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    Chris Evans não será mais o Capitão América nos filmes da Marvel

    26 de agosto de 2016 /

    O diretor Joe Russo explicou o significado da cena final de “Capitão América: Guerra Civil”, que mostrou Steve Rogers, interpretado por Chris Evans, abandonando o escudo do Capitão América. Em entrevista ao site Huffington Post, ele disse que, a partir de agora, Steve Rogers não será mais o Capitão América. “Acho que ele deixar o escudo de lado é também deixar a sua identidade. É ele admitindo que a identidade Capitão América estava em em conflito com suas escolhas pessoais”, explicou o diretor. Isso não significa que não veremos mais Chris Evans nos filmes da Marvel, pois sua participação está confirmada em “Vingadores: Guerra Infinita”, filme que deve marcar a passagem de bastão, com a introdução de um novo Capitão América. Steve Rogers já deixou de ser o Capitão América várias vezes nos quadrinhos. A ocasião mais emblemática aconteceu durante a década 1970, por ocasião do escândalo político do caso Watergate. Na versão Marvel da história de escutas ilegais envolvendo o Presidente Richard Nixon, o Capitão descobria que um congressista era o chefe de uma gangue criminosa e, decepcionado com os rumos da política americana, decide pendurar seu escudo, assumindo a identidade secreta de Nômade, um super-herói sem nacionalidade. A fase não durou muito e logo o Capitão voltou a vestir as cores da bandeira americana. Já na fase mais recentemente de seus quadrinhos, ele foi assassinado e precisou ser substituído pelo Soldado Invernal. Posteriormente, mesmo com Steve Rogers de volta às revistas da editora, o Falcão foi quem acabou assumindo o uniforme estrelado do herói.

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    Roteiristas de A Culpa É das Estrelas vão escrever filme dos Novos Mutantes

    26 de agosto de 2016 /

    A 20th Century Fox contratou a dupla de roteiristas Scott Neustadter e Michael H. Weber para escrever o filme baseado nos quadrinhos dos heróis adolescentes “Os Novos Mutantes”. Os dois são considerados especialistas em filmes sobre adolescentes, tendo escrito os elogiados “(500) Dias com Ela” (2009), “O Maravilhoso Agora” (2013), “A Culpa é das Estrelas” (2014) e “Cidades de Papel” (2015). O projeto vai voltar a reuni-los com o diretor e roteirista Josh Boone, com quem trabalharam em “A Culpa É das Estrelas”. Boone irá dirigir o novo longa-metragem. Nos quadrinhos, os Novos Mutantes foram o segundo grupo de heróis mutantes da Marvel, criados em 1982 por Chris Claremont – o autor das histórias adaptados nos filmes “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014) e “Wolverine – Imortal” (2013). A ideia por trás do projeto era voltar a mostrar mutantes adolescentes, já que àquela altura os X-Men não eram mais estudantes do Instituto Xavier. Na hora de definir quem seriam os novos personagens, Claremont ainda arriscou criar uma equipe mais diversa que a original, combinando diversas etnias: um americano caipira (Míssil), uma refugiada vietnamita (Karma), uma índia cheyenne (Miragem), uma escocesa lobisomem (Lupina) e até um herdeiro milionário brasileiro (Mancha Solar)! A formação original passou por várias reformulações, ganhando, entre outros, os reforços da irmã do X-Men russo Colossus (Magia), uma americana explosiva (Dinamite), um mexicano (Rictor), uma morlock (Skids), um alienígena (Warlock), outro nativo-americano (Apache), outra brasileira (Magma) – ou melhor, uma jovem criada numa cidade perdida da Amazônia – e um personagem que teve morte traumática (Cifra). O filme “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” chegou a mostrar dois Novos Mutantes, que apareceram lutando ao lado dos X-Men do futuro: Apache (vivido por Booboo Stewart) e o brasileiro Mancha Solar (Adan Canto), além de Blink (Fan Bingbing), que tem uma ligação com o grupo. Josh Boone vem publicando em seu Instagram algumas pistas sobre quais serão os jovens heróis que integrarão o longa e, recentemente, o produtor Simon Kinberg adiantou que a continuidade do filme dentro do universo dos “X-Men” será garantida pela participação de Charles Xavier como professor do novo grupo. Intitulado, em inglês, “X-Men: The New Mutants”, o filme ainda não tem data de estreia definida.

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    Monolith: Minissérie da DC Comics vai virar filme com produção do diretor de Deadpool

    24 de agosto de 2016 /

    Outra adaptação da DC Comics, a minissérie “Monolith”, vai virar filme. Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto será produzido por Tim Miller, o diretor de “Deadpool”, e marcará a estreia na direção de Dan Wilson, seu parceiro na produtora de efeitos visuais Blur Studios. Wilson já trabalhou com super-heróis antes, tendo desenvolvido alguns dos efeitos vistos em “Vingadores: A Era de Ultron” (2015). O roteiro também está sendo escrito por um novato, Barnett Brettler (“20 Mississippi”), que recentemente tentou emplacar uma nova adaptação do velho herói pulp “Allan Quartermain”. “Monolith” é uma versão moderna e em quadrinhos do mito do Golem. Criada por Jimmy Palmiotti e Justin Gray, a publicação acompanha Alice Cohen, uma jovem judia que, enquanto lida com seu vício de drogas, herda a casa de sua avó, no Brooklyn. Lá, ela encontra um diário que narra uma história de injustiça nos anos 1930 e como sua avó ajudou a criar um monstro obstinado para realizar sua vingança. O detalhe é que o monstro permanece ativo e faz parte da sua herança. Os quadrinhos chegaram a incluir participação de Batman e concluíram a história após 12 edições, revelando a verdadeira identidade do Golem. Ao contrário das demais adaptações da DC Comics, “Monolith” não será uma produção da Warner, mas da Lionsgate. Ainda não há cronograma de produção nem previsão para sua estreia.

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    Diretor de Identidade Bourne filmará Liga da Justiça Sombria, grupo de heróis sobrenaturais da DC Comics

    24 de agosto de 2016 /

    O cineasta Doug Liman, responsável por sucessos como “Identidade Bourne” (2002), “Sr. e Sra. Smith” (2005) e “No Limite do Amanhã” (2014), foi contratado pela Warner para dirigir “Dark Universe”, filme baseado nos personagens sobrenaturais dos quadrinhos da “Liga da Justiça Sombria”, da DC Comics. A informação é do site da revista Variety. Na prática, ele trocou a Marvel pela DC, pois precisou abandonar o projeto do filme solo de “Gambit”, personagem do universo dos “X-Men”, que seria estrelado por Channing Tatum (“Anjos da Lei”) para a 20th Century Fox. Detalhes sobre a trama de “Dark Universe” não foram divulgados, nem se o estúdio aproveitará o roteiro escrito em 2014 pelo diretor Guillermo Del Toro (“A Colina Escarlate”), que passou um bom tempo desenvolvendo o projeto. Segundo a Variety, o texto está sendo escrito por Michael Gilio, que escreveu e dirigiu um único filme em 2001, a comédia indie “Kwik Stop”. Se a premissa de Del Toro for parcialmente seguida, o filme terá John Constantine como o personagem principal, além de incluir o Monstro do Pântano, o demônio Etrigan, a maga Zatanna, o fantasma Desafiador e o espírito Espectro. “Na trama, Constantine está basicamente tentando recrutar os demais”, revelou del Toro em entrevista de 2014. “O Monstro do Pântano está em paz com quem é, mas o Desafiador ainda tenta descobrir quem o matou”, completou, referindo-se à origem do personagem nos quadrinhos – o Desafiador (Deadman) é o fantasma de um trapezista de circo, que foi assassinado. Além disso, a história incorporaria o passado de Jason Blood, a forma humana do demônio Etrigan. “Liga da Justiça Sombria” também vai ganhar um longa animado da Warner, que será lançado em Blu-ray ainda este ano, com dublagem de Matt Ryan, o intérprete televisivo de John Constantine. Liman está atualmente trabalhando na pós-produção do narco-thriller “American Made”, com Tom Cruise (“Missão Impossível”), e o drama de guerra “The Wall”, com Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: A Era de Ultron”).

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    Stan Lee e James Gunn são convocados para defender escolha de Zendaya como Mary Jane

    24 de agosto de 2016 /

    Uma década após Keanu Reeves ser criticado por não ser loiro e britânico, ao estrelar “Constantine” (2005), as características físicas dos personagens de quadrinhos são cada vez menos levadas em conta pelos diretores de casting de Hollywood. Depois do Tocha Humana negro – e vários outros personagens originalmente brancos – é a vez de Mary Jane Watson, a icônica ruiva da vida do Homem-Aranha, ser interpretada por uma atriz negra, Zendaya (série “No Ritmo”). Hollywood é mesmo consistente em reprisar seus erros, veja-se a quantidade de remakes fracassados que lança todo o ano. A discussão sobre a alteração racial dos personagens de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” – além de Mary Jane, os colegas de escola de Peter Parker, como Flash Thompson, Ned Leeds e Liz Allen, serão todos negros – já domina as redes sociais. Mas a polêmica podia ser evitada, pois reprisa a discussão do Tocha Humana negro e até da Mulher-Invisível latina, do “Quarteto Fantástico” de 2005. Há quem defenda que os fãs estão errados. Que meio século de quadrinhos não devam ser levados em consideração. E que é bacana decepcionar quem lê os gibis, porque… sabe-se por qual lógica de mercado, acreditam que o consumidor nunca tem razão. Vai ver que é por isso que todos os filmes em que Hollywood apostou contra os fãs se provaram fracassos de bilheteria. É certo que o subtítulo “De Volta ao Lar” (Homecoming) já soa como propaganda enganosa, pois não há sensação alguma de retorno a ambiente conhecido com um elenco tão diferente dos personagens clássicos. Diante da rejeição, a Marvel já começou a seguir a dica da Sony, sua parceira na produção, que enfrentou o mesmo problema de relações públicas com sua versão feminina de “Os Caça-Fantasmas” – taí outra prova da reincidência de Hollywood. Para começar, já explora a tática de que é racismo não aprovar o elenco negro do filme – como era machismo achar que “Caça-Fantasmas” não tinha graça… O segundo capítulo do manual dos spin doctors é escalar porta-vozes influentes para defender a escolha considerada equivocada. Os primeiros funcionários da Marvel convocados para a missão foram Stan Lee, criador do Homem-Aranha, e James Gunn, diretor de “Guardiões da Galáxia”. Stan Lee deu sua declaração dizendo não é contra Zendaya viver Mary Jane. “Se ela for uma boa atriz, como eu tenho escutado que é, ela vai se sair muito bem”, disse, de forma suscita. Mas James Gunn preferiu ir além, defendendo o marketing estilo patrulha ideológica ao dizer-se incomodado com os “racistas”: “Para mim, se uma característica básica da personagem – o que faz delas icônicos – é a cor de sua pele, a cor de seu cabelo, francamente, essa característica é superficial e não presta. Pra mim, o que faz MJ ser MJ é a sua descontração de uma fêmea alfa, e se a atriz captar isso, logo, ela funcionará. E, pra constar, eu acho que Zendaya combina com o que eu considero as características físicas básicas de MJ – uma modelo alta e magra – muito mais que atrizes [que a interpretaram] no passado. Qualquer que seja o caso, se nós continuarmos fazendo filmes baseados nos heróis e personagens secundários quase todos brancos dos quadrinhos do último século, nós teremos que nos acostumar com eles sendo mais reflexivos da diversidade do nosso mundo atual. Talvez possamos ser abertos à ideia de que, embora alguém inicialmente não combine com como pessoalmente imaginamos um personagem, nós podemos ser – e frequentemente somos – surpreendidos positivamente”, afirmou Gunn. É importante completar dizendo duas coisas sobre isso. O mesmo James Gunn criou vários personagens coadjuvantes especialmente para o filme “Guardiões da Galáxia”. Todos eles foram interpretados por atores brancos. Teoria 10 x 0 Prática = Falácia 1000. Finalmente, a característica “superficial” da personagem foi o que a definiu nos quadrinhos. A escolha da cor do cabelo foi importante para o impacto que sua primeira aparição causou em Peter Parker. Na época, o desenhista John Romita assumiu ter se inspirado na atriz Ann-Margret, que virava a cabeça dos homens dos anos 1960, inclusive de Elvis Presley, citando sua personagem no filme “Adeus, Amor” (1963) como base para a criação de Mary Jane. Ann-Margret, por sinal, era insinuante, sexy e cheia de curvas. Ela nunca foi “uma modelo alta e magra”, as “características físicas básicas de MJ”, segundo James Gunn.

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    Doutor Estranho: Benedict Cumberbatch manifesta efeitos visuais em 15 fotos

    24 de agosto de 2016 /

    A Marvel divulgou 15 fotos de “Doutor Estranho”, que destacam o ator Benedict Cumberbatch (“O Jogo da Imitação”) no papel-titulo e os efeitos visuais da produção. O filme introduz o primeiro super-herói místico da Marvel, mostrando a transformação de Stephen Strange. Inicialmente um médico arrogante, após sofrer um acidente e perder sua habilidade como cirurgião ele busca a cura no Himalaia, onde é acolhido por uma mestre (Tilda Swinton, de “O Grande Hotel Budapeste”) das artes místicas e inicia sua jornada de redenção para se tornar o maior mago do universo Marvel. Com roteiro de C. Robert Cargill (“A Entidade”) e Thomas Dean Donnelly (do remake de “Conan, o Bárbaro”) e direção de Scott Derrickson (“A Entidade”, “Livrai-Nos do Mal”), “Doutor Estranho” tem sua estreia marcada para o dia 3 de novembro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.

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    Veja uma cena cortada e dois vídeos do Blu-ray de Capitão América: Guerra Civil

    23 de agosto de 2016 /

    A Marvel divulgou uma cena inédita e dois vídeos de bastidores exclusivos do Blu-ray de “Capitão América: Guerra Civil”. A cena é sem gracinha, mostrando Zemo (Daniel Brühl) encontrando o Doutor Broussard (ninguém menos que o codiretor Joe Russo), enquanto o material de bastidor se foca nas trajetórias do Soldado Invernal (Sebastian Stan) e do Visão (Paul Bettany). Neste último caso, com destaque também para os efeitos visuais. Maior bilheteria do ano, “Capitão América: Guerra Civil” arrecadou mais de US$ 1,15 bilhão em todo o mundo, e chega em 14 de setembro ao mercado nacional de home video.

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    Thor: Anthony Hopkins aparece maltrapilho em novas fotos das filmagens

    23 de agosto de 2016 /

    O site Coming Soon publicou as fotos dos paparazzi que estão acompanhando as filmagens de “Thor: Ragnarok” nas ruas de Brisbane, na Austrália. As imagens destacam o visual grunge do ator Chris Hemsworth e a elegância de Tom Hiddleston, rodando cenas como Thor e Loki em “trajes civis”, sob a direção de Taika Waititi. Mas quem rouba as atenções é o veterano Anthony Hopkins. De forma inesperada, o intérprete de Odin aparece como um sem-teto maltrapilho, mostrando a língua para os curiosos. O elenco do filme também conta com Mark Ruffalo como o Hulk, a volta de Idris Elba como Heimdall e as estreias de Tessa Thompson (“Creed”) como a heroína Valquíria, Cate Blanchett (“Carol”) como Hela, a Deusa da Morte, Karl Urban (“Star Trek”) como Skurge (que os fãs de quadrinhos conhecem melhor pelo nome de guerra Executor) e Jeff Goldblum (“Independence Day”) como o Grã-Mestre, um imortal viciado em jogos. “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 27 de julho de 2017.

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    Guardiões da Galáxia: Nova arte conceitual traz monstro alienígena e bebê Groot

    22 de agosto de 2016 /

    A revista Empire divulgou uma nova arte conceitual de “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. A imagem registra o quinteto original atacando um enorme monstro alienígena, cheio de tentáculos. Mas o destaque é o menor integrante do grupo, o pequeno bebê Groot, que aparece saltitando para longe. A continuação vai voltar a reunir Chris Pratt (Senhor das Estrelas), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax) e as vozes de Vin Diesel (Groot) e Bradley Cooper (Rocket Raccoon), além de Karen Gillan (a reformada Nebula), Michael Rooker (Youndu) e Glenn Close (Nova Prime). A arte anterior, divulgada pelo cineasta James Gunn, ainda introduziu a participação de Mantis, a nova integrante do grupo, vivida pela canadense Pom Klementieff (“Oldboy”) com antenas na testa. O elenco também inclui Elizabeth Debicki (“O Agente da UNCLE”), Kurt Russell (“Os Oito Odiados”) e Sylvester Stallone (“Creed”). Novamente dirigido por James Gunn, o filme tem estreia marcada para 4 de maio de 2017 no Brasil.

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    Thor: Fotos das filmagens mostram Chris Hemsworth e Tom Hiddleston em busca do Dr. Estranho

    22 de agosto de 2016 /

    O ator Chris Hemsworth e o diretor Taika Waititi compartilharam no Twitter novas fotos das filmagens de “Thor: Ragnarok”. As imagens mostram os dois acompanhados pelo ator Tom Hiddleston, rodando cenas nas ruas de Brisbane, na Austrália. Uma das imagens, que traz Hemsworth e Hiddleston sentados, traz ao fundo uma banca repleta de jornais com manchetes sobre a volta de Thor, confirmando que nem todo o filme será passado no espaço. De forma curiosa, os dois atores tampouco aparecem fantasiados como seus personagens, respectivamente Thor e Loki, e sim em “trajes civis”. Além disso, uma foto destaca Hemsworth segurando um cartão de visita. Um close no papel revela um endereço: 177A Bleecker Street. Os fãs dos quadrinhos conhecem muito bem quem mora neste lugar, pois trata-se simplesmente do endereço do Sanctum Sanctorum, o santuário do Doutor Estranho em Nova York. O que os faz procurar uma rua do Greenwich Village nova-iorquino na Austrália? A mágica mística dos incentivos fiscais para filmagens no país. Acompanhando a dupla “nórdica”, o elenco destaca Mark Ruffalo como o Hulk, as voltas de Idris Elba como Heimdall e Anthony Hopkins como Odin, e ainda inclui as estreias de Tessa Thompson (“Creed”) como a heroína Valquíria, Cate Blanchett (“Carol”) como Hela, a Deusa da Morte, Karl Urban (“Star Trek”) como Skurge (que os fãs de quadrinhos conhecem melhor pelo nome de guerra Executor) e Jeff Goldblum (“Independence Day”) como o Grã-Mestre, um imortal viciado em jogos. “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 27 de julho de 2017.

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    Elenco de Homem-Aranha: De Volta ao Lar recria pose famosa do filme Clube dos Cinco

    22 de agosto de 2016 /

    O elenco de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” se juntou pela primeira vez numa foto tirada pela revista Entertainment Weekly durante a San Diego Comic-Con, que homenageia o famoso cartaz do filme teen “Clube dos Cinco” (1985), clássico absoluto de John Hughes. Vale explicar que a imagem também repete as poses dos personagens registradas na capa de uma edição dos quadrinhos de “Spider-Man Loves Mary Jane”. O detalhe é que, com a exceção do próprio Peter Parker/Homem-Aranha, todos aqueles personagens brancos dos quadrinhos são representados por atores negros nas mesmas posições. Claro, Todd Holland (“Capitão América: Guerra Civil”) ocupa a posição do Homem-Aranha. E embora a Marvel não tenha confirmado oficialmente nada, Zendaya está na posição da ruiva Mary Jane, Tony Revolori (“O Grande Hotel Budapest”) ocupa o lugar do loiro Flash Thompson, Laura Harrier (série “One Life to Live”) preenche a vaga da loira Gwen (na verdade, seu papel é de outra loira, Liz Allen, no filme) e o estreante Jacob Batalon na posição de Liz Allen na foto (ele é a versão de cinema do também branco e adulto Ned Leeds). Ironicamente, é inevitável constatar que faltam brancos na escalação do elenco jovem do filme. Até esta produção, o Marvel Studios sempre fez questão de se diferenciar dos demais responsáveis por adaptações de seus quadrinhos ao se gabar por produzir versões mais fiéis às criações de Stan Lee, Jack Kirby, Steve Ditko e cia. É provável que, quando a Sony procurou a Marvel para relançar a franquia do Homem-Aranha, levou isto em conta: um parceiro capaz de dar mais credibilidade e fidelidade às adaptações do personagem. Mas não é o caso deste filme, que apresenta um elenco mais “alternativo” que o universo Ultimate do próprio Homem-Aranha nos quadrinhos. Nem a Marvel ousou tanto em suas publicações, tendo o cuidado de introduzir um novo personagem quando quis fazer um “Homem-Aranha negro”. Peter Parker e seus amigos jamais mudaram de raça nas publicações da editora. Agora, é esperar para ver a reação do público à nova versão dos personagens no terceiro reboot consecutivo do Homem-Aranha no cinema. Com direção de Jon Watts (“A Viatura”) e roteiro de John Francis Daley e Jonathan Goldstein (do fraco reboot de “Férias Frustradas”), o novo “Homem-Aranha” tem estreia prevista para 6 de julho de 2017 no Brasil, um dia antes de seu lançamento nos EUA.

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    Demolidor: 3ª temporada refletirá participação do herói em Os Defensores

    22 de agosto de 2016 /

    O ator Charlie Cox revelou que a 3ª temporada de “Demolidor” será impactada por participação na minissérie “Os Defensores”, sobre o grupo de heróis formado por Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro, além do próprio Demolidor. “Ele não pode fazer tudo sozinho. E isso é um modo de dizer que talvez ele precise de trabalho em equipe, já que pretende realmente compartilhar sua responsabilidade. Então, quaisquer lições que aprender em “Os Defensores”, acho que ele vai colocar em prática na 3ª temporada”, adiantou o ator, intérprete do super-herói, durante a convenção Wizard World Comic-Con Chicago, neste fim de semana. A príncípio, a 3ª temporada de “Demolidor” não deve estrear antes de 2018. Já “Os Defensores” será lançada em 2017 na plataforma de streaming Netflix.

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    Nem Jesus Cristo brasileiro faz Ben-Hur superar Esquadrão Suicida no Brasil

    22 de agosto de 2016 /

    Desta vez, de nada adiantou monopolizar os cinemas brasileiros com 1,1 mil cópias do mesmo filme. A estreia de “Ben-Hur” não conseguiu superar “Esquadrão Suicida”, que se manteve na liderança das bilheterias nacionais pela terceira semana consecutiva, com R$ 12,1 milhões. O valor é quase o dobro do arrecadado pelo longa-metragem do Jesus Cristo brasileiro (Rodrigo Santoro), que fez R$ 6,9 milhões. Mesmo assim, o resultado no Brasil foi bem melhor que o desempenho americano. “Ben-Hur” ficou apenas em 5º lugar em seu lançamento nos EUA. Outra estreia do fim de semana, o terror “Quando as Luzes se Apagam” aparece em 3º lugar no Brasil, com R$ 2,8 milhões, seguido pela comédia “Um Espião e Meio” (4º lugar com R$ 1,1 milhão) e a animação “A Era do Gelo – O Big Bang” (5º lugar com R$ 785 mil.

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