Supergirl: Ator de Two and a Half Men aparece em primeira foto como Lex Luthor
A rede CW divulgou a primeira foto do ator Jon Cryer (o Alan Harper de “Two and a Half Men”) como o supervilão Lex Luthor na série “Supergirl”. Ele aparece numa cela de presídio de segurança máxima, situação bastante aludida na série. A aparição está prevista para o 15º episódio da atual 4ª temporada de “Supergirl”, que irá ao ar apenas em 17 de março. Intitulado “O Brother, Where Art Thou?”, o episódio ganhou sinopse: “Lex Luthor tenta contatar Lena (Katie McGrath) da prisão e fará de tudo para convencê-la a participar de um de seus planos, inclusive colocar a vida de uma de suas amigas em risco.” Interpretada por Katie McGrath (a Morgana de “Merlin”), Lena Luthor entrou na 2ª temporada e logo se firmou como antítese do irmão, tornando-se a melhor amiga de Kara Danvers, a identidade civil de Supergirl (vivida por Melissa Benoist). Sua chegada também fez o nome de Lex Luthor ser citado à exaustão na série. Mas, até aqui, todas as referências aludiam ao fato de que ele estava preso e distante. A influência do vilão, porém, invadiu a trama por meio de suas invenções, pela aparição de sua mãe Lilliam Luthor (Brenda Strong, de “Desperate Housewives”), dedicada a manter viva a luta do filho contra a presença de alienígenas (como Supergirl) na Terra e, na atual temporada, pela chegada de dois capangas clássicos, os irmãos Otis (Robert Baker, de “The Originals”) e Mercy Graves (Rhona Mitra, de “The Last Ship”). “Supergirl” retomou a exibição da segunda metade de sua 4ª temporada no último domingo (20/1) nos Estados Unidos, e pode ser vista no Brasil pelo canal pago Warner.
Primeira super-heroína transexual da TV revela seu uniforme
A rede CW divulgou a primeira imagem uniformizada da nova super-heroína da série “Supergirl”. Trata-se da Sonhadora (Dreamer), identidade de Nia Nal. A personagem foi introduzida no começo da atual 4ª temporada e já manifestou seus poderes como uma nova jornalista da CatCo, mas ainda não apareceu trajada para combater o crime. Nia vai virar a primeira heroína transexual da TV e sua transformação servirá de contraponto aos vilões da temporada, que promovem preconceitos para manipular as massas, visando assumir o poder. Ela é interpretada pela atriz Nicole Amber Maines (vista em “Royal Pains”), que nasceu com o nome de Wyatt Maines em 7 de outubro de 1997, junto com seu irmão gêmeo Jonas, e se descobriu transgênero aos três anos de idade – mas precisou chorar muito e sofrer para ter a identidade sexual respeitada em sua própria casa, já que o pai não a deixava usar os vestidos cor-de-rosa que ela queria. Foi na 4ª série do ensino fundamental que ela decidiu se chamar Nicole, como sua personagem favorita da série infantil “Zoey 101” (2005–2008), do canal Nickelodeon. E aos 15 anos de idade, já aceita pela família, passou a lutar por seus direitos na escola. Humilhada, ela não podia ir ao banheiro da instituição, porque foi impedida de frequentar o banheiro feminino após a reclamação do avô de uma de suas colegas. Também não podia ir ao banheiro masculino, onde sofria bullying. A família de Nicole entrou com uma ação na Justiça por sentir que ela estava sofrendo discriminação. Em junho de 2014, a Suprema Corte dos Estados Unidos concluiu que o distrito escolar havia violado seus direitos humanos. A família Maines recebeu uma indenização de US$ 75 mil e a escola foi proibida de impedir alunos transgêneros de entrar no banheiro com qual se identificassem. A decisão criou jurisprudência e se transformou num marco histórico na luta pela aceitação da comunidade trans. E tornou a ainda adolescente Nicole Maines conhecida em todo o país. Aos 18 anos, ela contou sua história no livro “Becoming Nicole”, escrito por Amy Ellis Nutt, jornalista do Washington Post, com o objetivo de mostrar a falta de preparo dos pais e das instituições para lidar com crianças transexuais. A publicação entrou na lista dos livros mais vendidos do New York Times e recebeu diversos prêmios. Naquele mesmo ano de 2015, Nicole estreou como atriz, participando da série “Royal Pains”, num episódio sobre os perigos sofridos por uma adolescente trans ao usar hormônios. No ano seguinte, foi destaque no documentário “The Trans List”, da HBO. Agora, dá início ao resto de sua vida, com seu primeiro papel recorrente numa série da TV aberta nos Estados Unidos, sem perder de vista que tudo começou com a vontade de usar um vestido rosa e ir ao mesmo banheiro de suas colegas de aula. Em “Supergirl”, a jovem ativista continuará a fazer história ao virar a heroína Sonhadora, bastante conhecida dos leitores da Legião de Super-Heróis, o grupo do século 31 que foi introduzido em “Supergirl” na temporada passada. Entretanto, a versão da série é bem diferente dos quadrinhos. E o uniforme com máscara e muito verde reforça isso. Loira nos gibis, ela sempre usou uniforme branco e nunca escondeu seu rosto. Embora a identidade civil de Sonhadora tenha sido pouco explorada pela DC Comics, seu nome original não é Nia, mas Nura Nal. Além disso, ela existe em outro século e vem de outro planeta, chamado Nalor. Seu poder é quase uma doença, uma condição que a faz sofrer de narcolepsia, dormir subitamente. Neste estado, Sonhadora manifesta a habilidade especial de literalmente sonhar. E as imagens de seus sonhos são visões do futuro que sempre se realizam, ainda que lhe cheguem incompletas. Os poderes e o sobrenome parecem ser os únicos elos em comum entre a personagem impressa e a da tela. Mas Brainiac 5 já a chamou de Nura Nal na série, num ato supostamente falho. Ela também não é uma morena transexual nos quadrinhos, mas uma loira platinada inspirada por pin-ups e starlets de Hollywood – como Jayne Mansfield e Mamie van Doren – , desenhada por John Forte em 1964 como a mais bonita e glamourosa das heroínas do futuro. Detalhe: na época, ela era chamada de Dream Girl, a Garota dos Sonhos. Mas um fato divertido – e relativamente recente – é que Sonhadora já compartilhou o corpo de Brianiac 5, o que não deixa de ser uma analogia para a transexualidade. Ao ganhar novamente um corpo feminino, ela terminou se casando com Brainy – antes da DC anular todos os casamentos da Legião dos Super-Heróis com muitos reboots desnecessários. Vale lembrar que, após estrear na temporada passada, Brainiac 5 virou personagem fixo da série, interpretado por Jesse Rath. E os dois tem compartilhado várias cenas juntos. O uniforme da Sonhadora vai aparecer no episódio “Blood Memory”, previsto para 27 de janeiro nos Estados Unidos, mas só será vestido no capítulo “Menagerie”, que irá ao ar em 17 de fevereiro. No Brasil, a série é transmitida pelo canal pago Warner Channel, e também está disponível no catálogo da Netflix.
Diretor de Game of Thrones vai comandar piloto da série da Batwoman
A repercussão da participação de Batwoman no crossover “Elseworlds”, no final do ano passado, animou a rede CW a investir na produção do piloto da série própria da heroína. A possibilidade de Batwoman ganhar uma série já existia antes mesmo da contratação de Ruby Rose (“Megatubarão”) para o papel. Mas a CW decidiu consolidar a aposta ao trazer o diretor David Nutter para comandar seu piloto. Conhecido nos bastidores das séries como “encantador de pilotos”, ele foi o responsável pelos pilotos de “Arrow” e “The Flash”, as duas principais séries da CW inspiradas nos quadrinhos da DC Comics – além de “Smallville”, “Supernatural” e até a “Roswell” original, para citar apenas as produções da WBTV. Em toda sua carreira, ele nunca dirigiu um piloto que não fosse aprovado, ajudando a lançar nada menos que 20 séries desde a cultuada “Comando Espacial” (Space: Above & Beyond) em 1995. Só que isso também o tornou famoso demais (leia-se caro) para a TV aberta, levando-o a seguir carreira como um dos principais diretores das produções da HBO. Episódios do canal pago já lhe renderam dois Emmys – vencidos por “Band of Brothers” e “Game of Thrones” – além de diversas indicações ao prêmio máximo da Academia da Televisão. Para se ter noção do quanto ele é valorizado, Nutter assina nada menos que metade dos episódios da vindoura temporada final de “Game of Thrones”. Em “Batwoman”, ele vai dirigir um roteiro de Caroline Dries (“The Vampire Diaries”), que será a showrunner quando a série for oficialmente aprovada. Refletindo a personagem dos quadrinhos, Kate Kane, a Batwoman, será a primeira super-heroína abertamente lésbica a ter sua própria série de TV. E tanto sua intérprete quanto a showrunner da atração compartilham essa mesma orientação sexual. Com a expectativa de aprovação inevitável, a série da heroína deve ir ao ar ainda em 2019.
Referências a John Diggle como Lanterna Verde vão continuar após Elseworlds
Batwoman chamou mais atenção, mas outro super-herói famoso também pode ter sido introduzido em “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. Ninguém menos que o Lanterna Verde. A introdução não foi explícita. Apenas sugerida. Mas sua repercussão pode render desdobramentos que nem os produtores das séries previam, como a inclusão do herói no Arrowverso. Um dos principais easter eggs da produção ocorreu quando Superman (Tyler Hoechlin) chega na Terra 1 e cumprimenta John Diggle (David Ramsey) pelo primeiro nome como se fosse bastante íntimo, perguntando-lhe porque não estava usando seu anel. A produtora de “Arrow”, Beth Schwartz, confirmou a referência. Não só isso. Ela revelou que as alusões a John Diggle como o Lanterna Verde John Stewart vão continuar aparecendo no Arrowverso. No entanto, ela não garante que o personagem se tornará o Lanterna Verde. “Vamos continuar. Nós estamos empolgados com essa referência. Mas eu não sei o que realmente vem pela frente”, contou a showrunner, em entrevista ao site ComicBook. Na mesma entrevista, o showrunner de “The Flash”, Todd Helbing, completou a informação, revelando que não “há nada escrito” sobre o Lanterna Verde no Arrowverso. Ainda. Nos quadrinhos, Hal Jordan, o Lanterna Verde original, era o melhor amigo de Oliver Queen, o Arqueiro Verde, e os dois chegaram a dividir a mesma revista durante os anos 1970 – publicação que marcou época, ao revelar Ricardito (Speedy) como viciado em drogas. John Stewart surgiu por volta dessa época, em 1971, quando o artista Neal Adams sugeriu criar um um Lanterna Verde substituto, durante uma crise de identidade de Jordan. A decisão de tornar o personagem negro foi tomada junto com o editor Julius Schwartz. E isso fez do novo Lanterna Verde o primeiro herói negro da DC Comics, seis anos antes do lançamento do Raio Negro (protagonista da série “Black Lightning”). Originalmente, o personagem era um arquiteto. Mas sua origem foi “corrigida” nos reboots da DC para lhe dar um passado militar. Exatamente como John Diggle. Após registrar as maiores audiências das séries de super-heróis da rede CW em 2018, “Elseworlds” chega ao Brasil neste domingo (16), com exibição dos três episódios consecutivos no canal pago Warner.
Elseworlds: Super-heróis têm maior audiência do ano com crossover, que estreia domingo no Brasil
O crossover “Elseworlds” rendeu as maiores audiências das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl” em 2018 nos Estados Unidos, com o episódio final registrando 2,1 milhões de telespectadores ao vivo. Contando uma história completa, a atração introduziu Batwoman (Ruby Rose), Lois Lane (Elizabeth Tullock) e o Monitor (LaMonica Garrett) no Arrowverso, e será exibida neste domingo (16/12) no Brasil. A história também funcionou como midseason finale para as três séries, que só voltarão a ter novos episódios a partir da segunda metade de janeiro. E ainda serviu de aperitivo para o próximo grande crossover dos super-heróis: “Crise nas Infinitas Terras”, anunciado nos momentos finais de “Elseworlds”.
DC anuncia seu próximo crossover de séries de super-heróis: Crise nas Infinitas Terras!!!
O final de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, apresentou um anúncio-surpresa que deve ter derrubado os fãs de quadrinhos de suas poltronas. Pela primeira vez, a rede CW resolveu antecipar o título de seu próximo crossover. E com a antecedência de um ano! Isto porque não será um crossover qualquer, mas o maior de todos os crossovers da DC Comics, aquele que originou o primeiro reboot da história dos quadrinhos… “Crise nas Infinitas Terras”. Só o título é capaz de arrepiar o fanboy mais enrustido. Toda a preparação de “Elseworlds” parecia se encaminhar para esse projeto. Por conta dos personagens envolvidos no crossover deste ano e das pistas despejadas em “The Flash”, a Pipoca Moderna (quem mais?) cravou em setembro que “Crise nas Infinitas Terras” seria o próximo grande evento das séries de super-heróis da DC. Para quem não lembra, a trama de “Crise nas Infinitas Terras” foi concebida com o objetivo simplificar a cronologia confusa de universos alternativos e Terras paralelas, que saiu do controle após começar de forma criativa, com a introdução da Terra 2 em 1961, nos quadrinhos do Flash. A ideia era juntar todos os personagens de Terras paralelas num mesmo universo coeso, que se reiniciaria após o desfecho do evento. Por sinal, a mesma confusão vem marcando as séries da rede CW, com a separação entre a Terra de Supergirl e a dos demais personagens. Nos quadrinhos, a solução para eliminar o conceito do Multiverso foi uma catástrofe sem precedentes, que destruiu todas as Terras paralelas, reunindo os sobreviventes de outras dimensões na única Terra remanescente, a Terra 1 (também chamada de Terra Prime). O evento foi tão traumático que alterou as próprias linhas do tempo, apagando a lembrança das outras Terras. Tudo precipitado pela curiosidade de um cientista e seu desejo de conhecer a origem de tudo. “Crise nas Infinitas Terras” revela que, ao viajar no tempo até o big bang, um homem chamado Krona foi responsável por criar o Multiverso, num momento que também originou duas entidades poderosas, o Monitor e sua antítese, o Antimonitor. Enquanto o primeiro simboliza o encantamento com a criação original, o segundo visava sua destruição, obcecado pela entropia universal. E para enfrentar esta ameaça, o Monitor recruta todos os super-heróis do Multiverso, que precisam unir forças e fazer sacrifícios brutais para impedir o fim de tudo. A cargo do escritor Marv Wolfman e do artista George Pérez (mesma dupla que transformou a então Turma Titã numa sensação editorial dos anos 1980), a história de 1985 ficou famosa por matar super-heróis clássicos, como o Flash (a versão de Barry Allen) e a Supergirl (Linda Lee Danvers), o que foi um choque para os leitores da época. Os dois super-heróis fazem parte do atual universo televisivo da DC Comics – e, alguns reboots depois, também já voltaram à ativa nas publicações da editora. O principal sinal de que a equipe do produtor Greg Berlanti cometeria a ousadia de adaptar essa trama épica surgiu quando o ator LaMonica Garrett (de “Designated Survivor”) foi escalado para interpretar Mar Novu, mais conhecido como o Monitor, em “Elseworlds”. Menos evidente, outra pista veio com a inclusão de um personagem secundário entre os criminosos vistos no Asilo Arkham, na segunda parte de “Elseworlds”: o Pirata Psíquico, que foi vivido por Bob Frazer (do terror “1922”). Nos quadrinhos, o vilão é o único habitante da Terra que se lembra do multiverso após o reboot da “Crise”. Isso o enlouquece. Mas há outro detalhe importante em relação ao personagem no universo televisivo da DC Comics: ele foi citado em “The Flash” muito antes de estrear em “Elseworlds”. A famosa reportagem de um jornal do futuro sobre o desaparecimento do herói após uma Crise, evocada desde a 1ª temporada e retomada na 5ª e atual de “The Flash”, refere-se a Roger Hayden, identidade do Pirata Psíquico, como alguém que “afirma se lembrar dos acontecimentos”. O artigo sempre revisto pelo herói no computador de Gideon afirma que o vilão “disse após sua prisão: ‘Mundos viveram, mundos morreram. Nada será como antes.'” O último episódio de “Elseworlds” foi ao ar na noite de terça (11/12) nos EUA e os três episódios do crossover completo serão exibidos no próximo domingo (16/12) no Brasil, pelo canal pago Warner. Já o próximo crossover, “Crise nas Infinitas Terras”, só será transmitido no final de 2019. Até lá, muitas teorias, especulações e até informações verdadeiras alimentarão a ansiedade dos fãs. A principal dúvida, claro, é se o tamanho épico da história irá se limitar ao universo televisivo da rede CW ou incluirá também os heróis da plataforma DC Universe, cujas séries compartilham o mesmo produtor, Greg Berlanti. Já imaginaram? Com ou sem “Titãs” e cia., “Crise nas Infinitas Terras” promete ser o maior crossover televisivo de todos os tempos. Na verdade, isto é o mínimo que se espera dessa história. Veja abaixo o logo oficial do evento em captura de tela e lembre de um tributo já feito à história clássica num pôster da 2ª temporada de “Supergirl”.
Elseworlds: Superman enfrenta sua versão de preto no trailer do final do crossover
A rede The CW divulgou o trailer e um novo vídeo de bastidores da terceira e última parte de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. A prévia destaca a luta entre Superman (Tyler Hoechlin) e sua versão de uniforme preto, criada por interferência do Monitor (LaMonica Garrett) para testar como os heróis enfrentam realidades diferentes e prepará-los para uma vindoura “crise”. As diferentes realidades são extraídas das páginas do livro do Destino, que os leitores dos quadrinhos devem relacionar à trama de “Sandman” escrita por Neil Gaiman. Como Constantine faz parte do Arrowverse, esse contrabando da Vertigo (a linha de quadrinhos adultos da DC) acaba justificado. O livro é responsável pela criação de realidades alternativas, que dão título ao crossover. “Elseworlds” é nome de um selo da DC Comics que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. O enredo televisivo explora essas realidades alternativas como introdução de elementos da famosa história em quadrinhos “Crise nas Infinitas Terras”, que definitivamente está no radar dos produtores para um desenvolvimento futuro. “Elseworlds” encerra sua história nesta terça (11/12), com a exibição do episódio de “Supergirl” nos EUA. Os três episódios do crossover completo serão exibidos no próximo domingo (16/12) no Brasil, pelo canal pago Warner.
Estreia de Batwoman no crossover Elseworlds gera clamor pela série solo da heroína
A estreia de Batwoman no crossover “Elseworlds” foi recebida com unanimidade pelo público americano, que logo após a exibição do episódio de “Arrow”, na noite de segunda (10/12), rasgou elogios para a atriz Ruby Rose nas redes sociais. “Estou totalmente à bordo da série de Batwoman com Ruby Rose”, escreveu um. “O pouco tempo que ela apareceu já me convenceu: Ruby Rose é a Batwoman”, acrescentou outro. “Eu até viro gay para Ruby Rose naquele uniforme”, disse uma fã já apaixonada. “Batwoman é sensacional. Eu quero mais”, etc. Houve também muitas referências positivas à química e à parceria formada entre Batwoman e Supergirl em seu primeiro encontro. “Melhores do mundo, sim”, exclamou uma internauta, referindo-se ao apelido das parcerias entre Batman e Superman nos quadrinhos – “World’s Finests” em inglês. “Quero um crossover só com Kara e Batwoman a seguir”, entusiasmou-se outro. “Batwoman/Supergirl crossovers!”, pediu mais um, repetindo a frase logo em seguida em caixa alta, para não deixar dúvidas. São centenas de comentários, todos positivos. A rede CW já tinha encomendado um piloto para a série solo da personagem, mas o grande teste era a repercussão de sua aparição em “Elseworlds”. Ruby Rose (“Megatubarão”) mais que aprovou no papel. A série está sendo desenvolvida por Caroline Dries, que tem uma longa história junto à CW, tendo trabalhado como roteirista e produtora em “The Vampire Diaries” e “Smallville”. Além disso, ela compartilha a mesma orientação sexual de Ruby Rose e da heroína dos quadrinhos. “Batwoman” será a primeira série de super-herói protagonizada por uma personagem homossexual, após vários heróis gays serem introduzidos como coadjuvantes no Arrowverso. Ainda não há previsão de estreia para a nova atração, mas os fãs querem para ontem, como demonstraram no Twitter. Veja abaixo parte da repercussão, em inglês. I’m already fully on board for a #Batwoman show staring Ruby Rose!! #Arrow #Elseworlds — Charles Jacker (@xChuckJx) December 11, 2018 Also, I’m totally on board with a Batwoman show. The little screen time she had convinced me enough to make that claim. She is BATWOMAN. #Batwoman — Wonder Boy (@myendisnow) December 11, 2018 I'd definitely go gay for Ruby Rose in that batwoman suit? #ElseWorlds — Jennine Johnson (@JeNvY_) December 11, 2018 Ruby Rose did perfectly on the Elseworlds crossover. She’s got the moxie to be Batwoman. #RubyRose #KateKane #Batwoman — Tanner Todora-Willard (@Tanman212) December 11, 2018 #Batwoman is amazing!! I want more!! ???? pic.twitter.com/ZUFn7vPHQu — ⚡️The Flash⚡️ (@TheFlashfan10) December 11, 2018 Batwoman And Supergirl, I Am Totally Here For It!! #WorldsFinest YESSSS ??!! #Elseworlds — Nefertari Burns (@Nefertari_4Ever) December 11, 2018 O my gosh yes… was a little disappointed in part1, but part2 showed good stuff for Kara ; Want #Supergirl and #Batwoman crossover next year – #WorldsFinest ; — Balooey (@Curious1Lisa) December 11, 2018 Batwoman/Supergirl crossovers. BATWOMAN/SUPERGIRL CROSSOVERS. #WorldsFinest #Elseworlds — Jon Scott (@JMScott193) December 11, 2018
Elseworlds: Super-heróis vão para Gotham em prévias da segunda parte
Após passar por Smallville na primeira parte, o segundo episódio de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, leva os heróis a Gotham City. A cidade aparece numa cena e é tema de um vídeo de bastidores divulgado pela rede CW, que traz cenas inéditas e comentários da produtora Beth Schwartz. Entre os marcos da cidade, aparecem o batsinal e o Asilo Arkham, e os vídeos também introduzem Ruby Rose (“Megatubarão”) como Kate Kane e Batwoman. “Elseworlds: Part 2” vai ao ar no episódio de “Arrow” desta segunda (10/12) nos Estados Unidos. E a terceira e última parte será exibida na terça (11/12) em “Supergirl”. Os fãs brasileiros não precisarão esperar muito para ver esses capítulos. Eles ganharão exibição especial consecutiva no próximo domingo (16/12) no canal pago Warner.
Elseworlds: Crossover das séries de super-heróis da DC faz homenagem à Smallville
A primeira parte de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”, fez uma homenagem explícita à antiga série “Smallville”. Exibido no domingo (9/12) nos Estados Unidos, o capítulo mostrou Flash (Grant Gustin) e Arqueiro Verde (Stephen Amell) em busca de Supergirl (Melisa Benoist). Eles acabam se encontrando na fazenda Kent, cenário de “Smallville”, onde também estão Superman (Tyler Hoechlin) e Lois Lane (a estreante Elizabeth Tulloch), personagens da série clássica. E se isso não fosse suficiente, a chegada na fazenda foi acompanhada pelo som de “Save Me”, de Remy Zero, trilha da produção dos anos 2000. Não é a primeira vez que o Arrowverso referencia “Smallville”. Um dos melhores episódios da temporada passada de “Supergirl”, intitulado “Midvale”, contou com participação em off de Chloe Sullivan, personagem daquela atração. A segunda parte de “Elseworlds” vai ao ar nesta segunda (10/12) e a terceira e última será exibida na terça (11/12) nos EUA. Mas os fãs brasileiros não precisarão esperar muito para ver esses capítulos. Eles ganharão exibição especial consecutiva no próximo domingo (16/12) no canal pago Warner.
Elseworlds: Primeira parte do crossover dos super-heróis adianta três cenas e vídeo de bastidores
A rede The CW divulgou três cenas e um novo vídeo de bastidores da primeira parte de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. A prévia destaca a confusa troca de identidades entre Flash (Grant Gustin) e Arqueiro Verde (Stephen Amell), além da estreia de Lois Lane (Elizabeth Tulloch) no Arrowverso, em cenas gravadas na fazenda Kent, cenário clássico da série “Smallville”. A sinopse oficial explica a premissa da história. “No crossover, as experiências do Dr. John Deegan (Jeremy Davies) no Arkham Asylum acabam reescrevendo a realidade, fazendo com que Barry Allen (Grant Gustin) e Oliver Queen (Stephen Amell) troquem totalmente de identidades, incluindo seus uniformes e poderes. Além dos dois, a Supergirl (Melissa Benoist) é a única que consegue perceber os heróis como se eles ainda estivessem vivendo suas próprias vidas”. O título escolhido para o crossover, “Elseworlds”, também é uma referência importante. Ele é o mesmo de um selo da DC Comics que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. O enredo televisivo vai explorar realidades alternativas, mas também serve de introdução para elementos da famosa história em quadrinhos “Crise nas Infinitas Terras”, que parece estar no radar dos produtores para um desenvolvimento futuro. “Elseworlds” irá ao ar entre este domingo (9/12) e terça (11/12) nos EUA. E ganhará exibição especial dos três episódios no próximo domingo (16/12) no Brasil, pelo canal pago Warner.
Elseworlds: Vídeo de bastidores do crossover destaca estreia de Batwoman e conexão com Smallville
A rede The CW divulgou um vídeo de bastidores de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. A prévia traz depoimentos do elenco e destaca a confusa troca de identidades entre Flash (Grant Gustin) e Arqueiro Verde (Stephen Amell), além das estreias de Lois Lane (Elizabeth Tulloch) no Arrowverso, a primeira aparição de Batwoman (Ruby Rose) numa produção live action da DC Comics e a volta de John Wesley Shipp com seu uniforme clássico do Flash dos anos 1990. E por falar em uniforme, Superman (Tyler Hoechlin) também aparece em seu traje negro. Mas o melhor para os fãs do herói é que ele, Lois e Supergirl (Melissa Benoist) gravaram cenas na fazenda Kent, cenário clássico da série “Smallville”. A sinopse oficial explica a premissa da história. “No crossover, as experiências do Dr. John Deegan (Jeremy Davies) no Arkham Asylum acabam reescrevendo a realidade, fazendo com que Barry Allen (Grant Gustin) e Oliver Queen (Stephen Amell) troquem totalmente de identidades, incluindo seus uniformes e poderes. Além dos dois, a Supergirl (Melissa Benoist) é a única que consegue perceber os heróis como se eles ainda estivessem vivendo suas próprias vidas”. O título escolhido para o crossover, “Elseworlds”, também é uma referência importante. Ele é o mesmo de um selo da DC Comics que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. O enredo televisivo vai explorar realidades alternativas, mas também serve de introdução para elementos da famosa história em quadrinhos “Crise nas Infinitas Terras”, que parece estar no radar dos produtores para um desenvolvimento futuro. “Elseworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 e 11 de dezembro. E ganhará exibição especial dos três episódios no dia 16 de dezembro no Brasil, pelo canal pago Warner.
Elseworlds: Crossover das séries de super-heróis ganha novo trailer e mais 27 fotos
A rede The CW divulgou um novo trailer e mais 27 fotos de “Elseworlds”, crossover das séries “The Flash”, “Arrow” e “Supergirl”. A prévia destaca a confusa troca de identidades entre Flash (Grant Gustin) e Arqueiro Verde (Stephen Amell), a estreia de Lois Lane (Elizabeth Tulloch) no Arrowverso, a primeira aparição de Batwoman (Ruby Rose) numa produção live action da DC Comics, além do misterioso Monitor (LaMonica Garrett) e o surgimento de nada menos que dois Superman (ambos interpretados por Tyler Hoechlin), sugerindo que o herói de uniforme negro não é o primo de Supergirl (Melissa Benoist). A sinopse oficial explica a premissa da história. “No crossover, as experiências do Dr. John Deegan (Jeremy Davies) no Arkham Asylum acabam reescrevendo a realidade, fazendo com que Barry Allen (Grant Gustin) e Oliver Queen (Stephen Amell) troquem totalmente de identidades, incluindo seus uniformes e poderes. Além dos dois, a Supergirl (Melissa Benoist) é a única que consegue perceber os heróis como se eles ainda estivessem vivendo suas próprias vidas”. O título escolhido para o crossover, “Elseworlds”, também é uma referência importante. Ele é o mesmo de um selo da DC Comics que abriga histórias em quadrinhos passadas fora de cronologia e em universos paralelos – e que foi “traduzido” no Brasil como “Túnel do Tempo”. Para quem não conhece, as histórias publicadas com a marca Elseworlds têm liberdade para imaginar os heróis da editora em situações, épocas e mundos alternativos, sem afetar a linha do tempo principal dos quadrinhos. A iniciativa foi inaugurada em 1989 com “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, graphic novel em que Batman enfrentou Jack, o Estripador na era vitoriana. Títulos como “O Reino do Amanhã”, “Superman: Entre a Foice e o Martelo”, “Batman & Drácula” e “Batman & Houdini” também foram publicados pelo selo. O enredo televisivo vai explorar realidades alternativas, mas também serve de introdução para elementos da famosa história em quadrinhos “Crise nas Infinitas Terras”, que parece estar no radar dos produtores para um desenvolvimento futuro. “Elseworlds” irá ao ar nos EUA entre os dias 9 e 11 de dezembro. E ganhará exibição especial dos três episódios no dia 16 de dezembro no Brasil, pelo canal pago Warner.











