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  • Série

    Criador de “Breaking Bad” fará nova série com estrela de “Better Call Saul”

    22 de setembro de 2022 /

    O produtor-roteirista Vince Gilligan, criador de “Breaking Bad” e “Better Call Saul”, já está desenvolvendo uma nova série na Apple TV+. E ela marcará um reencontro entre ele e uma das estrelas da recém-finalizada “Better Call Saul”. Gilligan anunciou que Rhea Seehorn (Kim Wexler em “Better Call Saul”) desempenhará um dos papéis principais na nova atração, ainda sem título, com produção da Sony Pictures TV. A ida para a Apple TV+ também marcará um nova parceria entre Gilligan e os chefões do streaming, Zack Van Amburg e Jamie Erlicht, que eram presidentes da Sony Pictures TV quando deram sinal verde para a produção de “Breaking Bad” em 2008. Eles agora presidem com sucesso a Apple TV+. Os detalhes da trama e a natureza do personagem de Seehorn estão sendo mantidos em sigilo, mas Gilligan indicou em um comunicado que a nova série não será uma história de anti-herói como as duas séries anteriores. “Depois de 15 anos, percebi que era hora de parar de escrever anti-heróis, e quem é mais heroico do que a brilhante Rhea Seehorn?” disse Gilligan. “Já passou da hora de ela ter seu próprio programa, e me sinto sortudo por poder trabalhar nele com ela. E que bela simetria ainda me reunir com Zack Van Amburg, Jamie Erlicht e Chris Parnell! Jamie e Zack foram as duas primeiras pessoas a dizer sim a ‘Breaking Bad’ todos esses anos atrás. Eles construíram uma ótima equipe na Apple, e meus maravilhosos parceiros de longa data na Sony Pictures Television e eu estamos empolgados em fazer negócios com eles.” Em fase inicial, a produção ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Reservation Dogs: Série do diretor de “Thor” é renovada para 3ª temporada

    22 de setembro de 2022 /

    O canal pago americano FX anunciou a renovação de “Reservation Dogs” para sua 3ª temporada. A série de comédia, passada em território nativo-americano, gira em torno de quatro adolescentes de descendência indígena, que cometem pequenos delitos em sua cidadezinha em Oklahoma, sonhando em juntar dinheiro para ir para a Califórnia. A série é criação do cineasta neozelandês Taika Waititi, diretor de “Thor: Amor e Trovão”, que é descendente da tribo maori, e de Sterlin Harjo, diretor-roteirista do premiado filme indie “Mekko” (2015), que tem sangue seminole e creek, e mora na região abordada pela trama. Harjo também dirige episódios e é coprodutor da atração com Waititi. Aclamada pela crítica, “Reservation Dogs” é notável por ser a primeira série a apresentar uma equipe totalmente nativa de escritores, diretores e elenco, e é um dos programas mais assistidos do FX disponibilizados na plataforma de streaming Hulu. “’Reservation Dogs’ continua sua trajetória notável com críticos, fãs e prêmios, todos reconhecendo o brilho singular da série criada por Sterlin Harjo e Taika Waititi”, disse Nick Grad, presidente de programação original da FX. “O FX tem orgulho de se juntar aos nossos parceiros da Hulu para encomendar uma 3ª temporada com o incrível elenco e todos os artistas que entregam um dos programas mais originais, envolventes e engraçados da televisão.” Sterlin Harjo também se manifestou sobre a renovação: “Eu não poderia estar mais orgulhoso desta série que criei com meu amigo Taika Waititi. Ela nasceu de uma conversa na cozinha de Taika e agora entrou na vida das pessoas em todo o mundo.” O elenco destaca os jovens D’Pharaoh Woon-A-Tai (“Beans”), Devery Jacobs (“A Ordem”), Paulina Alexis (“Ghostbusters: Mais Além”) e o estreante Lane Factor nos papéis principais, além dos adultos Tamara Podemski (“Tin Star”), Zahn McClarnon (“Westworld”), Macon Blair (“Ruína Azul”), Kirk Fox (“Briarpatch”), Matty Cardarople (“Stranger Things”) e os rappers gêmeos Lil Mike & Funny Bone. “Reservation Dogs” é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+. Confira abaixo o trailer nacional da 2ª temporada da atração, que se encerra na próxima quarta (28/9) nos EUA e ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

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  • Série

    3ª temporada de “Emily em Paris” ganha primeiras fotos

    22 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou as primeiras fotos da 3ª temporada de “Emily em Paris”, que destacam os dois interesses românticos da personagem-título, vivida por Lily Collins. Uma das fotos traz Emily bem pertinho de Alfie (Lucien Laviscount), um banqueiro que surgiu na 2ª temporada e a tirou do chão. Mas outra registra uma conversa séria com Gabriel (Lucas Bravo), o “vizinho gato” quem desperta seu interesse desde o começo da série. Outras imagens ainda mostram Emily reunida com suas “besties” Mindy (Ashley Park) e Camille (Camille Razat) e tendo uma conversa animada ao telefone. “Emily em Paris” traz a filha do cantor Phil Collins no papel de uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris. Após a empresa americana em que trabalha comprar uma agência francesa, ela parte para a França com a tarefa de levar uma “visão americana” para os negócios, mas pensando mesmo em viver incríveis aventuras românticas. Entretanto, nem tudo acontece como o planejado, pois o choque cultural se prova muito maior que o esperado. Ainda não há previsão de estreia para a 3ª temporada. 𝓑𝓸𝓷𝓳𝓸𝓾𝓻! Fiquem com as primeiras imagens da 3ª temporada de Emily em Paris. Estreia em breve. 💕🥐 pic.twitter.com/ocQHAZX2gY — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 22, 2022 certeza que nessa cena a Emily tá julgando os jovens que falam CALÇA DE SHOPPING pic.twitter.com/fVCDf1gokd — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 22, 2022

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  • Série

    Elenco de “Heartstopper” festeja reencontro para 2ª temporada. Veja o vídeo

    22 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou um vídeo para os fãs de “Heartstopper”, registrando o reencontro do elenco para o começo das gravações da 2ª temporada. As imagens mostram Joe Locke, Kit Connor e demais integrantes da produção fazendo festa ao se juntarem novamente para ler os roteiros dos novos episódios. Publicado nas redes sociais da plataforma, o post também anunciou novidades no elenco. Serão quatro integrantes novos na produção, incluindo o intérprete de David, irmão mais velho do Nick (Connor), que será interpretado por Jack Barton (“Carta ao Rei”). Primeira série adolescente de temática gay produzida em inglês pela Netflix, a trama gira em torno de dois estudantes britânicos do Ensino Médio: Charlie (vivido pelo estreante Joe Locke), um jovem abertamente gay e muito intenso, e Nick (Kit Connor, de “Rocketman”), um jogador de rúgbi atlético e de coração mole, que um dia são forçados a sentar juntos na classe e rapidamente se tornam amigos. Mas não demora para Charlie se ver profundamente apaixonado por Nick, embora não ache que tenha uma chance. Só que Nick está mais interessado no amigo do que qualquer um dos dois imagina – e a proximidade se transforma no primeiro amor de suas vidas. Diferente das muitas histórias trágicas de amor gay, a produção é uma comédia romântica light, onde tudo dá certo e praticamente inexistem traumas, transmitindo conforto, ternura e reforço de positividade para a tão atacada comunidade LGBTQIAP+. A história foi originalmente lançado em 2015 como quadrinhos na web, antes de ser posteriormente publicado pela divisão infantil da editora Hachette numa coleção de graphic novels. Mas, curiosamente, os personagens já existiam antes dos quadrinhos, introduzidos no primeiro romance de Alice Oseman, “Solitaire”, publicado em 2014 quando ela tinha 17 anos. A trama de “Heartstopper”, na verdade, serve de prólogo para “Solitaire”. A série é escrita pela própria Oseman e tem direção de Euros Lyn, que já assinou episódios de séries como “Doctor Who”, “Torchwood”, “Demolidor” e “His Dark Materials”. Os novos episódios, no entanto, ainda não têm previsão de estreia, mas devem chegar à Netflix até o final de 2023. Oi 🥹🍂 A segunda temporada de Heartstopper já está em produção. E teremos 4 novos personagens, um deles é o David, irmão mais velho do Nick.💕 pic.twitter.com/RIxkFvsWYv — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 22, 2022

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  • Série

    Wagner Moura entra na série baseada no filme “Sr. e Sra. Smith”

    22 de setembro de 2022 /

    O ator Wagner Moura (“Iluminadas”) entrou no elenco da série baseada no filme “Sr. e Sra. Smith”. O nome do brasileiro foi vazado nesta quinta (22/9) pela revista Variety, junto com o da americana Parker Posey (“Perdidos no Espaço”). Seus papéis não foram confirmados, mas seriam participações recorrentes, juntando-se aos protagonistas da série, Donald Glover (“Atlanta”) e Maya Erskine (“PEN15”), que viverão o casal do título – interpretado famosamente no cinema por Brad Pitt e Angelina Jolie. O elenco também conta com Michaela Coel (“I May Destroy You”), John Turturro e Paul Dano (ambos de “Batman”). Assim como no filme, a série vai mostrar John e Jane Smith, um casal aparentemente comum que esconde um segredo. Os dois são assassinos de aluguel contratados por empresas rivais e a verdade só vem à tona quando eles, sem saber, recebem a missão de matar o outro. Além de atuar, Glover está escrevendo o roteiro com Francesca Sloane, que trabalha com o ator em “Atlanta” e é apresentada como cocriadora do projeto. O estúdio encarregado é o New Regency, responsável pelo filme de 2005, em parceria com o Amazon Studios. A série, que será disponibilizada pela Amazon Prime Video, ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Bardo: Novo filme do diretor de “O Regresso” ganha trailer surreal ao som dos Beatles

    22 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Bardo, Falsa Crônica de Algumas Verdades”, que apresenta cenas surreais ao som de “I Am the Walrus”, hit psicodélico dos Beatles. Em clima de delírio, a prévia do novo filme do diretor Alejandro González Iñárritu, vencedor do Oscar por “Birdman” e “O Regresso”, vai da Cidade do México à fronteira dos EUA, retratando cenas históricas, urbanas e a imigração em massa para os EUA, enquanto o protagonista pira com peixes, pregos e água. O protagonista é um jornalista mexicano vivido por Daniel Giménez Cacho (de “Quem Matou Sara?”), que, durante uma crise existencial, retorna à sua cidade natal, onde precisa se reconectar com sua família, suas memórias e sua própria identidade, travando uma luta intensa contra as próprias memórias e arrependimentos, ao mesmo tempo que tenta fazer as pazes com as transformações sociais do México. Descrita como uma “comédia nostálgica”, a produção é a primeira falada em espanhol de Iñárritu desde “Amores Brutos” (2000). Escrita pelo próprio Iñárritu em parceria com Nicolás Giacobone (roteirista de “Birdman”), também destaca em seu elenco outra atriz de “Quem Matou Sara?”, Griselda Siciliani. Apesar das imagens impactantes da prévia e um prêmio paralelo no Festival de Veneza, o filme não impressionou a crítica. Atingiu 55% de aprovação no Rotten Tomatoes após passar por dois festivais internacionais. Nesta sexta (23/9), estreia no terceiro: San Sebastián. Já o lançamento em streaming está marcado para 16 de dezembro.

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  • Série

    Estreia de “Rota 66” retrata um Brasil “muito triste, muito violento”

    22 de setembro de 2022 /

    A série “Rota 66 – A Polícia que Mata”, que estreou nessa quinta (22/9) na plataforma de streaming Globoplay, é baseada no livro homônimo do jornalista Caco Barcellos, que em 1992, muito antes do movimento “Vidas Negras Importam”, causou furor por apontar ações de extermínio da tropa de elite da PM paulista, a Rota, na periferia de São Paulo, que vitimaram basicamente pessoas negras e pobres. “A expectativa para o lançamento é muito grande”, contou Barcellos, durante a coletiva de imprensa da série. “Trabalhei sete anos na investigação dessa história. Durante o processo de apuração, imaginava isso virando um roteiro para o cinema.” “Andava pelas comunidades e, quando cruzava com a história de alguém que havia sido vítima das ações da Rota, tentava captar os diálogos das pessoas, fazendo com que elas relembrassem todos os detalhes dos episódios que levaram à morte de um filho, de um irmão, por exemplo, pensando justamente em construir esses diálogos, imaginando um futuro roteiro. Nunca deixei esse assunto de lado”, completou ele. Na série, Barcellos é vivido por Humberto Carrão (“Marighella”), que na trama arrisca a própria vida para denunciar o aparente genocídio. “Foi uma grande responsabilidade para mim, como ator, e para todo o elenco, roteiristas e diretores dar conta de adaptar um livro como o ‘Rota 66’ para o audiovisual”, contou o ator. “A série, ao mesmo tempo, é uma aventura muito bonita, não só pelo Caco ser um grande jornalista, mas também por retratar o ‘jornalismo de acompanhamento’, que ele tanto faz em suas reportagens. Diria que é quase uma forma de homenagear a forma dele de pensar e fazer o jornalismo”. Carrão também falou sobre o processo de preparação para interpretar o jornalista na série. “Tentei aprender as coisas do corpo, a forma de ouvir. Vi mil reportagens, de diferentes épocas, já que a série abrange dez anos. Isso cria um caldo de referências, e ainda tem a afetiva. Mas não senti um peso de que teria que ser o Caco”, explicou ele. A série não vai mostrar apenas a vida profissional do repórter, mas também o seu lado pessoal. “Estive muito tenso antes de ver as primeiras cenas, mas acho que fiquei melhor na ficção do que na vida real”, brincou Barcellos, que também contou que não participou do desenvolvimento do roteiro da série, mas colaborou da maneira que pôde. “Minha postura foi colaborar ao máximo”, explicou ele. “Sugeri a eles: ‘Vão atrás das pessoas que não gostam do meu trabalho, não gostam de mim, para construir um personagem mais complexo, talvez’. E eles se dedicaram muito a me investigar. Quando você é investigado, é claro que fica numa certa tensão. O que será que falam de mim por aí?” A trama da série mergulha no período mais violento de atuação da Rota, entre 1970 e 1990. E o que o jornalista descobriu durante as suas investigações foi que não eram só os bandidos que eram mortos pela polícia. “Embora eu considere grave matar criminoso, evidentemente é mais grave ainda matar pessoas inocentes que nem sequer tiveram um ato ilícito ou um confronto com a polícia. Isso me assustou muito”, disse Barcellos. Falando sobre o processo de escrita do livro, o jornalista explicou que “a maior dificuldade do processo era conviver com as pessoas vítimas dessa violência, enquanto a maior motivação era fazer essa denúncia. Só não desisti por conta disso – sofro muito com a injustiça, mas esse sofrimento não me paralisa, pelo contrário, me movimenta, é um combustível, minha energia para continuar.” “Eu não saberia contar quantas vezes eu acordei com pesadelos horrorosos, com gritos horrorosos. Evidentemente, fiz um processo terapêutico para entender que eram essas vidas eliminadas que (me) acompanham”, completou ele. Barcellos diz que se emocionou ao ver seu esforço traduzido para a tela. “Ver tudo o que eu apurei realizado visualmente é especial e emocionante. Fiquei sensibilizado com a interpretação dos atores”, contou ele. O elenco também destaca Lara Tremouroux (“Medusa”) no papel de uma jornalista que trabalha com Carrão, Adriano Garib (“Bom Dia, Verônica”) como um repórter experiente e mentor da dupla principal, além de Aílton Graça (“Carcereiros”), Ariclenes Barroso (“Segunda Chamada”) e Naruna Costa (“Colônia”). Naruna disse que, para se preparar para o seu papel, ela acompanhou as Mães de Maio de São Paulo, uma organização das famílias das quase 500 vítimas dos chamados Crimes de Maio de 2006, praticados pela polícia. “Foi impactante ouvir o quanto uma morte numa família gera outras mortes simbólicas, de afeto, mas, ao mesmo tempo, geram também outras vidas”, contou ela. “Afinal, muitas mulheres se descobriram líderes dentro de suas comunidades.” A atriz contou que trouxe muito da sua própria experiência para sua personagem. “Sou nascida e criada na periferia da Zona Sul de São Paulo, então vivenciei muito desse cenário que a série traz na minha infância e juventude. É muito doído para quem tem uma relação direta com essas histórias atravessar essa dor e poder contá-las”, disse ela. “Minha personagem, Anabela, é a tradução dessa força. Ela teve a vida devastada por essa violência policial.” “Nosso país foi fundado a partir da morte de muitas pessoas, especialmente pretas, e ainda carrega essa realidade. Então a série fala muito do hoje também”, continua ela. “É uma história que presta um serviço forte sobre [a denúncia d]o genocídio negro no Brasil. É importante que esse tema atinja todos os tipos de público, com variadas visões. Ela percorre anos de um Brasil infelizmente muito próximo do que estamos vivendo hoje. Mais do que representar uma personagem, penso na representatividade que tenho nesse projeto”, concluiu. Falando sobre essa história violenta contemporânea, Caco Barcellos conta que, na época da escrita do livro, a “mentalidade miliciana” estava embrenhada na Rota. “O miliciano é essencialmente um preguiçoso. O violento não gosta de trabalhar, inclusive os fardados. Porque é complicado trabalhar, investigar. É mais simples, entre aspas, usar a perversidade da tortura.” Humberto Carrão, que acompanhou o jornalista numa reportagem no Morro do Salgueiro como parte de sua pesquisa, contou que experimentou o impacto da violência nessa incursão. “É muito complexo, muito triste, muito violento. Enquanto o Caco estava entrevistando uma mãe, eu ouvi comentários de que tinha acabado de acontecer uma Troia, um método inconstitucional no qual o policial se esconde na mata ou em uma casa e espera um jovem considerado suspeito passar para executá-lo”, contou. Apesar disso, Caco Barcellos é esperançoso em relação ao futuro. “Tenho esperança nas novas gerações, as bandeiras identitárias significam gestos de esperança. Os jovens são mais conscientes e não estão admitindo, como aceitavam no passado, essa brutalidade contra eles. Tenho uma grande esperança que as coisas melhorem, a mesma que tinha quando fiz aquela investigação no passado”, disse ele. “Eu divido com o Caco a esperança de que as coisas possam se transformar, mas também a frustração e a tristeza de que trabalhos tão contundentes tenham sido feitos durante esses anos e, mesmo assim, os números de violência continuam grandes ou até maiores do que eram 30 anos atrás”, denunciou o ator. “A realidade continua e está até pior, pois vivemos um momento de estímulo e intenção de volta a esse passado” “‘Rota 66’ é uma série dura, sobre as pessoas que sobrevivem a esse cenário de violência, e que traz uma ferramenta política muito importante”, completou Carrão. Coprodução da Boutique Filmes, “Rota 66 – A Polícia que Mata” tem roteiro de Teodoro Poppovic, criador de “Ninguém Tá Olhando” na Netflix, e direção de Philippe Barcinski (“Entre Vales”) e Diego Martins (“Hard”). A série teve seus primeiros quatro episódios disponibilizados na madrugada desta quinta (22/9) e novos capítulos serão adicionados semanalmente no serviço de streaming Globoplay. Assista abaixo ao trailer.

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  • Série

    Volta de “Criminal Minds” mostrará o que serial killers fizeram na pandemia

    21 de setembro de 2022 /

    O revival de “Criminal Minds”, intitulado “Criminal Minds: Evolution” vai mostrar o que os serial killers fizeram durante a quarentena da pandemia. A revelação foi feita pela showrunner Erica Messer, durante evento da Paramount+ nesta quarta (21/9) para divulgar a atração. “Eu não consegui evitar de me perguntar: o que serial killers estão fazendo agora? Estariam usando esse tempo para estudar os clássicos?”, ela comentou. “Quando me ligaram propondo esta nova série, disse que topava, e que já tinha uma história. A minha cabeça sempre vai para o pior cenário possível, então imaginei o que aconteceria se serial killers usassem esse tempo da pandemia para se comunicarem entre si”, completou. Além de um novo título, a “evolução” para o streaming trará mudanças de formato para as investigações. Criada por Jeff Davis, “Criminal Minds” foi originalmente um dos programas mais populares da rede CBS neste século e deu origem a dois spin-offs. A atração acompanha um esquadrão de elite do FBI, que estuda as maiores mentes criminosas, antecipando seus próximos passos, antes que eles ataquem novamente. Mas se na TV aberta a série seguia o formato procedimental de um crime por capítulo, a nova versão da Paramount+ será serializada, com a equipe da BAU (Unidade de Análise Comportamental, na sigla em inglês) trabalhando em um único caso ao longo da temporada – que terá 10 episódios, em vez dos 22 tradicionais da CBS. Fora isso, Messer diz que não há maiores mudanças. “Não temos muito mais violência, eu acho, mas certamente temos alguns palavrões… Algumas pessoas podem considerar isso inapropriado, mas eu acho mais do que natural para um ambiente como este, e a pressão sob a qual os personagens estão o tempo todo”. A série contará com os retornos de Joe Mantegna (David), A.J. Cook (JJ), Kirsten Vangsness (Penelope), Aisha Tyler (Tara), Adam Rodriguez (Luke) e Paget Brewster (Emily). Mas Matthew Gray Gubler e Daniel Henney decidiram não reprisar seus papéis como Spencer e Matt, respectivamente. Só que, segundo Messer, eles ainda serão citados na série. “Certamente não serão esquecidos. Suas mesas ainda estão lá, ainda têm coisas nelas”, brincou Messer. “Nós definitivamente estamos integrando isso. Eles não se foram.” Além dos “mocinhos”, a produção ainda trará Zach Gilford (“Missa da Meia-Noite”) como principal antagonista, que, conforme sugere o tema da temporada, deverá ser um serial killer com maior destaque que costumavam receber anteriormente os vilões da série. “Criminal Minds: Evolution” fará sua estreia, com a exibição dos dois primeiros episódios, em 24 de novembro pela Paramount+. Os capítulos seguintes serão lançados semanalmente às quintas-feiras.

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  • Série

    Ex-esposa de Armie Hammer comenta impacto de “House of Hammer”

    21 de setembro de 2022 /

    A modelo e apresentadora Elizabeth Chambers falou sobre a série documental “House of Hammer: Segredos de Família”, que expõe os segredos do seu ex, o ator Armie Hammer (“Me Chame Pelo Seu Nome”), pai de seus dois filhos e com quem ela foi casada por 10 anos. “Eu não planejava ver a série, mas um dia deixei as crianças na escola e voltei para casa e assisti com meu sistema de apoio ao meu redor”, disse Chambers, em entrevista ao site E!. “Foi obviamente doloroso em muitos níveis. Mas, ao mesmo tempo, existe. O passado é o passado e tudo o que podemos fazer é aproveitar isso como um momento para aprender e ouvir, e esperamos processar e nos curar em todas as capacidades.” A série documental investiga os abusos cometidos pelo ator, além de revelar vários segredos de sua família para demonstrar que as práticas envolvendo BDSM, suposto canibalismo e violência remontam a seu bisavô, Armand Hammer, um bilionário da indústria do petróleo. Quando questionada sobre o que ela achou do conteúdo do documentário, Chambers respondeu que “definitivamente fiquei surpresa, mas acho que isso era esperado”. Ela também contou que chegou a ser convidada a participar da série. “Eles me procuraram, mas, nesse processo, tudo o que importou e importa são as crianças e nossa família, e isso [a participação na série] não era algo que estaria alinhado com meus objetivo.” Chambers também explicou que, nos últimos tempos, “Armie tem se concentrado em sua cura. Existe a teoria da máscara de oxigênio: você não pode realmente cuidar de alguém até ser cuidado. Há um motivo para que no avião eles digam: ‘Coloque sua própria máscara antes de ajudar os outros’. Ele tem estado muito ocupado protegendo sua própria máscara. Minha máscara foi protegida, as máscaras [das crianças] também estão, então agora é muito sobre focar nelas, protegê-las.” Em relação ao relacionamento dos dois, ela confirma que eles estão separados, mas “nosso divórcio não está finalizado. Mas estamos em um ótimo lugar. Nós conversamos o tempo todo. Estamos totalmente comprometidos com nossos filhos e em estar juntos o máximo possível de uma maneira não romântica para nossos filhos. As crianças precisam de sua mãe; crianças precisam de seu pai. Então não há nada que não faremos.” Desde que foi lançada, “House of Hammer: Segredos de Família” tem despertado polêmicas diferentes daquelas esperadas pelos realizadores. Primeiro, uma das supostas vítimas de Hammer acusou os responsáveis pela produção, Elli Hakami e Julian Hobbs, de “explorarem seu trauma e sua dor”, afirmando que o material, ao invés de servir de alerta, é nocivo para ela e outras sobreviventes. Depois, o público identificou que uma foto exibida na série, apontada como marca de uma suposta mordida de Armie Hammer no corpo de Courtney Vucekovich, era na verdade a imagem de uma tatuagem aleatória encontrada na rede social Pinterest. Isso levou os realizadores a deletarem a foto do documentário. “House of Hammer: Segredos de Família” está disponível no serviço de streaming Discovery+. Assista ao trailer.

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  • Etc

    Time de “Ted Lasso” entra no game “FIFA 23”

    21 de setembro de 2022 /

    O personagem Ted Lasso, interpretado pelo ator Jason Sudeikis na série de mesmo nome, vai estrear no mundo dos games. Lasso e o seu time fictício, o AFC Richmond, farão parte do jogo “FIFA 23″, desenvolvido pela EA Sports. A desenvolvedora divulgou um trailer que mostra a estreia de Lasso na franquia de games de futebol. No vídeo, é possível ver os personagens reais da série listando elogios ao técnico. E ao final, vemos a versão digital de Lasso e jogadores do AFC Richmond em campo. “Sou verdadeiramente afortunado e profundamente grato por ter tido muitos momentos especiais em minha carreira até agora, e considero essa experiência entre as melhores”, disse Sudeikis, em comunicado oficial. “Como fãs de longa data do ‘FIFA’ da EA Sports, ter Ted Lasso e todo o elenco da AFC Richmond incorporados à versão mais recente do jogo é realmente um sonho tornado realidade para mim e para o resto dos caras.” A franquia ‘FIFA’ é conhecida por incorporar times reais ao game. O ‘FIFA 23’, porém, terá também os personagens fictícios Ted Lasso, técnico Beard e os jogadores Jamie Tartt, Dani Rojas, Sam Obisanya, Roy Kent e Isaac McAdoo, assim como o estádio do time ao jogo. “É tão legal estar na ‘FIFA'”, disse o ator Brett Goldstein, que interpreta Roy Kent na série. “Não tenho certeza se isso vai ajudar a dissipar os rumores de CGI, mas f*da-se, vale a pena”, brincou ele, referindo-se à “teoria” que surgiu na internet de que Kent é um personagem digital e que não é interpretado por um ser humano. FIFA 23 será lançado mundialmente em 30 de setembro para PlayStation5, Xbox Series X|S, PC, Stadia, PlayStation 4 e Xbox One. Criada por Bill Lawrence (“Scrubs”), Joe Kelly (“Detroiters”) e Brendan Hunt (intérprete do técnico Beard), “Ted Lasso” conta a história de um técnico de futebol americano (Sudeikis) que é contratado para comandar um time de futebol tradicional, mesmo sem saber nada sobre as regras do jogo. Pouco a pouco, ele começa a conquistar a todos com sua positividade. Vencedora de dois Emmys de Melhor Série de Comédia, “Ted Lasso” é uma produção exclusiva do serviço de streaming Apple TV+ e atualmente desenvolve sua 3ª temporada – ainda sem previsão de estreia.

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  • Série

    Série animada de “O Menino Maluquinho” ganha trailer

    21 de setembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o trailer da primeira série animada do “O Menino Maluquinho”. A adaptação do personagem de Ziraldo é a segunda série brasileira de animação da plataforma, que há quatro anos lançou “Super Drags” para um público mais velho. “O Menino Maluquinho” foi originalmente um livro infantil de mesmo nome publicado em 1980, que se tornou um fenômeno de vendas e inspirou o lançamento de histórias em quadrinhos do personagem, publicadas pelas editoras Abril e Globo de 1989 até 2007. As histórias giram em torno de uma criança alegre e sapeca – ou, como descreve o primeiro parágrafo do livro original, “um menino que tinha o olho maior que a barriga, fogo no rabo e vento nos pés”. Cheio de imaginação, o personagem adora aprontar e viver aventuras com os amigos, e diferencia-se por usar um panelão na cabeça, como se fosse um capacete ou chapéu. Antes da série da Netflix, “O Menino Maluquinho” já tinha ganhado duas adaptações live-action para o cinema. A adaptação ficou a cargo de Carina Schulze e Arnaldo Branco (ambos de “Juacas”), com direção de Beto Gomez (“Oswaldo”) e Michele Massagli (“Clube da Anittinha”), e a estreia está marcada para 12 de outubro, Dia das Crianças.

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  • Filme

    Coadjuvantes originais se juntam a Eddie Murphy em “Um Tira da Pesada 4”

    21 de setembro de 2022 /

    A continuação da franquia “Um Tira da Pesada” confirmou a participação de quatro coadjuvantes originais dos primeiros filmes. O quarto filme vai se chamar “Um Tira da Pesada: Axel Foley” (Beverly Hills Cop: Alex Foley) e trará Eddie Murphy de volta ao papel de Alex Foley, o policial de Detroit que, até aqui, viajou três vezes a Los Angeles para resolver casos ao longo da franquia. Os atores que voltarão a contracenar com Eddie Murphy são: Judge Reinhold e John Ashton, que viveram os detetives Billy Rosewood e o Sargento Taggart, ajudantes atrapalhados de Foley em Los Angeles; Paul Reiser, o parceiro original de Foley em Detroit, chamado Jeffrey Friedman; e Bronson Pinchot, que viveu Serge, um funcionário atrevido de galeria de arte. Eles se juntarão a novos personagens interpretados por Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”) e Taylour Paige (“Zola”), que não tiveram seus papéis divulgados. “Um Tira da Pesada: Axel Foley” vai retomar a história interrompida há 28 anos. Os três primeiros filmes foram lançados em 1984, 1987 e 1994, respectivamente, e faturaram um total de US$ 735,5 milhões em todo o mundo. A continuação foi escrita por Will Beall (“Aquaman”) e tem direção de Mark Molloy, que assina seu primeiro longa-metragem após ganhar vários prêmios por seu trabalho em publicidade. Já a produção continua a cargo de Jerry Bruckheimer, responsável pela trilogia original. O projeto foi acelerado após Eddie Murphy estrelar com sucesso outra sequência de filme dos anos 1980, “Um Príncipe em Nova York 2”, que virou um dos filmes mais vistos da Amazon Prime Video. O lançamento vai acontecer na Netflix, mas ainda não há previsão de estreia.

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  • Série

    Episódios finais de “The Walking Dead” ganham data de estreia no Brasil

    21 de setembro de 2022 /

    A plataforma Star+ divulgou um novo pôster de “The Walking Dead”, que revela a data de estreia da parte final da série no Brasil A 3ª parte da 11ª temporada chega em 2 de outubro ao streaming e seguirá exibindo os últimos capítulos, em regime semanal, todos os domingos até encerrar a longeva série de zumbis. A data é a mesma da exibição na TV dos EUA, mas os episódios chegam um pouco antes no streaming americano da AMC+. Alimentada por um trailer exibido durante a Comic-Con Internacional, a expectativa para a trama da reta final é de uma guerra total entre os sobreviventes de Alexandria e as tropas da Governadora Pamela Milton, além da invasão de uma horda de zumbis na comunidade até então protegida do Império (Commonwealth, no original). Apesar da 11ª temporada marcar o fim de “The Walking Dead”, o universo criado pela série vai continuar em “Fear the Walking Dead” e em vários spin-offs novos, centrados em Maggie, Negan, Daryl e até em Rick e Michonne.

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