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  • TV

    Laura Cardoso morre aos 98 anos

    18 de agosto de 2026 /

    Atriz deixa mais de 100 trabalhos em trajetória que percorreu rádio, televisão, teatro, cinema e dublagem

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  • Filme

    Jean-Claude Bernardet, referência da crítica de cinema, morre aos 88 anos

    12 de julho de 2025 /

    Intelectual belga naturalizado brasileiro marcou gerações como crítico, cineasta, escritor e professor, e teve legado reconhecido em obras e homenagens

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  • Etc,  Filme

    Spcine Play estende gratuidade de todo seu catálogo até o fim de 2020

    30 de abril de 2020 /

    O acervo da plataforma Spcine Play vai ficar liberado para acesso gratuito até o final de 2020. Originalmente, o conteúdo ficaria disponível por apenas 30 dias. Mas como a pandemia de covid-19 não dá sinais de amenizar, a prefeitura de São Paulo decidiu estender o prazo, oferecendo uma alternativa de entretenimento gratuito e de qualidade para a população, durante este período de isolamento social. Especializada em filmes brasileiros e cinema de arte, a plataforma paulistana disponibiliza diversas mostras cinematográficas temáticas, como retrospectivas dos diretores Andrea Tonacci, Hector Babenco e José Mojica Marins, uma seleção de obras de cineastas femininas, com destaque para Lucia Murat, Tata Amaral e Helena Ignez, uma Mostra do Audiovisual Negro e um festival de filmes musicais, além de manter em seu catálogo títulos da Mostra de São Paulo, e dos festivais de documentários É Tudo Verdade e In-Edit, entrevistas com artistas e várias opções infantis. Apesar de ser uma iniciativa da cidade de São Paulo, os filmes podem ser assistidos em qualquer lugar do Brasil e sem necessidade de assinatura, via site: www.spcineplay.com.br.

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  • Filme

    Plataforma Spcine Play libera todo o seu conteúdo de graça

    17 de março de 2020 /

    A Spcine Play, plataforma de streaming da Spcine, empresa municipal de cinema, decidiu disponibilizar gratuitamente todo o seu conteúdo por 30 dias, para dar opções de entretenimento durante quarentenas de prevenção contra a pandemia do coronavírus. Especializada em filmes brasileiros e cinema de arte, a plataforma paulistana está atualmente disponibilizando diversas mostras temáticas, como retrospectivas dos diretores Andrea Tonacci, Hector Babenco e José Mojica Marins, uma seleção de obras de cineastas femininas, com destaque para Lucia Murat, Tata Amaral e Helena Ignez, uma Mostra do Audiovisual Negro e um festival de filmes musicais, além de manter em seu catálogo títulos da Mostra de São Paulo, do festival de documentários musicais In-Edit, entrevistas com artistas e várias opções infantis. Os filmes podem ser assistidos em qualquer lugar do Brasil e sem necessidade de assinatura, via site: www.spcineplay.com.br. A plataforma pública de streaming Spcine Play libera todo o seu conteúdo para ser assistido de casa em qualquer lugar do Brasil gratuitamente por 30 dias e sem necessidade de assinatura! Acesse: https://t.co/fXMg6ucybO#spcineplay pic.twitter.com/MwoACeCknR — Secretaria de Cultura (@smcsp) March 17, 2020

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  • Filme

    Marina Ruy Barbosa sofre Sequestro Relâmpago no trailer e fotos do novo filme de Tata Amaral

    15 de outubro de 2018 /

    A Tangerina Filmes divulgou 27 fotos e o trailer de “Sequestro Relâmpago”, novo drama da cineasta Tata Amaral (“Hoje), que traz Marina Ruy Barbosa (novela “Deus Salve o Rei”) sofrendo o crime do título. Na trama apresenta, ela é abordada por dois criminosos armados no caminho para seu carro, que pretendem sacar seu dinheiro num caixa automático. O problema é que o sequestro acontece após o horário permitido para sacar dinheiro e os decidem ficar com a vítima até o amanhecer. Sidney Santiago Kuanza (série “A Vida Secreta dos Casais”) e Daniel Rocha (novela “A Lei do Amor”) vivem os bandidos e o filme ainda conta com participações especiais do rapper Projota (“Carcereiros”) e da cantora Linn da Quebrada (“Corpo Elétrico”). “Sequestro Relâmpago” integra a programação da 42ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e terá sua première nesta sexta-feira (19/10). A estreia em circuito comercial está marcada para 22 de novembro.

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  • Filme

    Marina Ruy Barbosa vai estrelar novo filme de Tata Amaral

    1 de maio de 2017 /

    Destaques de novelas de sucessos como “Império” e “Totalmente Demais”, Marina Ruy Barbosa só tinha um filme na carreira, “Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida” (2004), que ela rodou quanto tinha 9 anos de idade. Só agora fará uma estreia como protagonista nos cinemas, ao estrelar o suspense “Sequestro Relâmpago”, novo filme da premiada cineasta Tata Amaral (“Hoje”). Na trama inspirada numa história verídica, Marina viverá Isabel, jovem sequestrada por dois rapazes ao sair de um bar boêmio de São Paulo. Levada em seu próprio carro a um caixa eletrônico, ela não consegue sacar dinheiro devido ao horário e, por isso, permanece refém ao longo da madrugada enquanto os criminosos divergem sobre o que fazer com a moça. Aterrorizada, ela precisa calcular cada fala ao negociar sua sobrevivência. Daniel Rocha (novela “A Lei do Amor”) e Sidney Santiago (“Os Inquilinos”) interpretam os sequestradores. O roteiro é assinado por Marton Olympio, Henrique Figueiredo e pela própria Tata Amaral. O filme ainda não tem previsão de lançamento.

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  • Filme

    As Tartarugas Ninja dominam os shoppings em semana com cinco estreias nacionais

    16 de junho de 2016 /

    Mais de uma dezena de filmes chega aos cinemas nesta quinta (15/6), mas apenas três estarão disponíveis num cinema perto de sua casa. Vale destacar que nenhum deles é brasileiro, apesar das estreias nacionais somarem cinco títulos na lista. Água mole em uma situação bem conhecida, já crônica, que entretanto não gera maiores discussões: o gargalo da distribuição. Estranhamente, o tema não é abordado em entrevistas, não rende debates nem motiva protestos em festivais. Enquanto artistas se unem em defesa de um status quo ineficiente e corrupto, o cinema de uma geração inteira já se tornou invisível, sem nem sequer existir em Blu-ray. Entra e sai de cartaz sem deixar maiores vestígios que registros de críticas na internet. Maior lançamento da semana, em 791 salas, o filme “As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras” tem apelo exclusivo para crianças, já que inspirado em desenhos animados, repleto de personagens coloridos, e não nos quadrinhos originais – bem mais anárquicos. O roteiro é puro nonsense, o que desagradou aos adultos da crítica americana, obtendo apenas 35% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mesmo assim, já é um avanço em relação ao primeiro filme (22%). “Como Eu Era Antes de Você”, novo romance de “doença” que teve pré-estreias lotadas no Dia dos Namorados, também chega longe, com 582 telas. A sinopse sugere uma versão romântica de “Intocáveis” (2011), o sucesso francês sobre a amizade entre um cadeirante e seu cuidador pouco ortodoxo. No lugar de um imigrante africano, surge a bela Emilia Clarke (série “Game of Thrones”). E em vez de um velho milionário, há um jovem milionário, vivido pelo igualmente desejável Sam Claflin (franquia “Jogos Vorazes”). A trama, porém, prefere o desfecho de “Mar Adentro” (2004). O juvenil “Tini – Depois de Violetta” é o terceiro e último a chegar nos shoppings, levando a 90 salas uma continuação da telenovela “Violetta”, do Disney Channel. O produto é uma espécie de “Hannah Montana” para o mercado latino, com direção do argentino Juan Pablo Buscarini, que anteriormente comandou animações e a coprodução infantil canadense “O Inventor de Jogos” (2014). O melhor filme internacional da semana, claro, não chega nem perto deste circuito, exibido em apenas duas salas de “cinema de arte” do Rio de Janeiro. O drama estoniano “Na Ventania” acompanha a vida de uma mãe e uma filha num campo de trabalhos forçados durante a 2ª Guerra Mundial. Baseado em fatos reais, mostra as deportações forçadas da população estoniana para a Sibéria, sob o regime comunista. Venceu vários prêmios internacionais, mas a fotografia em preto em branco é rejeitada pelo mercado. Ainda há dois filmes americanos e dois franceses com estreias limitada. A razoável comédia indie “Elvis e Nixon”, sobre o encontro do Rei do Rock com o Presidente dos EUA em 1970, chega em 14 salas. Já o suspense “Doonby”, com elenco televisivo e apelo de DVD, estreia em uma sala em São Paulo. Os franceses são “Doce Veneno”, remake da comédia “Um Momento de Loucura” (1977), e “Vida Selvagem”. Ambos trazem pais impulsivos. Enquanto o primeiro apela para o sexo com a filha do melhor amigo (em 11 salas), o segundo trilha a reclusão social com os filhos (em duas salas). Nenhum dos dois é especialmente memorável. Por fim, sobra para as cinco estreias nacionais – número impressionante, que poderia ser celebrado como tese da prosperidade do cinema brasileiro, #SQN – espremer-se entre 19 e 4 salas. O maior lançamento é “Big Jato”, o quarto longa do premiado diretor pernambucano Cláudio Assis (“A Febre do Rato”). Inspirado na obra homônima de Xico Sá, traz Matheus Nachtergaele (“Trinta”) em papel duplo: como o pai limpador de fossas e o tio radialista do jovem protagonista (Rafael Nicácio) de uma estranha fábula sobre o rito do amadurecimento. Repleto de escatologia e ternura, “Big Jato” foi o grande vencedor do último Festival de Brasília, onde conquistou os prêmios de Melhor Filme, Roteiro (do cineasta Hilton Lacerda, de “Tatuagem”, e Ana Carolina Francisco), Ator (Nachtergaele), Atriz (Marcelia Cartaxo) e Trilha (DJ Dolores). Coprodução entre Brasil e Argentina, “Paulina” leva a 15 telas um tópico dos noticiários atuais, acompanhando a história de uma professora estuprada por um grupo de alunos, numa região desolada da fronteira argentina. Polêmico, o filme tenta debater a importância da educação na chamada “cultura do estupro”. Dirigido pelo argentino Santiago Mitre (“O Estudante”), foi premiado em diversos festivais importantes, como Cannes, San Sebastian, Torino e Pequim. Em circuito mais restrito, o drama “Trago Comigo”, da cineasta Tata Amaral (“Hoje”), leva a cinco telas uma adaptação da série homônima da TV Cultura, juntando linguagens do teatro e documentário para narrar a experiência de um ex-preso político da ditadura (Carlos Alberto Riccelli, de “Amor em Sampa”). Menor de todos, em quatro salas, “Mundo Deserto de Almas Negras”, do estreante Ruy Veridiano, apresenta um universo paralelo, em que brancos moram na periferia e os negros são ricos, como no americano “A Cor da Fúria” (1995). Completa a programação a estreia paulista do trash “Vampiro 40°”, estrelado pelo cantor Fausto Fawcett, após lançamento restrito no Rio de Janeiro na semana passada.

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