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    Stargirl: Comercial destaca elogios da crítica à nova série de super-heróis

    24 de maio de 2020 /

    A rede The CW divulgou um novo pôster e mais um comercial de “Stargirl”, série de super-heróis da DC Comics, que estreou na terça (19/5) na TV americana. A divulgação agora visa informar que a série também pode ser vista de graça online pela plataforma do canal – em concorrência direta com a DC Universe, que produziu originalmente a atração – , além de chamar atenção para a reação da crítica. O vídeo destaca alguns dos elogios publicados sobre a produção, que encantou a imprensa e atingiu impressionantes 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. A série mostra a origem da personagem-título, uma adolescente que encontra um cetro mágico nas caixas de mudança de sua casa e descobre que seu padrasto escondia um segredo. No passado, ele foi assistente de um antigo super-herói poderoso – o Starman, integrante da Sociedade da Justiça da América, o primeiro grupo de super-heróis da DC Comics – criado em quadrinhos dos anos 1940. De posse do cetro do Starman, ela resolve virar a Stargirl e juntar outros jovens heróis para enfrentar os responsáveis pelas mortes dos heróis clássicos: a Sociedade da Injustiça. Vale considerar que, nos quadrinhos, essa história é bem mais complicada. Mas a proposta da série é simplificar tudo ao máximo, para se focar na diversão que é ganhar super-poderes na adolescência. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como seu padrasto Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A., o elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera, Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, Henry Thomas (“A Maldição da Residência Hill”) como Dr. Meia-Noite, sem esquecer de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”), Nelson Lee (“Blade: The Series”), Joe Knezevich (“A Mula”) e Neil Jackson (“Absentia”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes, Rei Dragão, O Mago e Geada, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”. Mais que isso, ele também é, justamente, o roteirista que criou Stargirl nos quadrinhos da DC.

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  • Filme

    Ator confirma presença de Darkseid na nova versão de Liga da Justiça

    24 de maio de 2020 /

    A nova versão de “Liga da Justiça”, que terá todo o material filmado por Zack Snyder, incluirá o vilão Darkseid. O intérprete do personagem, Ray Porter (“Justified”), confirmou sua participação no lançamento da HBO Max. “Eu agora recebi permissão para dizer… Oi, eu sou Ray. Eu interpreto Darkseid no ‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder. É isso. Agora isso é público”, escreveu ele no Twitter. O vilão sempre fez parte do filme na versão do diretor original, mas foi cortado por Joss Whedon (“Os Vingadores”), que substitui Snyder em refilmagens. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após a fase das filmagens, chamando Joss Whedon para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Com o lançamento confirmado para 2021 na plataforma HBO Max, a versão reeditada de “Liga da Justiça” será um filme bem diferente do visto no cinema. E vai restituir Darkseid à trama. Perguntado por uma seguidora sobre a sensação de finalmente poder compartilhar isto publicamente, Ray Porter disse que era um “alívio”. Além de receber efeitos visuais e uma finalização técnica, com som, trilha e edição, a nova versão da “Liga da Justiça” contará com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a produção pode ser dividida em capítulos e lançada como minissérie. A previsão de estreia é apenas para 2021. That said, and because I’ve been given permission…Hi, I’m Ray. I played Darkseid in Zack Snyder’s “Justice League”. There. It’s out now. — Ray Porter (@Ray__Porter) May 22, 2020

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  • Filme

    Zack Snyder revela como convenceu a Warner a lançar sua versão de Liga da Justiça

    23 de maio de 2020 /

    O diretor Zack Snyder e sua esposa, a produtora Deborah Snyder, contaram como convenceram a Warner a transformar o “Snyder Cut” da “Liga da Justiça” em um título oficial da HBO Max. Em uma entrevista para a revista The Hollywood Reporter, eles deram detalhes sobre a produção, revelando que a edição do diretor foi montada como um longa em preto e branco e que o lançamento pode ser dividido em capítulos como uma minissérie. De acordo com o relato dos Snyders, eles receberam uma ligação da Warner após a hashtag #ReleaseTheSnyderCut manter-se entre os principais tópicos do Twitter por meses. Após o contato inicial, eles então prepararam uma apresentação e, ainda em fevereiro, para um grupo de executivos da Warner Bros., da HBO Max e da DC Comics, que foram até sua residência assistir à versão do diretor, em preto e branco. A seleta plateia incluiu nomes como o presidente da Warner Walter Hamada e o quadrinista Jim Lee. Diante deles, Snyder compartilhou várias ideias para o lançamento de sua versão de “Liga da Justiça”, inclusive a proposta de ser dividido em vários episódios, como uma minissérie. Todos teriam saído do encontro empolgados, planejando como fazer o projeto acontecer. Oficialmente intitulada, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será lançado em streaming na HBO Max e será bem diferente daquela exibida nos cinemas. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max, marcada para a próxima quarta (27/5) nos EUA, tornou-se uma oportunidade para Snyder convencer a nova empresa, WarnerMedia, a rever sua posição. No encontro com os executivos, ele argumentou justamente que sua versão editada poderia se tornar um grande chamariz e atrair público para a plataforma. A diretoria da nova Warner não só topou como vai desembolsar mais dinheiro, entre US$ 20 e 30 milhões, para trabalhos de pós-produção do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor deu a entender, encontra-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento contará com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. Zack Snyder disse que passou os meses de abril e maio entrando em contato com o elenco do filme, avisando que o lançamento do Snyder Cut iria acontecer e que os serviços deles poderiam ser necessários, revelando inclusive que Ray Fisher, o Ciborgue, foi o primeiro ator que contatou para contar as boas novas. Deborah Snyder revelou que nem mesmo a pandemia do coronavírus foi considerada um problema para a produção. “As pessoas pensaram: ‘Não vai ser possível acelerar esse projeto, talvez isso deva ficar em segundo plano’. Mas nós dissemos: ‘Não, essa é a época certa, porque nossas empresas de efeitos visuais, que dependem tanto de trabalho, estão sem nada, então agora é a hora de fazermos isso.'” Para o casal, o lançamento é uma boa oportunidade de finalmente terminarem um trabalho do qual tiveram que se afastar de maneira abrupta. “Este filme era a culminação da jornada do herói pela qual todos aqueles personagens estavam passando”, disse Deborah Snyder. “E a ideia sempre foi construí-los para serem os heróis que as pessoas esperavam que eles fossem.” Zack Snyder revela também que seu corte irá desenvolver melhor os personagens. “O que é encantador sobre isso é que nós poderemos explorar aqueles personagens de maneiras que não seríamos capazes em uma versão mais curta para o cinema.” O diretor terminou a entrevista agradecendo ao apoio dos fãs e dos executivos da Warner e da HBO Max. “Claramente, isso jamais teria acontecido sem eles. A realização da minha visão singular para o meu filme, neste formato, nesta duração, é sem precedentes. É um movimento corajoso.”

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    Ayer Cut: HBO Max também pode lançar versão do diretor de Esquadrão Suicida

    22 de maio de 2020 /

    Depois da repercussão do anúncio do lançamento do “Snyder Cut”, versão do diretor Zack Snyder para o filme “Liga da Justiça”, a HBO Max pode lançar também uma nova versão de “Esquadrão Suicida”. A sugestão foi feita pela AT&T, empresa que comprou a Time Warner, transformou-a em WarnerMedia e está por trás da prioridade dada ao lançamento da plataforma de streaming do estúdio. Respondendo a um fã no Twitter, que iniciou a campanha pelo “Ayer Cut”, o perfil oficial da AT&T respondeu, primeiro, que “uma coisa de cada vez” e acrescentou: “Tudo é possível, só é preciso um pouco de mágica”, junto de um gif da personagem Magia no filme. Diante da troca de mensagens, David Ayer, o diretor de “Esquadrão Suicida”, resolveu entrar na campanha, comentando o post da AT&T com um simples “no aguardo”. Confira abaixo. Lançado em 2016, “Esquadrão Suicida” fez US$ 746 milhões em bilheteria mundial, mas foi destruído pela crítica, com apenas 27% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Após ver o filme dilacerado na imprensa, Ayer chegou a comentar que a produção teve “seis ou sete” montagens diferentes. Ele até detalhou algumas versões, que poderiam facilmente virar o “Ayer Cut”. “Tínhamos uma versão linear do começo ao fim”, disse, há quatro anos. “Começávamos com June na caverna, e depois contávamos a história de cada um dos vilões e suas prisões”, contou. “Depois, tivemos uma versão em que eles estão sentados em suas celas e se lembram do passado, de tudo o que aconteceu com eles. Mas essas versões confundiam um pouco o público-teste, que ficou desorientado, sem saber quem acompanhar e em que prestar atenção”. “Foi aí que bolamos a montagem que você vê no filme, com Amanda Waller apresentando o dossiê de cada um dos personagens”, concluiu, apelidando a versão exibida como a “Versão Dossiê”. Além disso, o ator Jared Leto revelou que o material cortado daria um filme solo do Coringa. Na ocasião, porém, o diretor jogou água fria nos que gostariam de ver uma edição alternativa do filme, garantindo que a montagem exibida é a sua versão e não teria sentido fazer uma nova “versão do diretor”. Ou seja, ele compartilhou e aceitou cada sugestão de modificação feita em conjunto com os produtores e o estúdio – inclusive a montagem realizada pela equipe que criou o trailer. E ainda afirmou que não existia “uma edição secreta do filme com um monte de cenas do Coringa escondida por aí”. Mas, de acordo com fontes ouvidas na época pela revista The Hollywood Reporter, a versão final de “Esquadrão Suicida” não foi realmente o filme concebido por Ayer. Sua versão era densa e sombria, e foi modificada por terceiros para se tornar mais leve e engraçada. A reportagem confirmava o que diziam os boatos: que todas as piadas do roteiro original estavam nos primeiros trailers e que o resto do filme se levava muito a sério. Para complicar ainda mais a situação, os trailers, que seriam completamente diferentes do filme, fizeram muito sucesso. O que levou a Warner a procurar a empresa responsável por editá-los, a Trailer Park, para produzir uma edição alternativa do “Esquadrão Suicida”, enquanto Ayer ainda estava filmando. Em março, o estúdio começou a testar as duas versões: a séria de Ayer e a mais leve do Trailer Park. E as reações do público foram divididas. Como o diretor se mostrou receptivo a participar do processo, a Warner buscou encontrar um meio termo. Toda a abertura foi alterada, passando a trazer introduções dos vilões e gráficos coloridos – a tal “Versão Dossiê”. No filme original de Ayer, as cenas de “introdução” faziam parte de flashbacks espalhados ao longo da projeção. A mudança deixou a história leve no começo e pesada no fim. Assim, para equilibrar um pouco mais a trama, o estúdio concordou em aumentar seus gastos, com a reconvocação do elenco para filmagens extras. O objetivo foi inserir mais cenas engraçadas, como a blogosfera tinha apurado, e não apenas para aumentar a ação da trama, como a equipe justificou. Ao final, o resultado foi emendado e reeditado por um batalhão de profissionais contratados para dar a forma final ao filme, que se materializou apenas durante a montagem. Portanto, qual seria o chamado “Ayer Cut”? Anything is possible. All it takes is a little magic. 💙 pic.twitter.com/Q418GTJodw — AT&T (@ATT) May 22, 2020

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    Jackpot: Showrunner do Arrowverso vai escrever filme de heroína do Aranhaverso

    21 de maio de 2020 /

    A Sony contratou o showrunner do Arrowverso, Marc Guggenheim, para escrever um filme do Aranhaverso. Ele foi encarregado de adaptar a heroína Jackpot para o universo cinematográfico baseado nos quadrinhos do Homem-Aranha. A escolha não foi aleatória. Guggenheim já escreveu uma minissérie da personagem nos quadrinhos. Criada em 2007 pelo roteirista Dan Slott com arte de Phil Jimenez, a personagem é o alter ego de Sara Ehret, uma cientista que ganhou superforça e resistência após ser exposta a um vírus que reescreveu seu DNA. Mãe de um bebê, ela reluta em se dedicar à vida de combatente do crime e, após alguns meses de atividade, permite que outra mulher assuma seu uniforme. Mas Alana Jobson não tinha seus poderes e essa história termina de forma trágica. Não há detalhes sobre a trama cinematográfica. Especialista em quadrinhos, Marc Guggenheim também foi um dos responsáveis pelo roteiro de “Lanterna Verde” e está desenvolvendo outra adaptação do gênero para a Sony, baseada no cultuado mangá “GantZ”. Além de Jackpot, a Sony Pictures trabalha em muitos outros projetos do universo do Homem-Aranha, como a sequência de “Venom”, o vindouro “Morbius”. Nesta semana, o estúdio anunciou a contração da diretora S.J. Clarkson (“Jessica Jones”) para comandar um filme estrelado por uma heroína do Aranhaverso. Pode ser a própria produção de “Jackpot”, mas Madame Teia, Teia de Seda (Silk) e Mulher-Aranha também estão entre as personagens visadas pela Sony para o lançamento de longas individuais.

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    Liga da Justiça: “Syder Cut” ganha teaser e coleção de pôsteres

    21 de maio de 2020 /

    Depois de passar três anos negando a existência do “Snyder Cut”, a Warner agora não pára de promovê-lo. Com o lançamento confirmado para 2021 na plataforma HBO Max, a versão reeditada de “Liga da Justiça” ganhou uma coleção de pôsteres individuais e até um teaser, com a reação de alguns fãs, durante a revelação do projeto pelo diretor Zack Snyder. Veja abaixo. Oficialmente intitulado, em inglês, “Zack Snyder’s Justice League”, a nova versão do filme dos super-heróis da DC Comics será bem diferente daquela exibida nos cinemas. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder vinha sugerindo que tinha, sim, uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max, marcada para a próxima quarta (27/5) nos EUA, tornou-se uma oportunidade para Snyder convencer a nova empresa, WarnerMedia, a rever sua posição, argumentando que sua versão editada poderia se tornar um grande chamariz e atrair público para a plataforma. A diretoria da nova Warner não só topou como vai desembolsar mais dinheiro, entre US$ 20 e 30 milhões, para trabalhos de pós-produção do longa, que, ao contrário do que o próprio diretor deu a entender, encontra-se longe de ser uma versão finalizada. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o relançamento contará com a volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. Será curioso comparar o resultado com o filme exibido em 2017.

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    Diretora de Jessica Jones vai filmar heroína do Aranhaverso

    20 de maio de 2020 /

    A Sony contratou a diretora S.J. Clarkson, que comandou episódios de “Jessica Jones” e “Os Defensores”, para dirigir um filme relacionado ao universo Marvel. O projeto ainda não tem título, mas seria estrelado por uma heroína. Embora a personagem principal não tenha sido anunciada, fontes da revista Variety afirmam que a produção é o filme da Madame Teia, que veio à tona em setembro do ano passado. Na ocasião, os roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless (criadores do novo “Perdidos no Espaço”) foram contratados para escrever o roteiro. Eles já estão envolvidos no Aranhoverso por conta do roteiro de “Morbius”, segundo filme derivado dos quadrinhos do Homem-Aranha, previsto para 2021. Criada por Denny O’Neil (um dos melhores roteiristas/editores de Batman) e John Romita Jr. em 1980, Madame Teia é, na verdade, Cassandra Webb, uma mutante nascida em Salem, Oregon. Ela sofre de uma doença neuromuscular que a deixa paralisada e cega, mas desenvolveu ​​poderes psíquicos de telepatia, clarividência e precognição, permitindo que ela perceba eventos futuros. Para completar, a máquina que mantém seu suporte de vida tem a aparência de uma teia gigante. Embora não seja uma das coadjuvantes mais populares, Madame Teia pode ter muita importância no desenvolvimento do universo de filmes do Aranha, já que possui a capacidade de enxergar entre diferentes realidades – e por isso costuma ser comparada ao Oráculo da trilogia “Matrix”. Ele seria a personagem mais indicada para conectar, num filme live-action, o multiverso vislumbrado em “Homem-Aranha no Aranhaverso”. Além disso, Cassandra Webb serviu de mentora para diferentes gerações de Mulheres-Aranhas, ajudando Jessica Drew, Julia Carpenter, Mattie Franklin e sua neta Charlotte Witter a se transformarem em super-heroínas. O filme, inclusive, deve se valer dessa conexão para introduzir outros personagens dos quadrinhos. Madame Teia também já apareceu em games e episódios de séries animadas do Homem-Aranha.

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    Liga da Justiça: Elenco vai gravar novos diálogos para o “Syder Cut”

    20 de maio de 2020 /

    A versão de Zack Snyder para “Liga da Justiça”, que chegará à HBO Max em 2021, teve seus primeiros detalhes revelados pela revista The Hollywood Reporter. Segundo apurou a publicação, o mitológico “Snyder Cut” não é uma versão finalizada do longa de 2017. Por conta disso, a Warner Bros. vai desembolsar entre US$ 20 e 30 milhões para trabalhos de pós-produção. Além de efeitos visuais e a finalização técnica, com som, trilha e edição, o custo prevê uma volta do elenco original ao estúdio, com o objetivo de gravar novas linhas de diálogo. Também foi revelado o tamanho da produção, que teria 4 horas de duração. O fato de ser tão longo não atrapalha o lançamento em streaming, mas era um dos motivos do desconforto da Warner em relação a seu lançamento nos cinemas. Ainda hoje, essa duração gera discussões sobre o melhor formato para sua exibição. O filme pode ser dividido em episódios e virar minissérie de seis capítulos. Isto ainda não está definido. No momento, Snyder se dedica a reunir sua equipe de pós-produção para finalizar os efeitos do material inédito, mas pretende incluir nesse pacote os efeitos já vistos no cinema, que pretende aprimorar. “Será algo totalmente novo, especialmente para aqueles que já viram o filme. Será uma experiência diferente daquela versão, que tem provavelmente um-quarto do que eu fiz”, ele disse à THR. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder desmentiu o estúdio, afirmando possuir uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max, marcada para a próxima quarta (27/5) nos EUA, tornou-se uma oportunidade para Snyder convencer a nova WarnerMedia a rever sua posição, argumentando que sua versão editada poderia se tornar um grande chamariz e atrair público para a plataforma. A campanha deu certo, resultando no anúncio do lançamento da produção na HBO Max em 2021.

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    Sair de Batwoman não foi decisão exclusiva de Ruby Rose

    20 de maio de 2020 /

    O site TV Line apurou que a saída de Ruby Rose da série “Batwoman” não teria sido uma decisão exclusiva da atriz. Apesar dos comunicados de despedida terem sido marcados por elogios entre as partes, fontes ouvidas pelo editor Michael Ausiello afirmaram que os produtores também teriam interesse de vê-la fora da atração. “Não foi 100% decisão dela”, disse uma fonte citada pela publicação. “Foi um término. Ela não estava feliz trabalhando na série. Isso a tornava alguém divertida com que se trabalhar? Não. Então, todo mundo decidiu que seria do interesse da série e de todos os envolvidos que eles seguissem caminhos diferentes”. Ainda segundo essa fonte, Rose não teria se adaptado à vida em Vancouver, no Canadá, onde “Batwoman” é gravada, nem às longas horas de trabalho que são requeridas por uma série. Representantes da produtora WBTV (Warner Bros. Television) e da rede The CW, que exibe “Batwoman” nos EUA, não quiseram comentar a notícia. Quem fez o anúncio sobre a saída de Ruby Rose foi a própria atriz, que enviou um comunicado para a imprensa, na terça (19/5), sobre a decisão de abandonar a série depois de apenas uma temporada. Nem ela nem os produtores, que se manifestaram em seguida, comentaram o motivo da sua saída. Renovada para a 2ª temporada, a série vai continuar com outra atriz principal. A produtora Caroline Dries afirmou ter a intenção de ter outra intérprete lésbica para viver Kate Kane, fazendo justiça à personagem, que se tornou a primeira super-heroína LGBTQIA+ a ter uma série própria.

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    É oficial: HBO Max vai lançar Snyder Cut, a versão do diretor de Liga da Justiça

    20 de maio de 2020 /

    Após três anos de especulações, os fãs de Zack Snyder finalmente tiveram a confirmação da existência de uma versão do diretor para o filme “Liga da Justiça”. Nos últimos meses, Snyder mostrou uma prévia da edição do filme, que popularmente tem sido chamada de “Snyder Cut”, para executivos da Warner e da DC Comics. E recebeu sinal verde para trabalhar na pós-produção do longa. O lançamento se tornou oficial com a divulgação de dois pôsteres com uma previsão de exibição. A versão “Zack Snyder” de “Liga da Justiça” será lançada em 2021 na plataforma HBO Max. Snyder fez uma campanha intensa para que o projeto fosse aprovado. Ele chegou a realizar uma sessão exclusiva para Jason Momoa, intérprete de Aquaman, em agosto do ano passado, para comprovar que havia uma versão do filme mais próxima do que ele filmou. Momoa adorou. Em seguida, o diretor ganhou apoio de Ben Affleck, o Batman, e Gal Gadot, a Mulher-Maravilha, para convencer a Warner a lançar o “Snyder Cut”. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após as filmagens originais, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Por muito tempo, a Warner afirmou que não existia nenhum “Snyder Cut”, pois o diretor não chegou a terminar seu trabalho, mas Snyder desmentiu o estúdio, afirmando possuir uma versão bastante diferente do filme exibido nos cinemas. Desde então, a Warner foi comprada pela AT&T, sua diretoria trocada e o streaming transformado em prioridade na empresa. A inauguração da HBO Max, marcada para a próxima quarta (27/5) nos EUA, tornou-se uma oportunidade para Snyder convencer a nova WarnerMedia a rever sua posição, argumentando que sua versão editada poderia se tornar um grande chamariz e atrair público para a plataforma. Deu certo. This is real. #releasethesnydercut@HBOMax pic.twitter.com/Cnvupwg48W — Zack Snyder (@ZackSnyder) May 20, 2020 #ReleaseTheSnyderCut. Only on HBO Max 2021. @ZackSnyder https://t.co/cfXCK1B6pA pic.twitter.com/hqeA9i7tTL — HBO Max (@hbomax) May 20, 2020

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    Bomba! Ruby Rose abandona série Batwoman

    19 de maio de 2020 /

    A atriz Ruby Rose comunicou que está fora da série “Batwoman”, que encerrou sua 1ª temporada no domingo passado (17/5). “Batwoman” foi renovada para uma 2ª temporada em janeiro, junto com outras 12 séries da CW, e integra a programação recém-anunciada da rede para o início de 2021. Desde a estreia, a série se consagrou como uma das mais vistas do canal, fazendo história como a primeira atração estrelada por uma super-heroína assumidamente lésbica. Sua estrela, Ruby Rose, também é assumida, assim como a criadora e showrunner da série, Caroline Dries. Nenhuma justificativa foi dada para a mudança. Em comunicado, Rose elogiou os produtores e foi elogiada de volta, apesar do problema que criou para a produção. “Tomei a decisão muito difícil de não voltar à ‘Batwoman’ na próxima temporada”, disse Rose. “Esta não foi uma decisão que tomei de forma leviana, pois tenho o maior respeito pelo elenco, equipe e todos os envolvidos com a série em Vancouver e em Los Angeles. Sou grato a Greg Berlanti, Sarah Schechter e Caroline Dries por não apenas me darem essa oportunidade incrível, mas também por me receberem no universo da DC que eles criaram tão bem. Obrigado Peter Roth e Mark Pedowitz e as equipes da Warner Bros. e The CW, que colocaram tanto no programa e sempre acreditaram em mim. Obrigado a todos que fizeram da 1ª temporada um sucesso – estou realmente agradecida. ” As equipes mencionadas disseram em conjunto: “A Warner Bros. Television, a CW e a Berlanti Productions agradecem a Ruby por suas contribuições ao sucesso de nossa 1ª temporada e desejam a ela tudo de bom. O estúdio e a rede estão firmemente comprometidos para a realização da 2ª temporada de ‘Batwoman’ e seu futuro a longo prazo, e nós – junto com a talentosa equipe criativa do programa – esperamos compartilhar seu novo rumo, incluindo a escalação de uma nova atriz principal e integrante da comunidade LGBTQIA+ nos próximos meses.” O texto deixa claro que os produtores procurarão outra atriz lésbica para o papel. Como dezenas de outras séries, “Batwoman” foi forçada a terminar sua temporada mais cedo devido à pandemia de coronavírus. Os profissionais da produção de Greg Berlanti gravaram 20 dos 22 episódios planejados, e o capítulo exibido no passado foi o último de Rose no programa. Não está claro se havia planos para uma transição de intérpretes no final originalmente planejado, mas como a irmã da heroína, a vilã Alice (Rachel Skarsten), tem a capacidade de mudar cirurgicamente o rosto das pessoas, esse detalhe poderia ser aproveitado na trama. Spoiler: no último episódio exibido, o vilão Tommy Elliot (Gabriel Mann) foi transformado em Bruce Wayne (Warren Christie), por exemplo.

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    Mulher-Maravilha 1984 ganha novas imagens, mas estreia deve ser adiada

    19 de maio de 2020 /

    A Warner divulgou novas imagens de “Mulher-Maravilha 1984”, incluindo uma arte em que a heroína vivida por Gal Gadot aparece de armadura dourada, empunhando seu Laço da Verdade. Apesar da ação promocional continuar forte, o novo filme da Mulher-Maravilha pode ser adiado novamente. Segundo apurou o site Deadline, se o estúdio não conseguir lançar “Tenet”, novo longa do diretor Christopher Nolan, em julho – e não vai conseguir – , todo o seu calendário será alterado. Será a segunda mudança desde a pandemia do novo coronavírus. Originalmente previsto para 4 de junho no Brasil, o lançamento já foi adiado para 13 de agosto. Caso sofra novo atraso, “Mulher-Maravilha 1984” pode ficar para dezembro ou até para o começo de 2021. A direção é novamente de Patty Jenkins e, além da volta a atriz Gal Gadot como a personagem-título, o longa também contará com o retorno de Chris Pine como o Capitão Steve Trevor. Apesar de poucos detalhes sobre o enredo terem sido revelados até o momento, os atores Kristen Wiig (“Caça-Fantasmas”) e Pedro Pascal (“Narcos”) viverão os vilões, nos papéis da Mulher-Leopardo e do milionário Maxwell “Max” Lord.

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    The Umbrella Academy: Vídeo com elenco revela data de estreia da 2ª temporada

    19 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou um vídeo para anunciar que a data de estreia da 2ª temporada de “The Umbrella Academy”. O vídeo mostra o elenco isolado em suas casas, devido à pandemia do novo coronavírus, saindo da depressão quando toca o hit dos anos 1980 “I Think We’re Alone Now”, de Tiffany. Ao final, Justin H. Min (“Dating after College”) mostra um cartaz com a data: 31 de julho. Adaptação dos quadrinhos homônimos do cantor Gerard Way (ex-My Chemical Romance) e do desenhista brasileiro Gabriel Bá – publicados no país como “A Academia Umbrella” – , a série gira em torno de um grupo de jovens adotados por um milionário excêntrico ainda crianças, após nascerem misteriosamente com poderes especiais. Várias décadas depois de se separarem, eles se reúnem do funeral de seu mentor e descobrem que precisam impedir o fim do mundo, previsto para daqui a oito dias. Pior que isso: a 1ª temporada revela que um deles é o responsável pelo apocalipse. Os quadrinhos foram adaptados por Jeremy Slater (criador da série “The Exorcist”), e seu elenco de heróis inclui Ellen Page (a Kitty Pryde de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”), Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”), Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”), David Castañeda (“Guerra dos Monstros”), Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) e Justin H. Min (“Dating After College”). A 2ª temporada vai continuar a história do ponto em que parou, com os personagens viajando no tempo para impedir o fim do mundo.

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