Supergirl: Episódio com participação de Flash ganha oito vídeos
O episódio “World’s Finest” da série “Supergirl” ganhou oito novos vídeos. São seis cenas, um comercial canadense e um featurette sobre os bastidores da produção, que marca o primeiro encontro entre Supergirl e Flash na televisão. As prévias confirmam que os dois personagens pertencem a universos distintos. Até a teoria dos multiversos, que deu origem ao clássico dos quadrinhos “Crise nas Infinitas Terras”, é explicada na tela, após Flash (Grant Gustin) surgir num mundo que nunca ouviu falar dele ou no Arqueiro Verde. Mas não demora para ele se dar bem com Supergirl (Melissa Benoist). Os dois demonstram ótima química juntos e se unem para enfrentar a Banshee Prateada (Italia Ricci) e o retorno da vilã Curto Circuito (Brit Morgan). O conceito do multiverso foi um artifício utilizado para explicar porque Flash e Arqueiro Verde nunca mencionaram Superman em suas séries. Mas também para manter a separação entre as produções, que são exibidas nos EUA em redes diferentes – “The Flash” passa na rede CW, enquanto “Supergirl” é atração da CBS. Essa solução televisiva, porém, cria um paradoxo no universo DC, já que Flash e Superman, o primo de Kara, estarão juntos no filme da Liga da Justiça. Enfim, detalhes. “World’s Finest” irá ao ar na segunda (28/3) nos EUA. No Brasil, “The Flash” e “Supergirl” passam no mesmo canal pago: Warner.
X-Men: Novas fotos destacam o antes e o depois de Anjo e Arcanjo
A revista britânica de cinema Empire divulgou novas imagens do filme “X-Men: Apocalipse”, que incluem a maioria dos personagens mutantes da trama. A seleção permite, pela primeira vez, comparar os visuais de Anjo (Ben Hardy), antes da intervenção de Apocalipse, e Arcanjo, após sua transformação, numa imagem em que aparece junto dos Quatro Cavaleiros. Os demais personagens são Tempestade (Alexandra Shipp), Magneto (Michael Fassbender), Apocalipse (Oscar Isaac), Professor Xavier (James McAvoy), Jean Grey (Sophie Turner), Noturno (Kodi Smith-McPhee), Fera (Nicholas Hoult), Ciclope (Tye Sheridan), Psylocke (Olivia Munn), Mística (Jennifer Lawrence) e Mercúrio (Evan Peters). Mais uma vez dirigido por Bryan Singer (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), o filme vai mostrar a ameaça de Apocalipse, o primeiro e mais poderoso mutante do mundo, que acumulou poderes que o tornaram imortal e invencível. Despertando de um sono de milhares de anos na década de 1980, ele recruta quatro poderosos mutantes para acabar com a humanidade e criar um novo mundo, sobre o qual reinará. Com o destino da Terra em jogo, Mística deve liderar os X-Men, com a ajuda do Professor Xavier, para impedir o fim do mundo. A estreia está marcada para 19 de maio no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Batman vs. Superman quebra recordes e vira maior estreia de super-heróis do mundo
“Batman vs. Superman: A Origem da Justiça” inaugurou oficialmente o universo compartilhado dos super-heróis da DC Comics de forma grandiosa, fulminando os recordes anteriores dos filmes derivados de quadrinhos. Em seu fim de semana de estreia, liderou as bilheterias dos EUA com uma arrecadação de US$ 170,1 milhões. Mas seu impacto foi ainda maior em escala global, acumulando recordes de faturamento no Brasil, China, Índia, Japão, Reino Unido e diversos outros países, para atingir um total impressionante de US$ 424,1 milhões em ingressos vendidos. O resultado foi um cala-a-boca geral, que enquadrou parte dos blogs nerds que profetizaram seu fracasso meses antes da estreia, além da crítica profissional, responsável por resenhas de forte teor negativo. A resposta aos meros 29% de aprovação crítica, na medição do site Rotten Tomatoes, foi uma nota B no CinemaScore, a pesquisa de opinião realizada com o público americano – equivalente a 70% de aprovação, considerando que A+ é 100% e F- é 0%. Os números que realmente importam para a Warner Bros. são ainda mais animadores. Para começar, o predomínio sobre as demais adaptações de quadrinhos do estúdio. Foram quase US$ 10 milhões a mais que o antigo campeão, “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, que fez US$ 160,9 milhões em seu fim de semana de estreia em 2012. A produção ainda quebrou outro recorde, mais importante, superando o maior lançamento já registrado pela Warner nos EUA em todos os tempos: os US$ 169,2 milhões da abertura de “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2” em 2011. Outras marcas históricas batidas incluem: maior lançamento já registrado no fim de semana da Páscoa e maior estreia já vista antes do período do verão americano. Mas o recorde que deve dar mais orgulho à Warner – e render citação no marketing pós-lançamento – é bem mais significativo. Os US$ 420 milhões de arrecadação mundial são simplesmente a maior bilheteria de estreia de um filme de super-herói de todos os tempos. Nem “Os Vingadores” conseguiram isso. De fato, “Batman vs. Superman” só teve abertura global inferior a três outros filmes, “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 529 milhões), “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros” (US$ 524,9 milhões) e o último “Harry Potter” (US$ 483,2 milhões). Em suma, quem previa que seu fracasso forçaria o cancelamento do filme da “Liga da Justiça” e de outros projetos de super-heróis da DC Comics pode começar a refazer as contas. Seu sucesso deve tornar ainda mais prioritárias as adaptações dos quadrinhos da Warner, agora consolidadas como concorrência séria para os filmes da Marvel. A recepção de arrasa-quarteirões do líder das bilheterias deixou pouco espaço para os demais filmes em cartaz. Mesmo assim, “Zootopia” continuou saindo-se bem, com um belo desempenho tanto doméstico quanto internacional – já acumula US$ 696,7 milhões em todo o mundo. O único lançamento amplo que arriscou bater de frente com “Batman vs. Superman” foi “Casamento Grego 2”, apostando que seu público seria outro. Perdeu a aposta, com apenas US$ 18,1 milhões e uma estreia modesta em 3º lugar. Fora dessa disputa milionária, duas cinebiografias musicais abriram em circuito limitado: “I Saw the Light”, com Tom Hiddleston no papel da lenda country Hank Williams, e “Born to Be Blue”, com Ethan Hawk como o jazzista Chet Baker. Ambos tiveram bom desempenho por sala. O primeiro fez US$ 50 mil em 5 salas (US$ 10 mil por sala), enquanto o segundo rendeu US$ 47 mil em 3 salas (US$ 15,7 mil por sala). Ou seja, tiveram o dobro de faturamento por tela que “Casamento Grego 2” (US$ 5,7 mil por sala). BILHETERIA: TOP 10 EUA 1. Batman vs. Superman: A Origem da Justiça Fim de semana: US$ 170,1 milhões Total EUA: US$ 170,1 milhões Total Mundo: US$ 420 milhões 2. Zootopia Fim de semana: US$ 23,1 milhões Total EUA: US$ 240,5 milhões Total Mundo: US$ 696,7 milhões 3. Casamento Grego 2 Fim de semana: US$ 18,1 milhões Total EUA: US$ 18,1 milhões Total Mundo: US$ 26,2 milhões 4. Milagres do Paraíso Fim de semana: US$ 9,5 milhões Total EUA: US$ 34,1 milhões Total Mundo: US$ 34,4 milhões 5. A Série Divergente: Convergente Fim de semana: US$ 9,5 milhões Total EUA: US$ 46,6 milhões Total Mundo: US$ 118,4 milhões 6. Rua Cloverfield, 10 Fim de semana: US$ 6 milhões Total EUA: US$ 56 milhões Total Mundo: US$ 68,1 milhões 7. Deadpool Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 349,4 milhões Total Mundo: US$ 745,9 milhões 8. Invasão a Londres Fim de semana: US$ 2,9 milhões Total EUA: US$ 55,6 milhões Total Mundo: US$ 55,6 milhões 9. Hello, My Name is Doris Fim de semana: US$ 1,7 milhão Total EUA: US$ 3,2 milhões Total Mundo: US$ 3,2 milhões 10.Decisão de Risco Fim de semana: US$ 1 milhão Total EUA: US$ 1,7 milhão Total Mundo: US$ 1,7 milhão
Batman vs. Superman é sério, sombrio e violento. Em suma, não é um filme da Marvel
O trailer que contava mais ou menos o resumo da história prometia algo pavoroso. E aquele resumo é mesmo o que é mostrado no cinema. Mas “Batman vs. Superman: A Origem da Justiça”, o novo filme de super-heróis de Zack Snyder, não é tão ruim quanto algumas (a maioria das) críticas prometem. Seu “pecado”, aparentemente, é não ser um filme da Marvel. De modo geral, o filme segue a linha das adaptações dos quadrinhos da DC Comics dos últimos anos, com histórias mais dramáticas e épicas, que privilegiam os aspectos mais sombrios dos quadrinhos. Tal preferência se manifesta até na escolha de filtros e uma palheta de cores mais escura, além de trilha sonora triste e efeitos visuais de fim de mundo. É, de fato, grande o contraste com a leveza das aventuras da Marvel/Disney. E isso é bem demarcado logo nos créditos de abertura, que resumem as memórias do trauma de infância de Bruce Wayne, na noite em que ele perdeu seus pais durante um assalto em uma rua mal iluminada. Por sinal, os créditos iniciais – elemento tão elegante e em falta no cinema atual -, revelam uma preocupação em reintroduzir Bruce Wayne para situá-lo nesse “novo” universo compartilhado com Superman, incorporando-o aos eventos mostrados no último ato de “O Homem de Aço” (2013), também de Snyder. Ou seja, toda aquela destruição causada durante a luta entre Superman (Henry Cavill) e o General Zod (Michael Shannon), que causou controvérsia entre os fãs dos quadrinhos, devido aos milhares de mortes que resultariam de tamanha violência, não só foi levada em consideração como virou o marco da animosidade inicial entre os dois heróis, fornecendo a motivação que faz Batman (Ben Affleck, muito bem no papel) encarar o kryptoniano como uma ameaça para a humanidade. Além disso, a intervenção de Lex Luthor contribui para que os dois se confrontem, por mais que suas motivações não sejam muito bem exploradas, o que tornam o vilão o ponto mais fraco do filme. Ainda assim, Jesse Eisenberg constrói uma imagem até simpática de menino mimado para seu Luthor, fugindo dos estereótipos de supervilões chatos e histéricos. Tanto é que apenas em determinado momento o público o vê como alguém desprezível de verdade. O clima sombrio também se manifesta na personalidade dos protagonistas. Bruce Wayne, em conversa com seu mordomo e parceiro Alfred (Jeremy Irons), afirma ser mesmo um criminoso. E esse seu aspecto fica ainda mais marcante durante seu combate com Superman, uma figura que também é (quase) contaminada pelo ódio generalizado. “Não há como escapar da maldade” (ou algo assim), ele afirma em uma sequência, em conversa rápida com Lois Lane (Amy Adams). Lois, inclusive, é quem mais surpreende na trama. Como está encantadora! Ela se revela tão heroína quanto a Mulher Maravilha (Gal Gadot, deslumbrante), apesar de ser apenas uma jornalista, que por acaso é namorada do sujeito mais poderoso da Terra. Quanto à famosa amazona dos quadrinhos, sua aparição é relativamente pequena, embora crie frisson ao surgir em cena, para ajudar os heróis a enfrentar o supervilão Apocalipse – isso só é spoiler para quem não viu o trailer, veiculado à exaustão desde o ano passado. E a música-tema da Mulher Maravilha é tão linda quanto ela. Quem tem/teve um pouco de contato com os quadrinhos nas últimas décadas sabe que Apocalipse é um monstrengo marcante na história do Homem de Aço, e não apenas por ser praticamente indestrutível. Por isso, imaginava-se que ele se tornaria o grande estraga-prazeres de “Batman vs. Superman”. Felizmente, não é bem isso que acontece. Afinal, quem acompanhou a pancadaria de Superman contra Zod no filme anterior já sabe o que esperar agora, ainda que no novo filme tudo seja mais épico e dramático. Com tanta luta, há quem possa reclamar da falta de diálogos mais bem trabalhados, mas Snyder preferiu centrar o seu filme na ação, em especial no embate entre os dois heróis. E não dá para dizer, sinceramente, que cometeu um erro por conta disso. Inclusive, ver o filme em IMAX 3D torna a experiência ainda mais intensa, mal dando para perceber a passagem de suas duas horas e meia de duração. (Há várias cenas filmadas com câmeras IMAX, e dá para percebê-las com a mudança frequente da janela de aspecto.) E por mais que Superman seja essa criatura extraordinária de bondade, um deus vivendo entre os homens e o coração da história, é Bruce Wayne/Batman quem conduz o tom do filme. A inspiração, desde sua amargura solene, sua idade mais avançada e até do uniforme mais escuro do Batman, vem claramente de “Cavaleiro das Trevas”, a graphic novel de Frank Miller. E isso diferencia bastante o personagem de suas encarnações anteriores, menos circunspectas, dando-lhe contornos bem interessantes. Ao final, o herói de Gotham City é quem sai como verdeiro vencedor de “Batman vs. Superman”, embora seja possível atribuir sua vitória a um conjunto de condução narrativa (com duas sequências de sonho fantásticas), excelente elenco de apoio, promessa de uma Liga da Justiça muito interessante para os próximos filmes, uma Mulher Maravilha linda, forte e enigmática, um trabalho de direção de arte e figurinos deslumbrantes, efeitos especiais de ponta (mesmo com o CGI do Apocalipse) e cenas de ação muito boas – inclusive com maior agilidade do Batman, em comparação com os outros filmes do personagem. Por outro lado, quem tem cisma com o Zack Snyder vai continuar encontrando os mesmos defeitos de sempre, podendo reduzir “Batman vs. Superman” apenas a um exercício épico de destruição exagerada, preenchido por diálogos medíocres e mais efeitos que profundidade. Mas, convenhamos, em seus filmes os super-heróis não ganham um assistente mirim como em “Homem de Ferro 3”, que a maioria da crítica aplaudiu. Ao menos, Snyder leva o gênero a sério. A questão, na verdade, parece se resumir ao quão sério devem ser os filmes de super-heróis. E positivamente “Batman vs. Superman” não tem piadinhas, como a maioria dos filmes da Marvel.
Batman vs. Superman bate recorde de bilheteria em estreia no Brasil
O filme “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” registrou uma estreia recorde no Brasil. De acordo com o site Deadline, apenas a bilheteria do dia de lançamento, na quinta-feira (24/3), arrecadou R$ 12,9 milhões, o que representa a maior abertura da história da Warner Bros. no país. O resultado era esperado, tendo em vista que sua distribuição também foi a mais ampla da história da Warner no Brasil. O filme monopolizou 45% de todo o parque exibidor nacional, chegando a mais de 1,3 mil salas de cinema. No resto do mundo, o filme também vem registrando bilheterias significativas. Até sexta, o mercado internacional já rendia US$ 89 milhões para a produção. Além do Brasil, a estreia também foi recorde do estúdio na China, Índia e Japão. Curiosamente, quantia similar, US$ 82 milhões, foi arrecada nos cinemas dos EUA na sexta-feira (25/3), dia da estreia oficial no país. O sucesso de público também demonstra que os super-heróis são invulneráveis à crítica. “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” foi desancado por resenhas demolidoras – que até renderam um vídeo hilário com Ben Affleck – , marcando apenas 29% de aprovação no levantamento do site Rotten Tomatoes. Mas sua exibição continua lotando cinemas. O levantamento oficial da opinião do público americano, pesquisada pelo CinemaScore, deve ser divulgado no domingo. Aproveite e leia a crítica da Pipoca Moderna.
As Tartarugas Ninja 2: Novo trailer destaca vilões e o velho truque do vórtice apocalíptico
A Paramount Pictures divulgou o novo trailer (ainda sem legendas) de “As Tartarugas Ninja 2 – Fora das Sombras”, continuação do filme de 2014. O título alude ao reconhecimento das Tartarugas como “super-heróis”, após saírem do anonimato, levando adiante sua luta contra o crime. A prévia, por sinal, reforça a linhagem heroica ao lançar mão do velho truque do vórtice apocalíptico, visto em “Os Vingadores”, “Quarteto Fantástico” e até na série “The Flash”. Ele é usado de forma gratuita e sem qualquer outra conexão com as demais cenas do vídeo, que, na verdade, serve para destacar a sensualidade de Megan Fox, a participação de Stephen Amell (série “Arrow”) como o herói Casey Jones e a participação dos vilões favoritos da séria animada, os mutantes Bebop (Gary Anthony Williams) e Rocksteady (Stephen Farrelly) – os dois personagens também ganharam pôsteres. Tudo ao som de “No Sleep Til Brooklyn”, dos Beastie Boys, porque, afinal, o moicano de Bebop, a máscara de Jason, quer dizer, de hóquei de Casey, assim como as próprias Tartarugas, são mesmo nostalgia dos anos 1980. Com roteiro de Josh Appelbaum e André Nemec (que pelo primeiro filme foram indicados ao Framboesa de Ouro) e direção de Dave Green (“Terra para Echo”), “As Tartarugas Ninja 2” estreia em 3 de junho nos EUA e duas semanas depois, em 16 de junho, no Brasil.
Trailer do Lego Batman ganha versão dublada
A Warner Bros. divulgou a versão dublada do primeiro trailer da animação “Lego Batman – O Filme”, spin-off de “Uma Aventura Lego” (2014). A prévia zoa da seriedade de Batman, com uma introdução do herói fazendo beatbox, além de mostrá-lo de cueca e máscara. Curiosamente, o trecho do beatbox não foi dublado, mas legendado, criando um contraste entre a voz marcante de Will Arnett, que já foi Batman no filme anterior, e seu dublador nacional. Além dele, o elenco original destaca Michael Cera (“Scott Pilgrim contra o Mundo”) como a voz de Robin, Rosario Dawson (série “Demolidor”) como Batgirl, Ralph Fiennes (“O Grande Hotel Budapeste”) como Alfred, Zach Galifianakis (“Se Beber, Não Case”) como o Coringa e a cantora Mariah Carey (“O Mordomo da Casa Branca”) como a Prefeita de Gotham City. O roteiro foi escrito por Seth Grahame-Smith (“Abraham Lincoln: Caçador de Vampiros”) e a direção está a cargo de Chris McKay (série “Frango Robô”), que trabalhou como supervisor de animação do filme original. “Batman Lego” tem estreia marcada para 9 de fevereiro de 2017 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Série Agents of SHIELD será afetada pelos eventos de Capitão América: Guerra Civil
Pela segunda vez, um filme do Capitão América terá repercussões drásticas e causará mudanças de rumos na série “Agents of SHIELD”. Quem garante é o produtor da atração, Jed Whedon (irmão de Joss, o diretor de “Os Vingadores”). “Definitivamente terá um efeito de onda. É um mundo só, então se existe um evento gigante, ele irá definitivamente ter um efeito de onda no nosso mundo”, ele afirmou, em entrevista ao site The Hollywood Reporter. Vale lembrar que, logo após “Capitão América: O Soldado Invernal” (2014), “Agents of SHIELD” precisou passar por uma reestruturação completa, uma vez que a trama do filme basicamente acabou com a existência da SHIELD. Agora é a vez de “Capitão América: Guerra Civil” mudar o status dos super-heróis e dividir os Vingadores, atropelando, no processo, a criação dos Guerreiros Secretos, um grupo de heróis na trama da série. Os efeitos talvez não sejam tão drásticos quanto os que viraram a série do avesso no final de sua 1ª temporada, mas a SHIELD se tornou, nos episódios mais recentes, uma organização “clandestina oficial” do governo americano. O mesmo governo que tentará controlar os super-heróis e contra quem o Capitão América se insurgirá no filme, que estreia em 28 de abril. Mas, sejam quais forem, as repercussões serão sentidas ainda na 3ª e atual temporada, que só se encerrará em 24 de maio. Por sinal, a série já está renovada para sua 4ª temporada.
Ator de Guardiões da Galáxia vai viver o super-herói Tick em nova série
O ator Peter Serafinowicz, que viveu um dos personagens secundários de “Guardiões da Galáxia” (2014), foi escolhido para viver o “super-herói” Tick em uma nova série desenvolvida para o serviço de streaming Amazon. Personagem de quadrinhos, The Tick ganhou sua primeira revista em 1988, escrita e desenhada pelo jovem Ben Edlund, então com 20 anos de idade. O personagem, que se disfarça de carrapato azul, surgiu como paródia das histórias de super-heróis, e a publicação o mostrava em luta com os mais diferentes vilões, sempre de forma atrapalhada. Fez tanto sucesso que ganhou uma versão animada em 1994. A atração durou três temporadas e é reprisada até hoje. Mas o personagem também teve uma série com atores reais, estrelada por Patrick Warburton (série “Rules of Engagement”), que virou cult, apesar de ter rendido apenas nove episódios em 2001. Assim como as anteriores, a nova atração está sendo desenvolvida pelo criador do personagem dos quadrinhos, o roteirista-produtor Ben Edlund (que também escreve a série “Supernatural”). Além de Serafinowicz, a produção também contratou Griffin Newman (série “Vinyl”), como seu parceiro juvenil Arthur Everest, e Valorie Curry (série “The Following”) como Dot, irmã de Arthur. Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado. O episódio terá direção de Wally Pfister (“Transcendence”). Como de praxe, a Amazon disponibilizará o piloto na internet para ser avaliado pelo público, e apenas após esse feedback determinará se a produção ganhará uma temporada completa.
Críticas negativas de “Batman vs. Superman” deixam Ben Affleck em silêncio
Os cinemas estão lotados, mas a crítica internacional tem sido implacável com “Batman Vs Superman: A Origem da Justiça”. Tanto que o assunto virou tema de piada viral. Um vídeo editado e postado no canal Sabconth, do YouTube, destaca a reação – ou falta dela – de Ben Affleck, diante de uma pergunta sobre as críticas negativas. Enquanto Henry Cavill tenta responder, Affleck simplesmente encara o vazio com um olhar inconsolável, que ganha mais impacto com a adição de uma trilha, o clássico “The Sound of Silence”, de Simon & Garfunkel. Veja abaixo o som do silêncio de Batman.
Mulher Maravilha: Veja a primeira foto das amazonas do filme
A Warner Bros. divulgou, via revista Entertainment Weekly, a primeira imagem das amazonas de Themyscira, a mitológica ilha habitada pelas guerreiras do filme “Mulher-Maravilha” (clique para ampliá-la). A foto mostra Gal Gadot (“Batman vs. Superman”) à frente, como a Princesa Diana, acompanhada por Menalippe (Lisa Loven Kongsli, de “Força Maior”), que nos quadrinhos é oráculo das amazonas, sua mãe, a rainha Hipólita (Connie Nielsen, de “Ninfomaníaca”), e sua tia, a brava general Antiope (Robin Wright, da série “House of Cards”). Escrito por Jason Fuchs (“Peter Pan”) e dirigido por Patty Jenkins (“Monster: Desejo Assassino”), o filme vai mostrar a origem da heroína e como a princesa Diana deixou a ilha mitológica para se integrar ao mundo dos homens, durante a 1ª Guerra Mundial, e se tornou a Mulher Maravilha. A estreia está marcada para 22 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Garry Shandling (1949 – 2016)
O famoso comediante americano Garry Shandling morreu na tarde de quinta-feira (24/3), ao sofrer um ataque cardíaco repentino em Los Angeles, aos 66 anos de idade. Ele fez muito sucesso na TV durante os anos 1980 e 1990, quando estrelou as séries “It’s Garry Shandling Show” e “The Larry Sanders Show”. Garry Emmanuel Shandling nasceu no dia 29 de novembro de 1949 em Chicago. Formado em Publicidade e Marketing, mudou-se para Los Angeles na década de 1970 para trabalhar em uma agência de propaganda, mas aproveitou a proximidade com a indústria de entretenimento para se tornar roteirista. A carreira artística começou quando ele enviou um roteiro especulativo para a série “Sanford & Son”, que acabou gravado pela rede NBC em 1975. O êxito do episódio o levou a escrever mais quatro capítulos do seriado no ano seguinte, além de uma história de “Welcome Back, Kotter”. Mas o formato dos sitcoms acabou frustrando suas expectativas. Cansado de discutir com produtores, preferiu largar a televisão para virar comediante stand-up. E logo foi “descoberto” pelo programa de variedades “The Tonight Show”. Convidado a participar da atração apresentada por Johnny Carson em 1981, fez tanto sucesso que virou atração recorrente, aparecendo como apresentador convidado em várias ocasiões, até 1987. Tanto que, quando Carson se aposentou, Shandling chegou a ser cotado para substituí-lo. A repercussão de suas aparições no “Tonight Show” lhe rendeu um especial de TV, “Garry Shandling: Alone in Vegas”, exibido pelo canal pago Showtime em 1984, que estava interessado em transformá-lo numa atração fixa de sua programação. O projeto foi a semente da primeira série estrelada pelo comediante, “It’s Garry Shandling’s Show”, criada por ele e Alan Zweibel (roteirista do humorístico “Saturday Night Live”) em 1985, como uma sátira das sitcoms tradicionais. Na trama, Shandling interpretava uma versão ficcional de si mesmo, um comediante que estrelava uma sitcom e que, durante os episódios, rompia a quarta parede, interrompendo a narrativa para conversar com o público, comentando fatos e integrando a audiência em suas histórias. Exibida até 1990, a série durou quatro temporadas, com um total de 72 episódios. Mas o grande sucesso de Shandling viria no canal concorrente, “The Larry Sanders Show”, produzida entre 1992 e 1998 para o HBO. Desta vez inspirada nas experiências de Shandling no programa de Johnny Carson, a série acompanhava os bastidores de produção de um talk show fictício, apresentado por Larry Sanders (alter-ego de Shandling) e Hank Kingsley (Jeffrey Tambor, hoje protagonista da série “Transparent”). Durante os episódios, Sanders/Shandling aparecia entrevistando celebridades reais, mas tudo seguia roteiros prévios, que embaraçavam a distinção entre os limites de um talk show real e a ficção. Desenvolvida em parceria com Dennis Klein (criador de “Cosby”), “The Larry Sanders Show” teve seis temporadas e um total de 89 episódios, mas é mais celebrada por suas mais de 50 indicações ao Emmy, que a tornaram uma das primeiras produções da TV paga valorizadas pelas mudanças promovidas pela Academia da Televisão – só a partir de 1988 séries da TV paga passaram a disputar as categorias principais, até então reservadas para programas da TV aberta. Vale lembrar que “A Família Soprano”, considerada uma espécie de marco do HBO no Emmy, só surgiu em 1999, após o fim de “The Larry Sanders Show”. Foi, portanto, a comédia de Shandling que, de fato, deu credibilidade para o canal, além de estimular seus executivos a buscar produções que desafiassem as fórmulas estabelecidas da TV aberta. Shandling aproveitou sua popularidade para também se lançar no cinema durante os anos 1990, aparecendo em comédias como “Um Dia de Louco” (1994), com Steve Martin, como dublador de um dos bichos falantes de “Dr. Dolittle” (1998), com Eddie Murphy, e “À Beira do Caos” (1998), com Sean Penn e a dupla da série “House of Cards”, Kevin Spacey e Robin Wright. Após o fim do “Larry Sanders Show”, ele escreveu e estrelou “De que Planeta Você Veio?” (2000), comédia dirigida pelo mestre Mike Nichols, em que viveu um alienígena sem emoções que vem à terra em busca de uma esposa para procriar. Seu par perfeito era Annette Bening, com quem ele também trabalhou em “Segredos do Coração” (1994). Mas não houve química com o público e a crítica, resultando num fracasso de bilheteria e resenhas negativas. Na mesma época, ele ainda coestrelou “Ricos, Bonitos e Infiéis” (2001), produção repleta de estrelas, e gozou seus últimos instantes de fama ao aparecer como si mesmo na série “Arquivo X” (num episódio de 2000) e nas comédias “Zoolander” (2001) e “Metido em Encrenca” (2001). Entretanto, a ausência na telinha logo fez as ofertas de papeis diminuírem, a ponto dele passar vários anos sem filmar. Fora uma dublagem na animação “Os Sem Floresta” (2006), Shandling só foi reaparecer nos filmes da Marvel, interpretando um senador, chamado Stern, em “Homem de Ferro 2” (2010) e “Capitão América 2: O Soldado Invernal” (2014). Foi seu último papel. Shandling nunca se casou, mas entre 1987 e 1994 viveu com Linda Doucett, atriz e modelo que integrou o elenco recorrente de “The Larry Sanders Show”.
Trailer japonês de Capitão América: Guerra Civil revela cena inédita da Viúva Negra
A Disney divulgou um trailer japonês de “Capitão América: Guerra Civil”, que traz uma montagem ligeiramente diferente do vídeo lançado há duas semanas. Após dividir os Vingadores em dois grupos distintos, a prévia revela um trecho inédito da briga entre Viúva Negra (Scarlett Johansson) e Gavião Arqueiro (Jeremy Renner). O diálogo dos dois, por sinal, reverbera o tom da trama, em que amigo se volta contra amigo, devido à diferenças de opiniões. Assim como o anterior, o trailer termina com a aparição do Homem-Aranha (Tom Holland). Novamente dirigido pelos irmãos Anthony e Joe Russo (“Capitão América: O Soldado Invernal”), o longa estreia em 28 de abril no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.












