Versão musical de “Matilda” ganha novo teaser
A Netflix divulgou novos pôster e teaser legendado da versão musical de “Matilda”, adaptação do clássico infantil do escritor Roald Dahl, que já tinha sido transformado em filme por Danny DeVito em 1996 – um campeão da “Sessão da Tarde”. Para quem não lembra da história original, a personagem-título é uma jovem prodígio que começa a frequentar a escola, onde seu estilo excêntrico é antagonizado pela diretora cruel da instituição, Sra. Trunchbull. Quando Matilda descobre que tem superpoderes, resolve lutar contra o reinado de terror da reitora. Mas apesar da trama ser igual, o novo filme será completamente diferente da versão dos anos 1990. Isto porque é inspirado no musical de “Matilda”, lançado no West End londrino em 2011 e na Broadway em 2013, conquistando sete Olivier Awards e cinco Tony Awards. A produção inclui muita cantoria e dança, além de exagerar ainda mais as situações. Para se ter ideia, a diretora da escola costumava ser vivida por um homem nos teatros – por isso, Ralph Fiennes (o Voldemort de “Harry Potter”) chegou a ser sondado para o papel. Mas foi Emma Thompson quem acabou ganhando a vaga na produção, numa rara interpretação de vilã após uma carreira repleta de personagens infantis bonzinhos, como Nanny McPhee e a professora Trelawney, da franquia “Harry Potter”. Com a ajuda de efeitos especiais, ela se transforma numa antagonista gigante e brutal. O papel de Matilda ficou com a menina irlandesa Alisha Weir, de 12 anos, que se destacou na série “Darklands” (2019), enquanto Lashana Lynch (“Capitã Marvel”) foi escalada como a professora boazinha Srta. Honey. Andrea Riseborough (“A Vida Extraordinária de Louis Wain”) e Stephen Graham (“Venom: Tempo de Carnificina”) também estão no elenco como os pais da menina superpoderosa. Com direção de Matthew Warchus (“Orgulho e Esperança”), “Matilda: O Musical” vai estrear em 25 de dezembro em streaming.
Criador de “Peaky Blinders” fará série sobre boxe clandestino do século 19
O roteirista Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”, “See” e “Taboo”) fará uma série sobre o mundo do boxe clandestino do final do século 19. Baseada em uma história real, a série com título provisório de “A Thousand Blows” vai acompanhar dois melhores amigos jamaicanos que se encontram no caldeirão vibrante e violento do período pós-revolução industrial, em Londres. Atraídos para o submundo criminoso da cena do boxe ilegal, eles se envolvem com a líder de uma notória gangue feminina e enfrentam Sugar Goodson, um boxeador experiente e perigoso, numa rivalidade que se estende para além do ringue. A série terá a participação do ator Stephen Graham (que já trabalhou com Knight em “Peaky Blinders” e “Taboo”) no papel do boxeador veterano. “Poder trabalhar com Steve novamente e com a talentosa equipe de escritores que temos para este projeto é realmente maravilhoso, e contar a história desses personagens incríveis durante esse período em Londres é uma alegria”, disse Graham, em comunicado oficial. Knight afirmou que esse aspecto histórico foi o que mais lhe atraiu ao projeto. “Eu sempre gosto de mergulhar na história não contada, e esta é uma história que realmente merece ser contada. Estamos recriando um mundo incrível e contando uma história real maravilhosa”, disse ele. E para garantir que a história seja respeitada, a série vai contar com a produção executiva do professor e historiador David Olusoga. A direção será de Tinge Krishnan (“WeCrashed”). Desenvolvida para a versão europeia do serviço de streaming Disney+, a série terá um total de 12 episódios, que serão distribuídos pelas divisões “adultas” do conglomerado em outros países (a Hulu nos EUA e a Star+ no Brasil). Ainda não há previsão de estreia. Steven Knight tem diversos projetos encaminhados, entre eles a série “SAS: Rogue Heroes”, com Jack O’Connell (“Invencível”), e a minissérie “The Veil”, estrelada por Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”), ambas ainda sem previsão de lançamento.
Netflix apresenta a versão musical de “Matilda”
A Netflix divulgou o pôster e o teaser legendado da nova versão de “Matilda”, adaptação do clássico infantil do escritor Roald Dahl, que já tinha sido transformado em filme por Danny DeVito em 1996 – um campeão da “Sessão da Tarde”. Para quem não lembra da história original, a personagem-título é uma jovem prodígio que começa a frequentar a escola, onde seu estilo excêntrico é antagonizado pela diretora cruel da instituição, Sra. Trunchbull. Quando Matilda descobre que tem superpoderes, resolve lutar contra o reinado de terror da reitora. Mas apesar da trama ser igual, o novo filme será completamente diferente da versão dos anos 1990. Isto porque é inspirado na versão musical de “Matilda”, lançada no West End londrino em 2011 e na Broadway em 2013, conquistando sete Olivier Awards e cinco Tony Awards. A produção inclui muita cantoria e dança, além de exagerar ainda mais as situações. Para se ter ideia, a diretora da escola costumava ser vivida por um homem nos teatros – por isso, Ralph Fiennes (o Voldemort de “Harry Potter”) chegou a ser sondado para o papel. Mas foi Emma Thompson quem acabou ganhando a vaga na produção, numa rara interpretação de vilã após uma carreira repleta de personagens infantis bonzinhos, como Nanny McPhee e a professora Trelawney, da franquia “Harry Potter”. Com a ajuda de efeitos especiais, ela se transforma numa antagonista gigante e poderosa. O papel de Matilda ficou com a menina irlandesa Alisha Weir, de 12 anos, que se destacou na série “Darklands” (2019), enquanto Lashana Lynch (“Capitã Marvel”) foi escalada como a professora boazinha Srta. Honey. Andrea Riseborough (“A Vida Extraordinária de Louis Wain”) e Stephen Graham (“Venom: Tempo de Carnificina”) também estão no elenco como os pais da menina superpoderosa. Com direção de Matthew Warchus (“Orgulho e Esperança”), “Matilda: O Musical” vai estrear “neste fim de ano” em streaming.
Greyhound: Superprodução de Tom Hanks troca o cinema pelo streaming
O novo filme de Tom Hanks não vai mais estrear no cinema. A Sony negociou a distribuição de “Greyhound” com a Apple, que pretende lançá-lo com exclusividade em sua plataforma de streaming. Superprodução de batalha naval, “Greyhound” traz Tom Hanks de volta aos combates da 2ª Guerra Mundial, materializando um duelo de estratégias e torpedos entre uma frota de destroyers americanos e um esquadrão de submarinos alemães. Baseado em romance clássico de C.S. Forester (criador do herói naval Horatio Hornblower), o filme retrata o combate marítimo que aconteceu antes das tropas americanas desembarcarem no front europeu. “A única coisa mais perigosa do que as linhas de frente é a luta para chegar até lá”, ressaltam o cartaz da produção. Além de atuar, Hanks assina o roteiro do longa, demonstrando sua assumida predileção por produções do período. O astro, que estrelou o impressionante “O Resgate do Soldado Ryan” (1998), também coproduziu com Steven Spielberg três séries passadas durante a 2ª Guerra Mundial: “Band of Brothers” e “The Pacific” na HBO, e a vindoura “Masters of the Air” na Apple TV+. O acordo foi facilitado, justamente, por Hanks já ter negócios na plataforma, como produtor da futura série de batalhas aéreas. “Greyhound” também é o terceiro longa escrito pelo ator, que anteriormente assinou “The Wonders – O Sonho Não Acabou” (2006) e “Larry Crowne – O Amor Está de Volta” (2011), que ele também dirigiu. Agora, porém, a direção está a cargo de Aaron Schneider, pouco experiente na função (dirigiu apenas “Segredos de um Funeral” em 2009), mas de longa carreira como cinegrafista. O elenco também inclui Stephen Graham (“O Irlandês”), Rob Morgan (“Stranger Things”), Manuel Garcia-Rulfo (“Esquadrão 6”) e Elisabeth Shue (“The Boys”). Originalmente marcada para 8 de maio nos cinemas, a estreia do filme chegou a ser adiada para 12 de junho nos EUA, antes da Sony desistir do lançamento tradicional. Orçado em cerca de US$ 50 milhões, a produção será o filme mais caro já exibido com exclusividade pela Apple TV+, que ainda não anunciou sua previsão de estreia. Veja abaixo o trailer anteriormente divulgado para a distribuição nos cinemas.
Tom Hanks volta a lutar na 2ª Guerra Mundial no trailer de Greyhound
A Sony divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Greyhound”, filme de batalha naval que traz Tom Hanks de volta aos combates da 2ª Guerra Mundial. A prévia é intensa, com muitas cenas de explosões, ao materializar o duelo de estratégias e torpedos entre uma frota de destroyers americanos e um esquadrão de submarinos alemães. Baseado em romance clássico de C.S. Forester (criador do herói naval Horatio Hornblower), “Greyhound” traz Hanks comandando a frota que enfrenta o inferno no Atlântico para levar as tropas americanas para o front europeu. “A única coisa mais perigosa do que as linhas de frente é a luta para chegar até lá”, ressaltam o trailer e o cartaz. Além de atuar, Hanks assina o roteiro do longa, demonstrando sua assumida predileção por produções do período. O astro, que estrelou o impressionante “O Resgate do Soldado Ryan” (1998), também coproduziu com Steven Spielberg três séries passadas durante a 2ª Guerra Mundial: “Band of Brothers” e “The Pacific” na HBO, e a vindoura “Masters of the Air” na Apple TV+. “Greyhound” também é o terceiro longa assinado por Hanks, que anteriormente assinou “The Wonders – O Sonho Não Acabou” (2006) e “Larry Crowne – O Amor Está de Volta” (2011), que ele também dirigiu. Agora, porém, a direção está a cargo de Aaron Schneider, pouco experiente na função (dirigiu apenas “Segredos de um Funeral” em 2009), mas de longa carreira como cinegrafista. O elenco também inclui Stephen Graham (“O Irlandês”), Rob Morgan (“Stranger Things”), Manuel Garcia-Rulfo (“Esquadrão 6”) e Elisabeth Shue (“The Boys”). Originalmente marcada para 8 de maio, a estreia foi adiada para 12 de junho nos EUA, o que pode alterar a data de lançamento no Brasil – até o momento, ainda marcada para 7 de maio.
Versão de terror de Um Conto de Natal ganha trailers
O canal pago FX e a BBC divulgaram dois trailers da minissérie “A Christmas Carol”, uma versão de terror do clássico “Um Conto de Natal”, de Charles Dickens, com Guy Pearce (“Homem de Ferro 3”) no papel do avarento Ebenezer Scrooge. Assinada por Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”), a coprodução mostrará em três partes a maldição sofrida pelo agiota de coração frio, que se transforma em um homem mais gentil depois de ser visitado por uma série de fantasmas na véspera de Natal. A prévia demonstra que a nova versão envereda pelos aspectos mais sombrios da trama, aproximando-a do horror sobrenatural. O elenco também conta com Andy Serkis (“Pantera Negra”), Stephen Graham (“O Irlandês”), Jason Flemyng (“Pennyworth”), Joe Alwyn (“A Favorita”) e Vinette Robinson (“Sherlock”). Dirigida pelo cineasta britânico Nick Murphy (“O Despertar”), “A Christmas Carol” estréia em 19 de dezembro nos Estados Unidos.
Yardie: Veja o trailer da estreia de Idris Elba como diretor
O StudioCanal divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Yardie”, estreia na direção do ator Idris Elba (“A Torre Negra”). A prévia acompanha o protagonista das festas movidas a sound system de caminhão na Jamaica dos anos 1970 para o submundo do crime de Londres nos anos 1980. A trama é estrelada por Aml Ameen (série “Sense8”), no papel de um traficante que busca no crime meios de se vingar da morte de seu irmão. O título “Yardie” é uma gíria que designa quem mora nos “Minha Casa, Minha Vida” do governo britânico – prédios chamados de “government yards”. O protagonista chega em Londres no começo dos anos 1980, logo se deparando, sem querer, com o responsável pela morte de seu irmão na Jamaica. A briga pessoal transforma-se em um confronto violento pelas ruas da capital inglesa, coincidindo com o turbilhão político e social da época. O roteiro do filme foi escrito por Brock Norman Brock (“Bronson”) e Martin Stellman (do clássico mod “Quadrophenia”), e o elenco ainda inclui Naomi Ackie (“Lady Macbeth”) e Stephen Graham (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Exibido nos festivais de Sundance e Berlim, “Yardie” ainda não tem previsão de estreia comercial.
Asa Butterfield e Sam Claflin vão à guerra em trailer de drama britânico
O filme britânico de guerra “Journey’s End” ganhou pôsteres, fotos e trailer, com cenas dramáticas nas trincheiras do começo do século 20. Passado durante a 1ª Guerra Mundial, o filme marca o reencontro de dois amigos no campo de batalha, um recém-chegado e idealista e outro desiludido e sem esperanças com os rumos do conflito, que se unem enquanto esperam o ataque do inimigo. A trama é baseada na peça homônima de R.C. Sherriff (1896–1975), encenada pela primeira vez em 1928, quando a memória da guerra ainda era recente e Laurence Olivier era um jovem iniciante. Fez tanto sucesso que virou filme em 1930 e rendeu uma carreira de roteirista a Sherriff em Hollywood, assinando clássicos como “O Homem Invisível” (1933), “As Quatro Penas Brancas” (1939) e “Adeus, Mr. Chips” (1939). A direção da nova versão é de Saul Dibb (“Suite Francesa”) e o elenco destaca Asa Butterfield (“Ender’s Game”) como o recém-chegado e Sam Claflin (“Jogos Vorazes: Em Chamas”) como o amigo veterano, além de Paul Bettany (“Vingadores: Era de Ultron”), Toby Jones (“Boneco de Neve”), Stephen Graham (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”), Tom Sturridge (“LOnge Deste Insensato Mundo”) e Robert Glenister (“A Lei da Noite”). A estreia está marcada para 2 de fevereiro no Reino Unido e não há previsão de lançamento no Brasil.
Elvis Costelo canta música-tema do filme sobre a estrela noir Gloria Grahame
Elvis Costello divulgou o clipe de “You Shouldn’t Look at Me That Way”, música-tema do drama britânico “Film Stars Don’t Die in Liverpool” sobre o romance dos últimos dias da vida da estrela do cinema noir Gloria Grahame. A prévia traz o artista cantando ao piano, sobre o palco de uma antiga sala de cinema vazia, que é um cenário utilizado no filme. A edição, inclusive, utiliza cenas do longa em que a atriz Annette Bening e o ator Jamie Bell aparecem no mesmo local. O envolvimento de Costello na trilha sonora tem uma história intrigante. A ideia surgiu quando o diretor Paul McGuigan e a produtora Barbara Broccolli assistiam a um show do cantor e uma imagem de Gloria Grahame foi projetada no palco, durante uma canção (“Church Underground”). Mais que uma coincidência, McGuigan acreditou que se tratava de destino. Os bastidores do clipe também despertam curiosidade. Ele marca a estreia na direção de uma fotógrafa de família famosa, que, apesar de herdeira da Kodak, tem sobrenome ligado à história do rock: Mary McCartney, filha de Linda e Paul McCartney. Como a mãe, ela seguiu carreira fotográfica, mas já trabalhou com o pai, operando câmeras no documentário “Paul McCartney: In the World Tonight” (1997). Costello a conhece desde que ela era adolescente. Ele inclusive já gravou um disco em parceira com Paul McCartney, o clássico “Flowers in the Dirt”, de 1989. “You Shouldn’t Look at Me That Way” vai disputar uma vaga entre os indicados ao Oscar 2018 de Melhor Canção Original.
Annette Bening vive a estrela do cinema noir Gloria Grahame em trailer de drama elogiadíssimo
A Sony Pictures Classics divulgou o trailer, 16 fotos e o pôster americano de “Film Stars Don’t Die in Liverpool”, elogiadíssimo drama britânico em que Annette Bening (“Mulheres do Século 20”) vive a estrela do cinema noir Gloria Grahame (“No Silêncio da Noite”, “Os Corruptos”) no final de sua vida. A música que toca ao fundo da prévia é de Elvis Costello. Veja o clipe aqui. Recebida com elogios rasgados da crítica (95% de aprovação no Rotten Tomatoes), a atuação de Bening pode render a quinta indicação da atriz ao Oscar. Na trama, ela incorpora a estrela hollywoodiana já em fase decadente, que viaja para Liverpool, na Inglaterra, em 1981 para trabalhar numa peça de teatro, e acaba se envolvendo num romance com um homem muito mais jovem, encarnado por Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”). A história é baseada nas memórias de Peter Turner, o personagem de Bell. E o que começa como a atração de um jovem aspirante a ator por uma femme fatale lendária logo vira um relacionamento profundo, que precisará ser testado quando a atriz descobre que está morrendo de câncer, aos 57 anos de idade. A adaptação foi roteirizada por Matt Greenhalgh, especialista em cinebiografias de ícones populares, como Ian Curtis, em “Control” (2007), e John Lennon, em “O Garoto de Liverpool” (2009). A direção é de Paul McGuigan (“Victor Frankenstein”) e o elenco ainda inclui Julie Walters (“As Aventuras de Paddington”), Stephen Graham (série “Boardwalk Empire”) e Vanessa Redgrave (“Foxcatcher”). Depois de passar pelo circuito de festivais, o filme estreia em circuito limitado em 29 de dezembro nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.
Fotos e o pôster nacional de Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar destacam Johnny Depp e Javier Bardem
A Disney divulgou 18 de fotos e o pôster nacional de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, quinto filme da franquia estrelada por Johnny Depp, que incluem cenas do flashback que rejuvenesce Jack Sparrow, o personagem de Depp. Mas quem aparece nas imagens é o vilão do título nacional, vivido por Javier Bardem (“007 – Operação Skyfall”). A aventura traz Jack Sparrow novamente às voltas com maldições e piratas fantasmas, desta vez liderados por Salazar, um velho inimigo, que escapa do Triângulo do Diabo determinado a acertar contas. O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”), a direção é dos cineastas noruegueses Joachim Rønning e Espen Sandberg (ambos de “Expedição Kon Tiki”) e um detalhe curioso é que o título do filme em inglês não tem Salazar nenhum. É “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales” (Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias). A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Trailer do novo Piratas do Caribe anuncia o filme como “a última aventura” da franquia
Um detalhe do trailer de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” surpreendeu os fãs de Jack Sparrow. E não foi a versão jovem do personagem de Johnny Depp nem os tubarões voadores. Foi um aviso escrito na tela, que chegou sem maiores explicações, afirmando que o filme será “a última aventura”. Ou seja, a Disney nem vai esperar pelo resultado da bilheteria para decretar o fim da franquia, que já foi seu carro-chefe no começo do século. O longa anterior, “Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas” (2011), foi o que rendeu a menor bilheteria doméstica dentre as produções do Capitão Jack, mas mesmo assim fez mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. O problema é que as produções que o ator estrelou depois disso fracassaram clamorosamente. E, para complicar, a mais recente, “Alice Através do Espelho” (2016), contabilizou prejuízo para a própria Disney. Mas o desgaste de Depp pode ser maior que a perda de seu “star power” – o ator foi eleito o menos rentável de Hollywood pelos dois últimos anos. A divulgação de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar” começou sem mostrar o ator, dando destaque para o vilão vivido por Javier Bardem e os demais coadjuvante. O estúdio pareceu diminuir propositalmente a importância do astro para a produção, num período que coincidiu com seu divórcio tumultuado, que rendeu acusações de violência doméstica por parte de sua ex-esposa, Amber Heard. Para completar, após o fracasso de “O Cavaleiro Solitário” (2013), também estrelado por Depp, a Disney anunciou o fim de seu contrato de exclusividade com o produtor Jerry Bruckheimer, que, sim, também é produtor de “Piratas do Caribe”.
Novo trailer de Piratas do Caribe com o jovem Jack Sparrow ganha versão legendada
A Disney divulgou o pôster nacional e a versão legendada do trailer de “Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”, quinto filme da franquia estrelada por Johnny Depp. A prévia abre com um flashback que rejuvenesce Jack Sparrow, o personagem de Depp, e explica o motivo do título nacional, apresentando a origem do ódio de Salazar (Javier Bardem, de “007 – Operação Skyfall”). Entre as novidades, também demonstra que os novos coadjuvantes, vividos por Brenton Thwaites (“Deuses do Egito”) e Kaya Scodelario (“Maze Runner: Correr ou Morrer”), são basicamente versões dos personagens de Orlando Bloom e Keira Knightley na trilogia original. E, de quebra, ainda mostra tubarões fantasmas! A aventura traz Jack Sparrow novamente às voltas com maldições e piratas fantasmas, desta vez liderados por Salazar, um velho inimigo, que escapa do Triângulo do Diabo determinado a acertar contas. O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”), a direção é dos cineastas noruegueses Joachim Rønning e Espen Sandberg (ambos de “Expedição Kon Tiki”) e um detalhe curioso é que o título do filme em inglês não tem Salazar nenhum. É “Pirates of the Caribbean: Dead Men Tell No Tales” (Piratas do Caribe: Os Mortos Não Contam Histórias). A estreia está marcada para 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.










