Trailer dublado de A Última Gargalhada junta comediantes veteranos
A Netflix divulgou o trailer dublado do filme de comédia “A Última Gargalhada”, que junta dois atores veteranos, Richard Dreyfuss (vencedor do Oscar em 1978 por “A Garota do Adeus”) e Chevy Chase (da franquia dos anos 1980 “Férias Frustradas”). No filme, eles vivem, respectivamente, um humorista aposentado e seu ex-empresário, que se reencontram em uma casa de repouso após 50 anos e resolvem abandonar a aposentadoria, embarcando numa turnê de shows de humor. E isto é tudo o que parece acontecer no filme pela prévia, que fica ainda mais convencional com a dublagem em português. Roteiro e direção são de Greg Pritikin (“Dummy: Um Amor Diferente”), e o elenco conta ainda com Andie MacDowell (“Três Casamentos e um Funeral”) e Kate Micucci (“Another Period”). “A Última Gargalhada” chega na plataforma de streaming em 11 de janeiro.
Hellboy ganha segundo pôster animado
A Imagem Filmes divulgou um pôster animado inédito de “Hellboy” nas redes sociais, com direito a legenda com palavrão. O cartaz é diferente da imagem animada divulgada pela Lionsgate nos Estados Unidos, mas também destaca o protagonista, agora vivido por David Harbour (o xerife Hopper na série “Stranger Things”), com a espada Excalibur em punho. O novo filme adapta a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”, que introduz a ameaça de Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas – e, segundo a lenda arthuriana, amante de Merlin. O papel é desempenhado por Milla Jovovich (da franquia “Resident Evil”). Escrito por Andrew Cosby (criador da série “Eureka”) e dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” ainda inclui em seu elenco Ian McShane (série “American Gods”), Sasha Lane (“American Honey”), Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”), Penelope Mitchell (“The Vampire Diaries”), Sophie Okonedo (“Depois da Terra”) e Kristina Klebe (“Halloween – O Início”). A estreia está marcada para 11 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. A besta do apocalipse, o matador de gigantes, bruxas, fadas e monstros enormes saídos da p*ta que pariu, está de volta! ? #Hellboy chega aos cinemas em 11 de abril. Uma publicação compartilhada por Imagem Filmes (@imagemfilmes) em 28 de Dez, 2018 às 10:03 PST
Público estaria abandonando as sessões de Holmes & Watson nos Estados Unidos
A comédia “Holmes & Watson” conseguiu subir sua aprovação no site Rotten Tomatoes. Após estrear com 0% no Natal, chegou na sexta (28/12) com 7%. Mas isto não é um grande refresco, considerando sua rejeição pelo público. Fracasso abissal de bilheteria, o longa abriu em 4º lugar e já caiu para 7º em quatro dias em cartaz na América do Norte. O mais impressionante é que as pessoas têm abandonado os cinemas antes do final do filme. Uma amostragem de comentários no Twitter revela que o público tem achado “Holmes & Watson” tão ruim que muitos preferem desistir de ver a projeção completa. “Minha irmã, o namorado dela e eu acabamos de ir assistir Holmes & Watson… Saímos de lá após uma hora. É muito ruim”, escreveu uma internauta. “’Holmes & Watson’ se tornou o primeiro filme que me fez sair do cinema após apenas 30 minutos”, acrescentou outro. “’Holmes & Watson’ é o pior filme que já assisti. Saí do cinema”, reclamou mais um. São muitas queixas e afirmações de abandono do filme, como pode ser ver pelos tuítes originais abaixo. O filme volta a reunir Will Ferrell e John C. Reilly, intérpretes dos personagens do título, 12 anos depois da estreia da parceria em “Ricky Bobby – A Toda Velocidade” (2006) e uma década completa após o grande sucesso de “Quase Irmãos” (2008). Combinação de paródia e pastelão reminiscente das comédias de Mel Brooks, a trama traz um Sherlock Holmes (Ferrell) completamente atrapalhado, que tem um parceiro à altura no inepto Dr. Watson (Reilly). Quando um crime é cometido no palácio de Buckingham, Sherlock Holmes é o único detetive capaz de desvendar o mistério antes do vilão Moriarty atacar a Rainha Vitória. Mas um detalhe é capaz de dificultar sua investigação: o crush de Watson pela monarca britânica. Roteiro e direção são de Etan Cohen, que dirigiu Ferrell em outro fiasco de crítica: a comedia “O Durão” (28% em 2015). Não há previsão para a estreia no Brasil. Perfect day to go to movie…just don’t see new Will Farrell film…Holmes & Watson. Horrible!! I have only walked out of two movies in my life. Nothing funny about it!! — Jean Daul (@DaulJean) December 27, 2018 @Will___Ferrell Holmes & Watson was the worst movie I have ever watched. I walked out of the cinema. Sort your shit out — Levi Krahe (@levikrahe) December 28, 2018 Today Holmes & Watson became the first film I’ve ever walked out of a cinema when only 30 minutes into a film. 1/5. Crushed. — Anna Pridgeon (@AnnaPridgeon) December 27, 2018 my sister, her bf and I just went to see Holmes & Watson…we walked out after an hour… it’s so bad. — ????? ‡ ? (@blueveinblues) December 25, 2018 Literally never walked out of a movie before but after witnessing the first 30 minutes of Holmes & Watson, I’m convinced Will Ferrell and John C. Reilly should never be allowed to work again — Louise Orr (@LouiseFOrr) December 27, 2018 So. Bad. And stepbrothers is one of my favorite movies so my disappointment says a lot — Louise Orr (@LouiseFOrr) December 27, 2018
Piercing: Mia Wasikowska tortura psicopata amador em trailer de suspense
A Memento Films divulgou o novo trailer para maiores de “Piercing”, suspense perturbador estrelada por Mia Wasikowska (“Alice Através do Espelho”). Na prévia, ela interpreta uma prostituta disposta a virar vítima voluntária de um psicopata amador. Mas antes que ele possa realizar suas fantasias, ela inesperadamente inverte a situação, com requintes de sadismo e humor negro. O filme é baseado no cultuado romance homônimo de Ryû Murakami, dos célebres “Tóquio em Decadência” e “Audition”, e é possível identificar os elementos sadomasoquistas característicos das duas obras na nova adaptação. Roteiro e direção são de Nicolas Pesce, responsável pelo elogiado terror “Os Olhos da Minha Mãe”. A trama gira em torno de Reed (Christopher Abbott, de “Ao Cair da Noite”), que decide alugar um quarto de hotel a fim de matar uma prostituta, para que possa, depois disso, retornar à sua vida normal. O problema é que a prostituta (Mia Wasikowska) tem outros planos para ele. O elenco também destaca a espanhola Laia Costa (“Victoria”), como incentivadora dos planos degenerados. Premiado no Festival de Neuchâtel, na Suiça, e bastante elogiado em sua passagem pelo Festival de Sundance, quando obteve 88% de aprovação no Rotten Tomatoes, “Piercing” estreia em 1 de fevereiro nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Mega Time Squad: Divertida comédia neozelandesa de viagem no tempo ganha trailers
A Dark Side Films divulgou o pôster e os divertidos trailers de “Mega Time Squad”, comédia sci-fi neozelandesa que atingiu 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes, após arrancar gargalhadas no festival Toronto After Dark. A trama acompanha um assaltante pouco esperto, que rouba uma antiga pulseira chinesa de uma loja de antiguidades numa cidadezinha neo-zelandesa. Quando sua vida corre risco, ele percebe que a relíquia possui o poder de transportá-lo magicamente de volta no tempo. Mas a cada salto de tempo, o ladrão idiota faz aquilo que todo mundo sabe que não se pode fazer numa viagem no tempo: encontrar a si mesmo. Não apenas isso: ele resolve formar uma gangue com suas diferentes versões, criadas toda vez que volta ao passado e aparece diante de si mesmo. “Mega Time Squad” foi escrita e dirigida por Tim van Dammen, que trabalhou nos efeitos visuais da comédia de terror heavy metal “Deathgasm” (2015). O elenco destaca Anton Tennet (“Ozzy”) como o ladrão viajante do tempo, além de Jonny Brugh (“O que Fazemos nas Sombras”), Hetty Gaskell-Hahn (“Shortland Street”), Arlo Gibson (“Step Dave”) e Morgan Albrecht (“Penny Black”). “Mega Time Squad” estreia nos Estados Unidos em 15 de fevereiro e não tem previsão de lançamento no Brasil.
Elle Fanning vira caloura de reality musical no primeiro trailer completo de Teen Spirit
A Bleeker Street divulgou o primeiro trailer completo de “Teen Spirit”, drama indie em que Elle Fanning (“O Estranho que Nós Amamos”) vive uma aspirante a cantora pop. Na trama, ela interpreta Violet, uma adolescente britânica que sonha com o estrelato musical como uma maneira de escapar de sua vida proletária na Ilha de Wight. Com a ajuda não convencional de um aspirante a empresário (Zlatko Buric, de “Contra o Tempo”), ela decide entrar em uma competição de calouros ao estilo de “American Idol”, algo que a testará em todos os aspectos. Fanning chamou a atenção da crítica por usar sua própria voz para cantar no filme e surpreendeu pelo talento vocal demonstrado, que sugere uma carreira paralela em potencial. A música que ela canta no trailer é “Dancing on My Own”, da cantora sueca Robyn. E o trailer avisa que ela também vai cantar músicas de Ellie Goulding, Tegan & Sara, Annie Lennox e outros artistas. Além de Fanning e Buric, o elenco ainda destaca Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”), Millie Brady (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) e Elizabeth Berrington (“Na Mira do Chefe”). O roteiro e a direção são de outro jovem talento que até então era conhecido apenas como ator: Max Minghella (de “The Handmaid’s Tale”), em sua estreia atrás das câmeras – após ter se aventurado como roteirista em “A Nona Vida de Louis Drax” (2016). Max é filho do premiado cineasta Anthony Minghella, vencedor do Oscar por “O Paciente Inglês” (1996), que, por sinal, nasceu na Ilha de Wight. A première mundial aconteceu no Festival de Toronto 2018 e a estreia comercial está marcada para abril nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
O Menino que Queria Ser Rei ganha novos pôsteres e divertido trailer legendado
A Fox divulgou uma coleção de pôster de personagens e o segundo trailer legendado de “O Menino Que Queria Ser Rei”, uma versão contemporânea e criativa da lenda do Rei Arthur. Diferente da bobagem épica “Rei Arthur: A Lenda da Espada”, a prévia sugere uma Sessão da Tarde divertida com crianças – e para crianças de todas as idades. Escrito e dirigido por Joe Cornish, roteirista de “Homem-Formiga” (2015), em seu segundo filme como diretor após o brilhante “Ataque ao Prédio” (2011), “O Menino Que Queria Ser Rei” não conta a velha história para lá de conhecida. A trama gira em torno de um menino que, ao fugir de bullying, acaba no meio de um prédio demolido, que tem uma espada cravada numa pedra. Ele faz o que todo a criança faria: tira a espada da pedra e a leva para casa. E logo passa a ser contatado por outro garoto que jura ser Merlim disfarçado, dizendo que ele é a nova encarnação do Rei Arthur e única chance do mundo contra a volta da feiticeira Morgana Le Fay, que chegará com demônios para destruir a humanidade em poucas horas. Convencido, ele junta seu melhor amigo e até seus antigos atormentadores para formar os seus Cavaleiros da Távola Redonda e assim salvar o mundo. A premissa engenhosa incluiu ainda muitos efeitos visuais, que dão vida a um exército de criaturas das trevas. O elenco é encabeçado pelo jovem Louis Ashbourne Serkis (o jovem Chapeleiro de “Alice Através do Espelho”), que é filho do ator Andy Serkis (o César da franquia “Planeta dos Macacos”), e também destaca Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) como Morgana, Denise Gough (“Juliet, Nua e Crua”) como a mãe do protagonista e Patrick Stewart (“Logan”) como Merlim em sua aparência “real”. O elenco de garotos, por sua vez, inclui Tom Taylor (“A Torre Negra”), Rhianna Dorris (“Secret Life of Boys”), o estreante Dean Chaumoo e Angus Imrie (“Kingdom”) como o jovem Merlim. A estreia está marcada para 31 de janeiro no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.
Destaque nas estreias, Deadpool tenta convencer o público a ver seu filme pela segunda vez
A programação de cinema desta quinta (27/12) prevê a ampliação de dois filmes que sofreram com o excesso de estreias na quinta passada – ou tentaram se antecipar com “pré-estreias” pagas. “Bumblebee” e “Minha Vida em Marte” chegarão em mais salas, respondendo pela maioria das renovações de telas desta semana. Com isso, o principal destaque “inédito” é o relançamento de “Deadpool 2”, que foi censurado e recebeu cenas extras para compensar, e desembarca com título diferente, “Era uma Vez um Deadpool”, capaz de causar confusão entre o público. Porém, não se trata realmente de um filme novo. É um caça-níquel descarado, mas criativo. Na nova versão, Deadpool (Ryan Reynolds) rapta o ator Fred Savage e o amarra numa cama para reencenar “A Princesa Prometida”. No filme dos anos 1980, Savage ainda era um menino e ouvia um conto de fadas lido por seu avô. Desta vez, Deadpool conta o filme “Deadpool 2” para o ator, cortando os palavrões e a violência vistas no lançamento original. O segundo filme americano da lista é a comédia dramática “A Pé Ele Não Vai Longe”, em que Joaquin Phoenix (“Ela”) vive um cartunista quadriplégico. Cinebiografia de John Callahan, o filme narra como ele superou abusos sexuais, vícios e um acidente de carro que o deixou confinado numa cadeira de rodas para virar cartunista nos anos 1970. De estilo inconfundível, seus quadrinhos cheios de humor negro – e por vezes controversos – o tornaram famoso. Com o projeto, Joaquin Phoenix volta a ser dirigido por Gus Van Sant, após os dois trabalharam juntos em “Um Sonho sem Limites” (1995), segundo filme do ator, então com 21 anos. O elenco também inclui Jonah Hill (“Anjos da Lei”), Jack Black (“Jumanji”) e Rooney Mara (“Lion”) com figurinos e penteados de 40 anos atrás. Completam as estreias três produções europeias. A melhor é o suspense dinamarquês “Culpa”, que venceu vários prêmios no circuito dos festivais, inclusive em Sundance, Zurique, Valladolid, Torino e Roterdã. Primeiro longa escrito e dirigido por Gustav Möller, o filme acompanha a reação de um policial de plantão nos serviços de emergência quando atende a ligação de uma mulher sequestrada. Repleto de reviravoltas, tem 99% de aprovação no Rotten Tomatoes. A coprodução alemã-israelense “O Confeiteiro” venceu sete prêmios da Academia Israelense e foi o filme indicado por Israel para concorrer ao Oscar – mas não passou na peneira inicial. A trama acompanha um confeiteiro gay alemão que, sem conseguir processar a perda do amor, vai para Jerusalém trabalhar na padaria da viúva de seu amante, formando um vínculo com ela, que de nada desconfia. Bem avaliado, atingiu 98% no Rotten Tomatoes. Por fim, o italiano “Emma e as Cores da Vida” é bem mais convencional, ao mostrar como um fanfarrão mulherengo tem sua vida virada do avesso ao se apaixonar por uma médica osteopata cega. Mas, convenhamos, quem não se apaixonaria por Valeria Golino, ainda linda, 30 anos depois de ser namorada de Tom Cruise em “Rain Man” (1988). A direção é do veterano Silvio Soldino, que apesar de 35 anos de carreira, só teve um filme lançado no Brasil anteriormente, “Que Mais Posso Querer” (2010). Confira os trailers e as sinopses das estreias abaixo. Era uma Vez um Deadpool | EUA | Super-Heróis Determinado a provar que “Deadpool 2” é um filme para toda a família, Wade Wilson (Ryan Reynolds) limpa todos os palavrões e sangue da narrativa e sequestra o ator Fred Savage para reencenar uma cena de “A Princesa Prometida”. Sem poder se desvencilhar das amarras, Savage é obrigado a ouvir o “conto de fadas” do Mercenário Tagarela, incluindo sua luta com Cable (Josh Brolin) e a formação da X-Force. A Pé Ele Não Vai Longe | EUA | Comédia John Callahan (Joaquin Phoenix) é um homem conturbado que, bêbado, bate de carro e sofre um grave acidente. Tetraplégico, ele transforma sua vida, tornando-se um dos cartunistas mais improváveis, ácidos e perseverantes do mundo, usando as limitações físicas para desenvolver uma carreira artística com a ajuda de sua namorada e de um simpático padrinho. Culpa | Dinamarca | Suspense O policial Asger Holm (Jakob Cedergren) está acostumado a trabalhar nas ruas de Copenhague, mas devido a um conflito ético no trabalho, é confinado à mesa de emergências. Encarregado de receber ligações e transmitir às delegacias responsáveis, ele é surpreendido pela chamada de uma mulher desesperada, tentando comunicar o seu sequestro sem chamar a atenção do sequestrador. Infelizmente, ela precisa desligar antes de ser descoberta, de modo que Asger dispõe de poucas informações para encontrá-la. Começa a corrida contra o relógio para descobrir onde ela está, para mobilizar os policiais mais próximos e salvar a vítima antes que uma tragédia aconteça. O Confeiteiro | Alemanha, Israel | Drama Thomas (Tim Kalkhof) é um alemão dono de uma confeitaria que viaja para Jerusalém em busca da esposa e o filho de Oren (Roy Miller), seu amante morto. Ao chegar lá ele começa a trabalhar para a viúva de seu amante, que não tem ideia de que eles compartilham uma tristeza sem nome sobre o mesmo homem. Emma e as Cores da Vida | Itália | Romance Teo (Adriano Giannini) é um publicitário mulherengo que divide seu tempo entre a amante, a namorada e a elaboração de mentiras. Um dia seu caminho cruza com o de Emma (Valeria Golino), uma osteopata cega, e o que começa como mais um mero jogo de sedução se transforma numa relação inesperadamente íntima.
Comédia de Will Ferrell sobre Sherlock Holmes obtém 0% de aprovação da crítica americana
A comédia “Holmes & Watson” foi destruída pela crítica americana, apesar dos esforços da Sony Pictures de esconder o filme da mídia. Sabendo o que tinha em mãos, o estúdio preferiu lançá-lo na terça (25/12) sem cobertura da imprensa nos Estados Unidos. Mas os jornalistas pagaram ingressos para assistir e escrever sobre a obra. E o resultado pôde ser conferido nesta quarta no Rotten Tomatoes: uma avaliação unânime de 0% de aprovação. “Possivelmente o pior filme já feito sobre o detetive de Baker Street”, atacou o site A.V. Club. “Um autêntico peru de Natal”, lamentou o jornal britânico Independent, fazendo referência à expressão “turkey” (peru) que é equivalente ao “bomba” brasileiro, no sentido de lixo completo. O Indiewire questionou o “verdadeiro mistério do filme”: “Quantas pessoas engraçadas podem caber num filme sem graça?”. E a crítica da revista Entertainment Weekly sintetizou a trama do longa como “uma hora e meia de variações da mesma piada: e se (insira uma invenção moderna) existisse na era vitoriana?”. O filme voltou a reunir os atores Will Ferrell e John C. Reilly, intérpretes dos personagens do título, 12 anos depois da estreia da parceria em “Ricky Bobby – A Toda Velocidade” (2006) e uma década completa após o grande sucesso de “Quase Irmãos” (2008). Combinação de paródia e pastelão reminiscente das comédias de Mel Brooks, a trama traz um Sherlock Holmes (Ferrell) completamente atrapalhado, que tem um parceiro à altura no inepto Dr. Watson (Reilly). Quando um crime é cometido no palácio de Buckingham, Sherlock Holmes é o único detetive capaz de desvendar o mistério antes do vilão Moriarty atacar a Rainha Vitória. Mas um detalhe é capaz de dificultar sua investigação: o crush de Watson pela monarca britânica. O elenco também inclui Ralph Fiennes (“007 Contra Spectre”) no papel de Moriarty, Hugh Laurie (o eterno Dr. House) como Mycroft Holmes, o irmão de Sherlock, Kelly Macdonald (“T2 Trainspotting”) como a Sra. Hudson, senhoria de Sherlock, Pam Ferris (“Call the Midwife”) como a Rainha Vitória, Rebecca Hall (“Homem de Ferro 3”) como a Dra. Grace Hart, primeira médica a atender em Londres, e o alemão Wolf Roth (“Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”) como o pai da psicanálise Sigmundo Freud. Sherlock Holmes já rendeu diversas comédias, mas poucas marcaram época. Entre as melhores, estão “A Vida Íntima de Sherlock Holmes” (1970), do mestre Billy Wilder, “O Irmão mais Esperto de Sherlock Holmes” (1975), de Gene Wilder, e “Sherlock & Eu” (1988), com Michael Caine. Roteiro e direção de “Holmes & Watson” são de Etan Cohen, que dirigiu Ferrell em outro fiasco de crítica: a comedia “O Durão” (28% em 2015). Ainda não há previsão para o peru-bomba chegar ao Brasil.
Não Olhe: Novo terror adolescente ganha trailer legendado
A Paris Filmes divulgou o trailer legendado de “Não Olhe” (Look Away), um dos terrores piores avaliados dos Estados Unidos em 2018. Lançado em outubro passado por lá, o longa atingiu 0% de aprovação no Rotten Tomatoes, apesar do bom elenco. A trama gira em torno da personagem de India Eisley, uma adolescente que vira vítima de bullying indiscriminado na escola – a prévia não fornece o motivo – e encontra consolo num reflexo de espelho que pede para tomar o seu lugar e consertar tudo. Mas a personalidade que emerge é psicótica. Em outras palavras, “Carrie, a Estranha” entra no “Clube da Luta”. India Eisley vive a eterna promessa de emplacar sua carreira desde que chamou atenção como a irmã mais jovem e deprimida de Shailene Woodley na série caretinha “A Vida Secreta de uma Adolescente Americana” (2008–2013). Desde então, ela fez vários filmes sem causar impacto, tanto que volta em 2019 para as séries, em “I Am the Night”, da diretora Patty Jenkins (“Mulher-Maravilha”). Em “Não Olhe”, a atriz tem a companhia dos veteranos Jason Isaacs (franquia “Harry Potter”) e Mira Sorvino (que venceu o Oscar por “Poderosa Afrodite”) como seus pais, além dos adolescentes Penelope Mitchell (“The Vampire Diaries”), John C. MacDonald (“Quatro Vidas de um Cachorro”) e Harrison Gilbertson (“Picnic at Hanging Rock”). Com roteiro e direção do israelense Assaf Bernstein (da série “Fauda”) em sua estreia em Hollywood, “Não Olhe” chega aos cinemas brasileiros em 28 de fevereiro.
Hellboy ganha novo pôster animado
A Lionsgate divulgou um novo pôster animado de “Hellboy”, reboot da franquia baseada nos quadrinhos de Mike Mignola. A imagem traz o personagem-título, vivido pelo ator David Harbour (o xerife Hopper na série “Stranger Things”), com chifres proeminentes e a espada Excalibur. Assinado por Andrew Cosby (criador da série “Eureka”), o roteiro adapta a trama de quadrinhos conhecida como “The Wild Hunt”. A trama introduz a ameaça de Nimue, a maior de todas as bruxas britânicas – que, segundo a lenda arthuriana, era amante de Merlin. Ela usou essa afeição para aprender os truques do mago e depois aprisioná-lo. Mas, sem Merlin, Nimue enlouqueceu, assustando as outras bruxas, que passam a encará-la como ameaça e decidem matá-la, esquartejá-la e espalhar seus restos pela Terra. Este status muda quando, séculos depois, Hellboy ameaça a existência das bruxas e elas decidem trazer Nimue de volta à vida. Dirigido por Neil Marshall (“Legionário”, série “Game of Thrones”), o reboot de “Hellboy” ainda inclui em seu elenco Ian McShane (série “American Gods”), Sasha Lane (“American Honey”), Daniel Dae Kim (“Hawaii Five-0”), Penelope Mitchell (“The Vampire Diaries”), Sophie Okonedo (“Depois da Terra”), Kristina Klebe (“Halloween – O Início”) e Milla Jovovich (da franquia “Resident Evil”) como Nimue. A estreia está marcada para 11 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos. Visualizar esta foto no Instagram. For everyone on the Naughty list. #Hellboy #MerryXmas Uma publicação compartilhada por Hellboy (@hellboymovie) em 25 de Dez, 2018 às 5:59 PST
The Rock ensina Florence Pugh a virar campeã de luta livre em trailer de comédia britânica
A Lionsgate divulgou o pôster e o novo trailer de “Fighting with My Family”, comédia britânica sobre luta livre, que conta com participação especial de Dwayne Johnson. A prévia destaca a presença do ator, que volta a seus dias de The Rock para dar conselhos à protagonista, uma aspirante à lutadora vivida por Florence Pugh (“Lady Macbeth”), que vem de uma família inglesa obcecada por luta livre. O filme escrito e dirigido pelo comediante inglês Stephen Merchant (criador da série “The Office” original) é baseado na história real de Paige (Soraya “Raya” Bevis), uma das lutadoras mais celebradas da WWE, a liga de luta-livre dos Estados Unidos. A prévia mostra como sua família era considerada bizarra devido à paixão pelo esporte violento. O pai, um lutador aposentado do wrestling britânico, costumava se apresentar em circuito amador com seus filhos, o que acabou rendendo convite para os dois jovens realizarem um teste para competir na liga americana. Entretanto, apenas um dos irmãos é aprovado. A história real já foi contada no documentário “The Wrestlers: Fighting with My Family”, de 2012. Stephen Merchant tomou liberdades criativas com os fatos, incluindo comédia na dramatização. O elenco também inclui Nick Frost (“Into the Badlands”), Vince Vaughn (“Até o Último Homem”), Lena Headey (“Game of Thrones”), Jack Lowden (“Um Reino Unido”), além do próprio Stephen Merchant. “Fighting with My Family” estreia em 1 de março nos Estados Unidos e no Reino Unido, e por enquanto não tem previsão de lançamento no Brasil.
Nós: Primeiro trailer do novo terror do diretor de Corra! é muito impactante
A Universal divulgou o primeiro trailer de “Nós” (Us), o novo filme de terror do diretor e roteirista Jordan Peele (“Corra!”). A prévia ainda não tem legendas, mas é muito impactante e revela o significado do título. O longa vai contar a velha história da viagem de fim de semana que acaba mal, mas de forma bastante inesperada. Na trama, um casal leva os filhos para um passeio no litoral, esperando curtir um momento em família. A tranquilidade da viagem é interrompida quando visitantes não convidados aparecem, instaurando o caos. O detalhe é que os visitantes são eles mesmos (“nós”), em versões distorcidas, sobrenaturais e sedentas por sangue. O elenco destaca Lupita Nyong’o e Winston Duke (ambos de “Pantera Negra”) como os pais, além de Elizabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”), Anna Diop (“Titãs”), Tim Heidecker (“Homem-Formiga e a Vespa”), Yahya Abdul-Mateen II (“Aquaman”) e o estreante Duke Nicholson, neto do lendário ator Jack Nicholson (“O Iluminado”). A estreia no Brasil foi marcada para 21 de março, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos.












