Série derivada de “John Wick” ganha trailer com Mel Gibson, kung fu e black power
A plataforma americana Peacock divulgou um novo pôster e o trailer completo de “The Continental”, série baseada nos filmes de “John Wick”. A produção é um prólogo, passado nos anos 1970, que a prévia apresenta em ritmo intenso, com muita ação, tiros, kung fu, soul music e black power, evocando os filmes da época. A atração vai contar a origem do hotel que serve de ponto de encontro e refúgio para os personagens da franquia, acompanhando a chegada do jovem Winston Scott (visto na trilogia cinematográfica com interpretação de Ian McShane) ao famoso Continental. A versão jovem de Winston é vivida por Colin Woodell (“The Flight Attendant”), que para ajudar o irmão em dificuldades irá confrontar ninguém menos que Mel Gibson (“Pai em Dose Dupla 2”), intérprete de um personagem chamado Cormac, um chefão do submundo e atual gerente do hotel. Os dois vão disputar o controle do local, com Winston reunindo uma gangue diversificada para tomar de assalto a fortaleza do rival. Os demais atores da produção incluem Katie McGrath (“Supergirl”), Ayomide Adegun (“Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpente”), Peter Greene (“Luta Pela Liberdade”), Hubert Point-Du Jour (“The Good Lord Bird”), Jessica Allain (“A Lavanderia”), Mishel Prada (“Vida”), Nhung Kate (“The Housemaid”) e Ben Robson (“Animal Kingdom”), entre outros. “The Continental” tem roteiro de Greg Coolidge (“Policial em Apuros”) e Kirk Ward (“Wayne”), que compartilham a produção com o roteirista e o diretor dos filmes de “John Wick”, Derek Kolstad e Chad Stahelski. Já a direção dos episódios está a cargo do cineasta Albert Hughes (“O Livro de Eli”). A minissérie de apenas três episódios terá estreia mundial em 22 de setembro. No Brasil, a exibição vai começar na mesma data, na plataforma Prime Video, da Amazon.
B.O.: Leandro Hassum é delegado atrapalhado no trailer de nova série da Netflix
A Netflix divulgou o trailer de “B.O.”, sua nova série de comédia protagonizada por Leandro Hassum (“Vizinhos”). A atração se passa em uma delegacia de polícia no bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro, onde um novo e atrapalhado chefe acaba de chegar. A série traz Hassum como o delegado Suzano, um personagem medroso, mas empático, que é um grande fã de Sandy & Junior e vai parar na delegacia da capital após capturar por acidente um criminoso procurado. Apesar das dúvidas iniciais de seus colegas, sempre prontos para a ação, os métodos nada convencionais de Suzano, aliados ao seu bom coração, logo ganham a equipe. A prévia escrachado sugere que o resultado é uma mistura de “Os Trapalhões” com a comédia policial americana “Broklyn Nine-Nine”. Elenco e equipe Além de Hassum, a série conta com Luciana Paes (“3%”), Jefferson Schroeder (“Crô em Família”), Babu Carreira (“O Dono do Lar”) e Digão Ribeiro (“Dom”), entre outros integrantes do elenco. A redação final é de Carol Garcia (“Bom Dia, Verônica”) e a direção está a cargo de Pedro Amorim (“Derrapada”), com Hassum e Carol Minêm (“O Rei da TV”) também na direção de alguns episódios. A estreia está marcada para o dia 6 de setembro.
O Rei da TV: Série sobre Silvio Santos chega à Disney+
A série “O Rei da TV”, que relata a trajetória do ícone televisivo Silvio Santos, será disponibilizada na Disney+ a partir do dia 16 de agosto. Maior sucesso nacional da Star+, a série passará a integrar os catálogos das duas plataformas do conglomerado Disney. A produção e temática de “O Rei da TV” Produzida originalmente para a Star+ “O Rei da TV” mistura fatos e ficção, sem o compromisso de ser uma produção documental. A série narra a vida de Silvio Santos, desde a infância como vendedor de rua no Rio de Janeiro até sua ascensão como comunicador e empresário. Os produtores destacam que a obra integra elementos da realidade com elementos fictícios. Na 1ª temporada, lançada em outubro de 2022, o telespectador acompanha os primeiros anos de Senor Abravanel, vendendo canetas nas ruas e ingressando nas rádios, culminando na construção do SBT. Já na 2ª temporada, lançada em março deste ano, a trama se volta para 1989, enfocando a candidatura de Silvio à Presidência e eventos marcantes como o sequestro de Patrícia Abravanel. Realização da produtora Gullane, “O Rei da TV” destaca em sua equipe o diretor Marcus Baldini (“Bruna Surfistinha”) e o ator José Rubens Chachá (“Bom Dia, Verônica”) como Sílvio Santos. Melhor audiência e perspectiva de novo sucesso A decisão de lançar a série na Disney+ veio após “O Rei da TV” alcançar o posto de série nacional com melhor audiência na Star+. A expectativa é que a série continue seu caminho de sucesso e amplie sua base de fãs nas duas plataformas. Todos os episódios de “O Rei da TV” estarão disponíveis na Disney+ a partir de 16 de agosto. As duas primeiras temporadas já podem ser assistidas na Star+. Veja abaixo os trailers das duas temporadas.
The Changeling: Trailer de nova série de terror explora lenda brasileira
A Apple TV+ divulgou o pôster e o trailer da nova série de terror “The Changeling – Sombras de Nova York”, protagonizada e produzida pelo ator LaKeith Stanfield, atualmente em cartaz nos cinemas em “Mansão Mal-Assombrada”. A prévia revela uma trama intrigante que explora paternidade e uma odisseia perigosa por uma Nova York desconhecida. Lenda brasileira A série é baseada no best-seller homônimo do escritor americano Victor LaValle e envolve uma viagem ao Brasil, onde Emma, a personagem de Clark Backo (“The Handmaid’s Tale”), se depara com uma lenda brasileira similar a crença na fita do Senhor do Bonfim – fiéis acreditam que ao amarrar uma fitinha do Senhor do Bonfim com três nós no braço, esta carrega o poder de realizar três desejos quando se rompe, mas não podem tirá-la do braço antes disso. A narrativa explora essa tradição, vinculando-a à transformação da vida dos personagens e oferecendo uma visão intrigante e perturbadora da realidade. Na trama, LaKeith Stanfield vive Apollo, o apaixonado futuro marido que corta a fitinha de Emma, após ela voltar do Brasil. E as consequências logo vem, com estranhos sonhos recorrentes e uma série de eventos inexplicáveis, culminando no desaparecimento misterioso de Emma, aparentemente do nada, que dá início a uma odisseia de Apollo por um mundo diferente daquele que ele pensava conhecer. Elenco e equipe Além de LaKeith Stanfield e Clark Backo, o elenco é composto por Adina Porter (“The 100”), Samuel T. Herring (“Titane”), Alexis Louder (“Watchmen”), Jared Abrahamson (“Animais Americanos”) e o convidado especial Malcolm Barrett (“Cara Gente Branca”). O roteiro é adaptado por Kelly Marcel, responsável por trabalhos como “Venom”, “Cruella” e “Cinquenta Tons de Cinza”, e a direção do piloto ficou a cargo de Melina Matsoukas (“Queen & Slim”). A estreia está marcada para 8 de setembro, com o lançamento dos três primeiros episódios, seguidos de um novo episódio semanal até 13 de outubro.
“O Poder e a Lei” e “Heartstopper” dominam o Top 10 da Netflix
A 2ª temporada de “O Poder e a Lei” e de “Heartstopper” dominaram o ranking semanal de séries da Netflix. A Parte 2 do segundo ano de “O Poder e a Lei” estreou em 3 de agosto e conquistou o 1º lugar com 6,7 milhões de visualizações na semana de 31 de julho a 6 de agosto, elevando o total da temporada (com a Parte 1) para 23,3 milhões de visualizações. A 1ª temporada também voltou à lista, ocupando a 6ª posição com 2,1 milhões de visualizações. Estreia bem-sucedida de “Heartstopper” “Heartstopper” também teve uma estreia impressionante. A 2ª temporada da série estreou em 2º lugar com 6,1 milhões de visualizações, mostrando o entusiasmo dos fãs para verem novamente Nick e Charlie. Com isso, a Parte 2 da 3ª temporada de “The Witcher” caiu para o 3º lugar na lista, mas ainda conseguiu acumular mais 5,4 milhões de visualizações. “Doces Magnólias”, em sua 3ª temporada, ficou em 4º lugar, enquanto o documentário “Como se Tornar um Líder de Seita” estreou em 5º lugar com 2,3 milhões de visualizações. Filmes em destaque No lado dos filmes, “Projeto Extração”, thriller de ação estrelado por Jackie Chan e John Cena, manteve-se no topo da lista pela segunda semana consecutiva com 23,6 milhões de views, seguido pelo romance “Felicidade para Principiantes” (13,1 milhões) e a animação “Miraculous: As Aventuras de Ladybug – O Filme” (12,5 milhões). Séries não faladas em inglês No ranking de séries não faladas em inglês, o romance espanhol “Um Conto de Fadas Perfeito” liderou com 6,8 milhões de visualizações, mas a Coreia do Sul emplacou três títulos na lista, incluindo a comédia romântica “Sorriso Real” em 3º lugar com 3,6 milhões de visualizações, a 2ª temporada do drama “D.P. – Dog Day” em 5º lugar com 2,9 milhões de visualizações e a 2ª temporada do terror “Os Caçadores de Demônios”, que estreou em 7º lugar com 2,2 milhões de visualizações. A 4ª temporada da série brasileira “Sintonia” ficou com o 9º lugar com 1,8 milhões de visualizações, uma queda significativa em relação à semana anterior, quando liderou o ranking.
Ator de “Meus Sogros Tão pro Crime” diz que Marvel “arruinou as comédias”
Adam Devine, conhecido por seus papéis em comédias como “A Escolha Perfeita” (2012) e o recente lançamento da Netflix “Meus Sogros Tão pro Crime”, expressou sua opinião sobre a atual situação das comédias em Hollywood durante sua participação no podcast “This Past Weekend”, apresentado por Theo Von. O ator fazia a divulgação de seu filme na Netflix quando compartilhou sua teoria de que os filmes da Marvel e o gênero de super-heróis em geral acabaram por ofuscar e, de certa forma, substituir as comédias tradicionais de Hollywood. Marvel: a nova face da comédia? Devine observou que, devido à grande quantidade de humor presente em filmes da Marvel, como as franquias “Homens Formiga” e “Guardiões da Galáxia”, esses longas acabaram se tornando as novas comédias de Hollywood, na percepção do público. “Você assiste a comédias hoje em dia e pensa: isso não é uma comédia de verdade”, disse Devine. “Onde estão as piadas? Onde estão os momentos engraçados? Ainda existem bons programas de comédia, mas comédias cinematográficas… é difícil. Minha teoria: acho que a Marvel arruinou. Sinto que os filmes de super-heróis arruinaram as comédias.” Ele continuou, destacando a diferença de orçamento entre os dois gêneros: “Você vai ao cinema e espera assistir algo que custou US$ 200 milhões para ser produzido, e comédias não são assim. Então você pensa: ‘Por que gastaria a mesma quantia para assistir a uma pequena comédia no cinema se posso gastar isso e ver algo que vale US$ 200 milhões?’ E eles ainda fazem esses filmes meio engraçados, tipo, ‘Meu Deus, aquele guaxinim está falando? Isso é hilário!’ E é [hilário] mesmo, mas não é uma comédia de verdade.” A escassez de comédias em Hollywood O ator também ressaltou a drástica redução no número de comédias lançadas nos cinemas nos últimos anos. “Todos os estúdios costumavam lançar várias comédias por ano”, observou Devine. “E havia cerca de 45 comédias nos cinemas por ano. Então, toda semana, havia uma nova comédia nos cinemas. No ano passado, foram apenas 6 ou 7. É loucura.” Segundo Devine, seu novo filme “Meus Sogros Tão pro Crime”, produzido pela Happy Madison, empresa de Adam Sandler, é mais próximo das comédias de Hollywood que costumavam existir. O filme, que faz uma abordagem de ação às comédias de sogros, estilo “Entrando numa Fria” (2000), conta com um elenco de peso, incluindo Pierce Brosnan (“Adão Negro”), Nina Dobrev (“The Vampire Diaries”) e Ellen Barkin (“Animal Kingdom”). Devine interpreta um gerente de banco prestes a se casar com o amor de sua vida, mas a relação é complicada por um assalto ao banco em que trabalha, que pode ter ligações com os pais de sua noiva. O filme já está disponível na Netflix. Veja abaixo a íntegra da entrevista do podcast.
Paramount revela crescimento do streaming e prejuízo no cinema
A Paramount Global anunciou que sua plataforma de streaming, Paramount+, alcançou 61 milhões de assinantes no trimestre encerrado em 30 de junho. Esse número representa um leve aumento em relação aos 60 milhões anunciados no trimestre anterior. A empresa também revelou uma redução nas perdas financeiras geradas pela operação de streaming. Crescimento do streaming A empresa relatou uma perda operacional ajustada de US$ 424 milhões no trimestre, em comparação com US$ 511 milhões no trimestre anterior e US$ 445 milhões no mesmo período do ano anterior. A receita por assinatura aumentou 21% ano a ano, atingindo US$ 1,2 bilhão, graças ao crescimento no número de assinantes e também ao crescimento na publicidade digital. O CFO Naveen Chopra mencionou que os números refletem uma “suavidade sazonal” e também “uma mudança estratégica de lançamentos de conteúdo para melhor alinhar com o lançamento da Paramount+ com Showtime” – rebranding do canal pago Showtime nos EUA. Ele também destacou que a empresa espera entregar um crescimento de mais de 20% na receita média por usuário na Paramount+ em 2024. Reestruturação de conteúdo A Paramount Global está repensando sua estratégia de conteúdo de streaming. O CEO Bob Bakish e o CFO Naveen Chopra delinearam o plano, com Bakish referindo-se à “evolução da lista de conteúdo” da empresa. Chopra destacou que a empresa está usando seus dados internos para mudar sua lista de conteúdo e se concentrará em “segmentos de público específicos cuidadosamente definidos”. Bob Bakish, CEO da Paramount Global, não descartou a possibilidade da empresa se associar a outros players no espaço da mídia para criar um pacote de streaming mais viável. “Sempre acreditamos no bundling”, disse o executivo, referindo-se à ofertas conjuntas de diferentes conteúdos. Bakish observou que a empresa há muito tempo busca o bundling em várias formas. A combinação de Paramount+ e Showtime, que foi oficialmente lançada em 27 de junho, “é um exemplo de puxar todas essas alavancas”, disse o executivo, aludindo ao crescimento da receita por meio de aumentos de preços, ganhos de assinatura e monetização de anúncios, além de eficiências de custo e operacionais. Problemas no cinema A receita total do conglomerado Paramount Global foi de US$ 7,6 bilhões, uma ligeira queda em comparação com os US$ 7,8 bilhões registrados no 2º trimestre de 2022. Entretanto, os custos de produção foram muito maiores, resultando numa perda operacional de US$ 250 milhões, em contraste com os lucros de US$ 819 milhões registrados no mesmo período do ano anterior. A maior parte das despesas vem da divisão cinematográfica. A Paramount Pictures, braço cinematográfico da empresa, enfrentou desafios significativos em seu segmento, com queda de 39% na receita em relação ao ano passado, totalizando US$ 831 milhões. Esta queda pode ser atribuída, em parte, à comparação dos filmes deste ano com o lançamento de “Top Gun: Maverick”, que gerou uma receita impressionante de US$ 1,4 bilhão em 2022. No último trimestre, a Paramount lançou “Transformers: Rise of the Beasts”, que, apesar de ser um título significativo, não conseguiu igualar esse desempenho. Para piorar, o recente “Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1” também deixou a desejar, passando longe da trajetória recordista do longa anterior de Tom Cruise – e deverá aumentar as perdas no próximo relatório. Venda de Simon & Schuster Para equilibrar o caixa, a Paramount fechou a venda estratégica de sua divisão de publicação de livros, Simon & Schuster, para a firma de private equity KKR por US$ 1,62 bilhão. Esta venda visa ajudar a empresa a reduzir suas dívidas. Mas vale ressaltar que o conglomerado viu o valor da editora desabar, após uma tentativa anterior de vender Simon & Schuster para a editora Penguin Random House por US$ 2,2 bilhões ser bloqueada por um juiz federal por questões antitruste. Balanço final Apesar dos desafios financeiros, a Paramount Pictures está otimista sobre o futuro, especialmente com a integração da Showtime em sua plataforma de streaming Paramount+. Esta integração, que foi oficializada em junho, é esperada para trazer economias significativas, estimadas em US$ 700 milhões, além de oferecer um produto mais robusto e atraente para os consumidores dos EUA. No resto do mundo, a integração já funcionava extraoficialmente na oferta de títulos.
Noah Schnapp revela que “Stranger Things” o ajudou a se assumir gay
O ator Noah Schnapp, conhecido por seu papel como Will Byers na série “Stranger Things”, revelou em uma entrevista publicada nesta segunda (7/8) pela revista Variety que interpretar seu personagem o ajudou a se assumir gay. Schnapp, que se assumiu publicamente em janeiro deste ano por meio de um vídeo no TikTok, falou sobre os paralelos entre sua própria jornada e a de seu personagem. O papel de Will Byers na vida do ator “Uma vez que eu abracei de vez o fato de Will ser gay, foi uma curva exponencial até que eu aceitasse a mesma verdade sobre mim”, disse Schnapp à Variety. “Eu não sei onde eu estaria se não tivesse Will na minha vida, me ajudando a chegar nesse lugar. Acho que, se não tivesse interpretado esse personagem, ainda estaria no armário.” Schnapp identificou o momento em que falou abertamente pela primeira vez sobre a sexualidade de Will como um “test drive” para a sua própria saída do armário. “Na internet, todo mundo reagiu de forma positiva. Vi muitos comentários no Instagram e no TikTok, e nenhum deles ruim. Eu pensei: ‘Se ele tem todo esse apoio, por que eu preciso me preocupar?'”. A decisão de se assumir publicamente Apesar do apoio que viu para seu personagem, a decisão de se assumir publicamente não foi fácil para Schnapp. “Eu me lembro de pesquisar por listas de atores que tinham saído do armário, para ter certeza que a minha carreira não seria prejudicada. Todo eles parecem pessoas bem-sucedidas e felizes. No fim das contas, decidi que tinha que falar sobre isso com todo mundo, não só com o meu círculo pessoal, para não sentir que estava escondendo alguma coisa”, contou. O impacto da vida fora do armário na atuação Agora que está fora do armário, Schnapp acredita que isso pode ter um impacto em seu desempenho nas telas. “Eu acho que a minha atuação na 5ª temporada pode ser um pouco diferente do que os fãs viram antes. Eu estou muito consciente de quem eu sou, e isso muda um ator. Sabendo tudo o que eu sei sobre mim mesmo, posso investir isso no personagem. Estou muito animado.” O futuro de Will Byers em “Stranger Things” No perfil da Variety, Ross Duffer, co-criador de “Stranger Things”, afirmou que Will Byers terá um papel central na 5ª temporada da série. “Will é realmente central na quinta temporada”, ele disse. “Este arco emocional para ele é o que nós sentimos que amarrará a série toda. Will está acostumado a ser o mais novinho, o introvertido, o que está sendo protegido. Portanto, parte de sua jornada não é apenas sexualidade — é Will se tornando um jovem homem.” As quatro temporadas de “Stranger Things” estão disponíveis para streaming na Netflix. A 5ª temporada ainda não tem data de estreia anunciada.
Comercial de 1998 desmente Xuxa em polêmica sobre paquitas loiras
A apresentadora Xuxa Meneghel se viu envolvida em uma polêmica após afirmar em “Xuxa – O Documentário” que Marlene Mattos, sua ex-empresária, exigia que as paquitas pintassem os cabelos de loiro para trabalhar com ela. No entanto, internautas resgataram um comercial de 1998, no qual a própria Xuxa incentiva as assistentes a mudarem as cores dos fios, gerando acusações de contradição. Comercial contradiz Xuxa No comercial, feito para uma marca de tinturas para o cabelo, Xuxa aparece ao lado das paquitas e afirma: “Vou mostrar a vocês como seleciono as minhas paquitas. Sempre escolho as mais espontâneas, as mais alegres. E depois elas fazem assim…”. Em seguida, as assistentes são mostradas pintando os cabelos. “Use Wellaton, um shampoo que lava colorindo. Ou você pensa que todas as paquitas nasceram loiras?”, completa a apresentadora. No documentário, Marlene afirma que não mandava as meninas pintarem o cabelo, mas que se elas não fossem paquitas, não seriam ninguém. Reações nas redes sociais A descoberta do comercial gerou reações nas redes sociais, com usuários acusando Xuxa de se contradizer. “Meteu essa de que não sabia que as paquitas tinham que pintar o cabelo, que descobriu só agora. Uma busca básica no YouTube e você acha um vídeo dela fazendo publicidade para Wellaton junto com as paquitas pintando o cabelo”, escreveu um usuário identificado como Matheus. Outros internautas também se manifestaram. “A Xuxa monetizou com a Wellaton e depois diz que não sabia [que elas pintavam o cabelo]”, ironizou um usuário identificado como Ale. “Fica claro que a Marlene foi uma ótima produtora e criou um dos maiores fenômenos naquela época. Teve um preço a ser pago pelas meninas? Teve! Mas todas estiveram dispostas a pagar”, defendeu o perfil de Wesley Consultoria.
Harry e Meghan vão produzir filme da Netflix
O príncipe Harry e a ex-atriz Meghan Markle adquiriram os direitos do romance best-seller “Meet Me at the Lake”, do autor canadense Carley Fortune, para produzir um filme para a Netflix via sua empresa Archewell Productions. A informação foi divulgada pelo jornal britânico The Sun, que estima que o investimento nos direitos da obra tenha sido de aproximadamente 3 milhões de libras. Paralelos com a vida real O romance, que apresenta semelhanças com a vida do duque e da duquesa, narra a história de um casal que se conhece por volta dos 30 anos e se passa perto de Toronto, onde Meghan morava quando começou a namorar Harry. O enredo aborda temas como traumas na infância, como a perda de um dos pais em um acidente de carro (como aconteceu com Harry), saúde mental, depressão pós-parto, além de incluir “cenas de sexo picantes” e “uso de drogas”. Publicado em maio deste ano pela editora Penguin Random House, a mesma que publicou o livro “Spare”, de Harry, “Meet Me at the Lake” vendeu 37 mil exemplares apenas na primeira semana de seu lançamento. Mudança de direção do casal Ainda não anunciado de forma oficial, este novo empreendimento marcaria uma mudança de direção para o casal, que até então vinha se dedicando à produção de documentários. No entanto, o possível desenvolvimento do longa-metragem ficcional está parado devido à greve dos roteiristas de Hollywood. A aquisição dos direitos de “Meet Me at the Lake” pode ser vista como uma tentativa de reconstruir o sonho de Hollywood do casal, após o Spotify terminar o contrato milionário com os duques de Sussex. O podcast “Archetypes”, conduzido por Meghan, não terá uma 2ª temporada.
Taylor Swift lança “Delicate (Taylor’s Version)” na série “O Verão que Mudou Minha Vida”
A cantora Taylor Swift, conhecida por suas estratégias meticulosas de lançamento, surpreendeu os fãs com a estreia de “Delicate (Taylor’s Version)” na série “O Verão que Mudou Minha Vida”, do Prime Video. A música, uma regravação do hit do álbum “Reputation”, toca no sexto episódio da 2ª temporada, disponibilizado pelo serviço de streaming na noite de sexta-feira (4/8). Especulações sobre novo álbum Até o momento, Taylor Swift não anunciou o lançamento do álbum “Reputation (Taylor’s Version)”. No entanto, a inclusão de “Delicate (Taylor’s Version)” na série indica que a cantora já está trabalhando na regravação. Taylor está regravando os seus primeiros seis álbuns em resposta à venda de seus masters, com suas gravações originais, sem seu consentimento para Scooter Braun, empresário de Justin Bieber, que pretendia relançar as músicas originais e faturar com isso. Ao regravar suas músicas, Swift busca recuperar o controle sobre sua obra e garantir que os lucros de suas canções vão diretamente para ela. Sucesso das regravações A regravação mais recente foi “Speak Now (Taylor’s Version)”, lançado em 7 de julho. Além de novas versões das faixas originais, o álbum também inclui parcerias inéditas, como “Castles Crumbling” com Hayley Williams e “Electric Touch” com Fall Out Boy, e outras quatro músicas “From The Vault”: “Foolish One”, “Timeless”, “When Emma Falls In Love” e “I Can See You”. Com o lançamento, Taylor se tornou a primeira mulher na história a ter quatro álbuns entre os 10 mais vendidos dos EUA ao mesmo tempo – o Top 10 da Billboard. Além deste recorde, “Speak Now (Taylor’s Version)” também virou o 12º álbum da cantora a atingir o 1º lugar do ranking, dando-lhe o título de artista feminina com o maior número de álbuns no topo das paradas em todos os tempos. Sobre a série “O Verão Que Mudou Minha Vida” A série “O Verão Que Mudou Minha Vida”, do Prime Video, é baseada numa trilogia literária da autora norte-americana Jenny Han, conhecida por “Para Todos os Garotos Que Já Amei”, obra que foi adaptada pela Netflix. A série é centrada na adolescente Belly (Lola Tung) e acompanha a personagem dos 15 aos 24 anos, durante os verões em que se apaixonou por dois irmãos, e os problemas que isso causa. A série foi recentemente renovada para sua 3ª temporada, que conclui a adaptação da trilogia. ‼️ Confira a prévia COMPLETA e em melhor qualidade de “Delicate (Taylor’s Version)”! pic.twitter.com/2mtOzVq7Lb — Taylor Swift Brasil (@taylorswiftbr) August 4, 2023
Marcos Palmeira é confirmado na série “Cidade de Deus”
Marcos Palmeira, que está longe da TV desde o fim de “Pantanal” (2022), onde interpretou o protagonista José Leôncio, terá um papel de destaque na série “Cidade de Deus”, da HBO Max. Na atração, que dará sequência ao aclamado filme homônimo de 2002, Palmeira viverá Genivaldo Curió, o líder carismático e generoso que controla o tráfico na Cidade de Deus. Ele é casado com Martinha, personagem interpretada por Shirley Cruz. Para quem não lembra, Martinha teve uma pequena participação no filme original, mas agora terá destaque na continuação da história. O casal terá um filho adolescente na nova narrativa, interpretado por Victor Andrade, uma revelação artística da comunidade que dá nome à saga. O elenco também destaca Andréia Horta como Jerusa, uma advogada perigosa, manipuladora e destemida, além de novos talentos da Cidade de Deus – que já começaram a preparação com Fátima Toledo, a mesma do longa. A trama 20 anos depois Com direção de Aly Muritiba (“Deserto Particular”) e Bruno Costa (“Mirador”), a série continuará a história dos personagens originais 20 anos depois. Tendo como ponto de partida as memórias de Buscapé (Alexandre Rodrigues, reprisando seu papel do filme), o enredo vai se passar no início dos anos 2000 e trará trechos do longa premiado em flashbacks, para reconstrução de lembranças e memórias afetivas dos protagonistas. Ao longo de seis episódios, a série vai mostrar a comunidade assolada pela disputa entre traficantes, policiais e milicianos, com foco principal nas pessoas comuns e como os confrontos afetam diretamente suas vidas. O roteiro é de Sérgio Machado (“O Rio do Desejo”), Renata Di Carmo (“Vai que Cola”), Armando Praça (“Greta”), Estevão Ribeiro (“Dra. Darci”), Rodrigo Felha (“5x Favela, Agora por Nós Mesmos”) e Aly Muritiba. A produção tem três temporadas previstas, mas a renovação dependerá dos resultados após a estreia.
Cidade em Chamas: Apple cancela série dos criadores de “Gossip Girl”
A Apple TV+ cancelou o drama teen “Cidade em Chamas” (City on Fire), nova série de Josh Schwartz e Stephanie Savage, conhecidos por terem desenvolvido atrações famosos voltadas ao público jovem, como “Gossip Girl” e “The O.C.”. A notícia chega um mês e meio depois do fim da 1ª temporada e não chega a surpreender, pois a produção não gerou um décimo da repercussão de outras séries recentes da plataforma, como “Silo” e “Sequestro no Ar”. Historia e elenco A série adaptava o livro de mesmo nome de Garth Risk Hallberg. A trama se passava após uma estudante chamada Samantha (Chase Sui Wonders, de “Morte Morte Morte”) ser baleada enquanto estava sozinha no Central Park em 4 de julho de 2003, dia da independência americana. A banda de seus amigos estava tocando em seu clube favorito da cidade, mas ela saiu para encontrar alguém e não voltou mais, morrendo sem testemunhas e evidências sobre o que aconteceu. O mistério se aprofunda quando se descobre que Samantha era um elo entre incêndios misteriosos, a cena musical do centro da cidade e uma rica família imobiliária, que se desgasta sob a pressão de muitos segredos. O elenco incluía Wyatt Oleff (“It: A Coisa”), Chase Sui Wonders (“Generation”), Jemima Kirke (“Girls”), Nico Tortorella (“Younger”), Ashley Zukerman (“Rua do Medo: 1994 – Parte 1”), entre outros. Veja abaixo o trailer nacional.












