The Rain: 2ª temporada da série apocalíptica dinamarquesa ganha teaser tenso
A Netflix divulgou pôsteres e um teaser da 2ª temporada de “The Rain”, série dinamarquesa de ficção científica. A prévia mostra um dos irmãos protagonistas contaminado, possivelmente pelo mesmo vírus que dizimou a maior parte da população mundial, além de destacar o clima claustrofóbico nos abrigos subterrâneos. A série se passa seis anos depois de um vírus mortal, transmitido pela chuva, varrer o planeta e acompanha um grupo de sobreviventes em uma perigosa viagem em busca de segurança. “The Rain” foi criada por Jannik Tai Mosholt (principal roteirista de “Rita”), Esben Toft Jacobsen (da animação “O Reino do Rei Pena”) e Christian Potalivo (produtor da série “Dicte”) e é estrelada por Alba August (“Dryads – Girls Don’t Cry”), Mikkel Boe Følsgaard (“O Amante da Rainha”), Lucas Lynggaard Tønnesen (“Departamento Q”) e Lars Simonsen (série “Bron/Broen”), entre outros. A produção retorna com novos episódios no dia 17 de maio, um ano após a 1ª temporada. The only way to stay alive is to stay together. But who can you trust? The Rain season 2 is coming May 17. pic.twitter.com/BH9W3iTU9V — Netflix Nordic (@NetflixNordic) April 3, 2019
Atriz do filme Creepshow de 1982 vai participar da série de terror derivada
A série que adapta o clássico de terror “Creepshow: Arrepio do Medo” confirmou os primeiros nomes de seu elenco. E um deles é conhecido dos fãs do filme original. A atriz Adrienne Barbeau foi confirmada na atração. “Creepshow” será a segunda série que homenageará a musa do terror dos anos 1980. Ela também participará da adaptação do “Monstro do Pântano”, em desenvolvimento para a plataforma DC Universe, após estrelar a versão cinematográfica em 1982, mesmo ano em que fez o “Creepshow” original. Além dela, também entraram na produção os atores Tobin Bell (o Jigsaw da franquia “Jogos Mortais”) e Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”). Os três vão participar do mesmo episódio, intitulado “Gray Matter”. O filme de 1982 era uma antologia de cinco contos assustadores, reunidos numa estrutura que prestava homenagem aos quadrinhos de terror dos anos 1950, como “Contos da Cripta”. Mas a produção também se tornou celebrada por juntar dois mestres do gênero, rendendo um dos poucos roteiros originais escritos por Stephen King para o cinema, com direção de George A. Romero (o criador dos zumbis modernos). Fez tanto sucesso que gerou duas continuações, em 1987 e 2006, sem o envolvimento direto de King. A série vai manter a estrutura de antologia, contando uma história completa por episódio, inspirada por contos do famoso escritor e com produção a cargo de um dos mais conhecidos discípulos de Romero: Greg Nicotero, diretor, produtor e responsável pela maquiagem dos zumbis de “The Walking Dead”. Nicotero tem forte ligação com o original. Foi durante uma visita ao set da produção que ele conheceu o seu mentor Tom Savini, de quem virou assistente de maquiagem no clássico de zumbis “Dia dos Mortos” (1985), dirigido por Romero. Ele também trabalhou nos efeitos de “Creepshow 2”, antes de virar um mestre da maquiagem de terror. A atração será produzida para o serviço de streaming Shudder, especializada em terror, lançado há três anos pelo canal pago AMC – que exibe “The Walking Dead” nos Estados Unidos. Pretendendo investir em conteúdo original para atrair mais assinantes, o Shudder também está desenvolvendo outros projetos, incluindo uma série criada por Patty Jenkins (diretora de “Mulher-Maravilha”). Ainda não há previsão de estreia para as novas atrações da plataforma.
Criadores de Westworld fecham contrato com a Amazon e já desenvolvem nova série sci-fi
O casal Jonathan Nolan e Lisa Joy, criadores de “Westworld”, trocou sua parceria com a Warner Bros. Television e a HBO por um contrato de exclusividade com a plataforma de streaming da Amazon. Estimado em US$ 150 milhões, o acordo vale pelos próximos cinco anos, mas permite que Nolan e Joy continuem como showrunners de “Westworld”, que deve começar a produção de sua 3ª temporada em breve para uma estreia em 2020. O casal já definiu seu primeiro projeto para a Amazon: uma adaptação do livro “The Peripheral”, do celebrado autor de ficção científica William Gibson, um dos pais do cyberpunk. A trama vai virar série com a ajuda do roteirista Scott B. Smith (“Um Plano Simples”). “The Peripheral” se passa em um futuro próximo e mostra o que acontece quando uma mulher chamada Flynne Fisher descobre um portal para uma realidade alternativa, que revela algo sombrio sobre o destino de seu próprio mundo.
Lucifer fica pelado para promover estreia da série na Netflix
A Netflix divulgou um vídeo para lembrar que “Lucifer” virou uma série exclusiva da plataforma. Nele, três integrantes do elenco surgem para agradecer aos fãs pelas campanhas que ajudarem a salvar a série, cancelada pela Fox após três temporadas e resgatada pelo serviço de streaming para seu quarto ano de produção. A peça também destaca as novidades surgidas nesta transição. Primeiro, Lauren German, a Chloe da série, apresenta uma nova personagem: Eva, interpretada pela israelense Inbar Lavi (de “Prison Break” e “The Last Ship”). Sim, é a Eva que viu Adão com a cobra na mão. E, por fim, Tom Ellis aparece bem à vontade, num roupão com logo da Netflix, tomando chá numa caneca da Netflix, para dizer o que muda na nova casa. “Sempre me perguntam: ‘Na Netflix, a série vai mudar?’. A resposta é não. Não muito. Mas talvez vocês vejam um pouco mais de mim”, diz, antes de tirar o roupão para gravar uma cena pelado. Portanto, esperem um “Lucifer” realmente à vontade na nova casa. Detalhe: o vídeo lembra que a série vai estrear na Netflix, mas esquece de dizer quando.
Os Novos Mutantes reaparece no calendário de lançamentos da Disney
Envolvido em muita especulação, o filme dos Novos Mutantes continua a ter seu lançamento marcado para o cinema. Após a compra da Fox pela Disney, rumores apontavam que ele seria lançado na plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus). Mas o título apareceu no calendário de lançamentos do estúdio, apresentado durante a CinemaCon, convenção das redes exibidoras de cinema dos EUA, que acontece em Las Vegas. O lançamento do filme já sofreu diversos adiamentos e o site The Hollywood Reporter chegou a apurar que as refilmagens, planejadas há mais de um ano, nem sequer foram marcadas, deixando a produção numa espécie de “limbo” durante o apagar das luzes da Fox. Filmado há dois anos por Josh Boone (“A Culpa É das Estrelas”), “Os Novos Mutantes” seria originalmente lançado em 13 abril do ano passado. Mas as primeiras sessões de teste revelaram que o público esperava que ele fosse mais assustador, devido ao marketing inicial, o que originou a decisão de refilmar diversas cenas – segundo rumores, seria uma refilmagem bastante extensa. Isto não teria acontecido, porque a agenda do elenco se provou desafiadora. Há indicações de que a trama segue uma história clássica dos quadrinhos, envolvendo uma criatura chamada Urso Místico, que se alimenta de pesadelos. Nos gibis da Marvel, ele assombra Danielle Moonstar, a Miragem, vivida no filme por Blu Hunt (a vilã Hollow em “The Originals”). Os demais integrantes do elenco são Maisie Williams (a Arya Stark, de “Game of Thrones”) como Lupina, Charlie Heaton (série “Stranger Things”) como Míssil, Anya Taylor-Joy (“Fragmentado”) como Magia, o brasileiro Henry Zaga (série “13 Reasons Why”) como Mancha Solar e a também brasileira Alice Braga (série “Queen of the South”) como a Dra. Cecilia Reyes. Por enquanto, o filme baseado nos quadrinhos da Marvel tem sua estreia marcada para 1 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Netflix vai lançar nova série animada gay de astro de Will & Grace
A Netflix encomendou a produção de mais uma série animada gay. Após os super-heróis brasileiros de “Super Drags”, a plataforma apresentará os espiões americanos de “Q-Force”, onde a letra Q se refere à palavra queer, que compõe a sigla LGBTQ. Produzida por dois nomes de peso da TV americana, Sean Hayes (ator de “Will & Grace” e produtor de “Grimm”) e Mike Schur (criador de “The Good Place”, “Parks & Recreation” e “Brooklyn Nine-Nine”), a série contará com 10 episódios de meia hora, acompanhando um agente secreto e sua equipe de super-espiões LGBTQ, que precisam se provar constantemente em suas extraordinárias aventuras. “Q-Force” é a primeira atração produzida por Schur após ele fechar um contrato milionário de exclusividade com a Universal. Mas o criador da animação é Gabe Liedman, roteirista de “Brooklyn Nine-Nine”. Já Hayes, além de produzir, também participará como dublador de um dos personagens. Ele explicou para o site Deadline que, originalmente, a série seria uma comédia live-action, mas virou animação “porque uma série de espiões é muito difícil e cara de ser feita”. Além disso, “provavelmente não haveria quem comprasse uma série com protagonistas e coadjuvantes gays. Espero que um dia isso aconteça, mas não parece ser o caso agora”. Ainda não há previsão de estreia para “Q-Force”.
Atriz de The Walking Dead entra em outra série de terror
A atriz Katelyn Nacon, que vivia Enid em “The Walking Dead”, já tem novo papel após a morte brutal de sua personagem na 9ª temporada da série dos zumbis. Curiosamente, ela vai continuar no gênero terror. Nacon entrou na 2ª temporada da série sobrenatural “Light as a Feather”, da plataforma de streaming Hulu. Além dela, o ator Froy Gutierrez (o Nolan de “Teen Wolf”) também será novidade no segundo ano da produção. A atração é baseada no best-seller homônimo de Zoe Aarsen e gira em torno de um jogo inocente de levitação, que envolve a rima “Leve como uma pluma, rígida como um tábua”. Cinco adolescentes que resolvem fazer a brincadeira sobrenatural se veem amaldiçoadas e começam a morrer, forçando as sobreviventes a descobrir por que viraram alvo – e se a força do mal que as está caçando é uma delas. A 2ª temporada vai continuar a história seguindo a principal sobrevivente. Criada por R. Lee Fleming Jr. (roteirista do filme “Ela é Demais” e da série “The Lying Game”), a série foi originalmente estrelada por Liana Liberato (“Se Eu Ficar”), Haley Ramm (“Chasing Life”), Ajiona Alexus (“13 Reasons Why”), Peyton List (“Jessie”) e Brianne Tju (“Scream”) como o quinteto central, além de Dylan Sprayberry (“Teen Wolf”), Jordan Rodrigues (“The Fosters”) e Dorian Brown Pham (“Casual”). Ainda não há previsão para a estreia dos novos episódios.
Ator de Star Trek vai estrelar série baseada no anime Cowboy Bebop
A Netflix anunciou os primeiros nomes do elenco da série live-action baseada no anime (desenho animado japonês) clássico e cultuadíssimo “Cowboy Bebop”, inclusive quem viverá o protagonista Spike Spiegel. O papel principal ficou com John Cho (“Buscando…”). Será a segunda vez que o ator, que é sul-coreano, é escalado para viver um “japonês” por Hollywood. Ele também é o intérprete do Sr. Sulu na franquia cinematográfica “Star Trek”. Mas há uma ironia na nova escalação. Apesar de nascido em Marte, Spike tem um sobrenome alemão, adotado por muitas famílias judias. Mesmo assim, será vivido por um ator asiático na série. A contratação de Cho pode ser decorrência das várias reclamações de fãs contra o embranquecimento de personagens de animes nas adaptações americanas. Em compensação, outra personagem importante deixou de ser asiática na série. Nascida em Singapura na animação, Faye Valentine será interpretada por Daniella Pineda (a bruxa Sophie Deveraux de “The Originals”), que não se parece nada com a icônica femme fatale. Os demais atores anunciados foram Mustafa Shakir (o vilão John “Bushmaster” McIver em “Luke Cage”) como Jet, braço direito mortal de Spike, e Alex Hassell (“Suburbicon”) como Vicious, o assassino mais notório da galáxia. O ator de Radical Ed, protagonista que falta, ainda está em seleção. “Cowboy Bebop” inspirou um verdadeiro culto desde que estreou no Japão em 1998. A série animada acompanhava um grupo de caçadores de recompensa que viajava na espaçonave Bebop em 2071, atrás de criminosos perigosos. Após o fim da série, os personagens ainda apareceram num longa de animação, “Cowboy Bebop: O Filme”, em 2001. A versão americana ia originalmente ser um filme, que entrou em desenvolvimento na década passada, quando os direitos da adaptação foram adquiridos pela Fox. Mas o roteiro assustou o estúdio. Em 2009, Keanu Reeves, que iria estrelar o longa como o icônico Spike Spiegel, contou que a produção foi abandonada pelo orçamento beirar os US$ 500 milhões. A nova encarnação começou a ganhar vida em 2017 num estúdio televisivo, o Tomorrow Studios, responsável pelas séries “Aquarius” e “Good Behavior”, numa parceria com o estúdio japonês Sunrise, proprietário da franquia, e a produtora Midnight Radio, de Josh Appelbaum, Andre Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg, criadores da série “Zoo”. A adaptação foi desenvolvida pelo roteirista Christopher Yost (de “Thor: Ragnarok”), o que deve garantir a manutenção do humor irônico do desenho original. Além disso, o diretor do anime Shinichiro Watanabe será um consultor da produção. A 1ª temporada terá dez episódios, mas ainda não há previsão para sua estreia.
Ator de Moonlight vai estrelar a primeira série do diretor de La La Land
O ator Andre Holland (de “Moonlight” e da série “Castle Rock”) vai estrelar “The Eddy”, a primeira série do diretor Damien Chazelle (“La La Land”, “O Primeiro Homem”). Ironicamente, “La La Land”, de Chazelle, perdeu para “Moonlight”, estrelado por Holland, numa das premiações de Melhor Filme mais conturbadas da história do Oscar. O cineasta desenvolveu a produção em parceria com o escritor britânico Jack Thorne, criador da série “The Last Panthers” (2015) e roteirista de “Extraordinário” (2017), que recentemente também trabalhou ao lado de J.K. Rowling na peça de teatro de “Harry Potter e a Criança Amaldiçoada”. A Netflix venceu uma concorrência com outras plataformas e canais pelos direitos de exibição da atração, que vai girar em torno de um clube de jazz de Paris. A série irá explorar a relação entre os donos da casa noturna, sendo um americano e o outro um francês descendente de árabes. O personagem de Holland é o sócio americano, chamado Elliot Udo, que foi um célebre pianista de jazz em Nova York, mas agora está em Paris, escondendo-se de todos num clube de jazz falido, até sua filha de 15 anos reaparecer em sua vida e obrigá-lo a enfrentar seus problemas. As gravações serão realizadas na França, com diálogos em francês, inglês e árabe. Além de produzir, Chazelle irá dirigir dois dos oito episódios da 1ª temporada. Já as músicas serão compostas por Glen Ballard, seis vezes premiado com o Grammy, e produtor dos discos “Jagged Little Pill”, de Alanis Morissette, e “Bad”, de Michael Jackson. “The Eddy” também contará com Alan Poul, produtor das séries “The Newsroom” (2012) e “Westworld” (2006), como showrunner.
Governo americano adverte Academia contra mudanças no Oscar para prejudicar a Netflix
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos advertiu a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas sobre eventuais mudanças nas regras do Oscar que limitem a elegibilidade da Netflix e outros serviços de streaming. De acordo com um documento obtido pela revista Variety, o chefe da divisão antitruste, Maka Delrahim, escreveu à diretora executiva da Academia para expressar sua preocupação de que as novas regras estariam sendo escritas “de maneira que tende a suprimir a concorrência”, o que seria violação da lei de antitruste. “No caso de a Academia, uma associação que inclui vários concorrentes, estabelecer certos requisitos de elegibilidade para o Oscar que eliminam a concorrência sem justificativa pró-competitiva, pode levantar preocupações antitruste”, escreveu Delrahim. “Acordo entre concorrentes para excluir novos competidores podem violar as leis antitruste quando seu objetivo ou efeito é impedir a concorrência que ameaçam os lucros das empresas estabelecidas”, explicou o representante federal. O documento foi redigido após relatos de que Steven Spielberg, membro da diretoria da Academia, estaria planejando mudanças de regras para impedir a concorrência de filmes que estreiam em streaming e tem apenas distribuição limitada nos cinemas. Spielberg defende que filmes lançados por empresas de streaming deveriam concorrer ao Emmy, não ao Oscar, porque seriam filmes feitos para a TV. Entretanto, a Netflix tem exibido seus títulos de maior prestígio nos cinemas em circuito limitado, alguns dias antes de disponibilizá-los em sua plataforma. Atualmente, as regras estabelecem que essa distribuição limitada é suficiente para qualificar uma produção a disputar o Oscar, tanto que vários lançamentos acontecem em circuito bastante restrito (meia dúzia de salas em Nova York e Los Angeles) para se tornarem elegíveis, ampliando sua distribuição apenas após o prazo qualificatório – geralmente, a partir de janeiro do ano seguinte. “Lincoln”, dirigido pelo próprio Spielberg e indicado ao Oscar de 2013, foi originalmente lançado em 11 salas antes de ampliar seu circuito. “Roma” foi distribuído em 17 cinemas norte-americanos durante duas semanas, antes de ser disponibilizado em streaming. E não teve maior distribuição porque as grandes redes se recusaram a distribuí-lo. A produção da Netflix venceu três Oscars: Melhor Filme Estrangeiro, Direção e Fotografia, todos recebidos pelo cineasta mexicano Alfonso Cuarón.
Christina Applegate volta às séries no trailer de Disque Amiga para Matar
A Netflix revelou o trailer e a data de estreia da série de comédia “Dead to Me”, que ganhou o título nacional (nada a ver) de “Disque Amiga para Matar”. A atração marca a volta da atriz Christina Applegate para as sitcoms. Lançada nos anos 1980 como adolescente na cultuadíssima “Um Amor de Família” (1987-1997), ela não protagonizava uma série desde “Up All Night” (2011-2012). Além disso, “Disque Amiga para Matar” (quem traduziu isto está “dead to me”) volta a reuni-la com o comediante Will Ferrell e o cineasta Adam McKay, que foram, respectivamente, seu coprotagonista e diretor na comédia de cinema “O Âncora” (2004). Os dois produzem a comédia, que foi criada por Liz Feldman, criadora de “One Big Happy” e roteirista de “2 Broke Girls”. Na trama, Applegate vive Jen, uma viúva certinha com um senso de humor negro e alguns problemas de gerenciamento de raiva. Depois que seu marido morre em um acidente, Jen cria uma amizade com Judy (papel de Linda Cardellini, de “Pai em Dose Dupla”), uma mulher de espírito livre que guarda um segredo chocante. O elenco também inclui James Marsden (“Westworld”), Max Jenkins (“Os Mistérios de Laura”) e o veterano Ed Asner (o eterno Lou Grant de “Mary Tyler Moore”). A estreia acontece em 3 de maio.
Parte 3 de La Casa de Papel ganha primeiro teaser, fotos e data de estreia
A Netflix divulgou fotos e um teaser da Parte 3 (ou 2ª temporada) de “La Casa de Papel”. Tenso, o vídeo anuncia a data de estreia dos novos episódios, avisando que o clima de férias dos criminosos bem-sucedidos acaba em julho. E evidencia isso com uma invasão armada à ilha paradisíaca que serve de cenário para a suposta fuga perfeita de alguns dos protagonistas. A Parte 3 estreia em 19 de julho em streaming.
O Príncipe Dragão é renovada para a 3ª temporada
A Netflix anunciou que a série animada “O Príncipe Dragão” (The Dragon Prince) foi renovada para uma 3ª temporada, que será composta de 9 episódios. “O Príncipe Dragão” é a nova série animada de Aaron Ehasz, roteirista de “Avatar: A Lenda de Aang”, e Justin Richmond, co-diretor do game “Uncharted 3: Drake’s Deception”. A série acompanha a história de dois príncipes que formam uma aliança improvável com uma elfa assassina, enviada para matá-los. Juntos, os três buscam a paz para seus reinos em guerra. A 2ª temporada foi disponibilizada em 15 de fevereiro em streaming.









