Séries Graves e Berlin Station são renovadas
O novo canal pago Epix anunciou a renovação de suas duas primeiras séries, a comédia política “Graves” e o thriller de espionagem “Berlin Station”. As filmagens terão início no primeiro semestre de 2017, gerando mais 10 episódios para cada uma das atrações. Sátira política criada por Joshua Michael Stern (roteirista do filme “Promessas de um Cara de Pau”), “Graves” gira em torno de Richard Graves (Nick Nolte, de “Caça aos Gângsteres”), um ex-Presidente dos EUA que, 20 anos após o término de seu mandato, começa a perceber que seu governo prejudicou o país e resolve iniciar uma cruzada para reverter todo o mal que causou. Enquanto isso, sua esposa Margaret (Sela Ward, da série “CSI:NY”) toma a decisão de entrar para a política. Criada pelo estreante Olen Steinhauer e o veterano Bradford Winters (série “Boss”), “Berlin Station” acompanha as atividades do agente da CIA Daniel Meyer (Richard Armitage, da trilogia “O Hobbit”) numa missão secreta em Berlim, Alemanha. Com a ajuda de um espião veterano (Rhys Ifans, de “O Espetacular Homem-Aranha”), Daniel tenta identificar quem é Thomas Shaw, responsável por divulgar para o público informações secretas do governo. Durante suas investigações, ele se depara com uma conspiração que liga o caso a Washington. A crítica gostou bem mais da segunda, com 70% de aprovação no site Rotten Tomatoes – contra 56% da comédia. Paralelamente, o Epix prepara sua terceira série, uma adaptação do livro/filme “O Nome do Jogo” (1995).
Paul Verhoeven passa longe do politicamente correto com Elle
Desde o início de sua carreira, o holandês Paul Verhoeven provou que não havia meias palavras quando o assunto era sexo. Produzidos nos anos 1970, “Negócio É Negócio” e “Louca Paixão” foram os primeiros indícios da visão despudorada do realizador sobre o tema, atingindo o seu ápice em 1992 ao eletrizar o mundo com “Instinto Selvagem”. É essa credencial que faz de Verhoeven um nome perfeito para a direção de “Elle”, cuja premissa não facilita nem um pouco o julgamento da plateia diante do que testemunha. Adaptação do romance “Oh…”, de Philippe Djian, “Elle” abre somente com os sons de confronto sexual. Segundos depois, nos deparamos com o corpo estirado e violado de Michèle Leblanc (Isabelle Huppert, de “Amor”) em sua própria casa. Sem esboçar qualquer horror ao que acabou de atingi-la, simplesmente limpa as taças e louças que foram quebradas durante o ataque, descarta a sua roupa na lixeira e se banha reagindo somente ao sangue que se mistura com a espuma da banheira. Em um jantar, confidencia ao ex-marido Richard (Charles Berling, de “Qual É o Nome do Bebê”) e aos amigos Anna (Anne Consigny, de “Tudo Acontece em Nova York”) e Robert (Christian Berkel, de “O Agente da UNCLE”) o estupro com a mesma naturalidade que se fala com um estranho na rua sobre uma mudança climática. Diz que não comunicará o crime à polícia e segue naturalmente a sua rotina profissional como chefe de uma empresa de desenvolvimento de games. A excentricidade da personagem, confirmada em seu silêncio e em outras posturas injustificáveis (como a de destruir o para-choque de Richard antes de encontrá-lo e o de se relacionar com o marido de sua melhor amiga), sugere que Verhoeven, a partir do texto de David Birke (“Os 13 Pecados”), não está interessado em fazer um manifesto sobre a violência contra a mulher, uma abordagem que muitos visualizam mais pelo potencial comercial em tempos de empoderamento e menos por sua força discursiva. Isto porque Michèle é uma pessoa tão ou mais perigosa que o seu agressor. A partir de um background fantástico, a protagonista vai saindo da posição de mera vítima. Fatos passados e presentes modelam uma mulher nem um pouco preocupada em externar os seus julgamentos cruéis, o que a faz ganhar desafetos não somente no trabalho, como em seu núcleo familiar. Também é curioso perceber a sua incapacidade de se desvincular das ações criminosas de seu pai, autor de uma barbaridade que o fez pegar prisão perpétua. Não há dúvidas de que Michèle quer vingança, porém, há algo nesse desejo que pode desencadear nela uma maldade reprimida que quase anula o que ainda resta de nossa empatia por sua condição. Com tudo isso, Verhoeven não se vê no compromisso de fazer um filme politicamente correto. Ao contrário, pois há tanto humor ditando as interações de Michèle com os demais personagens que o resultado chega a desconcertar. Isto não impede o fascínio pelo curso da história, ainda que o terceiro ato amorteça consideravelmente toda a tensão arquitetada por uma obra então desprendida de zonas de conforto.
Sem ser memorável, Snowden consegue entreter, informar e provocar
Apesar de um pouco distante da grande mídia, em comparação com seu destaque nas décadas de 1980-90, Oliver Stone segue ativo e perseguindo ainda mais um tipo de cinema militante de esquerda, numa opção ousada, já que são poucos que manifestam tamanha simpatia por medalhões da esquerda. Os documentários “Comandante” (2003), “Ao Sul da Fronteira” (2009), “Castro in Winter” (2012) e “Mi Amigo Hugo” (2014) são exemplos disso. Mas pouca gente viu esses filmes. Em “Snowden – Herói ou Traidor”, ele tenta voltar a ser relevante, deixando o bajulamento de políticos de lado para voltar a se embrenhar na boa luta contra o sistema. No novo filme, Stone denuncia a capacidade e o poder que o governo americano tem de não só vigiar cidadãos de seu próprio país, mas como também de provocar até mesmo apagões em vários outros países com apenas um clique. Stone encontrou em Edward Snowden, vivido na tela por Joseph Gordon-Levitt (“A Travessia”), um prato cheio para fomentar uma nova controvérsia, e sem poupar o Presidente Barack Obama, que não é apenas cúmplice das armações maquiavélicas do Estado, embora percebamos que isto é parte de algo maior e já instituído. Snowden, ex-empregado da NSA (Agência Nacional de Segurança), e testemunha de segredos de estado chocantes, é mostrado inicialmente em 2013, quando decide contar tudo o que sabe para um grupo de jornalistas. A divulgação cairia como uma bomba, mas o rapaz, então com menos de 30 anos, tinha consciência dos riscos que ele e sua esposa sofreriam. A estrutura narrativa é convencional, através de flashbacks que remontam ao tempo em que Snowden era um simples soldado, que acabou se afastando do exército depois de quebrar as duas pernas em um acidente simples. Neste período, foi recrutado para trabalhar em uma agência de espionagem. E é aí que sua história realmente começa. A narrativa não poupa esforços para elevar o protagonista, de delator/traidor, à categoria de herói. Mas isso não chega a ser um problema. O problema é quando o diretor lança mão de artifícios banais para forçar a situação, como a utilização de uma trilha sonora épica e cafona. A personagem da esposa de Snowden também acaba ficando relegada a segundo plano, embora a atriz Shailene Woodley mostre ser, da turma de garotas que protagonizaram filmes para adolescentes recentemente, a que menos tem problema em fazer cenas de sexo ousadas (quem viu “Pássaro Branco na Nevasca”, de Gregg Araki, sabe do que estou falando). No mais, é um filme que se beneficia bastante de seu elenco de apoio. Um luxo poder contar com Melissa Leo, Zachary Quinto, Tom Wilkinson, Joely Richardson e até Nicolas Cage, em papel bem pequeno. E embora não seja tão memorável quanto gostaria de ser, “Snowden” consegue entreter, informar e provocar. Sem falar que, para o público brasileiro, não deixa de ser interessante ver o nome do país sendo citado em um par de vezes, inclusive sobre o caso da Petrobrás.
American Assassin: Veja 9 fotos do thriller de ação estrelado por Dylan O’Brien
A CBS Films divulgou nove fotos do filme “American Assassin”, estrelado por Dylan O’Brien (“Maze Runner”). As imagens mostram o ator mais cabeludo, ao lado de Michael Keaton (“Spotlight”) e Shiva Negar (série “24 Hour Rental”). Quem também aparece é Taylor Kitsch (“John Carter”), que foi escalado no papel de vilão, e Scott Adkins (“Doutor Estranho”), escondido atrás de uma grande barba. A produção gira em torno de Mitch Rapp (O’Brien), um jovem que, após uma tragédia pessoal, é recrutado pelo governo para se tornar um agente secreto impiedoso. O personagem protagonizou 14 livros de Vince Flynn, que faleceu em 2013. Michael Keaton vive o agente responsável pelo treinamento de Rapp. Na trama, os dois participarão de uma missão secreta com um letal agente turco para evitar o início da 3ª Guerra Mundial no Oriente Médio. O roteiro da adaptação é de Stephen Schiff (roteirista de “Wall Street: O Dinheiro Nunca Dorme” e da série “The Americans”) e a direção está a cargo de Michael Cuesta (de “O Mensageiro” e da série “Homeland”). Ainda não há previsão para a estreia.
Autor de The Walking Dead vai produzir remake de Um Lobisomem Americano em Londres
O cultuado filme de terrir “Um Lobisomem Americano Em Londres” (1981) vai mesmo ganhar um remake. Segundo o site Deadline, a produtora Skybound Entertainment vai produzir a nova versão para a Universal. E um dos produtores responsáveis pela adaptação será ninguém menos que Robert Kirkman, o autor dos quadrinhos que originaram a série “The Walking Dead”. O roteiro, por sua vez, ficará a cargo de Max Landis (“Victor Frankenstein”), que é justamente filho de John Landis, o diretor do filme original. Landis, o filho, também deve estrear na direção com este projeto. Para quem não lembra, o filme de 1981 marcou época por trazer a transformação mais explícita e convincente de lobisomem que tinha sido mostrada até então no cinema – o que rendeu um Oscar ao maquiador Rick Baker. O sucesso foi tanto que Michael Jackson convocou Landis, o pai, para dirigir um de seus clipes. Um tal de “Thriller”. Em que o cantor vira lobisomem. Na trama do clássico, dois jovens americanos, de férias no Reino Unido, chegam à uma vila estranha e são atacados por um lobisomem. Enquanto um deles morre, o outro começa sua estranha transformação. Ainda não existe previsão de estreia para o remake.
Elle Fanning e Ben Foster vão estrelar thriller do criador de True Detective
A atriz Elle Fanning (“O Demônio Neon”) e Ben Foster (“O Grande Herói”) vão estrelar “Galveston”, adaptação de um romance escrito em 2010 por Nic Pizzolatto, criador da série “True Detective”. Segundo o site The Hollywood Reporter, o próprio Pizzolatto escreveu o roteiro da adaptação, que será dirigido pela atriz francesa Melanie Laurent (“Truque de Mestre”). Ela já dirigiu dois longas de ficção e um documentário na França, e fará sua estreia como diretora em Hollywood com “Galveston”. A trama de “Galveston” segue dois marginais em fuga de seus destinos. Ao sobreviver a uma tentativa de assassinato de seu agiota, Roy “Big Country” Cady (Foster) foge para a cidade do Texas que dá título ao filme, querendo se esconder, mas acaba se envolvendo com Raquel “Rocky” Arceneaux (Fanning), uma jovem prostituta vulnerável, que é pega no fogo cruzado. Rocky é uma menina com segredos a esconder, incluindo um que vai assombrar Roy em uma poderosa história de sacrifício e redenção. As filmagens vão começar em janeiro, mas ainda não há previsão para o lançamento.
Robert Pattinson vai filmar thriller de ação com Sylvester Stallone
Robert Pattinson (“The Rover – A Caçada”) vai começar a filmar “Idol’s Eye” no próximo ano, um projeto que estava parado desde 2014, devido à problemas de financiamento. Entretanto, o comunicado da Benaroya Pictures informa que houve mudanças no elenco. Originalmente previsto para ser coestrelado por Robert De Niro (“Um Senhor Estagiário”), o filme agora terá Sylvester Stallone (“Os Mercenários”) como chefão mafioso. A trama é inspirado numa reportagem sobre uma gangue de ladrões, que depois de roubar uma loja pornográfica acabou descobrindo que o local, na verdade, servia para lavar dinheiro de um dos chefes do crime mais poderosos da cidade. Pattison será o ladrão principal e terá Stallone em seu encalço. A atriz Rachel Weisz (“A Luz Entre Oceanos”) também continua no elenco da produção, que será dirigida pelo francês Olivier Assayas. Curiosamente, os dois últimos filmes do diretor foram estrelados pela ex-namorada de Pattinson, Kristen Stewart – “Acima das Nuvens” (2014) e “Personal Shopper” (2016). As filmagens estão previstas para o início de 2017 em Toronto, no Canadá.
Matt Dillon será um serial killer no próximo filme de Lars Von Trier
O ator Matt Dillon (série “Wayward Pines”) vai estrelar o próximo filme do cineasta dinamarquês Lars Von Trier. Segundo o site Deadline, o suspense “The House That Jack Built” trará Dillon como um serial killer, mostrando sua trajetória ao longo de 12 anos de assassinatos. O filme acompanhará o ponto de vista do psicopata, que não considera seu trabalho criminoso, mas parte de um processo criativo na busca por criar uma grande obra de arte. O filme foi inicialmente projetado como uma série de televisão, mas, durante o desenvolvimento do roteiro, Von Trier decidiu transformar a trama em um longa. O título é inspirado numa conhecida cantiga infantil folclórica que data da era medieval. Os versos descrevem atos consecutivos, que são narrados de forma repetitiva e cumulativa, terminando sempre da mesma forma. Além do ator americano, o elenco também contará com o alemão Bruno Ganz (“O Leitor”) e novos nomes deverão ser anunciados em breve. As filmagens vão acontecer na Suécia e na Dinamarca, mas o cronograma não foi divulgado.
Filme Inimigo do Estado vai virar série de TV
A rede americana ABC está desenvolvendo uma adaptação do filme “Inimigo do Estado” (1999), seguindo a onda de séries inspiradas por produções cinematográficas. A diferença para “Lethal Weapon”, a adaptação de “Máquina Mortífera”, é que, segundo o site da revista Variety, a ideia é desenvolver uma história similar, mas com personagens diferentes do thriller dirigido pelo falecido Tony Scott e estrelado por Will Smith e Gene Hackman. Assim, a série não seria um remake, mas uma nova história ambientada no universo do filme. A adaptação irá acompanhar uma advogada e um policial do FBI que descobrem uma trama misteriosa envolvendo um espião da NSA responsável pelo vazamento de informações confidenciais. Casos como o WikiLeaks e Edward Snowden devem atualizar a trama para os dias de hoje. Na história original, Smith vivia um advogado, que, após receber um vídeo que denunciava um poderoso oficial da CIA, passava a ser perseguido implacavelmente por agentes federais. E o único homem que podia ajudá-lo era um ex-integrante do governo (Gene Hackman) que trabalhava com serviços de vigilância. Da equipe original, apenas o produtor Jerry Bruckheimer deve retornar. A versão televisiva está a cargo do roteirista Morgan Foehl, responsável pelo fracasso de bilheterias “Hacker”, estrelado por Chris Hemsworth no ano passado.
A Qualquer Custo: Veja o trailer legendado de um dos filmes mais elogiados do ano
A California Filmes divulgou o trailer legendado de “A Qualquer Custo”, que é a “tradução” nacional de “Hell or High Water”, um dos filmes mais elogiados do ano, com impressionantes 98% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A prévia resume a premissa, mostrando como um pai divorciado se junta ao irmão para assaltar bancos, visando salvar a fazenda da família. O clima é de western, em que jovens cowboys se rebelam contra o sistema injusto e acabam caçados pela lei. A maior diferença é que, em vez de cavalos, esses Jesse e Frank James modernos fogem de carro. Chris Pine (“Star Trek”) e Ben Foster (“O Grande Herói”) vivem os irmãos fora-da-lei, voltando a trabalhar juntos após “Horas Decisivas” (2016). E Jeff Bridges (“O Doador de Memórias”) interpreta o xerife em seu encalço. O filme tem roteiro de Taylor Sheridan (“Sicario”) e direção do inglês David Mackenzie (“Sentidos do Amor”). Produção independente, custou só US$ 12 milhões, mas nem com elogios dos principais jornais americanos conseguiu cobrir os custos, faturando apenas US$ 26,5 milhões em seu lançamento limitado nos EUA em agosto. A estreia no Brasil está marcada apenas para 29 de dezembro.
Oliver Stone vem ao Brasil para o lançamento de Snowden
O diretor americano Oliver Stone vem ao Brasil para divulgar seu mais novo filme, “Snowden – Herói ou Traidor”, anunciou a Disney, distribuidora da produção no país. O cineasta participará de uma pré-estreia do longa, na qual receberá convidados e fãs. A data do evento não foi divulgada, mas deverá ser na primeira semana de novembro. “Snowden” tem lançamento em circuito nacional marcado para 10 de novembro. Conhecido por abordar temas controversos e políticos em filmes como “Salvador – O Martírio de um Povo” (1986), sobre a guerra civil em El Salvador, e “Platoon”, que mostra os horrores da guerra do Vietnã e rendeu ao diretor prêmio no Oscar, Globo de Ouro e BAFTA, Oliver Stone também filmou cinebiografias de vários presidentes americanos e fez um documentário chapa branca sobre Hugo Chavez, “Mi Amigo Hugo” (2014). No novo trabalho, ele conta a história de Edward Snowden, responsável por denunciar as técnicas ilegais de vigilância da NSA, agência de segurança dos Estados Unidos. O filme cobre desde o começo da carreira de Snowden como recruta do exército aos 20 anos, sua integração à CIA aos 22 e sua promoção para a divisão de informática do NSA aos 26, até o ato que o transformou no homem mais procurado do mundo aos 29, ao denunciar o maior esquema institucionalizado de espionagem já visto. Snowden copiou e divulgou para a imprensa o programa secreto americano de espionagem indiscriminada da internet e telefonia celular, que, desrespeitando o direito à privacidade, vigiou desde pessoas comuns a governos estrangeiros. O escândalo o levou a ser considerado traidor pelo governo americano, precipitando sua fuga do país e uma perigosa caçada internacional. O papel é vivido por Joseph Gordon-Levitt (“A Travessia”). Em setembro, Stone chegou a revelar, em entrevista à agência de notícias Reuters, que pensou em recusar o convite para fazer o filme. “Não queria fazer, não queria problemas”, disse na ocasião. Ele contou ter mudado de ideia depois de conhecer Snowden na Rússia. O diretor esteve em 2010 no Brasil para lançar outro filme, o documentário “Ao Sul da Fronteira”, em que entrevistou os governantes populistas da América do Sul, antes dos escândalos de corrupção e dos fracassos econômicos levarem a uma mudança radical no mapa geopolítico da região. Na ocasião, ele se disse admirador de Lula, a quem entrevistou para o filme, e defendeu sua indicação ao Prêmio Nobel da Paz, por defender o direito do Irã de produzir material radioativo.
Daniel Radcliffe será traficante em thriller de ação
O ator Daniel Radcliffe continua firme em suas escolhas de papéis que o desvencilhem da fama de bom moço conquistada com a franquia “Harry Potter. Segundo o site da revista Variety, uma nova oportunidade surgiu com o suspense “Beasts of Burden”, em que ele viverá um traficante de drogas. “Beasts of Burden” contará a história de um piloto de avião que tenta passar pela fronteira fugindo da DEA e o cartel de drogas. As filmagens estão previstas para começarem em Savannah, em novembro. O filme vai marcar a estreia em Hollywood do diretor sueco Jesper Ganslandt (“Blondie”), com roteiro de Adam Hoelzel (do vindouro “By the Rivers of Babylon”). Ainda não há previsão de lançamento. Por curiosidade, Tom Cruise filmou recentemente uma história similar, baseada na história real do piloto americano que traficava para Pablo Escobar. Intitulado “American Made”, este filme estreia em setembro de 2017.
Invasão de Privacidade: Pierce Brosnan enfrenta hacker em trailer legendado que conta o filme inteiro
A Imagem Filmes divulgou o trailer legendado de “Invasão de Privacidade” (I.T.), thriller estrelado por Pierce Brosnan. O vídeo é mais um daqueles que contam o filme inteiro, das reviravoltas ao confronto final. Considerando que se trata de um suspense, pouco sobra para manter o interesse. A premissa até começa interessante, antes de se tornar um thriller genérico dos anos 1990. Conforme a prévia mostra, após impressionar o patrão vivido por Brosnan, um técnico de informática é convidado a dar uma geral na casa inteligente do chefe. Por acaso, o personagem de James Frecheville (“A Entrega”) logo diz que costumava trabalhar na NSA (o serviço de inteligência dos EUA, responsável pelo monitoramento das comunicações online) e aos poucos revela mais sobre seu caráter. Invejoso e com tendências sociopatas, ele se mostra um hacker maldoso, que passa a mirar a família e os negócios do bilionário, para destruí-lo. O trailer podia acabar aí. Mas não se contenta e mostra como o filme piora até o fim. Na verdade, o hacker é um vilão psicopata de segunda categoria, que rapta esposa e filha do super-empresário para que tudo acabe num confronto final, ao estilo de “Atração Fatal” (1987). Um último detalhe é que a bela casa asséptica do começo do trailer se transforma num cenário destruído no desfecho, servindo de metáfora para o estrago causado pelo inimigo íntimo. Tudo isso está no trailer. E no roteiro de Dan Kay (“Regresso do Mal”), com direção de John Moore (“Duro de Matar: Um Bom Dia para Morrer”). O filme passou em branco nos cinemas americanos – viram o trailer – e estreia em 10 de novembro no Brasil.












