Oscar Isaac negocia estrelar série do diretor de “Nada de Novo no Front”
O ator Oscar Isaac (“Cavaleiro da Lua”) está em negociações para estrelar “Helltown”, série dirigida por Edward Berger, responsável por “Nada de Novo no Front”, vencedor de quatro Oscars, incluindo Melhor Filme Estrangeiro. Caso as negociações se concretizem, Isaac vai interpretar o aclamado escritor Kurt Vonnegut, autor de livros cultuados como “Matadouro 5”, “Café da Manhã dos Campeões” e “Cama de Gato”. A série vai se passar em 1969, quando Vonnegut era um escritor que passava por dificuldades que precisava trabalhar como vendedor de carros para poder sustentar a esposa e os cinco filhos. Porém, quando duas mulheres desaparecem e são mais tarde descobertas assassinadas, Kurt fica obcecado por aquele crime e se envolve na caça ao serial killer, ao mesmo tempo que forma um vínculo com o principal suspeito. “Helltown” será baseada no livro homônimo de Casey Sherman. O produtor e roteirista Mohamad El Masri (“Ruptura”) vai atuar como showrunner da atração, que também tem entre seus produtores o astro Robert Downey Jr. (“Vingadores: Ultimato”). Desenvolvida para a plataforma de streaming Amazon Prime Video, a série ainda não tem previsão de estreia. Oscar Isaac será visto a seguir no filme “Metal Gear Solid”, adaptação de uma famosa franquia de games, ainda sem data de lançamento.
Elenco de “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” volta a se juntar em teaser de série
A plataforma de streaming Disney+ divulgou um easer da série “American Born Chinese”. Sem entrar em detalhes sobre trama, a prévia serve para destacar uma nova reunião de Michelle Yeoh, Ke Huy Quan e Stephanie Hsu, que trabalham juntos no filme vencedor do Oscar “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”. Baseada na história em quadrinhos “O Chinês Americano”, criada por Gene Luen Yang, a atração vai contar a história de Jin Wang (Ben Wang, de “A Jogada de Chang”), um adolescente comum que tenta equilibrar a sua rotina no ensino médio com o mundo fantástico. É que, após conhecer um novo aluno da escola, Jin se vê envolvido em uma batalha entre deuses mitológicos chineses. Yeoh interpreta a personagem Guanyin, uma entidade venerada pelos budistas da Ásia Oriental, normalmente associada à compaixão e misericórdia. O elenco ainda conta com Daniel Wu (“Into the Badlands”) e Chin Han (“Marco Polo”). “American Born Chinese” foi escrita por Charles Yu (“Westworld”) e Kelvin Yu (“Bob’s Burgers”), que também vai atuar como produtor executivo e showrunner da atração. O cineasta Destin Daniel Cretton (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) é um dos produtores e também dirige alguns episódios, junto com Peng Zhang (coordenador de lutas em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) e a atriz Lucy Liu (“Elementary”) “American Born Chinese” estreia em 24 de maio na Disney+.
Produtor mineiro ganha Oscar com o filme “Nada de Novo Front”
Teve brasileiro premiado no Oscar 2023. O produtor mineiro Daniel Dreifuss, de 44 anos, recebeu a estatueta na categoria de melhor filme internacional por seu trabalho no drama de guerra “Nada de Novo no Front”. Há cerca de 20 anos, o produtor de cinema belo-horizontino se mudou da capital mineira para Los Angeles, onde reside atualmente, mas nunca deixou de amar o Brasil e a sua cidade natal. “Sou amante do samba, fascinado pela história de Minas, pela gastronomia”, disse ele em entrevista recente ao jornal O Tempo. Em duas décadas nos Estados Unidos, Dreifuss se estabeleceu na indústria cinematográfica e assinou a produção de alguns projetos famosos como “No”, de Pablo Larraín, primeiro longa chileno indicado ao Oscar de melhor filme internacional, em 2013, com Gael García Bernal (“Tempo”), e “Sérgio”, estrelado por Wagner Moura (“Agente Oculto”) e Ana de Armas (“Blondie”), biografia do saudoso diplomata brasileiro Sérgio Vieira de Mello. Com surpreendentes 9 indicações ao Oscar, incluindo a de Melhor Filme, “Nada de Novo no Front” conta a história do jovem soldado alemão Paul (Felix Kammerer), que se alista para lutar na 1ª Guerra Mundial. O roteiro é baseado no romance homônimo do escritor Erich Maria Remarque, lançado em janeiro de 1929. O longa foi um dos maiores vencedores da noite, conquistando quatro categorias: Melhor Filme Internacional, Fotografia, Direção de Arte (Design de Produção) e Trilha Sonora. Daniel Dreifuss recebeu o roteiro de “Nada de Novo no Front” há mais ou menos 10 anos. Originalmente, o filme seria todo falado em inglês e tinha uma pegada mais comercial, com muitas cenas de ação e explosões. A trama focava mais no último dia do conflito, horas antes do armistício do dia 11 de novembro de 1918, às 11h. Depois que o texto passou por outros diretores e produtores, Dreifuss decidiu retomar o projeto com mudanças importantes. “Lutei pela autenticidade que sempre norteou minha carreira. Eu pensei: ‘por que alemães estariam falando em inglês entre si?’. Fui para a Alemanha em 2019 com a ideia de voltar ao texto original e tentar levantar a produção em alemão”, explicou para o jornal mineiro. “Nada de Novo no Front”, cuja direção é assinada por Edward Berger (“Jack”), foi rodado em 2021 e há poucos meses chegou ao streaming como grande aposta da Netflix para a temporada de premiações. Até conseguir financiamento para o filme, Daniel Dreifuss ouviu muitas recusas nos Estados Unidos. Contudo, voltar ao texto original e buscar parceiros na Alemanha tem uma explicação muito particular. “A família do meu pai é toda da Alemanha, da fronteira com a França. Meu avô Max nasceu em 1899, se alistou em 1917 e foi lutar pela Alemanha na 1ª Guerra. Ferido nas costas e no pulmão, foi mandado de volta para a casa. O primo dele é uma das pessoas das quais o filme fala. Ele morreu a 40 horas do fim da guerra. O meu avô, 20 anos depois, foi mandado para uma campo de concentração por ser judeu-alemão”, relatou o produtor. “Quando eu recebi o roteiro, eu sabia que aquelas pessoas existiam na minha vida, existiam em mim. Eu queria honrá-las depois de tantos ‘nãos’ seguidos, de tanta carga negativa. Eu pensava nessas pessoas e continuava no empenho de contar essa história”, ele completa. O seu avô sobreviveu ao terror do nazismo e fugiu para o Uruguai, onde nasceria o pai do produtor, o cientista político e historiador René Dreifuss. Daniel nasceu em Glasgow, em 1978, quando o seu pai fazia doutorado na Escócia. Um ano e meio depois, ele chegou a Belo Horizonte. O produtor fala com saudade de BH. Foi na capital mineira que ele se apaixonou por cinema em sessões no Cine Pathé, no Cine Acaiaca, no Belas Artes e em outros cinemas de rua da cidade, levado por sua mãe, Aurea, ainda quando era criança. Essas memórias acompanham Dreifuss até os dias de hoje, e assim sempre será. Há tantos anos fora do Brasil, o produtor não quer que seus laços com o país se enfraqueçam com o tempo. Amizades, família, culinária, música e visitas pontuais ao país ajudam a manter forte essa relação. Já com o mercado cinematográfico brasileiro, Daniel Dreifuss espera criar uma relação que gere futuros trabalhos: “Gostaria que o Brasil se lembrasse mais que eu sou brasileiro, adoraria levantar projetos no Brasil. Nosso país tem muitos talentos no cinema, diretores interessantíssimos, tem a turma de Recife, dos meus conterrâneos do ‘Marte Um’, da Filmes de Plástico. Espero que eu tenha o privilégio de acabar me conectando mais com a indústria brasileira. Eu vou onde as histórias estão, e elas não têm fronteiras”. “Nada de Novo no Front” tornou-se o filme alemão mais premiado da história do Oscar. E além das quatro estatuetas da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, o longa também foi o grande vencedor da premiação da Academia Britânica de Artes e Ciências Cinematográficas e Televisivas, vencendo sete BAFTA Awards, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor. Após o sucesso estrondoso da obra, Daniel relata que atualmente está cheio de novos projetos e trabalha no desenvolvimento de duas minisséries e um filme. E o produtor revela que adoraria ver todas essas obras serem gravadas no Brasil: “Não quero me distanciar do meu país. O Brasil é emocionante”.
The Last of Us: Produtores planejam dividir segundo game em mais duas temporadas
A 1ª temporada de “The Last of Us” chegou ao fim nesse domingo (12/3), mas a atração parece estar longe de acabar. Em entrevista à revista GQ, os criadores da série, Craig Mazin e Neil Druckmann, confirmaram que a trama de “The Last of Us” deve se estender por mais tempo. Oficialmente, “The Last of Us” foi renovada apenas para a 2ª temporada. Portanto, a expectativa até então era de que o segundo ano da atração fosse adaptar a história contada no jogo “The Last of Us: Part II”. Agora, foi revelado que não é isso que vai acontecer. Mazin foi enfático ao dizer que a próxima temporada não vai contar a história completa. “Não. Sem chance”, disse ele. E Druckmann acrescentou: “É mais de uma temporada”. Lançado em 2020, “The Last of Us: Part II” conta uma história maior e mais complexa do que o primeiro jogo. Existem mais personagens envolvidos, flashbacks e novos cenários. Portanto, a solução encontrada foi dividir essa história em mais temporadas. “Você notou corretamente que não diremos quantas [temporadas]. Mas mais de uma é factualmente correto”, disse Mazin. “É bem possível que haja muito mais infectados mais tarde. E talvez tipos diferentes”, completou ele, respondendo ao questionamento dos fãs sobre a ausência de “zumbis” na série. A trama de “The Last of Us: Part II” traz de volta alguns personagens conhecidos, como Joel (interpretado por Pedro Pascal na série), Ellie (Bella Ramsey), Tommy (Gabriel Luna), Maria (Rutina Wesley), além de acrescentar novos rostos. Uma das principais personagens da “Parte II” é Abby (Laura Bailey), que teve uma pequena participação no final da 1ª temporada da HBO, mas que deve ganhar muito destaque daqui para frente. Ela é creditada como uma das enfermeiras na sala de cirurgia do hospital de Salt Lake City, onde Ellie está sendo preparada para cirurgia. Ela está acompanhada por outra enfermeira e as duas se olham horrorizadas quando Joel invade o local, mata o cirurgião-chefe e foge com Ellie. A 2ª temporada de “The Last of Us” ainda não tem previsão de estreia. Já a 1ª temporada está disponível na HBO Max.
Saiba onde ver e que horas começa o Oscar 2023
A 95ª edição do Oscar vai acontecer neste domingo (12/3) em Los Angeles e não será exibida na TV aberta. A Globo, que transmitiu as últimas edições do prêmio, decidiu cancelar seu acordo de exibição e não mostrará o Oscar nem na Globoplay, como fez no ano passado. O público brasileiro só poderá acompanhar a premiação pelo canal pago TNT e pela plataforma de streaming HBO Max. A cerimônia, que será realizada no Dolby Theatre com apresentação do comediante Jimmy Kimmel, está marcada para as 21 horas, mas a transmissão nacional vai começar antes, desde as 20h, para acompanhar o tapete vermelho – que na verdade será cor de champanhe neste ano. A versão oficial em português do Oscar será apresentada por Ana Furtado, que será acompanhada pelo crítico Michel Arouca e a atriz Camila Morgado. A transmissão vai acontecer direto de Los Angeles, no Museu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, com o por do sol de Hollywood ao fundo. Além disso, Carol Ribeiro e Aline Diniz estarão a postos no Dolby Theatre para cobrir a chegada dos astros e estrelas. Sem direito a exibir a premiação, o canal pago E! também preparou uma programação especial no tapete vermelho do Oscar, que vai começar ainda mais cedo: a partir das 18h, com participação da atriz Laverne Cox (“Orange Is the New Black”). Além de premiar astros de Hollywood, o evento erá apresentações musicais dos indicados ao Oscar de Melhor Canção Original. São eles: Sofia Carson e Diane Warren por “Applause”, do filme “Elas por Elas” (2022), David Byrne, Stephanie Hsu & Son Lux por “This Is A Life” de “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” (2022), Rihanna por “Lift Me Up” de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” (2022), e M. M. Keeravani e Chandrabose por “Naatu Naatu”, do longa indiano “RRR (Revolta, Rebelião, Revolução)”. Infelizmene, Lady Gaga, indicada por “Hold My Hand”, da trilha sonora de “Top Gun: Maverick” (2022), não irá se apresentar. Ela não teve tempo para ensaiar, devido às filmagens da continuação de “Coringa” (2019).
Atriz de “Bia” vai estrelar nova série da Disney+
A atriz mineira Isabela Souza, que viveu o papel-título da série argentina “Bia” (2019-2020), vai estrelar uma nova atração do Disney+, “Uma Garota Comum”. A atração é musical e conta a história de uma estrela pop latina que muda de identidade e se refugia no Brasil para levar uma vida anônima. Isabela interpreta a antagonista da trama. O elenco também inclui Alexia Dechamps (“Verdades Secretas”), Tuca Andrada (“Amor de Mãe”), Rodrigo Frampton (“Violetta”), Eike Duarte (“Juacas”) e Esteban Velásquez (também de “Bia”). A produção apresentará muitas músicas. Além de canções originais, estão previstas releituras de grandes sucessos cantados pelo elenco, como “High Life” (Nelly Furtado), “I Can See Clearly Now” (Jimmy Cliff), “Love Is In The Air” (John Paul Young), “Despacito” (Luís Fonsi), “O Sol” (Jota Quest). Realizada pela Cinefilm, a série tem direção de Juliana Vonlanten (“Quando Toda o Sino”) e Allan Deberton (“Pacarrete”). A previsão de estreia é para este ano, sem data específica por enquanto.
“A Sogra que te Pariu” é renovada para 3ª temporada na Netflix
A Netflix encomendou a 3ª temporada de “A Sogra que te Pariu”, série nacional criada e estrelada por Rodrigo Sant’Anna. O agendamento da produção acontece antes que a 2ª temporada tenha definido sua data de estreia. Os episódios do segundo ano, porém, já estão todos gravados. A produção é uma das maiores audiências nacionais da plataforma e chegou a figurar no Top 10 global de séries não faladas em inglês em sua temporada inaugural. Lançada em abril do ano passado, a série é a primeira e única produção brasileira da Netflix gravada com plateia, visando registrar a reação do público – a claque dos risinhos – , e volta a trazer Sant’anna em papel feminino, após a Valéria do “Zorra Total” e a Graça do “Tô de Graça”. Na trama, o humorista vive Dona Isadir, que durante a pandemia se muda para a mansão do filho Carlos (Rafael Zulu), na Barra da Tijuca, e cria vários atritos com a nora Alice (Lidi Lisboa), apesar de fazer sucesso com os netos Jonas e Márcia (Pedro Ottoni e Bárbara Sut) e com a emprega Marinez (Daniela Fontan), que trabalha há anos para a família de seu filho. A atração conta com direção de Alex Cabral (“Escolinha do Professor Raimundo”) e é importante destacar que seu elenco é todo negro, algo ainda muito raro de se ver numa produção brasileira. As gravações do terceiro ano estão previstas para o segundo semestre.
Cena da série derivada de “Grease” revela novo arranjo da música-tema
A Paramount+ divulgou uma cena completa de “Grease: Rise of the Pink Ladies”, série derivada do famoso musical “Grease – Nos Tempos da Brilhantina”. A prévia apresenta todos os personagens num drive-in, ao som da música tema do filme de 1978, “Grease Is the Word”, num arranjo criado para a série. Desenvolvida por Annabel Oakes (roteirista de “Awkward.” e “Atypical”) e dirigida por Alethea Jones (“Uma Noite de Loucuras”), a atração é apresentada como um prólogo de “Grease”, passado quatro anos antes da história do musical clássico – ou seja, em 1955, antes de Sandy (a personagem de Olivia Newton-John) chegar na escola e durante o estouro do rock’n’roll. A trama mostrará como um grupo de garotas desafiou os padrões e incitou pânico moral nos corredores da Rydell High School. Um dos detalhes que distinguem as Pink Ladies da série das que apareceram no filme estrelado por John Travolta é que, desta vez, o elenco não é todo branco e heterossexual. O elenco destaca Marisa Davila (“Amor com Data Marcada”) como Jane, Cheyenne Isabel Wells (de musicais da Broadway) como Olivia, Ari Notartomaso (“Atividade Paranormal: Ente Próximo”) como Cynthia, Tricia Fukuhara (“As Trambiqueiras”) como Nancy, Shanel Bailey (“The Good Fight”) como Hazel, Madison Thompson (“Ozark) como Susan, Johnathan Nieves (“Penny Dreadful: City of Angels”) como Richie, Jason Schmidt (“FBI: Os Mais Procurados”) como Buddy, Maxwell Whittington-Cooper (“A Fotografia”) como Wally e Jackie Hoffman (“Only Murders in the Building”) como a Diretora McGee. A estreia está marcada para 7 de abril.
“A Lição” e “Você 4” ganham Parte 2. Veja as 10 melhores séries da semana
A Netflix disponibilizou a Parte 2 de dois suspenses que mobilizam muitas teorias e fãs na internet. Enquanto “Você” já é bem conhecido, “A Lição” ainda é uma descoberta recente que, pouco a pouco, firmou-se como um novo fenômeno sul-coreano na plataforma. Por curiosidade, estas não são as únicas Partes 2 que se destacam na semana. Há também a estreia de “A História do Mundo – Parte 2” na Star+, inspirada numa comédia clássica de Mel Brooks, de 1981, e a 2ª temporada de “Perry Mason” na HBO Max. Confira abaixo as 10 melhores séries novas do streaming. | A LIÇÃO – PARTE 2 | NETFLIX Mais conhecido pelo título em inglês “The Glory”, o suspense sul-coreano é um novo fenômeno da Netflix, que gerou frisson nas redes sociais durante a Parte 1 e foi parar nos tópicos do Twitter nesta sexta (10/3) ao ter os novos episódios revelados. A trama acompanha uma jovem chamada Moon Dong-Eun, que foi vítima de terríveis atos de violência na escola e que, anos depois, já adulta, infiltra-se na vida das pessoas que lhe fizeram mal para colocar em prática um elaborado plano de vingança. Depois de anos vigiando a vida de seus algozes, Dong-eun conhece o calcanhar de Aquiles de cada um. Ela sabe exatamente onde atacar para fazer doer mais. Agora, enquanto se dedica à sua missão, ela oferece à inimiga Park Yeon-Jin uma chance de se salvar: entregar-se à polícia. Só que a rival tem seus próprios planos para parar Moon Dong-Eun, dando início a um violento e sangrento jogo de nervos entre as duas. O dorama foi criado por Kim Eun-sook (de “Descendentes do Sol” e “Rei Eterno”) e traz Song Hye-Kyo (de “O Grande Mestre” e da saga “The Crossing”) no papel principal, além de Lim Ji-Yeon (“Spiritwalker: Identidade Perdida”) como principal antagonista, Harrison Xu (“Grey’s Anatomy”), Lee Do-Hyun (“Sweet Home”) e Aria Song (“For All Mankind”) como outros alvos. | VOCÊ 4 – PARTE 2 | NETFLIX A segunda parte da 4ª temporada começa a trama do ponto em que foi interrompida, após o psicopata Joe (Penn Badgley) se tornar alvo do interesse de outro serial killer (Ed Speleers, de “Outlander”). Enquanto tenta levar uma vida normal, ele é acuado pelo novo assassino, que diz pretender ser seu amigo. Mas os novos capítulos ainda guardam outra reviravolta: a volta de Love (Victoria Pedretti), o grande amor da vida de Joe, que não só foi envenenada na temporada anterior, como queimada junto com a casa do casal. O mistério é produzido por Sera Gamble (criadora de “The Magicians”) e Greg Berlanti (criador do “Arrowverso”). | PERRY MASON 2 | HBO MAX A 2ª temporada começa alguns meses após o julgamento do caso Dodson, com Perry Mason (Mathew Rhys, de “The Americans”) mudando-se da casa na fazenda e trocado sua jaqueta de couro por um terno bem passado para frequentar tribunais. Entretanto, no pior ano da Depressão, Perry e Della (Juliet Rylance, de “McMafia”) precisam buscar casos civis para sua firma, abandonando o trabalho criminal. Mas quando policiais agem com repressão violenta numa favela de imigrantes latinos, eles se veem envolvidos num dos casos mais proeminentes de Los Angeles, contra os homens mais poderosos da cidade. O revival de “Perry Mason”, desenvolvido pelos roteiristas Rolin Jones e Ron Fitzgerald (ambos de “Friday Night Lights”) para a Team Downey, a produtora do ator Robert Downey Jr., também tem seu elenco reforçado por Katherine Waterston (da franquia “Animais Fantásticos”), Peter Mendoza (“NCIS”), Hope Davis (“Love Life”), Jon Chaffin (“BMF”), Fabrizio Guido (“Mr. Iglesias”), Onohoua Rodriguez (“The Shield”) e Jee Young Han (“Zoey’s Extraordinary Playlist”) nos novos episódios. O maior diferencial da atração em relação às adaptações anteriores do personagem é sua encenação nos anos 1930, época dos primeiros livros de Erle Stanley Gardner. Essa característica não chamou atenção nos filmes e séries anteriores, porque eram contemporâneos dos livros – os sete longas de “Perry Mason” foram lançados entre 1934 e 1940 e a série imensamente popular, que consagrou o ator Raymond Burr, foi ao ar de 1957 e 1966. As histórias eram contemporâneas pois Gardner só parou de escrever os casos do mais famoso advogado da literatura ao morrer em 1970 – ele até apareceu no último capítulo da série clássica, em 1966. | A HISTÓRIA DO MUNDO – PARTE 2 | STAR+ A série de esquetes históricos é continuação da comédia clássica “A História do Mundo – Parte I” (1981), escrita, dirigida e estrelada por Mel Brooks há mais de 40 anos. Para quem não lembra, a “primeira parte” era composta por vários segmentos ambientados em diferentes períodos da história mundial, com paródias da Idade da Pedra, da Roma Antiga, da Revolução Francesa, da Inquisição “musical” Espanhola e até da chegada de “judeus no espaço”. A versão seriada também destaca diferentes épocas da “história do mundo”, com produção do próprio Brooks junto com nomes da nova geração, como os atores-roteiristas Nick Kroll (criador de “Big Mouth”), Wanda Sykes (“Família Upshaw”) e Ike Barinholtz (“Projeto Mindy”). | O GRITO DAS MARIPOSAS | STAR+ O drama biográfico conta a história real das irmãs Mirabal, verdadeiras lendas da resistência na República Dominicana, que sofreram toda a força da repressão do ditador mais sangrento da América Latina, Rafael Trujillo, em 1960. Com acontecimentos históricos de fundo, a minissérie de Juan Pablo Buscarini (“Trini: Depois de Violetta”) se concentra na amizade entre a jovem imigrante espanhola Arantxa Oyamburu (Susana Abaitua, de “Fomos Canções”) e Minerva Mirabal (Sandy Hernandez, de “Lemonade”), uma conhecida ativista política dominicana que, junto com as irmãs, recebeu o apelido de “as Borboletas”, tornando-se uma lenda latino-americana ao enfrentar a ditadura e um símbolo da luta contra a violência de gênero em todo o mundo. | RAIN DOGS | HBO MAX A expressão em inglês que batiza a minissérie britânica é usada para pessoas em situação difícil que precisam de ajuda. A protagonista vivida por Daisy May Cooper (“Avenue 5”) está literalmente na chuva, sem teto, dormindo num carro velho com a filha. Abaixo da linha da pobreza, ela se junta a um gay (Jack Farthing, o Charles de “Spencer”), que nasceu em uma família rica, mas se afastou e também passa dificuldades, e juntos criam sua própria família inusual e disfuncional, que lhes dá melhores condições de vida. A configuração lembra a brasileira “Manhãs de Setembro”, mas até certo ponto – não há crise de paternidade e dilemas transexuais na trama. E apesar de dramática, a escrita do autor Cash Carraway (mais conhecido por seu aclamado livro de memórias de 2019, “Skint Estate: Notes from the Poverty Line”) tem um toque de humor ácido e sombrio. | NACHO | LIONSGATE+ Com toques de humor, a minissérie conta a história real do astro pornô espanhol Nacho Vidal, que ficou famoso no mercado adulto europeu dos anos 1990 pelo tamanho de seu dote – 25 cm. A história começa justamente quando ele descobre que nasceu com algo capaz de lhe dar prazer e dinheiro, rendendo-lhe uma carreira de sucesso por mais de duas décadas. A produção foi criada por Teresa Fernández-Valdés (criadora de “As Telefonistas”), Diego Sotelo (“No Corredor da Morte”) e Gema R. Neira (“13 Exorcismo”), e destaca Martiño Rivas (“As Telefonistas”) no papel de Nacho. | STALK 2 | HBO MAX A série adolescente francesa acompanha Lucas (Théo Fernandez, de “As 7 Vidas de Lea”), também conhecido como Lux, um geek de 18 anos excepcionalmente talentoso, que ao entrar numa faculdade de ponta é terrivelmente humilhado pelos alunos mais populares. Ele decide se vingar com a ajuda de sua maior arma: seu dom para cyberstalking. Assim, hackeia os celulares e computadores de todos os colegas, incluindo Alma, sua paixão, descobrindo todos os seus segredos para manipulá-los. Na 2ª temporada, Lux entra no centro acadêmico da faculdade e parece ter conquistado tudo o que queria. Mas logo descobre que um novo hacker, White Duke, está atacando o campus e que é um dos alvos. Os roteiros são da dupla Simon Bouisson (“3615 Monique”) e Victor Rodenbach (“Um Amor Necessário”). | CONTE TUDO PARA MIM | GLOBOPLAY Comparado a “Skins”, o novo drama adolescente britânico reflete o impacto do estresse na saúde mental dos jovens de hoje, que sofrem influência da tecnologia e das mídias sociais antes mesmo de encontraram suas próprias identidades. Criada por Mark O’Sullivan (“The Agency”), a trama gira em torno de um garoto de 16 anos chamado Jonny (o estreante Eden H Davies), cujos problemas mentais ganham maior foco após uma tragédia familiar. Seu relacionamento com uma garota chamada Mei (a também estreante Callina Liang) o ajuda a esconder isso de seus melhores amigos, que também estão passando por suas próprias dificuldades pessoais ao entrar na faculdade. O elenco também inclui Spike Fearn (“Aftersun”), Lauryn Ajufo (“Luther: O Cair da Noite”), Carla Woodcock (“Zoe e Raven”) e a novata Tessa Lucille. | MENINOS ANTES DE FLORES | HBO MAX A produção de 2009 é um dos maiores clássicos dos doramas adolescentes. Seu sucesso estrondoso na Coreia do Sul e no exterior virou um marco na produção de séries do país, sendo responsável por abrir as portas do mercado internacional para os conteúdos do gênero. Mas apesar de sua popularidade, também enfrentou diversas controvérsias, como o suicídio da atriz Jang Jayeon em meio às gravações – sua personagem acabou completamente cortada da história – e acusações de romantização de relacionamentos abusivos em sua trama. A personagem principal é Jan Di (Ku Hye-Sun), uma garota comum de origem humilde que mora com seus pais e trabalha na lavanderia da família. Após salvar a vida de uma garota rica, ela ganha uma bolsa de estudos numa escola de elite, e logo se choca com a ostentação e arrogância dos estudantes, especialmente dos chamados F4 (Flower Four), quatro garotos ricos, lindos e mimados, que usam seu status para humilhar os demais estudantes. Para ajudar uma amiga, Jan Di acaba enfrentando o líder do grupo, Gu Jun-pyo, sem pensar duas vezes, e esse, revoltado pela insolência, decide tornar sua vida impossível dentro da escola. Só que ela não desiste e sempre acaba o ridicularizando. Com o passar do tempo, porém, ele percebe que a rivalidade virou obsessão e que ficou apaixonado por ela. Porém a garota começa a sentir algo mais por outro membro do F4, Yoon Ji Hoo, um rapaz frio e fechado, que aos poucos, e por causa dela, começa a se abrir ao amor, tornando-se rival do seu amigo. O melodrama teen é baseada no mangá de Yoko Kamio e já tinha sido adaptado quatro anos antes no Japão. A versão sul-coreana acabou se provando muito mais popular, colocando sua trilha na parada de sucessos de vários países asiáticos, além de transformar o elenco em estrelas pop. Lee Min-Ho, intérprete do protagonista Gu Jun-pyo, tornou-se um dos maiores astros das produções sul-coreanas e hoje pode ser visto na série “Pachinko”, da Apple TV+.
“M3GAN” chega nas locadoras digitais. Confira 10 estreias da semana
A nova boneca assassina do cinema chegou nas locadoras digitais, junto com outros filmes que estavam até recentemente em cartaz. Enquanto “M3GAN” se destaca nas plataformas de locação, os serviços de assinatura oferecem o elogiado “Holy Spider”, sobre um psicopata assassino de mulheres no Irã, e o longa que encerra a série “Luther”, estrelada por Idris Elba. Confira abaixo as 10 melhores estreias pra ver em casa no fim de semana. | M3GAN | VOD* A nova franquia do terror acompanha uma cientista especialista em robótica (Allison Williams, de “Corra!”), que dá um protótipo de boneca robô realista para sua sobrinha (Violet McGraw, de “Doutor Sono”), para confortá-la no luto pela morte de seus pais. Só que a boneca ultrapassa expectativas e se apega. Basta alguém ameaçar a criança para que M3gan saia em sua caçada. Para completar, o robô humanoide também começa a desobedecer comandos quando deixa de ser tratada como alguém da família. Realizado por apenas US$ 12 milhões, o terror tecnológico impressionou nas bilheterias internacionais, faturando US$ 100 milhões em duas semanas em todo o mundo. Também agradou a critica, com 95% de aprovação na crítica no Rotten Tomatoes. Vale apontar que os elogios destacam a superioridade da produção da Universal no subgênero dos terrores com “brinquedos assassinos”, como Chucky e Annabelle, elegendo “M3GAN” como a criatura definitiva dos dias atuais, por ecoar a era das dancinhas de TikTok – detalhe: um dos produtores, James Wan (“Invocação do Mal”), é o criador de Annabelle. Wan também escreveu o roteiro com Akela Cooper (“Maligno”). Já a direção é do neozelandês Gerard Johnstone (“Housebound”). E a sequência já foi confirmada. | HOLY SPIDER | MUBI O cineasta Ali Abbasi, que há cinco anos impressionou a crítica mundial com a fantasia “Border” – mistura de romance e trama policial com trolls! – , além de dirigir episódios de “The Last of Us”, voltou a ser reverenciado com seu novo suspense. A história foca um serial killer que encontra terreno fértil e até simpatia no Irã por mirar em trabalhadoras sexuais e mulheres pecadoras. Diante da sucessão de crimes, uma jornalista resolve investigar o chamado “Assassino Aranha” e sua “missão divina”. A crítica internacional amou o contexto da produção (da Dinamarca), que transforma em terror a atual situação do Irã, onde a repressão violenta contra mulheres “mau comportadas” (isto é, com o hijab desarrumado) inspira protestos por todo o país. Essa relação ganha ainda mais relevo porque a história do filme é real. O assassino responsável, um trabalhador da construção civil chamado Saeed Hanaei, iniciou uma matança de um ano que começou no verão de 2000 e visava profissionais do sexo, especialmente aquelas que usavam drogas. Hanaei foi tema de um documentário lançado em 2002, ano em que foi executado por enforcamento, e também inspirou “Killer Spider” (2020), de Ebrahim Irajzad, filmado no Irã com a aprovação do governo. “Holy Spider”, por sua vez, foi filmado na Jordânia com as liberdades adicionais que isso permite, incluindo o protagonismo de Zar Amir Ebrahimi (intérprete da jornalista), que fugiu do Irã em 2008, além de uma abordagem que liga explicitamente os assassinatos à misoginia social e religiosa do país. O filme conquistou o troféu de Melhor Atriz para Zar Amir-Ebrahimi no último Festival de Cannes e tem 19 prêmios internacionais. | ELA DISSE | VOD* O drama jornalístico recria os bastidores da primeira publicação de denúncias de assédio, abuso e estupro contra Harvey Weinstein, um dos produtores mais poderosos de Hollywood. Carey Mulligan (“Bela Vingança”) e Zoe Kazan (“Doentes de Amor”) vivem as repórteres do New York Times que realizaram a reportagem, que foi responsável por dar início ao movimento #MeToo. O filme é baseado no livro de mesmo nome, lançado em 2019, que conta os detalhes da investigação sobre os boatos que circulavam há anos a respeito da conduta sexual de Weinstein. A história acompanha os meses de investigações e obstáculos legais que as jornalistas enfrentaram para publicar suas descobertas, lutando contra a fortuna e o poder de um homem que ganhou mais agradecimentos que Deus na História do Oscar. Apesar da dificuldade inicial para conseguir quem assumisse as denúncias, uma vez publicada a reportagem inspirou uma centena de mulheres, inclusive estrelas de primeira grandeza de Hollywood, a revelar as tentativas de abusos e até mesmo estupros praticados impunemente pelo produtor – e dono de estúdio de cinema – por mais de três décadas. A sucessão de acusações fez ruir um esquema de proteção que incluía pagamentos por baixo dos panos, acordos de confidencialidade, ameaças de retaliação profissional e até serviços de vigilância e intimidação profissional, levando o magnata à julgamento e para a cadeia, além de render o prêmio Pulitzer para as jornalistas. Ao vir à tona, os crimes de Weinstein também tiveram um efeito dominó, inspirando novas denúncias contra poderosos chefões que abalaram os alicerces da indústria do entretenimento e as relações trabalhistas em todo o mundo – com ecos até na queda do presidente da CBF e da Caixa Econômica Federal no Brasil. A dramatização tem roteiro da inglesa Rebecca Lenkiewicz (“Desobediência”) e direção de Maria Schrader (da minissérie “Nada Ortodoxa”). | O PIOR VIZINHO DO MUNDO | VOD* O remake da premiada comédia sueca “Um Homem Chamado Ove” traz Tom Hanks como um viúvo mal-humorado, que não vê nenhum prazer na vida e odeia a humanidade. Além de ter perdido seu grande amor, sua infelicidade é exacerbada por estar aposentado e não ter alegria em fazer nada, a não ser criticar os vizinhos. Quando seus pensamentos se tornam mais sombrios, sua existência sobre uma abalo com a chegada de novos vizinhos, uma família disposta a inclui-lo em suas vidas. Ignorando sua vontade de ser deixado em paz, eles começam a tirá-lo da letargia, até conseguir fazê-lo rir. Com roteiro de David Magee (“A Escola do Bem e do Mal”) e direção de Marc Foster (“Guerra Mundial Z”), a refilmagem também destaca Mariana Treviño (“A Casa das Flores”), Manuel Garcia-Rulfo (“Esquadrão 6”) e Rachel Keller (“Legião”) em seu elenco, e chega no domingo (12/3) às locadoras digitais. | QUERIDA ALICE | VOD* Anna Kendrick (“Um Simples Favor”) é a Alice do título, uma mulher presa num relacionamento abusivo com Simon, que se junta a amigas numa viagem/intervenção de fim-de-semana. Enquanto as amigas tentam forçar Alice a enfrentar a realidade de sua relação abusiva, Simon descobre o paradeiro dela. O suspense dramático é o primeiro longa dirigido por Mary Nighy (da série “Industry”) e atingiu 83% de aprovação no Rotten Tomatoes. O elenco também inclui Kaniehtiio Horn (“Letterkenny”), Wunmi Mosaku (“Loki”) e Charlie Carrick (“Departure”). | LUTHER: O CAIR DA NOITE | NETFLIX O filme traz Idris Elba (“A Fera”) de volta ao papel do detetive John Luther, que ele desempenhou em cinco temporadas da série “Luther”, exibidas entre 2010 e 2019 na rede britânica BBC. A série projetou a carreira de Elba. Mas terminou de forma sombria, com o personagem arruinado e preso. O filme tem a missão de dar uma conclusão melhor para a história. Para quem não conhece, Luther é um policial dedicado, obsessivo, possuído e às vezes violento, que sempre paga um alto preço por sua dedicação, sendo consumido pela escuridão dos crimes com os quais lida. Sua dedicação é uma maldição e uma bênção, tanto para ele quanto para as pessoas próximas. E isso fica evidente logo em seu primeiro caso, quando ele investigou a brilhante psicopata e assassina Alice Morgan. Por não conseguir prendê-la devido à falta de evidências, a vilã passou a assombrá-lo, tornando-se sua inimiga e, numa reviravolta, companheira improvável. Essa relação tóxica acaba se provando sua desgraça. Mas agora, com o filme, ele tem uma última chance de redenção. Só que, para isso, precisa fugir da prisão, escapar da perseguição policial e encontrar as pistas para resolver um último caso. O filme foi escrito por Neil Cross (criador da série) e o elenco ainda conta com Cynthia Erivo (“Harriet”), Andy Serkis (“Batman”) e Dermot Crowley, que retorna ao papel de Martin Schenk, desempenhado na série original. Já a direção ficou a cargo de Jamie Payne, que comandou quatro episódios de “Luther”, além de ter dirigido episódios de séries como “O Alienista”, “Invasão” e “Outlander”. | FORASTEIROS MALDITOS | VOD* O terrir britânico acompanha um açougueiro tímido e sua irmã gêmea fatalista, que deixam os confins hostis do Reino Unido pós-Brexit para se aventurar no interior ainda mais hostil da Austrália em busca de sua mãe biológica desconhecida. Mas assim que chegam a seu destino, uma cidadezinha congelada nos anos 1970, eles descobrem que a aparente cortesia dos habitantes locais esconde um segredo sombrio e carnudo. O filme tem direção de Jesse O’Brien, responsável pelos efeitos visuais do recém-lançado “65 – Ameaça Pré-Histórica”, que entrou em cartaz nos cinemas na quinta-feira (9/3). Já o elenco destaca Jordan Waller (“O Destino de uma Nação”) e Kathryn Wilder (“Anatomia de um Escândalo”). | NO FIM DO TÚNEL | HBO MAX O suspense argentino é daqueles que mantém tensão permanente. A trama acontece na casa de um cadeirante, enquanto um grupo de bandidos constrói um túnel para realizar um grande roubo a banco, passando por baixo do lugar sem despertar suspeitas. Longe de ser limitado, o cadeirante tem talento especial para lidar com elementos tecnológicos, como aparelhos de som e equipamentos de escuta e gravação. E movido pela curiosidade em torno dos barulhos que começa a ouvir, ele descobre os planos dos criminosos. Com roteiro e direção de Rodrigo Grande (“Historias Breves 2”), o filme destaca Leonardo Sbaraglia (“Relatos Selvagens”) como protagonista. Mas o enredo ainda entrelaça sua história com a de novas inquilinas, a quem ele aluga um quarto: uma stripper vivida por Clara Lago (“Fim dos Tempos”) e sua filhinha muda, culminando no perigo que sua curiosidade causa, ao colocar a vida de todos em risco. | O MENINO E O TIGRE | VOD* O filme infantil acompanha um pequeno órfão indiano que resgata um filhote de tigre de caçadores cruéis e, juntos, partem em uma aventura para encontrar um lar seguro. Mas para isso precisam fugir dos caçadores que estão determinados a recapturar o filhote, e terão que sobreviver a desafios da natureza, enquanto desenvolvem um forte vínculo de confiança e afeto. Curiosamente, antes de fazer esse filme, o diretor argentino Brando Quilici trabalhou em outro longa de temática similar: “O Menino e o Urso”, passado no Canadá. | UM BROTO LEGAL | VOD* O filme conta a história da primeira estrela do rock brasileiro: Celly Campello, responsável por hits como “Banho de Lua” e “Estúpido Cupido” em 1959. O papel da jovem Célia, que começou a cantar na adolescência em Taubaté, interior de São Paulo, à sombra do irmão Tony – antes de estourar e ter seu próprio programa na TV Record -, marca a estreia no cinema da atriz Marianna Alexandre, de trajetória no teatro musical. Ela está ótima, mas o filme dirigido por Luís Alberto Pereira (“Tapete Vermelho”) não aprofunda as dificuldades enfrentadas por Celly ao cantar rock num período muito conservador – e tão bem retratado por figurinos e cenografia – , dando à cinebiografia a aparência de uma novela de época juvenil.
Letícia Spiller compartilha fotos como delegada em nova série da Globoplay
Leticia Spiller publicou as primeiras fotos de seu novo projeto. Ela viverá uma policial na série “Veronika”, que tem previsão de estreia ainda para este ano na Globoplay. Em seu perfil no Instagram, ela compartilhou com seus seguidores alguns registros das gravações da produção, que começaram no dia 6 de fevereiro. “Um pouquinho do que rolou nas últimas semanas. A chapa esquentou para a delegada Marina Terra no morro do São Jeronimo!”, escreveu Spiller em sua postagem no Instagram. Na série, que tem direção geral de Vera Egito (“Amores Urbanos”) e Silvio Guindane (“Vai Que Cola”), a atriz interpreta uma delegada linha dura, que combate o crime organizado. Nas imagens, Letícia aparece ao lado de parte do elenco da trama, que conta com Mariana Ximenes (“O Grande Circo Místico”) e Marcello Melo Jr. (“Tô Ryca 2”) repetindo o papel de policial Mikhael, que ele interpreta na série “Arcanjo Renegado”. É que as duas séries compartilham o mesmo criador, José Júnior (do AfroReggae), que está construindo, série a série, um universo compartilhado no streaming. O cantor Belo também pode ser visto nas imagens. Ele fará sua estreia como ator na trama no papel do agente Silvio Mendes, um policial cascudo que trabalha na delegacia de combate às drogas. “Veronika” acompanha a história de uma advogada, moradora de favela, que acaba se envolvendo com o crime organizado. A protagonista será vivida por Roberta Rodrigues (“Nas Ondas da Fé”), enquanto Spiller surgirá como sua antagonista. Vale lembrar que Letícia Spiller também poderá ser vista na 2ª temporada de “Cidade Invisível”, da Netflix, que estreia em 22 de março. Já “Veronika” ainda não tem data de estreia, mas deve chegar na Globoplay ainda neste ano. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Leticia Spiller (@arealspiller)
Thelmo Fernandes comenta série da Boate Kiss: “Demanda emocional absurda”
O ator Thelmo Fernandes revelou à colunista Patrícia Kogut, do jornal O Globo, seu processo de preparação para atuar na série “Todo dia a mesma noite”. Na trama, ele interpreta Pedro Legal, personagem que perde a filha no incêndio da Boate Kiss. Segundo o artista, a professora Helena Varvaki foi essencial durante o preparo psicológico do elenco. “Fez total diferença para que eu conseguisse acessar as emoções da maneira delicada que a história pedia”, contou. Thelmo acrescentou que “a cena mais difícil” de gravar foi o reconhecimento dos corpos num ginásio lotado de vítimas. “Foram dois dias de gravações com uma demanda emocional absurda”, afirmou ele. “Foi tão forte que a minha sensação quando chegava em casa era de ter corrido uma maratona. Mas ver o resultado na série e receber relatos carinhosos de tantas pessoas me dá a sensação de dever cumprido.” Por fim, Thelmo Fernandes se mostrou grato pela experiência intensa e pelo apoio recebido pelos assinantes da Netflix. “É um privilégio imenso poder ter integrado um projeto com todo esse significado, me permitindo enxergar a dimensão do desenrolar dos acontecimentos em todos esses anos. E também poder mostrar meu trabalho de forma mais intensa. O público sentiu isso e divide muito comigo”, concluiu.
A Máquina do Destino: Nova série da Apple ganha trailer
A Apple TV+ divulgou o pôster e o trailer de “A Máquina do Destino” (The Big Door Prize), uma comédia criada pelo vencedor do Emmy David West Read (“Schitt’s Creek”) e com elenco liderado por Chris O’Dowd (“Missão Madrinha de Casamento”). Baseada na obra do escritor norte-americano M.O. Walsh, “A Máquina do Destino” conta a história de uma pequena cidade que tem seu destino alterado pela chegada de uma misteriosa máquina que promete revelar o potencial de vida de cada morador. Dusty Hubbard (Chris O’Dowd), um homem de família e professor do ensino médio, aparentemente contente e animado, vê todos à sua volta reavaliando suas escolhas de vida e ambições — baseados no que a máquina informa — e é forçado a questionar se ele é realmente tão feliz quanto pensa. Enquanto se mantém cético em relação à máquina, sua esposa (Gabrielle Dennis, de “Família Upshaw”) entrega-se ao sonho de que há algo maior destinado para ela. Como muitos residentes de Deerfield, o casal vive uma vida relativamente segura e descomplicada até a chegada da máquina Morpho. Porém, tudo isso começa a mudar quando a comunidade é forçada a confrontar seus objetivos não realizados e questionar se não merece um futuro melhor. O elenco ainda inclui Ally Maki (“Hacks”), Josh Segarra (“Mulher-Hulk”), Damon Gupton (“Babilônia”), Crystal Fox (“Ruby”), Djouliet Amara (“O Diabo em Ohio”) e o estreante Sammy Fourlas. A série terá um total de dez episódios. Os três primeiros estreiam no dia 29 de março e os demais serão lançados semanalmente até o dia 17 de maio.












