“Avatar: O Último Mestre do Ar” ganha sequência animada na Paramount+
Filme continua a história da série clássica com Aang adulto e estreia em julho
Jenna Ortega é um robô no trailer de “Klara e o Sol”
Ficção científica do diretor de "Thor: Amor e Trovão" estreia nos cinemas em outubro
“O Jovem Frankenstein” vai virar série da Disney+ com produção de Mel Brooks
"Very Young Frankenstein" teve produção aprovada e voltará a reunir os criadores de "What We Do in the Shadows"
Diretor de “Thor: Amor e Trovão” vai filmar “Judge Dredd”
Taika Waititi prepara nova adaptação do icônico personagem dos quadrinhos britânicos para o cinema
“Jovem Frankenstein” vai virar série de comédia
"Very Young Frankenstein” conta com produção de Mel Brooks, diretor do filme clássico de 1974
Alexander Skarsgard revive vampiro de “True Blood” com participação em “What We Do in the Shadows”
Ator revisita sua conexão com o mundo dos vampiros ao aparecer no episódio mais recente da série de comédia
Mistério e kung fu embalam trailer da nova série do diretor de “Thor: Amor e Trovão”
"Interior Chinatown" tem direção de Taika Waititi e estreia em 19 de novembro na Disney+
Apple TV+ cancela “Bandidos do Tempo” após uma temporada
Adaptação do filme de 1981 de Terry Gilliam é encerrada menos de um mês após o término da 1ª temporada
Série baseada em “Os Bandidos do Tempo” ganha trailer da Apple TV+
Atração foi criada por Taika Waititi, cineasta de "Thor: Amor e Trovão", que também dirige episódios e vive o personagem "Ser Surpremo" na trama
“Nossa Bandeira É a Morte” é cancelada após duas temporadas
A HBO Max cancelou “Nossa Bandeira É a Morte” (Our Flag Means Death) após duas temporadas. O último capítulo foi ao ar em outubro do ano passado. A série estrelada e produzida por Taika Waititi (o diretor de “Thor: Ragnarok” e “Thor: Amor e Trovão”) girava em torno das aventuras do pirata Stede Bonnet, um aristocrata que deixou de lado uma vida de luxos para virar pirata ao lado do infame Barba Negra. Por sua educação refinada, ele era conhecido como “O Pirata Cavalheiro”. Mas embora o personagem tenha existido, a comédia é tudo menos uma dramatização de eventos históricos. A produção está mais para uma avacalhação histórica, em que o destemido Barba Negra se revela um pirata apaixonado, que na 2ª temporada ameaçou ir à forra pelo coração partido por Stede. Criada por David Jenkins (criador de “People of Earth”), a série destacava Rhys Darby (“Jumanji: Bem-Vindo à Selva”) como Stede Bonnet, Waititi como Barba Negra e ainda Fred Armisen (“Schmigadoon!”), Nat Faxon (“The Conners”), Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”), Ewen Bremner (“Trainspotting”) e Joel Fry (“Cruella”). Planos previam 3ª temporada Os planos originais de Jenkins previam três temporadas. Na época da estreia da 2ª temporada, ele declarou: “Eu adoro coisas em trios. Aquela estrutura de primeiro ato, segundo ato, terceiro ato é tão satisfatória quando bem feita. Acho que esse mundo da série é um mundo grande, e se a 3ª temporada for um sucesso, poderíamos seguir de uma maneira diferente. Mas acho que a história de Stede e Ed (Barba Negra) é uma história de três temporadas.” Desta forma, o cancelamento deixou a produção inacabada. “Embora Max a não vá avançar com uma 3ª temporada de ‘Nossa Bandeira É a Morte’, estamos muito orgulhosos das histórias alegres, hilárias e sinceras que o criador David Jenkins, Taika Waititi, Rhys Darby, Garrett Basch, Dan Halsted, Adam Stein, Antoine Douaihy e todo o excelente elenco e equipe trouxeram à vida”, disse um porta-voz de Max em um comunicado. “Também agradecemos aos fãs dedicados que abraçaram essas histórias e construíram uma comunidade linda e inclusiva em torno da série.”
“What We Do in The Shadows” vai acabar na 6ª temporada
O canal pago americano FX anunciou que a comédia de vampiros “What We Do in The Shadows” vai acabar na próxima temporada. Ainda sem data de estreia, o sexto ano de produção marcará a despedida da atração. A série foi criada pelos cineastas responsáveis pelo premiado filme homônimo (“O que Fazemos nas Sombras” no Brasil), a dupla Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”) e Jemaine Clement (“Flight of the Conchords”) – que também estrelou o longa original. O filme venceu diversos festivais, como Sitges, o mais famoso dos eventos internacionais do cinema fantástico, além da mostra Midnight Madness, do Festival de Toronto, com um proposta curiosa: oferecer um olhar sobre o cotidiano de vampiros neozelandeses por meio de um documentário – falso, é claro, ao estilo da série “The Office”. Em sua adaptação para série, a trama sofreu várias mudanças, incluindo locação e intérpretes. Os protagonistas não são mais três vampiros preguiçosos, mas dois vampiros e uma vampira que não aceita desaforos, e ainda há um vampiro enérgico (que suga energias com sua chatice) e um assistente humano. Todos vivem nos Estados Unidos. O elenco é formado por Matt Berry (da saudosa série “The IT Crowd”), Natasia Demetriou (“Year Friends”), Kayvan Novak (“As Aventuras de Paddington”), Harvey Guillen (“The Magicians”) e Mark Proksch (“The Office”). “What We Do in The Shadows” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+. Veja o trailer da temporada mais recente.
Taika Waititi diz que não gostava de Thor e só fez filmes da Marvel por dinheiro
Em um episódio recente do podcast “SmartLess”, o diretor Taika Waititi chutou o balde, fazendo uma revelação surpreendente sobre sua entrada no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Apesar de hoje ser reconhecido por sua direção em “Thor: Ragnarok” (2017) e “Thor: Amor e Trovãor” (2022), ele confessou que sua decisão inicial de se juntar à Marvel foi motivada apenas por razões financeiras. “Você sabe, eu não tinha interesse em fazer um desses filmes”, disse Waititi. Ele destacou que a necessidade de prover para sua recém-ampliada família foi um fator decisivo. “Eu estava pobre e tinha acabado de ter meu segundo filho, e pensei, ‘Sabe de uma coisa, isso seria uma ótima oportunidade para alimentar essas crianças'”, explicou. Além de compartilhar sua relutância inicial, o cineasta neozelandês também disse que não gostava de “Thor” antes de assumir o projeto. “Vamos encarar – era provavelmente a franquia menos popular”, observou ele. Waititi admitiu que nunca foi um leitor ávido dos quadrinhos de “Thor” na infância, chegando a expressar desdém inicial pelo personagem. “Eu nunca li quadrinhos do ‘Thor’ quando era criança. Esse era o gibi que eu pegava e pensava ‘Aff’. E então eu fiz alguma pesquisa sobre isso, e li um gibi do ‘Thor’ ou 18 páginas, ou o quanto eles duram. Eu ainda estava perplexo com esse personagem.” Ele até brincou sobre as baixas expectativas da Marvel ao contratá-lo: “Eu acho que eles não tinham mais para onde ir. Bem, eles me chamaram, isso é realmente o fundo do poço.” Apesar das dúvidas iniciais, “Thor: Ragnarok” alcançou aclamação crítica (93% de aprovação no Rotten Tomatoes) e sucesso de bilheteria, arrecadando US$ 853 milhões globalmente. Já “Amor e Trovão” não teve um desempenho forte, com US$ 760 milhões, e dividiu opiniões (63% no Rotten Tomatoes). Recentemente, Waititi informou que provavelmente não retornará para dirigir outro filme de “Thor”, devido a compromissos assumidos para os próximos seis anos. “Eu sei que não estarei envolvido”, disse ele sobre as funções de direção em “Thor 5”. “Vou me concentrar nesses outros filmes que fechei… Mas eu amo a Marvel, amo trabalhar com eles. Eu amo Chris [Hemsworth]”, disse ao Business Insider.
Criador de “Ahsoka” é novo Direção de Criação do universo Star Wars
O arquiteto das séries de “Star Wars” na Disney+, Dave Filoni, foi promovido a Chief Creative Officer, Diretor de Criação da Lucasfilm, consolidando ainda mais sua influência no futuro da galáxia muito, muito distante. Mantendo seu título de Vice-Presidente Executivo obtido em 2020, Filoni agora terá uma participação mais intensa no desenvolvimento narrativo da Lucasfilm, enquanto Kathleen Kennedy segue como Presidente da empresa. Filoni tem sido uma figura-chave na construção do universo “Star Wars” desde a criação das séries animadas “Star Wars: The Clone Wars” (2008) e “Rebels” (2014), mas seu conhecimento do universo concebido por George Lucas provou-se especialmente útil a partir do lançamento de “The Mandalorian” em 2019 e todas as produções live-action que se seguiram na Disney+. Próximos projetos Em uma entrevista à Vanity Fair, Filoni revelou estar “explorando uma possível 2ª temporada” da série “Ahsoka”, protagonizada por Rosario Dawson, e que marca a transição da personagem do universo animado para o live-action. Além disso, ele se prepara para dirigir seu primeiro longa-metragem “Star Wars” em live-action, que promete unificar as narrativas das séries da Disney+. Fora as criações de Filoni, “Star Wars” também terá em breve duas novas séries na Disney+: “Skeleton Crew”, de Jon Watts e Christopher Ford, e “The Acolyte”, dirigida por Leslye Headland. Sem esquecer a 2ª temporada de “Andor”, de Tony Gilroy. Outros projetos em desenvolvimento incluem filmes de James Mangold, Taika Waititi, Shawn Levy e Sharmeen Obaid-Chinoy. Filoni enfatiza a importância de sua experiência prática: “Para realmente ajudar cineastas, foi muito importante para mim vivenciar isso em primeira mão. Posso também oferecer uma perspectiva sobre os desafios que contar essas histórias apresentará. Sinto-me mais capaz de ser realmente útil, além de apenas dizer, ‘Bem, os Jedi são assim, e os Sith são assim…'”










