Roteiristas de Demolidor foram surpreendidos pelo cancelamento da série
Embora parte da mídia previsse, o cancelamento de “Demolidor” foi uma surpresa para os roteiristas e produtores. Foi o que afirmou Sam Ernst, que entrou na equipe da série na 3ª temporada, em um tuíte postado nesta sexta-feira (30/11). “Cara, é tão estranho estar na sala de roteiristas de ‘Demolidor’ hoje, recebendo a notícia de que fomos cancelados”, escreveu. “Nas paredes, tínhamos toda a 4ª temporada planejada – e era tão legal!”. Ernst ainda disse que o quarto ano da série teria muitos momentos que os roteiristas estavam ansiosos para mostrar aos fãs. A notícia do cancelamento foi anunciada pela Netflix na noite de quinta-feira, poucas semanas depois da plataforma de streaming ter cancelado “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. Das séries da Marvel, apenas “Jessica Jones” e “Justiceiro” permanecem ativas no serviço de streaming, com novas temporadas – possivelmente as últimas – previstas para 2019. O fim das séries de super-heróis da Marvel na Netflix é um duro golpe para os fãs, que se encantaram com suas narrativas mais violentas que o costume. Todas as três séries foram canceladas após apresentarem suas melhores temporadas, deixando o público desconsolado. No caso de “Demolidor”, a decisão é especialmente difícil de aceitar, considerando que a 3ª temporada da série representou um dos maiores avanços criativos e de qualidade de todo o universo compartilhado dos heróis no streaming. Há relatórios não oficiais que apontam queda na audiência de todas as séries da Marvel, mas a Netflix mantém seus números em segredo. Entretanto, é bem provável que, com o aumento desmedido de oferta, não apenas as produções de super-heróis, mas todas as séries da plataforma tenham perdido público, já que o ritmo de lançamentos do serviço atingiu o ponto da autofagia, com um volume excessivo de séries e filmes que competem entre si pela atenção dos assinantes. De todo modo, chama atenção as séries da Marvel serem canceladas após a Disney anunciar seus planos para seu serviço de streaming, que irá competir com a Netflix. Afinal, elas compartilham o mesmo universo dos filmes dos Vingadores, que vão ganhar séries derivadas no Disney+ (Disney Plus). Os cancelamentos poderiam ser retaliação. Por esse raciocínio, a Neflix já planejaria o cancelamento de “Jessica Jones” e “Justiceiro” após exibir as temporadas encomendadas. Vale observar, ainda, um detalhe do anúncio de cancelamento, que incluiu a ressalva de que “o Demolidor viverá em futuros projetos da Marvel”. Isto ecoa mensagens anteriores, como, por exemplo, a frase “Embora a série tenha terminado na Netflix, o Punho de Ferro imortal irá continuar vivendo”. Embora seja difícil imagens esses “heróis de rua” no Disney+ (Disney Plus), que se apresenta como um serviço de streaming para a família, o estúdio pode ter planos de aproveitar os personagens em outros locais, como a plataforma Hulu, a rede ABC ou até mesmo o canal pago FX. A Marvel ainda não se manifestou. Man, so weird to be in the Daredevil writers room today, getting the news that we're cancelled. On the walls were an entire season 4 laid out – and it was so f***g cool. So many moments we wanted the fans to see… Sigh, this business. — Sam Ernst (@havensam) 30 de novembro de 2018
Netflix cancela a série do Demolidor após a 3ª temporada
A Netflix anunciou o cancelamento da série do herói Demolidor (Daredevil) ao final de sua 3ª temporada. “’Demolidor’ não voltará para uma 4ª temporada na Netflix. Estamos tremendamente orgulhosos da temporada final da série, e ainda que seja doloroso para os fãs, sentimos que é melhor encerrar a série em uma nota alta. Somos gratos ao showrunner Erik Oleson, aos roteiristas da série, à equipe estelar e o elenco incrível incluindo Charlie Cox como o próprio Demolidor, e somos gratos aos fãs que nos apoiaram ao longo dos anos. Mesmo que a série da Netflix tenha acabado, as três temporadas existentes permanecerão no serviço por anos, enquanto o Demolidor viverá em futuros projetos da Marvel”, disse a Netflix em comunicado. O cancelamento de “Demolidor” acontece pouco mais de um mês após a plataforma cancelar “Luke Cage” e “Punho de Ferro”. Das séries da Marvel, apenas “Jessica Jones” e “Justiceiro” permanecem ativas no serviço de streaming, com novas temporadas – possivelmente as últimas – previstas para 2019. O fim das séries de super-heróis da Marvel na Netflix é um duro golpe para os fãs, que se encantaram com suas narrativas mais violentas que o costume. Todas as três séries foram canceladas após apresentarem suas melhores temporadas, deixando o público desconsolado. No caso de “Demolidor”, a decisão é especialmente difícil de aceitar, considerando que a 3ª temporada da série representou um dos maiores avanços criativos e de qualidade de todo o universo compartilhado dos heróis no streaming. Há relatórios não oficiais que apontam queda na audiência de todas as séries da Marvel, mas a Netflix mantém seus números em segredo. Entretanto, é bem provável que, com o aumento desmedido de oferta, não apenas as produções de super-heróis, mas todas as séries da plataforma tenham perdido público, já que o ritmo de lançamentos do serviço atingiu o ponto da autofagia, com um volume excessivo de séries e filmes que competem entre si pela atenção dos assinantes. Também chama atenção as séries da Marvel serem canceladas após a Disney anunciar seus planos para seu serviço de streaming, que irá competir com a Netflix. Afinal, elas compartilham o mesmo universo dos filmes dos Vingadores, que vão ganhar séries derivadas no Disney+ (Disney Plus). Os cancelamentos poderiam ser retaliação. Por esse raciocínio, a Neflix já planejaria o cancelamento de “Jessica Jones” e “Justiceiro” após exibir as temporadas encomendadas. De todo modo, chama atenção no anúncio do cancelamento a ressalva de que “o Demolidor viverá em futuros projetos da Marvel”. Ela ecoa mensagens anteriores, como, por exemplo, a frase “Embora a série tenha terminado na Netflix, o Punho de Ferro imortal irá continuar vivendo”. Embora seja difícil imagens esses “heróis de rua” no Disney+ (Disney Plus), que se apresenta como um serviço de streaming para a família, o estúdio pode ter planos de aproveitar os personagens em outros locais, como a plataforma Hulu, a rede ABC ou até mesmo o canal pago FX. Vale lembrar que a ABC renovou com muita antecipação a série “Agents of SHIELD”, sua conexão com o universo Marvel – na contramão dos cancelamentos da Netflix.
Atores de Buffy e The Originals entram na 2ª temporada de O Mundo Sombrio de Sabrina
“O Mundo Sombrio de Sabrina” terá seu elenco reforçado na 2ª temporada com a chegada de dois novos atores, que terão papéis recorrentes na série. Alexis Denisof, que ficou conhecido como o guardião Wesley Wyndam-Pryce na cultuada série “Buffy: A Caça-Vampiros” e seu spin-off “Angel”, vai viver Adam Masters, namorado da professora Mary Wardwell (Michelle Gomez), que retorna após um período no exterior, trabalhando na organização humanitária Médicos sem Fronteiras, sem saber que sua amada foi possuída por uma entidade demoníaca – a Madame Satã. E Jedidiah Goodacre, recentemente visto como o traiçoeiro Roman na série “The Originals”, vai interpretar o personagem Dorian Grey, numa adaptação da criação gótica de Oscar Wilde. Na série, ele será proprietário de um nightclub, o Dorian’s Gray Room. E, assim como na obra clássica, possui muitos segredos, entre eles um retrato amaldiçoado, que mantém escondido. É essa pintura que o preserva jovem e imortal desde o século 19. Eles vão se juntar a Kiernan Shipka (“Mad Men”), que tem o papel da bruxinha Sabrina, Miranda Otto (“Flores Raras”, série “24: Legacy”), Lucy Davis (a Etta Candy de “Mulher-Maravilha”), Chance Perdomo (série “Midsummer Murders”), Ross Lynch (série “Austin & Ally”), Jaz Sinclair (série “The Vampire Diaries”), Tati Gabrielle (série “The 100”), Bronson Pinchot (“Amor à Queima-Roupa”) e a mencionada Michelle Gomez (série “Doctor Who”). Criada pela mesma equipe de “Riverdale” (Roberto Aguirre-Sacasa – que também é chefe criativo da Archie Comics – e Greg Berlanti), “O Mundo Sombrio de Sabrina” ainda agendou a estreia de sua 2ª temporada, mas terá um especial de Natal em 14 de dezembro. Os novos personagens devem ser introduzidos no especial – junto da versão mirim de Sabrina, vivida por McKenna Grace (a versão mirim da Capitã Marvel).
Protagonista de Annabelle 3 vira versão mirim de Sabrina nas fotos do especial de Natal
A Netflix divulgou as primeiras fotos do Especial de Natal da série “O Mundo Sombrio de Sabrina”. E elas vêm acompanhadas de um anúncio-explicação, já que uma das imagens revela a atriz-mirim McKenna Grace como a versão infantil de bruxinha. Por sinal, ela ficou idêntica à Kiernan Shipka, intérprete da personagem na série. “No nosso especial de Natal, veremos como Sabrina era uma garota levada e precoce. Enquanto os bruxos celebram o solstício, isso não a impede de pedir algo especial para o Papai Noel”, descreve a Netflix na sinopse do programa. McKenna Grace é uma das estrelas infantis mais disputadas de Hollywood. Precoce, ela já tem quase 50 aparições em filmes e séries, aos 12 anos de idade. Este total inclui 14 episódios na série “Designed Survivor”, como filha do protagonista. Ela continua na série, que foi resgatada pela Netflix, também está no elenco de “The Haunting of Hill House”, série de terror da Netflix, apareceu ainda em “Jogador Nº 1”, coestrelou “Um Laço de Amor” com Chris Evans, foi a versão mirim de Emma Swan na série “Once Upon a Time”, de Caroline em “The Vampire Diaries”, de Tonya Harding (Margot Robbie) em “Eu, Tonya” e será vista como a criança Carol Danvers (Brie Larson) no filme “Capitã Marvel”. Para completar, ainda vai estrelar “Annabella 3” como a versão mais nova de Judy Warren, filha do casal de protagonistas da franquia “Invocação do Mal”. Vale lembrar que Kiernan Shipka também iniciou a carreira como atriz-mirim, vivendo a filha do protagonista da série “Mad Men” com apenas oito anos de idade. O especial de Natal vai estrear na Netflix em 14 de dezembro.
Astro de filme vencedor da Palma de Ouro será Drácula na nova série dos criadores de Sherlock
O ator dinamarquês Claes Bang, que ficou conhecido pelo papel principal de “The Square: A Arte da Discórdia”, filme vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes do ano passado, vai viver o Conde Drácula numa nova série, coproduzida pela BBC e a Netflix. O projeto foi desenvolvido pelos roteiristas-produtores Mark Gatiss e Steven Moffat, que vão escrever todos os episódios de “Drácula”, seguindo o mesmo formato de sua famosa série “Sherlock”. Ou seja, a 1ª temporada será curta, mas os episódios terão longa duração, como se cada história fosse um filme. Ao todo, foram encomendados três episódios de 90 minutos, que contarão como o vampiro da Transilvânia vai parar em Londres. Não será a primeira vez que a história de Drácula vai parar na TV. A série mais recente inspirada pela criação de Bram Stoker foi uma produção americana da rede NBC, que durou uma temporada de 13 episódios entre 2013 e 2014. Aclamada pela crítica, trazia Jonathan Rhys Meyers no papel-título, mas acabou cancelada devido à baixa audiência. “Drácula” será o primeiro projeto da Gatiss e Moffat desde o lançamento da 4ª temporada de “Sherlock” em janeiro de 2017. Moffat também era o showrunner de “Doctor Who” até o ano passado e está atualmente desenvolvendo uma série baseada na sci-fi “The Time Traveler’s Wife” para a HBO. Em alta desde a projeção internacional de “The Square”, Claes Bang pode ser visto atualmente nos cinemas em “Millennium: A Garota na Teia de Aranha”.
Netflix teria pago US$ 1 bilhão para fazer séries baseadas nas obras do criador de A Fantástica Fábrica de Chocolate
A Netflix teria pago em torno de US$ 1 bilhão pelos direitos de 16 das obras mais famosas de Roald Dahl, autor de clássicos infantis como “A Fantástica Fábrica de Chocolate” e “Matilda”. Os números da transação foram publicados pela revista The Hollywood Reporter e obtidos por uma fonte próxima da negociação. A transação entre a Netflix e a The Roald Dahl Story Co., que administra o legado do autor, foi agenciada pela Endeavor Content. O serviço de streaming anunciou na terça-feira (27/11) que pretende adaptar as histórias em diversas séries de animação. Além dos direitos de adaptação, a produção das séries teve seu custo estimado em no mínimo US$ 500 milhões pela publicação, podendo atingir outro US$ 1 bilhão em despesas. O THR ainda revelou que as séries devem ter narrativas interconectadas, criando assim um “universo compartilhado” inspirado nas obras de Dahl. Além de “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (e sua continuação, “Charlie e o Grande Elevador de Vidro”) e “Matilda”, a aquisição da Netflix inclui títulos como “O Bom Gigante Amigo”, “Os Pestes”, “O Remédio Maravilhoso do Jorge” e “O Enorme Crocodilo”. Ainda não há cronograma de produção nem previsão de estreia para as séries.
Netflix anuncia produção de série live-action baseada no anime Cowboy Bebop
A Netflix anunciou que vai lançar uma série em live-action baseada no anime (desenho animado) clássico e cultuadíssimo “Cowboy Bebop”. O projeto é antigo, mas seu destino é novidade. “Acho que é hora de anunciar que ‘Cowboy Bebop’, a série em live-action, está indo para a Netflix”, revelou o Twitter oficial da plataforma de streaming, com um vídeo que não entregou detalhes da atração. “Cowboy Bebop” inspirou um verdadeiro culto desde que estreou no Japão em 1998. Em 26 episódios, a série animada acompanhava um grupo de caçadores de recompensa que viaja na espaçonave Bebop, em 2071, atrás de criminosos perigosos. Após o fim da série, os personagens ainda apareceram num longa de animação, “Cowboy Bebop: O Filme”, em 2001. A versão americana ia originalmente ser um filme, que entrou em desenvolvimento há pelo menos uma década, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. Mas o roteiro assustou o estúdio. Em 2009, Keanu Reeves, que iria estrelar o longa como o icônico Spike Spiegel, contou que a Fox suspendeu a produção pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi criada pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”), o que deve garantir a manutenção do humor irônico do desenho original. Além disso, o diretor da anime Shinichiro Watanabe será um consultor da produção. A 1ª temporada terá dez episódios, mas ainda não há cronograma de produção nem previsão para sua estreia. Veja abaixo o anúncio original e a “versão otaku brasileira”. Guess it’s time to announce that Cowboy Bebop, the live-action series, is heading to @Netflix. pic.twitter.com/bKe0d8EKoH — NX (@NXOnNetflix) 28 de novembro de 2018 Meu coração otaku está em festa. Em breve, uma série live-action de Cowboy Bebop! pic.twitter.com/frVbkumKzj — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) November 28, 2018
Margaret Atwood anuncia continuação do livro que inspirou The Handmaid’s Tale
Inspirada pelo sucesso da série “The Handmaid’s Tale”, a escritora do romance original, publicado no Brasil como “O Conto da Aia”, vai escrever uma continuação. Margaret Atwood anunciou seus planos, adiantou o título e até disse quando acontecerá o lançamento do novo livro num post do Twitter nesta quarta-feira (28/11). Intitulada “The Testaments”, a sequência do clássico distópico, originalmente publicado em 1985, chegará às livrarias em setembro de 2019. Mas a história não irá refletir os 34 anos que se passaram entre os dois volumes. Atwood revelou que “The Testaments” inicia 15 anos depois dos eventos do primeiro livro, e será narrada por três personagens femininas diferentes. “Sim, para todos os que perguntaram: Eu estou escrevendo uma continuação para ‘O Conto da Aia’. ‘The Testaments’ se passa 15 anos após a última cena de Offred e é narrado por três personagens femininas”, ela escreveu. No breve anúncio, a autora canadense ainda adiantou: “Tudo o que vocês já me perguntaram sobre Gilead e como ela funciona me inspirou para escrever este livro. Bom, quase tudo! A outra inspiração é o que está acontecendo no nosso mundo atualmente”. Para quem não conhece “O Conto da Aia”, Gilead é o nome da nova república fundada pelo grupo fundamentalista religioso que dominou os EUA no livro de Atwood, bem como na série premiada da plataforma Hulu. A obra original já tinha sido adaptada para o cinema em 1990, com o título nacional de “A Decadência de Uma Espécie”. Mas só foi atingir seu status icônico atual, que inspira roupas de “aias” em protestos feministas em todo o mundo, a partir da estreia da série lançada em 2017. “The Handmaid’s Tale” ganhou vários prêmios de TV, incluindo o Emmy e o Globo de Ouro de Melhor Série Dramática por sua 1ª temporada, que adaptou todo o livro de Atwood. A 2ª temporada, já exibida, seguiu algumas dicas do epílogo da escritora, mas continuou a história de June/Offred para além das páginas do livro. Atualmente em produção, a 3ª temporada ainda não tem previsão de estreia. Yes indeed to those who asked: I’m writing a sequel to The #HandmaidsTale. #TheTestaments is set 15 years after Offred’s final scene and is narrated by three female characters. It will be published in Sept 2019. More details: https://t.co/e1umh5FwpX pic.twitter.com/pePp0zpuif — Margaret E. Atwood (@MargaretAtwood) 28 de novembro de 2018
3ª temporada dos heróis da Justiça Jovem ganha novo trailer
A plataforma DC Universe divulgou um novo trailer da 3ª temporada de “Young Justice”, que combina quadrinhos dos heróis adolescentes da “Justiça Jovem” e dos “Titãs”. Batizada de “Young Justice: Outsiders”, a trama animada também traz em seu título um terceiro grupo de heróis, conhecido no Brasil como Renegados – e que durante um período foi uma espécie de spin-off dos Titãs, liderado por Asa Noturna. Metade da prévia mostra os heróis mais maduros dessa relação, como o citado Asa Noturna, além de três integrantes da versão clássica dos Renegados, Batman, Metamorfo e Katana. Mas também aparecem Robin, Superboy, Moça-Maravilha, Besouro Azul, Artemis (em novo uniforme) e diversos personagens novos. Entre as novidades, foram listados Super-Choque (Static), Salteadora (Spoiler), Traci 13 (Thirteen), Geoforça, Forrageador (Forager, num visual mais insectóide) e Halo. A produção está a cargo dos responsáveis pela série original, Brando Vietti e Greg Weisman, ao lado de Sam Register (de “Teen Titans Go!”). E a estreia vai acontecer em 4 de janeiro na plataforma de streaming da DC.
Netflix vai produzir continuação de Para Todos os Garotos que Já Amei
A Netflix vai produzir uma sequência do sucesso adolescente “Para Todos os Garotos que Já Amei”. De acordo com uma reportagem da revista The Hollywood Reporter, a sequência será o primeiro projeto da plataforma de streaming em sua parceria com a Paramount. Há duas semanas, o estúdio firmou contrato para produzir filmes diretamente para a Netflix. “Para Todos os Garotos que Já Amei” foi originalmente produzido para os cinemas pela Awesomeness, uma divisão da Paramount, mas acabou adquirido pela Netflix e se tornou um dos maiores sucessos do ano na plataforma. O longa estrelado por Lana Condor e Noah Centineo é inspirado em uma trilogia de livros assinada por Jenny Han. As continuações literárias são intituladas “P.S.: Ainda Amo Você” e “Agora e Para Sempre, Lara Jean”. E provavelmente o terceiro livro também terá adaptação. A data de estreia do segundo filme ainda não foi definida. Vale lembrar que os contratos do elenco não previam continuações e terão que ser renegociados individualmente.
Netflix vai produzir séries animadas baseadas nos clássicos Matilda e A Fantástica Fábrica de Chocolate
A Netflix anunciou que irá transformar os clássicos infantis “Matilda” e “A Fantástica Fábrica de Chocolate” em séries animadas. A empresa de streaming fechou contrato com a Roald Dahl Story Company, responsável pelos direitos das obras do escritor Roald Dahl, para produzir séries e especiais baseados em suas obras. Além das citadas, o projeto inclui adaptações de “Charlie e o Grande Elevador de Vidro”, que volta a companhar o protagonista de “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, “Os Pestes”, “O Bom Gigante Amigo” e muitos outros livros. A viúva do escritor, Felicity Dahl, celebrou a parceria. “Nossa missão é levar para o maior número de crianças possível a experiência da magia singular e das mensagens positivas das histórias de Roald Dahl. Essa parceria com a Netflix marca um movimento significativo que possibilitará isso, e é um novo capítulo animador para a Roald Dahl Story Company. Sei que Roald ficaria emocionado”, disse, em comunicado oficial. O primeiro projeto deve começar a ser produzido em 2019. As datas de estreia ainda não foram definidas.
Remake da série animada dos Cavaleiros do Zodíaco ganha pôster nacional
A Netflix divulgou o poster nacional do remake da série de “Os Cavaleiros do Zodíaco”, revelando o visual do protagonista Seiya em versão computadorizada. A nova versão está sendo produzida em parceria com a Toei Animation, responsável pela série clássica, e contará a mesma história do anime clássico. Mas a proposta de usar CGI garante que o visual será bem diferente daquele que os fãs lembram. A produção terá 12 novos episódios, com direção de Yoshiharu Ashino. Ele foi o animador da cultuada minissérie “Armitage III” (1995) e de “Tigrão – O Filme” (2000), da Disney, além de ter comandado o reboot de “Thundercats” (2011–2012). Já os roteiros são de Eugene Son (séries “Os Vingadores Unidos” e “Ultimate Homem-Aranha”). Intitulada em português “Os Cavaleiros do Zodíaco: Saint Seiya”, a série será lançado em 2019, em data ainda não divulgada.
Versão animada de Ultraman ganha primeiro trailer
A Netflix divulgou dois pôsteres e o primeiro trailer da nova série animada de “Ultraman”, que é continuação do programa clássico do “super-herói” japonês dos anos 1960. Fenômeno internacional, “Ultraman” foi a segunda série a cores produzida pela TV japonesa. Lançada em 1966, a atração original foi pioneira do subgênero de Tokusatsu (séries com efeitos visuais) conhecido como “Kyodai Hero”, em que um herói era capaz de se tornar gigante para enfrentar monstros colossais. O efeito especial, no caso, era mostrar dois atores fantasiados brigando. As brigas entre Ultraman e o kaiju da semana tornaram-se um fenômeno cultural, rendendo dezenas de sequências, derivados, cópias, seguidores e paródias. O herói que batia em monstros só foi chegar ao Brasil nos anos 1970, mas enjoou de tanto reprisar na Record, SBT, Band e até em canais que não existem mais, como Tupi e Manchete. A nova série é uma continuação direta do programa original, acompanhando Shinjiro, o filho de Shin Hayata, que foi o Ultraman dos anos 1960. A prévia da Netflix, que apresenta a luta do herdeiro de Hayata contra um impostor que se diz Ultraman, serve de alegoria para a profusão de personagens criados posteriormente na chamada saga “Ultra”. Na trama, anos se passaram desde a última aparição de Ultraman, o que levara a humanidade a acreditar que ele tinha voltado ao espaço depois de derrotar os alienígenas monstruosos que invadiram a Terra. Entretanto, a chegada de novos invasores, Hayata revela seu segredo a seu filho, preparando-o para assumir seu legado como o novo Ultraman. A série foi desenvolvida pela Production I.G., produtora de “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, em parceria com a Sola Digital Arts, de “Appleseed Alpha”. São duas escolas bem diferentes de animação, que se combinam para dar nova vida ao clássico, criado como uma junção de computação gráfica e desenho tradicional, com direção de Kenji Kamiyama (de “Cyborg 009”) e Shinji Aramaki (de “Appleseed Alpha”). A estreia está marcada para 1 de abril em streaming












