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  • Série

    Ator de Narcos vai viver chefe da Patrulha do Destino na série dos Novos Titãs

    15 de fevereiro de 2018 /

    Dando sequência a sua cruzada para eliminar personagens ruivos das adaptações de quadrinhos, a nova série de super-heróis do produtor Greg Berlanti contratou o mexicano Bruno Bichir (série “Narcos”) para viver o Dr. Niles Calder em “Titans”, a aguardada produção live action dos Novos Titãs. A escalação confirma a participação da Patrulha do Destino na série. O grupo é considerado os X-Men da DC Comics, mas o mais correto, pela ordem de lançamento, seria chamar os X-Men de Patrulha do Destino da Marvel. Os heróis criados pelos roteiristas Arnold Drake, Bob Haney e o artista Bruno Premiani estrearam nos quadrinhos três meses antes de Stan Lee e Jack Kirby introduzirem os X-Men em 1963. Ambos os grupos eram caracterizados por reunir personagens marginalizados da sociedade sob a liderança de gênios em cadeiras de rodas. Líder da Patrulha, o Dr. Niles Calder era conhecido justamente como Chefe. Segundo seu criador, Arnold Drake, a inspiração do personagem foi Mycroft Holmes, o irmão de Sherlock Holmes. O chefão da DC Entertainment, Geoff Johns foi quem revelou anteriormente a inclusão do grupo em “Titans”, ao adiantar o título do quinto episódio da série: “Doom Patrol”, nome original da Patrulha do Destino em inglês. Ele ainda comentou a imagem, dizendo: “Os Titãs estão ganhando companhia”. Como os fãs dos quadrinhos sabem, Garfield Logan, mais conhecido como o herói Mutano, fazia parte da Patrulha do Destino antes de entrar no time dos Titãs durante os anos 1980. Ele foi, inclusive, adotado por Rita Farr e seu marido Steve Dayton – também conhecidos como Mulher-Elástica e Mento. O episódio escrito por Johns deve ter relação com este fato, já que Mutano é um dos personagens de “Titans”. Por sinal, a Patrulha também já apareceu na série animada dos “Jovens Titãs”, no Cartoon Network. “Titans” está sendo desenvolvida por Akiva Goldsman, após escrever o pior de todos os “Transformers” e transformar “A Torre Negra” num fiasco, em parceria com o produtor Greg Berlanti, responsável pelas séries de super-heróis da DC Comics na rede CW, e Geoff Johns, diretor da DC Entertainment e cocriador de “The Flash”. Segundo a sinopse da produção, a história gira em torno de Robin (Brenton Thwaites, de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), que sai da sombra de Batman para se tornar o líder de um grupo destemido de novos heróis, incluindo Estelar (Anna Diop, da série “24: Legacy”), Ravena (Teagan Croft, da novela “Home and Away”), Mutano (Ryan Potter, da série “Supah Ninjas”, do Nickelodeon), Rapina (Alan Ritchson, da série “Blood Drive”) e Columba (Minka Kelly, da série “Friday Night Lights”). A produção está sendo concebida para inaugurar a “Netflix” da DC Comics, um serviço de streaming só com produções dos quadrinhos da editora da Liga da Justiça. E ainda não tem previsão de estreia.

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  • Música

    Novo rap da trilha de Pantera Negra ganha clipe

    15 de fevereiro de 2018 /

    Mais uma música do disco da trilha de “Pantera Negra” ganhou clipe. “King’s Dead” se beneficia da forma como Jay Rock, Kendrick Lamar e Future transformam a melodia com raps de características distintas, numa progressão de rimas contrastantes, apesar de alinhadas sobre a mesma batida persistente. O cantor James Blake também participa da composição, mas não aparece no vídeo dirigido pela dupla Dave Free (the little homies) e Jack Begert – que já trabalhou em vídeos anteriores de Kendrick Lamar, o responsável pela curadoria da trilha sonora. O ponto alto traz Lamar cantando num cruzamento, enquanto veículos passam tirando fininho de seu corpo (um efeito visual sem risco real). Mas também há pontos altos literais, com rappers no topo de palmeiras e no terraço de arranha-céus, além de cenas tão distintas quanto rap no mercado de ações e uma negociação resolvida à bala no mercado de drogas. “King’s Dead” é o segundo clipe extraído do disco da trilha, após “All the Stars”, de Kendrick Lamar e SZA. As músicas do disco produzido por Lamar não fazem, necessariamente, parte do filme. Foram inspiradas pela produção, cuja trilha oficial foi, na verdade, composta pelo sueco Ludwig Göransson, parceiro do diretor Ryan Coogler em todos os seus três longa-metragens – além de produtor de Childish Gambino, o projeto de rap do ator Donald Glover (série “Atlanta”).

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  • Filme

    Trailer dublado de Os Incríveis 2 mostra que maior desafio da continuação é a paternidade

    15 de fevereiro de 2018 /

    A Disney divulgou o trailer completo dublado de “Os Incríveis 2”. A prévia mostra o novo desafio do Sr. Incrível: ser pai. Ele deve cuidar das crianças para que sua esposa, Mulher-Elástica, possa voltar a combater o crime. Mas os problemas se revelam mais complicados que a matemática do ensino fundamental quando o bebê Zezé (Jack-Jack no original) começa a manifestar superpoderes e comportamento de supervilão ao ser contrariado. A família continua a ser dublada, em inglês, pelos atores Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Holly Hunter (“Batman vs. Superman”) e Sarah Vowell (“Filhos do Divórcio”), mas o menino Flecha/Dash tem nova voz, o novato Huck Milner. Além deles, Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”) também retorna como Frozone e o diretor Brad Bird continua a fazer a voz de Edna Moda. Nada disso será ouvido nos cinemas brasileiros, mas pode ser conferido abaixo, na versão original do trailer. Novamente escrito e dirigido por Bird, a continuação do clássico de 2004 da Pixar tem estreia marcada para o dia 28 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Estreias: Pantera Negra e filmes do Oscar 2018 ocupam os cinemas

    15 de fevereiro de 2018 /

    O novo filme de super-heróis da Marvel é o maior lançamento da semana, que também traz aos cinemas nada menos que quatro longas indicados ao Oscar 2018, além de uma estreia nacional em circuito invisível. Clique nos títulos de cada filme para ver seus trailers. “Pantera Negra” estreia neste fim de semana também nos Estados Unidos, onde a expectativa é de quebra de recordes. O filme tem incríveis 97% de aprovação entre a crítica americana, uma avaliação mais positiva que a da maioria dos indicados ao Oscar – “Eu, Tonya”, “Três Anúncios para um Crime” e “Mudbound”, por exemplo, têm 90%, 93% e 96%, respectivamente. Mesmo assim, há grande curiosidade em torno de seu desempenho internacional, já que o primeiro filme de super-herói negro de Hollywood reflete uma política de inclusão e diversidade pautada para e pelo público americano. Longe de seguir padrões pré-estabelecidos, o longa não traz a típica trama de “super-herói negro”, como as séries “Luke Cage” e “Black Lightning” (Raio Negro). Em vez de proteger bairros pobres infestados por crime, T’Challa (Chadwick Boseman) reina numa nação desenvolvida da África, onde há abundância, prosperidade e tecnologia de superprodução sci-fi. O conflito vem do desejo de preservar o segredo de Wakanda do mundo exterior versus duas outras opções bem diferentes: do vilão branco (Andy Serkis, retomando seu personagem de “Capitão América: Guerra Civil”) obstinado em explorar as riquezas naturais do país, como os velhos colonialistas europeus, e do líder dissidente (Michel B. Jordan, de “Creed”), que considera criminoso deixar outras nações africanas passarem fome, enquanto Wakanda poderia liderar todo o continente e mudar o mundo. Em meio a estes dilemas, o cineasta Ryan Coogler (“Creed”) ainda inclui sequências de ação dignas de “007”, coadjuvantes que roubam as cenas (e merecem seus próprios filmes) e conflitos internos tão bem desenvolvidos que muitos já chamam o resultado de “melhor filme da Marvel” – uma definição que parece surgir a cada novo lançamento do estúdio presidido por Kevin Feige. Mais bem-avaliado que “Pantera Negra” neste fim de semana só “Lady Bird – A Hora de Voar”. O filme chegou a bater o recorde de avaliações positivas do site Rotten Tomatoes, com 100% de aprovação com 194 resenhas elogiosas. Mas isto chamou tanta atenção que um blogueiro decidiu postar uma crítica negativa para virar assunto, baixando a nota para 99%. Estreia solo na direção da atriz Greta Gerwig (“Mulheres do Século 20”), o filme é baseado em suas lembranças de juventude, pontuadas por um humor desconsertante, que acompanha Saoirse Ronan (“Brooklyn”) em sua vida de estudante rebelde no Norte da Califórnia, tratada como ovelha negra da família pela própria mãe (Laurie Metcalf, a mãe de Sheldon na série “The Big Bang Theory”), embora se veja como uma joaninha (ladybird) querendo voar para a liberdade. Vencedor do Globo de Ouro de Melhor Comédia, “Lady Bird” foi indicado a cinco Oscars: Melhor Filme, Atriz (Ronan), Atriz Coadjuvante (Metcalf), Direção e Roteiro (ambos de Gerwig). Mas também foi acusado de plágio pela roteirista Josefina Lopez. Ela afirma que a história, supostamente inspirada pela juventude da diretora Greta Gerwig, é uma cópia de “Mulheres de Verdade Têm Curvas”, filme que ela escreveu em 2002. “Mudbound – Lágrimas sobre o Mississipi” conta outra história com elenco, direção e roteiristas negros. Terceiro longa-metragem da cineasta Dee Rees, após o drama lésbico indie “Pariah” (2011) e a telebiografia “Bessie” (2015), da HBO, a produção foi adquirida pronta pela Netflix por US$ 12,5 milhões em Sundance – a maior aquisição realizada no festival do ano passado. Foi lançada diretamente em streaming nos Estados Unidos, mas desembarca no Brasil – com três meses de atraso – pelo cinema, com direito ao indefectível subtítulo que parece existir para impedir lançamentos de filmes de nomes curtos no Brasil. Desta vez, a grosseria chama ainda mais atenção por conter um erro de português – a falta de acentuação em Mississípi. A trama gira em torno de duas famílias que convivem no sul rural dos Estados Unidos nos anos 1940. Uma delas é branca, racista e recém-chegada, tendo comprado sua fazenda com sonhos de grandeza. A outra é negra, humilde e trabalha naquelas terras há muitas gerações. Quando os filhos jovens das duas famílias retornam traumatizados da 2ª Guerra Mundial, acabam criando laços de amizade, forjados pela experiência compartilhada, o que incomoda ambos os lados. O soldado negro tem mais dificuldade em aceitar a situação de ter lutado pela liberdade dos europeus e voltar a um país segregado. O branco não pode ouvir um estouro de escapamento de carro sem achar que está levando tiros. Para piorar, ainda sente atração pela mulher negligenciada do irmão mais velho. Trata-se de uma adaptação do best-seller homônimo de Hillary Jordan, lançado em 2008 nos Estados Unidos, e sua filmagem ganhou um troféu do Gotham Awards, que abre a temporada de premiações de Hollywood. A consagração foi para o elenco, que inclui a cantora Mary J. Blige, indicada ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. O filme também disputa o Oscar de Melhor Canção (novamente com Blige), Roteiro Adaptado (Dee Rees) e fez história com sua cinematógrafa, Rachel Morrison, a primeira mulher a disputar o prêmio da Academia na categoria de Direção de Fotografia. Vencedor do Festival de Toronto, do Globo de Ouro 2018 de Melhor Filme Dramático, e indicado a sete Oscars, “Três Anúncios para um Crime” é o terceiro longa virulento do inglês Martin McDonagh, cuja filmografia exalta o humor negro e a violência gratuita. O filme acompanha uma mãe inconformada com a incompetência da polícia após o estupro e assassinato da filha, que manda erguer cartazes cobrando providências e expondo o xerife de sua cidadezinha. O elenco destaca Frances McDormand (que venceu o Oscar há 20 anos por “Fargo”) no papel da mãe obstinada e Sam Rockwell (“Homem de Ferro 2”) como um assistente de xerife racista. Ambos disputam o Oscar, respectivamente de Melhor Atriz e Melhor Ator Coadjuvante, após venceram as duas categorias no SAG Awards, a premiação do Sindicato dos Atores. Desde então, o personagem de Rockwell virou centro de uma polêmica, em que o contexto do filme passou a ser denunciado por apresentar um racista como o herói da história. “Eu, Tonya” disputa três Oscars, que incluem a primeira indicação de Margot Robbie (“Esquadrão Suicida”) como Melhor Atriz pelo papel-título. Mas seu favoritismo está na categoria de Atriz Coadjuvante, após Allison Janney (série “Mom”) vencer tudo o que disputou na temporada, como o Globo de Ouro, o SAG e o Critics Choice. Ela rouba todas as cenas como uma das mães mais malvadas já vistas no cinema. E o que mais impressiona é que a personagem não é ficção. O longa é cinebiografia da patinadora Tonya Harding, que apesar de ter disputado os Jogos Olímpicos e conquistado a Medalha de Prata no Campeonato Mundial de Patinação de 1991, ficou conhecida como vilã da vida real, ao se envolver num ataque, planejado por seu marido, contra a rival Nancy Kerrigan, durante o treinamento para o Campeonato dos Estados Unidos de 1994. Visando tirar sua principal oponente do caminho para ficar com uma vaga olímpica, Harding conseguiu o oposto: foi banida do esporte por toda a vida. O filme de Craig Gillespie (“Horas Decisivas”) tenta mostrar o que a levou a esse extremo. Por fim, o drama brasileiro “Antes do Fim” chega em apenas quatro salas, com distribuição de seu próprio cineasta, Cristiano Burlan (“Mataram Meu Irmão”). Filmada em preto e branco, a obra parece filme antigo, da época em que discursos se sobrepunham à encenação e a teatralidade era “técnica cinematográfica”, o que, curiosamente, muitos taxavam de “cinema de arte” e não teatro filmado. O elenco assume referências, com as participações de Helena Ignez e Jean-Claude Bernardet, ela atriz e musa, ele crítico e ensaísta de um Brasil que hoje só existe em mostras de cinema. Para completar, a própria trama é acadêmica: discute o direito ao suicídio e é inspirada por um texto de Bernardet, que defende a morte como um ato de resistência contra o capitalismo farmacêutico. Sério. Foi exibido no Festival de Brasília, onde não foi levado a sério – isto é, saiu sem prêmios.

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  • Série

    Vídeos de Legends of Tomorrow mostram os heróis na era das discotecas

    14 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Caity Lotz, intérprete de Sara Lance em “Legends of Tomorrow”, divulgou um divertido vídeo em seu Instagram, que mostra os heróis viajantes do tempo com o visual da era das discotecas. Não só isso. Eles também dançam – e muito bem – uma coreografia da época, ao som do clássico “Staying Alive”, dos Bee-Gees, música-tema do filme “Embalos de Sábado à Noite” (1977). Intitulado “Here I Go Again”, o próximo episódio da série vai mostrar os heróis presos num looping temporal e também ganhou um trailer oficial da rede CW. O próximo episódio de “Legends of Tomorrow” será exibido na segunda (19/2) nos Estados Unidos. A série faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil. When your feeling the disco vibes and decide to shoot a music video on set #Legendsoftomorrow Uma publicação compartilhada por CAITY LOTZ (@caitylotz) em 14 de Fev, 2018 às 7:48 PST

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  • Filme

    Uniformes de Os Incríveis são lavados e passados em novos pôsteres da sequência da animação

    14 de fevereiro de 2018 /

    A Disney-Pixar divulgou dois pôsteres de “Os Incríveis 2”, que mostram os uniformes de super-heróis da família Parr (a incrível família que virou Pêra no Brasil) indo para a máquina de lavar-roupas. A família continua a ser dublada, em inglês, pelos atores Craig T. Nelson (série “Parenthood”), Holly Hunter (“Batman vs. Superman”) e Sarah Vowell (“Filhos do Divórcio”), mas o menino Flecha/Dash tem nova voz, o novato Huck Milner. Além deles, Samuel L. Jackson (“Os Oito Odiados”) também retorna como Frozone e o diretor Brad Bird continua a fazer a voz de Edna Moda. Novamente escrito e dirigido por Bird, a continuação do clássico de 2004 da Pixar tem estreia marcada para o dia 28 de junho no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.

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    Roteiristas de Tomb Raider e Chaos Walking vão escrever o filme da Sabre de Prata e Gata Negra

    13 de fevereiro de 2018 /

    Duas das roteiristas mais requisitadas para projetos geeks, Lindsey Beer e Geneva Robertson-Dworet, vão escrever o filme “Silver & Black”, produção da Sony sobre as personagens da Marvel Sabre de Prata e Gata Negra. Beer escreveu os vindouros “Chaos Walking”, thriller pós-apocalíptico estrelado por Daisy Ridley e Tom Holland, e está envolvida com “King Kong vs Godzilla” e a franquia “Ology” da Paramount. Robertson-Dworet assina o novo “Tomb Raider” e o esperado longa da “Capitã Marvel”. As duas vão trabalhar sobre um primeiro roteiro escrito por Lisa Joy (criadora da série “Westworld”) e Christopher Yost (roteirista de “Thor: Ragnarok”) e com a diretora Gina Prince-Bythewood (“Nos Bastidores da Fama”), que recentemente fez sua estreia no universo Marvel ao dirigir o piloto de “Cloak and Dagger”, a série dos heróis Manto e Adaga para o canal pago Freeform. Criada em 1985, Sabre de Prata é uma mercenária que caça criminosos de guerra e ocasionalmente se alia ao Aranha. Ela nunca apareceu no cinema, assim como a ladra Gata Negra, uma ladra que é considerada a “Mulher-Gato da Marvel”, lançada em 1979 – embora Felícia Hardy, sua identidade secreta igualmente gata, tenha dado as caras em “O Espetacular Homem-Aranha 2”, vivida pela atriz Felicity Jones. “Silver & Black” tem estreia prevista para 8 de fevereiro de 2019 nos Estados Unidos.

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    Rumores de que Zack Snyder foi demitido de Liga da Justiça ganham força

    13 de fevereiro de 2018 /

    Quando o afastamento de Zack Snyder de “Liga da Justiça” veio à tona, em maio do ano passado, a decisão foi atribuída a uma tragédia pessoal. O diretor teria decidido se afastar da produção após o suicídio de sua filha, aos 20 anos de idade. A morte de Autumn foi mantida em sigilo por dois meses e o diretor e sua esposa chegaram a suspender a produção no filme por duas semanas, para lidar com a tragédia. A mulher do cineasta, Deborah Snyder, é produtora do longa-metragem. Entretanto, nos últimos dias, diversas publicações ouvirem fontes contarem uma história diferente. A Warner teria aproveitado a tragédia para colocar Joss Whedon no filme e pressionar Snyder a se afastar. Josh L. Dickey, ex-editor do site Mashable, revelou ter sido informado dos problemas de bastidores na época, mas não publicou a história por questões que não compartilhou. E Matt Goldberg, do Collider, compartilhou comentários de que a edição de “Liga da Justiça” que Snyder apresentou para os executivos da Warner foi considerada “inassistível” de tão ruim. Por conta disso, Snyder teria sido demitido e Joss Whedon contratado para tentar salvar a produção. O tempo de filmagens adicionais foi maior que o costume, mas a necessidade financeira de aproveitar o material já filmado gerou um conflito de tons entre o trabalho dos dois diretores, que ajudou na percepção de que “Liga da Justiça” representava um fracasso. Os rumores já existiam no ano passado sem que Snyder tivesse se manifestado a respeito deles. Agora que ressurgem com mais força, aguarda-se uma versão do diretor para essa história.

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    Criador de Cable posta foto com Josh Brolin no set de Deadpool 2

    13 de fevereiro de 2018 /

    Rob Liefeld, o criador de Deadpool e Cable, postou uma foto dos bastidores de “Deadpool 2” em que aparece ao lado de Josh Brolin, caracterizado como Cable. Embora não esteja diretamente envolvido com os filmes de Deadpool, Liefeld teria sido consultado por Ryan Reynolds, protagonista e produtor da franquia, sobre diversas decisões. Por exemplo, ele recomendou que o primeiro filme não incluísse Cable, já que a origem de Deadpool seria o suficiente para distrair o público, mas está entusiasmado com a introdução de Cable e Dominó (vivida por Zazie Beetz), mais uma de suas criações, no segundo longa-metragem. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para 17 de maio no Brasil. This is what 100 years of awesome looks like! BOOM! The half century club just got a whole lot cooler!! Just wait until the 200 years of awesome photo! #BROLINaisaance #cable #deadpool #50 #fifty #50yearsold p.s. I had to give that cool glove back! Uma publicação compartilhada por RobertLiefeld (@robliefeld) em 12 de Fev, 2018 às 11:06 PST

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    Projeto secreto do diretor de Deadpool é filme solo da mutante Kitty Pryde

    13 de fevereiro de 2018 /

    Segundo o site The Hollywood Reporter, o projeto secreto que vai juntar o diretor de “Deadpool” e o criador da personagem “Jessica Jones” é um filme da mutante Kitty Pryde. As fontes do site garantem que o misterioso filme de codinome “143” é sobre a heroína, que já foi vivida por Ellen Page em dois filmes da franquia “X-Men” – “X-Men: O Confronto Final” (2006) e “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014). O nome “143” seria uma referência à edição 143 da revista “Uncanny X-Men”, que traz a primeira aventura solo de Kitty Pryde, em que ela enfrenta um demônio sozinha na Mansão X. A história, de Chris Claremont e John Byrne, foi publicada em 1981. Brian Michael Bendis, que também escreveu muitas histórias dos X-Men em seus 17 anos de publicações na Marvel, vai estrear como roteirista de cinema com esse projeto, e Tim Miller será o diretor. Bendis é um dos escritores mais prolíficos dos quadrinhos atuais. Ele criou os personagens Miles Morales (o Homem-Aranha do universo Ultimate), a agente da SHIELD Maria Hill e Jessica Jones, entre outros, além de ter assinado alguns dos principais crossovers da Marvel, como, por exemplo, “Era de Ultron”, que virou filme. Recentemente, ele trocou a Marvel pela DC Comics, assinando um contrato de exclusividade. Mas, ironicamente, ao mesmo tempo volta para personagens do universo Marvel em seu primeiro roteiro para o cinema. Miller, por sua vez, está atualmente trabalhando na pré-produção do revival da franquia “O Exterminador do Futuro”, com produção de James Cameron.

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    Atriz de New Girl vai estrelar o piloto do remake de Super-Herói Americano

    13 de fevereiro de 2018 /

    A atriz Hannah Simone já definiu seu próximo projeto após o fim da série “New Girl”. Ela foi contratada para estrelar o piloto de “The Greatest American Hero”, remake da série clássica “Super-Herói Americano”. Sucesso dos anos 1980, a comédia de super-herói vai tentar retornar do arquivo morto com uma mudança de sexo na rede ABC. A série original foi criada por Stephen J. Cannell (“Anjos da Lei”, “Esquadrão Classe A”) e durou três temporadas, entre 1981 e 1983, acompanhando um professor (William Katt) que encontra uma roupa que lhe concede superpoderes, mas perde o manual de uso, tendo que aprender suas novas habilidades por meio de tentativa e erro. Ao mesmo tempo, um agente do governo (Robert Culp) quer controlar as suas ações, e ele precisa decidir se vai usar seus poderes para ajudar os outros ou só a si mesmo. No remake, a roupa será vestida por Meera, uma mulher de 30 anos que ama tequila e karaokê, e cuja falta de responsabilidade sempre causou grande desgosto em sua família tradicional indiana. O projeto está sendo desenvolvido por Rachna Fruchbom (roteirista-produtora de “Fresh Off the Boat”). Simone foi uma das atrizes mais procuradas para estrelar pilotos em desenvolvimento nesta temporada. Ela recebeu múltiplas ofertas antes de escolher “The Greatest American Hero”. O projeto mantém a atriz, cujo pai é indiano, na produtora Fox, responsável por “New Girl” e que vai produzir a nova série, caso a rede ABC aprove o piloto. Ela será vista pela última vez no papel Cece, a melhor amiga de Jess (Zooey Deschanel), nos oito episódios finais de “New Girl”, que começam a ser exibidos em 10 de abril nos EUA.

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    Diretor de Deadpool e criador de Jessica Jones vão fazer filme secreto do universo dos X-Men

    13 de fevereiro de 2018 /

    A 20th Century Fox contratou o escritor de quadrinhos Brian Michael Bendis para desenvolver um roteiro de um projeto secreto do universo dos “X-Men”. O filme será dirigido por Tim Miller, que fez o primeiro “Deadpool” e um título de trabalho enigmático: “143”. Bendis é um dos escritores mais prolíficos dos quadrinhos atuais. Ele criou os personagens Miles Morales (o Homem-Aranha do universo Ultimate), a agente da SHIELD Maria Hill e Jessica Jones, entre outros, além de ter assinado alguns dos principais crossovers da Marvel, como, por exemplo, “Era de Ultron”, que virou filme. Recentemente, ele trocou a Marvel pela DC Comics, assinando um contrato de exclusividade. Mas, ironicamente, ao mesmo tempo volta para personagens do universo Marvel em seu primeiro roteiro para o cinema. O filme pode ser uma adaptação que ainda não foi anunciada, mas a Fox já se mostrou inclinada a filmar “Gambit”, “Homem-Múltiplo”, “X-Factor” e “X-23”. O último, porém, é um projeto ligado a James Mangold, o diretor de “Logan”. Miller está atualmente trabalhando na pré-produção do revival da franquia “O Exterminador do Futuro”, com produção de James Cameron. Atualização: o site The Hollywood Reporter afirma que o projeto secreto é um filme solo da mutante Kitty Pryde.

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    Mary J. Blige será assassina na série baseada nos quadrinhos da Academia Umbrella

    12 de fevereiro de 2018 /

    A cantora Mary J. Blige, indicada ao Oscar 2018 por seu desempenho no filme “Mudbound”, produção da Netflix, vai seguir a carreira de atriz no serviço de streaming. Ela entrou no elenco da série “The Umbrella Academy”, adaptação dos quadrinhos da Academia Umbrella. Blige interpretará o papel de Cha Cha, uma assassina implacável e pouco ortodoxa, que viaja no tempo para matar seus alvos. Embora tenha algumas queixas sobre a burocracia de seus empregadores, esse trabalho é a vida dela. Ela é sádica, sociopata e sua reputação a precede. Seu verdadeiro amor é tortura, e ela se considera uma “artista da dor”. Nos quadrinhos, o personagem é homem e trabalha de forma inseparável com Hazel. Os dois usam máscaras infantis e estão determinados a matar uma cota de integrantes da Academia Umbrella. A inclusão no elenco de “The Umbrella Academy” marcará o maior trabalho de Blige numa série. Recentemente, ela fez pequenas participações nas séries “Empire” e “Black-ish”, mas nunca tinha vivido uma personagem regular. Criada pelo vocalista da banda My Chemical Romance, Gerald Way, e ilustrada pelo brasileiro Gabriel Bá, “A Academia Umbrella” acompanha um grupo de seis crianças com poderes especiais, que são adotadas pelo enigmático milionário Sir Reginald Hargreeves com o objetivo de crescerem como heróis. Várias décadas depois de se separarem, eles voltam a se reunir. A adaptação dos quadrinhos foi concebida por Jeremy Slater, criador da série “The Exorcist”, e o elenco confirmado inclui Ellen Page (“X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”) como Vanya, Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”) como Luther, Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”) como Klaus, Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”) como Allison, David Castañeda (“Guerra dos Monstros”) no papel de Diego e o adolescente Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) foi escolhido como Número Cinco. Com dez episódios, a série deve estrear no fim do ano.

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