Amazon renova série inédita de O Senhor dos Anéis para a 2ª temporada
Ainda em pré-produção, a série baseada em “O Senhor dos Anéis”, fantasia criada pelo escritor J.R.R. Tolkien, foi renovada para a 2ª temporada pela Amazon Studios. A informação foi feita por Jennifer Salke, chefe de conteúdo da Amazon Studios, ao site Deadline durante a festa de fim de ano da empresa, que aconteceu no fim de semana em Los Angeles. A encomenda da 2ª temporada atesta a confiança da plataforma no trabalho dos showrunners J.D. Payne e Patrick McKay (roteiristas de “Star Trek: Sem Fronteiras”), que contam em sua equipe com os roteiristas Gennifer Hutchison (“Breaking Bad”) e Bryan Cogman (“Game of Thrones”). Mas apesar da renovação antecipada, vai demorar para o público ver qualquer episódio. A série, que não recebeu título oficial, nem sequer completou seu elenco. Além disso, a produção já agendou uma pausa de quatro a cinco meses nos trabalhos, programada para após a conclusão do segundo episódio. A equipe de roteiristas usará esse tempo para mapear e escrever a maior parte dos roteiros da 2ª temporada. Em comunicado oficial, a Amazon descreveu a produção como um prólogo, passado antes dos eventos de “A Sociedade do Anel”, o primeiro volume da trilogia. Ou seja, a série mostrará aventuras inéditas e originais com personagens conhecidos dos livros e filmes, numa trama provavelmente situada entre as duas trilogias cinematográficas do universo de Tolkien, “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”. O elenco inclui Will Poulter (“Midsommar”), Maxim Baldry (“Years and Years”), Markella Kavenagh (“Picnic at Hanging Rock”) e Joseph Mawle (“Game of Thrones”), mas não há informações sobre seus personagens. Também não há previsão para a estreia da série, que será dirigida pelo cineasta espanhol J.A. Bayona (de “Jurassic World: Reino Ameaçado”).
Clássico noir Chinatown vai virar série da Netflix
A Netflix vai produzir uma série baseada no clássico noir “Chinatown” (1974). O projeto está sendo desenvolvido pelo roteirista do filme original, Robert Towne, que venceu o Oscar por seu trabalho, em parceria com o cineasta David Fincher, que já produz a elogiada série “Mindhunter” para a plataforma. Assim como no clássico dirigido por Roman Polanski, a trama vai se passar na Los Angeles dos anos 1930 e acompanhar o ponto de vista de Jake Gittes, o detetive particular interpretado por Jack Nicholson no cinema. Mas a série vai contar casos diferentes daquele explorado no filme. O personagem, por sinal, já apareceu em outra produção, “A Chave do Enigma” (1990), continuação oficial de “Chinatown” que também foi escrita por Towne e estrelada por Nicholson. Ainda não há previsão de estreia para a série.
The Expanse: 4ª temporada ganha novo trailer repleto de cenas inéditas
A Amazon divulgou um novo pôster e o terceiro trailer da 4ª temporada de “The Expanse”, a primeira produzida para a plataforma de streaming Prime Video. A prévia apresenta várias cenas inéditas e explica a premissa dos novos episódios, passados num novo planeta em que refugiados tentam criar uma Nova Terra, apesar da ameaça representada pela protomolécula na região. As temporadas anteriores foram exibidas pelo canal pago SyFy, que optou por cancelar a produção em maio do ano passado para investir em conteúdo sem a mesma qualidade. Para sorte dos fãs, a série acabou resgatada pela Amazon, que promete concluir a trama – originalmente publicada na saga literária “Leviatã Desperta” (Leviathan Wakes), de James S. A. Corey. Prova desse compromisso é que a série já foi renovada para sua 5ª temporada. Desenvolvida pela dupla Mark Fergus e Hawk Ostby (roteiristas de “Homem de Ferro”), “The Expanse” se passa 200 anos no futuro, quando a Terra vive uma crise política com suas colônias em Marte e o cinturão de asteroides. A situação é agravada por um teste com arma biológica num asteroide habitado, ecoando uma conspiração interplanetária que pretende conduzir a uma guerra entre mundos. Mas, em vez disso, a experiência com a protomolécula acaba unindo as diferentes facções, ao criar um portal que abre nova frente de exploração, conduzindo as naves dos personagens centrais para os limites externos do sistema solar. Os novos episódios vão mostrar a chegada da humanidade a estes planetas mais distantes. “No entanto, os primeiros exploradores não entendem esses novos mundos e não estão preparados para os perigos que os aguardam”, diz a sinopse oficial. O elenco da atração reúne Steven Strait (série “Magic City”), Shohreh Aghdashloo (“Star Trek: Sem Fronteiras”), Wes Chatham (“Jogos Vorazes – A Esperança – Parte 1”), Cas Anvar (série “Olympus”), Dominique Tipper (“Academia de Vampiros: O Beijo das Sombras”), Frankie Adams (“Máquinas Mortais”), Cara Gee (“Strange Empire”), David Strathairn (“Godzilla II: Rei dos Monstros”) e ainda acrescentou Elizabeth Mitchell (das séries “Lost” e “Revolution”) na 3ª temporada. Os novos episódios também incluem Burn Gorman (“Turn”, “Torchwood”) e Rosa Gilmore (“The Handmaid’s Tale”) entre os protagonistas, como demonstra o trailer abaixo. A 4ª temporada estreia no dia 13 de dezembro.
Novo trailer revela que Fugitivos vai acabar na 3ª temporada
A plataforma de streaming Hulu divulgou novos pôster e trailer de “Fugitivos” (Runaways). Em meio a diversos efeitos visuais, a prévia revela que a 3ª temporada será a última da série dos heróis adolescentes. O vídeo ainda introduz uma nova vilã, vivida por Elizabeth Hurley (“The Royals”), e destaca o crossover com os protagonistas de outra série de heróis adolescentes da Marvel, “Manto e Adaga” (Cloak and Dagger), também recentemente cancelada. O crossover tinha sido anunciado em agosto passado e, pelo que o trailer demonstra, a participação de Manto (Aubrey Joseph) e Adaga (Olivia Holt) estará relacionada à escuridão que emana dos poderes de Nico (Lyrica Okano). Já a personagem de Liz Hurley é Morgana le Fay, vilã dos quadrinhos criada em 1955 pelo mestre Stan Lee, quando a Marvel ainda se chamava Atlas, e que entrou no mundo dos super-heróis como inimiga da Mulher-Aranha em 1978. Vagamente baseada na personagem homônima da lenda do Rei Arthur, Morgana é considerada a maior feiticeira da Marvel e já se mostrou capaz de enfrentar todos os Vingadores sozinha. Será a segunda vez que Elizabeth Hurley trabalhará com os showrunners de “Fugitivos”, Josh Schwartz e Stephanie Savage – a parceria foi inaugurada em “Gossip Girl”. O cancelamento de “Fugitivos” encerra completamente a programação atual da Marvel Television. Os fracassos consecutivos do estúdio televisivo destoam tanto do sucesso da Marvel no cinema que sua estrutura foi absorvida pela Marvel Studios, comandada por Kevin Feige, o executivo responsável pelos blockbusters cinematográficos. A mudança, com a devida promoção de Feige a Chefe de Conteúdo Criativo da Marvel foi anunciada em outubro. Por conta disso, Jeph Loeb, diretor da Marvel Television, deve sair da empresa. Sua administração fechou o negócio pioneiro com a Netflix que rendeu um mini-universo Marvel em streaming, mas também o fiasco de “Inumanos”, cuja baixa qualidade depôs contra a marca. Com o cancelamento das séries da Netflix, em retaliação ao projeto da plataforma da Disney, além do fim de “Manto e Adaga” e as temporadas finais de “Agents of SHIELD” e “Fugitivos”, a única série live-action da produtora atualmente ativa é o projeto de “Helstrom”, sobre o “Filho de Satã”, em desenvolvimento para a Hulu. Como o programa está em fase inicial, deve passar sem atritos para os novos responsáveis pela divisão televisiva da Marvel, que começarão seu trabalho sem nenhuma herança de Loeb. A última temporada de “Fugitivos” terá 10 episódios e estreia em 13 de dezembro nos Estados Unidos. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.
Rosa Salazar vai estrelar série de terror da Netflix
A Netflix anunciou o elenco estrelado de “Brand New Cherry Flavor”, uma série de terror de oito episódios com tema de vingança e que vinha sendo escalada silenciosamente nos últimos meses. A atriz Rosa Salazar (“Alita: Anjo de Combate”) vai estrelar a produção como Lisa Nova, uma diretora de cinema aspirante na ensolarada Los Angeles de 1990, que embarca em uma jornada de vingança sobrenatural, que a leva das ruas de Beverly Hills à floresta tropical da Amazônia brasileira. O elenco também contará com Catherine Keener (“Corra!”), Eric Lange (“Narcos”), Jeff Ward (“Agents of SHIELD”) e Manny Jacinto (“The Good Place”). Criada por Nick Antosca (que também criou “The Act” e “Channel Zero”) e Lenore Zion (roteirista de “Billions” e “Channel Zero”), a série adapta o romance de mesmo nome de Todd Grimson. Veja a capa abaixo. Ainda não há previsão de estreia para a série.
O Vizinho: Série de super-herói do diretor de Colossal ganha primeiro trailer legendado
A Netflix divulgou fotos, o pôster e o trailer legendado de “O Vizinho” (El Vecino), série espanhola de super-herói, que traz o humor diferenciado de Nacho Vigalondo, diretor dos cultuados “Crimes Temporais” (2007), “Extraterrestre” (2011) e do recente “Colossal” (2016). A série é uma adaptação dos quadrinhos homônimos de Santiago García e Pepo Pérez e gira em torno de Javier (Quim Gutiérrez, de “Os Últimos Dias”), um homem de 30 e poucos anos que ainda não sabe lidar com a vida adulta e com a namorada (Clara Lago, de “O Passageiro”). De repente, ele ganha superpoderes de um alienígena e passa a se disfarçar de super-herói para agir de forma inepta contra o crime. A 1ª temporada, com produção e direção de Vigalongo, será lançada em streaming no dia 31 de dezembro.
Disney anuncia mais Marvel. Serão 13 filmes de super-heróis nos próximos 4 anos
Prestes a entrar em sua Fase 4, a Marvel Studios adicionou cinco novos filmes ao seu calendário de lançamentos. As novas datas, divulgadas pela Disney na sexta-feira (15/11), incluem os lançamentos de mais um longa em 2022 e quatro em 2023. Isto significa que o estúdio vai lançar mais 13 filmes de super-heróis nos próximos quatro anos. A lista oficial dos próximos filmes da Marvel, com as datas de estreia nos Estados Unidos, é a seguinte: 1 de maio de 2020 – Viúva Negra (Black Widow) 6 de novembro de 2020 – Os Eternos (The Eternals) 12 de fevereiro de 2021 – Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings 7 de maio de 2021 – Doctor Strange in the Multiverse of Madness 5 de novembro de 2021 – Thor: Love and Thunder 18 de fevereiro de 2022 – Sem Título 6 de maio de 2022 – Pantera Negra 2 (Black Panther 2) 29 de julho de 2022 – Sem Título 7 de outubro de 2022 – Sem Título 17 de fevereiro de 2023 – Sem Título 5 de maio de 2023 – Sem Título 28 de julho de 2023 – Sem Título 3 de novembro de 2023- Sem Título Sete filmes, mais da metade da lista, não foram identificados, mas devem ser projetos que já estão em desenvolvimento, como “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, “Homem-Formiga 3”, “Capitã Marvel 2”, “Deadpool 3”, um filme de (ou com) “Blade” estrelado por Mahershala Ali (“Green Book”) e as novas versões de “X-Men” e “Quarteto Fantástico”. Além destes, ainda há “Homem-Aranha 3”, que apesar de integrar o MCU tem seu cronograma atrelado à programação da Sony – como os vindouros “Venom 2” e “Morbius”. Até o momento, o Universo Cinematográfico da Marvel já lançou 23 filmes conectados. A Fase 4 do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) começará oficialmente com “Viúva Negra”, que tem estreia marcada para 30 de abril no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Além disso, os filmes também terão conexão com as séries live-action da Marvel na plataforma Disney+ (Disney Plus) – “Falcão e o Soldado Invernal” (Falcon and the Winter Soldier), “Loki”, “WandaVision” e “Gavião Arqueiro” (Hawkeye) – , que estreiam a partir de 2020.
The Boys: 2ª temporada revela cena perturbadora da infância do herói Homelander
O produtor-roteirista Eric Kripke divulgou no Twitter a primeira cena da 2ª temporada de “The Boys”, que encerrou suas gravações na semana passada. A prévia mostra a versão infantil do “herói” Homelander, revelando o quanto o futuro líder dos Sete é perturbado. “O que pode ser mais aterrador que o pequeno Homelander?”, pergunta o texto. “The Boys” é baseada na publicação homônima de quadrinhos adultos de Garth Ennis, que também criou “Preacher”. Por sinal, os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” na série escatológica do canal pago AMC, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Nos quadrinhos, os protagonistas são um grupo de vigilantes truculentos que investigam as atividades clandestinas dos super-heróis. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. Para completar, na série os boys surgem como um grupo típico de “supervilões”, com motivações similares às de Lex Luthor para odiar Superman – culpando os heróis por suas tragédias. Só que, numa reviravolta narrativa, desta vez eles têm razão. O elenco é encabeçado por Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Nathan Mitchell (“iZombie”) interpretam os super-heróis babacas. Além deles, Erin Moriarty (“Jessica Jones”) vive a única heroína ingênua e decente do grupo, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) incorpora o pai do personagem de Jack Quaid, e Elisabeth Shue (“Despedida em Las Vegas”) é a líder do conglomerado que explora comercialmente o sucesso dos super-heróis conhecidos como os Sete. Com 8 episódios e capítulo inaugural assinado pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”), a 1ª temporada estreou em 27 de julho, virando rapidamente uma das séries mais vistas da plataforma Amazon Prime Vídeo. A 2ª temporada ainda não tem previsão de estreia. #Season2 of #TheBoysTV has wrapped. While you wait, here's an ORIGINAL @TheBoysTV SHORT FILM!! Little Homelander wishes you a #HappyThanksgiving.@PrimeVideo #TheBoys #SPNFamily @antonystarr @KarlUrban @JackQuaid92 @Sethrogen @ErinMoriarty_ @KarenFukuhara https://t.co/qKbwbZNiRo — Eric Kripke (@therealKripke) November 15, 2019
O Rei não passa de versão genérica de Henrique V, de Shakespeare
Boa trilha, direção de arte, figurinos e fotografia, mas não dá para fazer um novo filme sobre o papel de Henrique V (Henry V) na Guerra dos 100 Anos sem confrontos com diálogos tensos e poderosos, tão mortais quanto armas, e não é possível ir ao campo de batalha e recusar o espetáculo visual e sanguinário. Então, o que justifica “O Rei” (The King), além de uma oportunidade de promover a carreira do menino prodígio Timothée Chalamet? Sobre o texto, nem é preciso profundidade semelhante à obra de William Shakespeare, o que é impossível sem sua linguagem e poesia. Entendo que seja interessante buscar uma abordagem mais real na luta do jovem monarca britânico contra a França, sem o auxílio da linguagem teatralmente rebuscada da peça clássica. Mas “O Rei” não injeta originalidade alguma a essa história e, pior que isso, não se aproxima minimamente da força dramática das versões cinematográficas de “Henrique V”, de Laurence Olivier e Kenneth Branagh, que adaptaram o texto original de Shakespeare. Com Chalamet à frente e a profundidade do drama reduzida a uma adaptação mais mundana, “O Rei”, de David Michôd (diretor de “Reino Animal”) é tão esquecível e genérico quanto outro exemplar recente da Netflix sobre reis ingleses, “Legítimo Rei”, filminho com Chris Pine que “continua” os eventos vistos em “Coração Valente” (1995). Pegando carona no filmaço de Mel Gibson, chega a ser inadmissível que alguém tenha a coragem de filmar cenas de batalha sem qualquer noção de espetáculo (seja na ação ou mesmo no discurso incentivador antes do quebra pau). Isso não quer dizer que devem glorificar a guerra, mas esconder seus horrores é evitar tocar na ferida e desonrar aqueles que morreram. “O Rei” tem suas gotas de sangue, mas não há ferocidade. Quanto às discussões e tramoias palacianas, você pode até não ter gostado do final de “Game of Thrones”, mas não há como negar a referência da série como um todo em termos de desenvolvimento de diálogos poderosíssimos disparados entre rivais ou aliados em discussões de estratégias políticas ou de guerra. “O Rei” não tem nada disso. Resta Timothée Chalamet. O garoto é muito bom sim, já provou isso anteriormente com “Me Chame pelo Seu Nome” (2017) e “Querido Menino” (2018), e tem uma carreira promissora pela frente. Mas é ofuscado toda vez que o surpreendente Robert Pattinson (“Bom Comportamento”) entra em cena. Ele tira o filme da chatice como se estivesse participando de outra produção ou propondo seu show particular independente do que planejaram para “O Rei”. O longa pode ter esse título, mas quem brilha de fato é o príncipe francês.
Presidente da Disney diz que a série The Mandalorian pode virar filme
O presidente dos estúdios de cinema da Disney, Alan Horn, ficou muito animado com a boa recepção do público a “The Mandalorian”, primeira série live-action de “Star Wars”, lançada na terça (12/11) nos Estados Unidos pelo serviço de streaming Disney+ (Disney Plus). Em um evento promovido pela revista Variety, com outros membros da indústria, ele afirmou que a série pode até virar filme. “‘The Mandalorian’ já está provando ser algo muito grande [entre os fãs de Star Wars]”, ele disse para a editora-chefe da Variety, Claudia Eller. “Então, se essa série se tornar algo envolvente o bastante, podemos transformá-la em algo para o cinema, um filme de duas horas, algo assim”. Criada, escrita e produzida pelo cineasta Jon Favreau (“O Rei Leão”), a série é uma odisseia de pistoleiros que combina tramas do Velho Oeste com cenários de ficção científica, estrelada por Pedro Pascal (“Narcos”). O ator nunca aparece sem um elmo de metal sobre o rosto, evocando a aparência clássica dos Mandalarianos mais conhecidos da saga “Star Wars”, Boba e Jango Fett. Os demais intérpretes do elenco incluem Carl Weathers (o Apollo de “Rocky”), Gina Carano (“Deadpool”), Giancarlo Esposito (“Breaking Bad”), Ming-Na Wen (a agente May de “Agents of SHIELD”), o cineasta alemão Werner Herzog (“O Homem Urso”), além de um robô (IG-11) dublado por outro cineasta, Taika Waititi (de “Thor: Ragnarok”), e um alienígena (um Ugnaught chamado Kuiil) que tem a voz do veterano ator Nick Nolte (“Invasão ao Serviço Secreto”). A trama se passa no período entre “O Retorno de Jedi” e “O Despertar da Força”. Os episódios foram dirigidos por Dave Filoni (responsável pelas séries de animação “The Clone Wars” e “Star Wars Rebels”), o citado Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), Rick Famuyiwa (“Dope: Um Deslize Perigoso”), Deborah Chow (“Fear the Walking Dead”) e a atriz Bryce Dallas Howard (de “Jurassic World”), filha de Ron Howard, que comandou o recente “Han Solo: Uma História Star Wars” (2018). Não há previsão para o lançamento da série no Brasil, já que a plataforma Disney+ (Disney Plus) ainda não está disponível na América Latina.
Gary Oldman vai estrelar série de espionagem da Apple
O astro britânico Gary Oldman vai estrelar sua primeira série de streaming. Ele será o protagonista de “Slow Horses”, série de espionagem da plataforma Apple TV+. Inspirada nos livros de Mick Herron, “Slow Horses” seguirá um grupo de agentes secretos britânicos cujos métodos duvidosos fazem com que sejam expulsos do MI5, o serviço secreto do Reino Unido. Oldman vai interpretar Jackson Lamb, o brilhante, mas irascível, líder deste grupo. Mick Herron lançou oito livros da série “Slow Horses” desde 2010, que podem alimentar várias temporadas da atração, criada por Will Smith. Homônimo do famoso ator americano, este Will Smith é na verdade um roteirista britânico, que tem no currículo episódios de séries de comédia política como “Veep” e “The Thick of It”. Antes de vencer o Oscar por “O Destino de Uma Nação” no ano passado, Oldman teve sua primeira indicação ao prêmio da Academia por outra adaptação literária de espionagem britânica, “O Espião que Sabia Demais” (2011). Ele volta às séries após atingir sua maior consagração no cinema. Até então, Oldman só tinha estrelado uma série televisiva, o drama britânico “Morgan’s Boy”, em 1984, quando estava começando a carreira. Depois disso, ainda fez uma participação especial em “Friends”, nos dois episódios do casamento de Monica e Chandler, exibidos em 2001, e participou de uma minissérie derivada de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, repetindo seu papel do filme, como Comissário Gordon, disponibilizada como bônus do Blu-ray.
Mo’Nique processa Netflix por discriminação sexual e de gênero
A atriz Mo’Nique (“Bessie”) resolveu processar a Netflix por discriminação. Ela entrou com uma ação no Tribunal Superior do Condado de Los Angeles contra a empresa por lhe apresentar um contrato para gravar um especial de comédia com valor bem abaixo do oferecido para comediantes masculinos e até Amy Schumer (“Sexy por Acidente”), que é branca. O caso aconteceu há quase dois anos. Em janeiro de 2018, Mo’Nique postou um vídeo nas redes sociais, em que alegava ter sido vítima de preconceito de gênero e cor porque sua oferta foi significativamente menor do que os milhões pagos a pessoas como Amy Schumer, Chris Rock e Dave Chappelle. Segundo a comediante, a Netflix lhe ofereceu US$ 500 mil para um especial de stand-up de uma hora de duração. Quando a reclamação se tornou pública, outra comediante negra, Wanda Sykes, foi o Twitter agradecer a manifestação, dizendo que recusaria uma oferta da Netflix de “menos da metade” do valor oferecido a Mo’Nique para fazer seu especial. Amy Schumer teria recebido, na mesma época, US$ 11 milhões para gravar um especial similar. Intitulado “Amy Schumer: Growing”, foi lançado em março pela Netflix. Mo’Nique, que é vencedora do Oscar como atriz coadjuvante pelo filme “Preciosa (2009)”, chegou a fazer campanha pedindo boicote à Netflix, antes de decidir abrir o processo civil nesta quinta-feira (14/11) por discriminação de raça e gênero e práticas comerciais desleais. Em sua ação, ela afirma que a Netflix diferencia os salários pagos para homens e mulheres que fazem os mesmos trabalhos, e citou como exemplo a série “The Crown”. A disparidade salarial entre Claire Foy, protagonista das duas primeiras temporadas, e o ator Matt Smith também veio à público no começo de 2018, chocando pela descoberta de que ela recebia menos por episódio. Os fãs até criaram uma petição para a Netflix compensar a atriz, que venceu o Emmy e o Globo de Ouro pelo papel da Rainha Elizabeth II e, de fato, ela acabou recebendo um bônus de 200 mil libras. A Netflix ainda não se pronunciou sobre o caso.
Danielle Winits e Leandro Hassum farão nova parceria após Até que a Sorte Nos Separe
Danielle Winits e Leandro Hassum vão fazer um novo filme juntos. Eles registraram um encontro no final da noite de quarta (13/11) indicando a existência uma nova nova parceria após o primeiro “Até que a Sorte Nos Separe” (2012). Em publicações compartilhadas no Instagram, os atores até se chamaram pelos nomes Jane e Tino, protagonistas da comédia de 2012, uma das maiores bilheterias do cinema nacional. Curiosamente, a atriz foi substituída no papel de Jane por Camila Morgado nas continuações de 2013 e 2015. Danielle Winits deu a dica de que os dois interpretarão uma nova dupla. Em foto postada em seu Instagram, usou a legenda “Até que a sorte NÃO nos separe nunca mais !!!!! E não é que a gente teve a sorte de vir outro casal por aí ?!!!!” e usou as hashtags #ÔSorte, #FilmeNovoNoForno e #PrimeiraLeitura. Hassum, por sua vez, escreveu “Tino & Jane ? Ué!!!!!! #atequeasortenosseparefeelings rsrsrsrsrs vem coisa boa por aí”, junto de uma foto com a atriz. Vale lembrar que o ator fechou recentemente contrato com a Netflix para estrelar dois filmes exclusivos da plataforma de streaming. Esses projetos estão sendo desenvolvidos por Paulo Cursino e Roberto Santucci, que, por coincidência, foram respectivamente roteirista e diretor da trilogia “Até que a Sorte nos Separe”. Por enquanto, apenas um filme da parceria foi revelado: “Tudo Bem no Natal que Vem”, comédia de tema fantástico. Saiba mais aqui. Ver essa foto no Instagram Até que a sorte NÃO nos separe nunca mais !!!!! E não é que a gente teve a sorte de vir outro casal por aí ?!!!! ?❤️? #ÔSorte #FilmeNovoNoForno #PrimeiraLeitura #EAGenteJahSendoFelizzzzz né @leandrohassum ?!!!!! Uma publicação compartilhada por Danielle Winits / Atriz. (@lawinits) em 13 de Nov, 2019 às 5:23 PST Ver essa foto no Instagram Até que a sorte NÃO nos separe nunca mais !!!!! E não é que a gente teve a sorte de vir outro casal por aí ?!!!! ?❤️? #ÔSorte #FilmeNovoNoForno #PrimeiraLeitura #EAGenteJahSendoFelizzzzz né @leandrohassum ?!!!!! Uma publicação compartilhada por Danielle Winits / Atriz. (@lawinits) em 13 de Nov, 2019 às 5:23 PST









