazendo passeatas de demonstração de orgulho gay. O elenco traz vários nomes da nova geração do cinema francês, como Adèle Haenel (“Amor à Primeira Briga”), Arnaud Valois (“Cliente”), Aloïse Sauvage (“Um Instante de Amor”) e Simon Guélat (“Minha Irmã”), além do argentino Nahuel Pérez Biscayart (“Futuro Perfeito”). Dirigido por Robin Campillo (autor-diretor de “Eles Voltaram”, que deu origem à série “Les Revenants”), o filme é o mais elogiado do ano na França. Tem impressionantes 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes e acumula diversos prêmios, entre eles o Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes 2017. Também venceu os festivais de Chicago e San Sebastián, foi considerado o Melhor Filme Estrangeiro do ano pelos críticos de Nova York e disputa o troféu da categoria no Spirit Awards. “120 Batimentos por Minuto” já foi exibido no Brasil durante o Festival do Rio, e tem estreia comercial no país marcada para 4 de janeiro.
Mudbound ganha trailer legendado e subtítulo oficial com erro de português
Já disponível na Netflix nos Estados Unidos, o drama de época “Mudbound” será lançado no Brasil nos cinemas… somente em fevereiro! Achou ruim? Piora. A Diamond Films divulgou o primeiro trailer legendado do filme, que revela um subtítulo “crássico” para o lançamento nacional: virou o “Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi”, com um apêndice melodramático que destaca a palavra “Mississipi”. Para quem não sabe, como os “tradutores oficiais”, a grafia em inglês é “Mississippi” e nos dicionários de português a palavra (paroxítona terminada em I) inclui um acento agudo, “Mississípi”. Impressionante. “Mudbound” – esqueçamos o subtítulo, é melhor – conta a história de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado sua fazenda com sonhos de grandeza. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher do irmão mais velho. A história de fôlego literário é uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e sua filmagem ganhou um troféu do Gotham Awards, que abre a temporada de premiações de Hollywood. A consagração foi para o elenco, que inclui Garrett Hedlund (“Peter Pan”), Carey Mulligan (“As Sufragistas”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Jason Clarke (“Planeta dos Macacos: O Conflito”), Jonathan Banks (série “Better Call Saul”), Rob Morgan (série “Stranger Things”), Kelvin Harrison Jr. (“Ao Cair da Noite”) e a cantora Mary J. Blige (“Rock of Ages”). Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix, por US$ 12,5 milhões em Sundance – a maior aquisição realizada no festival neste ano. Além de Sundance, “Mudbound” também foi exibido nos festivais de Toronto, Londres e Nova York, antes de chegar na Netflix. Atenta às regras da Academia, a plataforma também fez um lançamento simultâneo nos cinemas americanos em circuito limitado. A estreia aconteceu em 17 de novembro nos Estados Unidos. Por aqui, o filme só estreia três meses depois, em 22 de fevereiro.
Pedro Coelho enfrenta o “Sr. Severino” no trailer dublado do filme britânico
A Sony divulgou um novo trailer dublado em português de “Pedro Coelho” (Peter Rabbit), híbrido de animação e live action, que combina os famosos bichinhos falantes criados pela escritora britânica Beatrix Potter com humanos interpretados por atores de carne e osso. A prévia reforça a qualidade dos efeitos, que combinam perfeitamente digital e real, além de mostrar a atualização da trama para os dias de hoje. As histórias de Potter sobre o coelho antropomórfico que usa roupas datam de 1902. Em suas primeiras aventuras, Pedro/Peter desobedecia sua mãe para aprontar no jardim do Sr. McGregor, comendo vários cenouras até ser flagrado e perseguido, e acabava doente ao perder um sapato e o casaco na perseguição. A adaptação escrita e dirigida por Will Gluck (“Annie”) transpõe a farra para a casa de campo moderna de McGregor (ou melhor, Severino, na tradução nacional), vivido por Domnhall Gleeson (“Star Wars: O Despertar da Força”), e aumenta a quantidade de bichinhos falantes. Rose Byrne (“Vizinhos”) também tem um papel de carne e osso, mas a maioria dos atores famosos da produção fazem apenas vozes. A começar por James Corden (“Caminhos da Floresta”), que dubla Peter, ou melhor Pedro Coelho. O resto do elenco inclui Daisy Ridley (“Star Wars: O Despertar da Força”), Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) e Elizabeth Debicki (“Guardiões da Galáxia Vol. 2”). Toda essa gente famosa deve ser ignorada no Brasil por conta da dublagem nacional. Será a primeira vez que “Pedro Coelho” ganhará um filme, mas o personagem já teve algumas adaptações televisivas. Além de uma série animada britânica dos anos 1990, exibida no Brasil pela TV Cultura, ele pode ser visto atualmente numa atração criada por computação gráfica no canal pago Nickelodeon. O filme estreia em 15 de fevereiro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Trailer de Vingadores: Guerra Infinita quebra recorde de visualizações
“Vingadores: Guerra Infinita” já está quebrando recordes. De acordo com a Marvel, o primeiro trailer oficial do filme se tornou o mais visto da história em suas primeiras 24 horas, com mais de 230 milhões de visualizações. O número foi revelado pelo Twitter do estúdio e não pode ser comprovado, como, por sinal, nenhum dos números anteriormente divulgados pelos rivais, pois seria resultado da soma das exibições totais, incluindo YouTube e redes sociais da Marvel, artistas e fãs ao redor do mundo. De todo modo, o número chama atenção por ser muito maior que o recorde anterior: 192 milhões de visualizações atingidas durante a divulgação do primeiro trailer de “It: A Coisa”. Só no YouTube, o trailer foi mais visto em seu primeiro dia que a prévia original da “Liga da Justiça” em oito meses. “Obrigado aos melhores fãs do universo por fazer de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ o trailer mais visto de todos os tempos com 230 milhões de views em 24 horas”, disse o tuíte oficial da Marvel. “Vingadores: Guerra Infinita” promete reunir todos os heróis do universo cinematográfico da Marvel em uma grande e épica batalha contra o vilão Thanos (Josh Brolin, de “Ave, César”). Dirigido pelos irmão Anthony e Joe Russo (“Capitão América: Guerra Civil”), o filme estreia no Brasil em 26 de abril, uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos. Thank you to the best fans in the universe for making @Avengers #InfinityWar the most viewed trailer of all time with 230 million views in 24 hours! See you all May 4th pic.twitter.com/7dYmhk8VSi — Marvel Studios (@MarvelStudios) November 30, 2017












