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    Continuação de Mulher-Maravilha será passada nos dias atuais

    3 de junho de 2017 /

    O sucesso de “Mulher-Maravilha” já era previsto pela Warner, que contratou a protagonista Gal Gadot e a diretora Patty Jenkins para dois filmes. Segundo o site The Hollywood Reporter, a continuação já está sendo discutida. Rascunhos do roteiro apontam que a história vai trazer Diana Prince em um cenário contemporâneo. Assim, a história fugirá do estilo do primeiro longa, que é ambientado durante a 1ª Guerra Mundial. A continuação de “Mulher-Maravilha” ainda não tem previsão de estreia. Antes disso, Gal Gadot poderá ser vista novamente como Mulher-Maravilha no filme da Liga da Justiça, que estreia em 16 de novembro no Brasil.

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    Vilã de The Originals será a heroína Miragem nos Novos Mutantes

    3 de junho de 2017 /

    Uma atriz pouco conhecida terá o papel principal no filme dos Novos Mutantes. A novata Blu Hunt, que vive a encarnação humana de The Hollow, a entidade sobrenatural que ataca os protagonistas da atual temporada de “The Originals”, foi escalada para viver Danielle Moonstar, também conhecida como a heroína Miragem (Mirage) nos quadrinhos da Marvel. Ela vai se juntar a Maisie Williams (a Arya de “Game of Thrones”) como Lupina (Wolfsbane), Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia (Magik), Charlie Heaton (série “Stranger Things”) como Míssil (Cannoball) e o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar (Sunspot). Segundo o site The Hollywood Reporter, Miragem completa o grupo de heróis adolescentes que formam os Novos Mutantes na trama. E foi a que deu mais trabalho, dentre os cinco personagens, para ter sua intérprete definida. Isto porque o diretor Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) insistiu em ser racialmente correto em sua escalação. Assim como escolheu um ator brasileiro para interpretar o herói brasileiro do grupo, ele queria uma atriz nativo-americana como Miragem. Vários testes foram feitos com atrizes de descendência indígena, antes do diretor se definir por Blu Hunt. Seu papel na série “The Originals” acabou ajudando na decisão, uma vez que ela aparece com trajes nativo-americanos num episódio, mostrando-se convincente. Miragem foi criada pelo escritor Chris Claremont e o artista Bob McLeod em 1982, na graphic novel que introduziu os Novos Mutantes. Mais que isso, sua história foi o próprio centro narrativo por trás da criação dos Novos Mutantes, pois demonstrou a importância de ensinar jovens superdotados a dominar seus poderes, dando a Xavier um novo objetivo e uma nova turma de estudantes, após os X-Men se tornarem adultos. Nos quadrinhos, Danielle Moonstar nasceu e foi criada numa reserva indígena, mas ao começar a ter pesadelos frequentes, seu avô xamã descobriu suas habilidades e contatou o Professor Xavier para treiná-la. A jovem foi para a Escola de Xavier à contragosto, mas logo dominou a capacidade de projetar os maiores medos das pessoas, por meio de poderosas ilusões telepáticas. A participação do Professor X no filme tem sido confirmada e desmentida desde que o projeto entrou em desenvolvimento. A agenda do ator James McAvoy pode ter determinado a decisão do roteiro. De todo modo, um dos pesadelos recorrentes de Danielle envolvia um Urso gigante sobrenatural, que teria matado seus pais. E essa criatura deve ser o vilão central do filme, segundo um storyboard supostamente vazado pela equipe da produção. A personagem também tem uma conexão com Asgard, curiosamente graças a outro de seus poderes: empatia animal. Num arco dos Novos Mutantes, ela acaba criando um vínculo com um cavalo alado das valquírias, chamado Ventania, que Odin permite que ela leve para a Terra. Para arrematar, ela também é a líder dos Novos Mutantes. A Fox ainda não divulgou sinopse do filme, portanto não se sabe o quanto da história dos personagens será realmente aproveitado. O roteiro foi escrito pela dupla Scott Neustadter e Michael H. Weber, que trabalhou com o diretor Josh Boone no sucesso adolescente “A Culpa É das Estrelas” (2014). A previsão de estreia é para abril de 2018.

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    Mulher-Maravilha tem maior pré-estreia de um filme dirigido por uma mulher nos EUA

    2 de junho de 2017 /

    A pré-estreia norte-americana de “Mulher-Maravilha”, realizada na noite de quinta-feira (1/6) estabeleceu um novo recorde de arrecadação. As sessões antecipadas renderam US$ 11 milhões, o que a torna a maior pré-estreia de um filme dirigido por uma mulher nos Estados Unidos. O recorde anterior pertencia a “Cinquenta Tons de Cinza” (2015), de Sam Taylor Johnson, que em sua primeira noite arrecadou US$ 8,6 milhões. O filme chegou aos cinemas acompanhados por notas bastante altas do site Rotten Tomatoes, que faz a média das principais críticas publicadas na América do Norte (EUA e Canadá). Após o fracasso de bilheteria de “Baywatch”, no fim de semana passada, os estúdios passaram a acreditar que o Rotten Tomatoes teria capacidade de quebrar um filme. Se for o caso, “Mulher-Maravilha” mostra o outro lado da moeda. A produção da Warner chegou a atingir 96% de aprovação, mas já caiu para 93%. Mesmo assim, é a segunda maior nota já compilada pelo Rotten Tomatoes para um filme de super-heróis, atrás apenas de “Homem de Ferro” (94%).

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    Ator brasileiro de 13 Reasons Why é confirmado como Mancha Solar em Novos Mutantes

    1 de junho de 2017 /

    O primeiro super-herói brasileiro da Marvel será interpretado por um ator brasileiro nos cinemas. Confirmando rumores, Henry Zaga, que integra o elenco da série “13 Reasons Why”, vai viver Mancha Solar (Sunspot) no filme dos “Os Novos Mutantes”. Henry Zaga é nome artístico de Henrique Gonzaga. O ator brasiliense de 25 anos é filho do ministro Admar Gonzaga, do TSE, e começou a se destacar na TV americana como um dos vilões adolescentes da 5ª temporada de “Teen Wolf”, em 2015. No fenômeno da Netflix “13 Reasons Why”, ele interpreta o namorado de Tony (Christian Navarro). Criado por Chris Claremont em 1982, Mancha Solar é o alter ego do jovem herdeiro milionário Roberto da Costa, que tem o poder de canalizar e usar a energia solar. O personagem já tinha aparecido no cinema antes, vivido pelo mexicano Adan Canto (série “Designated Survivor”) numa pequena participação em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014). Além de Henry Zaga, duas atrizes já estão confirmados no elenco de “Os Novos Mutantes”: Maisie Williams (a Arya de “Game of Thrones”) como Lupina (Wolfsbane) e Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia (Magik). Mas boatos também apontam que Charlie Heaton (série “Stranger Things”) e Rosario Dawson (série “Punhos de Aço”) podem se juntar a elas, respectivamente como Míssil (Cannoball) e a Dra. Cecilia Reyes, uma mutante introduzida numa fase, revista e grupo completamente diferente dos demais integrantes até agora mencionados. “Os Novos Mutantes” será dirigido por Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) e tem estreia prevista para abril de 2018.

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    Mulher-Maravilha enfrenta clichês de super-heróis para vencer limites do gênero

    1 de junho de 2017 /

    “Mulher-Maravilha” é um filme cheio de senões. É longo demais, limpo demais (choro, suor e sacrifícios são sempre impecavelmente iluminados e maquiados para parecem lindos), exagerado nos efeitos e, como aventura, está longe de apresentar fluidez narrativa. A diretora Patty Jenkins nunca equilibra as dosagens de ação, humor e drama com harmonia e leveza. Disso, resulta um espetáculo todo compartimentado e truncado. Tem trechos que são só cômicos, outros só de ação, outros exclusivamente dramáticos. Neste sentido, a engenharia da Marvel é bem mais azeitada, as peças são melhor encaixadas e os filmes, mais divertidos e redondos. A mão pesada de Patty Jenkins na direção, contudo, não impede o filme de superar seus limites. “Mulher-Maravilha” triunfa ao trabalhar questões especificamente femininas, sem fazer do rancor ou do proselitismo o centro de seu olhar. O roteiro (curiosamente assinado por cinco homens) tem achados e a presença da atriz Gal Gadot ajuda a sustentar a produção. A Diana Prince de Gadot é uma mulher cheia de nuances. Forte e dedicada, com sensibilidade e inteligência para driblar as burrices e patadas dos brutamontes. Jenkins filma a beleza escultural de Gadot e suas amigas amazonas, no mesmo espírito altivo que Leni Riefensthal registrava os atletas nazistas no cinema dos anos 1930. As mulheres no filme são como deusas, superiores num primeiro momento, mas quando olhadas de perto, revelam traços de ingenuidade e fraqueza. Diana é a mais contraditória das Amazonas. Ela nasce num ilha chamada Themyscira, um lugar paradisíaco, de rochedos e cascatas que parecem esculpidos por sonhos. Filha do mitológico Zeus, Diana é cuidadosamente escondida dos olhos dos desafetos, para nunca ser usada como elemento de barganha. Mas apesar da proteção de uma tribo de guerreiras, Diana revela ter poderes para se virar muito bem sozinha. E embora ainda não saiba, seu destino ou maldição será usá-lo por toda sua existência. O mundo exterior invade a terra confortável da princesa de Themyscira, graças a um soldado norte-americano. É a 1ª Guerra Mundial e o avião de Steve Trevor (Chris Pine) está sendo perseguido pelos alemães. O soldado leva dois sustos: o primeiro, quando atravessa o portal entre os dois mundos, o segundo, quando encontra as mulheres, fortes e destemidas. As amazonas de Themyscira deixam Steve contrariado ao dispensar qualquer ajuda masculina. Numa cena bem humorada, Diana explica para o rapaz que os homens são indispensáveis para a procriação. E só. Para o prazer, ela frisa, há métodos mais eficazes. Essa observação formidável, claro, acaba sendo acelerada, porque os produtores acreditam que é de ação que o público gosta. É preciso então que os personagem obedeçam a produção e comecem a correr. Como já mostraram muito a ilha, toca mudar o cenário para não cansar! Steve retorna às linhas aliadas e Diana espontaneamente decide acompanhá-lo. Ela tem uma espada e um escudo e a ideia ingênua de que, se puder localizar e matar Ares, deus da guerra, acabará com o conflito mundial. Essa motivação conduz à parte mais agradável do filme. Diana não sabe nada sobre os homens. Aliás, não sabe nada sobre a civilização moderna, e é divertido vê-la fazer suas descobertas. Na Londres de 1918, ela reage ao barulho e aos carros. Experimenta um sorvete e adora, e, como uma criança, grita de prazer ao descobrir o segredo de atravessar a porta giratória de um hotel. A mocinha também percebe que a opinião de uma mulher talvez não seja tão valorizada como em Themyscira. E, pra enlaçar o pacote de desilusões, um mundo cheio de destruição e miséria descortina-se para ela, numa escala inimaginável. É aqui que “Mulher Maravilha” torna-se mais do que apenas diversão e jogos de guerra. Este filme facilmente poderia ter sido outro exercício cansativo a definir o feminismo como a oportunidade de uma mulher ser tão ou mais violenta que o mais opressor de seus parceiros. Em vez disso, “Mulher-Maravilha” segue em direção oposta. Ele apresenta Diana como o princípio feminino que representa as artes da vida e, em última instância, o amor, em colisão com um mundo que homens tentaram coletivamente reprimir desde o começo da humanidade. Ao longo desta linha, “Mulher-Maravilha” atinge momentos emocionantes que são incomuns para um filme do gênero. Em particular, há uma cena em que Diana atravessa uma cidade que foi bombardeada com gás mostarda e todos os seus habitantes morreram. Vemos no rosto de Gadot a emoção da dor e da tristeza de deparar-se com o horror da guerra, e seu desencanto expressa algo muito além do que costumamos observar neste tipo de filme. Considerando que no centro desse quadro temos uma atriz israelense, que inclusive serviu no exército de Israel, fica patente que não temos apenas uma atriz representando, mas uma pessoa que com certeza já esteve mais próxima dos horrores de uma guerra química do que nós. Felizmente, nem todos os homens são ruins na história. Existem alguns bons, como Steve Trevor, que tem uma qualidade curiosa: ele está sempre tentando recuperar o atraso. Às vezes, Steve tem que evitar as conseqüências da ingenuidade de Diana, ele tenta argumentar, mas nem sempre consegue convencê-la. O rapaz tenta protegê-la, mas é ela quem o protege. Do elenco, sobressai também a atuação de David Thewlis como um parlamentar gentil, que encontra sempre nuances inesperadas para seu papel. E do outro lado das linhas, Danny Huston acrescenta mais um vilão odioso em sua extensa galeria, um general alemão à procura de vitória usando seu poderoso gás tóxico. Por vezes, os roteiristas baixam o nível e plagiam na cara de pau cenas de “Capitão América: O Primeiro Vingador” (2011). Há dois trechos que são quase decalques do filme do herói patriota, uma no momento em que Steve leva Diana a uma cantina para recrutar um pelotão particular, e outra em que a moça, com seu heroísmo, avança contra os inimigos e sensibiliza os acovardados soldados ingleses a saírem da trincheira. Ainda assim, entre mortos e feridos, o filme supera tudo graças ao carisma de Gal Gadot. O sentimento de esperança, que algum dia a racionalidade feminina ainda vai vencer a brutalidade masculina, está esculpido em cada close da atriz. Essa é parte empolgante que tira “Mulher-Maravilha” do lugar comum.

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    Odette Annable viverá a principal vilã da 3ª temporada de Supergirl

    1 de junho de 2017 /

    A 3ª temporada de “Supergirl” definiu sua nova supervilã. A atriz Odette Annable (séries “House”, “Banshee” e “Pure Genius”) foi contratada para viver Régia (Reign). É esta personagem que aparece, ainda bebê, na cena final da 2ª temporada, enviada de Krypton para a Terra. Em comunicado, o produtor executivo Andrew Kreisberg disse que ele e o coprodutor Greg Berlanti desejavam “trabalhar com Odette há anos”. “Estamos muito entusiasmados por vê-la se juntar ao nosso elenco no papel assustador, poderoso e doloroso de Régia”. Régia é uma personagem nova dos quadrinhos, criada por Michael Green (hoje roteirista de cinema, responsável por “Logan” e “Alien: Covenant”) em 2012 como líder de uma raça de kryptonianos modificados geneticamente por Zor-El, o pai cientista de Kara. Nas publicações da DC Comics, cinco integrantes de sua espécie, denominada de Arrasa-Mundos (Worldkillers), tentam destruir a Terra e são impedidos por Supergirl, num combate que testa os limites da heroína. Embora Régia seja baseada nesse arco dos quadrinhos, a versão televisiva será diferente, segundo o site Deadline, que não soube precisar o que irá diferenciá-la. Mas ela deverá ser a principal vilã da próxima temporada da atração, que retorna à rede CW em outubro. No Brasil, “Supergirl” é exibida pelo canal pago Warner.

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    Ator de Stranger Things negocia virar um dos Novos Mutantes

    31 de maio de 2017 /

    O ator Charlie Heaton, intérprete de Jonathan Byers na série “Stranger Things”, está negociando virar um mutante no novo filme derivado do universo dos “X-Men”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele deve viver Sam Guthrie, mais conhecido como o herói Míssil (Cannonball, em inglês), em “Os Novos Mutantes”. O personagem é um caipira americano. Ou melhor, o integrante de uma típica família white trash do Kentucky, que tem nada menos que nove irmãos, quatro dos quais também são mutantes nos quadrinhos. Caso a contratação seja consumada, isto vai significar um desafio de sotaque para o ator, que nasceu no interior da Inglaterra. Criado pelo escritor Chris Claremont e o artista Bob McLeod, Míssil tem o poder de gerar energia termoquímica e usá-la para voar e gerar um campo de força invulnerável. Ele foi um dos integrantes originais dos Novos Mutantes, introduzidos na primeira aventura do grupo, publicada numa graphic novel da Marvel em 1982. Conforme amadureceu, ele também se tornou membro da X-Force, dos X-Men e até dos Vingadores. Até o momento, apenas dois atores estão confirmados no elenco da produção: Maisie Williams (a Arya de “Game of Thrones”) como Lupina (Wolfsbane) e Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia (Magik). Mas também há rumores de que o brasileiro Henry Zaga negocia viver Mancha Solar (Sunspot) e Rosario Dawson (série “Punho de Ferro”) pode viver a médica Dra. Cecilia Reyes. “Os Novos Mutantes” será dirigido por Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”) e tem estreia prevista para abril de 2018.

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    Batman e Arlequina se juntam no trailer de nova animação em Blu-ray

    31 de maio de 2017 /

    A Warner Bros. divulgou a capa e o trailer de sua nova animação da DC em Blu-ray, “Batman and Harley Quinn”. A prévia explica a premissa que leva Batman e Asa Noturna a recrutarem a ajuda da Arlequina para salvar o mundo. Tem a ver com outra parceria, entre Hera Venenosa e o Homem Florônico (vilão clássico dos quadrinhos do Monstro do Pântano), que se juntam para exterminar a humanidade. Como Arlequina é a melhor amiga de Ivy (Hera, em português), os heróis esperam que ela influencie a vilã a mudar de ideia. A animação marca a estreia da comediante Melissa Rauch, intérprete de Bernadette na série “The Big Bang Theory”, como dubladora da Arlequina. Além dela, Paget Brewster, da série “Criminal Minds”, também debuta como voz de Hera Venenosa. Elas vão trabalhar com dois veteranos da franquia animada: Kevin Conroy como a voz de Batman e Loren Lester como Asa Noturna. Eles eram os dubladores originais de Batman e Robin na séria clássica, que originou a Arlequina em 1992. Além deles, Bruce Timm, um dos criadores da Arlequina, também participa do projeto, assinando o roteiro. A direção é de Sam Liu (“Batman: A Piada Mortal”) e o lançamento vai acontecer em agosto, direto em Blu-ray.

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    The Gifted: Série derivada dos X-Men ganha novo comercial

    31 de maio de 2017 /

    A rede americana Fox divulgou um novo comercial de “The Gifted”, série derivada dos filmes dos “X-Men”. A prévia mostra cenas de ação vistas no trailer oficial, com narração de Amy Acker (série “Pessoa de Interesse/Person of Interest”) Na série, ela e Stephen Moyer (série “True Blood”) vivem pais de dois adolescentes que começam a manifestar poderes mutantes e passam a ser perseguidos pelo governo. Em fuga, eles buscam refugiar sua família com mutantes rebeldes. Natalie Alyn Lind (série “The Goldbergs”) e Percy Hynes White (“Between”) interpretam os filhos. Já os mutantes incluem X-Men conhecidos, como Pássaro Trovejante (Blair Redford, da séries “The Lying Game”), Blink (Jamie Chung, da série “Gotham”) e Polaris (Emma Dumont, da série “Aquarius”). Desenvolvida por Matt Nix (criador de “Burn Notice”), a série tem produção e direção do cineasta Bryan Singer, responsável pelos filmes dos “X-Men”. “The Gifted” vai estrear na temporada de outono, entre setembro e novembro nos EUA.

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    Filme da Mulher-Maravilha é proibido no Líbano

    31 de maio de 2017 /

    Após pressão de grupos radicais, o Líbano anunciou a proibição do filme da “Mulher-Maravilha” no país. A decisão foi tomada a poucas horas da estreia do longa-metragem. A proibição não tem a ver com a minissaia da heroína ou mensagem de empoderamento feminino, que poderia contrariar crenças islâmicas, mas no fato de o filme ser estrelado por Gal Gadot. A atriz nasceu em Isreal, prestou serviço militar no país (obrigatório para homens e mulheres) e é grande incentivadora das forças israelenses, que estão em conflito com o Líbano há décadas. O Líbano tem uma lei que incentiva o boicote a produtos israelenses e impede que seus cidadãos viajem para Israel ou tenham contato com pessoas desse país. Um grupo denominado “Campanha para Boicote de Apoiadores de Israel-Líbano” foi responsável por pressionar o governo libanês a tomar medidas contra a produção. O grupo já havia tentado proibir anteriormente a estreia de “Batman vs Superman” com o mesmo argumento contra a atriz Gal Gadot, mas não tinha obtido sucesso na ocasião. Antes disso, porém, sua participação na franquia “Velozes e Furiosos” tinha sido encarada com indiferença. A Warner Bros. não se pronunciou sobre a decisão, mas o prejuízo não deve ser grande, já que a previsão era que o filme fosse exibido em apenas 15 cinemas do país, que não tem um grande parque exibidor. Por enquanto, a estreia de “Mulher-Maravilha” segue confirmada em outros países árabes. O filme tem lançamento marcado na Arábia Saudita, Kuwait, Qatar, Oman e Bahrein.

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    Final de Gotham pode introduzir a vilã Arlequina

    31 de maio de 2017 /

    Não será só Ra’s Al Ghul quem aparecerá no final da 3ª temporada de “Gotham”. Segundo o ator David Mazouz, que interpreta o jovem Bruce Wayne na série, o episódio duplo também trará a vilã Arlequina. “Ela estará na (season) finale. Fiquem ligados”, disse o ator sobre a introdução da popular personagem dos quadrinhos, em entrevista ao site Movie Pilot. Curiosamente, a Warner proibiu a série “Arrow” de usar a vilã, que teve sua voz ouvida num episódio sobre o Esquadrão Suicida. A personagem foi vivida por Margot Robbie no filme “Esquadrão Suicida” (2016) e também estará em “Sereias de Gotham”, sobre as vilãs de Gotham City. Além disso, o longa animado “Batman e Arlequina” chega em home video em agosto. Na entrevista, Mazouz também comentou a jornada de seu personagem e como o final da temporada afetará a história de Bruce Wayne. “Algo importante acontece na última cena da 3ª temporada para Bruce. Ele toma uma decisão, e essa decisão influenciará o que ele faz”. Ele só não pode adiantar quais serão as consequências disso, porque a produção dos novos capítulos ainda não começou. “Ainda não sei o que vai acontecer na 4ª temporada, não recebi nenhum roteiro nem falei com os escritores sobre o que vai acontecer, mas vejo que (a história) segue para um ponto que eu queria ir há muito tempo. Você verá o que quero dizer. Bruce vai estar muito ocupado assumindo esse novo papel a que ele se propõe ao final da 3ª temporada e acho que isso será muito legal”, explicou o ator. A 3ª temporada de “Gotham” chega ao final na próxima segunda-feira (5/5), com a exibição de dois episódios seguidos, pela rede americana Fox. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Warner.

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    Tom Holland revela que o Homem-Aranha terá maior destaque no próximo filme dos Vingadores

    31 de maio de 2017 /

    O ator Tom Holland revelou que o Homem-Aranha terá maior destaque no próximo filme dos Vingadores. Ele fez a revelação em entrevista para o site Yahoo Movies!, na qual falou sobre como está sendo o trabalho nas filmagens de “Vingadores – Guerra Infinita”, atualmente em desenvolvimento. “Tem sido insano. É uma experiência muito surreal. Quando participei de ‘Capitão América: Guerra Civil’, tive poucas cenas com Chris Evans e Robert Downey Jr. No resto das cenas eu estava atuando com uma bola de tênis ou chroma key. Dessa vez, minhas cenas ao lado deles foram bem maiores. Eu fiquei bastante tempo no set com eles, lutei contra vilões. É uma montanha-russa de emoções e tem sido muito divertido”, afirmou. Vale lembrar que Tom Holland estava presente no primeiro registro das filmagens, um vídeo divulgado em fevereiro, e pelo que diz ainda está trabalhando na produção. “Vingadores: Guerra Infinita” pretende reunir todos os heróis do universo cinematográfico da Marvel, inclusive os Guardiões da Galáxia, e ainda lançar a Capitã Marvel. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo (“Capitão América: Guerra Civil”), o filme estreia em março de 2018, comemorando 10 anos do lançamento do Marvel Studios e a introdução do conceito do universo cinematográfico da Marvel.

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    Martelo de Thor aparece no set do novo filme dos Vingadores

    30 de maio de 2017 /

    Quem viu o trailer de “Thor: Ragnarok” já sabe que o Mjölnir, o martelo místico de Thor, foi destruído por Hela, a deusa da Morte. Mas ele deve recuperá-lo em “Vingadores: Guerra Infinita”. Uma foto dos bastidores, divulgada no Instagram dos irmãos Russo, diretores do filme, mostra um padre segurando o martelo. Os Russo até brincaram na legenda, escrevendo: “Digno”, em referência ao fato de que não é todo mundo que consegue erguer o Mjölnir, apenas quem merece. “Vingadores: Guerra Infinita” pretende reunir todos os heróis do universo cinematográfico da Marvel, inclusive os Guardiões da Galáxia, e ainda lançar a Capitã Marvel. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo (“Capitão América: Guerra Civil”), o filme estreia em março de 2018, comemorando 10 anos do lançamento do Marvel Studios e a introdução do conceito do universo cinematográfico da Marvel. Worthy. Uma publicação compartilhada por The Russo Brothers (@therussobrothers) em Mai 30, 2017 às 7:14 PDT

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