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    Homem-Aranha: De Volta ao Lar conquista 1º lugar com bilheteria histórica na América do Norte

    9 de julho de 2017 /

    “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” não teve dificuldades para estrear em 1º lugar na América do Norte. Sem concorrentes, foi o único lançamento amplo do fim de semana e aproveitou a vantagem para render uma bilheteria histórica. Com US$ 117 milhões, estimados pelo site Boxoffice Mojo, tornou-se a segunda maior abertura doméstica da Sony Pictures em todos os tempos. Quem lidera a lista de grandes estreias da Sony é, de forma irônica, “Homem-Aranha 3” (US$ 151,1 milhões em 2007), considerado um “fracasso” e responsável pela ideia de lançar o reboot de “O Espetacular Homem-Aranha” (2012). Com o novo filme, o estúdio corrigiu o equívoco num segundo reboot, desta vez em parceria com a Marvel, após quase encerrar a franquia com bilheterias abaixo do desejado. O sucesso inaugural de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” foi tão grande que superou os US$ 103,3 milhões da estreia de “Mulher-Maravilha”. Só perde para mais dois outros filmes em 2017, “A Bela e a Fera” e “Guardiões da Galáxia Vol. 2”. Como a Marvel é coprodutora do longa do super-herói aracnídeo, o resultado faz com que todas as três maiores bilheterias de estreia do ano nos Estados Unidos e no Canadá sejam produções da Disney. No mercado internacional, o lançamento faturou US$ 140 milhões em 56 países. As maiores bilheterias aconteceram na Coreia do Sul (US$ 25,8 milhões), México (US$ 12 milhões), Reino Unido (US$ 11,8 milhões) e Brasil (US$ 9,1 milhões). No território nacional, o valor representa a maior estreia de julho de todos os tempos. Mais detalhes na segunda (10/7), com os dados oficiais. Ao todo, a produção soma US$ 257 milhões em todo o mundo, e ainda nem estreou na China. A adaptação do super-herói dos quadrinhos também conquistou a crítica, atingindo 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Neste ano, público e crítica norte-americanos parecem se entender como nunca. As maiores bilheterias domésticas de 2017 receberam grandes elogios na imprensa, enquanto os grandes fracassos foram triturados. Franquias como “Piratas do Caribe” e “Transformers” só não darão prejuízo graças ao público chinês. De forma significativa, “Transformers: O Último Cavaleiro”, com somente 15% de aprovação no Rotten Tomatoes, levou três semanas para arrecadar o que “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” fez em três dias. Mas, graças ao mercado internacional, já se aproxima dos US$ 500 milhões mundiais. Do mesmo modo, “Meu Malvado Favorito 3” também experimenta um desempenho internacional mais efusivo. Após cair para o 2º lugar, em sua segunda semana em cartaz, a animação se aproximou dos US$ 150 milhões na América do Norte. Mas fez o dobro disso no exterior, atingindo quase US$ 450 milhões de faturamento mundial. Fora do Top 10, um drama sobrenatural de distribuição limitada impressionou os analistas por superar a arrecadação por tela de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Lançado em apenas quatro salas, “A Ghost Story” fez US$ 108 mil, o equivalente a US$ 27 mil por tela – o filme do Homem-Aranha faturou US$ 26,9 mil por tela. Sem distribuição prevista no Brasil, “A Ghost Story” volta a reunir o diretor David Lowery com os atores Casey Affleck e Rooney Mara, após terem colaborado no belo “Amor Fora da Lei” (Ain’t Them Bodies Saint, 2013). O filme acompanha o relacionamento do casal e o que acontece após a transformação de Affleck em fantasma, invisível a todos a seu redor. Para o público, porém, ele aparece como um figura triste e muda, coberta por um lençol branco de desenho animado, incapaz de consolar sua jovem viúva. Exibido no Festival de Sundance 2017, “A Ghost Story” tem 87% de aprovação no Rotten Tomatoes. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 117 milhões Total EUA: US$ 117 milhões Total Mundo: US$ 257 milhões 2. Meu Malvado Favorito 3 Fim de semana: US$ 33,9 milhões Total EUA: US$ 149,1 milhões Total Mundo: US$ 447,5 milhões 3. Em Ritmo de Fuga Fim de semana: US$ 12,7 milhões Total EUA: US$ 56,8 milhões Total Mundo: US$ 70,8 milhões 4. Mulher-Maravilha Fim de semana: US$ 10,1 milhões Total EUA: US$ 368,7 milhões Total Mundo: US$ 745,7 milhões 5. Transformers: O Último Cavaleiro Fim de semana: US$ 6,3 milhões Total EUA: US$ 118,9 milhões Total Mundo: US$ 494,6 milhões 6. Carros 3 Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 133,7 milhões Total Mundo: US$ 193,7 milhões 7. The House Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 18,6 milhões Total Mundo: US$ 24 milhões 8. The Big Sick Fim de semana: US$ 3,6 milhões Total EUA: US$ 6,9 milhões Total Mundo: US$ 6,9 milhões 9. 47 Meters Down Fim de semana: US$ 2,8 milhões Total EUA: US$ 38,5 milhões Total Mundo: US$ 38,5 milhões 10. O Estranho que Nós Amamos Fim de semana: US$ 2 milhões Total EUA: US$ 7,4 milhões Total Mundo: US$ 8,2 milhões

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    Ótimo vilão impede Homem-Aranha de virar comédia adolescente

    9 de julho de 2017 /

    O novo filme do Homem-Aranha é o segundo recomeço do herói em 15 anos, e o primeiro em parceria com o Marvel Studios, o que, se rompe a conexão com os títulos anteriores do herói, acaba exigindo do espectador um conhecimento de todos os outros lançamentos do estúdio. Afinal, os filmes da Marvel estão 100% conectados. No caso de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”, a principal conexão é com “Capitão América: Guerra Civil” (2016), que trouxe a primeira aparição do personagem dentro desse universo, e isso já interliga a produção com a trama dos Vingadores. Entretanto, ao contrário do que o marketing sugere, as aparições de Tony Stark/Homem de Ferro (Robert Downey Jr.) são apenas pontuais, e o Homem-Aranha lida com situações mais corriqueiras do seu bairro, como ladrões e coisas do tipo. Isto porque, além do pretexto de estabelecer o protagonista num universo em que outros super-heróis existem, o novo reboot tem uma segunda e maior motivação: aproximar mais o herói das histórias de Stan Lee e Steve Ditko, ou seja, representá-lo como um adolescente desajeitado e com pouca popularidade na escola, destacando mais sua turma de colegial. Ironicamente, para cumprir esse objetivo simples, o roteiro opta por complicar, realizando uma simbiose entre o Peter Parker que todos conhecem e a versão Ultimate do personagem, com a inclusão de um melhor amigo, Ned Leeds (Jacob Batalon), que na verdade é um gordinho trazido da versão do universo alternativo criada pelo roteirista Brian Michael Bendis – o personagem original se chama Ganke Lee, que não é nada parecido com o jornalista adulto Ned Leeds das histórias de Stan Lee. O problema é que ele, assim como tantos outros elementos do filme, foram incluídos na trama para fazer o público rir. Fala-se numa suposta influência de John Hughes, mas mesmo a referência explícita de “Curtindo a Vida Adoidado” (1986) não é exatamente eficiente. O humor forçado, aliás, é uma constante em grande parte dos filmes da Marvel, mas se torna ainda mais evidente no primeiro Homem-Aranha do estúdio, escrito por especialistas em comédia (Jonathan Goldstein e John Francis Daley), como as péssimas “Quero Matar Meu Chefe 2” (2014) e “Férias Frustradas” (2015). Para efeito de comparação, “Mulher-Maravilha”, de Patty Jenkins, fez o público rir sem se esforçar tanto, com muito mais naturalidade. São dois estúdios diferentes e rivais, mas como a distância entre os dois lançamentos foi muito próxima, as diferenças se acentuam. Aliás, as cenas de ação, de pouco impacto, são outro problema que chama atenção. O que, então, funciona em “De Volta ao Lar”? Tom Holland convence como o adolescente que ganhou super-poderes e mal se contém de empolgação. Mas é Michael Keaton quem arrasa no papel do Abutre – uma escalação perfeita, logo após o ator, que já foi Batman, ter interpretado um super-herói alado, “Birdman”, no premiado filme de Alejandro González Iñárritu. Seu personagem está presente nas duas cenas que realmente funcionam no filme: a visita à casa de Liz (Laura Harrier), o interesse amoroso de Peter, e a cena no carro, em conversa com Peter. Ambas trazem elementos de suspense que até então o filme não havia explorado. Na filmografia do diretor Jon Watts, há pelo menos dois filmes dos gêneros suspense e terror, “Clow” (2014) e “A Viatura” (2015), e é bem provável que isso seja o seu forte. Também é possível considerar um acerto a escalação de Marisa Tomei como a Tia May. É inusitado ver uma mulher tão jovem e bonita fazendo o papel de uma personagem representada nos quadrinhos tradicionalmente como uma senhora idosa. Mas a May de Marisa Tomei faz um bom contraponto ao mulherengo Tony Stark, como sugere uma piada/elogio logo no início do filme. Já o que mais destoa é a opção curiosa de incluir uma cota racial na produção e mudar a caracterização de praticamente todos os colegas de escola de Peter Parker. A ideia de inserir o herói num ambiente colegial não é, de maneira alguma, um equívoco. Vendo os créditos finais, com imagens de desenhos parecidos com os de uma criança e ao som de “Blitzkrieg Bop”, dos Ramones, percebe-se o potencial. Mas juntar esse conceito original de Stan Lee com a alta tecnologia do traje criado para o personagem por Tony Stark, num retcon radical, faz com que Peter Parker pareça às vezes um Homem de Ferro adolescente e atrapalhado. Apesar do entusiasmo palpável que provocou entre os blogueiros de quadrinhos, o resultado é menos empolgante que a impressão dominante na mídia. Ponto central da questão: a luta com o Abutre demora tempo demais para acontecer. E ela é o batismo de fogo do herói. Há outros vilões conhecidos dos fãs dos quadrinhos, mas suas aparições são muito discretas e, no máximo, funcionam como um aperitivo para um segundo filme. Ao final, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” oferece uma longa introdução para o próximo filme, pois não chega a mostrar o Aranha estabelecido como super-herói ou nas situações mais conhecidas dos leitores – não há o ambiente do Clarim Diário. Com isso, fica a obrigação de caprichar mais na sequência. Senão, os pedidos de “volta, Sam Raimi!”, por enquanto tímidos, podem ganhar volume.

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    Ator de Fresh Off the Boat entra em Homem-Formiga e a Vespa

    7 de julho de 2017 /

    O ator Randall Park, protagonista da série de comédia “Fresh Off the Boat”, entrou no elenco de “Homem-Formiga e a Vespa”, continuação de “Homem-Formiga” (2015), da Marvel. A trama está sendo mantida em segredo, mas, de acordo com o site The Tracking Board, Park vai viver um agente da SHIELD chamado Jimmy Woo. O personagem tem uma longa trajetória nos quadrinhos. Surgiu nos anos 1950, nas páginas de “Yellow Claw” da Atlas Comics, editora que precedeu a Marvel, e entrou na SHIELD em 1968, sendo responsável por liderar a equipe que enfrentou Godzilla nos anos 1970. Em histórias mais recentes, ele tem trabalhado ao lado de Sharon Carter (Emily VanCamp nos filmes). Ele é a segunda novidade anunciada no elenco, após a atriz britânica Hannah John-Kamen, que protagoniza a série sci-fi “Killjoys” “Homem-Formiga e a Vespa” vai trazer de volta Paul Rudd e Evangeline Lilly nos papéis do título e Michael Douglas como o Dr. Hank Pym. Junto com eles, também retorna o diretor Peyton Reed, que assumiu o filme original após a desistência de Edgar Wright. O próprio ator Paul Rudd escreveu o roteiro da sequência em parceria com o estreante Gabriel Ferrari (também responsável pelo filme de “Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira”). A sequência tem previsão de estreia para julho de 2018, dois meses após “Vingadores: Guerra Infinita” que já está sendo filmado.

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    Samuel L. Jackson vai viver Nick Fury no filme da Capitã Marvel

    7 de julho de 2017 /

    Os sites de fãs de quadrinhos adiantaram a notícia no começo da semana e os rumores agora foram confirmados pelo Deadline. Samuel L. Jackson vai reprisar seu papel como Nick Fury no filme da Capitã Marvel. O personagem não aparece numa produção da Marvel desde “Vingadores: Era de Ultron”, em 2015. Antes disso, foi baleado e hospitalizado em “Capitão América: O Soldado Invernal” de 2014. Fury deverá fazer seu retorno em “Vingadores: Guerra Infinita”, que também tem a previsão de introduzir Carol Danvers, a Capitã Marvel. Não há muitas pistas sobre como isso irá acontecer, mas sua origem deverá ser bastante alterada em relação aos quadrinhos. Isto se deve pela ausência do Capitão Marvel no cinema e ao fato de a história original ser, ironicamente, muito parecida com a do Lanterna Verde da rival DC Comics. Nos quadrinhos escritos por Roy Thomas e desenhados por Gene Colan no final dos anos 1960, Carol Danvers era uma piloto da Força Aérea americana que adquiriu superpoderes ao ser salva de uma explosão radioativa pelo super-herói alienígena Capitão Marvel. A explosão atingiu seu corpo em nível celular, misturando genes kree em seu DNA, que lhe deram superforça, poder de voo e um “sétimo sentido” (similar, porém mais poderoso que o “normal” sexto sentido). Mas demorou para ela virar super-heroína, adotando o nome de Miss Marvel em 1977. A personagem só passou a ser conhecida como Capitã Marvel em 2012, em homenagem ao herói original, que morreu de câncer numa famosa graphic novel de 1982. Capitã Marvel será vivida por Brie Larson, atriz vencedora do Oscar de 2016 por “O Quarto de Jack”. Já o primeiro filme solo de uma super-heroína da Marvel está sendo escrito por Meg LeFauve (“Divertida Mente”) e Nicole Perlman (“Guardiões da Galáxia”), e será dirigido pelo casal Anna Boden e Ryan Fleck, responsável por dramas e comédias indies, como “Parceiros de Jogo” (2015), “Se Enlouquecer, Não Se Apaixone” (2010) e “Half Nelson: Encurralados” (2006). A estreia só vai acontecer em março de 2019.

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    Vídeo do set de Aquaman mostra Amber Heard jogando água em bêbado

    7 de julho de 2017 /

    Um vídeo do set de “Aquaman” flagrou a filmagem de uma cena em que Amber Heard, no papel de Mera, joga água num bêbado. A prévia mostra o efeito especial utilizado, a atenção da equipe de maquiadores e molhadores da atriz e orientações de cena do diretor James Wan (“Velozes e Furiosos 7”). A gravação foi feita na costa de Queensland, na Austrália, que recria Amnesty Bay, a cidadezinha litorânea do Maine em que Aquaman nasceu. O ator Jason Momoa (série “Game of Thrones”) interpreta o super-herói. A estreia de “Aquaman” está marcada para dezembro de 2018, mas o herói e sua esposa Mera já poderão ser vistos em novembro, no filme da “Liga da Justiça”.

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    Quadrinhos do cantor do My Chemical Romance e do brasileiro Gabriel Bá podem virar série

    7 de julho de 2017 /

    Os quadrinhos de super-heróis “A Academia Umbrella”, escritos por Gerard Way (vocalista da banda My Chemical Romance) e desenhados pelo paulistano Gabriel Bá, podem virar uma série da Netflix. A afirmação vem do site Splash Report, que se antecipou a fontes mais tradicionais de notícias. O que é fato é que Jeremy Slater, criador da série “The Exorcist”, escreveu um roteiro para o piloto da atração e tem rodado atrás de interessados há pelo menos dois anos. A Universal chegou a trabalhar num filme baseado nos quadrinhos de Way e Bá há mais tempo ainda. Em 2011, contratou o cineasta Rawson Marshall Thurber (“Família do Bagulho”) para revisar a primeira versão de um roteiro escrito por Mark Bomback (“Duro de Matar 4.0”). Mas este projeto não foi para frente. Publicada pela editora Dark Horse e premiada com o Eisner (o Oscar dos quadrinhos), “A Academia Umbrella” acompanha um grupo de seis crianças com poderes especiais, que são adotadas e criados para virarem heróis pelo enigmático milionário Sir Reginald Hargreeves. Várias décadas depois de se separarem, eles são convocados a se reunirem para enfrentar um dos seus integrantes originais.

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    Jeremy Renner revela ter quebrado os dois braços em filmagens

    7 de julho de 2017 /

    O ator Jeremy Renner revelou que quebrou os braços no set de seu novo filme, que apesar de rumores não é “Vingadores: Guerra Infinita”. O intérprete do herói Gavião Arqueiro nos longas da Marvel comentou o acidente durante uma entrevista coletiva no Festival Karlovy Vary, na República Checa, explicando que fraturou o cotovelo direito e o pulso esquerdo enquanto rodava a comédia “Tag”, há duas semanas. No fim de junho, Renner tinha divulgado uma foto no Instagram (veja acima) em que aparecia com os braços imobilizados, mas sem explicar se estavam machucados ou se as proteções eram para uma cena de filme. Ele continua com os braços imobilizados. “É como funciona. É parte do trabalho”, resumiu Renner no festival checo. Apesar de lamentar não poder fazer coisas cotidianas como “amarrar os cadarços e vestir-se sozinho”, a situação não impedirá sua participação no filme dos super-heróis da Marvel. Segundo o site Deadline, Renner ainda não começou a trabalhar no longa dirigido pelos irmãos Russo, mas a produção não deve mudar seu cronograma por conta do acidente. “Vingadores: Guerra Infinita” estreia em 26 de abril de 2018.

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    Amber Heard divulga foto dos bastidores de Aquaman

    7 de julho de 2017 /

    A atriz Amber Heard (“A Garota Dinamarquesa”) divulgou em seu Instagram uma foto dos bastidores de “Aquaman”, em que aparece ao lado do diretor James Wan (“Invocação do Mal 2”) e Jason Momoa (“Batman Vs Superman”), intérprete do herói no filme, durante uma “folga da água”. Ela vai interpretar Mera, a esposa de Aquaman, na produção, que se passará depois dos acontecimentos de “Liga da Justiça”. A estreia está marcada para dezembro de 2018. Por sinal, Mera já será introduzida em “Liga da Justiça”, que estreia em 16 de novembro.

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    Paul Rudd é flagrado numa correria no set de Vingadores: Guerra Infinita

    6 de julho de 2017 /

    Os paparazzi do site Just Jared flagraram uma correria do ator Paul Rudd no set de “Vingadores: Guerra Infinita”. O intérprete de Scott Lang/Homem-Formiga foi fotografado entre destroços, nas ruas de Atlanta, nos Estados Unidos. “Vingadores: Guerra Infinita” pretende reunir todos os heróis do universo cinematográfico da Marvel, inclusive os Guardiões da Galáxia, e ainda lançar a Capitã Marvel. Com direção dos irmãos Joe e Anthony Russo (“Capitão América: Guerra Civil”), o filme estreia em março de 2018, comemorando 10 anos do lançamento do Marvel Studios e a introdução do conceito do universo cinematográfico da Marvel.

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    Cenas de beijos foram cortadas de Homem-Aranha: De Volta ao Lar

    6 de julho de 2017 /

    A atriz Laura Harrier revelou uma curiosidade sobre a produção de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. Em entrevista ao site ComicBook, ela afirmou ter filmado várias cenas de beijo com Tom Holland. No filme, seus personagens, Liz Allan e Peter Parker, têm um relacionamento romântico. Mas nenhum beijo entrou na edição final. “Nós fizemos um monte de cenas de beijos diferentes e nenhuma delas está no filme. Eu não sei. É uma escolha interessante. Nós não sabíamos o que eles estavam tentando escolher, porque tínhamos todas essas opções diferentes de beijos do Homem-Aranha, mas no final não entrou nenhuma”, ela contou. O filme estreou nesta quinta-feira (6/7) em quase metade dos cinemas disponíveis no Brasil.

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    Homem-Aranha: De Volta ao Lar estreia em 1,4 mil cinemas no Brasil

    6 de julho de 2017 /

    Maior estreia da semana, “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” ocupa quase metade dos cinemas disponíveis no Brasil, com uma distribuição em 1,4 mil salas. A estratégia é respaldada por críticas muito positivas – 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes – que alimentam o interesse pelo primeiro filme do herói no universo compartilhado da Marvel. Diferente dos anteriores, o Homem-Aranha vivido por Tom Holland não é um personagem traumatizado – esta versão não mostra a morte do Tio Ben – , mas um adolescente que se diverte ao usar seus superpoderes, ao mesmo tempo em que sofre a condescendência dos adultos – a figura paterna de Tony Stark, em particular. Robert Downey Jr. fará falta à Marvel, quando decidir deixar de viver o Homem de Ferro. Outro destaque é o vilão Abutre, que a interpretação de Michael Keaton (“Birdman”) torna um dos melhores antagonistas da Marvel desde Loki no primeiro “Thor”. Sua presença ameaçadora oferece uma contraposição sombria às cenas ensolaradas de Peter Parker no colegial, extraídas de comédias de John Hughes e preenchidas por adolescentes completamente diferentes de suas versões nos quadrinhos. Além do blockbuster, a semana reserva mais seis lançamentos, quatro deles nacionais. A animação “As Aventuras do Pequeno Colombo” visa as crianças com uma aventura inspirada por personagens históricos: os meninos Cris (o pequeno Cristóvão Colombo) e Leo (Leonardo Da Vinci), que embarcam com a amiga Lisa (a Mona Lisa) em busca de uma terra distante. No caminho, encontram piratas, sereias e um povo disposto a tudo para permanecer perdido. A trama entretém, até esbarrar em seu único personagem negro, um menino rebelde, cuja presença alude à escravidão e revela estereótipos pouco elogiáveis. Vale destacar a participação de José Wilker num de seus últimos trabalhos, dublando o líder dos Cavaleiros Templários. A melhor opção dramática é “Soundtrack”, estrelado por Selton Mello (“O Palhaço”) e passado num cenário desolado do Ártico, entre muita neve e horizontes brancos. Selton vive um fotógrafo que chega à estação polar com o objetivo de realizar um projeto artístico. Ele quer reproduzir em imagens as sensações causadas pelas músicas de uma playlist. Mas sua presença cria atrito com os cientistas, que não entendem o que ele realmente pretende fazer naquele fim de mundo. O filme inclui em seu elenco internacional Seu Jorge (“Tropa de Elite 2”), o inglês Ralph Ineson (“A Bruxa”), o dinamarquês Thomas Chaanhing (série “Marco Polo”) e o sueco Lukas Loughran (“Nina Frisk”), e marca a estreia na direção de longas da dupla Manitou Felipe e Bernardo Dutra (que assinam como “300ml”), após comandarem Selton e Seu Jorge num curta-metragem há mais de uma década: “Tarantino’s Mind” (2006). “Os Pobres Diabos” chega ao circuito comercial quatro anos após vencer o prêmio do público no Festival de Brasília de 2013. Dirigido pelo veterano Rosemberg Cariry (“Corisco e Dadá”), acompanha uma trupe circense pelo sertão, que tenta manter viva sua arte em meio à pobreza generalizada. Estão presentes todos os clichês do gênero, do palhaço ladrão de mulher ao leão falso, mas humanizados pelas dificuldades. Cansados, os personagens não demoraram a ter que decidir se continuam lutando ou se seguem caminhos separados. Último drama nacional, “Cada Vez Mais Longe” tem a história mais lenta e contemplativa de todas, mas também a maior beleza visual. A trama é mínima, basicamente uma metáfora, em que o pescador João, para sustentar a família, precisa ir cada vez mais longe no rio, estendendo sua ausência do lar ao longo dos anos, enquanto o meio ambiente se deteriora pela poluição. Estreia na direção de Oswaldo Lioi (diretor de arte de “A Família Dionti”) em parceria com Eveline Costa. A programação alternativa se completa com a comédia francesa “Perdidos em Paris”, novo trabalho da dupla de cineastas-atores Dominique Abel e Fiona Gordon (“Rumba”), exibido no Festival Varilux, e a produção chilena “Poesia sem Fim”, segundo filme em que o diretor Alejandro Jodorowsky lembra sua juventude, evocando imagens delirantes e deslumbrantes, que reforçam sua fama de mestre surreal. Clique nos títulos dos filmes para assistir aos trailers das estreias da semana.

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    Veja os primeiros quatro minutos de Homem-Aranha: De Volta ao Lar

    4 de julho de 2017 /

    A Sony divulgou os quatro primeiros minutos de “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” na plataforma da Playstation Network. A prévia é uma espécie de diário digital de Peter Parker (Tom Holland), que registra num smartphone o primeiro encontro do Aranha com os Vingadores – quando roubou o escudo do Capitão América no filme “Capitão América: Guerra Civil”. Boa parte das imagens já tinham sido antecipadas nos trailers. Na trama, depois de ter uma participação espetacular ao lado dos Vingadores, chegou o momento do jovem Peter Parker voltar para casa e para a sua rotina, agora não mais tão normal. Enquanto luta contra pequenos crimes nas redondezas de seu bairro, ele acredita ter encontrado sua verdadeira missão quando surge o vilão Abutre (Michael Keaton). “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” tem estreia prevista para esta quinta (6/7) no Brasil.

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    Novas temporadas das séries de super-heróis da DC Comics ganham sinopses

    4 de julho de 2017 /

    O canal americano CW e Fox divulgaram as sinopses das novas temporadas de suas séries de super-heróis da DC Comics. E, com a exceção da confirmação da nova vilã de “Supergirl”, os textos são apenas resumos do que aconteceu na temporada anterior, com algumas sugestões óbvias sobre o momento em que as tramas serão retomadas, a partir de outubro. No Brasil, as séries são exibidas no canal pago Warner. Confirma os textos oficiais abaixo: Arrow “O confronto emocional entre Oliver Queen e Adrian Chase foi a conclusão perfeita para a 5ª temporada. Agora, o foco muda para descobrir o destino de cada membro do Team Arrow. Alguém poderia sobreviver a uma explosão em toda a ilha, ou o livro foi fechado sobre eles?” The Flash “Enfrentar uma versão maligna de si mesmo é algo que ninguém deveria ter que fazer, mas é exatamente isso que Barry Allen fez enquanto lutava para salvar a vida de sua noiva Iris West do vilão conhecido como Savitar. A vitória de Barry foi de curta duração, uma vez que o desequilíbrio da Força da Aceleração começou a causar estragos em Central City, forçando Barry a se sacrificar pelo bem maior. Com o Homem Mais Rápido do Mundo agora preso numa energia extra-dimensional, e perigos desconhecidos espreitando nas sombras, caberá à equipe Flash libertar Barry de seu próprio inferno pessoal.” Legends of Tomorrow “Depois que a Waverider chegou em uma versão alternativa de Los Angeles em 2017, onde os dinossauros vagueiam pelas ruas e o horizonte é adornado pela icônica torre do relógio Big Ben, as Lendas rapidamente perceberam que “quebraram o tempo”. No ano passado, eles viajaram ao longo da linha do tempo, corrigindo uma série de Aberrações. Este ano, ficarão loucos tentando solucionar uma onda de anacronismos que transformou a História completamente.” Supergirl “Livrar National City da Rainha Rhea e seu exército Daxamite foi uma grande vitória para a Supergirl, mas uma batalha que chegou a um custo significativo, e Kara foi forçada a sacrificar seu relacionamento com Mon-El. Quando a 3ª temporada retornar com as novas aventuras, Kara e sua equipe enfrentarão uma nova ameaça na forma de Régia (Reign), uma Arrasadora de Mundos (Worldkiller).” Gotham “A história de origem de ‘Gotham’ continua a se desenrolar e, conforme a série entra em sua 4ª temporada, as apostas serão ainda mais altas! Com o Tribunal das Corujas dizimado, o rescaldo do vírus Tetch aflige a cidade e todos os vilões sobreviventes no submundo de Gotham avançam em busca do poder, deixando Jim Gordon e a GCPD de mãos cheias. E esse é apenas o começo! O que você acha que Ra’s al Ghul fará? Pinguim recuperará seu título como o Rei do Crime de Gotham? Que novos vilões estão por vir? E o que o final da temporada de Bruce Wayne revela significativamente para Gotham City?.”

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