Jojo Todynho vai comandar 3ª temporada de “Rio Shore”
A cantora Jojo Todynho foi confirmada como a nova “boss” da 3ª temporada de “Rio Shore”, reality de pegação da MTV e Paramount+. A cantora terá que colocar ordem na casa temporária dos solteirões do programa. Segundo o trailer, Jojo vai lidar com um elenco birrento, dramático e que adora um clima de provocação, tudo isso dentro de um suposto cenário carioca dos anos 1950. “Chega de bossa nova!”, decreta a cantora. Jojo Todynho está pronta para mostrar que a vida não é só curtição, sombra e água fresca. A artista vai colocar os novos participantes para trabalhar e passar muito perrengue. “Rio Shore” terá o retorno de Cristal Felix, Guilherme Evaristo, Juliana Casaes, Maryane Valim, Matheus Novinho e Ricardo Salusse. O elenco adiciona seis novos participantes: Helena Steigner, Japa, Leo Carvalho, Matheus Miranda, Thiago Hippólito e Triz Valença. A estreia da 3ª temporada será em 15 de junho, às 21h, e os episódios seguintes serão exibidos todas às quintas-feiras.
Trailer de “Star Trek: Strange New Worlds” inclui versão live-action de “Lower Decks”
A Paramount+ divulgou um novo trailer da 2ª temporada de “Star Trek: Strange New Worlds”, que destaca cenas de ação, aventuras espaciais e curiosidades, como o primeiro encontro entre as versões jovens do Capitão Kirk e Uhura, o relacionamento romântico entre Spock e a enfermeira Chapel, e o crossover mais inusitado da franquia, com a série animada “Star Trek: Lower Decks”. A prévia mostra as versões live-action dos personagens da animação a bordo da Enterprise, interpretadas por seus dubladores originais, Tawny Newsome (“Space Force”) e Jack Quaid (“The Boys”). Renovada para sua 2ª temporada antes mesmo da estreia, a produção acompanha as aventuras do Capitão Pike (Anson Mount), ao lado de Spock (Ethan Peck) e da Número 1 (Rebecca Romijn) a bordo da nave Enterprise. Esta é a primeira série protagonizada pelos personagens, que tiveram grande destaque na 2ª temporada de “Star Trek: Discovery”. Mas eles deveriam ter protagonizado “Star Trek” desde o começo. O trio integrava o piloto original de 1964, que foi reprovado e quase impediu o surgimento do fenômeno “Star Trek” – ou “Jornada nas Estrelas” no Brasil. Apenas Spock foi mantido quando a série foi reformulada, com Pike substituído pelo Capitão Kirk num novo piloto, finalmente aprovado em 1966. Apesar do descarte, os espectadores puderam ver uma prévia da tripulação original num episódio de flashback de duas partes que marcou época em 1966, com cenas recicladas do piloto rejeitado. Até que, em 2019, os produtores de “Star Trek: Discovery” resolveram resgatar aqueles personagens, levando os trekkers à loucura. Em pouco tempo, uma campanha tomou as redes sociais pedindo uma nova série focado nas aventuras perdidas da espaçonave Enterprise, apresentando o Capitão Pike (e não Kirk) na ponte de comando. Um detalhe curioso é que a série também introduz versões mais jovens de Uhura (personagem clássica de Nichelle Nichols na “Jornada nas Estrelas” de 1966), da enfermeira Christine Chapel (originalmente vivida por Majel Barrett Roddenberry, esposa do criador de “Star Trek”, em 1966) e do próprio Capitão Kirk (eternizado por William Shatner nos anos 1960), interpretados respectivamente por Celia Rose Gooding (da montagem da Broadway “Jagged Little Pill”), Jess Bush (“Playing for Keeps”) e Paul Wesley (“The Vampire Diaries”). Ainda há Babs Olusanmokun (“Black Mirror”) no papel do Dr. M’Benga, oficial médico que apareceu em dois episódios de “Jornada nas Estrelas”, e uma novidade curiosa: Christina Chong (“Tom & Jerry – O Filme”) como uma descendente do famoso vilão Khan entre as personagens inéditas da produção. A série foi desenvolvida por Akiva Goldsman (criador de “Titãs”), Alex Kurtzman (roteirista do reboot de “Star Trek”, de 2009) e Jenny Lumet (criadora de “Clarice”). A estreia dos novos episódio está marcada para 15 de junho.
Roda do Tempo: 2ª temporada ganha imagens e data de estreia
A Amazon Prime Video divulgou as primeiras imagens e a data de lançamento da 2ª temporada de “Roda do Tempo”, série de fantasia estrelada por Rosamund Pike (“Garota Exemplar”). A 1ª temporada, com oito episódios, estreou em 2021 com muitas batalhas, monstros e diversos efeitos visuais. Adaptação de uma saga best-seller de Robert Jordan, “A Roda do Tempo” segue a feiticeira Moiraine (Pike), integrante de uma poderosa organização mágica conhecida como Aes Sedai, que parte numa aventura com cinco jovens escolhidos, testando profecias que podem salvar ou destruir a humanidad, incluindo um humilde fazendeiro, Rand al’Thor (Josha Stradowski, de “Instinto”), que descobre que é o Dragão Renascido – uma figura perigosa da história destinada a salvar o mundo… ou destrui-lo. O elenco também conta com Álvaro Morte (“La Casa de Papel”), Sophie Okonedo (“Flack”), Michael McElhatton (“Game of Thrones”), Zoë Robins (“Power Rangers Ninja Steel”), Barney Harris (“Clique”), Madeleine Madden (“Tidelands”), Kae Alexander (“Krypton”) e muitos outros. A 2ª temporada estreia em 1 de setembro. #TheWheelOfTime Season 2 arrives September 1. pic.twitter.com/ENs6ef6SQC — Prime Video (@PrimeVideo) May 24, 2023
Amazon encomenda adaptação de quadrinhos com astro de “Havaí Cinco-0”
A Amazon Prime Video encomendou a produção da série “Butterfly”, adaptação dos quadrinhos de mesmo nome criados por Arash Amel, que será estrelada por Daniel Dae Kim (“Lost”, “Havaí Cinco-0”). O thriller de seis episódios é um suspense que explora as dinâmicas familiares no mundo da espionagem. O enredo gira em torno de David Jung, um ex-agente da inteligência dos Estados Unidos que mora na Coreia do Sul e vê sua vida virar de cabeça para baixo quando as consequências de uma decisão de seu passado voltam para assombrá-lo, e ele se vê perseguido por uma jovem agente sociopata e letal designada para matá-lo. O produtor-roteirista Ken Woodruff (“O Mentalista”, “Gotham”) será o showrunner e é creditado como co-criador da série junto com o novato Steph Cha. “Butterfly” contará ainda com produção executiva de Daniel Dae Kim e do autor dos quadrinhos, Arash Amel, que tem carreira em Hollywood como roteirista de filmes como “Grace de Mônano” (2014) e “Uma Guerra Pessoal” (2018), e como produtor de “Zona de Combate” (2021) na Netflix. O projeto de “Butterfly”, começou a ser desenvolvido em fevereiro na Amazon, através de um acordo de prioridade com o serviço de streaming. A rápida encomenda ocorreu em meio a supostas pressões para Nick Pepper, diretor do setor de séries da Amazon nos Estados Unidos, entregar resultados em meio a um período oneroso de expansão. O executivo também tem acelerado o processo de produção do projeto de Nic Pizzolatto (“True Detective”), que inicialmente era uma ideia original, mas foi transformado em uma reinvenção televisiva do clássico cinematográfico “Sete Homens e um Destino” (2016). A imprensa americana ainda afirma que a Amazon também está formalizando pedidos de série para outros projetos, que devem ser anunciados nas próximas semanas.
Heartstopper: Netflix revela primeiras imagens da 2ª temporada
A Netflix divulgou as primeiras imagens da 2ª temporada de “Heartstopper”, baseada nas graphic novels homônimas de Alice Oseman. A 2ª temporada será baseada no terceiro livro e foca no amadurecimento do relacionamento entre Nick e Charlie, interpretados respectivamente por Kit Connor e Joe Locke. Na trama, os estudantes da série estão próximos da formatura, viajam para Paris e percebem que têm muito a conciliar nessa nova fase da vida, do amor e da amizade. O enredo também se aprofundará o transtorno alimentar de Charlie e mostrará como ele lida com o bullying e a homofobia. Além disso, outros personagens vão ter destaque. Entre eles, Imogen, interpretada por Rhea Norwood (“Consent”), que passará a cuidar mais de si mesma e a impor-se mais diante dos meninos. Elle, vivida por Yasmin Finney (“Mars”), se mostrará mais confiante, rodeando-se de pessoas que a colocam para cima. David Nelson (Jack Barton, de “Chronic”), o irmão homofóbico de Nick, também aparecerá nesta temporada. A temporada apresenta ainda novos personagens, como a Sahar e o Professor Farouk, que serão interpretados, respectivamente, pela estreante Leila Khan e por Nima Taleghani (“Femme”), sem esquecer um aluno novo chamado James McEwan, vivido pelo estreante Bradley Riches. “Prosseguir com a narrativa de Nick, Charlie e o restante da turma de ‘Heartstopper’ na 2ª temporada tem sido um privilégio absoluto”, afirmou o produtor executivo Patrick Walkers (“A Serpente de Essex”). “Alice Oseman e eu tivemos a oportunidade de testemunhar a evolução das performances dos atores em todos os aspectos, e esta temporada é tão emocionante devido ao trabalho incrível deles. Prepare-se!”, concluiu. Escrita e criada por Oseman, com direção de Euros Lynn (“Armadilha Mortal”), a série retorna no dia 3 de agosto e sua 3ª temporada já está confirmada. CONTANDO OS DIAS PRA PARIS!!!!! A 2ª temporada de Heartstopper estreia dia 3 de agosto. 🍂 pic.twitter.com/XKoONlUqAX — netflixbrasil (@NetflixBrasil) May 24, 2023
3ª temporada de “Only Murders in the Building” terá episódio musical
Tudo indica que a 3ª temporada de “Only Murders in the Building” terá um episódio musical. Foi o que deram a entender os empresários e escritores da Broadway Marc Shaiman e Scott Wittman em conversa com a revista americana Variety nesta terça-feira (23/5). “Nós trabalhamos na próxima temporada de ‘Only Murders in the Building'”, afirmou Shaiman. “Não podemos divulgar mais do que isso, mas você provavelmente já pode deduzir”, provocou, evocando a especialização da dupla em musicais. A mais recente obra da Broadway de Shaiman e Wittman, uma adaptação musical de “Quanto Mais Quente Melhor” (1959), conquistou o maior número de indicações ao Tony deste ano, com 13 nomeações, incluindo Melhor Musical. Além disso, J. Harrison Ghee (“Accused”) foi indicado como Ator Principal em um Musical. O espetáculo tem músicas de Shaiman, letras dele e de Wittman, e já ultrapassou US$ 1 milhão em vendas nas bilheterias em apenas uma semana. “Only Murders in the Building” acompanha três fãs de “true crime” que resolvem criar um podcast ao se depararem em seu prédio com um mistério igual aos que amam assistir, o que também, por azar, os transforma em principais suspeitos do crime real. O final da 2ª temporada encerrou o mistério original, mas também avançou no tempo para dar início a um novo “quem matou”, envolvendo o ator de uma peça. A obra é criada por Steve Martin (“Doze é Demais”) e John Robert Hoffman (“Grace and Frankie”), com produção de Dan Fogelman (criador de “This Is Us”). O elenco principal traz Steve Martin, Martin Short e Selena Gomez, e na nova temporada foi reforçada por Paul Rudd (o Homem-Formiga da Marvel), Jesse Williams (“Grey’s Anatomy”) e Meryl Streep (“Não Olhe para Cima”). A estreia está prevista para o dia 8 de agosto no Star+. A propósito, Shaiman e Wittman estão atualmente desenvolvendo a peça musical “Smash”, inspirada na série de televisão homônima de 2012 da rede americana NBC.
Teaser de “Ilha da Caveira” explora os horrores da terra natal do King Kong
A Netflix anunciou o teaser da série animada “Ilha da Caveira” (“Skull Island”), que se passa no Monstroverso da Legendary Entertainment. A prévia explora os horrores da terra natal do King Kong, a Ilha da Caveira, e mostra os protagonistas enfrentando os monstros do local. A série é inspirada no filme “Kong: A Ilha da Caveira” (2017) e se passa nos anos 1980. A trama acompanha um grupo de exploradores que resgata Annie, dublada por Mae Whitman (“As Vantagens de Ser Invisível”), do oceano. Porém, o que eles não sabem é que este heroísmo os levará para a traiçoeira Ilha da Caveira. O local é lar de criaturas bizarras e monstros assustadores, incluindo o próprio King Kong. O elenco de dubladores conta com Nicolas Cantu (“Dragões: Equipe de Resgate: Heróis do Céu”), Darren Barnet (“Eu Nunca”), Benjamin Bratt (“Poker Face”) e Betty Gilpin (“Glow”). A série é criada, escrita e produzida executivamente por Brian Duffield (“Love and Monsters”). A animação é feita pela Powerhouse Animation, aclamada por seu trabalho em séries de sucesso como “Castlevania” (2017) e “O Sangue de Zeus” (2020). O Monsterverse teve início com “Godzilla” (2014) e prosseguiu com “Kong: A Ilha da Caveira” (2017), “Godzilla II: Rei dos Monstros” (2019) e “Godzilla vs. Kong” (2021). O filme de 2017 teve um lucro superior a US$ 500 milhões ao redor do mundo. O anime estreia no dia 22 de junho.
HBO Max vira oficialmente Max nos Estados Unidos
A HBO Max passou a se chamar Max nos Estados Unidos às 0h desta terça (23/5). A nova plataforma, com visual azul (no lugar do púrpura da HBO Max), oferece uma seleção de novos programas originais (conhecidos como Max Originals) e uma interface de usuários atualizada que inclui conteúdo da HBO e da rede americana HGTV. Os novos títulos trazem ainda as opções dos canais Discovery, incluindo Food Network e TLC. Porém, o streaming Discovery+ não foi descontinuado e continuará a ser oferecido como opção independente. A transição causou alguns problemas relatados pelos usuários entre as 4h e 7h da manhã. No entanto, a implementação continua ocorrendo ao longo desta terça-feira em todo os Estados Unidos. A empresa havia confirmado a mudança em abril, durante um evento na sede da Warner Bros. Discovery em Burbank, Califórnia. Para facilitar, a maioria dos assinantes atuais da HBO Max teve seus aplicativos atualizados automaticamente, embora alguns usuários estejam sendo solicitados a fazer o download do aplicativo Max. Quem já é assinante também terá sua conta migrada para o novo sistema sem precisar fazer nada. A mudança trouxe um novo visual à plataforma, e também maior ênfase na ultra definição, com mais de 1.000 filmes e episódios em 4K UHD no lançamento e a promessa de adicionar novos conteúdos do gênero mensalmente. Com a mudança, até filmes clássicos como “Casablanca” (1942), “Laranja Mecânica” (1971) e “Os Bons Companheiros” (1990) poderão ser vistos em 4k. “Entendemos o valor de oferecer aos nossos usuários uma experiência de visualização cinematográfica e, para esse fim, implementamos fluxos de trabalho de tecnologia mais avançada que nos permitem liberar mais conteúdo 4K de maneira mais rápida e eficiente”, disse Sudheer Sirivara, EVP de plataforma de tecnologia da Warner Bros. Discovery. De acordo com a WBD, todos os novos lançamentos de filmes dos estúdios da empresa chegarão ao serviço disponíveis em 4K UHD. Além disso, o conteúdo mais recente também contará com formatos aprimorados como 60 quadros por segundo — que oferecem imagens mais nítidas e cores mais profundas. Os usuários também terão suporte para Dolby Atmos e Vision para aparelhos capazes de reproduzir essas tecnologias. Os preços também subiram. Confira os valores: Max Com Anúncios: US$ 9,99 por mês (R$ 49) – 2 telas simultâneas, resolução Full HD 1080p, sem downloads, com anúncios. Max Sem Anúncios: US$ 15,99 por mês (R$ 79) – 2 telas simultâneas, resolução Full HD, 30 downloads, sem anúncios. Max Ultimate: US$ 19,99 por mês (R$ 99). 4 telas simultâneas, resolução 4K UHD, 100 downloads, sem anúncios. A mudança deve chegar ao Brasil no último trimestre de 2023. A empresa não revelou se pretende alterar o preço dos planos por assinatura atuais no país, mas confirmou que os assinantes do HBO Max terão suas contas migradas automaticamente.
Netflix inicia bloqueios e cobrança para quem compartilhar senhas no Brasil
A Netflix começou, nesta terça-feira (23/5), a cobrar pelo compartilhamento de senhas, inclusive no Brasil. Agora, os usuários precisarão pagar uma taxa de R$ 12,90 por mês para cada pessoa que utilizar a conta fora do endereço domiciliar do assinante. A plataforma passará a bloquear dispositivos que tentarem acessar uma conta sem pagar a taxa. No entanto, os membros da Netflix podem continuar a acessar o serviço enquanto viajam por meio de seus dispositivos pessoais ou ao fazer login em uma nova televisão (como em um hotel ou aluguel de férias). As contas passam a ter uma nova página para “gerenciar acesso e aparelhos”, de modo que o assinante possa controlar quem tem acesso ao seu login. “Todas as pessoas que moram nesta mesma residência podem usar a Netflix onde quiserem, seja em casa, na rua, ou enquanto viajam. Além disso, podem aproveitar as vantagens dos novos recursos como ‘Transferir um Perfil’ e ‘Gerenciar Acesso e Aparelhos”, explicou a plataforma em um comunicado. O monitoramento de acesso ocorre através de uma solução tecnológica, capaz de fazer identificação de IP, endereço Mac e outros marcadores residenciais. Assim, o streaming é capaz de determinar qual é o endereço regular do assinante e quais são aqueles que estão fora das regras. Assim, quem quiser que um amigo compartilhe de sua conta precisará comprar um “assinante adicional” para presentear ao agregado. Porém, essa opção não está disponível para todos os usuários. Como o próprio site da Netflix pontua, as assinaturas feitas através de parceiros, como operadoras de telefonia ou outras plataformas de streaming, não vão oferecer a ferramenta para permitir o compartilhamento da conta. A companhia não explicou qual será o tratamento dado a esses casos. O valor da taxa adicional é apenas um pouco mais barato do que o pacote mais econômico, que cobra R$ 18,90 e possui anúncios. Enquanto isso, a assinatura padrão custa R$ 18,90 e a premium, que permite quatro telas simultâneas, sai por R$ 55,90. O objetivo da medida é combater o compartilhamento ilícito de senhas e obter uma fatia maior do faturamento dos clientes que compartilham suas informações de acesso com amigos e familiares fora de seu domicílio. “Sua conta da Netflix é para você e as pessoas com quem você mora”, afirma a Netflix em comunicado enviado aos clientes que compartilham a conta com quem não mora na mesma residência. A plataforma vem estudando esta providência desde 2019, quando uma reportagem da revista americana Newsweek informou que o streaming perdia US$ 135 milhões por mês com o compartilhamento de senhas. Em países como Canadá, Nova Zelândia, Portugal e Espanha, as novas regras já estão em vigor desde fevereiro. Nos EUA, também começaram a valer nesta terça.
Cannes: Netflix fecha acordo para exibir novo filme do diretor de “Carol”
A Netflix venceu um leilão para adquirir os direitos de distribuição do longa “May December”, estrelado e produzido por Natalie Portman (“Cisne Negro) ao lado de Julianne Moore (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e Charles Melton (“Riverdale”). A gigante do streaming fechou um acordo de US$ 11 milhões para exibir o longa dirigido por Todd Haynes (“Carol”), que estreou no último sábado (20/5) no Festival de Cannes. O contrato foi considerado a maior negociação do festival até o momento e trouxe otimismo para os filmes norte-americanos, que tiveram um início de vendas morno no evento. De acordo com o Deadline, o diretor reagiu com muita alegria ao acordo e confirmou que a equipe ficou empolgada com a notícia. Após sua primeira exibição, “May December” recebeu uma salva de palmas do público em pé por oito minutos. As primeiras reações dos críticos foram bastante positivas, com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes e elogios as performances dos atores e a direção cuidadosa de Haynes. Com esse prestígio, ele se tornou um dos poucos filmes norte-americanos adquiridos pela Netflix ao longo de sua tumultuada relação com Cannes. Normalmente, o streaming aposta em títulos de fora dos Estados Unidos. Vale apontar a ironia por trás desse negócio. O Festival de Cannes impede produções da Netflix e outras plataformas de participarem da competição da Palma de Ouro, com a justificativa de que os filmes precisam passar nos cinemas. Entretanto, vários títulos premiados de Cannes já foram adquiridos pela plataforma após sua passagem pelo festival e lançados diretamente em streaming. As negociações estão sendo finalizada pela CAA Media Finance e pela UTA Independent Film Group, com a Rocket Science intermediando os acordos internacionais. Antes de a Netflix conseguir o acordo, haviam rumores de até cinco empresas interessadas. Na edição deste ano do Festival de Cannes, os longas americanos foram recebidos em uma temperatura mais fria que o comum. Além do longa de Haynes, o único outro filme dos Estados Unidos que conseguiu um acordo de distribuição foi “The End We Start From”, da diretora Mahalia Belo (“The Long Song”). O longa estrelado por Jodie Comer (“Killing Eve: Dupla Obsessão”) e Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”) será distribuído pela Republic Pictures, uma divisão da Paramount. Segundo o Deadline, a greve de roteiristas prejudicou o mercado, que já enfrentava uma redução nas grandes aquisições pelas plataformas de streaming. Acredita-se que os vendedores estejam buscando valorizar filmes completos que possam ser lançados rapidamente após a greve, sem passar por modificações ou refilmagens. “May December” acompanha Elizabeth (Natalie Portman), uma atriz de Hollywood que viaja para a Geórgia para pesquisar sobre a vida de Gracie (Julianne Moore), uma mulher que se tornou notícia após começar um relacionamento com Joe (Charles Melton), um homem 23 anos mais novo que ela. Enquanto se prepara para o filme sobre o passado do casal, a atriz observa o casamento de Gracie e Joe, 20 anos depois do relacionamento virar fofoca nacional. O longa ainda não tem previsão de estreia.
Derivado de “The Walking Dead” com Daryl ganha primeiro teaser
O canal pago americano AMC divulgou o primeiro teaser de “The Walking Dead: Daryl Dixon”, spin-off da franquia de zumbis focado no personagem de Norman Reedus. A curta prévia mostra os bastidores das gravações da série em cenários bem diferentes aos que os fãs do universo “The Walking Dead” estão acostumados: uma cidadezinha medieval francesa. Prevista para o segundo semestre de 2023, entre outubro e dezembro, a série se passará na França, mostrando um lado inexplorado do apocalipse zumbi. A trama vai encontrar Daryl descobrindo que foi parar na Europa, após ser surpreendido e ficar desacordado numa emboscada, durante uma missão de reconhecimento. Ao chegar lá, ele deve encontrar não só um mundo novo, como pistas sobre o começo da pandemia, mutações e pesquisas de uma cura para a infecção que transforma os mortos em zumbis. Esses temas foram introduzidos na cena pós-créditos de “The Walking Dead: Um Novo Universo”, que revelou um laboratório francês coberto de pichações de que “os mortos nasceram aqui”. Na cena, um único cientista retorna ao local, mas é morto por um homem não identificado que revela que os cientistas franceses estão todos mortos ou presos. O atirador também os culpa por “tornar [o vírus] pior” em uma referência velada às variantes de zumbis. Além da série de Deryl, serão lançadas outras duas produções derivadas de “The Walking Dead”, centradas nos “casais” Rick e Michonne, e Negan e Maggie.
Nick Fury dispensa Vingadores em novo trailer de “Invasão Secreta”
A Marvel divulgou pôsteres de personagens e um novo trailer de “Invasão Secreta”, próxima série do estúdio na Disney+. A prévia mostra Nick Fury (Samuel L. Jackson) recusando a ajuda dos Vingadores para lidar com oss Skrulls. A cena envolve a personagem de Olivia Colman (“A Favorita”) perguntando ao ex-chefe da SHIELD por que ele não chama “um de seus amigos especiais” ao saber da invasão alienígena. “Esta é uma guerra que eu preciso lutar sozinho”, responde o protagonista. Arrogância perigosa – e saída narrativa forçada – à parte, Fury está envolvido com os skrulls desde os anos 1990 – ou melhor, desde a versão dos anos 1990 de “Capitã Marvel” (2019), quando os alienígenas foram introduzidos no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). “Invasão Secreta” (Secret Invasion) é sequência de eventos vistos em “Capitã Marvel” e “Homem-Aranha: Longe de Casa”, e traz Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Talos (Ben Mendelsohn) para o centro da ação. A trama é uma adaptação dos quadrinhos homônimos, escritos por Brian Michael Bendis em 2008, sobre uma facção maligna dos skrulls (raça de alienígenas com poder de metamorfose), que planeja se infiltrar em posições-chave dos governos da Terra, usando sua capacidade de assumir a aparência de qualquer pessoa para dominar o planeta sem que ninguém saiba. Para impedir que isso aconteça, Fury vai se juntar a alguns aliados, como Talos, Maria Hill (Cobie Smulders), James “Rhodey” Rhodes (Don Cheadle), também conhecido como Máquina de Combate, e o agente Everett K. Ross (Martin Freeman). Além deles, o elenco também destaca Emilia Clarke (“Game of Thrones”), Olivia Colman (“The Crown”), Kingsley Ben-Adir (“Uma Noite em Miami”), Christopher McDonald (“Space Jam: Um Novo Legado”) e Dermot Mulroney (“Hanna”), que estreiam no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) com o lançamento da série. A atração foi escrita por Kyle Bradstreet (“Mr. Robot”) e tem direção de Ali Selim, especialista em séries de ação cerebral como “Condor”, “Manhunt” e “The Looming Tower”. A estreia está marcada para 21 de junho na plataforma Disney+. Veja o trailer abaixo.
Aplaudido e elogiado, novo filme de Scorsese já é considerado favorito ao Oscar
Depois de aplausos de quase 10 minutos no Festival de Cannes, o novo filme de Martin Scorsese (“O Irlandês”) ganhou críticas estelares. “Assassinos da Lua das Flores” atingiu 96% de aprovação no Rotten Tomatoes – com apenas uma das 27 críticas sendo negativa. O filme é uma adaptação do livro homônimo de David Grann (autor de “Z: A Cidade Perdida”), que disseca assassinatos cometidos durante o boom do petróleo da década de 1920 na região de Oklahoma. Os direitos do livro foram adquiridos por US$ 5 milhões em 2016 por Scorsese e Leonardo DiCaprio (“O Lobo de Wall Street”) e o roteiro foi escrito pelo veterano Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”). A trama gira em torno do massacre da nação Osage, tribo indígena dos EUA, durante a década de 1920. Considerado “um dos crimes mais chocantes da história americana”, a morte de quase todos os membros da tribo ocorreu pouco depois da descoberta de petróleo em suas terras. O caso gerou uma das primeiras grandes investigações da história do FBI, fundado em 1908. Robert De Niro vive o vilão (“O Irlandês”), o fazendeiro William Hale, determinado a obter direitos de petróleo. E para isso com a ajuda de seu sobrinho, Ernest Burkhart, papel de Leonardo DiCaprio, que era casado com Mollie Burkhart (Lily Gladstone), membro da tribo cujos familiares foram assassinados por Hale e seus associados. Apesar da presença dos dois astros famosos, que nunca tinham contracenado antes, os elogios dos críticos se concentraram na performance de Gladstone, que inclusive já sendo cotada para uma potencial indicação ao Oscar de Melhor Atriz. A crítica do The Hollywood Reporter observa que “muitos de nós estivemos esperando impacientemente que Gladstone conseguisse um papel substancial desde seu trabalho sensível em ‘Certas Mulheres’ (2016) de Kelly Reichardt. E coube a um diretor frequentemente criticado por sua escassez de personagens femininas dimensionais não apenas fornecer esse papel, mas torná-la o coração ferido de seu filme.” “Ela tem a atuação mais extraordinária de uma mulher em qualquer um dos filmes de Scorsese”, exaltou o jornal britânico The Independent. Leonardo DiCaprio também parece ser um candidato forte para uma possível indicação de Melhor Ator, com vários críticos dizendo que o papel, contrário ao tipo que o ator costuma desempenhar, é uma vitrine impressionante. O IndieWire chega a ponto de dizer que o filme contém “a melhor performance de toda a carreira de Leonardo DiCaprio… Sua interpretação matizada e inflexível como o repugnante Ernest Burkhart extrai novas maravilhas da longa falta de vaidade do ator.” Alguns críticos comentaram que Scorsese optou por não se concentrar muito na investigação do FBI sobre os assassinatos, mencionando que Jesse Plemons (“Ataque dos Cães”), que interpreta o agente real do FBI Tom White, só se torna proeminente na última hora, e outros atores de renome, como John Lithgow (“The Crown”) e Brendan Fraser (“A Baleia”), só têm pequenos papéis, mas os mesmos críticos também observam que focar a narrativa nos Burkharts foi a decisão mais acertada do diretor. “A sensação é de uma ferida aberta até o fim”, escreveu o Vulture. Considerado o primeiro western da carreira de Scorsese, o filme também foi elogiado como um dos melhores westerns já feitos pelo London Evening Standard: “Eu até colocaria minha bota de cowboy em risco e declararia que este é um dos melhores westerns já feitos e quase certamente o melhor filme de 2023 até agora”. “Assassinos da Lua das Flores” também está já sendo considerado, precocemente, como um dos favoritos ao Oscar 2024 de Melhor Filme. O longa foi exibido fora de competição no Festival de Cannes e estreia em 19 de outubro nos cinemas brasileiros, antes de seu lançamento na Apple TV+.












