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  • TV

    Stênio Garcia passa mal ao ser demitido da Globo

    31 de março de 2020 /

    O veterano ator Stênio Garcia passou mal após receber a confirmação de sua demissão da Globo. No domingo (29/3), ele usou as redes sociais para avisar que foi oficialmente demitido da emissora. Em conversa com o blog Notícias da TV, Marilene Saade, sua mulher, informou que ele está em estado de choque. “Outro dia ele teve pressão alta e na segunda vomitou. Sabe quando a pessoa fica aérea? Ele diz que está confuso”, revela. O ator recebeu três visitas médicas em sua casa, no Rio de Janeiro, desde 4 de março, quando foi avisado que seu contrato de prazo indeterminado estava prestes a ser rompido. “Ele está muito abalado e não está falando mais nesse assunto”, acrescenta. Nos últimos dias, Garcia chegou a comemorar uma reviravolta em sua situação na Globo. No início do mês, ele foi chamado para uma conversa com o departamento de Recursos Humanos. “Houve uma confusão. Nessa reunião, o moço do RH falou: ‘Se você for escalado até o dia 25 de março, depois deu o prazo até o dia 30, você continua e a gente não toca mais nesse assunto”, lembra. “A gente entendeu que escalado seria para uma próxima novela ou reservado. Ele não sabia que o projeto futuro tinha que ser até o dia 25 de março. Teria que estar no dia 25 em estúdio e gravando. Impossível, porque tudo foi parado [por causa da pandemia do novo coronavírus]”, explica. Ele chegou a ser escalado por Glória Perez para sua próxima novela das 21h. Para o ator, a situação estava resolvida. “Ele estava todo feliz e a gente comemorou”, disse Marilene. No entanto, em novas conversas com o RH, o casal entendeu que a Globo, na verdade, ofereceu uma mudança para contrato por obra. “Eles [da Globo] já falaram com a empresária dele sobre a rescisão e quando o senhor do recursos humanos me ligou, falou o seguinte: ‘Por causa do coronavírus, a gente manda [a rescisão contratual] aí’. Ele vai ler e mandar para o advogado”, diz. “O advogado vai ler o que está escrito, porque diz que dentro de seis meses não pode trabalhar em outra emissora. Bom, ele [o advogado] vai falar se a gente vai atrás dos direitos”, entrega ela. Garcia era contratado como pessoa física, ou seja, com carteira de trabalho assinada. Abalado, o ator de 87 anos ainda vai trabalhar na próxima novela de Glória Perez, mas num contrato por obra. Nesta terça-feira (31/3), o ator deve receber o último salário da Globo.

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  • TV

    Globo ameaça dispensar Stênio Garcia, que é socorrido por Gloria Perez

    20 de março de 2020 /

    Desesperado por perder seu contrato fixo na Globo ao entrar em quarentena como precaução contra a pandemia de coronavírus, o ator Stênio Garcia fez um apelo nas redes sociais para ser contratado para algum trabalho e assim evitar ficar desamparado durante o isolamento. Ele acabou atendido pela autora Gloria Perez, que o escalou para sua próxima novela das nove. Aos 88 anos, o ator tinha sido avisado de de que, se até 30 de março não fosse reservado por um autor ou diretor, teria seu contrato automaticamente rompido. Em um vídeo publicado nas redes sociais de sua esposa, Marilena Saade, Stênio explicou a situação: “Meu nome é Stênio Garcia. Tenho 88 anos e quase 70 anos de carreira. Estou na Globo com contrato de prazo indeterminado desde 1973. No dia 4 de março recebi um cartão vermelho e se eu não for escalado ou reservado até o dia 30 de março terei o meu contrato abruptamente interrompido”, disse o ator, que em seguida pediu que autores escrevessem um papel para ele em suas produções na emissora. “Devido ao coronavírus, não posso sair de casa. Então, eu peço que os autores e diretores da Rede Globo que me escalem, que me reservem até o dia 30 de março, para que eu possa continuar trabalhando. “Meu trabalho, como vocês sabem, é a minha vida. E eu dependo disso para me manter vivo. Muito obrigado”, finalizou o ator. Garcia foi pego de surpresa com a possibilidade de ficar desempregado. Ele estava gravando a série “Filhas de Eva” desde novembro, trabalho que acabou em fevereiro passado. Dias depois, recebeu o ultimato, afirmando que seu contrato de prazo indeterminado com a Globo corria risco de ser rompido. O ator precisou ser medicado, pois apresentou queda de pressão. Ele buscou contato com muitas pessoas, entre elas Gloria Perez. “Eu liguei para ela. Ela tem um projeto, que não é para este ano, é para o ano que vem e eu estarei nele. É certo”, contou o ator ao blog Notícias da TV, do UOL. “Trabalhei em todos os projetos da Gloria, e agora será mais um”, completa Garcia. Quando a pandemia por causa do coronavírus passar, os dois devem se encontrar para acertar detalhes. Com a situação resolvida, ele e sua esposa agora passam a quarentena da covid-19 no sítio do casal, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Ver essa foto no Instagram Meu trabalho é minha vida . Por causa do #coronavirus não posso sair em campo e por isso estou usando a rede social da minha mulher para me pronunciar e de forma digna me comunicar com todos autores e diretores que nesse momento possam criar um personagem para mim . Conto com todos vocês 🙏🏻 Uma publicação compartilhada por Marilene Saade (@mari_saade) em 17 de Mar, 2020 às 10:51 PDT

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  • Filme

    O Beijo no Asfalto usa metalinguagem para contar história clássica

    9 de dezembro de 2018 /

    “O Beijo no Asfalto” (2017), filme que marca a estreia na direção do ator Murilo Benício, é uma adaptação da peça homônima de Nelson Rodrigues, que fala sobre um homem, Arandir (Lázaro Ramos), que vê um sujeito ser atropelado na sua frente e concede ao moribundo um último pedido: um beijo. Escrita em 1960, a peça mostra como a vida desse homem é arruinada, uma vez que aquele simples ato de bondade dá início a uma verdadeira perseguição por parte da polícia, da imprensa e do seu próprio sogro, ao mesmo tempo em que causa problemas no seu casamento com Selminha (Débora Falabella). O texto original foi transposto integralmente para o filme. E isso é perceptível tanto no conteúdo verborrágico e nos diálogos sobrepostos – característicos do teatro – quanto na abordagem de alguns temas comuns a Nelson, como a sexualidade, a intimidade da família “normal” brasileira e as perversões humanas. Porém, vale citar que a peça não condena a homossexualidade, o que ela condena é a repressão da mesma, e a maneira como as instituições de poder, como a polícia, a mídia e a religião, tratam desse assunto como se fosse uma doença – e o fato de um texto tão antigo soar tão atual é um mau sinal. Ainda assim, Benício imprimiu a sua própria visão para a obra, propondo algo diferente para esta adaptação: fazendo uso da metalinguagem, ele apresenta o processo dos próprios atores ao se prepararem para realizar o longa-metragem. Assim, o que vemos é o elenco sentado a uma mesa discutindo o texto e se familiarizando com os seus respectivos personagens, enquanto Murilo fica num canto, só ouvindo. As cenas dos ensaios se misturam com cenas “de cinema”, da adaptação em si, e é por meio dessa mistura que acompanhamos a história de Arandir. Trata-se de uma proposta bastante complexa para um diretor estreante, mas Benício demonstra habilidade de um veterano. Explicitando todo o aparato cinematográfico, desde as câmeras, os trilhos do travelling e as páginas do roteiro, o realizador usa esse recurso da metalinguagem para criar algumas composições belíssimas, como aquela na qual um plano geral revela o cenário montado, mas aos poucos a câmera se aproxima dos atores, deixando de lado todo aquele aspecto “realista” (ou seja, excluindo os detalhes do estúdio e da equipe de filmagem) e se concentrando na “ficção” (tornando-se uma cena “normal” de cinema). Assim, ainda que as cenas dos ensaios continuem a fazer parte da narrativa, a partir do segundo ato – sim, existe a divisão em três atos – a ficção torna-se muito mais presente na tela do que essa (falsa) realidade. É como se os atores já conhecessem bem os seus personagens e já tivessem ensaiado o bastante, podendo partir para a “prática”. Com isso, em momentos mais densos, como na discussão entre Selminha e seu pai, Aprígio (Stênio Garcia), o diretor fecha o quadro no rosto daquelas pessoas para que possamos ver em detalhes todas as expressões que eles tanto ensaiaram. E isso só funciona porque o talentoso elenco consegue extrair a densidade do texto de Nelson com aparente facilidade e, contraditoriamente, com naturalidade. Murilo declarou que “O Beijo no Asfalto” foi um projeto coletivo e que todos os envolvidos são responsáveis por esse resultado. De fato, o cinema é uma arte colaborativa. Mas o cinema também precisa do direcionamento do realizador para não se tornar uma cacofonia de diversas vozes falando ao mesmo tempo. E Benício demonstra o talento necessário tanto para criar, quanto para ouvir e filtrar aquilo que lhe interessa. Ou seja, é um excelente cineasta.

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  • Série

    Globo planeja resgatar Carga Pesada com elementos sobrenaturais

    29 de maio de 2017 /

    A rede Globo estaria planejando um revival de “Carga Pesada”, série clássica estrelada por Antônio Fagundes e Stênio Garcia. O projeto faria parte da onda de nostalgia que avança sobre a programação da emissora, após o sucesso da “Escolinha do Professor Raimundo” e as gravações do novo “Os Trapalhões”. As aventuras dos caminhoneiros Pedro (Fagundes) e Bino (Garcia) já experimentaram um revival anterior. A versão original foi exibida entre os anos de 1979 e 1981, mas os personagens voltaram numa segunda encarnação mais duradoura, entre 2003 e 2007. O detalhe é que os planos da Globo para seu famoso programa para uma terceira e última fase teria uma inovação: a presença de elementos sobrenaturais. Segundo o UOL, a intenção da emissora é reunir os dois atores sob o comando de Ricardo Waddington, diretor que já estaria avaliando o projeto. A nova versão traria Pedro como um trabalhador falido que ainda tenta lucrar com o célebre caminhão da dupla. Por outro lado, Bino tornou-se um homem rico e sua fortuna teria sido alcançada através de um pacto infernal com o próprio diabo. Após anos sem se comunicarem, os dois terão que voltar a trabalhar juntos para encontrar Sônia, filha biológica de Bino, que desapareceu misteriosamente. Se a produção for aprovada, Aguinaldo Silva assumirá o lugar anteriormente ocupado por Dias Gomes e Walcyr Carrasco na supervisão dos roteiros. Tudo dando certo, a série será relançada no ano que vem.

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  • Filme

    O Beijo no Asfalto: Estreia indie de Murilo Benício como diretor ganha primeiras fotos

    6 de janeiro de 2016 /

    O ator Murilo Benício (“O Homem do Ano”) vai estrear na direção de cinema com “O Beijo no Asfalto”, adaptação da peça homônima de Nelson Rodrigues, que ele filmou em 11 dias, em preto e branco e com um orçamento de R$ 1 milhão de seu próprio bolso. Totalmente indie, a produção divulgou suas primeiras fotos, que permitem vislumbrar as opções criativas do agora cineasta. Diferente do filme de 1981, dirigido por Bruno Barreto, que transpôs a trama para o cinema, Murilo seguiu a rota de Al Pacino em “Ricardo III – Um Ensaio” (1996) e “Wilde Salomé” (2011), misturando encenação da peça, com Lázaro Ramos (“O Vendedor de Passados”) no papel do bancário recém-casado que beija um moribundo desconhecido, e documentário – cenas dos bastidores, imagens de camarim e até uma leitura do texto conduzida por Fernanda Montenegro. As filmagens aconteceram em um teatro no Instituto Superior de Educação do Rio de Janeiro e incluem só três externas. O elenco também inclui a esposa de Benício, Débora Falabella (série “Dupla Identidade”), além de Otávio Muller (“O Gorila”), Luiza Tiso (série “Marcas da Vida”), Marcelo Flores (“E Aí… Comeu?”) e Stênio Garcia (“Ó Paí, Ó”), como o homem que, em seus últimos suspiros, pede um beijo. O filme ainda não tem previsão de estreia, mas a experiência já animou Benício a planejar seu próximo trabalho como diretor. Será mais uma adaptação teatral, “Pérola”, de Mauro Ras.

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