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  • Filme

    Segredos Oficiais pertence à melhor tradição dos thrillers políticos

    9 de novembro de 2019 /

    “Segredos Oficiais” é um thriller político na tradição dos melhores produzidos pela Nova Hollywood nos anos 1970, mas com aquele toque de maior realismo das produções britânicas. O filme conta a história real de Katharine Gun, vivida com brilhantismo por Keira Knightley (“Colette”). Funcionária de uma agência de inteligência da Inglaterra, ela obteve um memorando bombástico que revelava uma tentativa dos governos dos Estados Unidos e do Reino Unido de pressionar os demais países para obter apoio da ONU à guerra contra o Iraque em 2003, tendo como principal desculpa a existência das notórias – e inventadas – “armas de destruição em massa”. O filme é narrado com uma maestria impressionante, ainda que de maneira bem clássica. Talvez o maior mérito seja do roteiro, que foi coescrito pelo diretor Gavin Hood e consegue amarrar bem todos os personagens, apresentados nos momentos certos, e costurar a trama complexa de uma forma envolvente. É interessante como certos filmes, mesmo tratando de eventos ocorridos com uma distanciamento temporal relativamente grande, ainda falam sobre o momento atual. Afinal, vazamentos de informações privilegiadas estampam cada vez mais manchetes de jornais. Mas Gun não é retratada como uma heroína. O filme a mostra como uma pessoa comum que sente a necessidade de agir para impedir uma guerra (infelizmente, os Estados Unidos iniciam o ataque, mesmo sem o apoio da ONU) e que tem sua vida virada do avesso ao tomar essa decisão. O risco não é só dela, que pode ser presa, mas para seu marido, por ser imigrante, que enfrenta ameaças de deportação. O enredo vai sendo tecido com cuidado e esmero. Após a apresentação da personagem de Keira Knightley e as ações fundamentais para que o memorando ganhe o mundo, somos apresentados aos jornalistas do The Observer, principalmente àquele que escreveria a história, Martin Bright (em interpretação de Matt Smith, de “The Crown”). Depois, entra em cena o advogado Ben Emmerson (Ralph Fiennes, de “O Grande Hotel Budapeste”), que será responsável pela defesa da jovem. O excelente trabalho dos atores e o modo como o filme lida de forma realista com o mundo dos jornais, o circo da mídia e todo o drama kafkiano enfrentado por Gun, contribui para que “Segredos Oficiais” não deva nada a outras obras recentes de denúncias jornalísticas, como “Spotlight – Segredos Revelados”, de Tom McCarthy, “Conspiração e Poder”, de James Vanderbilt, ou “The Post – A Guerra Secreta”, de Steven Spielberg. E para quem não conhece a história real de Katharine Gun, o melhor é não pesquisar nada, pois o final é surpreendente.

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  • Filme

    Ben Affleck e Anne Hathaway vão estrelar thriller político da Netflix

    11 de julho de 2018 /

    Os atores Ben Affleck (“Liga da Justiça”) e Anne Hathaway (“Interestelar”) vão contracenar pela primeira vez em “The Last Thing He Wanted”, novo filme da diretora Dee Rees (“Mudbound: Lágrimas sobre o Mississippi”) com produção da Netflix. Trata-se de um thriller baseado no livro homônimo de Joan Didion, que gira em torno de uma jornalista política (Hathaway). Ela abandona a cobertura de uma campanha presidencial para ir ajudar o pai em um acordo de negócios que se releva cada vez mais sórdido e perigoso. O detalhe é que o negócio do pai é comercialização de armas e a trama se passa na época do escândalo Irã-Contras, no qual figuras chave da CIA facilitaram o tráfico de armas para o Irã, que estava sujeito a um embargo internacional de armamento, para assegurar a libertação de reféns e para financiar os Contras (guerrilheiros de direita) nicaraguenses. O elenco também incluirá Willem Dafoe (“O Amigo Hindu”), Toby Jones (“Jurassic World: Reino Ameaçado”) e Rosie Perez (série “Rise”) “The Last Thing He Wanted” já está sendo filmado em Porto Rico e deve ser lançado em 2019.

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  • Filme

    Chappaquiddick: Jason Clarke vive Ted Kennedy em trailer sobre escândalo político dos anos 1960

    21 de dezembro de 2017 /

    O Entertainment Studios divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Chappaquiddick”, drama de época que reconstitui o acidente que custou a chance de Ted Kennedy se tornar presidente dos Estados Unidos. Após o assassinato dos irmãos, ele era a aposta do patriarca Joe Kennedy para a família voltar à Casa Branca. Mas o vídeo revela, em clima de suspense intenso, como uma noite fatídica mudou tudo. O título da produção é o nome de uma pequena ilha do estado norte-americano de Massachusetts, onde o então jovem senador americano se envolveu em um acidente de trânsito em 1969, que culminou na morte de sua assistente, Mary Jo Kopechne, e repercutiu em sua carreira. Vindo de uma festa, o carro onde os dois estavam caiu na água e o político se salvou sem prestar socorro para a mulher, que morreu afogada. Ele também não chamou a polícia, preferindo pedir auxílio a um amigo e a seu primo. Apesar de ter afirmado estar em estado de choque, Kennedy chegou a ser condenado e ficou dois meses em prisão condicional. Jason Clarke (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) vive Ted Kennedy, Kate Mara (“Quarteto Fantástico”) interpreta Mary Jo, Ed Helms (“Férias Frustradas”) encarna Joseph Gargan, o leal primo de Ted, e Bruce Dern (“Os Oito Odiados”) incorpora Joe Kennedy. Todos estão bastante diferentes, graças a um trabalho de maquiagem primoroso. O roteiro de Andrew Logan e Taylor Allen estava na Black List 2015, a lista dos melhores roteiros não filmados de Hollywood, e mostra a pressão que Ted Kennedy precisou enfrentar. O incidente de Chappaquiddick fez com que ele desistisse de disputar a presidência dos EUA, quando poderia se tornar o terceiro dos irmãos Kennedy a ambicionar o cargo político mais alto do pais. Apesar de diversos detalhes da tragédia nunca terem sido totalmente esclarecidos, o incidente gerou boatos suficientes para passar a impressão de que um escândalo foi abafado. Isto não impediu o político de manter sua cadeira no Senado, sendo reeleito sucessivamente, até sua morte em 2009, mas reduziu suas pretensões políticas. Mesmo sendo reconhecido por sua extensa contribuição no Senado, onde propôs mais de 300 projetos de lei, integrou comissões importantes e fez discursos históricos, Ted jamais conseguiu entrar na corrida presidencial. Em sua única tentativa, em 1980, acabou perdendo a vaga do Partido Democrata para Jimmy Carter, que se elegeu. A direção é de John Curran (“O Despertar de uma Paixão”) e a estreia está marcada para 6 de abril nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Kate Mara será vitima de acidente polêmico na cinebiografia de Ted Kennedy

    8 de julho de 2016 /

    Os atores Kate Mara (“Quarteto Fantástico”) e Ed Helms (“Se Beber, Não Case”) entraram no elenco de “Chappaquiddick”, filme sobre o escândalo que implodiu a campanha política do senador Ted Kennedy à presidência dos Estados Unidos. O título da produção é o nome de uma pequena ilha do estado norte-americano de Massachusetts, onde o então jovem senador americano se envolveu em um acidente de trânsito em 1969, que culminou na morte de sua assistente, Mary Jo Kopechne, e repercutiu em sua carreira. Vindo de uma festa, o carro onde os dois estavam caiu na água e o político se salvou sem prestar socorro para a mulher, que morreu afogada. Ele também não chamou a polícia, preferindo pedir auxílio a um amigo e a seu primo. Apesar de ter afirmado estar em estado de choque, Kennedy chegou a ser condenado e ficou dois meses em prisão condicional. Kate Mara vai viver Mary Jo e Ed Helms vai interpretar Joseph Gargan, o leal primo de Kennedy que tenta pressioná-lo a fazer a coisa certa e chamar as autoridades. Já o papel de Ted Kennedy tinha sido anteriormente confirmado para Jason Clarke (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”). O incidente de Chappaquiddick fez com que Kennedy desistisse de disputar a presidência dos EUA, quando poderia se tornar o terceiro dos irmãos Kennedy a ambicionar o cargo político mais alto do pais. Apesar de diversos detalhes da tragédia nunca terem sido totalmente esclarecidos, o incidente gerou boatos suficientes para passar a impressão de que um escândalo foi abafado. Isto não impediu o político de manter sua cadeira no Senado, sendo reeleito sucessivamente, até sua morte em 2009, mas reduziu suas pretensões políticas. Mesmo sendo reconhecido por sua extensa contribuição no Senado, onde propôs mais de 300 projetos de lei, integrou comissões importantes e fez discursos históricos, jamais conseguiu entrar na corrida presidencial. Em sua única tentativa, em 1980, acabou perdendo a vaga do Partido Democrata para Jimmy Carter. O roteiro de Andrew Logan e Taylor Allen foi incluído na Black List 2015, a lista dos melhores roteiros não filmados de Hollywood. A produção está a cargo de Mark Ciardi (“O Fada do Dente”), que disse sobre o projeto: “Todos tem uma ideia do que aconteceu em Chappaquiddick, e o roteiro junta os eventos de uma forma interessante e emocional. Vocês verão o que o Senador Ted Kennedy teve que enfrentar”. A direção vai ficar a cargo de John Curran (“O Despertar de uma Paixão”) e ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Marseille é renovada para sua 2ª temporada

    8 de junho de 2016 /

    Primeira série francesa do Netflix, “Marseille” foi renovada para sua 2ª temporada. O anúncio foi feito no perfil da série no Twitter, com o post da foto acima, acompanhada pela declaração: “A luta não acabou.” Protagonizada por Gérard Depardieu (“Bem-Vindo a Nova York”), a atração não foi um sucesso de crítica. Centrada no jogo de poder de um político veterano, que é prefeito há 25 anos (Depardieu), e a traição do homem que escolheu para ser seu sucessor (Benoît Magimel, de “De Cabeça Erguida”), a série estreou em 5 de maio. Ainda não há data marcada para o lançamento da 2ª temporada.

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  • Filme

    Jason Clarke vai viver o senador Ted Kennedy no cinema

    27 de abril de 2016 /

    O ator Jason Clarke (“Planeta dos Macacos – O Confronto”) vai interpretar Ted Kennedy, o caçula dos irmãos Kennedy, no drama “Chappaquiddick”, informou o site Variety. O título da produção é o nome de uma pequena ilha do estado norte-americano de Massachusetts, onde o então jovem senador americano se envolveu em um acidente de trânsito em 1969, que culminou na morte de sua assistente, Mary Jo Kopechne, e repercutiu em sua carreira. O carro onde os dois estavam caiu na água e o político se salvou sem prestar socorro para a mulher, morta por afogamento. Apesar de ter afirmado estar em estado de choque, ele chegou a ser condenado e ficou dois meses em prisão condicional. O incidente de Chappaquiddick fez com que ele desistisse de disputar a presidência dos EUA, quando poderia se tornar o terceiro dos irmãos Kennedy a ambicionar o cargo político mais alto do pais. Apesar de diversos detalhes da tragédia nunca terem sido totalmente esclarecidos, o incidente gerou boatos suficientes para passar a impressão de que um escândalo foi abafado. Isto não impediu Kennedy de manter sua cadeira no Senado, sendo reeleito sucessivamente, até sua morte em 2009, mas reduziu suas pretensões políticas. Mesmo sendo reconhecido por sua extensa contribuição no Senado, onde propôs mais de 300 projetos de lei, integrou comissões importantes e fez discursos históricos, jamais conseguiu entrar na corrida presidencial. Em sua única tentativa, em 1980, acabou perdendo a vaga do Partido Democrata para Jimmy Carter. O roteiro de Andrew Logan e Taylor Allen foi incluído na Black List 2015, a lista dos melhores roteiros não filmados de Hollywood. A produção está a cargo de Mark Ciardi (“O Fada do Dente”), que disse sobre o projeto: “Todos tem uma ideia do que aconteceu em Chappaquiddick, e o roteiro junta os eventos de uma forma interessante e emocional. Vocês verão o que o Senador Ted Kennedy teve que enfrentar”. A direção vai ficar a cargo de John Curran (“O Despertar de uma Paixão”) e ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Marseille: Série política estrelada por Gérard Depardieu ganha primeiro trailer

    4 de abril de 2016 /

    O serviço de streaming Netflix divulgou o primeiro trailer de “Marseille”, série francesa estrelada pelo veterano ator Gérard Depardieu (“Bem-Vindo a Nova York”). Com belas imagens, a prévia resume a trama, concentrada no jogo de poder de um político veterano, que é prefeito há 25 anos (Depardieu), e a traição do homem que escolheu para ser seu sucessor (Benoît Magimel, de “De Cabeça Erguida”). Como “Marseille” é uma produção da divisão francesa do Netflix, tem sido apresentado como uma versão francesa de “House of Cards”, mas a história é completamente original. Desenvolvida pelo roteirista Dan Franck (“A Separação”), a 1ª temporada da atração terá oito episódios, sendo que os dois primeiros serão dirigidos pelo cineasta Florent-Emilio Siri (“My Way – O Mito Além da Música”). A estreia acontece em 5 de maio.

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  • Filme

    Marseille: Série política estrelada por Gérard Depardieu ganha primeiro teaser

    19 de janeiro de 2016 /

    O site Netflix divulgou a primeira foto e o teaser de “Marseille”, série francesa estrelada pelo veterano ator Gérard Depardieu (“Bem-Vindo a Nova York”). Com belas imagens, a prévia acompanha uma flâmula com as cores da bandeira da França decolar voo, até afundar nas águas do Mediterrâneo. Já a foto (acima) mostra uma discussão entre os protagonistas. A série é centrada num político que é prefeito há 25 anos, vivido por Depardieu. Mas com a chegada das eleições, ele enfrentará o homem que escolheu para ser seu sucessor (Benoît Magimel, de “De Cabeça Erguida”). Desenvolvida pelo roteirista Dan Franck (“A Separação”), a 1ª temporada da atração terá oito episódios, sendo que os dois primeiros serão dirigidos pelo cineasta Florent-Emilio Siri (“My Way – O Mito Além da Música”). “Marseille” está sendo produzida pela divisão francesa do site de streaming Netflix, o que fez seu projeto ser comparado a uma versão francesa de “House of Cards”. A estreia acontece em 5 de maio.

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