“Duna” ganha trailer final e vídeo feito para o Brasil
A Warner divulgou três novos pôsteres e dois vídeos inéditos do remake de “Duna”. Um dos vídeos foi feito para o Brasil e traz o elenco tentando atrair o público brasileiro com detalhes da trama e referências ao país. O outro é o trailer final da produção, que ainda não ganhou legendas para o mercado nacional e destaca o relacionamento do protagonista com a “garota dos seus sonhos”. Na trama, Paul Atreides, o papel de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”), sonha com a jovem misteriosa interpretada por Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), em meio a visões de seu futuro como um herói predestinado. Apesar da ênfase do marketing na participação da atriz, ela já assumiu publicamente que seu papel no filme é “muito, muito pequeno”. Vale lembrar que o livro de Frank Herbert, em que a trama se baseia, foi dividido em dois filmes e a participação de Chani, o papel da atriz, tem destaque apenas na metade final. Fãs de ficção científica conhecem de cor a história de “Duna”. Trata-se de um clássico do gênero, originalmente escrito por Frank Herbert em 1965 e levado pela primeira vez às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). O material ainda rendeu duas minisséries do canal Syfy e uma franquia literária, que continua a ser estendida, anos após a morte de Herbert, em 1986. Na trama, uma família aristocrática deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, que só existe no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. O elenco reunido para materializar essa história é tão grandioso quanto a escala da produção, incluindo ainda Jason Momoa (o “Aquaman”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). A direção é de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), que também trabalhou no roteiro com Jon Spaihts (“Prometheus”) e Eric Roth (“Forest Gump”), e a estreia nos cinemas do Brasil está marcada para 21 de outubro, um dia antes do lançamento nos EUA.
Série épica “A Roda do Tempo” ganha pôster oficial
A Amazon divulgou o cartaz oficial de “A Roda do Tempo” (The Wheel of Time), nova série de fantasia, que adapta a saga homônima do escritor Robert Jordan. A atração é estrelada por Rosamund Pike, indicada ao Oscar por “Garota Exemplar” (2014), que vive a feiticeira Moiraine, integrante de uma poderosa organização mágica conhecida como Aes Sedai. Na trama, ela parte numa aventura misteriosa com cinco jovens escolhidos, testando profecias que podem salvar ou destruir a humanidade. O elenco conta ainda com Sophie Okonedo (“Flack”), Michael McElhatton (“Game of Thrones”), Josha Stradowski (“Instinto”), Marcus Rutherford (“Obediência”), Zoë Robins (“Power Rangers Ninja Steel”), Barney Harris (“Clique”), Madeleine Madden (“Tidelands”), Kae Alexander (“Krypton”) e muitos outros. A adaptação está a cargo de Rafe Judkins, produtora-roteirista de “Agents of SHIELD”, para a Sony Television e a Amazon Studios, e a produção já se encontra antecipadamente renovada para sua 2ª temporada. Os primeiros capítulos serão disponibilizados a partir de 19 de novembro.
Will Robinson aparece crescido no trailer do final de “Perdidos no Espaço”
A Netflix divulgou o trailer da 3ª e última temporada de “Perdidos no Espaço” (Lost in the Space) com cenas épicas, repletas de efeitos visuais e um Will Robinson bastante crescido. Embora não pareça, ele segue interpretado pelo mesmo ator, Maxwell Jenkins, que mudou muito dos 12 para os 16 anos de idade. A prévia também mostra que a frase “perigo, Will Robinson” cabe perfeitamente para descrever a situação em que ele se encontra, enquanto tenta salvar sua família de perigos intensos, mesmo com o risco de mudar a conjugação do título para o singular e ficar perdido sozinho no espaço. Para completar, o vídeo ainda revela a data de estreia dos episódios finais. A estreia vai acontecer em 1 de dezembro. Uma das melhores atrações da Netflix, “Perdidos no Espaço” deu um salto gigante de qualidade em sua 2ª temporada, graças a efeitos de dar inveja a blockbusters cinematográficos, elenco inspirado e muita ação, em ritmo intenso de aventura. O que só aumenta a frustração por a Netflix não demonstrar interesse em prolongar a série – ou qualquer série, de um modo geral. “Perdidos no Espaço” é uma releitura moderna da produção homônima, lançada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (que ainda criou “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”). O curioso é que o original também era uma versão moderna de outro clássico, “A Família Robinson”, história de uma família que naufragava numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. Por coincidência, a série original durou as mesmas três temporadas, mas nunca teve conclusão narrativa, deixando os fãs tão perdidos quanto a família Robinson em 1968. A nova versão, pelo menos, vai mostrar como tudo termina. A trama do reboot se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi desenvolvido por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), em parceria com Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”.
“Dash & Lily” não terá 2ª temporada
Fãs da série romântica “Dash & Lily” ficarão sem acompanhar os novos desdobramentos da história do casal vivido por Austin Abrams (“A Química que Há Entre Nós”) e Midori Francis (“Bons Meninos”). Levou quase um ano, mas finalmente veio a confirmação de que a Netflix não produzirá a 2ª temporada. “Dash & Lily” foi lançada em novembro de 2020 em meio a várias produções de temática natalina. Na trama, os protagonistas do título não se conhecem, mas conversam por meio de um caderno deixado em uma biblioteca. Então, começam a propor desafios um ao outro, todos baseados em temas natalinos – ele com propostas cínicas, ela com uma visão sonhadora. A história também pode ser resumida com o nome de um clássico filme romântico de 1987: “Nunca te vi, sempre te amei”. A série era baseada no best-seller “O Caderninho de Desafios de Dash & Lily”, de Rachel Cohn e David Levithan, que também escreveram o livro que virou a boa comédia romântica juvenil “Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música” (2008). A história dos personagens virou uma trilogia literária, que infelizmente não vai se materializar nas telas. A 1ª temporada adaptou apenas o primeiro livro. A adaptação foi escrita por Lauren Moon (editora de textos de “Atypical”) e dirigida pela dupla Brad Silberling (do clássico “Desventuras em Série”) e Fred Savage (o eterno Kevin de “Dias Incríveis”, que há 21 anos é diretor de séries).
Sabrina vai aparecer na 6ª temporada de “Riverdale”
A atriz Kiernan Shipka vai voltar ao papel de Sabrina Spellman após o cancelamento de “O Mundo Sombrio de Sabrina” na Netflix. Ela retomará a personagem num episódio especial da 6ª temporada de “Riverdale”. O crossover foi anunciado pela atriz, que compartilhou a novidade junto de uma foto no set de “Riverdale” em seu Instagram oficial. Em comunicado, o showrunner Roberto Aguirre-Sacasa confirmou a participação. “Temos falado sobre a visita de Sabrina a ‘Riverdale’ desde a 1ª temporada, então é emocionante que isso esteja finalmente acontecendo, como parte de um evento especial de ‘Rivervale’”, disse o produtor. “Também é perfeito que ela apareça para ajudar Cheryl Blossom durante sua hora de maior necessidade. Todos no set perderam a cabeça – e acho que os fãs também perderão. É muito divertido e especial.” O tema do especial não foi revelado, mas a data de exibição será entre o Halloween e o Natal. Sabrina chegará na cidade de Riverdale no quarto episódio 6ª temporada, intitulado “The Witching Hour(s)”. Nos EUA, o termo significa tanto “hora da bruxa” quanto meia-noite e hora de ir embora. Na trama, Cheryl (Madelaine Petsch) realizará um feitiço perigoso, que pode significar a diferença entre a vida e a morte para um membro querido da família Blossom, de acordo com uma descrição do episódio. Felizmente, ela receberá uma ajuda muito necessária da bruxinha platinada. Vale lembrar que, quando “O Mundo Sombrio de Sabrina” foi cancelado em sua 4ª temporada na Netflix, Roberto Aguirre-Sacasa sugeriu que o ano seguinte seria um crossover com “Riverdale”. Infelizmente, “O Mundo Sombrio de Sabrina” não só acabou como a própria Sabrina morreu no final da série. Havia planos para trazê-la de volta, mas o final abrupto impediu isso. Não está claro se “Riverdale” vai simplesmente ignorar esse detalhe ou se incorporará a ressurreição de Sabrina em sua trama – via o tal feitiço de Cheryl, talvez? O fato é que Sabrina já pode parafrasear Mark Twain e dizer que os relatos de sua morte foram exagerados. “Riverdale” encerrou sua 5ª temporada na noite de quarta (6/10) nos EUA, despedindo-se de um de seus intérpretes principais, e voltará para seu sexto ano de produção em 16 de novembro. A série é disponibilizada no Brasil pelo canal pago Warner. View this post on Instagram Uma publicação compartilhada por Kiernan Shipka (@kiernanshipka)
Vilã de “WandaVision” terá sua própria série na Disney+
Um spin-off de “WandaVision” centrado na vilã Agatha Harkness está em desenvolvimento na Disney+. A revista Variety deu a notícia em primeira mão e as demais publicações de entretenimento dos EUA confirmaram. A atriz Kathryn Hahn voltará para reprisar o papel de Agatha na nova série, descrita pelas fontes da Variety como uma comédia de humor ácido. Outros detalhes da trama permanecem em segredo. Além da atriz, a criadora de “WandaVision” e roteirista de “Viúva Negra”, Jac Schaeffer, também estará de volta para comandar o projeto. Introduzida originalmente como Agnes, a vizinha intrometida de Wanda e Visão, a vilã termina “WandaVision” revelando-se como uma bruxa poderosa, que estava disfarçada para estudar Wanda antes de enfrentá-la. O desfecho da série mostrava Agatha derrotada por Wanda e forçada a assumir a personalidade fictícia de Agnes, condenada a viver o resto da vida como uma dona de casa suburbana como punição. Não está claro se a série contará com outros integrantes do elenco de “WandaVision”, que destacou Elizabeth Olsen e Paul Bettany nos papéis de Wanda e Visão, além de Teyonah Parris como a versão adulta de Monica Rambeau (uma criança em “Capitã Marvel”), Kat Dennings como a Darcy Lewis (da franquia “Thor”) e Randall Park como o agente do FBI Jimmy Woo (de “Homem-Formiga e a Vespa”). Kathryn Hahn fez muito sucesso em “WandaVision”. Ela foi indicada ao Emmy de Melhor Atriz Coadjuvante de Minissérie e sua música-tema, “Agatha All Along”, tornar-se um fenômeno pop, com vários remixes e covers publicados no YouTube. Composta pela dupla Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez (de “Frozen”), a canção venceu o Emmy de 2021 na categoria de Melhor Música Original.
Streaming do Telecine vai migrar para a Globoplay
O Grupo Globo anunciou, por meio de sua assessoria, que o aplicativo do Telecine vai acabar. Todo seu conteúdo migrará para a plataforma Globoplay. A mudança não afetará o Telecine na TV paga, que continuará funcionando com seus canais independentes. Apesar da novidade, o conteúdo em streaming do Telecine continuará separado do conteúdo da Globoplay. Ele vai funcionar em uma área personalizada dentro da plataforma, num modelo conhecido como channel, já utilizado na oferta do Premiere e do Combate. Não será necessário nem ser assinante da Globoplay para consumir as ofertas do Telecine. Como já acontece. Para os assinantes atuais do serviço, nada muda, à exceção do modo de acessar o Telecine pelo aplicativo da Globoplay. Já os assinantes da Globoplay permanecem sem acesso automático ao Telecine, que continuará condicionado a uma assinatura específica. Num texto com jargões do mercado publicitário, a empresa afirma que “a mudança visa concentrar seu extenso portfólio de conteúdo em um único ambiente e aprimorar a experiência dos usuários, além de trazer ganhos de sinergia para as operações. O movimento reforça a estratégia de relacionamento direto com o consumidor da Globo, que posiciona o Globoplay como o principal marketplace de conteúdo no Brasil”. De acordo com o comunicado, a integração será concluída até o final de 2021, mas não há informações sobre se isso será acompanhado por um relançamento promocional. O texto também deixa dúvidas sobre a continuidade dos lançamentos em VOD (video on demand), citando apenas o catálogo já existente de filmes e a inclusão do live streaming dos canais pagos do grupo: Premium, Action, Touch, Pipoca, Cult e Fun. Atualmente, é possível assinar as duas plataformas em conjunto em um pacote que sai por R$ 49,90 ao mês. Separadamente, porém, a Globoplay custa a partir de R$ 22,90 enquanto o streaming do Telecine sai por um valor mensal de R$ 37,90.
Saiba porque “Round 6” só tem este nome no Brasil
Sabia que o Brasil é um dos poucos países em que “Round 6” é “Round 6”? Só os assinantes brasileiros acompanharam a série com este nome, enquanto o resto do mundo conheceu o novo fenômeno popular da Netflix como “Squid Game”. Então, porque a série não é “Squid Game” por aqui? A internet tem suas teorias. A tradução literal de “Squid Game” é “Jogo da Lula”. A opção de mudar o nome seria, então, política, para evitar qualquer referência como o “Jogo do Lula”, o ex-presidente que lidera as pesquisas de intenção de voto para voltar ao poder em 2022. Afinal, os vilões são a elite VIP, que se diverte enquanto o povo luta para sobreviver e ignora pequenas corrupções de seus representantes. A explicação oficial, porém, é outra. A série teria recebido outro nome por aqui porque o tal jogo da Lula, que é o sexto e último jogo da trama, não tem conexão com a realidade brasileira. Enquanto os brasileiros conhecem bolinhas de gude e cabo de guerra, que figuram entre as disputas, o tal Jogo da Lula não faz parte da cultura nacional. Por isso, houve a opção de adotar o título alternativo da produção, que se refere ao fato de haver seis “rounds” (rodadas) de jogos na trama. Na verdade, a origem da denominação “Round 6” (com a pronúncia “six” do número em inglês) encontra-se na apresentação original do projeto. O primeiro nome anunciado para a série, mundialmente, em setembro de 2019, foi exatamente este. “A Netflix Inc., serviço líder mundial de entretenimento na Internet, anunciou que o premiado diretor Hwang Dong-hyuk produzirá uma nova série original coreana, Round Six”, comunicou a plataforma na época. De lá para cá, “Round 6” virou “Squid Game” para outros países, mesmo naqueles que não tem o Jogo da Lula entre suas tradições – como a Argentina, que exibe a série como “El Juego del Calamar”. Sim, é Lula lá.
Trailer revela premissa do sétimo “Atividade Paranormal”
A Paramount divulgou o pôster e o trailer legendado do 7º filme da franquia “Atividade Paranormal”, intitulado em inglês “Paranormal Activity: Next of Kin”. Co-produzido pela Blumhouse, o filme é um reboot e não uma sequência da franquia, que foi interrompida em 2015. A prévia estabelece a premissa, voltando a trazer imagens feitas pelo próprio elenco com a desculpa narrativa da realização de um documentário sobre o encontro da protagonista com a família que ela não conhecia numa comunidade religiosa reclusa. Apesar de bem-recebidos, os cineastas logo percebem que aquela comunidade não é Amish como acreditavam, que a mãe nunca quis que a jovem fosse voltar ali e que terrores ancestrais habitam as sombras daquele lugar. Longe de ser um trabalho semi-amador como o filme que originou a franquia, o roteiro foi escrito por Christopher Landon (“A Morte Te Dá Parabéns”) e a direção é de William Eubank (“O Sinal ‑ Frequência do Medo”), enquanto o elenco destaca Emily Bader (“A Noite da Bruxa”), Roland Buck III (“Chicago Med”), Dan Lippert (“Son of Zorn”) e Henry Ayres-Brown (“The Blacklist”). O filme tem estreia prevista para o dia 29 de outubro, véspera do Halloween, na plataforma de streaming Paramount+.
Natal começa mais cedo na Netflix com teaser e fotos de filmes temáticos
O Halloween ainda está longe, mas a Netflix já entrou em clima de Natal com o início da divulgação de produções do Papai Noel. A plataforma divulgou fotos de “Um Crush para o Natal” (Single All the Way), seu primeiro filme de Natal com protagonistas gays, e o teaser dublado em português de “Um Menino Chamado Natal”, fantasia que vai iniciar as comemorações natalinas… ainda em novembro! Ou seja, quem achou que a Netflix exagerou na dose no ano passado pode se preparar para uma overdose ainda maior neste ano. Em “Um Crush para o Natal”, um rapaz chamado Peter (Michael Urie, de “Ugly Betty”) convence o melhor amigo (o estreante Philemon James) a fingir ser seu novo namorado quando ele viaja para a cidade natal – tudo para evitar que a mãe (Kathy Najimy, de “Abracadabra”) encha seu saco por estar solteiro. As coisas se complicam quando o protagonista descobre que sua mãe já tinha planejado para ele um encontro às cegas com James (Luke Macfarlane, de “Brothers & Sisters”) – e ele pode ter estragado sua chance com o novo e interessante pretendente. Com direção de Michael Mayer (“A Gaivota”), o filme estreia em 2 de dezembro. Já “Um Menino Chamado Natal” gira em torna de um menino em busca do pai, que parte numa jornada na companhia de uma rena e um rato de estimação, encontrando vários tipos de criaturas místicas numa época do “era uma vez” em que ninguém no mundo sabia da existência do Natal. O elenco inclui Maggie Smith (“007 – Operação Skyfall”), Kristen Wiig (“Mulher-Maravilha 1984”), Sally Hawkins (“A Forma da Água”), Jim Broadbent (“Harry Potter”) e o menino estreante Henry Lawfull. Roteiro e direção são de Gil Kenan (“Poltergeist – O Fenômeno”) e a estreia está marcada para 24 de novembro. Veja o trailer de “Um Menino Chamado Natal” e as fotos de “Um Crush para o Natal” logo abaixo. Peter (Michael Urie) convinces Nick (Philemon Chambers) to be his fake-boyfriend for the holidays to fool his family (Kathy Najimy & Jennifer Coolidge), but when mom sets him up on a blind date (Luke Macfarlane), the plan goes awry. SINGLE ALL THE WAY arrives December 2! 🎄 pic.twitter.com/DdU0suMfkH — NetflixFilm (@NetflixFilm) October 6, 2021
Marvel tinha planos para série do T’Challa Senhor das Estrelas
Antes da morte de Chadwick Boseman, o Marvel Studios tinha planos de realizar um spin-off de “What If…?”, que seria focado numa das versões alternativa de T’Challa apresentadas na série animada. O projeto foi revelado durante uma entrevista do roteirista Bryan Andrews (“Vingadores: Ultimato”) para a revista Variety. “Eu não sei se ele sabia disso, mas havia planos para trazer o T’Challa Senhor das Estrelas de volta num spin-off próprio. Aquele universo todo ia retornar, e estávamos muito animados com isso. Sabemos que ele [Chadwick] teria amado também, mas então ele faleceu, e isso ficou no limbo”, contou Andrews. O T’Challa Senhor das Estrelas foi uma versão do personagem de Boseman no MCU que não se torna Pantera Negra. Em vez disso, ele é abduzido por Yondu no lugar de Peter Quill, tornando-se o Senhor das Estrelas, líder dos saqueadores (Ravagers). Esta história foi exibida no segundo episódio de “What If…?”, com dublagem de Boseman. O ator fez mais três participações na série, inclusive no último episódio da 1ª temporada, que foi ao ar nesta quarta (6/10) na Disney+.
Criador de “Missa da Meia-Noite” prepara nova versão de “A Queda da Casa Usher”
O diretor Mike Flanagan já trabalha numa nova minissérie de terror para a Netflix. Após “Missa da Meia-Noite” (2021), ele vai voltar ao tema das casas mal-assombradas, que geraram “”A Maldição da Residência Hill” (2018) e “A Maldição da Mansão Bly” (2020), para adaptar o clássico da literatura gótica “A Queda da Casa Usher”, de Edgar Allan Poe. Além de produzir e escrever, Flanagan também deve dirigir quatro dos oito episódios da nova atração. Publicado em 1893, o conto de Poe é um mergulho na loucura, isolamento e identidades metafísicas, que gira em torno de uma visita à casa de Roderick Usher, onde os irmãos moradores encontram-se sob uma estranha maldição. A obra já ganhou várias adaptações no cinema. A mais antiga foi produzida em 1928 com roteiro do mestre do surrealismo Luis Buñuel. A mais famosa chegou aos cinemas em 1960, com o título brasileiro de “O Solar Maldito” e é considerada a obra-prima da carreira do diretor Roger Corman e do ator Vincent Price. Não há previsão para o lançamento da versão de Flanagan. Relembre abaixo o trailer do filme de Corman.
“Hotel Transilvânia 4” será lançado em janeiro pela Amazon
A Amazon Prime Video anunciou a nova data de estreia de “Hotel Transilvânia: Transformonstrão”. O quarto longa da franquia animada não será exibido nos cinemas, chegando direto ao streaming em 14 de janeiro em todo o mundo. O filme foi adquirido pela plataforma após ter sido adiado várias vezes pela Sony, devido à pandemia de covd-19. Segundo apurou a revista Variety, o negócio teria custado mais de US$ 100 milhões. “Hotel Transilvânia” tem sido uma franquia de sucesso monstruoso para a Sony. Os três primeiros filmes arrecadaram mais de US$ 1,3 bilhão nos cinemas desde 2012. Mas o aumento de casos de covid, impulsionados pela variante delta altamente contagiosa, que infecta predominantemente pessoas não vacinadas, tornou a exibição de produções para crianças insustentável, devido à falta de vacinação em menores de 12 anos. Anunciado como o “capítulo final” da franquia, “Hotel Transilvânia: Transformonstrão” também não contará com o dublador principal dos longas anteriores. Responsável por dar voz a Drácula nos três primeiros filmes, Adam Sandler ficou de fora do novo lançamento. Em seu lugar, entrou Brian Hull (“Pup Star: Feliz Natal”), que já tinha sido a voz de Drácula no curta “Pets Monstruosos”, disponibilizado em abril na internet. E ninguém explicou qual foi o motivo da troca. Por sinal, o quarto longa é dirigido por Derek Drymon e Jennifer Kluska, que fizeram o curta mencionado. A estreia estava marcada para esta quinta (7/10) no Brasil, mas ao ir para o streaming o lançamento sofreu mais um adiamento. Outro detalhe é que o anúncio da Amazon para a imprensa brasileira trouxe o título original do filme em inglês, “Hotel Transylvania: Transformania”, então não está claro se ele será modificado após mudar de mãos. Veja abaixo o trailer do filme dublado em português pela Sony.












