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    Star Wars: O Despertar da Força já virou a maior bilheteria de toda a franquia

    31 de dezembro de 2015 /

    O filme “Star Wars: O Despertar da Força” atingiu nesta quarta-feria (30/12) a arrecadação mundial de US$ 1,2 bilhão, o que o tornou, em apenas duas semanas, a maior bilheteria de toda a franquia. O novo longa de J.J. Abrams superou aquele que até então era o “Star Wars” mais bem-sucedido, o “Episódio I – A Ameaça Fantasma”, que fez US$ 1,02 bilhão ao iniciar a segunda trilogia em 1999. Os valores também já o colocam como a 9ª maior bilheteria mundial de todos os tempos, ficando logo atrás de “Frozen – Uma Aventura Congelante” (2013). Muitos especulam que o novo Star Wars deverá superar a casa dos US$ 2 bilhões, marca ultrapassada apenas por “Titanic” (1997) e “Avatar” (2009). Apenas nos EUA, o longa atingiu US$ 600 mil, consagrando-se como a 2ª maior bilheteria do país em 2015 e a 5ª maior de todos os tempos. Até o fim de semana, a produção da Disney deverá avançar muitas posições no ranking das bilheterias domésticas e mundiais.

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    Bonecas de Rey são raridade entre os brinquedos “para meninos” de Star Wars

    24 de dezembro de 2015 /

    Quando uma situação se repete por três vezes, recebendo as mesmas críticas, ninguém mais pode dizer que se trata de acaso. Pois pela terceira vez a Disney licenciou para a Hasbro a fabricação de brinquedos derivados de um sucesso de cinema, e os produtos voltam a minimizar as principais personagens femininas da produção. Quem já procurou pelos bonecos da Viúva Negra (“Vingadores”) e Gamora (“Guardiões da Galáxia”) nem se surpreende mais com a dificuldade de encontrar brinquedos baseados em Rey, que é simplesmente a personagem principal de “Star Wars: O Despertar da Força”. O set mais popular de bonecos licenciados pela Hasbro reúne Finn (John Boyega), Chewbacca (Peter Mayhew), Poe Dameron (Oscar Isaac) e Kylo Ren (Adam Driver), além de um líder dos stormtroopers e um piloto de TIE fighter, ambos figurantes. Mas nada de Rey (Daisy Ridley). Ela também não foi incluída na versão de “Monopoly” (o Banco Imobiliário americano) baseada em “Star Wars”. E nem sequer no set do Millennium Falcon, que traz Finn e Chewie, mas não a piloto. Um pai irritado por não encontrar brinquedos da personagem para sua filha lançou a hashtag #whereisrey no Twitter. E alguns compradores observaram que era possível encontrar bonecos individuais da heroína, na linha premium, mas eles se esgotaram nas primeiras horas de exibição do filme, e permanecem em falta em grandes redes online como Amazon e Toys R Us, porque foram fabricados em menor quantidade. Outro detalhe: Rey é uma das personagens com menos produtos disponíveis – apenas quatro. Mas isso não é nada perto da consideração dada às outras duas mulheres que se destacam no filme, a vilã Capitã Phasma (Gwendoline Christie), que ganhou dois bonecos, e a icônica Leia (Carrie Fisher), que simplesmente foi ignorada na linha de brinquedos do novo filme. Para completar, o site da Hasbro identifica os bonecos de “Star Wars”, chamados de Action Figures, como produtos para meninos. Aparentemente, meninas não podem brincar com a Rey, que é valente e heroica, só com a Barbie, que tem vestidos e uma casinha.

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    J.J. Abrams estaria arrependido por ter se recusado a dirigir mais um Star Wars

    23 de dezembro de 2015 /

    O diretor J.J. Abrams está respirando melhor, após superar a difícil pressão de entregar um filme à altura da trilogia original de “Star Wars”. Mas o suspiro de alívio também fez cair a ficha. Enquanto “Star Wars: O Despertar da Força” segue arrancando elogios e quebrando recordes mundiais de bilheteria, Abrams começa a lamentar sua decisão de ter recusado o convite para continuar à frente da franquia e dirigir o “Episódio VIII”. Quem fez a confidência foi o ator Greg Grunberg (minissérie “Heroes Reborn”), amigo de longa data e talismã de Abrams – ele atuou em todos os filmes do diretor, inclusive em “Star Wars”. Segundo Grunberg, a reação do cineasta ao ler o roteiro do próximo filme foi de arrependimento profundo. “Ele leu e disse uma coisa que ele nunca diz, mesmo. Ele disse: ‘É tão bom que eu queria estar dirigindo’. Eu nunca o vi expressar tanto arrependimento assim.” Ainda que Abrams tenha optado por passar o cargo, ele continuará na franquia, participando da equipe de produção dos próximos filmes. O “Episódio VIII” tem roteiro e direção de Rian Johnson (“Looper: Assassinos do Futuro”) e até Daisy Ridley, intérprete de Rey, já declarou, sem emitir detalhes, que a história é “muito boa”. A estreia está marcada para 26 de maio de 2017.

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    Mais um dia, mais um recorde: Star Wars tem maior bilheteria de terça-feira em todos os tempos

    23 de dezembro de 2015 /

    O interesse por “Star Wars: O Despertar da Força” manteve os cinemas americanos lotados na terça (22/12), levando o filme a quebrar mais um recorde. Um dia após se tornar o filme mais assistido numa segunda-feira nos EUA, “Star Wars: O Despertar da Força” teve a maior bilheteria já registrada numa terça-feira no país. Foram US$ 37,3 milhões em ingressos vendidos, superando o antigo recordista, “O Incrível Homem-Aranha”, que faturou US$ 35 milhões na véspera de um feriadão em 2012. Os números são dignos de fim de semana, e a expectativa é que o longa dirigido por J.J. Abrams também se torne a maior bilheteria de Natal de todos os tempos. Há quem atribua o desempenho impressionante às férias escolares. Mas é difícil crer que esse seja o principal fator, uma vez que a outra estreia infanto-juvenil da semana, “Alvin e os Esquilos – Na Estrada”, está rendendo US$ 3 milhões por dia, desde segunda-feira. Na verdade, parece não haver outra razão para o sucesso de “Star Wars”, além do fato de ser um filme de “Star Wars” – mais especificamente, o filme de “Star Wars” que os fãs ansiavam.

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    Star Wars: O Despertar da Força dobra a crítica e é incluído de última hora no Critics Choice Awards

    23 de dezembro de 2015 /

    A força do novo “Star Wars” é tão grande que conseguiu dobrar a crítica americana. “Star Wars: O Despertar da Força” foi incluído de última hora no Critics Choice Awards, tornando-se o primeiro filme a disputar o prêmio após a divulgação completa dos indicados. Os concorrentes foram anunciados em 14 de dezembro, antes da estreia e da exibição para a imprensa de “Star Wars: O Despertar da Força”. Mas a pressa na divulgação dos candidatos não levou em consideração que o filme de J.J. Abrams poderia ser um dos melhores do ano. A solução foi anunciada na terça-feira (22/12) pela Broadcast Film Critics Association (BFCA), grupo formado por críticos de cinema americanos e canadenses que organiza o prêmio, com a inclusão de um 11º candidato na categoria de Melhor Filme. Assim, “Star Wars: O Despertar da Força” disputará o troféu com “Mad Max: Estrada da Fúria”, “A Grande Aposta”, “Ponte dos Espiões”, “Brooklyn”, “Carol”, “Perdido em Marte”, “O Regresso”, “O Quarto de Jack”, “Sicario” e “Spotlight”. Apesar do anúncio, não ficou claro se “Star Wars: O Despertar da Força” também será incluído em outras categorias, como, dentre as mais óbvias, Melhor Filme de Ficção Científica. A cerimônia acontece em 17 de janeiro em Santa Monica, na grande Los Angeles.

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    Cai mais um recorde: Novo Star Wars registra maior bilheteria de segunda-feira da história dos EUA

    23 de dezembro de 2015 /

    Os recordes não param. O público está tão mobilizado para ver “Star Wars: O Despertar da Força”, que a lotação de cinemas na segunda (21/12) foi histórica. Nunca antes tantas pessoas foram ao cinema numa segunda-feira nos EUA. O resultado foi digno de fim de semana, uma bilheteria de simplesmente US$ 40 milhões! O recorde supera em mais de 44% a maior arrecadação registrada anteriormente numa segunda-feira nos cinemas americanos – os US$ 27,7 milhões obtidos por “Homem-Aranha 2” em 2004. O desempenho impressionante também foi atribuído às férias escolares. Mas é difícil crer que esse seja o principal fator, uma vez que a outra estreia infanto-juvenil da semana, “Alvin e os Esquilos – Na Estrada”, não passou dos US$ 3 milhões no mesmo período. Na verdade, parece não haver outra razão para o sucesso de “Star Wars”, além do fato de ser um filme de “Star Wars” – mais especificamente, o filme de “Star Wars” que os fãs ansiavam.

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    Star Wars: Harrison Ford teria recebido 50 vezes mais que os novos protagonistas da franquia

    22 de dezembro de 2015 /

    Com o sucesso de “Star Wars: O Despertar da Força”, começam a surgir histórias sobre os bastidores da produção. O tabloide inglês Daily Mail foi atrás do fuxico financeiro, publicando que, para voltar a interpretar Han Solo, Harrison Ford teria recebido US$ 25 milhões. Foi muito. Porém, nem tanto, garantem fontes da revista Variety, que, por sua vez, revelou um cachê entre US$ 15 e US$ 20 milhões. Enquanto isso, os intérpretes de Luke Skywalker e Leia Organa, os atores Mark Hamill e Carrie Fisher, receberam entre US$ 1 milhão a US$ 5 milhões. Ainda segundo a Variety, Adam Driver, que viveu o vilão Kylo Ren, e Oscar Isaac, o piloto Poe Dameron, vêm em seguida. Como os dois têm um nome estabelecido na TV e no cinema, o salário ficou entre US$ 500 mil e US$ 900 mil. Já para Daisy Ridley e John Boyega “restou” um cachê de US$ 100 mil a US$ 300 mil. Claro que esses valores devem aumentar para todo o elenco, principalmente por causa das compensações de dividendos da bilheteria. Há uma cláusula de percentagem sobre o lucro total a partir do momento em que o longa ultrapassar US$ 1 bilhão em bilheteria mundial. Além disso, aumentos devem ser negociados para os próximos filmes. E esta negociação não deverá ser fácil, após a revelação dos valores recebidos por Ford.

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    Equipe de Jurassic World parabeniza Star Wars por quebrar seu recorde mundial de bilheteria

    21 de dezembro de 2015 /

    Isto é que é levar na esportiva. O produtor Frank Marshall publicou em seu Twitter uma arte em que a equipe de “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros” parabeniza “Star Wars: O Despertar da Força” por quebrar o seu recorde de maior bilheteria mundial de estreia em todos os tempos. A arte mostra um dinossauro colocando uma medalha de ouro no droid BB-8. O sétimo longa da franquia espacial arrecadou US$ 529 milhões no mundo todo e se tornou o filme que mais faturou em seu fim de semana de estreia. O recorde anterior, que pertencia ao filme dos dinossauros da Univesral, era de US$ 524 milhões. A homenagem foi assinada por Marshall, pelo diretor Colin Trevorrow, pelo produtor Steven Spielberg e pela Universal Pictures. Vale lembrar que Spielberg é amigo de longa data de George Lucas, o criador de “Star Wars” e que Trevorrow será o diretor do final da nova trilogia espacial, “Star Wars – Episódio IX”, que tem estreia agendada para 2019. Ou seja, todos ficaram felizes.

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    Star Wars arrasa recordes, conquistando a maior bilheteria mundial de estreia de todos os tempos

    21 de dezembro de 2015 /

    Os números das bilheterias de “Star Wars: O Despertar da Força” não param de impressionar, derrubando um recorde atrás do outro. Com a contagem final confirmada, agora é oficial: o novo “Star Wars” conquistou a maior bilheteria mundial de estreia em todos os tempos. Ao todo, o filme dirigido por J.J. Abrams arrecadou US$ 529 milhões nos cinemas de todo o mundo, superando por uma pequena margem o antigo recordista, “Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros”, que fez US$ 524 milhões em junho passado. O mais impressionante é que, ao contrário de “Jurassic World”, “Star Wars: O Despertar da Força” ainda não estreou na China, segundo maior mercado cinematográfico do planeta. A Disney deixou o país por último, com lançamento por lá somente em janeiro. Isto porque, graças ao comunismo, a China é um dos poucos lugares do mundo que não exibiu a trilogia original, tornando o desafio do marketing ainda maior. Mesmo assim, a estreia chinesa pode impulsionar o longa para novos recordes. A conquista da Terra aconteceu após “Star Wars” superar outro recorde de “Jurassic World”, o de maior estreia da história dos EUA. Com US$ 238 milhões em seu primeiro fim de semana de exibição, a sci-fi da Disney deixou bem para trás os dinossauros da Universal, que faturaram US$ 208 milhões no mercado doméstico americano. Outros recordes conquistados incluem a maior pré-venda de ingressos e o maior faturamento de primeiro dia de exibição nos EUA. No Brasil, “Star Wars: O Despertar da Força” rendeu a maior arrecadação de dia de estreia de 2015 (R$ 9,5 milhões), mas não superou as bilheterias dos primeiros fins de semana de “Velozes e Furiosos 7” e “Os Vingadores – A Era de Ultron”. Ao todo, o filme fez R$ 33,6 milhões em seus primeiros quatro dias em cartaz nos cinemas brasileiros.

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    Bilheterias: Star Wars mostra sua Força com a maior estreia da história do cinema americano

    20 de dezembro de 2015 /

    A Força despertou, deixando o público de cinema em frenesi nos EUA. Até o Presidente Barack Obama interrompeu mais cedo uma entrevista coletiva com a desculpa de que precisava assistir ao novo “Star Wars”. O resultado foi recorde atrás de recorde de arrecadação. Após registrar a maior pré-venda de ingressos e o maior faturamento de primeiro dia de exibição, “Star Wars: O Despertar da Força” somou US$ 238 milhões para se tornar a maior bilheteria de fim de semana de estreia da América do Norte. Em todos os tempos. A empolgação deixou para trás o antigo recordista, “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros”, que também neste ano faturou US$ 208 milhões. Apesar da grande expectativa gerada pela estreia de “Star Wars”, algumas produções se arriscaram a dividir a mesma data de lançamento. O resultado previsto se confirmou, com bilheterias fracas, mas também rendeu algumas surpresas no Top 10 da semana. O melhor desempenho ficou com o lançamento infantil “Alvin e os Esquilos: Na Estrada”, que estreou em 2º lugar, mas numa galáxia muito distante de “Star Wars”, com faturamento de US$ 14,4 milhões. A comédia “Irmãs”, que junta as comediantes Tina Fey e Amy Poehler, abriu logo atrás, com US$ 13,4 milhões em 3º lugar. Com isso, após quatro semanas consecutivas no topo das bilheterias, “Jogos Vorazes: A Esperança – O Final” caiu para 4º, seguido pelo spin-off de “Rocky”, “Creed: Nascido para Lutar”, no final do Top 5. As maiores surpresas, porém, ficaram para o fundo do tacho, abaixo do naufrágio de “No Fundo do Mar”, que de uma semana para a outra caiu do 2º para o 8º lugar. É que o Top 10 da semana se fecha com dois lançamentos indianos, uma verdadeira raridade nos EUA, que costuma ser avesso a sucessos estrangeiros. [symple_toggle title=”Clique aqui para conferir as 10 maiores bilheterias do fim de semana nos EUA ” state=”closed”] BILHETERIA: TOP 10 EUA [symple_column size=”one-half” position=”first” fade_in=”false”] 1. Star Wars: O Despertar da Força Fim de semana: US$ 238 milhões Total EUA: US$ 238 milhões Total Mundo: US$ 517 milhões 2. Alvin e os Esquilos: Na Estrada Fim de semana: US$ 14,4 milhões Total EUA: US$ 14,4 milhões Total Mundo: US$ 14,4 milhões 3. Irmãs Fim de semana: US$ 13,4 milhões Total EUA: US$ 13,4 milhões Total Mundo: US$ 15,2 milhões 4. Jogos Vorazes: A Esperança – O Final Fim de semana: US$ 5,6 milhões Total EUA: US$ 254,4 milhões Total Mundo: US$ 595,5 milhões 5. Creed: Nascido para Lutar Fim de semana: US$ 5 milhões Total EUA: US$ 87,9 milhões Total Mundo: US$ 95,5 milhões [/symple_column] [symple_column size=”one-half” position=”last” fade_in=”false”] 6. O Bom Dinossauro Fim de semana: US$ 4,3 milhões Total EUA: US$ 96,5 milhões Total Mundo: US$ 189,6 milhões 7. Krampus – O Terror do Natal Fim de semana: US$ 3,7 milhões Total EUA: US$ 34,8 milhões Total Mundo: US$ 47,6 milhões 8. No Coração do Mar Fim de semana: US$ 3,4 milhões Total EUA: US$ 18,6 milhões Total Mundo: US$ 68,2 milhões 9. Dilwale Fim de semana: US$ 1,8 milhão Total EUA: US$ 1,8 milhão Total Mundo: US$ 1,8 milhão 10. Bajirao Mastani Fim de semana: US$ 1,6 milhão Total EUA: US$ 1,6 milhão Total Mundo: US$ 1,6 milhão [/symple_column] [/symple_toggle]

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    Novo Star Wars supera expectativas e se mostra à altura da trilogia original

    20 de dezembro de 2015 /

    A fascinação do público por “Star Wars” pode ser facilmente medida em (grandes) números. Uma das franquias mais admiradas e bem-sucedidas do cinema, “Star Wars” tornou-se, desde a estreia, em 1977, do então “Guerra nas Estrelas”, um sucesso não apenas no cinema, mas um fenômeno em termos de comercialização de produtos que vão desde action figures, passando por camisetas, cobertores e sandálias e tudo o que você puder imaginar. Ainda que presentes no imaginário popular há quase 40 anos, a saga foi aos poucos perdendo o encanto e a magia que encantou crianças, jovens e adultos neste período, muito por conta das versões plastificadas, artificiais e medíocres entregues por George Lucas nos prólogos que estrearem entre 1999 e 2005. Anunciado desde a compra da LucasFilm pela Disney, este “O Despertar da Força” vinha sendo aguardado com uma expectativa incomensurável, fosse pela direção de J.J, Abrams (um diretor talentoso que já havia ressuscitado “Star Trek”, uma franquia tão amada quanto), pelo roteiro co-escrito por Lawrence Kasdan (um mestre do assunto, responsável por “Caçadores da Arca Perdida” e “O Império Contra-Ataca”, consideradas até hoje como duas das melhores aventuras de todos os tempos) como pelo retorno aos efeitos práticos e cenários verdadeiros, bem diferentes dos prólogos, que o tempo tratou de aproximar dos videogames. O fato é que, passada a euforia de estreia, é absolutamente correto afirmar que “O Despertar da Força” não apenas honra toda a trilogia original como é uma das aventuras mais aprazíveis, emocionantes, divertidas e eficientes de todo o ano, além de, mesmo com diversas falhas pontuais, um triunfo em seu aspecto mais crucial, o de trazer ao espectador aquela sensação de encantamento que até hoje coloca “Star Wars” como algo bem maior que uma simples franquia cinematográfica. “O Despertar da Força” é simplesmente a continuação de “Star Wars” que todos desejavam, um retorno a um universo familiar e conhecido, mas que revela diversas surpresas, revelações e choques capazes de abalar até o mais frio dos espectadores. A trama faz questão de trabalhar com os cânones da saga de forma respeitosa. Até demais, em alguns aspectos. Mesmo os espectadores mais desatentos perceberão que este “Episódio VII” nada mais é do que uma refilmagem pouco disfarçada do “Episódio IV”, o primeiro “Guerra nas Estrelas”. Há a jovem solitária que vive no deserto e que encontra um pequeno robô – o simpático, carismático e divertido BB-8 – que carrega consigo uma mensagem secreta que deve ser entregue à Resistência Rebelde. A jovem conta com a ajuda de diversos amigos e de um mentor, ao mesmo tempo em que são perseguidos por um cavaleiro de roupas negras – isso sem contar a ameaça de uma nova e poderosa estação espacial. Não faltam nem o resgate nesta mesma estação e um ataque de caças na conclusão. Se a plot não faz questão de inovar – talvez como homenagem, talvez como falta de ousadia – o roteiro de Kasdan e Abrams faz com que este seja um problema facilmente contornável, graças a um trabalho excepcional no desenvolvimento e na apresentação de personagens e de situações que – ainda que continuem referenciando diversos elementos da saga – são capazes de elevar-se acima da mera referência e se tornem releituras carregadas de força e intensidade dramática. Sim, o filme é um “fan service” descarado (ainda que de forma muito mais sutil e inteligente do que, por exemplo, “Jurassic World”), mas tão bem feito que transcende esse reducionismo. Além do roteiro que foge das explicações óbvias e das redundâncias que abundaram nos prólogos, boa parte do sucesso do filme se deve à direção inspirada de J.J Abrams, que entrega aqui aquele que é o seu melhor trabalho, um filme com um ritmo empolgante, com um humor que funciona e não soa deslocado, com sequências de ação acachapantes e com diversos momentos que já podem se posicionar entre os mais admiráveis e emblemáticos da saga, como a impactante sequência da ponte – uma (outra) referência a “O Império Contra-Ataca” – um momento tão bem estruturado e encenado que Abrams mereceria nossos aplausos apenas por tê-lo feito com a importância e com o peso exigidos. Abrams recupera a estética original estabelecida no “Episódio IV” – com suas naves envelhecidas e enferrujadas, suas transições que lembram animações de PowerPoint, a trilha sonora de John Williams, os efeitos sonoros de Ben Burtt. A pegada pé no chão é tão convincente que os poucos momentos em que o filme parece não funcionar ocorrem justamente com a entrada de criaturas digitais, como a Maz Tanaka de Lupita N´yongo e do Supremo Líder Snoke de Andy Serkis. Outro ponto da modernidade estampada neste “Episódio VII” é a escolha de seus protagonistas. Em um ano em que tivemos a força de uma Imperatriz Furiosa, a inteligência de uma Ilsa Faust e o altruísmo de Katniss, é um deleite perceber que todas elas apenas estavam abrindo espaço para a jovem Rey – talvez uma protagonista bem mais interessante que Luke Skywalker no filme de 1977. Interpretado pela gracinha Daisy Ridley, Rey segue, inicialmente, os mesmos passos do jovem Skywalker, mas sua narrativa e seu crescimento dentro da trama são desenvolvidos com muito mais consistência. E, sim, temos uma garota protagonizando “Star Wars”. Até por conta disso, fica evidente que o arco do personagem Finn (Jon Boyega, aproveitando a oportunidade com sangue nos olhos) é bem mais frágil: um stormtrooper com crise de consciência que resolve abandonar a Primeira Ordem, uma espécie de reboot do Império Galáctico. Da mesma forma, o carismático Poe Dameron de Oscar Isaac – o melhor piloto da galáxia de todos os tempos! – é outro personagem que clama por mais espaço nos próximos episódios. Do lado dos vilões, Adam Driver arrisca em transformar seu Kylo Ren em uma versão mais jovem de Darth Vader, tão poderosa quanto, mas repleto de dúvidas e questionamentos. Ao lado de Rey, Kylo Ren é com certeza um dos mais complexos personagens desta nova saga, uma figura ao mesmo tempo ameaçadora e trágica, que sofre justamente com a tentação de não cair para o lado luminoso da Força. Driver dá vida a um vilão tão interessante que seus primeiros cinco minutos em tela ofuscam todas as aparições do jovem Darth da segunda trilogia. Entre os veteranos, é um deleite em todos os sentidos reencontrar estes personagens 30 anos mais velhos – e mais experientes. Com um bem aproveitado tempo em tela, é possível afirmar que Han Solo e Rey são o coração e a alma deste novo “Star Wars”. O veterano ator tira sua carranca mal-humorada e restabelece Solo no panteão dos grandes personagens do cinema. Já Carrie Fisher demonstra com dignidade o peso dos anos e da experiência que transformaram a Princesa em General Leia, carregando consigo uma dor e uma resignação tocantes. De Mark Hammil e seu Luke Skywalker não podemos falar muito. Escondido em toda a divulgação do filme, Skywalker transformou-se, assim como seus colegas de luta, em uma figura mítica e lendária. Não por acaso, o filme gira todo em torno de sua busca, e sua presença, mesmo quando apenas mencionada, traz novamente ao filme aquele viés épico e grandioso que tanto admiramos na primeira trilogia. Concluindo com aquele que é provavelmente o plano mais belo, interessante e promissor de todos os seis filmes anteriores, “O Despertar da Força” consegue se mostrar superior até ao excruciante hype que o precedia. Para além da memória afetiva e da expectativa, é uma obra carregada de nostalgia que chega derrubando todas as portas com um olhar moderno e relevante: um blockbuster honesto e autêntico em suas premissas, feito para entreter os fãs e converter novas gerações à saga que começou a muito tempo atrás numa galáxia muito distante.

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    Daisy Ridley já recebeu o roteiro de Star Wars: Episódio VIII

    20 de dezembro de 2015 /

    A atriz Daisy Ridley, intérprete de Rey, a principal protagonista feminina de “Star Wars: O Despertar da Força”, revelou que já recebeu o roteiro do próximo filme da franquia. Em entrevista para a revista Variety, ela confessou que está no meio da leitura da trama do “Episódio VIII” e que começará a filmar em seguida. “É muito bom, mas vamos ver o ‘Episódio VII’ antes de falar do ‘VIII'”, ela comentou. Só que a presidente da LucasFilm, Kathleen Kennedy, não aguentou esperar e contou algumas novidades da produção. “Além do retorno dos atores de ‘O Despertar da Força’, teremos novos integrantes no elenco, o que é sempre excitante”, ela adiantou à agência de notícias Bang Showbiz. O primeiro nome divulgado foi o de Benicio Del Toro (“Sicario”). A produtora também confirmou que as filmagens da continuação vão começar em janeiro na Irlanda, mas que o trabalho de pré-produção já dura quase um ano. E aproveitou para elogiar o roteirista e diretor Rian Johnson (“Looper – Assassinos do Futuro”), que “tem feito um trabalho incrível”. Ainda sem título definido, “Star Wars: Episódio VIII” tem estreia marcada para 26 de maio de 2017 no Brasil. Antes disso, a franquia retornará aos cinemas com um spin-off, “Rogue One: A Star Wars Story”, com direção de Gareth Edwards (“Godzilla”) e lançamento agendado para 16 de dezembro de 2016.

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    Star Wars: O Despertar da Força tem maior arrecadação de dia de estreia de todos os tempos

    19 de dezembro de 2015 /

    Após registrar a maior bilheteria de estreia no Brasil em 2015, “Star Wars: O Despertar da Força” bateu o recorde de arrecadação num único dia na América do Norte… em todos os tempos. Foram US$ 57 milhões somente nas sessões antecipadas de quinta (17/12), muitas delas programadas para a meia-noite. E a lotação continuou esgotada nas horas seguintes. Estimativas da Disney dão conta de que o filme superou os US$ 120 milhões em suas primeiras 24 horas de exibição, deixando bem para trás o antigo recordista, “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte II”, que faturou US$ 91 milhões em seu primeiro dia de exibição nos EUA. Até quinta, a arrecadação internacional também já estava em US$ 120 milhões. E isto antes da estreia na maioria dos países, programada para sexta-feira (18/12) como nos EUA. Lançado em 4.134 salas nos EUA e Canadá, o filme vendeu cerca de US$ 100 milhões somente em ingressos antecipados para sessões no fim de semana. Quem deixou para comprar entradas na última hora, se deparou com a mensagem de “esgotado” nas bilheterias dos cinemas. A estimativa para a arrecadação total do fim de semana aponta que a produção superará facilmente os US$ 200 milhões. Os mais ousados projetam a conta para US$ 250 milhões. Apenas na América do Norte. A Disney começa agora a contagem regressiva para comemorar a quebra de novos recordes financeiros.

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